Sta.Raiza X Stained B.

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Mensagem por Convidado em Dom 18 Dez 2016 - 15:48




Depois algum tempo viajando por uma densa neblina Phael chega a uma antiga cidade em ruínas aonde a única construção que aparentava estar de fato quase intacto era um gigantesco coliseu que parecia ter resistido por séculos as intemperes. Vendo que não havia outro lugar onde poderia se dirigir o bruxo segue para dentro da grandiosa construção, logo ele se encontrava ao centro do estádio de onde do lado oposto surge a ninfa que havia chegado as ruínas algum tempo antes do jovem necromante, atravessando a densa neblina. Então quando os dois estavam ao centro do coliseu as entradas onde haviam atravessado se fecham com grossas grades de aço que impediam retornar, chão que era instável começa a desmoronar deixando um reduzida faixa de terreno arenoso rodeado por lava incandescente. mas o que restar era o suficiente para que os dois se movimentassem livremente pelo campo de batalha.


off:
Regra:

1- Ao termino de cada rodada o campo de batalha sera reduzido

2- Se cair da plataforma sera morte instantânea

3- A combate terá seu fim quando restar apenas um vivo, ou a desistência do outro oponente

4- Os combatente terão até o próximo domingo para postar, se não postarem ate la sera W.O

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Re: Sta.Raiza X Stained B.

Mensagem por Rubi Make em Seg 19 Dez 2016 - 20:29

'' Uma criança? Sério..?''


Ao ver o jovem se aproximar, me levanto e o encaro sem expressão alguma. Normalmente eles se matam sozinho, mas esse nem ao menos saiu correndo.

Flutuo até perto dele, algo como 2 metro de distancia e o olho dos pés a cabeça.

-O que esta fazendo aqui?-
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Re: Sta.Raiza X Stained B.

Mensagem por Stained B. em Seg 19 Dez 2016 - 23:23

Virou a página. O gato sobre seu ombro dormia tranquilo e aconchegado devido o balançar de cada passo do bruxo pelo quarto, era como seu berço, ao lado do necromante Nobert sentia segurança. O albino estava concentrado na leitura, buscava ampliar seu conhecimento já que já fazia dias que não recebia ordens de seu único superior, isso o deixava intediado.
Seu manto branco arrastava pelo chão de madeira, as pontas ficavam negras assim como a sola de seus pés descalços e feridos, mas ele não se importava, sequer sabia que estavam machucados. Deixava o cabelo preso para não atrapalhar a leitura, seus olhos fixos nas letras corriam pelas linhas.

Pela fresta da janela se infiltrava a luz do sol, mesmo a essa hora, a iluminação do quarto eram velas que derretiam sobre os móveis. Do lado de fora podia se ouvir passos de vez enquanto pelo corredor, mas por dentro apenas o ronronar de gatos das mais diversas raças deitados pelos cantos, eram a companhia de Prehael. As estantes de livros nunca estavam organizadas, Prehael preferia organizar seus livros por importância e uso ao invés de cor ou nomes. A mesa de alquimia estava manchada com sangue seco, estava tentando criar venenos indolores, mas alquimia não é seu forte. Espalhado pelo quarto também estavam corpos em decomposição que ressuscitava em certos momentos para o auxiliar, além de também serem a refeição dos vários felinos. Sempre evitava de deitar na cama, outros na Irmandade o invejam por seu cargo lhe fornecer um quarto luxuoso, e ainda o odeiam pela forma excentrica que o trata como se algo lindo fosse coberto por uma bagunça pessoal.

Um pequeno grão foi trazido pelo vento, este dançou em volta do bruxo até passar na frente do rosto de Nobert e faze-lo espirrar, assim Prehael perdeu a concentração, desviou o olhar para seu companheiro que bocejava. Seguiu o grão que caiu no chão deixando o livro sobre a mesa, se abaixou e o tirou do piso com o dedo indicador, aquele pequeno grão trazia certo incomodo para o bruxo que organizava seu quarto de forma pessoal. Quando percebeu estava de frente para Clauditis, se levantou olhando a fresta do caixão vazio. A quanto tempo não era ocupado por um corpo? Prehael poderia usar qualquer um para preenche-lo, mas os cadáveres que normalmente encontrava eram fracos é inúteis sendo tão fracos quanto servos comuns tornando Clauditis um peso.
Poderia buscar por túmulos em busca de algum guerreiro digno do caixão, mas qual seria suficiente? Prehael olhou para o livro que estava lendo anteriormente. "Caos". Imaginava se os heróis e vilões seriam reais, ou apenas fantasias de uma ninfa carente. De toda forma estava cansado de não fazer nada além de ler livros e praticar alquimias que sempre falhavam, não era seu melhor dom.

Lançou os olhos de volta para o caixão e sorriu decidindo mudar a rotina mesmo sem o consentimento de seu mestre, mentor e quase que pai. Puxou a tira em seu abdômen que segurava o manto branco, o tecido correu por seus braços fazendo Nobert que estava quase dormindo outra vez cair junto. A roupa branca era bela, causava boa impressão e usual para momentos sociais, mas não seria um bom momento para ela. Vestiu o manto preto com cintos e bota, por fim passou o braço direito pela alça de Clauditis e a jogou para as costas, o novo conjunto o tornava como um explorador se equipando para uma jornada.
O gato preto tentava sair debaixo da roupa branca jogada no chão, quando conseguiu seu dono já estava saindo pela porta caminhando de forma mais empolgada, Nobert ainda estava sonolento e mal conseguia andar com equilíbrio para seguir o bruxo. Desceu as escadarias indo em direção ao hall de entrada quando no último degrau tropeçou devido o salto alto. Por sorte terminou trombando com um dos membros da Irmandade que impediu sua queda.
- Rose, onde vai desatenta assim? - A mulher perguntou, poucos se dirigiam à Prehael como homem, a maioria o enxergava como mulher. - O grão mestre lhe deu uma missão?
- Sim, o grão me trouxe uma missão. - Foi irônico, mas seu sorriso era o de sempre e ninguém perceberia a diferença de tom. - E seria melhor deixar isso em segredo até mesmo dele.
Empurrou-a para o lado com leveza ignorando a mulher, mas sem machucá-la. Finalmente Nobert conseguiu alcançar seu dono e saltou do alto da escadaria para o ombro de Prehael.

Saiu pela porta da frente dando de cara com o deserto, observou o horizonte e percebeu.
- Para onde vamos mesmo? A escritora podia ter mencionado onde os corpos foram enterrados... Ou talvez eu devesse ter terminado de ler o livro pra saber se estão mortos. - Tentava encontrar um início. - O que você acha?
Perguntou para o gato ainda sonolento, nesse momento um grão passou em frente ao fucinho de Nobert e ele novamente espirrou.
- Perfeito! - Disse Prehael seguindo em uma direção reta pelo deserto.

-----//-----

Caminhava pela nevoa, uma neblina que prejudicava sua vista e fazia Nobert se agarrar mais em seu dono. O gato preto estava assustado, normalmente podia ver o redor com facilidade e prevenir ataques, mas na neblina o horizonte era próximo. Por outro lado, Prehael não sentia nenhuma diferença de ambiente, sabia que a névoa o prejudicava, mas isso não significava motivos para se comportar de forma diferente da que seria em outro ambiente.

Finalmente avista algo, uma sombra por trás da densa neblina que se assemelhava a uma cidade, talvez fosse um bom ponto para parar e observar, talvez conseguir informações e seguir adiante. Entretanto, não era um lugar abandonado e caindo aos pedaços como ruínas e restos de algo grandioso no passado. "Mas que perda de tempo... Talvez eu encontre algo de interessante pra levar comigo quando voltar, ou apenas pedras. Seria decepcionante se desperdissace mais do meu tempo." Pensava consigo.

Enquanto a maioria estava aos pedaços, uma construção chamava atenção. "Tão grande e ainda é a coisa mais inteira aqui." Observou. "Se existe qualquer raridade para encontrar, será ali." Caminhou para dentro do coliseu até se encontrar no centro desse. Olhava em volta distraído com a arquitetura, quando o felino sentiu uma presença e alertou seu dono que não estavam mais sozinhos. Uma mulher também chegara aquela cidade abandonada e vazia. " Dentre todos os lugares do mundo, por que alguém viria para cá logo no mesmo momento que eu cheguei e ainda viria para o coliseu onde eu estou? Que conveniente, parece proposital." Tirava suas conclusõesuções.

Eis que ela se aproxima de maneira inesperada; flutuando. "Então ela faz alguma coisa, isso já é suficiente para ter mais um item nas compras." Pensava em adquirir a mulher, talvez como cobaia, aliada ou qualquer coisa que pudesse tirar proveito. Ambos ficam no centro e a estranha faz uma pergunta. Prehael sorri, seu sorriso simpático e inabalável de sempre que nunca sai de seu rosto. - Que deselegante da sua parte, seria mais cordial se apresentar antes de perguntar.- O bruxo estende as mãos para o lado e abaixa o torso colocando um do pés atrás do outro fazendo uma saudação formosa. - Me chamo Prehael, é um prazer te conhecer, mas... - Ajeitou sua postura. - Vendo a coincidência de você estar aqui logo quando eu chego me faz entender que está me seguindo e já deveria me conhecer.- Neste momento as entradas do coliseu se fecham, e em seguida as laterais do ambiente desabam dando origem a lava como se a arena se tornasse uma ilha. "E agora isso, ela está não está sozinha, alguém está fechando as saídas, talvez muitos. O que querem? Me matar? Capturar? Provavelmente sabem quem sou e de onde vim para fazerem todo esse show." Pensava em respostas para tudo aquilo estar acontecendo. "Mas algo está errado, ela perguntou meu nome é sem dúvida não me conhece, será que tudo isso foi armado para ela vir aqui e morrer quando eu chegar ou isso é um blefe? De qualquer forma, certeza que se um morrer as saídas se abrirão." Tirou Clauditis das costas, o caixão vazio seria apenas peso. "Sendo assim, vamos acabar com isso."

Jogou a mão para baixo e depois puxou para cima deixando um rastro de uma aura verde. Da aura se originou um fragmento de osso, logo outro surgiu e se encaixou no primeiro, um terceiro também apareceu e se montou no anterior como peças de um brinquedo. Logo, criaturas estavam sendo formadas dando origem à um grupo de esqueletos, todos armados de espada e escudo na frente do conjurador, esceto por um que usava um arco e se posicionou ao lado de Prehael logo atrás dos demais.

Off: Magia utilizada: Tropa de Esqueletos.

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Re: Sta.Raiza X Stained B.

Mensagem por Convidado em Qui 29 Dez 2016 - 1:06

Batalha tem inicio e o jovem bruxo albino tem a inciativa, convocando tropas de esqueletos que se colocam em posição de combate, agora a ninfa que havia se aproximado do jovem agora se encontrava muito próximo, estava agora ao alcance de seus ataques. Repentinamente parte da rena desmorona, reduzindo um pouco a área, enquanto se podia se perceber ao fundo o som do vento uivar sobre a precária construção deixando o ambiente estranhamente aterrador.

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Re: Sta.Raiza X Stained B.

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