Estrada - Kannin & Pejite

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Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sex 14 Jan 2011 - 21:58

A estrada que liga Kannin e Pejite direciona-se levemente para o leste curvando-se e se afastando do Pântano Sombrio. Ao sul é possível avistar algumas montanhas da grande cordilheira. A estrada é larga e de terra batida porém mal cuidada, com apenas alguns pedregulhos e buracos no caminho. A vegetação ao redor da estrada é composta por plantas típicas de vales e serrados com muito capim e árvores esparsas.

Leva-se quatro dias para se cruzar toda a extenção da estrada ou dois dias a pé, além dos perigos normais de assaltos ou ataques, frequentemente insetos do fukai podem ser avistados pelas redondezas.


Última edição por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 18:06, editado 1 vez(es)

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Sab 15 Jan 2011 - 14:12

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@ GM Nuke



Apressou ainda mais as passadas assim que passou pelos portões de Pejite, tentando sair da possível vista dos guardas o mais rápido que pode. — Caminhava rapidamente pela estrada mal iluminada, vasculhando com os gigantes e dilatados olhos predatórios cada milímetro a sua volta, cada mínimo movimento que o vento produzia, fosse de uma folha seca ou da grama balançando. — Podia sentir em sua pele uma leve ardência, talvez provocada pela Lua em quarto crescente, prestes a transformar-se em cheia, ou talvez apenas pela excitação de que logo caçaria novamente. — Não tinha exata certeza, a única coisa que sabia é que queria encontrar logo um lugar apropriado para deixar Diamond e seus pertences.

Andou alguns metros a mais, redirecionando levemente os passos para perto da beira da estrada, até que finalmente encontrou o que procurava: Um grande, fundo e bem escondido buraco em meio ao emaranhado de raízes de uma das arvores, o lugar perfeito para o que queria. — Sem demoras, retirou o grosso e pesado sobretudo que vestia, tomando extremo cuidado para que não incomodasse o sono de Diamond. — Feito isso, embrulhou com delicadeza o pano, de modo que formasse uma espécie de ninho, o qual Laylla colocou dentro do buraco.

Esperou então alguns segundos até que a mascote abrisse os olhos, sem entender o que estava acontecendo. — Laylla simplesmente fez uma carícia atrás de uma das orelhas da raposa, levantando-se em seguida e terminando de retirar as roupas que usava. — Com uma agilidade impressionante, abriu os botões que prendiam a parte de trás do corpete que vestia, retirando-o sem demora. Logo, desabotoava também a calça justa, que, assim como a outra peça, não demorou-se para deixar o corpo magro e ( aparentemente ) frágil da garota. — O mesmo aconteceu com os saltos, anéis e tudo mais que poderia ser destruído durante a transformação. — Laylla permaneceu apenas com a parte de cima da lingerie de rendinhas que usava, e um curtíssimo short que também estava por baixo.

Diamond observava a dona com olhos curiosos, mas já sabendo o que viria a seguir. — Laylla dobrava as roupas retiradas, colocando-as ao lado da raposa dentro do buraco, assim como o resto de seus pertences. — Logo, fez uma nova carícia no topo da cabeça da mascote, dizendo:

Vou jantar alguma coisa e procurar algumas frutinhas pra você, tudo bem Diamond? Se ver algo assustador, já sabe: é só me chamar que venho correndo salvar você.

A pequena Diamond assentiu com a cabeça, enroscando-se em seguida mais para dentro do buraco, escondendo-se entre os panos do sobretudo. — Vendo que a mascote estaria segura, Laylla se afastou dali, voltando para a estrada.


O que se passou a seguir fora uma cena um tanto quanto assustadora, principalmente para aqueles que nunca a presenciaram. — Ao chegar no centro da estrada, parte a qual podia-se ser vista sendo iluminada quase por completo pela luz da Lua, o corpo magro e frágil da garota agora se transformava. — Com um incrível e doloroso rugido sobre-humano, a pele de Laylla rasgava-se, junto a músculos e qualquer outro tipo de tecido que estivesse no caminho dos ossos. — Estes, ganhavam agora proporções gigantescas, alguns saindo para fora do corpo, outros alongando-se em grandes, afiadas e poderosas garras e dentes. — Produziam um som grotesco, como o de um caçador arrancando a pele e quebrando os ossos de sua caça, sem dó ou piedade.

Aquela angustiante cena estendeu-se por mais alguns meros segundos, banhada por muito sangue, contorções e rugidos de dor. — Assim que os ossos começavam a modificar por completo a aparência da garota, sua pele deixava de rasgar-se, passando agora a encobri-los, dando forma uma forma concreta a estes. — O antigo corpo feminino e esbelto de Laylla agora havia desaparecido, dando lugar a um gigantesco e monstruoso monstro.

Com pelos ralos e cor de petróleo, ele alcançava quase dois metros de altura, por mais tantos de comprimento. — Tinha uma aparência feroz, que deixava-se ainda mais evidente por conta das afiadas garras em suas quatro patas, que mais pareciam-se com laminas. — Os dentes, com as mesmas assustadoras e potentes proporções, saiam para fora das extremidades da boca do animal, que rugia e rosnava furiosamente. — O corpo robusto e as patas longas misturavam-se com a escuridão da noite, deixando-o com uma aparência ainda mais ameaçadora.

Spoiler:
Visualização:


Imagine esse animalzinho em grande, assustadora a assassina proporção, e vai ter uma idéia do que em que ela se transformou. (Y) Enjoy.

Finalmente, o cruel predador que existia dentro de Laylla estava livre da prisão daquele pequeno corpo, e estava mais do que pronto para a caçada.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sab 15 Jan 2011 - 18:16

@ Nightmare

Após certificar-se que Diamond estava protegida e seus pertences também, a garota caminhou até a estrada, talvez quisese ser vista, adorava causar impácto e pavor no coração dos homens.

Seu corpo belo e sensual parecia reluzir com a luz da Lua, até que por um momento ela parou, olhou para a Lua e nesse momento apenas desejou ser livre. Nesse instante seus olhos mudaram, tornaram-se brilhantes e reluzentes representando todo o poder e ferocidade de sua dona.

Imediatamente seu corpo começou a mudar, primeiro seu corpo se contorceu fazendo com que Laylla andase alguns passos para frente, passos tortos e vacilantes, enquanto isso a garota se abraçava e rosnava, até que finalmente rosnou alto para virando-se para cima, nesse momento inúmeros ossos do seu corpo mudaram de forma e deslocarando-se, alguns encolhendo, outros aumentando enquanto alguns novos brotavam.

Toda essa dança produzia um som que parecia o de ossos sendo esmagados, e enquanto estes mudavam, seus músculos também acompanhavam a transformação aumentando de tamanho, crescendo e se tornando mais poderosos, mais vigorosos. Sua pele também ia mudando tornando-se mais rígída, deixando de ser uma simples pele para se tornar uma camada de couro repleta de pelos.

Ao final da transformação a garota havia mudado para uma terrível fera de 2,20 metros de altura, seu corpo era coberto por uma pelugem esparça em vários pontos composta por pelos negros como a noite, suas garras e presas eram grandes como facas e afiadas como navalhas. Laylla estava sedenta por sangue e carne fresca, pronta para encher o espaço vazio de seu estômago com a carne do primeiro infeliz que encontrase. Agora a única coisa que ainda podia ser reconhecida nela eram seus lindos e grandes olhos azuis que agora brilhavam com uma intensidade fora do comum.

Rugiu alto mais uma vez antes de saltar para a beira da estrada e desaparecer na noite. Laylla estava feliz, adorava caçar, vagou por algumas horas no meio do mato, a princípio devido a seus rugidos de outrora estava difícil achar algum animal para se comer, todos pareciam haver se escondido exceto um, o mais tolo de todos, o animal humano.

Laylla vagava pelo mato quando sentiu um cheiro familiar, um cheiro deliciosos, o cheiro de sangue, sangue fresco! Correu em direção ao cheiro seguindo a brisa e conforme corria podia ouvir os sons de aço contra aço e as vezes os sons de gritos, era uma batalha!

Assim que Laylla se aproximou o suficiente pode chegar até uma clareira onde encontrou um pequeno campo de batalha, um jovem espadachim aparentando ter não mais do que 16 invernos empunhava uma grande e formidável espada repleta de sangue, a sua frente 3 homens usando espadas longas o cercavam em um semi-círculo enquanto 1 corpo estendia-se próximo a uma fogueira e um saco de dormir, era o corpo de um homem cortado ao mesmo na altura do abdômen, Laylla podia ver suas tripas saindo da abertura e esparramando-se pelo chão espalhando carne, sangue e fezes presas dentro do sistema digestivo.
O jovem guerreiro usava uma armadura de cota de malha sem elmo com duas ombreiras diferentes e estilizadas, seu braço direito possuia uma luva de aço estilizada que agora estava repleta de sangue como ele todo e sua lâmina, Laylla podia ver no tronco do garoto dois cortes de espada não muito profundos mas perigosos.
Os outros 3 guerreiros estavam usando corseletes de couro e aparentavam ser ladrões comuns de beira de estrada, provavelmente aquilo era uma emboscada e Laylla havia chego sem ser convidada.

Nenhum deles havia percebido a presença da predadora, aquela que provavelmente transformaria a todos ali em seu jantar, era hora de atacar, hora de divertir-se!!!

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Noite perturbada

Mensagem por Rubi Make em Sab 15 Jan 2011 - 19:31

[b](passos
rapidos)..


[b]Encurralada em seu quarto sem ter saida ela
escuta:


-Vou te pegar Raizaaaa!!!

Apavorada
olhando para todos os lados, imaginando mil
coisas a fazer e ao mesmo

tempo como fazer... Olha para a porta da peça e
lá ela vê Torak, com uma

expreção maligna nos olhos que mais parecia uma
fera caçando sua presa.

Com aquele olhar sedento foi c aproximando...

Quando estava bem
perto fechei meus olhos e imaginei um dragão,
foi quando meu corpo e

minhas mãos começaram a aquecer e fazer
movimentos estranhos ai veio um

barulho ensurdecedor e um clarãooooo...(flshhhhhh)

(acordando assustada)

Olhos arregalados e um salto instantâneo já c
armando para o combate!


Mais
calma ela percebe que não esta acontecendo nada
com ela, mas escuta

pegadas, rápidas, como um animal velos, mas ela
consegue escutar outros

pegadas não identificadas.

Sem saber o que é ela c esconde e aguça seus
olhos e ouvidos..., alguns segundos depois as pegadas desaparecem...


Com
um pouco de receio, ela c levanta e vai para a
estrada, uma estrada

vazia, com uma beleza levemente sombria, sem
ter para onde ir ela

continua rumo ao norte para chegar a algum
lugar que nem ela Sab aonde.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Sab 15 Jan 2011 - 21:08

@ Sta. Rayza

Rayza acordara assustada por seu pesadelo bem no meio da noite, assim que abriu os olhos viu um céu lindo e esplêndido com uma grande lua brilhante e incontáveis estrelas formando constelações no firmamento.

Repentinamente ela teve sua atenção tomada por sons de paços rápidos, uma corrida, eram passos velozes e pesados acompanhados pelo estalar de inúmeros gravetos como se um grande animal se deslocase rapidamente pela mata nas laterais da estrada.

Rayza assustada levantou-se mas caminhou com furtividade extrema em direção a estrada da onde os sons vieram, chegando ali nada viu, ficou um tempo em alerta tentando notar algo de estranho nas trevas noturnas, foi quando sua audição a alertou para o som de um rugido não muito longe dali em direção a meta do outro lado da estrada.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Sab 15 Jan 2011 - 21:38

@GM NUKE



Seguindo pela estrada comolhos e ouvidos atentos aos mínimos detalhes e
ruídos, Raiza ainda consegue admirar a paisagem que
esta com algumas nuvens, fazendo alguns trechos
da estrada escuros mas não perde sua beleza, aonde por sua vês tinha alguns
pontos iluminados pela lua.


Curiosa como sou continuo com passos leves, mas
rápidos e olhos atentos para não encontrar com o que passou logo atrás.


Ainda na beira da estrada continuo caminhando
assustada pelo acontecimento,agora um pouco mais rápido, pois a minha
curiosidade é de tamanha grandeza que acaba falando mais alto que meus
sentidos, iguinorando o fato que, o que fez aquele barulho pode estar em qualquer
lugar, até mesmo no local aonde ocorreu o barulho.


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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 0:38

.

@ GM Nuke


Ocultava-se entre as sombras, afastando-se das partes em que a Lua iluminava, deixando com que o gigantesco corpo transformado se misturasse a noite o máximo que podia. — Laylla observava o que se passava na clareira, resistindo ao terrível impulso que a fera injetava em sua mente, de arrancar por entre as arvores e devorar tudo em que existisse vida naquele lugar. — Os dilatados olhos azuis, que agora eram os únicos que ainda podiam-se ser vistos entre as sombras, mesmo visualizando toda a cena, voltavam-se quase que instintivamente para o corpo dilacerado ao lado da lareira. Estavam ansiosos para abocanha-lo, dilacera-lo e alimentar-se dele. — Sentia algo seco descer pela garganta ao imaginar a cena, ansiando quase que compulsivamente pelo sangue jorrado durante a luta. — Laylla percorria a língua pelos dentes de navalha, esperando o momento certo, enquanto planejava o que faria primeiro.

Os três homens que cercavam o garoto estavam armados, e pareciam prontos para mata-lo. — Evidentemente, em uma bem bolada emboscada. — Já o garoto ( que, aliás, segurava uma exagerada espada ) estava sujo de seu próprio sangue, e sustentava uma posição defensiva, que fez Laylla rir-se mentalmente pela ingenuidade.

Ele está morto. Se lutar com esses ferimentos, vai cair duro no chão antes que a diversão comece. — Pensou ela entre risos, o que fez com que uma nova hipótese surgisse em sua mente.

Se, primeiramente, matasse e devorasse os miseráveis ladrõezinhos de beira de estrada que ameaçavam o garoto, poderia proporciona-lo mais algumas horas de vida. — Com essas horas, Laylla teria tempo mais do que suficiente para divertir-se um pouco com o coitado, deixando-o apavorado antes de dar um fim a sua vida. — Era, afinal, uma ideia perfeita!

Mais do que a favor do que havia bolado, a predadora preparou-se, sem mais paciência para avaliar melhor a ideia. — Como um relâmpago perverso e sedento por sangue, o monstro invadiu a clareira, soltando um rugido feroz enquanto direcionava-se para o primeiro dos ladrões que cruzou seu percurso.

O homem nem sequer teve tempo de avaliar o que o atacava. As presas e dentes afiados de Laylla cravavam-se em seu peito e costas com uma urgência insanamente necessitada, dilacerando com as afiadas presas sua pele, coluna, e tudo mais o que pode alcançar. — O gosto do sangue jorrado pelo ferimento excitava ainda mais o monstro demoníaco, que, sem dó ou piedade, cravava as garras das duas patas frontais no que ainda restara de seu corpo, rasgando-o lentamente em dois. — Queria mais sangue. Queria deliciar-se com os órgãos internos do pobre coitado. — Queria não só aproveitar-se dele, mais também do resto que permanecia na clareira.

Laylla iria matar todos os que atrevessem permanecer ali, alheios a fome e ansiedade de caça que o monstro exercia em sua mente, e nada no mundo conseguiria detê-la de cumprir com sua necessidade.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 1:38

@ Nightmare

O assalto fatal da terrível predadora pegou de surpresa os 4 combatentes que se enfrentavam por ali, o mais próximo dela não teve chance alguma de sequer pensar, quando se deu por conta viu-se sendo devorado vivo!

Ficou tão apavorado que deixou cair sua arma enquanto garras e pressas cortavam sua carne e uma bocarra repleta de dentes afiados tratava de engolir sua carne recém fatiada ali mesmo, no instante seguinte o homem estava morto, divido ao meio no chão com grande parte de seus músculos abdominais no estômago de Laylla.

A sensassão era deliciosa, nada oferecia mais prazer a Laylla do que devorar uma vítima viva, aliás, existia algo sim que a satisfazia muito mais, era torturar e depois devorar uma vítima viva. Apesar de estar se deliciando com seu banquete ela não tinha tempo para terminar de consumir todo o corpo de sua vítima precisava se certificar que os outros 3 homens não teriam tempo de fugir.

Quando ergueu a cabeça para fitar suas novas vítimas ela viu algo que a deixou estarrecida, o garoto, o jovem espadachim ao qual jugou fraco, aproveitando-se da distração que a garota causara tratou de liquidar os outros dois inimigos em um movimento muito rápido com sua espada, girando seu corpo e usando todo seu peso e força muscular para impulsionar sua lámina, ele avançou ao mesmo tempo em que desferia um ataque em horizontal ascendente cortando o primeiro inimigo pela metade na altura da cintura e o separando o segundo de sua cabeça decapitando-o ali mesmo.

Em toda a sua vida, em seus 38 anos de idade ela ja vira muitas coisas, magos poderosos e guerreiros habilidosos mas nunca, nunca alguém que conseguise manusear uma arma tão grande e desajeitada com tamanha destresa e velocidade como esse garoto acabara de fazer.

Enquanto raciocinava a uma velocidade absurda ela pode ver o jovem e destemido guerreiro entrar novamente em posição de guarda antes mesmo dos dois corpos sem vida de seus inimigos tombarem ao chão.

Agora ele estava ah 3 passos dela, em guarda, alerta, seus corpo estava banhado com seu próprio sangue e com o sangue de seus inimigos, Laylla podia ver melhor a face do garoto, realmente ele era isso, um pobre humano, um jovem guerreiro de não mais do que 16 invernos de vida, seu físico era atlético e musculoso, sua pele era branca e seus cabelos negros eram curtos espetados e bagunçados, sua face era séria e parecia não esboçar nenhuma expressão, nem mesmo quando ele matou seus dois inimigos Laylla não escutou nenhum gemido, nenhum grito ou grunhido que normalmente era dado por guerreiros em batalha devido a excitação e a adrenalina era como se o jovem fosse uma máquina fria de cortar e matar.

Por um momento foi isso que Laylla pensou de seu novo brinquedo, mas logo mudou de idéia quando fitou seus olhos castanhos, os olhos dele tremiam revelando o pavor que tomava conta de seu ser diante da morte inevitável, Laylla podia notar que ele tremia levemente, podia sentir sua respiração pesada e o cheiro de medo empregnando o ar a sua volta, porém por incrível que pareça, mesmo apavorado o garoto não fugia, não abaixava sua guarda e não exitava.

Os olhos dele brilhavam em intensidade revelando um enorme desejo de viver, foi quando sua face séria se abriu em um largo sorriso de orelha a orelha.


-- Heheheheheeeeeee mas que azar o meu, não? Primeiro fui emboscado por ladrões e agora estou encurralado por um grandalhão como você.

Ainda bem que o céu sobre minha cabeça está bonito pois espero levar a visão dele em meus olhos quando você tomar a minha vida.


O garoto falava com Laylla acreditando que esta era apenas uma besta sem inteligência, provavelmente palavras de um guerreiro desesperado diante da morte inevitável, mas humano ou não, fraco ou não nada podia negar que aquele pequeno homem havia acabado de rir da cara da morte, um feito heróico dígno apenas das maiores lendas ou de seres completamente insanos.

-- Você me quer em seu estômago? Não importa, não vou me render!

Após estas ultimas palavras o garoto ajeitou rapidamente suas mãos no cabo da espada e firmou seus pés no chão, Laylla conhecia essa posição e podia prever o que o jovem faria, estava óbvio que ele não queria lutar, talvez estivesse pretendendo fugir.




@ Srta. Raiza

A jovem ninfa apesar de assustada, corria pela mata noturna impelida por sua curiosidade, seguindo os sons dos rugidos até finalmente chegar em uma clareira com 4 homens no exato momento em que uma grande fera de 2,20m avançava para dentro dela atacando e matando-o instantaneamente.

Raiza foi capaz de ver toda a cena que se sucedeu desde então, mas esperta como era aproveitou que tanto a fera enorme quanto o guerreiro espadachins estavam focados um no outro sem percebe-la, ela se manteve oculta apenas observando.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 10:50

@DM NUKE


Escondida entre os arbustos escuros e sóbrios da mata
assistia, sem expressar alguma reação pela morte de um deles que fora repentina,
pois virou petisco pela besta que o atacou.


Besta que pelo ângulo que eu olhava aparentava ser muito grande,
mas o que chamou mais minha atenção foi
ver um jovem também dilacerar os outros dois saqueadores com movimentos suaves
e ao mesmo tempo trêmulos de alguém que sabia o que estava fazendo, mas tomado
pelo medo
(risos silenciosos)... De
alguma forma isso me excita.




Nesse meio tempo, meus ouvidos atentos ao ambiente que
ventava levemente, dando apenas para escutar folhas das arvores e arbustos se
mexerem.




Vendo o jovem em uma posição de ataque, mas ao mesmo tempo
sem saber o que fazer, penso:




“- Por que o garoto não fugiu, aproveitando a distração que
a besta fez as saqueadores!?”




Não consigo ver seu rosto, mas escuto uma risada um pouco
irônica, seguido de uma frase que também
não consigo escutar direito, pois meus ouvidos estavam atentos ao meu redor
meus olhos e eles.




Vejo então o garoto de frente para a besta, a uma distancia
de mais ou menos 4 ou 5 passos, arrumando a posição de seus pés na terra ao
mesmo tempo que ajeita suas mãos a espada.




Mais uma vês penso:



“-Por que ele não fugiu? Por que ele ficou ali parado?!”



Fico ali parada, esperando o próximo movimento do jovem , tanto
quanto o da besta...
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 13:12

.

@ GM Nuke


Laylla terminava de dilacerar o pobre homem ao meio, fazendo com que aquela cena se estendesse o máximo possível, durasse o tempo exato em que ele ainda tinha consciência da dor, do pânico e do fato de estar morrendo, de um modo cruel e inevitável. — Assim que a predadora percebia que não existia mais vida naquele corpo em pedaços, aproveitou para devorar o que havia saído dele. — Jogando o cadáver no chão com uma brutalidade impiedosa, usou as garras afiadas das partes frontais para enfiar-lhe entre o peito, abrindo em um movimento rápido suas costelas para cima, até que os órgãos que existiam ali estivessem completamente à mostra. — Estava pronta para deliciar-se com a carne e o sangue do homem mas, Laylla tinha que ter certeza de que o resto não tentaria fugir também.

Assim, ainda com as garras fincadas no homem e o resto do corpo parado na mesma posição, girou apenas a gigantesca cabeça monstruosa para trás, esperando ver três humanos apavorados, preparando-se para ataca-la. — No entanto, não foi exatamente o que aconteceu. — O garoto, que a pouco julgara fraco e amedrontado, havia cortado a cabeça de um dos saqueadores, e partido o outro ao meio! — Tudo isso, em uma velocidade tão grande, que Laylla nem sequer havia notado o que estava acontecendo as suas costas, enquanto dilacerava o outro homem.

Momentaneamente espantada com a cena, ela deixou com que seus enormes olhos azuis se arregalassem, passando dos homens mortos ao chão para o garoto, no mínimo umas quinze vezes. A bocarra forrada de dentes ameaçadoramente afiados se escancarava de modo abismado, a medida em que a consciência do que acontecia ali vinha chegando. — O monstro estava impressionado, de um modo em que, durante muitos e muitos anos, não ficava.

Afinal, como aquele humano havia tido a coragem de matar suas presas?! Suas preciosas presas, que iriam satisfazer sua necessidade de sangue, matar sua forme e, de quebra, proporcionar uma bela diversão! Como?! — Pensou Laylla, soltando finalmente um rugido indignado, desfazendo imediatamente a expressão espantada que a pouco sustentava. — Agora, as feições do monstro voltavam a ser irritadas, com o cenho contraído e os dentes a mostra, rosnando furiosamente para o garoto.

Foi então que tomou uma decisão, assim que ouvia o que o pirralho dizia, vendo-o tomar uma posição defensiva, de quem pretendia continuar lutando. — Burro. Iria mata-lo. Brincar com sua vida, antes de acabar cruelmente com ela. Seria tão lento e doloroso, que ele se arrependeria pelo resto da eternidade do que não havia feito. — Ou seja, iria se arrepender de não ter fugido quando havia tido a oportunidade. Se arrepender de ter ficado e matado aqueles ladrões, que pertenciam somente a Laylla, somente a ela, que era a única que tinha o direito de mata-los.

E o gigantesco mostro colocou-se de pé, curvando levemente as costas e flexionando as garras das quatro patas para fora. — Estava pronto para pular em cima do garoto, e começar sua diversão.

Mas algo aconteceu, uma coisa que não previa. Antes que tivesse a oportunidade de continuar, Laylla percebeu um detalhe que não estava vendo enquanto olhava com os olhos vingativos para o garoto. — Ao invés de estar em uma posição de ataque, sustentando aquele ar de que era uma maquina de matar invencível, ele parecia estar assustado. — Estranhamente assustado, já que não havia dado um pio sequer ao matar aqueles homens, mas agora, diante da gigantesca fera a sua frente, estava quase passando mal de medo. — Laylla podia ver suas mãos tremerem, o ar desesperado e os olhos amedrontados.

E aquela vontade irrefreável de mata-lo havia se esvaído completamente.

Os rugidos furiosos que a pouco soltara, tão altos que se duvidasse, até mesmo Diamond, longe como estava, estaria ouvindo, cessaram. — Os dentes escancarados voltavam para dentro da boca o máximo que podiam, e o mostro já não parecia tão irritado.

Laylla deixou a posição de ataque, voltando para sentar-se entre as patas traseiras, apoiando as frontais descontraidamente no chão. — Seu corpo monstruoso estava parado, em uma posição nem um pouco ameaçadora, observando o garoto pensativamente.

Afinal, qual seria a graça de matar um ser tão... Frágil, sendo que ele já estava ferido e não representava nem um mínimo de perigo para ela, que era tão grande e sanguinária? — E soltou em seguida um rugido que mais se parecia com um riso zombeteiro, como resposta a sua própria pergunta. — Não existia graça naquilo. — Apenas uma pequena probabilidade de perder sua tão perfeita má fama, se alguém visse aquilo e espalhasse que havia matado um pirralho humano por piedade, já que ele estaria prestes a sangrar lentamente até a morte.

Assim, ainda rindo-se da situação, o monstro afastou-se da frente do garoto, caminhando preguiçosamente até o homem que havia matado. — Logo, deitou-se com as patas em cima do corpo, como um cão aproveitando de um suculento osso, e arrancou-lhe uma das pernas, mastigando-a calmamente, enquanto ignorava completamente a existência do humano as suas costas.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 15:44

@ Ninghtmare & Sta. Raiza

A expressão de Laylla em sua forma bestial e a forma como reagira diante do garoto fez com o mesmo arregalase os olhos e abrise a boca em uma expressão de espanto.


-- Mas... mil diabos me mordam! Esse monstro é... inteligente?!

Questionou a si mesmo em voz alta, então o garoto ainda em posição de guarda com sua enorme espada começou a mover-se com passos laterais, apesar de Laylla estar se alimentando tranquila e despreocupadamente ela estava atenta a cada movimento do garoto, por um momento acreditou que o tolo pretendia atacá-la mas então notou o que realmente ele queria.

Tanto Laylla e Raiza podiam ver a cena do garoto se movendo lateralmente até uma árvore onde aos seus pés encontrava-se um saco de dormir e uma mochila. Então subitamente o garoto saiu da posição de guarda e limpou sua espada no corpo do homem morto que ele mesmo havia matado, no momento que sua arma ficou livre do sangue que a cobria, inscrições puderam ser vistas ao longe de sua lâmina.


"Aldarion Ironshield"

Sem tirar os olhos de Laylla, o garoto colocou sua espada em suas costas encaixando-a em uma peça metálica de sua ombreira direita, a espada era tão grande que não possuia bainha, precisava ser presa a ombreira ou carregada com as mãos o tempo. Com as duas mãos livres o gartou recolheu seu saco de dormir e sua mochila com uma velocidade tão rápida que chegava a ser cômico. Ele estava apavorado mas ainda assim ousava abaixar sua guarda para recolher seus equipamentos.

A pressa dele em pegar suas coisas foi tamanha que a mochila se abriu deixando cair alguns objetos que Laylla e Raiza puderam identificar como ração para viagem.


-- AH! MAS QUE BU%$TA!

Praguejou o garoto irritado. Apesar de sua ousadia em recolher suas coisas abaixando sua guarda ele não foi ousado o suficiente para perder mais tempo tentando recolher o que ele deixara cair. Rapidamente ele enrolou seu saco de dormir e o prendeu em sua mochila para logo em seguida colocar esta em suas costas.

Então finalmente ficando de pé, o garoto olhou mais uma vez para Laylla que simplesmente o ignorava de tão insignificante que era e disse estendendo a mão exibindo um polegar.


-- Hehehe. Te devo uma por me tirar dessa enrrascada.

Então o garoto vendo que Laylla ja estava quase terminando de consumir o primeiro corpo, tratou de se apressar em sair dali, ele não queria testar a paciência da criatura e muito menos esperar qual corpo ela escolheria depois de consumir aquele, se seria o dele ou um dos outros 3 dispostos naquela clareira.
Foi então que tanto Laylla quanto Raiza tiveram suas dúvidas respondidas, o garoto não correu porque simplesmente não podia, os dois ferimentos que ele sofrera o aturdiam e o impediam de correr.
Caminhando com dificuldade ele ia sumindo, desaparecendo no meio do mato, fugindo da vista de Laylla e Raiza até que finalmente apenas o barulho do mato sendo remexido por ele pudese ser ouvido.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 16:40

.

@ GM Nuke


Mesmo que de costas para a cena, Laylla pode ver com perfeição tudo o que acontecia, dando rápidas espiadas por cima dos enormes ombros peludos e musculosos. — Soltava rosnados altos, que assemelhavam-se perfeitamente com risos distorcidos, cada vez que via o desajeitado garoto cometer algum erro. — Fora isso, ria-se mais ainda pelo pavor que podia sentir vindo do pirralho, que a cada movimento ou som de quebrar de ossos que seus dentes produziam, cada vez que desferia uma mordida no corpo destroçado a sua frente, ele tremia e apressava-se ainda mais para tentar sair dali.

Alguns tortuosos minutos se passaram, após muitos erros e frustrações, até que o garoto finalmente conseguia recolher parte de suas coisas, e então saia da clareira, entrando selva adentro. — Laylla, assim que viu este virar-se de costas, levantou seu gigantesco e pesado corpo, virando-se e passando a observar com atenção o caminho em que ele seguia, aos mancos e tropeço por conta do ferimento.

Por um mero e quase inexistente segundo, pensou em deixar com que o garoto partisse, seguisse seu caminho e continuasse a viver sua pobre vida. — Pelo menos, o que sobraria dela, se não desse um jeito naqueles ferimentos. — No entanto, o impulso por um pouco mais de diversão que seu demoníaco ego interior clamava, fez com que essa ideia não passasse de uma grande e desnecessária besteira. — Afinal, a noite ainda duraria, Laylla não iria comer o resto dos homens mortos, pois não aceitava comida que ela mesma não tivesse caçado, e tinha tempo mais do que de sobra para divertir-se um pouco mais com aquele desajeitado menino.

Reforçando aquela brilhante ideia com a ultima frase dita pelo jovem guerreiro, pôs-se a caminhar na mesma direção em que ele havia ido. — No entanto, antes se certificou de dilacerar mais um ultimo pedaço de carne do corpo que devorava, engolindo o grande pedaço sem nem ao menos mastiga-lo. — Em seguida, Laylla passou por um segundo guerreiro morto e, com toda a delicadeza que pode ( Ou seja, arrancando-lhe os braços e a cabeça. ) pegou a enorme blusa de mangas compridas que este vestia, tentando deixa-la o menos rasgada possível. — Assim, segurando-a entre os enormes dentes, voltou a ir em direção a floresta.

O único detalhe que mudou, alguns segundos antes de entrar na floresta, era o caminho. — Ao invés de seguir em um linha reta, rastreando a direção em que o garoto havia ido, Laylla simplesmente correu por um pequeno desvio.

O porque disso? Era simples.

Queria passar por ele, seguindo por um caminho um pouco mais afastado, mas ainda seguindo na mesma direção. Queria dar-lhe um enorme susto, esperando-o um pouco mais a frente, naquela gigantesca forma monstruosa. — Brincaria e apavoraria tanto aquele humano, que nem sequer precisaria mata-lo para vingar-se. — Aquela seria sua divertida e sádica vingança.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 16:57

@NUKE

Parado com os punhos em movimento e trêmulos, o jovem
espadachim ali ficou, esperando o movimento
da besta que por sua vez se posicionava para atacar o jovem.

Arrepiando seus poucos pelos escuros, mostrando suas presas
e garras enormes, enquanto eu observava aquilo, não pude deixar de notar que o
garoto se quer recuou, mantendo-se no lugar e com seu corpo muito tremulo.

Começava a ventar no local, arvores e folhas se movendo com
mais força, eu já com um pouco de dormência nas pernas por estar imóvel para
não ser detectada, aproveitei a deixa do vento para trocar de posição, mas
fazendo isso tirei meu olhar do espadachim e da besta.

Quando voltei a olhar, fiquei com cara de “tacho”, pois a
besta tinha virado de costas para o jovem.

Rapidamente pensei:

“-Eu não acredito!?”

A besta continuou a devorar a sua primeira vitima, mas percebi
que ela continuava atenta, pois suas orelhas estavam levantadas e sua posição
era como de um “coelho”, o jovem ainda continuara ali parado, infelizmente meu
local não era privilegiado e não
conseguia ver a expreção no rosto do jovem que com certeza assim como eu estava
abismado com a atitude da besta.

Foi ai que o jovem c movimento levemente virando na minha
direção a uns 3 metros de distancia, até uma arvore, foi ai que notei. O jovem
estava mais ensangüentado do que aparentava de costas para mim, vários arranhões
e dois ou três cortes bem profundos na região da virilha e cochas.Se agachando
para pegar suas coisas, que parecia uma mochila velha, ele deixou derrubar seus
suprimentos, parecendo ração humana.

-- AH! MAS QUE BU%$TA!

Frase apropriada para um jovem apavorado, ainda mais com um
besta do tamanho a qual estava em sua frente.

(PENSAMENTO)

“-HAHAM! Foi por isso que ele não correu, suas coxas estão
feridas.”

Ferimentos feitos pelos saqueadores que, ali estavam agora
mortos.

Já com a mochila nas costas o garoto ainda zombou a besta
dizendo:

‘Hehehe. Te devo uma por me tirar
dessa enrascada.


Virou-se em minha direção e passou ao meu lado, não me viu
pelo medo que ainda o dominava, entrou na mata e sumiu.


Ao ver a besta mexer e outro corpo aproveitei a deixa, olhei
para cima e subi na arvore num salto só, pois já tinha analisado a arvore com
minha audição, e claro com ajuda do vento que ajudou e muito para analisar meu
trajeto até o topo sendo assim fiquei totalmente fora do alcance da besta...ou
não!?
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 17:53

@ Nightmare & Sta. Raiza

Laylla não demorou para consumir completamente sua vítima reduzindo ela a um monte de ossos e fezes que normalmente costumam se encontradas dentro do aparelho digestivo. Na verdade ela levou pouco mais do que 2 minutos para consumir completamente o homem, o mais interessante é que apesar de não estar mais com fome, seu estômago ainda teria lugar para mais uma ou duas pessoas, isso porque seu metabolismo sobrenatural tinha a capacidade de digerir rapidamente o que ela consumia fazendo com que a agradável senssação de estômago cheio não durase por mais de uma dezena de minutos.

Após terminar seu banquete, Laylla pensou em pregar uma pegadinha no garoto, ela havia encontrado uma forma de se divertir com ele, ela queria ficar gravada para sempre na mente dele como um pesadelo, uma tormenta destinada a arruinar suas noites de sono até o fim de seus dias.
Com esse pensamento em mente retirou rápidamente o corselete de uma de suas vítimas que devido as suas garras havia se tornado uma armadura arruinada, no momento em que ela se preparava para adentar no mato escutou um som próximo a árvore por onde o guerreiro havia passado.

Laylla largou a armadura destruída e fitou a árvore com atenção, será que o garoto voltara em um ato de insanidade para tentar enfrentá-la? Não, não era isso, olhando bem para a arvore Laylla pode ver uma garota, muito linda para os padrões humanos e até mesmo elficos. Esta, era Raiza.

A garota usava um vestido vermelho feito de seda, sua perna direita ficava a mostra revelando uma tatuagem com diversas rosas interligadas que começavam em seu pé e adentravam por baixo do vestido pela virilha reaparecendo por cima de seu ombro esquerdo indo até seu seio também esquerdo.

Os cabelos da garota eram loiros, não, dourados, muito lisos e compridos até suas costas, estes esvoaçavam com o vento da noite revelando suas orelhinhas ponti-agudas, seus olhos eram de um vermelho muito vivo e brilhante e sua pele branca e clara emitia uma luminosidade fraca que criava uma espécie de aura a seu redor.

No instante que a fera olhou para sua árvore e a viu, Raiza sentiu um calafrio percorrer todo o seu corpo, se até mesmo aquele guerreiro com aquela espada enorme fugiu, o que seria dela uma pobre ninfa diante das garras e presas do terrível predador que agora a fitava?

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 18:38

.

@ GM Nuke



Ficou parada, quase imobilizada enquanto avaliava o que poderia ser aquela estranha figura no topo das arvores. — Curiosa, Laylla abriu as mandíbulas e soltou a armadura que carregava, deixando-a cair no chão com estardalhaço. — Após isso, o monstro deu três ou quatro passos na direção da garota no topo nas arvores, ficando apenas a observa-la curiosamente.

Os olhos azuis e mais dilatados do que nunca percorriam o corpo da criatura dos pés a cabeça, estranhando momentaneamente a luz extra que aquela emanava, quase que imperceptivelmente. — Laylla vasculhava todos os arquivos mentais, tentando defini-la, sem sucesso. — Mas aquela sensação desconfortante de dúvida logo foi solucionada, no momento em que uma rajada de vento balançou os cabelos dourados da menina, deixando em evidencia as pequenas orelhas pontiagudas.

Deve ser uma elfa. — Pensou Laylla no mesmo instante em que as viu, dando de ombros com desdém. Afinal, nunca havia matado um elfo, pelo simples fato de que nunca haviam representado perigo para ela, e não seria agora que tentaria se livrar de uma criatura tão insignificante.

Ignorando a presença da loira no topo das arvores, o mostro simplesmente deu as costas a ela, revirando os olhos com indignação. — Havia se distraído com uma coisa sem importância, e não gostava nada disso.

Tentando recuperar o tempo perdido, Laylla voltou para o caminho que pretendia seguir antes de deparar-se com a elfa, acelerando em dobro as passadas que as brutais patas davam durante a corrida.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 19:07

@NUKE



Já sobre o galho da arvore,
que rachou devido ao meu peso e ele ser muito fino, percebi que não saiu como
eu planejei, pois alem de ter rachado fez um barulho, não muito alto, mas o
suficiente para a besta parar!





Quando meus ouvidos não
escutaram mais os passos da besta se afastando, meus olhos se voltam para baixo em um
movimento rápido e objetivo... a besta.





Olhando para ela já
extremamente tremula, lembrei do jovem que a pouco também tremulo olhava para a
besta, mais tremula ainda fiquei quando a besta começou a se aproximar da
arvore, o que achei estranho foi que ela não me olhava com maldade, parecia
mais curiosa do que brava, logo que meu cabelo balançou ao vento a besta mudou
de expreção.





Ao mesmo tempo que ela me
olhava me veio em mente materializar o jovem para distrair a besta, mas não foi
preciso, ela virou-se novamente pegou a armadura que antes estava em sua boca e
deixou-a cair ao me ver e seguiu adiante, eu já aliviada desci para olhar o
estrago que a besta fez aos saqueadores.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 19:32

@ Sta. Raiza & Nightmare

A situação estava ficando cômica, curiosa e intrigaria qualquer um que pudese ver toda a movimentação acontecendo, assim como está intrigando a mim o próprio GM Shocked.

Ignorando a presença da suposta elfa e para o alívio de Raiza, a fera voltou a realizar seus planos em relação ao espadachim, tão logo pegou a armadura destroçada do chão, adentrou o mato desaparecendo na noite, mas ainda era possível ver o capim alto e a vegetasão sacudir com a passagem do grande corpo do monstro que adentrara no mato na mesma direção que o espadachim fora.

Sem a presença ameaçadora da fera, Raiza sentiu-se livre para descer da árvore e analisar melhor o local, era uma pequena clareira próxima a uma árvore e cercada por capim alto, uma fogueira queimava em seu centro e próximo a ela estavam os matimentos do espadachim. Quatro corpos estavam espalhados por toda a clareira, um sem cabeça, um cortado ao meio na altura da cintura, um estava com o abdômen aberto com as víceras espalhadas no chão e o ultimo havia sido redusido a ossos ensanguentados, vítima do apetite do monstro que o atacara.

Os homens mortos portavam espadas longas e usavam armaduras de couro com mantos negros por cima destas, eram claramente assaltantes de beira de estrada.

Enquanto Raiza analisava a clareira que havia se transformado em um matadouro, Laylla corria feliz pela mata procurando seu mais novo e interessante brinquedo, o pobre guerreiro.

Correndo rápido pelo mato ela logo pode encontrá-lo, ele estava ferido e não podia se deslocar muito rápido para não provocar sangramentos e isso facilitou a perseguição de Laylla. Porém, devido a seu grande corpo e a velocidade que se deslocava ela produziu barulho, barulho alto suficiente para alertar o espadachim de sua presença.


-- Maldição!

Praguejou o guerreiro assim que notou que estava sendo seguido, nesse momento Laylla pôde ver que ele parou de andar e se manteve de pé soltando sua mochila. E ali ele ficou de pé sem mover nenhum músculo ou sacar sua espada. Será que ele estava paralisado de medo? Esse pensamento excitava Laylla mais do que nunca.

Era noite e apesar do céu estrelado e da Lua brilhante a escuridão era quase total permitindo que apenas silhuetas pudesem ser vistas.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 20:10

.

@ GM Nuke



Laylla corria por entre as árvores, tão rápido, que o cenário a sua volta podia ser definido como um borrão esverdeado e escuro. — As patas com garras afiadas cravavam com brutalidade no solo, arrancando pedaços de terra por onde passava. — O monstro farejava o ar, em busca do doce cheiro acre do sangue do espadachim, que agora parecia mais próximo do que nunca.

E estava. — O garoto, assim que percebeu a movimentação exagerada de galhos e folhas se mexendo a sua volta, soltou a mochila e entrou em uma posição defensiva, pestanejando pelo próprio azar. — Ele sabia que o monstro estava por perto e, mesmo assim, Laylla não desistira de seu plano inicial. Ele apenas sofreria pequenas modificações.

Tentando movimentar-se o mais lentamente possível, ela contornou em circulo o espaço em que o pirralho estava parado, tão assustado que mal podia conter a vontade de rir da situação assustadora que proporcionava ao coitado. — Passando por entre as arvores, tentava não produzir um mínimo ruído sequer, até finalmente encontrar-se atrás da árvore em que ele estava parado, alguns centímetros mais a frente.

Podia sentir, agora mais do que nunca, o ar apavorado que ele emanava, alheio ao que estava acontecendo a sua volta. — Afinal, ele era apenas um pobre humano. Não tinha como enxergar no escuro, ou tentar ouvir melhor os sons a sua volta. — Laylla sabia disso e, aproveitando-se da situação, aproximou-se um pouco mais de onde ele se encontrava.

Erguendo as enormes patas frontais, ela apoiou-as levemente no tronco da arvore, até poder posicionar sua cabeça bem próxima da parte de trás do garoto. — Feito isso, encheu ao máximo os grandes e monstruosos pulmões de ar e, lentamente, soltou a quente respiração nas costas do guerreiro.

Por fim, assim que seus pulmões se esvaziaram, Laylla começou um baixo e assustador rosnar, esperando pela reação de seu “brinquedinho”.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 20:41

Indo embora, a besta entrou
na mata atrás da espadachin.



Com a tenção aliviada,
analiso cuidadosamente o estrago causado pela besta, me chama muita atenção uma
carcaça perto da fogueira, o primeiro que a besta tinha atacado, devorou não sobrou
nada apenas ossos. Os outros 2 mortos pelo jovem.



Olhando para o rastro que a
besta deixou, via uma floresta negra, algumas árvores quebradas capim
arrancado, as marcas das pegadas da besta e claro a beleza sombria. Resolvi segui
La, pois tinha coisas que não entendi, como por exemplo: Por que não me atacou?
Por que não atacou o garoto? Aonde ela vai? O que é?...



E claro tudo isso, para
satisfazer minha curiosidade.



Com Tudo analisado, olhei
para frente e com um sorriso maroto no rosto, como de uma criança arteira
comecei a seguir os rastros nem um pouco imperceptíveis deixados pela besta.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 20:58

@ Sta. Raiza & Nightmare

Quando finalmente encontrou seu brinquedo, Laylla o cercou, este manteve-se imóvel sem mover nenhum músculo, será que estava apavorado? Quando Laylla finalmente se aproximou dele para lhe pregar sua peça ela pode sentir algo diferente nele. Ele ainda cheirava a medo mas não como antes, ele não exalava um cheiro muito forte de medo, pelo menos não um medo que fosse suficientemente grande para mantê-lo paralisado. Foi então que...


-- Eu ja vi você monstro, sei onde está e sei sua posição exata.

Disse o garoto sem se mexer, ele continuava imóvel a todo instante, nesse momento a pequena ninfa, Raiza, chegou ao local e pode ver a situação, o guerreiro imóvel e a fera atrás de sí, próxima dele a apenas um passo de distância.

-- Eu pensei que você me deixaria ir embora, estou ferido, estou cansado, não quero lutar, e você está com seu estômago cheio, não existe motivo para me perseguir. Eu sei que você é inteligente, a forma como se comporta indica isso, mas se quer mesmo minha carne saiba que ela vira temperada com a minha LÂMINA RELÂMPAGO!!!

O garoto terminou sua frase gritando o nome de seu ataque, e então uma cena nunca antes vista nem por Laylla e nem por Raiza aconteceu bem diante de seus olhos, os braços do garoto moveram-se a uma velocidade estonteante de tal modo que tornou-se impossível acompanhar o movimento destes, no estante seguinte, no tempo de um mero piscar de olhos a cena havia mudado.

Agora o garoto estava de frente para Laylla, com sua espada em punhos encostada no pescoço da fera, Laylla podia sentir a lâmina fria e afiada roçar seu coro suavemente, a espada do garoto ainda cheirava a sangue e o brilho da Lua refletia em sua lâmina permitindo ler novamente o que estava escrito. "Aldarion Ironshield".

Era impressionante! Como ele podia sacar uma arma daquele tamanho a uma velocidade tão alta? Bastou piscar os olhos e espada saiu de sua bainha indo parar no pescoço da fera.

Tanto Raiza quanto Laylla estavam estarrecidas.


-- E então monstro, eu sei que você é bem poderoso e com certeza se me atacar morrerei, mas que tal evitar isso hein? Afinal, o que é você e o que quer?

Questionava o garoto encarando Laylla firmemente, desta vez ele não tremia, mostrava confiança, uma confiança que apenas guerreiros profissionais possuiam.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 21:34

@GM NUKE


Correndo rápido, acompanhando
os meus batimentos cardíacos (1 passo por bombeada do meu coração)meus passos que
mais pareciam saltos, pisando somente aonde a fera pisara, para não deixar
rastros, meus ouvidos escutam uma respiração, seguida de uma voz, qual não
identificara por estar a uma certa distancia.



Chegado no local me deparo
com a besta encostada em uma árvore com sua boca na nuca do jovem.



Parei na hora, era obvio que
não tinha o porquê de eu me esconder, pois a fera me vira anteriormente e não
tinha feito nada e o jovem, há o jovem, tinha tantas perguntas que precisavam
de respostas.



‘’-Eu pensei que você me deixaria
ir embora, estou ferido, estou cansado, não quero lutar, e você está com seu estômago
cheio, não existe motivo para me perseguir. Eu sei que você é inteligente, a
forma como se comporta indica isso, mas se quer mesmo minha carne saiba que ela
vira temperada com a minha LÂMINA RELÂMPAGO!!!’’



Palavras ditar pelo garoto
seguido de um movimento rápido e delicado parecia um vulto, meus olhos não
puderam acompanhar, mas meus ouvidos escutaram algo cortando o ar, sim claro
sua espada que em uma fração de segundo estava colada ao pescoço da besta.



Ele fala com a fera como se
ele compreendesse as palavras ditas.



(PENSAMENTO)


“Esses movimentos eu conheço,
são parecidos com os movimento do pessoal de Torak!!!”



“-Será que a fera entende!?”


“-E ele não tinha levado uma
surra la a traz? Agora fez um movimento desses!?”



“O medo que ele sentira até
pouco tempo atrás?!?!?!”



“Tem algo nessa historia que
não esta fechando, preciso descobrir o que é o mais rápido possível”



Termino de pensar estática olhando
para a cena que passa ali diante dos meus olhos o frágil garoto tremulo, que
agora de tremulo não tem nada fala:



‘’E então monstro, eu sei que você
é bem poderoso e com certeza se me atacar morrerei, mas que tal evitar isso
hein? Afinal, o que é você e o que quer?’’



Ao termino da frase do
garoto, percebo que tenho que fazer alguma coisa:



“Mas o que, entrar na frente
do jovem e da besta?!”



(IDEIA)


“Posso materializar algo
entre os dois, talvez a minha própria imagem!?”


Última edição por Sta. Raiza em Dom 16 Jan 2011 - 21:51, editado 1 vez(es)
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 21:41

.


@ GM Nuke


Tudo aconteceu tão rápido, que mal teve tempo de perceber o que havia acontecido. — A menos do que um piscar de olhos, Laylla divertia-se tentando assustar um pouco mais o garoto e, no segundo seguinte, ele havia arrancado novamente aquela exagerada espada que carregava em suas costas, e agora apoiava a afiada lâmina do couro do pescoço da criatura.

Tinha que admitir, ele era impressionantemente rápido.

Laylla não podia negar que estava chocada mais uma vez com a velocidade daquele humano. — Chocada, e momentaneamente desapontada. — Pensou que brincaria de caçar a noite inteira, até raiar o dia, mas ele havia estragado sua feliz imaginação com aquele desagradável movimento. — E agora, correndo o risco de ter sua cabeça decepada, ela não tinha muito mais o que fazer.

Depois de um revirar de olhos tão lento e entediado, que até mesmo o garoto pode notar como uma evidente expressão desanimada se formava nas feições do monstro, este voltou os mesmos para fita-lo de modo sereno, agora parando também com os ameaçadores rosnados. — Como se tentasse dizer que não faria nada para desarma-lo, ou até mesmo tentar ataca-lo, Laylla esticou uma das patas forrada de afiadas garras, retirando-a lentamente de onde estava apoiada no tronco da arvore, em seguida a descendo até o chão. — Sem esperar a confirmação do garoto para fazer aquilo novamente, fez o mesmo com a outra. Em seguida, ainda mais lentamente que o ultimo movimento, deu alguns passos para a frente, até estar completamente de diante do humano.

O que se passou a seguir fora o mesmo de alguns horas atrás, durante a transformação de Laylla na estrada. — No entanto, de modo revertido. — O monstro, após um longo e doloroso rugido, começava a diminuir drasticamente de tamanho. — Primeiro as patas, cabeça e tronco. Depois, os pelos iam extinguindo-se até que, finalmente, a forma do corpo de uma magra garota surgia na cena, vestida apenas com suas roupas intimas.

Aquela, era a original forma de Laylla. — Uma linda garotinha de aparência não muito superior a 17 anos, de longos cabelos brancos e cínicos olhos azuis. — Ela mantinha a mesma aura má do gigantesco monstro de poucos segundos atrás, mas com uma aparência um milhão de vezes mais frágil, no entanto, não menos perigosa.

Laylla ergueu os mãos, como se estivesse rendida. Logo, sem esperar para ver a reação do garoto, e não dando mais a real importância à lamina que continuava a ameaçar sua cabeça, Laylla pôs-se a falar, em seu típico tom de voz debochado e, agora, também entediado.

É impressionante como vocês humanos tem a incrível capacidade de acabar com a nossa felicidade. — E, soltando um bufo de ar, continuou. — Pode parecer meio estranho vindo de mim, mas dá pra tentarmos ser um pouco mais civilizados aqui? Prometo que não te caço mais, mas vê se abaixa essa coisa garoto, não gosto de ficar sob pressão.
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por GM Nuke em Dom 16 Jan 2011 - 22:02

@ Ninghtmare & Raiza

A situação havia tomado um rumo completamente inesperado, tanto Raiza quando o jovem guerreiro não acreditavam no que viam, o terrível monstro devorador de homens de momentos atrás era uma linda e sensual garota!

O rosto do jovem outrora tenso, mudou completamente sua expressão, era a vez dele de se surpriender, seus olhos se arregalaram e sua boca se abriu, a mesma expressão surgiu no rosto de Raiza.


Mas que...

Balbuciou o guerreiro estupefato sem conseguir completar sua frase. Quando viu Laylla em sua forma natural, ele imediatamente lançou um olhar por todo o seu belo corpo e ela é claro percebeu essa atitude.

É impressionante como vocês humanos tem a incrível capacidade de acabar com a nossa felicidade. — E, soltando um bufo de ar, continuou. — Pode parecer meio estranho vindo de mim, mas dá pra tentarmos ser um pouco mais civilizados aqui? Prometo que não te caço mais, mas vê se abaixa essa coisa garoto, não gosto de ficar sob pressão.

Depois de ouvir isso imediatamente o garoto guardou sua lâmina.

Hehehehe, até parece! Eu quase poderia acreditar que você está falando sério, mas até parece que você ia se render assim tão fácil, minha lâmina é rápida como um relâmpago mas meu corpo ainda é de carne e osso e você provavelmente não tombaria em um só golpe.

Então completamente a vontade com a situação ele se virou para Raiza que observava a tudo sem ocultar-se e disse.

E você? Veio se divertir comigo também? Por que não chega mais perto para que a gente possa te ver melhor?

Depois de falar isso o garoto sentou despreocupadamente em um tronco de árvore caído e começou a retirar sua armadura, sua cota de malha, provavelmente ele pretendia cuidar de seus ferimentos ali mesmo.

Se vocês me dão licença... vou aproveitar que não estou mais sob ameaça de virar jantar e tratar dessas feridas antes que eu perca mais sangue.

Quando retirou sua armadura ficando vestido apenas com suas calças, era possível ver melhor seu corpo, seu físico, seu tronco era atlético e exibia músculos poderosos por baixo da pele branca, ele estava incrivelmente suado e sujo de sangue, 3 cortes podiam ser vistos um em cada lateral do abdômen e um na altura do peito esquerdo, não eram cortes profundos mas que mesmo assim sem tratamento podiam ser fatais, a armadura que ele usava fez bem seu papel e o manteve vivo.

O garoto puchou sua mochila para perto de si e retirou dali um rolo de ataduras, depois de limpar suas feridas com água de um de seus dois odres que ele carregava preso a mochila, ele rapidamente se enfaixou.

Enquanto se cuidava dava para ver em seu corpo, tanto no peito quanto em suas costas inúmeras cicatrizes, cicatrizes diferentes de todos os tipos, perfurações de flechas, cortes de espadas e até mesmo cortes provocados pelas garras e presas de feras selvagens.

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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Nightmare em Dom 16 Jan 2011 - 23:16

.

@ GM Nuke


Laylla apenas permaneceu parada, exatamente na mesma posição em que ficara após voltar a sua forma humana, enquanto via o garoto dizer o que havia dito e afastar-se para cuidar dos ferimentos. — Balançando a cabeça negativamente sem respondê-lo de imediato, ela simplesmente encheu as bochechas de ar e cruzou os braços, evidentemente contrariada com a situação. — Não gostava do fato de não estar apavorando mais ninguém, muito menos de ter tido que voltar a forma natural, vestida como estava. Havia sido quase que obrigada a isso, e não estava gostando nada do rumo que a cena tomava. — Sem perceber, Laylla estava deixando a personalidade que nunca deixava transparecer tomar conta da situação, fazendo com que ela assumisse uma posição extremamente infantil diante do que acontecia ali.

Se não voltasse a ser o centro das atenções, o centro do medo de tudo e todos que estavam presentes ali, definitivamente iria enlouquecer.

Com isso em mente, e uma expressão ainda mais emburrada, aproximou-se lentamente um ou dois passos do garoto. Logo voltou a pronunciar-se, com um incomum tom birrento na voz:

Não ia conseguir me vencer nem se eu estivesse com as quatro patas amarradas e os olhos vendados, pirralho. — E, olhando-o de canto e torcendo levemente o nariz, disse. — Deveria estar morrendo de medo, sabia? Não parado ai com essa cara de tonto. Sou um monstro sanguinário que, por sua causa, ainda esta com a barriga vazia e muita energia pra gastar. — E, dando mais alguns passos para perto do garoto, parou em sua frente, curvando-se levemente até que ficasse na mesma altura que ele. Logo, estendeu o dedo indicador e, empurrando-o contra a testa do guerreiro, fez com que ele levantasse a cabeça até conseguir olha-lo nos olhos. — Fique com medo, e eu talvez pense na possível possibilidade de te deixar sair vivo, entendeu?
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

Mensagem por Rubi Make em Dom 16 Jan 2011 - 23:31

@GM NUKE




Após começar o movimento com as mãos, um movimento rápido
e uniforme, ela escuta as presas da besta se desgrudar da árvore.



Paro o movimento das mãos no instante que vejo a besta
baixar a guarda, mas nunca desviando o olhar, um olhar fatal entre os dois...



O animal começou chegar mais perto do jovem, de repente
seus ossos começaram a estalar e sua pele deformar, o que antes era uma figura horrenda,
c transformou em uma figura doce, que aparentava não apresentar risco algum.
Isso só me levava a ter mais perguntas como:



-Aquilo se transformou nessa menina?


-Como?!


O que ocorrera não tinha nexo, não fazia sentido, foi
então que ele soltou a seguinte frase:



“-Mas que...”


Não chegou a terminar, pois já não era surpresa o que ele
iria falar, mais alguns instantes e ele vira-se para mim e fala:



“-E você? Veio se divertir comigo também? Por que não chega mais
perto para que a gente possa te ver melhor?



Foi então que comecei a me aproximar, com cautela, passos
curtos e suaves, mas não deixando de observar a garota que estava com trajes
sensuais, enquanto eu vou me aproximando da moça e do jovem, o mesmo começa a
despir-se mostrando um belo corpo, foi então que direcionei meu olhar para ele,
e meus ouvidos para a garota.



Comecei então sentir um tipo de calor ao observar o
garoto sem a parte de cima de seu traje, seus músculos saltados abdome definido
e é claro uma pele maravilhosa, ao mesmo tempo que tal êxtase me dominava as
mesmas perguntas continuavam, foi então que eu solto uma frase seca mas de
alivio e ao mesmo tempo para quebrar o gelo.



“-Ufa! Que loucura”


Recebendo então os olhares desconfiados da garota.
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Rubi Make
Transcendente
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Re: Estrada - Kannin & Pejite

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