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Mensagem por ADM Ichirou Youta em Sex 16 Abr 2010 - 23:57

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Ela tem quilometros de comprimento, é velha, mal feita e prestes a cair. Assim é a ponte pensil que liga o deserto ao castelo. Que inexplicavelmente resiste a séculos apesar de que poucos corajosos resolvem testa-la. Afinal, nunca ninguém
jamais soube oque tem além daquela névoa do abismo.
Ela só aguenta 150 quilos de uma vez e balança bastante mas é resistente,é oque dizem por ai. Se quiser andar os 2 quilometros mais perigosos da sua vida, o lugar é aqui.

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Mensagem por Convidad em Qua 22 Ago 2012 - 22:39


~ Contexto narrativo ~

David estava sentado de frente para a ponte, parecia concentrado. Desde havia começado sua jornada havia se concentrado em procurar aperfeiçoar seu lado arcano, deste modo havia adquirido muitas magias e formas de interação com outros seres, desde um aperfeiçoamento de seus hábitos, até um novo repertório magico. Desta forma, o garoto havia comprado algumas magias, e naquele momento buscava um pouco de tempo para o compreendimento das mesmas.

Já havia se passado alguns dias desde que o garoto havia começado a aprender os feitiços que havia adquirido, todos eles elementais. Na verdade esse era o quinto dia desde que havia formado seu plano, algo sútil, porém de extrema importância, para ele, obviamente.

No primeiro dia estava disposto a tentar algo que lhe ajudasse a conseguir se livrar de uma luta, e a única magia que o ajudaria naquele momento, era algo sombrio, alucinação. Ele leu o pergaminho, e recitou o que era necessário para tentar aprender como fazer o encanto, era preciso se aperfeiçoar e por isso, ele queria estar cada vez melhor. Passou o dia inteiro tentando, não era tão complicado como havia pensando, então acabou por conseguir.

No segundo dia, ele queria tentar algo diferente, algo mais... Quente, se vocês conseguem entender. Obviamente o elemento fogo foi o escolhido por ele, resolver começar com o bafo de dragão, e deixar o outro encanto para um outro dia. Novamente seguiu os passos recomendados, lendo o que foi lhe dito, e fazendo algo para esquentar seu SP deste modo acabou conseguindo uma forma de aprender o ataque.

Ao terceiro ele decidiu que precisava de algo que fosse considerado mais... Sagrado, algo para combater criaturas das sombras, então, por ser algo mais simples, escolheu a bolha de luz. Meditou por metade do dia, tentando purificar seu corpo dos sentimentos de vingança que a pouco havia decidido. Ao final do mesmo, já havia feito uma bolha perfeita, sendo esta do elemento luz.

Quarto dia, momento caloroso. David acordou disposto, sentia calor como se estivesse provado em sua pele. Lembrou da técnica que havia feito com a luz, e resolveu testar com a energia do bafo, formando uma bolha de fogo. Lendo o pergaminho, conseguiu aumentar seu entendimento sobre o assunto, portanto, decidiu que estava na hora de tentar fazer a técnica. Depois de algumas tentativas conseguiu obter sucesso.

Ontem, também conhecido como 'Quinto dia'. David havia decidido que estava na hora de voltar a aprender algo sombrio, afinal, durante aquele tempo só havia aprendido uma de suas magias das trevas, e bem, era um tanto quanto útil. Ele possuía outras, havia comprado vários tipos, porém, as mais simples ele estava se dedicando mais, pelo menos a principio. Já havia aprendido dois tipos de bolha, essa seria a terceira, agora sombria. Pensou em toda a parte ruim de sua vida, e a canalizou na mão direita. Uma fagulha negra seguida por uma bola, havia conseguido.

Obs: Posso aprender instantaneamente qualquer magia abaixo de 6 em sua dificuldade, pois minha inteligência é 5 e o mínimo nos dados é 1. Me falaram que poderia colocar tudo em um mesmo post desde que fosse dias diferentes.

~ Narrativa ~


Mais um dia comum em minha vida de mago, procurava escolher qual magia iria aprender. Estava sentado na frente da ponte, e tentava visualizar o outro lado, quando terminasse de aprender uma nova magia, iria buscar atrevessar a ponte. Naquele momento buscava entender um pouco mais sobre mim, e sobre minhas verdadeiras origens, até então desconhecidas. Sim, estava um pouco irritado como todos os dias, porém, tentava permanecer simpático, mesmo em pensamentos.

Peguei um antigo pergaminho, podia se observar que era amarrado com uma fita marrom, que indicava seu elemento. O abri, estava escrito algo como ' evocar planta menor '. Naquele momento sorri, seria minha primeira magia do elemento terra, não sabia ao certo o que iria fazer com aquela magia, contudo, sabia que podia me ser muito útil, afinal, possuía um talento natural, que me permitia invocar uma pequena quantidade de cada elemento. Um planta, junto ao fogo e um pouco de água da um chá, certo??

" Um chá cairia bem, com um pouco de leite. "

Ao pensar, salivei. Comecei a ler o pergaminho prestando bastante atenção nas instruções. Aquele parecia ser um feitiço um pouco mais complicado que os demais, precisava de cuidado. Me concentrei. Olhei para o chão, e tentei fazer com que uma planta surgisse.

Teste para aprender como usar a magia

Obs: A dificuldade da magia é 7, neste caso eu preciso tirar apenas dois nos dados. ^^'

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Mensagem por ADM Ichirou Youta em Qua 22 Ago 2012 - 23:17

[off:rapaz, já procurou um GM? Recomendo o kenichi Koji.]

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Mensagem por Convidad em Qua 22 Ago 2012 - 23:20

Off: Sim, obrigado pela sugestão, mas já tenho uma. ^^'

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Mensagem por Lawliet Armstrong em Qua 22 Ago 2012 - 23:57

"Ontem
Todos os meus problemas pareciam tão distantes
Agora parece que eles vieram pra ficar
Oh, eu acredito no passado"


Sir James Paul McCartney, The Beatles, Yesterday.




***

O ódio se encontrava engasgado na garganta do garoto. Ainda engolia a frase que ouvira dos seus familiares, antes de morrer, e tudo não se passava de um zumbido repentino, uma lembraça de morte. Por parte, ainda queria esquecer tudo aquilo e formar uma nova vida, mas nem sempre, tudo é fácil. Estava de cara, com a maior ponte que já tinha visto. Será esta tal hora de render-se a aventura e parar de apenas ver o ontem? Sim, mas Sam fingia que não.

Auditore por si, respingava do ódio que quem quer fosse lhe dera, ao aniquilar sua família. As mãos, pesadas da torturação mental, foram até a cabeça e afagaram o próprio cabelo; um ato nervoso que sempre fazia, igualmente mordiscando o lábio inferior. Fugir seria uma ótima opção, como sempre? Também não, Sam já cansava disso, praticamente. Agora era um Armstrong e pouco disso lhe importava. Fugir mais uma vez não era a coisa certa para se fazer quando conheceu sua nova família, mas mais uma vez foi o que fez.

Sim, os sentimentos que pouco lhe passavam agora fincavam o seu coração com o sentimento de culpa após fugir. Era como apunhalar o vazio, pois Sam começou a levar um desinteresse descomunal à lidar com todos os sentimentos que o machucavam. Somente precisava do ódio e só isso. Esfriando a cabeça com uma dose de consciência, recuperou a mesma enquanto fitava os longos quilômetros que a ponte tinha facilmente, mas nada era tão normal. O abismo abaixo da ponte parecia interminável, Sam notou isso delicadamente. O ladino retirou a adaga da sua manga - que era apertada por amarras - e a apontou para frente.

— Hora do treinamento, Law Law! — ergueu a cabeça em determinação e após terminar de gritar, começou a correr.

A velocidade que Sam corria era graciosamente rápida. Os passos leves eram quase inaudíveis em todo o local, e extensão da ponte, apenas um barulho oco da madeira - provavelmente velha -, mas nada incomodante. Passava de um pé para o outro, pisando nas madeiras quase sem peso, sentindo um leve desequilibrio desconfortável. Quem sabe, este seria o problema da redução da sua velocidade e logo notou mais outros problemas.

A ponte pendeu para um lado quando Sam encostou em uma das cordas, e para o outro quando tentou se estabelecer. Ergueu as mãos e segurou as duas cordas, flexionando os joelhos e rapidamente forçando o chão. E então, como previsto, ela se estabilizou, como se nada tivesse acontecido. Sam via de longe um corpo, parecia... Seu amigo.

— Não acredito, Law Law.

O corpo estava de onde viera, um pouco perto da ponte. O que será que alguém fazia ali? Sam refletia, mas nem ele mesmo sabia o motivo de presenciar ali. Apenas reuniu coragem no pensamento enquanto a súbita vontade de matar percorreu-lhe o corpo e sumiu quando identificou o rosto. David Belmont, seu melhor amigo. Intimorato, seguiu a direção que indicava caminho ao mago amigo, talvez ele quisesse alguma ajuda.

No caminho, o ladino escondera a adaga por entre a manga novamente. Este era o seu truque, o elemento surpresa, muito útil em combates que o inimigo não pensa em prever o ataque - de um jeito, claro. Aproximou-se do incomodado amigo - que a expressão não era boa, como sempre - mas manteve o sorriso; era bom deixá-lo alegre, apenas para lembrar-se que ninguém fazia isso para si.

— Belmont, já está a inventar algo para fazer, Law Law?

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Mensagem por Keiko Akita em Qui 23 Ago 2012 - 13:55

@ David

[off: Primeiramente, prazer, Serei sua gm a partir de hj. o/
Agora indo ao que interessa, os resultados dos testes.

Evocar planta menor, dificuldade 7
5 + 2 = 7 - Voce conseguiu. o/

As magias Bola de fogo, bafo de dragão, Alucinaçao, Bolha elemental: trevas e Bolha elemental:luz foram aprendidas instantaneamente.

Para confirmar, só olhar Aqui!]


David estava disposto a se familiarizar com todos os elementos e aprender a controla-los, mas sua jornada estava difícil, havia falhado algumas vezes, mas não significava que iria parar de tentar, pelo contrario, continuou perseverando durante toda a semana até que conseguiu aprender 4 de suas técnicas, no ultimo dia de seu treinamento, decidiu que iria atravessar a ponte finalmente em busca de mais emoção, mas antes precisava tentar aprender sua ultima magia e que talvez fosse a mais importante para ele.

Ele abriu o pergaminho e leu as inscrições, certamente aquela magia era mais complicada que as outras que havia tentado, mas não se deixou abater, concentrou sua energia nas mãos, e no solo a sua frente começou a brotar uma pequena muda verde, estava dando certo, ele estava conseguindo, mesmo estando empolgado continuou a concentrar-se na magia, até que finalmente estava pronta, quado ergueu as mãos, viu uma pequena planta com varias folhas verde-claras, diferentes das que estavam ali a volta dele, o que o deu a sensação de satisfação consigo mesmo por ter tido sucesso.


@ Lawliet

[Prazer, irei narrar para vcs 2 daqui em diante, só gostaria de pedir uma coisa, coloque na sua assinatura um link pra sua ficha. o/]


Lawliet era certamente um rapaz bem confuso, suas lembranças e sentimentos bagunçavam em sua mente deixando-o ainda mais distante do normal do que aparentava ser, estava de frente agora para o grande abismo enevoado fitando a ponte, pensou seriamente se iria mesmo atravessa-la ou não, era loucura claro, os boatos sobre tal ponte não eram la tao animadores, e a visão dela pessoalmente era ainda pior, parecia que iria desabar a qualquer momento com ele em cima.

Determinado a seguir em frente o rapaz logo puxou de dentro de suas vestes uma adaga e num único impulso correu em direção a ponte, a mesma balançou bastante com isso forçando-o a parar imediatamente alguns metros depois de onde começou sua corrida, ela rangia bastante e balançava, mas após a parada brusca, a mesma começou a se normalizar até ficar "estável" novamente.

Virou-se para trás para vero quanto tinha conseguido percorrer até agora, e notou que não tinha sido muito coisa, mas sua surpresa maior foi ver que havia mais alguém ali, de longe não conseguiu distinguir direito quem era, seu instinto lhe dizia que era inimigo e deveria ser morto, mas ao se aproximar mais reconheceu seu amigo David sentado no chão de terra próximo de onde ele havia saído, Lawliet então se acalmou e foi falar com David, agora esboçando um sorriso no rosto.


@ David e Lawliet


David ainda estava distraído contemplando sua criação e pensando em como seguiria sua jornada de agora em diante, nem notou quando seu amigo Lawliet se aproximou, o mesmo colocou a mão sobre o ombro de David e o cumprimentou animadamente.

— Belmont, já está a inventar algo para fazer, Law Law?

David levou um breve susto, mas logo que reconheceu Lawliet levantou-se rapidamente para cumprimenta-lo também, talvez agora pudessem seguir viagem juntos, seria bem melhor ter uma companhia em meio aquela mata estranha.

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Mensagem por Convidad em Qui 23 Ago 2012 - 15:49

 ~ Contexto Narrativo ~

David estava concentrado, testava sua magia de forma que buscava conseguir evocar alguma planta. Precisa concentrar um pouco de sua energia ali, afinal, era a primeira vez que tentava algo do tipo, portanto, não teria uma grande facilidade como teve quando tentou as outras, ate porque essa era uma magia relativamente mais cara, pois não era uma das mais raras, além de ser para um dos quatro elementos primários. 

Após invocar a planta, buscava contemplara. Aquele era um espécie peculiar, verde e com algumas folhas. Aparentemente ele se lembrava de uma planta que havia visto algum tempo atrás... Seria aquela uma planta de maconha?? (LoL) Rapidamente, ele se curvou e a pegou, colocando em seu bolso. 

 ~ Narrativa ~


Pouco depois de retirar a planta do solo, a coloquei em meu bolso. Apesar de não estar sorrindo, David estava um tanto quanto feliz por ter conseguido realizar a magia com sucesso, além de ter aprendido várias outras. Mesmo sabendo que amanhã tentaria aprender mais uma de suas magias, sendo que havia escolhido uma do elemento luz, um tanto quanto interessante, principalmente contra criaturas do elemento trevas.

— Belmont, já está a inventar algo para fazer, Law Law?

Algo me chamou atenção. Mais ociosamente a fala de alguém, por alguns segundos eu buscava entender ou assimilar sua voz com a de algum conhecido, afinal, este havia me chamado de Belmont, fato que apenas os mais próximos sabiam meu sobrenome, portanto, ou ele fazia parte de minha família, ou era meu amigo. Permanecia em dúvida, e caso fosse um inimigo, já iria me virar testando uma magia em alguém, até que ouço uma expressão única no final de frase, algo similar à 'law law'. Naquele momento me virei. Sim, era o Sam, o que explicava de conhecer meu sobrenome, olhei para o mesmo e disse:

— Algo?? Meu amigo, você sabe o que é isso?? — disse enquanto mostrava a planta —para mim parece uma folha de maconha.

Ri por alguns segundos, enquanto guardava a planta novamente. Pensava qual havia sido a última vez que havia encontrado o garoto, mas não conseguia me lembrar exatamente onde. Esbocei um sorriso para ele e caminhei até a ponte. Antes de atravessar para o outro lado, comecei a observar o movimento da mesma, e a forma como o vento batia na ponte, ela parecia antiga, por isso, achava que esta não parecia ser uma das pontes mais confiáveis para o transporte, contudo, não foi exatamente isso que me falaram, na verdade, disseram justamente o oposto, que era muito mais seguro andar pela ponte do que em muitas outras.

— Eu vou para o castelo negro, me acompanha?? 

Virei-me para trás e sorri para meu amigo, então pisei na ponte. Olhei para frente e caminhei mais alguns passos enquanto buscava ver o outro lado da ponte para que pudesse chegar o mais rápido possível.

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Mensagem por Lia Igneel em Qui 23 Ago 2012 - 16:24

NARRAÇÃO

[b]Lia caminhava distraída , vários pensamentos e questões voavam pela sua mente desde que deixara sua mãe e partira em uma aventura sem destino para se tornar mais forte e uma grande espadachim, porém, uma pergunta ecoava mais forte em seus pensamentos "O que eu estou fazendo aqui e para onde vou?" .
De minutos e minutos ela olhava para seu pulso direito, onde estava seu bracelete preferido de safira, uma marca que faz parte de sua vida, lembrando-a sempre de quem ela era. Depois do centésimo olhar, Lia dá um grande suspiro e continua a caminhar sem rumo em direção a ponte que estava a sua frente ,se sentia solitária e queria conhecer heróis com o mesmo desejo por aventuras que ela tem desde pequena, além de que precisava de orientação para continuar sua jornada.

Quando se deu conta de que a ponte estava a poucos passos a sua frente reparou em seu estado e vira que estava péssimo, logo balançou a cabeça levemente na tentativa de espantar aqueles pensamentos e decidiu apressar o passo para evitar qualquer problema ou quem sabe, uma bela queda já que ser cuidadosa nunca fora uma de suas qualidades, embora seja bem resistente, Lia não tinha um machucado em seus planos.
A garota dirigiu seu olhar para o horizonte a sua frente, e continuou a sua caminhada, mas logo a sua frente ela viu 2 figuras andando, então logo pensou "Devem ser aventureiros! vou perguntar aonde vão e pedir algumas informações". Então ela corre em direção a eles, na esperança de fazer novos amigos.
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Mensagem por Lawliet Armstrong em Qui 23 Ago 2012 - 17:58

"Quando eu era jovem, muito mais jovem que hoje
Eu nunca precisei da ajuda de ninguém em nenhum sentido
E agora estes dias se foram, eu não sou uma pessoa assim tão segura
Agora eu acho. Eu mudei minha mente e abri as portas"

The Beatles, Help!


Sim, Sam estava a frente de seu melhor amigo e ele nada fazia. Já tinha chamado-o, até mesmo mexido no seu ombro, e nada; parecia mais um morto em campo de batalha, completamente inerte. Mas Sam também sabia que ele era preparado para tudo e provavelmente só estava tentando identificar a voz, ou até mesmo perceber quem era. David levantou-se e sorriu, mostrando-lhe uma planta meio estranha, mas de formato conhecido pelo Sam; provavelmente maconha.

Sam nada menos sorriu com o que o garoto disse, em meio a confusão de pensamentos cômicos que invadiam sua mente nada inocente. Ainda conseguiu acenar com a cabeça positivamente, enquanto começava a se recompor do comentário de Belmont. Este garoto, amigo de Sam, parecia longe dali, com ambições muito maiores do que conseguir um poder novo, ou fazer maconha; algo mais importante em todas as vidas. Ainda pensativo, caminhou até a direção da ponte, enquanto Sam colocava sua adaga para mais perto da manga no antebraço, quase tocando a alfanje com um dos cotovelos. Foi quando preocupado em manter a arma na manga, viu uma sombra se formar atrás de si. Ouvia passos calmos, e então abaixou a cabeça na direção do chão para ver.

"Uma garota?!", refletiu no pensamento.

Sim, era uma bela garota, provavelmente adolescente. Tentou esconder suas orelhas no manto, enquanto retirou a adaga da manga e rápido como um trovão, falou:

— Sim, David, irei com você, Law Law. — sorriu ao girar também rápido, e encarar a garota.

Foram rápidos e curtos olhares, suficientes para rapidamente prestar atenção em todo o corpo da garota, além se esta estava armada. Sorriu ao pensar em amizade, mas descartou a possibilidade, tentando aparecer na frente da garota, para confrontá-la.

— Quem é você, Law Law? — perguntou muito indagante em questão da garota, mas destemido do que ela podia fazer.

Ainda impertinente em seus pensamentos de algum ataque, conseguiu esconder a adaga na mão, como se estivesse de mãos livres, e rápido, aproximou-se mais ainda da garota, com o olhar vidrado em todo o seu corpo, investigando-a. Mas além de fingir ser idiota, olhava sempre para baixo para manter a observação em David, caso ele já estivesse ido, não seria bom segui-lo rapidamente.

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Mensagem por Keiko Akita em Sex 24 Ago 2012 - 13:36

@ Lia


A jovem estava um pouco perdida naquela mata densa, sabia que a frente havia uma ponte que dava para o castelo negro, mas nada mais alem disso, o que poderia ser perigoso, as áreas ao redor do castelo não costumam ser o local mais seguro do mundo, mas nem mesmo isso intimidava a garota de cabelos azuis, esta continuou andando em direção a ponte, até que encontrou 2 rapazes a beira da mesma, pareciam que queriam atravessa-la também.

Essa era uma ótima chance de conseguir alguns companheiros de aventura, pensou Lia, e logo foi indo em direção ao dois rapazes apressada.


@ Lia, David e Lawliet


Enquanto os 2 rapazes conversavam e riam sobre uma possivel planta de maconha que fora criada pela magia de David, uma garota desconhecida se aproximou da dupla, Lawliet foio primeiro a nota-la e como de costume, ficou em posiçao de alerta maximo, nao iria ataca-la claro a nao ser que esta representasse algum perigo, mas tambem nao deixaria nenhuma brecha.

David parecia nao te-la visto ainda e continuou fitando o outro lado da ponte na esperança de tentar ver algo alem da mesma, Lawliet logo tratou de cuidar da jovem que se aproximava, surgindo a frente dela. Com a surpresa a garota rapidamente estacou, Lawliet alem de desconfiado tambem nao era o mais cavalheiro de todos, e com um tom meio rude se dirigiu a Lia.

— Quem é você, Law Law?

[desculpe o post meio pequeno, mas não tinha muito o que fazer, prometo que nas próximas ficará melhor. o/]

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Mensagem por Lia Igneel em Sex 24 Ago 2012 - 15:57

Enquanto os 2 rapazes conversavam e riam sobre uma possivel planta de maconha que fora criada pela magia de David, uma garota desconhecida se aproximou da dupla, Lawliet foi o primeiro a nota-la e como de costume, ficou em posiçao de alerta maximo, nao iria ataca-la claro a nao ser que esta representasse algum perigo, mas tambem nao deixaria nenhuma brecha.

David parecia nao te-la visto ainda e continuou fitando o outro lado da ponte na esperança de tentar ver algo alem da mesma, Lawliet logo tratou de cuidar da jovem que se aproximava, surgindo a frente dela. Com a surpresa a garota rapidamente estacou, Lawliet alem de desconfiado tambem nao era o mais cavalheiro de todos, e com um tom meio rude se dirigiu a Lia.

— Quem é você, Law Law?

--------------------------------------------//-----------------------------------
Lia comemorou ao ver que conseguira chamar a atenção dos rapazes, ou pelo menos de um, mas da forma que ele surgiu a sua frente a deixou um pouco assustada, a fazendo recuar alguns passos e automaticamente colocar uma mão sobre seu bracelete, a fazendo ficar mais calma e controlar os batimentos do seu coração.

- Quem é você, Law Law?

Depois do passageiro susto, ela não se deixou intimidar pela forma rude que o garoto falou, então logo colocou um sorriso simpático no rosto e respondeu :

- Sou Lia, uma espadachim viajante em busca de aventuras e novos amigos.E você é...?

Ele não parecia uma má pessoa, então não havia motivos para Lia ficar com medo ou em guarda. Ela apenas observou atentamente a postura tensa e armada que a figura de capuz a sua frente tinha, a coisa certa a fazer era tranqüilizá-lo de que ela não era um inimigo.

- Não se preocupe, não sou inimiga e jamais faria algum mal...pode relaxar.

O olhar da menina rapidamente mirou o horizonte e a figura do outro rapaz que estava a sua frente, parece que ele não a havia percebido, então Lia decidiu voltar a atenção para o garoto, esperando que ele fosse um futuro amigo ao invés de mais um inimigo em sua vida, pois ela percebera que por trás dessa grosseria que tentava transparecer, havia uma pessoa boa , tentava acreditar nisso, que toda pessoa é boa de coração.

Fitou o seu rosto por um curto momento, esperando a reação e a resposta dele, e como era muito curiosa , se perguntava porque ele usava o capuz e falava Law Law ao final da frase. Ao pensar nisso não conseguiu segurar uma curta e suave risada que saiu pelos seus lábios, e logo corou, se sentia uma boba e com muita vergonha por fazer isso na frente de um estranho mas o que podia fazer? Esse era o seu jeito de ser, fazia parte de Lia Igneel.
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Mensagem por Convidad em Sex 24 Ago 2012 - 17:30

Contexto narrativo
Enquanto os 2 rapazes conversavam e riam sobre uma possivel planta de maconha que fora criada pela magia de David, uma garota desconhecida se aproximou da dupla, Lawliet foio primeiro a nota-la e como de costume, ficou em posiçao de alerta maximo, nao iria ataca-la claro a nao ser que esta representasse algum perigo, mas tambem nao deixaria nenhuma brecha.

David parecia nao te-la visto ainda e continuou fitando o outro lado da ponte na esperança de tentar ver algo alem da mesma, Lawliet logo tratou de cuidar da jovem que se aproximava, surgindo a frente dela. Com a surpresa a garota rapidamente estacou, Lawliet alem de desconfiado tambem nao era o mais cavalheiro de todos, e com um tom meio rude se dirigiu a Lia.

— Quem é você, Law Law?

David olha para trás, ação ocorrida pelo movimento repentino de Sam. Não observava nada de interessante, então da alguns passos para trás. A ponte nunca iria conseguir suportar tanto peso de uma vez, ainda mais com uma pessoa correndo, juntos deveriam passar uns 130 quilos, e pelo que havia sido dito para o garoto é que ela suportaria no máximo 150. Andando até ficar fora da ponte, o garoto se senta e decide que era hora de aventura pensar em uma forma de atravessar a ponte. Normalmente seria possível caminhar normalmente pela ponta, porém, o garoto havia ouvido uma voz amigável, e vozes amigáveis geralmente buscavam parceiros para aventura

Narrativa


David se vira e repara que uma garota estava conversando com Sam, por alguns segundos resolvi que deveria deixa-los conversar, dei de ombros. Sorri para eles e caminhei na direção oposta, dando passos lentos enquanto pensava em uma forma de atravessar a ponte com aqueles dois exercendo peso sobre ela. Comecei a fazer cálculos mentais considerando a velocidade de Sam e a minha, basicamente, ele era duas vezes mais rápido que eu, considerando que eu percorreria a ponte em aproximadamente 6 minutos, Sam faria aquele mesmo percurso em 3. Sorri.
Caminhei até a ponte e chamei os dois, após esperar o tempo necessário para o deslocamento dos dois, me pus a falar:
— Ahn, ér, prazer, sou David. Olha, eu vou para o castelo negro, se quiser vir conosco já sabe. Então, Sam, tenho uma forma de nós três passarmos pela ponte, você vai pela frente, eu espero junto dela. Correndo, você demoraria aproximadamente 3 minutos, desta forma, eu espero três minutos e vou junto com ela, que devemos demorar algo como 6 minutos, tudo bem??
Então espero o tempo necessário para que Sam atravesse a ponte, não havia motivo para ele discordar. Caso a garota não concorde em ir conosco, o que é muito pouco provável, eu iria ir junto a ele.



Base de cálculos para o sam fazer a viagem em 3 minutos:

3m/s por ponto
Ele se move 12
Da 720 por minuto
43.200 por hora, o que da 43,2 km

Obs: O post está pequeno, mas demorou muito para ser formulado, pensei em várias formas de cruzarmos a ponte, porém, essa foi a melhor. Fato que comecei a postar assim que Lia postou.




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Mensagem por Lawliet Armstrong em Sex 24 Ago 2012 - 20:46

"Feche os olhos e eu irei te beijar
Amanhã sentirei saudades de você
Lembre-se que eu sempre serei verdadeiro
E enquanto eu estiver fora
Escreverei para casa todo dia
E mandarei todo meu amor pra você"

The Beatles, All My Loving.


Sam estou a garota como uma coruja, vendo em que ponto poderia perfurá-la com o bico, graciosamente silencioso. E como um lobo, aproveitando o tempo que esta observava seu amigo, correu e furtivamente se aproximou bastante da garota, interpretando um reconhecimento da área que poderia combater. Mas então ouviu a voz doce e calma, como se não importasse com o que Sam iria fazer, parecendo já saber que este não iria atacar.

Sam voltou a estudá-la enquanto esta concentrava o olhar calmo e apreensivo em si, falando sobre não ser uma ameaça. Mas, fazer o que? Sam já sofrera muito com ameaças que baixou a guarda, era a primeira vez que tinha prestado atenção em intimidar a 'ameaça'. Mas então, aprofundou a adaga na manga e assim deixou-a de descanso, oferecendo a mão para a garota.

Ciao... Desculpe, signorina... Eu sou Audi - ele mesmo se interrompeu, pensando no que havia falado, e então voltou a falar. - Lawliet Armstrong. — falou quase inaudível.

Quase perdeu a voz enquanto falava seu... Nome. Na verdade, se chamava Sam Auditore, mas queria esquecer toda essa parte tumultuada de sua breve vida. Na ausência da consciência, apertou a mão da garota do mesmo jeito calmo, até corando por conhecê-la. Então olhou para David e sorriu.

— David... Digo-lhe que tome cuidado, pois se eu chegar lá e encontrar algo, provavelmente você não vai ter consciência do que está passando. Tome cuidado com tudo, assobiarei o mais alto que puder se algo acontecer. — vociferou enquanto deixava a adaga na ponta da manga, segurando-a com o indicador e polegar, sem deixar que os outros vessem.

Sam apenas olhou para David sorrindo, e então franziu o cenho, segurando a adaga com mais força. Mas então, antes de franzir o cenho concentrado, olhou de relance para a garota, sorridente e esperançoso. Jeitoso com os lábios fez o movimento da pronuncia: "Tenha cuidado" e logo partiu intimorato aos balanços da ponte, alternando a respiração enquanto corria e deixando os passos mais largos, afim de cansar menos e chegar no fim da ponte.


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Mensagem por Keiko Akita em Sab 25 Ago 2012 - 16:20

@ David, Lawliet e Lia


Enquanto David pensava em modos de como atravessar a ponte sem que nada de ruim acontecesse ao grupo, Lawliet e Lia pareciam estar se entendendo, o garoto finalmente assumiu que Lia nao era uma ameaça baixando um pouco sua guarda e relaxando, enquanto a garota animada para fazer novos amigos e iniciar sua aventura pareceu ficar feliz de te-los encontrado ali.

— Ahn, ér, prazer, sou David. Olha, eu vou para o castelo negro, se quiser vir conosco já sabe. Então, Sam, tenho uma forma de nós três passarmos pela ponte, você vai pela frente, eu espero junto dela. Correndo, você demoraria aproximadamente 3 minutos, desta forma, eu espero três minutos e vou junto com ela, que devemos demorar algo como 6 minutos, tudo bem??

— David... Digo-lhe que tome cuidado, pois se eu chegar lá e encontrar algo, provavelmente você não vai ter consciência do que está passando. Tome cuidado com tudo, assobiarei o mais alto que puder se algo acontecer.

Com o plano já traçado, Lawliet então se despediu de seu amigo Sam e de sua mais nova companheira Lia cordialmente e seguiu correndo pela ponte, a mesma balançou forte com a corrida, mas Lawliet não se intimidou e continuou, buscou um ponto de equilíbrio e continuou sua corrida até o fim da ponte. Ele já estava na metade do caminho e já podia ver agora a silhueta do grande castelo negro bem ao fundo do outro lado. Chegando la, notou que a paisagem era bem diferente da mata de onde saíra alguns minutos atras, tudo não passava de um deserto de rochas e arvores mortas, algumas aves de rapina pairavam ali a espera de algum desafortunado que lhes desse uma boa refeição.

Passados um pouco mais de 3 minutos, era a hora de David e Lia seguirem seu caminho pela ponte, os dois foram um pouco mais devagar que Lawliet e por isso demoraram mais, mas mesmo assim conseguiram chegar ao final da mesma sem muitos problemas, encontrando Lawliet encostado numa arvore seca próxima a ponte os esperando pacientemente.

[O proxmo post de vcs será Aqui!!]

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Mensagem por Bones, O lich em Seg 18 Maio 2015 - 1:48

_- O CAMINHO -_

Passos lentos de quem tinha todo o tempo do mundo estalavam as pequenas pedras por onde passava, sempre seguido de um som um pouco mais oco e de leve impacto. Uma figura surgia da mata acompanhada de uma leve brisa gelida, observando aquela construção que desafiavam seus pobres conhecimentos arquitetonicos, curioso sobre como tal estrutura poderia ter durado por tanto tempo em tal estado.

- Se essa coisa durou tanto, quem sabe eu dure eternamente...

A figura era negra, pois estava envolvida em um manto completo, com capuz lhe cobrindo a cabeça, enquanto que botas e luvas cobriam-lhe as extremidades. Até poderia passar despercebido a distância caso não estivesse em sua mão um cajado ornamentado de forma morbida, com metal em forma de ossos e uma longa lâmina, sendo muito mais semelhante a uma foice usada pelos agricultores do que um instrumento mágico. Em sua cintura havia outro item, igualmente morbido, um livro ornamentado com ossos e cor preta do tecido da capa e costuras.

- A não ser que continue sendo descuidado, mestre...

Ecoou em sua mente a voz de seu guardião, alertando-o e lhe fazendo lembrar de algumas boas enrascadas que ja havia se metido antes de chegarem ali, contudo mesmo assim era incapaz de deixar de explorar aquele local sem ter certeza de que não encontraria a biblioteca secreta da qual ouviu rumores.

- E desde quando me preocupo com isso? Tenho você comigo, ou será que esta pensando em tirar umas ferias  e arrumar um trabalho mais facil? Vai dizer que ficou com medo daqueles aldeões com tochas??? hehehe

Era uma pequena das muitas conversas que tinham, geralmente acabando em silêncio de seu guardião, enquanto observava o lugar, matando sua curiosidade sobre a ponte ao observa-la. Não que estivesse com medo, longe disso, sabia que se caisse continuaria "vivo" de novo. Estava realmente curioso sobre o material e forma como foi erguida, provavelmente um conhecimento que poucos deveriam ter, analisando-a para saciar sua curiosidade e conseguir continuar seu caminho sem ficar arrependido de deixar passar algo novo, ou no caso, velho e esquecido.

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Mensagem por Convidado em Seg 18 Maio 2015 - 11:23

Bones, O lich

Após vários dias atravessando o deserto, Bones chega a uma antiga ponte pênsil sobre um abismo recoberto por uma densa nevoa que não permitia verificar sua profundidade. A ponte aparentava estava muito mal conservada, as tabuas madeira se encontrava de assoalho para ponte pênsil estava totalmente apodrecida com claros sinais de estar com cupins. Lugar se encontrava calmo, o vento fazia a ponte balançar levemente de um lado para outro.

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Mensagem por Bones, O lich em Seg 18 Maio 2015 - 23:31

  A cada segundo que passava ali, podia perceber que a menos que arriscasse logo de uma vez e atravessasse o singelo caminho ou correria o risco de ter que esperar algumas décadas ou mesmo séculos até que algum benfeitor criasse um caminho. Poder até poderia esperar, mas não queria, não quando estava provavelmente bem próximo de algo tão interessante quanto imaginava...

- Parece que realmente estavam certos os rumores sobre este local, parece que existe algo nesse lugar...

- Além de um morto vivo que fala sozinho ? Contanto que não seja uma troll fêmea dando a luz, acho que não teremos muito a nos espantar...

Decidiu começar seu caminho, observando onde pés e mãos iam, pois seria facil cometer algum deslize em uma ponte tão bem conservada como aquela. Para sua sorte, agradecia o fato de ser feito apenas de ossos e seus pertences não pesarem muito, pois seria uma preocupação a menos na travessia. Procurou prender firme seus pertences como podia, para que ficassem ao alcance da mão e evitar surpresas.

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Mensagem por Convidado em Ter 19 Maio 2015 - 1:48

Bones, O lich

Enquanto o lich atravessava a ponte pênsil se percebia seu balanço ao sabor do vento, a cada passo que Bones dava se ouvia o ranger da madeira, percebia-se que a péssima conservação tornava esta ponte instável, algumas das tábuas acabaram por se soltarem, caindo no abismo logo abaixo. Agora faltavam alguns metros para chegar ao centro da ponte pênsil, onde se percebia certo desgaste nas cordas de apoio da estrutura rustica.

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Mensagem por Bones, O lich em Qua 20 Maio 2015 - 1:48

Fora um susto ou outro, a travessia por aquele delicado caminho proceguia sem muito alarde, havendo conseguido evitar qualquer desastre ate o momento, mantendo sua atenção focada onde iria colocar as mãos e pés.

Podia perceber quase na altura da metade da ponte que o desgaste havia feito um estrago digno de alerta-lo sobre um perigo iminente de despencar com ponte e tudo mais.

Exigiria concentração e ate poderia ser arriscado, mas parado ali no caminho iria observar brevemente a forma como a ponte balança, procurando acompanhar o movimento e começar aos poucos a prever onde estaria instantes depois. Pretendia passar por aquele trecho sem desgastar ainda mais a corda, mas para isso seria necessario usar seu teleporte e "pular" aquele trecho.

Uma vez conseguindo perceber um momento maior de calmaria e antecipando um pouco o leve balanço, usa seu poder, buscando aparecer sobre duas madeiras que estivessem menos desgastadas e aparentando estar mais firmes.

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Mensagem por Convidado em Qua 20 Maio 2015 - 2:59

Bones, o lich

Percorrendo a ponte com muito cuidado, Bones chega ao ponto onde se encontra a parte mais desgastada da corda que matinha a ponte moderadamente segura onde estava. O lich utiliza o teleporte para ser levado para um ponto um pouco mais adiante da estrutura onde não haja nenhum perigo de ruptura. Agora o necromante poderia seguir a adiante em sua perigosa travessia que o levaria achegar do outro lado do abismo em pouco tempo, mas uma vez o balançar da precária ponte pênsil dificulta o avanço. 

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Mensagem por Bones, O lich em Qui 21 Maio 2015 - 2:08

Cada passo e minuto que passava naquela ponte acabava se tornando um trabalho de paciência e tortura, pois por mais que tivesse todo tempo do mundo, estar ali, pendurado a sabe-se lá quantos metros de distância do chão em cordas e madeiras em péssimas condições não era uma situação "agradavel" na qual gostaria de permanecer por muito tempo, embora o movimento da ponte e estado dela o obrigassem a reduzir sua velocidade normal.

- Como eu gostaria de agradecer pessoalmente ao "gênio" que construiu essa maravilha...

- Logo chegaremos senhor...

- Esse logo esta parecendo que so vai acontecer quando dragões doarem ouro à orfanatos...

Um pequeno mas crescente mal humor estava se instalando, pois o que mais desejava era poder acessar uma vasta biblioteca e sanar diversas curiosidades que o consumiam, tanto a respeito de si mesmo quanto ao poder que poderia ter acesso. Não um simples poder de algum item contado em canções de bardos bêbados em Vale dos Ventos, mas sim daqueles que eles temiam falar em voz alta, sussurrando devido ao medo de mal agouro, itens e locais que verdadeiramente possuem poder sobre vida e morte, alguns ate ja usados de forma errada no passado e selados ou "apagados" dos registros normais.

Se existisse quaisquer referência ou sinais deles, sem duvida os encontrariam, contanto que aquela ponte terminasse logo e pudesse partir em sua busca...

[off: hehehe fica rilex, é so o char que ta impaciente, desvantagem dele]

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Mensagem por Convidado em Qui 21 Maio 2015 - 11:06

Bones, o lich
 
A irritação do necromante era muito aparente pela demora em atravessar esta ponte. Tendo muito cuido ao caminhar sobre a madeira apodrecida, o lich chega do outro lado do abismo após algumas horas, tendo sob sua vista uma vasta planície estérea cujo solo rochoso se encontra recoberto de restos mortais de diversos aventureiros, se via ao longe o contorno do castelo negro que se encontrava um pouco obscurecido pela ausência de luz causada pelo céu recoberto por nuvens, esta terra possuía um clima inóspito e ameaçador que era muito agradável para o necromante. 

off:

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