Estrada - Kannin & Pejite

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qua 23 Fev 2011 - 14:10

@Nightmare




Eu, particularmente, acho
ninfas fracas porque posso dividi-las ao meio com uma patada, sem precisar
fazer muito esforço. As outras pessoas já não sabem. Talvez porque associem a
imagem frágil ao conteúdo... O que é um erro grave, me colocando como exemplo.

— Pessoas são burras, esse é o motivo.

(PENSAMENTO)

-Como eu suspeitava...mas ela realmente não sabe nada sobre as ninfas



















Rolling Eyes

Ainda atrás de Laylla, continuo a ver os movimentos da raposinha que brincava
no colo de Laylla, caminhávamos por um bom tempo já. Caminhávamos entre árvores
grandes e bem volumosas o mato estava ficando tenso, quase impossibilitando eu
de pisar nas pegadas de Laylla.

Com rápidas olhadas para todos os lados, não conseguia ver muita coisa devido a
mata que ficava cada vez mais densa, o céu estava lindo, apesar da mata densa e
das árvores grandes era possível ver algumas estrelas.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Sex 25 Fev 2011 - 15:09

@ Sta. Raiza.


Seus passos já haviam se tornado lentos, quase que preguiçosos. Estava caminhando já a tanto tempo, que o tédio começava a dominar completamente seus sentidos. — Raiza, que acompanhava a caminhada estava às suas costas, e mal falava. — Diamond, que a pouco brincava e destraia Laylla, agora voltava a dormir serenamente nos braços da dona. — A situação estava tão tediosa que, mesmo tendo acabado de matar alguns humanos para sua diversão, Laylla já estava anciosa para repetir o processo.

Pensando nisso, ela involuntariamente olhou para trás sobre os ombros, visualizando a ninfa que andava distraidamente, olhando o céu. — Por um segundo, cogitou a idéia de fazer o mesmo que fizera aos homens na clareira com Raiza, mas o pensamento se foi tão rapidamente quanto chegou. — Na verdade, uma idéia muito mais interessante tomou completamente conta de sua mente.

Abrindo um rápido sorriso maldoso escondido da ninfa, Laylla diminuiu a velocidade da caminhada, até estar com seus passos no mesmo ritmo dos de Raiza. — Caminhavam lado a lado agora, em meio a completa escuridão que predominava na estrada.

Hei ninfa.. Posso fazer uma pergunta? — E, sem esperar pela resposta, continuou, com a malicia estampada na voz. — Sabe.. Eu não conheço muito bem essa região, mas já ouvi muitas história e lendas sobre vários tipos de criaturas que assombram essa estrada. A maioria delas, sobre espíritos de viajantes assassinados e coisas do tipo. Conhece alguma delas?
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Sex 25 Fev 2011 - 16:21

@Nightmare

Olhando para o céu, um pouco distraída com a minha com os
olhos, escuto os passos de Laylla diminuírem, rapidamente meus olhos voltam-se para ela, pois como não escutei nada, não
custava nada averiguar.

Quando Laylla fica ao meu lado, mais uma vês, sinto um calafrio no corpo todo,
parecido com o que eu tinha sentido a pouco, mas com muita intensidade. Fazendo
com que minhas bochechas ficassem risadas, eu viro meu rosto para que Laylla
não perceba e ao mesmo tempo escuto uma pergunta... Seguida de outra mais
longa:

Hei ninfa.. Posso fazer uma pergunta?
— — Sabe.. Eu não conheço muito bem essa região,
mas já ouvi muitas história e lendas sobre vários tipos de criaturas que
assombram essa estrada. A maioria delas, sobre espíritos de viajantes
assassinados e coisas do tipo. Conhece alguma delas?

Terminada a pergunta, eu volto meu olhar para ela com desconfiança, com os
olhos trêmulos..resultado do calafrio forte que a pouco tive respondo em tom de
defesa: No

-Cri...criaturas que asso..assombram? Não, não conheço não. pale
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Sex 25 Fev 2011 - 16:52


@ Sta. Raiza.



-Cri...criaturas que asso..assombram? Não, não conheço não.


Não conhece?! Jura?! — Respondeu Laylla no mesmo instante em que ouviu a resposta de Raiza, tornando a abrir um largo e nada discreto sorriso maldoso. Sua voz estava perigosamente animada, coisa que causaria calafrios em qualquer um que já a conhecesse.

Os dentes extremamente brancos e com caninos levemente afiados estavam a mostra, enquanto ela fitava instensamente a companheira de viagem. — Os sentidos aprimorados pela maldição não deixavam escapar os arrepios que a ninfa sentia, detectando todos eles e repassando para a mente de Laylla no mesmo segundo. — Os olhos azuis de pupilas dilatadas agora pareciam brilhar mais do que o normal, exitados pela conversa estar tomando o rumo que queriam.

Bom, então vou contar o que sei. — Disse Laylla sem demora, levando alguns segundos para formular o que diria, antes de continuar. — Ouvi dizer que nessa floresta, à muitos e muitos séculos atrás, morreu uma menina, assassinada por demônios. Eles torturaram e destruiram o corpo dela, mas o seu espirito foi deixado para trás e esquecido. Desde então, essa alma amaldiçoada vaga por essas estradas, presa na floresta e buscando por vingança, esperando pelo dia que encontraria os demônios novamente para acertas as contas. Mas isso foi a tanto tempo, que ela nem sequer consegue mais diferenciar seus verdadeiros inimigos de viajantes comuns. Por isso, todos os que tem o azar de trombar com o espírito dessa garota, são tocados e amaldiçoados por ela. Dizem que esses azarados tem pesadelos para os resto da vida, revivendo a tortura sofrida por ela até enlouquecerem ! Emocionante, não? Twisted Evil
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Sex 25 Fev 2011 - 17:13

@Nightmare


Escuto atentamente o que Laylla falou tão
atenta que parece que ela falou duas vezes:


Bom, então vou contar o que sei. —— Ouvi dizer que nessa floresta, à muitos e muitos séculos
atrás, morreu uma menina, assassinada por demônios. Eles torturaram e
destruiram o corpo dela, mas o seu espirito foi deixado para trás e esquecido.
Desde então, essa alma amaldiçoada vaga por essas estradas, presa na floresta e
buscando por vingança, esperando pelo dia que encontraria os demônios novamente
para acertas as contas. Mas isso foi a tanto tempo, que ela nem sequer consegue
mais diferenciar seus verdadeiros inimigos de viajantes comuns. Por isso, todos
os que tem o azar de trombar com o espírito dessa garota, são tocados e
amaldiçoados por ela. Dizem que esses azarados tem pesadelos para os resto da
vida, revivendo a tortura sofrida por ela até enlouquecerem ! Emocionante, não?


Vendo que Laylla se divertia com os meus calafrios momentâneos e involuntários,
tomo uma iniciativa, totalmente contra meus princípios e meu estilo, em um
movimento rápido e agressivo, me viro e empurro Laylla, com as minhas mãos ns
ombros dela faço ela ir de encontro a uma árvore e em um tom agressivo e até um
pouco alto falo:

-Escuta aqui, eu sei como você se diverte, sei que precisa
que os outros sofram para você se sentir bem, sei que causar medos nos outros sacia
sua sede, mas por favor não faça isso comigo esta bem?


Ainda segurando os ombros dela e apertando-os um pouco fico olhando para ela e
vou voltando ao normal, voltando a ser uma doce e inocente Ninfa, alías é assim
que ela me via mesmo.Já com a expreção doce e delicada novamente falo:

-Sim, é emocionante e sorte a nossa que não
encontramos ela não é?
Com o dedo indicador e
o polegar entre os olhos tento me acalmar, pois nunca avia agido daquela forma.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Sex 25 Fev 2011 - 20:03

@ Sta. Raiza.



Laylla simplestemente não teve reação. — Pelo menos, não no momento em que aconteceu. — Foi tudo tão rápido que, mal havia terminado de falar e, logo em seguida, sentia seu corpo sendo empurrado contra uma árvore pelas mãos da "delicada" ninfa.


-Escuta aqui, eu sei como você se diverte, sei que precisa que os outros sofram para você se sentir bem, sei que causar medos nos outros sacia sua sede, mas por favor não faça isso comigo esta bem?


Raiza paracia totalmente diferente quando disse aquilo. — Seu tom de voz havia se tornado agressivo, ela mesma havia se tornado agressiva. Era quase como se tivesse uma outra personalidade, que tomara conta dela naquele momento. — Uma personalidade a qual, certamente, não deveria ter deixado escapar naquela situação. Exatamente com Laylla, uma das pessoas mais agressivas que podia estar em sua companhia naquele momento.

Mas ela, por sua vez, permaneceu sem reação, mesmo depois de Raiza tê-la soltado. — Apenas seus olhos se movimentaram a princípio, e foram direto para Diamond. — A pequena raposa havia acordado, extremamente assustada. Olhava para os lados, procurando alguém. Logo depois, encontrava Raiza e rosnava ferozmente, fazendo com que Laylla tivesse que segura-la para não avançar na estranha.

Mas parecia mais que Laylla é quem deveria ser segurada por alguém. — Era quase imperceptível, mas seu corpo tremia levemente. — Estava irritada. Muito irritada.

Está bem. — Disse ela simplesmente logo em seguida, com o tom de voz mais doce e frio que conseguiu. — Logo e inesperado, em um movimento inumanamente rápido, suas mãos agarraram o tecido da roupa próxima ao pescoço de Raiza, arrastando-o agressivamente para perto de sí.

Seus rostos ficaram praticamente colados em menos de um segundo, tamanha a força e agilidade empregada para agarra-la. — Um baixo silvo saia irritado da garganta de Laylla, quase como um rosnado. — Os olhos animados que a pouco encaravam Raiza agora mudavam completamente de perfil, passando a ter o mesmo brilho assassino da clareira, enquanto devorava os homens.

Está bem. Eu vou fingir que você NÃO fez isso, Raiza. — Dizia ela tentando se controlar, mas aumentando a voz gradativamente enquanto falava, soltando rosnados em meio a frase. — Antes de continuar, Laylla empurrou a ninfa para trás e a soltou, fazendo com que a mesma parasse alguns centímetros mais longe do que deveria, pela força que usou para afasta-la. — Sua expressão agora era fria, e lembrava o tom de um piscicopata prestes a matar. — Enquanto ao que disse.. Desculpe, mas não aceito seu pedido. VOCÊ que quis vir atrás de mim, eu AVISEI que deveria ficar longe. Portanto, eu faço o que EU quiser, quando EU quiser e com quem EU quiser. Se não estiver gostando, ME FAÇA PARAR ! Sinceramente, quero MUITO ver você tentar !!
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sex 25 Fev 2011 - 20:55

@ Nightmare & Raiza

O Sol já começava a mostrar seus primeiros raios no horizonte revelando um céu nublado e uma paisagem dominada por uma vegetação densa com muitos arbustos e árvores esparsas de troncos retorcidos. A típica vegetação de um serrado. Um vento gélido soprava vindo do sul, era o vento que anunciava a chegada de dias chuvosos.

As duas companheiras de viagem discutiam entre si e no momento que Laylla falara sua ultima frase ela foi surpriendida por uma voz grossa e poderosa.


Então, quer dizer que você faz o que quer, quando quer e com quem quiser?As duas garotas e Diamond olharam surpresas e assustadas para a direção da onde veio a voz e viram sair dali um homem, não, um gigante. Ele era imenso!

Ele tinha 3 metros, seu corpo era coberto dos pés a cabeça por uma enorme armadura dourada coberta por enormes espinhos metálicos em partes estratégicas como ombros e joelhos, olhando as juntas da armadura dava para perceber que suas placas de metal eram tão grossas quanto paredes. O homem não usava elmo deixando sua cabeça a mostra, seus cabelos eram negros e curtos, bem espetados, sua pele era clara e seus olhos eram castanhos. Ele trazia no rosto uma expressão severa.

O gigante teve tempo de se aproximar da dupla de garotas antes que estas, tomadas pela surpresa pudessem fazer qualquer coisa. Quando ele estava perto o suficiente elas puderam ver melhor os detalhes de sua armadura, ela não era bonita, não era uma armadura feita para ser bonita, ela era feita para o combate, seus únicos adornos eram os espinhos enormes, a armadura estava coberta por inúmeros cortes e marcas de batalhas passadas, ela parecia ser tão enorme e pesada que dava para imaginar que o ser que a usava era uma montanha de músculos, aliás, era certeza que qualquer humano normal que tentase vesti-la seria simplesmente esmagado pelo peso da mesma. O homem não trazia nenhuma arma exceto o cabo de uma anorme espada preso a cintura, o cabo era muito bonito, prateado e cravejado com inúmeras joias e bem no meio da guarda onde deveria começar a lâmina de uma espada, existia um N encravado.


Por que não tenta fazer algo comigo agora?Disse o gigante encarando Laylla, esta por sua vez não conseguia entender como um ser daquele tamanho, vestindo uma armadura daquela magnitude conseguiu se aproximar de forma tão sorrateira. Por um momento olhou para o solo ao redor dos pés do gigante e viu que este não se alterava, era como se o gigante não tivesse peso ou não estivesse ali.

Por um momento Laylla julgou que ele era uma ilusão, mas se apavorou ao sentir seu cheiro, cheiro de humano. Quando se deu conta da situação sentiu-se fraca, ela sentia-se um inseto diante daquele homem, daquele ser que parecia simplesmente ser invencível a ela e que acima de tudo a desafiava.

Diamond presentindo o pior saltou ao chão e dali escondeu-se em uma moita próxima rosnando para o gigante, Raiza por sua vez estava chocada.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 27 Fev 2011 - 21:03

@GM NUKE @ Nightmare

Sendo empurrada por Laylla escuto ela falar:

Enquanto ao que disse.. Desculpe, mas não aceito seu pedido. VOCÊ que quis vir atrás de mim, eu AVISEI que deveria ficar longe. Portanto, eu faço o que EU quiser, quando EU quiser e com quem EU quiser. Se não estiver gostando, ME FAÇA PARAR ! Sinceramente, quero MUITO ver você tentar !!

Antes mesmo que eu pudesse falar algo escuto uma vos:
Então, quer dizer que você faz o que quer, quando quer e com quem quiser?

Eu Arregalei os olhos e rapidamente olhei para o lado ao mesmo tempo que senti o mesmo calafrio que vinha sentindo desde o inicio da caminhada com Laylla. Com alguns raios de sol batendo sobre o local aonde estavamos eu vejo na minha frente uma imagem que me lembrara o dia que matei o homem que matou minha mãe, cuja o nome não ousava mensionar por total repugnancia.

Com uma armadura dourada, e espinhos estrategiacamente posicionados, ele se aproximava rapido e varias pergunstas vinham a minha cabeça dentre elas, a mais obvia.."o que fazer agora"...

O gigante por assim dizer ainda fala mais uma frase provocando Laylla:

Por que não tenta fazer algo comigo agora?

O medo e algum tipo de repugnancia dominava Laylla, pois consegui perceber que seu coração e sua respiração estavam muito acelerados.

Sabendo que Laylla tem um temperamento não muito amigavel resolvi tomar uma titude e falar algo...claro já sabendo meu proximo movimento caso fosse necessario. Parando na frente de Laylla e de frente para o armario por assim diser finalmente falei:
- Desculpe senhor, mas acho que não vai ser necessario isso, pois estamos apenas converçando. Alias falta de educação sua se meter na nossa converça não acha?

Viro para Laylla e falo:

-Fica queta, pelo amor de Deus.

Voltando a olhar para o "armario" dourado a minha frente dou um sorriso ironico. Laughing
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 27 Fev 2011 - 22:48

.


@ GM Nuke.
@ Sta. Raiza.



Raiza fora completamente esquecida.

Os olhos azuis arregalados agora estavam completamente pregados na nova imagem a sua frente. — O gigantesco humano com a armadura reluzente era tão grande, que tampava a imagem do nascer do Sol às suas costas e fazia com que se formasse uma enorme sombra em volta das duas garotas. — Laylla estava boquiaberta, em uma incomum expressão de espanto seguida por calafrios correndo pela espinha.

Afinal, não era uma situação nada comum de se ver. — O gigante homem tinha aquele cheiro tão conhecido, apesar de não parecer fazer parte da mesma raça, nem sequer algo semelhante. Mas ele era realmente uma das mais comuns presas de Laylla, um humano. Não um humano pequeno, frágil e comum, como os que estava acostumada. Aquele era extraordináriamente grande e potencialmente perigoso, maior do que todos os outros os quais já havia visto, ou até mesmo matado. — Um humano que conseguiu fazer com que Laylla sentisse medo e pensasse, apenas por um singelo momento, em virar para trás e sair correndo.

Mas aqueles pensamentos se foram rápido, quase tanto quanto chegaram.

Assim que notava o movimento de Raiza para perto do gigante e Diamond pular de seus braços, a cosciência do momento parecia voltar a sua mente, junto à uma explosão de raiva interior. — Laylla saia do estado de "transe" que ficara enquanto observava o inimigo a frente, unindo os lábios e voltando a exibir a mesma expressão irritada de momentos atrás. — Mas quem diabos esse babaca pensa que é, me desafiando assim tão insolentemente?! — Pensou ela consigo mesma, não se controlando o bastante para esperar a Ninfa terminar de falar.

Laylla passou a frente de Raiza com uma ombrada, murmurando um rápido " Fique quieta você, ele falou comigo " e adiantou-se alguns determinados e descarados para perto do gigante, sem se preocupar no possivel fato dele poder esmaga-la facilmente naquela posição. — Simplesmente não se importava com as consequencias. — Apenas queria revidar.

Hei grandão, sua mãe não te ensinou boas maneiras não? Não é nada educado ficar ouvindo a conversa de garotas, sabia?! — Fala Laylla quase aos berros, tentando ser o mais desgraçada possivel no tom de voz. — Tem certeza que quer mesmo que eu faça isso? Sabe como é.. Quanto maiores, mais alto gritam pelas mães quando estão levando uma surra. Não vai querer que uma garotinha acabe com toda essa sua pose de machão, vai ?
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 27 Fev 2011 - 23:04

@ Nightmare & Sta. Rayza.

A expressão no rosto do homem pareceu não mudar ao ver a reação de Laylla e Rayza, ele simplesmente ergueu seus braços estendendo-os na lateral do corpo.


Avatrum splataskaskax. Falou o gigante após estender seus braços.

No momento seguinte sua armadura simplesmente começou a desaparecer a princípcio ficando transparente e no segundo seguinte sumindo por compelo, agora ele estava sem nenhuma proteção. Por baixo da armadura ele usava uma calça de algodão e não usava nenhuma camisa deixando a mostra todo o seu físico. A única parte da armadura que ainda estava em seu corpo eram as bostas de metal, no entanto apesar da armadura ter desaparecido em sua cintura era possível ver o misterioso cabo da espada sem lâmina.

O físico do homem era impressionante, mesmo sem armadura ele ainda era enorme, seus músculos pareciam que iriam explodir sob sua pele a qualquer momento. Seu corpo era perfeito sem nenhum ferimento ou cicatriz, era como se ele jamais tivesse sido atingido em combate algum.


Vocês me questionam sobre minhas boas maneiras, de fato eu nunca tive boas maneiras mas estranhamente sei ensinar, ou melhor, enfiar boas maneiras na cabeça de quem precise. O gigante falava encarando Laylla nos olhos.

Vamos garota, retirei minha armadura para dar uma chance a você, agora transforme-se no que você é e venha, deixarei você começar sua brincadeira, se me vencer serei seu café da manhã. A expressão dele continuava séria.

Um calafrio percorreu o corpo das meninas, como ele sabia que Rayza era uma ninfa? Como ele sabia que Laylla era uma licantropo?


Vamos Laylla, mostre pra mim quem você é, coloque sua fúria para fora, faça-me implorar por minha vida. O gigante provocava Laylla ainda mais, então apontou o dedo para ela e o mexeu chamando-a para o combate. Bate aqui olha. Mostrou o rosto e deu-se um tabe-fe provocativo.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Seg 28 Fev 2011 - 9:25

'Sendo totalmente ignorada por ambos, vejo Laylla se aproximar do "armário' dourado com a guarda abaixada e ficando totalmente vulnerável a qualquer ataque do mesmo.

Laylla sega pela raiva, o insulta ferozmente.

(PENSAMENTO)

- Perdeu a noção.

Diante da cena a minha frente, nada tinha a fazer a não ser assistir, foi ai que falei a seguinte frase:

-Bom, já que ambos tem assuntos a resolver, se me dêem licença, vou estar ali apenas observando. Digo isso apontando com um gesto delicado e suave para o galho de uma árvore, uma árvore que eu tinha avistado enquanto falava com Laylla anteriormente.

(PENSAMENTO)

-Bem, se ele for humano, seria de meu agrado absorve-lo.

Terminando o pensamento, chego atraz de Laylla coloco ambas as mãos em sua sintura, em um local aonde consertesa lhe daria alguns arrepios e sussurro em seu ouvido:

-Sei que não é de seu perfil, mas se precisar de alguma coisa, estarei logo atrás de você, afinal 2 Layllas, são melhor do que uma!

Sabendo que ela entenderia o que eu queria dizer realmente, lhe dei um tapinha na bunda e com um movimento rápido e preciso, saltei sobre o galho em um salto mortal. E ali estava pronta para assistir e entrar na briga caso fosse necessário.

Enquanto esperava a reação de ambas as partes, comecei a pensar:

(PENSAMENTO)
- Quem é esse homem?
- Como ele chegou até nós sem ser detequitado?
-Será ele o causador dos meus calafrios?
- Como ele sabe tanto sobre Laylla?

Com essas perguntas em mente fico ali parada.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Seg 28 Fev 2011 - 20:26

@ GM Nuke & @ Sta. Raiza



Laylla retraiu todos e até os últimos mínimos músculos de seu corpo para tentar controlar as emoções que se passavam, uma seguida da outra. — Era difícil definir se os calafrios, tão constantes e intensos, provinham da raiva e excitação que sentia para dar logo inicio a luta, ou se eram apenas fruto de seu subconsciente, que temia ferozmente e previa que algo daria errado. — Seus dentes raspavam uns nos outros apressados e irritados, abafando os grunhidos e rosnados que saiam de sua garganta enquanto aguentava as provocações. — Podia sentir a pele de seu rosto arder febrilmente, enquanto o resto de seu corpo parecia estar prestes a entrar em colapso. — A cada palavra dita pelo homem, Laylla tremia com maior e mais perigosa violência.

-Bom, já que ambos tem assuntos a resolver, se me dêem licença, vou estar ali apenas observando.


Laylla pode sentir então as mãos frias da ninfa entrarem em contato com a pele de sua cintura ardente, causando um arrepio quase que incontrolável.


-Sei que não é de seu perfil, mas se precisar de alguma coisa, estarei logo atrás de você, afinal 2 Layllas, são melhor do que uma!


E Raiza afastou-se para perto de uma das tantas árvores que existiam ali em volta. — Já Laylla abriu um largo e amigo sorriso quando sentiu o tapa da ninfa, o que fez com que seus nervos se acalmassem um pouco. Logo virou-se rapidamente para olha-la por cima dos ombros, balançando a cabeça negativamente enquanto melhorava sua expressão irritada. — Afinal, até que estava conseguindo se acostumar com o jeito estranhamente amigável da loira.

Não se acomode muito Raiza, vamos voltar a viajem logo. Vou destroçar esse palhaço tão rápido, que você nem vai ter tempo de chegar até o topo da árvore. — E, alargando ainda mais o sorriso provocativo, virou-se novamente para o gigante. — Vai tentar enfiar boas maneiras na minha cabeça, é? Hehe, fique sabendo que o ultimo que tentou isso foi meu pai. E sabe o que aconteceu com ele? Eu o matei.


E no momento em que terminou a frase, um rugido alto foi ouvido. — O corpo da pequena garota rasgou-se por completo, transformando-se em um gigantesco e brutal monstro.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Ter 1 Mar 2011 - 6:46

@ Nightmare & Sta. Rayza

Assim que transformou-se no terrível predador que era, Laylla avançou sedenta pelo sangue e carne daquele que o provocara, daquele que a intimidava, ameaçava. Ela ansiava para sentir o gosto daquele homem, desejava sentir seu estômago relachar cheio da carne deste que ameaçava sua supremacia.
A garota institivamente avançou sobre o gigante, este por sua vez não demonstrou nenhuma mudança de expressão em seu rosto, sempre sério e imutável.

Laylla atacou saltando na direção de seu oponente procurando rasgar seu abdomên nu com suas garras extremamente afiadas e foi isso que aconteceu, suas garras de fato atingiram o abdomên do gigante que não fez nenhum movimento para esquivar-se do ataque. Ela pode sentir suas patas penetrarem na carne macia e molharem-se com o sangue de sua vítima, não demorou para que logo ela estivesse toda coberta com o sangue de seu oponente.

Os cortes eram profundos e multiplos pois Laylla não atacou apenas uma ou duas vezes, ela desferiu uma sequência de vários ataques. E ela continuaria até atravessar seu inimigo partindo-o ao meio ou até que fosse impedida, e ela o foi. Perdida em sua selvageria unida a senssação de carne macia sendo cortada e sangue jorrando sobre si ela não teve tempo de ver o que a atingiu, tudo o que pode sentir foi uma enorme dor em sua cabeça causada pelo impácto de algo grande como um martelo de guerra golpeando seu crânio. Mas não tinha sido um martelo que a atingira e sim a mão do gigante.

Laylla recuou 5 metros devido a força do impacto, todo o seu crânio doia como nunca doera antes, ela nunca havia sido atingida por um golpe tão poderoso. Sacudiu a cabeça e olhou para o gigante, agora podia ver melhor o estrago que fizera no corpo do homem, os buracos em seu abdomên eram grandes o suficiente para matá-lo, mas ele não demonstrava qualquer sinal de fraqueza ou dor e Laylla logo pode entender o motivo. Ali, bem diante de seus olhos ela pode ver os ferimentos fechando-se bem diante de seus olhos, em segundos tudo o que restara do enorme buraco eram manchas de sangue nas calças do gigante.

O gigante então olhou para Laylla e abriu um sorriso irônico.


Sabe por que eu deixei você me acertar? Era apenas para mostrar isso a você, que não importa o que faça não pode me machucar. Quero que você sinta na pele todo o desespero e dor que suas vítimas inocentes sofreram no passado.Então apontando a mão para Laylla e fechando o punho em seguida voltou a dizer.Hoje, vou esmagar seu orgulho.Terminou avançando em direção a licantropo.

A investida fora muito rápida, Laylla não teve tempo de reagir, tentou esquivar-se mas não foi capaz, o corpo imenso do homem a atingiu trazendo consigo toda a sua brutalidade e força, a senssação do impácto era como se uma enorme avalanche de pedras a tivesse atingido em cheio. Laylla voou como um boneco uma dezena de metros parando apenas depois de colidir-se com uma árvore seca partindo-a ao meio.

Todo o seu corpo doia como jamais doera antes, pela primeira vez em toda a sua vida ela estava caida no chão como jamais esteve, nesse momento ela não sabia dizer se o que mais doia eram os ferimentos e diversas contusões que sentida em seu corpo ou o orgulho ferido, mal teve tempo de se recompor e novamente sentiu seu corpo ser golpeado mais uma vez, um chute bem na sua cabeça que a fez rolar mais alguns metros atropelando um arbusto e indo parar em uma vala cheia de lama e restos de vegetação morta. Laylla tentou levantar-se e no processo cospiu uma enorme quantidade de sangue. Olhou para o alto e viu o gigante aproximando-se mais uma vez, desta vez ele vinha andando.


E então? Como é ser fraca e indefesa? Como é estar a mercê da vontade do mais forte? Como é ser a vítima? O lanchinho? O café da manhã?Questionava o gigante imóvel aguardando a besta levantar-se. — Vamos, já vai desistir? Ainda nem comecei, estou batendo de leve em você sabe? Se eu bater um pouco mais forte tenho medo de partir você ao meio.Finalizou.

As palavras do gigante assomadas a dor que espalhava-se por todo o seu corpo e a sua situação atual eram traumatizantes. Laylla sempre fora a predadora, sempre esteve acostumada a ter o destino das vidas das pessoas em suas mãos, ela já havia sentido a dor de ser ferida pro flechas, magias e espadas antes usadas por vítimas passadas em tentativas vãs de defesa mas nunca havia sido machucada como agora.

Enquanto tudo isso acontecia Rayza observava tudo com atenção, devido ao fato de Laylla ter sido arremessada a uma grande distância, a pequena ninca logo se viu forçada a mudar de lugar e ela o fez rapidamente a tempo de ver e ouvir tudo o que acontecia. O gigante era forte, rápido, Rayza pode ver que no momento em que ele havia se colidido com Laylla continuou avançando rapidamente para acertar a cabeça da licantropo com um potente chute.

No momento em que Rayza aproximou-se para ver a situação o gigante olhou para ela o que a fez tremer de pavor.


Eu sou o equlíbrio, sou a lâmina da neutralidade, eu sou aquele que luta, sua e sangra para garantir que o Sol nasça mais uma vez no horizonte, para garantir que as criaturas no mundo respirem mais um pouco. Eu não sou um deus, mas não sou um mortal. Sou um condenado...As respostas do gigante apenas levantavam mais perguntas.

Quem era ele? O que fazia ali? O que queria? Por que atacou Laylla? Qual seu objetivo?


Levante-se Laylla, ainda não terminei com você, hoje você pagará o preço que sua família exige.Ordenou o gigante.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qua 2 Mar 2011 - 0:13

@ GM NUKE e Nightmare

Vendo Laylla tomar a maior surra, parecendo que Laylla na sua versão besta, era uma formiga perto do "gigante".

Em um golpe, o "gigante" fez com que Laylla caísse em uma valeta, com lamas e alguns galhos secos, para eu ter uma boa visão, rapidamente troco de árvore, decisão que não foi boa, pois quando eu olho para os dois, vejo o "gigante" me olhando, e me olhando ele fala:
Eu sou o equilíbrio, sou a lâmina da neutralidade, eu sou aquele que luta, sua e sangra para garantir que o Sol nasça mais uma vez no horizonte, para garantir que as criaturas no mundo respirem mais um pouco. Eu não sou um deus, mas não sou um mortal. Sou um condenado...


Claro isso me fez levantar algumas perguntas como a questão de ele não deixar marcas no chão, mas dominada pelo medo, pensei:

(PENSAMENTO)

-Melhor deixar para entender depois, humano sei que ele não é. Preciso ajudar Laylla antes que esse animal acabe com ela!!

Foi ai que tive uma idéia, por que não fazer uma luta de igual para igual, foi um pensamento arriscado e uma decisão mais ainda. Em pé sobre o galho da árvore faço um movimento com as mãos e sussurro: -Invocação potencializada!
Spoiler:
3 SP E 2 DE ATRIBUTOS...ATRIBUTOS 1 PARA FORÇA E 1 PARA INTELIGENCIA


Assim surge o "meu" "gigante" atrás dele EXATAMENTE como ele, até no sangue sobre as calças.

-Ei grandão, por que não encara alguém do seu tamanho? Fala o "meu gigante " apontando com o dedo indicador para o que batia em Laylla
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Qua 2 Mar 2011 - 0:41

@ GM Nuke & @ Sta. Raiza




Laylla sentia seu corpo como o de um ratinho esmagado por uma manada de elefantes. — Todos os músculos, todos os ossos, todos os mínimos centímetros pareciam estar gritando por socorro. — Gritando para que não se aproximassem mais deles. Para que terminassem de vez com aquela luta. Para que Laylla saísse correndo dali o mais rápido e longe possível daquele homem que a machucara tanto, e que continuaria a fazê-lo até que não sobrasse mais nada para ser destruído em seu corpo.

Mas outra parte de sua consciência gritava pelo contrário. — Sua mente implorava para que continuasse, que acabasse de vez com aquela luta, destruindo o adversário. — Queria que a carcaça monstruosa e acabada pelos golpes levantasse, se preparasse e fosse para cima do gigante com toda a fúria que lhe restava, mais uma vez. E outra, se fosse necessário. — Queria que continuasse com aquilo até seu ultimo suspiro. Até que levasse o golpe final. — O monstro dentro de Laylla a obrigava a não desistir.

E ela obedecia. — Mesmo sentindo as fortes patas fraquejarem, os poderosos músculos arderem, levantava-se de onde havia sido jogada e dirigia-se novamente em direção ao gigante. — Sua cabeça doía, a visão ficava embaçada por alguns segundos antes de conseguir focar-se novamente, mas nada impedia que continuasse de pé. — Tudo o que o homem dizia apenas a incentivava e provocava ainda mais sua Fúria, obrigando sua consciência a permanecer com ela. Uma consciência extremamente frustrada, que ansiava para responder à todas as provocações, mesmo que ninguém pudesse ouvi-las.

Você quer me fazer pagar o preço pela morte da minha família, não é? Você quer que eu sofra o tanto que eles sofreram, a tão dolorosa morte que tiveram, toda a dor que eles sentiram quando estavam sendo devorador vivos, certo? E você por acaso sabe DE ALGUMA COISA para querer isso ?! SABE !? Se souber, por favor me responda: Porque EU tenho que pagar? Porque justamente EU tenho que sofrer mais do que já sofri depois daquela desgraça?! Você não faz nem idéia.. Nem sequer faz idéia do que realmente aconteceu. Você não deveria se intrometer em assuntos que não cabem a você saber. Você não passa de um verme.. Um verme que tenta fazer justiça com as próprias mãos, que ACHA, e somente ACHA que está fazendo a coisa certa, quando na verdade não passa de um tolo. Quer apenas desperdiçar seu tempo com coisas inúteis.. E não sabe o que realmente acontece com quem julga, a maldição que é a vida dessas pessoas. Não sabe o que é ter um demônio te assombrando cada vez que fecha os olhos.. Ter um monstro invadindo seus pensamentos e te obrigando a matar por ele, antes que ele mesmo te enlouqueça... Eu odeio pessoas como você...

E seus pensamentos eram interrompidos por um momento, pela dor extremamente aguda que sentia no adobe. — Laylla deixava que um enorme coagulo de sangue caísse e se desmanchasse pelos afiados dentes de navalha, tingindo ainda mais a terra a sua volta com aquela familiar cor carmim. — Tudo parecia estar ficando cada vez pior, mas ela ainda não se importava.

Sabe como eu me sinto, estando fraca, indefesa, a mercê do mais forte? Sabe? Eu me sinto exatamente como sempre me senti a vida inteira. A vida inteira até decidir ceder ao lado mais forte. O lado o qual eu, querendo ou não, sempre pertenci. Causar medo ao invés de senti-lo. Torturar ao invés de ser torturada. Me divertir com isso... Eu não queria no começo.. Mas era a única forma de me livrar dos meus próprios demônios. E, que saber? Eu consegui me adaptar completamente à isso. Afinal, acho que eu sempre soube que não poderia ficar do lado do "bem"..

É por isso que eu não me importo com nada, não mais. Porque agora eu estou onde eu deveria, fazendo o que sempre tive vontade de fazer. Eu não nasci para ser uma menininha boazinha. Eu não quero ser boa, nunca quis. Só tinha medo. Mas agora...

E o corpo monstruosamente transformado de Laylla parecia estar se modificando novamente. — A pele, os ossos fraturados e os músculos podiam ser vistos em pleno movimento, estendendo-se e debatendo-se de baixo da grossa camada de pelos que protegiam sua pele. — A licantropo agora ficava evidentemente maior, mais brutal e já não parecia mais tão pequena perto do gigante.


Skill: Brutalização Feral. ( 5 SP )


.. Você pode fazer o que quiser comigo, pode me espancar, quebrar meus ossos e me torturar até a morte. Pode pisar no meu orgulho, esmagar toda a honra que me resta e me fazer pagar por todas os assassinatos que cometi. Mas NUNCA vai mudar o que eu sou, nunca vai me fazer ficar menos pior, ou menos cruel. A única coisa que vai conseguir é me deixar com mais ódio, mais raiva e querer acabar e estraçalhar mais e mais vidas. A única forma de proteger o mundo de mim temporariamente, vai ser me mandar para o inferno. E acredite, eu não vou ficar por lá por muito tempo. Quando menos esperar, alguém que queira espalhar mais horror nesse mundo vai me trazer de volta. E eu vou voltar como um demônio mil vezes pior do que já sou, e fazer mil vezes mais estrago e desequilibrar mil vezes mais tudo o que estiver ao meu alcance... Mais do que você possa conseguir concertar, senhor justiceiro.


E ela avançou novamente para cima do gigante homem, dirigindo-se diretamente e cegamente para apenas um ponto: sua cabeça.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Qua 2 Mar 2011 - 1:18

@ Nightmare & Sta. Raiza

No momento em que Raiza pensou em ativar sua habilidade o gigante a encarou.

Suas criações patéticas não servirão de nada, poupe suas forças. — Falou de forma fria e seca o que fez com que Raiza desistice do plano.

Foi nesse momento que Laylla levantou-se soltando todo o seu desabafo para fora, as palavras saltavam para fora de sua boca uma após outra, eram mágoas guardadas dentro de si que finalmente vinham a tona.

Então transformou-se novamente ficando ainda mais bestial para em seguida lançar uma ultima bravata antes de um ataque frontal contra a cabeça do homem.

IDIOTA! —Gritou o gigante no momento em que Laylla saltou para atacá-lo, nesse instante ele avançou também unindo os dois punhos entrelaçando os dedos e puxando os braços de baixo para cima em um movimento vertical para o alto, o ataque devastador do gigante atingiu Laylla em cheio bem no queixo, um grande estalo de osso se partindo pode ser ouvido, Laylla voou 20 metros para longe perdendo a consciência no caminho, não sentiu seu corpo colidir-se contra uma pedra esfacelando muitos de seus ossos. Ela estava morrendo...

Ao ver esta cena, a morte de sua dona Diamond saltou de seu esconderijo e avançou no gigante, este simplesmente a pisoteou esmagando a pequena raposa que morreu com um pequeno silvo. Essa atitude cruel despertou a fúria no coração da ninfa, Raiza por sua vez usou todo o seu poder para evocar novamente o mesmo dragão que evocara no passado para destruir seus antigos captores, mas desta vez ela não teve sucesso pois antes que pudesse iniciar o ritual viu o punho fechado do gigante atingir sua face, em seguida dor e depois escuridão.

--------------------------------------------------------------------------

OFF:
Spoiler:
Meninas, NÃO postem, eu vou postar mais amanhã a continuação disto.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Qua 2 Mar 2011 - 23:35

@ Nightmare

Laylla despertou com os primeiros raios do sol da manhã batendo em seu rosto, abriu os olhos usando uma das mãos para fazer sombra, sentia-se incrivelmente bem. Quando seus olhos se acostumaram a claridade ela pode ver bem onde estava, estava em um quarto, o teto e as paredes eram brancas. Uma das paredes possuia um grande armário de roupas com um espelho de dois metros emoudurado na parede ao lado deste.

Assim que se levantou viu que estava deitada em uma confortável cama com lençóis brancos, olhou para a sua direita e viu a janela entreaberta, nesse momento uma brisa refrescante e suave invadiu o aposento levantando levemente as cortinas de seda que cobriam a janela.

Subitamente uma estranha senssação atingiu Laylla como um relâmpago atravessando seu corpo, ela estava em seu quarto na sua casa, mas o que realmente a apavorou não fora isto e sim a voz de seu pai.

Laylla! Laylla! Está acordada filha? O café da manhã está servido só falta você, estamos te esperando. Venha comer conosco. — Era a voz de seu pai, Alfonso, gritando no andar debaixo da casa.




@ Sta. Raiza

Raiza despertou com o orvalho da manhã caindo em seu resto, ela estava no meio de uma clareira perdida em algum lugar da Floresta Lórien. Levantou-se e assim que se ergueu foi saudada por um grupo de pássaros multicoloridos que voavam e cantavam ao redor da ninfa desejando-lhe um bom dia. Essa floresta lhe era familiar, essa floresta era seu lar.

Isso aturdiu a mente de Raiza e enquanto questionava-se o que havia acontecido com Laylla, com ela mesma e onde estava o gigante que a atacara um segundo acontecimento a atordou ainda mais.

Raizaaaa. Onde está você? — Gritava uma voz em tom alegre, como que em uma brincadeira de pique esconde, era uma voz feminina muito bela, era a voz de sua mãe.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Qui 3 Mar 2011 - 17:35

@ GM Nuke



— Laylla! Laylla! Está acordada filha? O café da manhã está servido só falta você, estamos te esperando. Venha comer conosco.

Um forte arrepio percorreu seu corpo dos pés a cabeça, assim que o som daquela tão conhecida voz chegou aos seus ouvidos. — Uma voz a qual não ouvia há muito, muito tempo, mas mesmo assim não conseguia esquece-la de modo algum. — Laylla sentiu os músculos enrijecerem, os olhos arregalarem-se e um desagradável desespero crescer em seu peito, causando-lhe aquela irritante sensação de medo que tanto odiava. — Mas não era possível, definitivamente não era. Só podia estar ficando louca.

Sem parar sequer um momento para pensar melhor na situação, Laylla saltou as pressas da enorme cama onde repousava, ignorando a enorme curiosidade de verificar se o armário embutido na parede ao lado era realmente o seu, com suas tão amadas coisas que destruíra completamente quando se transformara pela primeira vez naquele lugar. — Apenas apressou os passos para chegar depressa até a porta no final do quarto, quase levando um belo de um tombo ao escorregar nas próprias pernas pelo caminho. — Não sabia se estava mais ansiosa, curiosa ou assustada. Mas queria descobrir o que estava acontecendo o mais rápido possível, e arrancar as tripas do desgraçado que estava fazendo aquela brincadeira de mau gosto consigo.

Abriu a porta do quarto com uma força desnecessariamente grande, causando um alto “bac” estridente ao passar. — Pulou os degraus de quatro em quatro da comprida escada que levava ao primeiro andar da casa, obrigando os próprios olhos a não pararem para relembrar os tantos momentos felizes que as fotos emolduradas pelo caminho mostravam. — Não queria relembra-los, depois de tanto tempo que passara forçando-se a esquecê-los.

Quando finalmente chegou até a bela cozinha da casa e pôs os olhos para dentro da mesma, Laylla pareceu levar um forte e mortal choque elétrico. — Ficou paralisada, pálida como cera e uma forte dor na consciência invadiu seus pensamentos.

Sentado na ponta da redonda e farta mesa no centro da cozinha, estava seu amável pai Alfonso, com sua típica expressão calma e serena, porém rígida. — Ao seu lado, encontravam-se duas pequenas e extremamente belas crianças, as quais Laylla conhecia mais do que bem. — A menor, loira de enormes olhos azuis e com fofos cachos presos por fitas da mesma cor, era a irmã caçula, May. O outro, que parecia ser um pouco mais velho, era o irmão do meio, Erick. Ele, apesar de ter o cabelo curto e preto, exibia exatamente os mesmos irritados olhos azuis de Laylla, fazendo assim com que tivessem uma semelhança absurdamente visível.

Enfim, parada próxima a um dos tantos armários que se espalhavam por toda a cozinha, estava uma mulher tão bela quanto às crianças sentadas a mesa. — Sussana sorria docemente para a filha mais velha, Laylla, que sustentava uma expressão tão aterrorizada, que parecia estar prestes a desmaiar a qualquer momento.

Impossível.. — Sussurrava ela pra si mesma, guardando as forças que restavam para reprimir o terrível remorso que sentia, e segurar o nó que se formava em seu garganta.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qui 3 Mar 2011 - 21:31

(ZUMBIDO NOS OUVIDOS)

Com alguns raios de sol no rosto, e com o nariz irritado pelo pólem dos girassois, levanto minhas costas do chão e fico sentada com a mão no nariz que estava ardido pelo pólem. Ainda sentada esperava passar a tontura cauzada pelo zumbido que aos poucos se esvaía e no lugar dele o som dos passaros, do vento e das flores balançando com as rajadas do vento.

Me levanto e olho ao meu redor, estava em uma clareira. Clareira que por sinal não era estranha, os girassoís eram grandes quaze não conseguia olhar muto longe, no maxímo 20 metros em ambas direções.

Raizaaaa. Onde está você?

Palavras soadas por uma vós doce, levemente parecida com a minha, mas com um tom mais agudo, como de uma mulher mais velha.

Claro, quando reconheci a vós, percebia que se tratava da vós da minha mãe.

(PENSAMENTO)

-Como, ela esta morta!!

Rapidamente, me abaixo, desconfiada e com muita curiozidade, com os olhos atentos e ouvidos mais ainda, olho agaixada na direção da vós, mas meus ouvidos não escutavam nada.

(PENSAMENTO)

-Isso é impossivel, mas será...não eu estou sonhando..só pode!

Mas como isso seria possivel, se eu não me lembro de como viria parar ali. Com o coração em palpitaçoes aceleradas e minha curiozidade me impulsionando para sair dali e ir correndo ver o tinha acontecido, tentei calcular a distância de onde eu estava e de onde a vós venho. Rapidamente e com movimentos delicados, tento chegar a vós contornando-a.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sab 5 Mar 2011 - 12:17

@ Nightmare

Laylla mal podia acreditar no que seus 5 sentidos lhe diziam, ela a princípio acreditou que estivesse sonhando, que aquilo tudo fosse uma ilusão ou que ela tivesse morrido e revivendo seu passado. Mas seus sentidos leh diziam o contrário, ela podia sentir o cheiro da deliciosa comida de sua mãe impregnado no ar, podia ver os brilhos nos olhos de seu pai, ouvir suas vozes, se comese a comida ou bebese da bebida sentiria seus sabores, se tocase em algo ou alguém ou fosse tocada sentiria tudo.

Sua mãe Sussana estava em pé, retirando do fogão a lenha um grande bolo assado, o famoso bolo de laranja que Laylla adorava mas não admitia isso nunca. A mulher olhou para a garota enquanto segurava a bandeixa com suas luvas isolantes e disse sorrindo.

Mas que cara é essa menina? Você está branca como farinha! Parace que viu um fantasma! Hihihihihi. — Falou em tom de deboche enquanto colocava a comida na mesa.

Assim que o bolo pousou sobre a mesa logo foi atacado pelas nãos de Erick sempre rebelde e atrevido, mas Alfonso logo interveio segurando o pulso do garoto e afastando-o da comida.

Tenha calma Erick, sua mãe e sua irmã ainda não se sentaram na mesa. — Diz de forma calma porém firme.

Mas pai, a Laylla nunca se senta conosco. — Retrucou o filho.

Alfonso olhou para Laylla lançando uma expressão que trazia dentro de si um olhar de tristeza velada e contida.

Filha, veio nos acompanhar? — Questonou demonstrando incerteza na resposta que iria receber, estava claro que ele aguardava uma resposta negativa seguida pelo comportamento usual da filha rebelde que era: pegar sua parte da comida e ir para o quarto ou para a rua.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sab 5 Mar 2011 - 12:28

@ Sta. Raiza

Raiza escondia-se nos arbustos curiosa, intrigada, a voz de sua mãe continuava a chama-la aproximando-se cada vez mais até que finalmente ela pode vê-la, era realmente sua mãe que saia de trás de uma arvore.

Uma ninfa belíssima, tão bela que poderia rivalizar até mesmo com a própria deusa da natureza e dos elfos, Alihanna. Razira estava sorridente e radiante como sempre, a mais bela de todas as ninfas, andava de um lado a outro saltitante procurando por sua filha e cantarolando o nome da mesma com um sorriso sincero nos lábios.

Raaaaa-iiiii-zaaaaaa, cadê você amor? Está se escondendo de mim? Hihihiihihihi. — Chamava cantarolando o nome da filha enquanto brincava com alguns pássaros que disputavam a atenção da bela voando ao seu redor assoviando os mais diversos tipos de melodias.

O coração de Raiza disparou, seus olhos se arregalaram, um calafrio percorreu todo o seu corpo fazendo-a estremecer. Era mesmo sua mãe.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Sab 5 Mar 2011 - 16:18

.


@ GM Nuke


Laylla apenas observava o dialogo que ocorria em sua frente, sem sequer conseguir responder ao deboche carinhoso de sua mãe, que geralmente era rebatido com uma grande e desnecessária grosseria pela filha. — Sua mente parecia simplesmente não querer funcionar, não querer responder, não saber o modo certo de fazer isso sem ser estúpida como sempre fora. — Queria apenas ficar ali, parada, admirando a comum e preciosa cena que se passava, e que nunca dera a devida atenção.

Mas algo no fundo de seu subconsciente dizia para fazer exatamente o contrário. — Aproveitar o quanto podia, mesmo não querendo reviver tais lembranças, sabendo que cedo ou tarde tudo acabaria, querendo ela ou não. — Tinha certeza de que aquilo não era real, que era apenas um truque para rasgar ainda mais as feridas que, mesmo depois de tanto tempo, ainda não haviam cicatrizado. — Sabia que deveria sair dali o mais rápido possível, e descobrir de uma vez por todas o que realmente estava acontecendo. — Mas ela simplesmente não conseguia.

E tudo aconteceu quase que automaticamente. — Suas mãos tremiam tanto, e seu corpo estava tão frio, que mal conseguia acreditar que conseguira meche-lo para sentar-se a mesa, ao lado de sua mãe e à frente da irmãzinha. — Laylla permanecia de cabeça baixa, os olhos dispersos concentrados no belo prato a sua frente, sem fitar nenhum dos integrantes de sua família diretamente na face. — Estava com medo de fazer algo errado, de magoar novamente as únicas pessoas as quais nunca deveria ter feito tal coisa, com sua grande e incontrolável burrice.

Laylla deixava então com que os pensamentos, insanamente rápidos e confusos, tomassem conta de sua mente. — Tentavam encontrar uma resposta, ou ao menos uma reação para ter perante aquela situação. — Mas a única coisa que conseguia focar-se era na preocupação que tinha em saber exatamente o que estava acontecendo. — Pensou em perguntar em que dia estavam, o que havia acontecido no dia passado, na semana passada. — Queria saber se havia voltado ao passado, ou se estava vivendo um dia jamais vivido, em uma dimensão diferente, como se nada houvesse acontecido.

Mas além, e mais importante que tudo isso, queria saber como estavam seus pais, seus irmãos, sua casa, seus amigos. — Aliás, será que encontraria também os tão encrenqueiros amigos-seguidores do grupinho de delinquentes a qual era a “líder”? Se encontrasse, será que eles..

E um forte baque atingiu a consciência de Laylla, junto ao nome da amiga mais próxima que tivera na vida, e a principal sobrevivente da noite que fora amaldiçoada. — Elka, a fofa e assustada menina que pedira para Laylla ir com ela ao maldito acampamento dos ciganos. — Será que a encontraria? Se a encontrasse.. Poderia ia ao acampamento, reencontrar a bruxa e.. Será que a maldição ainda corria em suas veias?

Com esses pensamentos em mente, Laylla finalmente criou coragem e virou-se para Sussana, falando em um tom tão baixo e nervoso que mal ela mesma podia ouvir:

M... Mãe.. Elka esteve aqui?


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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Sab 5 Mar 2011 - 21:42

@Gm Nuke



Vendo que realmente era minha mãe, que saia de traz das árvores, sinto meu coração acelerar, meus olhos arregalarem e secarem pelo vento que passava no momento.



Raaaaa-iiiii-zaaaaaa, cadê você amor? Está se escondendo de mim? Hihihiihihihi



Já em pé, vejo minha mãe se aproximar, brincando com os passaros. Ignorando todo e qualquer tipo de estratégia de defesa, saio correndo entre os girassois, com meus sentidos entagnados na minha mãe, quando chego perto, dou um salto enorme e caio nos braços de Razira, minha mãe.



Com um choro de alegria soluçava feito criança, um choro gaguejado, de alivio, saudade e prazer. Prazer por estar nos braços de minha progenitora, nos mesmos braços que me balançavam quando era criança para dormir.



Durante 5 minutos eu a abraço e choro, apos isso com lagrimas e um sorrizo deslumbrante em meu rosto, passo a mão em seu rosto para sentir sua pele, para sentir o calor de minha mãe.



-Mãe, eu te amo muito...por onde voçê esteve!!?



Termino a frase e a abraço novamente, um abraço forte e sincero.



Cometi um erro gravissimo em baixar totalmente a minha guarda, mas naquele momento isso não importava, eu só queria,,não eu só presisava abraçar forte a minha mãe.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sex 11 Mar 2011 - 11:37

@ Nightmare

No momento em que Laylla sentou na mesa todos pararam por um momento e a olharam com expressões de surpresa e estranheza no rosto e ela sabia o motivo, desde os seus 16 anos ela nunca mais havia sentado para comer junto com a família, sempre pegava sua parte da comida e levava para o quarto ou comia sozinha após ou antes de todos os outros.

Ei maninha você está bem? — Questionou Erick ao ver a atitude incomum da irmã sentando-se a mesa.

A todo o momento Laylla evitava olhar nos rostos daquelas pessoas mas se olhase agora viria os olhos de seu pai brilharem com um sentimento de esperança, a esperança de que sua amada filha estivesse prestes a mudar para melhor. Foi então que Laylla fez sua pergunta.

Sua amiga? Ha sim ela veio aqui ontem a noite mas você já estava dormindo e como sabemos que detesta ser acordada não lhe incomodamos. — Falava enquanto cortava o bolo e distribuia os pedaços por entre os pratos começando sempre pelo prato de Alfonso. — Ela disse que passaria aqui a uma da tarde para combinar com você como vocês irão comemorar o seu aniversário.

Aniversário? Essa palavra causou um arrepio tão grande em Laylla que a garota foi capaz de sentir seu coração parar por um momento, era hoje, era seu vigésimo sétimo aniversário, ela estava se lembrando aos poucos desse dia fatídico, ela se lembra desse café da manhã que ela recusara-se a passar com a família pegando sua parte do bolo e saindo para a rua em seguida a procura de sua amiga.

Foi nesse momento que um grande pedaço de bolo pousou em seu prato, Laylla sentia seu corpo pesado, parecia que ele pesava uma tonelada, seu coração disparava, seus olhos miravam o prato com o pedaço de bolo e ela simplesmente não conseguia levantar seu rosto para ficar sua família.

Laylla o que ha de errado com você? Coma seu bolo minha querida está delicioso, coloquei um ingrediente especial espero que goste pois da ultima vez você o devorou todo. — Disse sua mãe.

Nesse instante Laylla notou algo estranho no pedaço de bolo, notou algo branco escondido entre as camadas do pedaço, sentiu um enorme pavor tomar conta de si pois sabia que o que viria a seguir era extremamente assustador. Laylla levantou seu braço usando de toda a sua força de vontade, pegou a colher ao lado do prato e com ela cortou o pedaço do bolo ao meio, foi então que espremido pela colher Laylla viu deslizar para fora do pedaço um olho, um olho humano.

Apavorou-se, soltou a colher e deu um grito descontrolando-se por alguns segundos, levantou o rosto e viu sua mãe e seus irmãos sorrindo naturalmente para ela, então olhou para Alfonso e para o seu pavor viu que ele não tinha mais olhos, no lugar destes estavam apenas duas orbitas vazias.

Espero que goste dos meus olhos minha querida, se quiser tem mais de mim aqui. — Disse de forma pavorosamente natural.

Maninha eu serei o próximo, espero que goste de me consumir. — Disse Erick com a alegria de uma criança o que tornava tudo indiscritivelmente medonho.

Qualquer coisa se Laylla sentir mais fome pode comer o restante de nós, não é mesmo querida? Afinal, ao contrário do seu coração, no estômago de Laylla sempre tem um espacinho para todos nós. — Falou sua mãe.

Aquilo era um pesadelo, será que Laylla havia morrido no combate com o gigante e estava fadada a sofrer assim? Será que eram demônios?

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sab 12 Mar 2011 - 1:37

@ Sta. Raiza

Raiza mal podia acreditar no que via, ouvia e sentia, era mesmo a voz de sua mãe, era mesmo o perfume de sua mãe, era mesmo a sua amada e querida mãe. A ninfa abraçava-a com força e ternura como se quisese protege-la de todo o mal do mundo.

Ei amor, o que ha com você? — Perguntou Razira surpresa com o comportamento de Raiza.

Mas Raiza nem prestou atenção, continuou ali abraçada, foi então que Razira retribuiu o abraço cobrindo sua filha até que essa tomase outra atitude.

Era tão bom sentir os braços quentes e macios de sua mãe novamente, era tão bom trocar um abraço assim.


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Re: Estrada - Kannin & Pejite

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