Al Han`Far

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Al Han`Far

Mensagem por Matsu em Sex 28 Out 2016 - 21:11

Nome do Personagem: Al Han`Far
Raça: Humano
Classe:  Arqueiro
Nível do Personagem: 1
Idade Real/Idade Aparente: 18/19
Altura: 1,77
Peso: 71

Características Físicas:
Branco, olhos astutos, como de águia, cuja cor é amarelo-alaranjado, como âmbar, e cabelos negros, ondulados, que chegam próximos aos ombros. O maxilar forte de um rosto quadrado, manchado por uma barba pequena, que, aos 18 anos, começa a dar os primeiros sinais. O corpo é aparentemente magro, mas com musculatura bem definida nos braços e no abdômen, característica adquirida pelo uso do arco e da espada. Gosta de se vestir com as cores vermelho, azul, verde ou amarelo-escuro. Prefere roupas leves ou esvoaçantes que o cubram da cabeça ao pé (mantos, capas, capuzes, túnicas, armaduras leves e etc.).
Personalidade:
Benevolente – Tenta fazer o bem às pessoas e lutar contra forças do mal. Leal – busca servir em algum exército, ou grupo de exploradores para servir a um comandante. Ambicioso – Está sempre procurando uma forma de ganhar e estar na frente em qualquer grupo que faça parte. Justo – Sempre analisa as situações de acordo com as leis vigentes e não toma decisões drásticas quando tem dúvidas, preferindo encaminhar o problema a outra pessoa quando não tem capacidade de resolver. Religiosidade – Acredita em algum ser místico que está acima dele, rezando todas as noites pela sua vida e pela das pessoas próximas; Desconfia de pessoas que acreditam demais na ciência ou que não tem algum deus. Pouco Paciente – Não consegue esperar muito tempo sem ficar nervoso (e demonstra claramente isso em seu tom de voz e na forma que age). Além disso, por ser agitado, prefere, na maior parte das vezes, fazer coisas sem ajuda para não ter que esperar ajuda dos outros. Vaidoso – Preza sempre pela harmonia das cores que está usando e a forma como se veste e tenta manter o rosto com uma aparência agradável.
Passatempos – Olhar o céu e as nuvens se movendo; Escalar árvores; Brincar com animais. Mania – Bater os pés rapidamente ou andar de um lado para o outro quando espera alguém; fazer muxoxo quando falam demais.
História:
I – A INFÂNCIA
Al Han`Far nasceu num pequeno vilarejo localizado no Campo de Vinhedos. Cresceu apenas com sua mãe, Lya An, e seus avós, o avô Luc An e a avó Mraq An`Nir. Teve uma infância pouco agitada. Sua mãe e sua avó plantavam em casa para comer e vender, enquanto o avô saía para caçar e vendia o que caçava para trazer dinheiro para casa. Viveu uma infância isolada dos grandes problemas do continente, por ter crescido num vilarejo pacífico.
Aos seis anos de idade, Al brincava com animais de rua, escalava árvores, brincava com outras crianças de famílias que moravam próximas. Sua vida era tranquila e ele imaginava que sua infância seria para sempre. Foi assim até que um dia, enquanto brincava com vizinhos, lhe perguntaram: “Onde está seu pai?”. Não sabendo o quê responder, disse que estava caçando. Voltou para casa logo em seguida, pois nunca tinha se perguntado onde estava o seu pai. Decidiu perguntar a sua mãe.
“Mãe onde está meu pai?”. Sua mãe estava num cercado onde plantavam e segurava uma muda de planta nas mãos. Congelou-se por um instante olhando para o filho ao ouvir a pergunta. A avó Mraq, uma senhora doce e sempre carinhosa, levantou-se como uma ave que levanta o voo ao perceber perigo. Andou rapidamente para pegar o neto no colo e leva-lo para longe do cercado e longe de sua mãe. No colo de sua avó, sem muito entender, viu sua mãe olhando para onde ele estava parado. Ela deixou a muda cair no chão e levou as mãos ao rosto. Dentro de casa, a avó lhe disse: “Meu pequeno homenzinho, você é muito novo para compreender. Quando o dia chegar, contar-lhe-emos.”, e depois voltou para a filha.
Naquele dia, sua mãe não veio cantar sua música favorita para dormir, ficou acordado por horas, olhando para o teto, com medo dos monstros que moravam dentro do seu baú de roupas. Sua mãe todos os dias abria a porta do baú e falava para os monstros não lhe fazerem mal algum. Hoje, aqueles monstros podiam lhe fazer mal. Pela primeira vez se perguntou: “Quem protege minha mãe dos monstros?”.
Foram longas semanas mau-dormidas que o fizeram esquecer dos monstros no baú. Estava convicto de que seria ele quem protegeria sua mãe dos monstros. Em seus sonhos se via forte segurando um arco com uma espada embainhada, como seu avô, defendendo sua mãe das sombras que viviam em seu baú.

II – O PEQUENO CAÇADOR
Depois de meses após o ocorrido, seu avô retornou para casa. Sempre que voltava, trazia sementes, peças de ouro e ferramentas, às vezes também trazia materiais de construção. Quando seu avô voltava para casa ficava alguns meses se recuperando antes de voltar a caçar. Neste tempo em casa, Luc e Al passavam muito tempo juntos.
Era a época favorita de Al, pois seu avô contava-lhe histórias sobre monstros, vampiros, orcs, mortos andantes, fantasmas e mulheres que seduziam os homens com o canto e depois o devoravam. Também contava sobre os centros das grandes cidades e sobre grandes guerreiros antigos, de tempos anteriores a ele mesmo.
Em um desses dias, Al pediu para que seu avô o levasse para a caça. Seu avô, rindo-se da proposta, disse que ele precisaria treinar por anos até que pudesse caçar com ele. Al, frustrado e irritado com a risada, disse que iria treinar e ser mais forte que ele um dia. Seu avô, percebendo a seriedade e convicção, coçou a garganta e disse num tom sério: “Então começaremos amanhã”.
Anos se passaram. A cada ano que passava, parecia que seu avô demorava mais ainda para voltar para casa depois de cada caçada. Em sua infância, seu avô passava no máximo 1 ou 2 meses fora. Depois, passou a ficar 8 meses fora de casa para então voltar, cada vez mais cansado que antes. Contudo, o tempo nunca lhe impediu de praticar.
Sozinho, Al praticava o que já havia aprendido antes do avô partir. Com um arco improvisado, feito de madeira irregular e uma corda de arco velha, atirava em frutas podres que estavam sendo descartados, pássaros e outros animais pequenos que andavam próximos a sua casa. Quando seu avô voltava lhe ensinava tudo que podia sobre arco e espada, e sobre o mundo e as raças que nele viviam. Ensinou-lhe também a ler e a escrever, como nunca houvera feito antes, assim como ensinou sobre a geografia conhecida por ele. Seu avô não conhecia mais do que o Vale dos Ventos e as duas cidades vizinhas. Acima de tudo, ensinou-lhe os valores de um homem.
Aos 16 anos, treinados arco e espada, além do corpo e da mente, seu avô o levou para a primeira caçada. Demoraram 3 meses, onde aprendeu sobre alguns animais e como racionar comida e água. Após a caça, seu avô o levou para Ksherna, onde vendia parte dos itens, em seguida foram para Vale dos Ventos tentarem vender o que sobrou e por fim voltaram para casa.
III – DESEJO DE FORÇA MAIOR
Desde a primeira caçada, passaram a sempre estar juntos. Até que um dia, durante uma das caçadas, seu avô, que já ostentava longos cabelos acinzentados, encontrou um homem nas redondezas de Lórien. Era antes da aurora quando o encontro aconteceu e Al ficou fingindo que estava dormindo em cima da árvore enquanto seu avô conversava com o homem. Ouvi-o falando sobre uma traição antiga e que o nome de Leroy jamais seria esquecido pela traição, e que qualquer erro seria pago com a vida, terminando com um “apenas termine o serviço”. Seu avô tentava argumentar, falando sobre a bondade e força que existia no “garoto” e que lamentava pela rejeição. Al arriscou olhar sem ser visto, mas o que viu foi uma pequena fumaça subindo após um zumbido seco. Quando olhou, seu avô estava sozinho.
Terminaram a caçada e foram para a cidade de Lórien pela primeira vez com a ajuda de um elfo. Venderam apenas um item que estava sendo carregado por Luc. Al não sabia o que era aquele item, pois estava bem embalado em uma bolsa de couro pequena. Após receber o pagamento, foram embora imediatamente, também guiados por um elfo. Depois disso, fizeram o caminho normal e rotineiro para Kshern e o Vale dos Ventos. Desde a primeira vez que estivera em Vale dos Ventos e vira um homem de armadura num cavalo de guerra com sua longa lança, sendo seguido por outros vários homens com lança que iam a pé, sentiu vontade de fazer parte do quartel para um dia ser como aquele homem, ou até mais.
Quando voltaram para casa, conversou com sua família e contou o seu desejo. Disse que após fazer 18 anos, iria para o vale dos ventos para servir como soldado e que um dia se tornaria um general de guerra, o maior, e seu nome seria lembrado para sempre. Seu avô não precisaria caçar e sua mãe e avó poderiam descansar. Quem sabe, um dia, poderia até mesmo descobrir qual era a história sombria sobre seu pai que fazia sua mãe chorar.


ATRIBUTOS:

Força:           1
Habilidade:    2
Velocidade:    3
Resistência:   2
Inteligência:   1
Balística:      3

HP: 2 x 10 + 5 = 25
SP: 10 + 5 = 15



Talentos:
- Focar [Grátis]
- Bio-Linguagem [Grátis]

Pericias de classe:
- Perícia com Arco: Nv. 3.

Perícias:
[Distribua 3 pontos gratuitamente nas pericias.]
- Pericia com Escalada Nv. 1
- Pericia com Camuflagem Nv. 1
- Pericia Medicina/ Anatomia Nv. 1

Vantagens Raciais:
- Nenhuma

Vantagens:
- Mira Avançada
- Sobrevivência (Floresta)
- Alma Pura

Desvantagens Raciais:
- Nenhuma

Desvantagens:
- Código do Criador/ Bushidô (-1)
- Código dos Heróis (-1)
- 2ª Lei de Asimov (-1)
- Intolerância: Agressão a mulheres indefesas (-1)

Estilo de luta:
Kyudo. [Grátis]

Movimentos do estilo de luta:
- Nenhum

Itens: 50 PO - (49 PO + 8PP) = 6 PP
(-10 PO) Arco: 1;
(-10 PO) Camisa: 1;
(-20 PO) Manteau: 1;
(-9 PO) Flechas: 30;
(-4 PP) Suprimentos: 1.

Magias:

Resumo de Custos:

Raça: 0 pontos.
Classe: 0 pontos.
Talentos: 0 pontos.
Atributos: 12 pontos.
Vantagens: 4 pontos.
Desvantagens: -4 pontos.
Movimento estilo de Luta: 0 pontos.
Total de Pontos Utilizados: 12
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Re: Al Han`Far

Mensagem por Ringo em Sab 29 Out 2016 - 4:10

Ola Matsu, seja bem-vindo. 




Não vejo qualquer problema na sua ficha. 






Ficha Aprovada.

__________________________________

-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






Macbeth (W.S.)

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