Minhas histórias inacabadas.

 :: Home. :: Flood. :: Fanfics.

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Stained B. em Qui 1 Set 2016 - 20:18

Aqui eu quero deixar minhas histórias que eu escrevo no word e nunca termino por falta de inspiração e vontade. Mas uma hora ou outra eu pego uma pra escrever mais um pouco ou até mais uns capítulos. Por mais que estas histórias talvez nunca venham a se tornar alguma coisa como um livro, eu gostaria de deixá-las neste tópico para nunca perde-las caso meu notebook chegue a me *****. E eu também quero deixar que outras pessoas as leem então por isso quero que elas fiquem aqui em um tópico publico para qualquer um ver ^^.

 Já aviso que algumas destas histórias possuem uma violência até que forte dependendo do leitor e uma ou outra contem palavrões, e dificilmente vai ter conteúdo sexual já que eu acho meio amador querer usar sexo pra chamar atenção do público.

 De tempo em tempo talvez apareça mais alguma história nova que pode ser muito pequena e obviamente inacabada já que eu gosto de escrever coisas longas cheias de capítulos e atos. E as vezes vou acrescentar coisas novas as para as histórias que já estão aqui.

 Obrigado. E espero para quem leia que goste ^^.
avatar
Stained B.
Herói
Herói


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Stained B. em Ter 2 Maio 2017 - 13:44

Diferente da minha fic, O Curandeiro da Alvorada que precisava de um tópico somente para ela, existem histórias curtas que também nunca terminei, essas eu poderia colocar aqui. Coisas que eu senti algo na hora que escrevi é que depois desapareceu. Para o que vou apresentar à seguir, acredito que seja um conto para certa maturidade devido ao assunto de uso de drogas, mas confesso que a princípio eu estava determinado a abordar todos os assuntos sujos do mundo e concentrar em único personagem, então obviamente teria contudo adulto da forma mais suja, macabra e angustiante possível. Enfim, caso eu continue eu possa fazer um tópico único para essa fic, até lá ficará apenas por esse início. 

 Quero deixar claro, então vou repetir: o assunto do texto aborda drogas, sendo assim eu julgo que deva ser para maiores de pelo menos dezesseis anos (+16) Desejo para os que lêem que gostem, e a propósito, o conto não possui título.




Prólogo:

 Dor. O que se lembra da noite anterior é; dor. Podia sentir as entranhas de seu cérebro pulsando, seus pulmões pesados como se tivessem preenchidos por água. A ânsia que subia por seus intestinos a jogou para cima, seus reflexos fizeram a coluna levantar para trás e os cotovelos sustentarem o torso. Eis que as loucuras que fizera ontem à noite lhe se esvaziaram de seu estômago que empurrou o ácido com saliva seca para fora.
 Lillith observou o vômito, estava tão limpo que podia ver o reflexo das suas atividades a poucas horas atrás que à deixara nesse estado. Dos furos espalhados pelos braços, além do sangue seco também escorria um líquido amarelado como óleo, porém mais denso como leite podre, as drogas haviam ocupado tanto espaço de sua corrente que agora procuravam uma saída junto com o sangue.
 As olheiras estavam tão escuras quanto a maquiagem derretida ao redor de seus olhos azuis que era quase tão escura e embaçada como a vista da mulher, tudo girava e balançava como se ainda estivesse bêbada. Lábios rosas, um tom escuro de rosa, estes estavam secos como o vermelho que escorria de seu nariz até passar sobre eles, mesmo que acabara de vomitar os lábios ainda eram secos como se o líquido não penetrasse no rosa até ela passar a lingua com cansaço e sentir o amargo do ácido. Até mesmo a lingua estava pesada, mal conseguia raciocinar, sua mente literalmente vazia não sabia onde estava, o que estava acontecendo, ou mesmo quem era, entretanto também não se importava com essas informações pois na verdade estava completamente branca.
 Fraca, deixou seu corpo cair para a esquerda, as pontas do cabelo curto se molharam no vômito, negros e lisos, seu cabelo curto formalmente enfeitava o redor de seu rosto e pescoço. Um rosto pálido como um doente, como se estivesse morrendo todos os dias e precisasse de uma bolsa de soro. 
 Seus dedos empurraram o chão, ergueram o pulso e este puxou o resto do braço para cima do sofá ao lado, um braço fino e magro tal qual o resto do corpo, parecia uma bailarina de tão magra, as costelas podiam ser vistas, a coluna era um charme, e até os ossos de seus quadris tinham seu volume pela pele. O segredo de sua magreza não era uma dieta ou sistema, Lillith não comia bem, além disso era uma viciada em qualquer coisa que possa injetar em suas veias, e ainda possuía tantas doenças que era um milagre conseguir viver.
 Agarrou o tecido do sofá, puxou o resto do corpo até conseguir sair do chão gélido para o conforto. Vestia um par de saltos, uma meia-calça escura e semi-transparente, cinta liga e um par de luvas do mesmo tecido das meias. Se parecia com uma prostituta, apenas restos estilhaçados por baixo de uma lingerie. Ergueu o outro pulso, este que mostrava antigas marcas de cortes já cicatrizados, também possuía uma algema prateada da qual nem se lembrava de ter isso em casa. Agora precisava encontrar a chave desta.
avatar
Stained B.
Herói
Herói


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Stained B. em Ter 2 Maio 2017 - 14:08

Certa vez eu fiz um paladino, este era filho de um rei, sempre gostei de backgrounds heróicos, mas dessa vez foi diferente. Eu estava jogando com outros quatro amigos sendo um deles o mestre, os outros três eram: um mercenário, um assassino e um anão bárbaro. Eu era um herói no meio de vilões. 

 E nosso objetivo era proteger uma criança, e o grupo era unido somente por esse princípio, por que proteger a criança? Os antagonistas estavam em busca dela para sacrifíca-la e consumir seu poder contido. E enquanto o grupo seguia por viagens, meu paladino tentou trazer honra para os demais, tentei ajuda-los a serem boas pessoas, porém eles queriam roubar e saquear em busca de itens melhores, por vezes fugir de batalhas, roubar ouro, galantear mulheres, ganhar XP entre outras ganâncias. É meu paladino que era uma pessoa caridosa, benevolente, honrado... Começou a mudar de opinião.
 Quando a criança foi sequestrada, fomos resgata-la em uma região sombria, enfrentamos todos os bosses restantes até conseguir salvar a criança, todavia por graça do destino ela caiu em meus braços, consegue adivinhar o que aconteceu? Eu matei a criança e roubei aquele poder que seria dividido entre os vilões da historia, d agora eu era o antagonista. 
 Em base na mudança de Neutral Good para Lawfull Evil de meu personagem, eu escrevi o seguinte texto:



 Corrupção

 Meu pai, dono do coração mais bondoso ergueu meu império, quando o vi morrer em meus braços tudo o que vi foi maldade ao meu redor. O rei caiu, seu trono agora era ocupado pelo vazio de seu amor. 
 Agarrei tudo o que me ensinou, parti minha espada, minha armadura foi estilhaçada em frente à todos. Coloquei minha alma entre todos os lados e preguei um caminho de paz, meu amor incondicional por cada ser vivo, meu choro por cada vez que desembainhei​ minha lâmina. Quantas vidas salvei? Quantos feridos carreguei? Quantos vilões tive de proteger de suas punições em busca do melhor para todos? Até para os que louvaram o mal eu dei meu coração, molhei jardins com meu sangue por salvação deles.
 No entanto, falhei com muitos, tive de escolher por lados diversas vezes, por muitas fui insuficiente, incapaz de ajudar as pessoas que jurei proteger, sendo essas todas em meu raio de visão, ou melhor, todas as que vivem nesse mundo. Mas... Não sou capaz de salvar este mundo, estou sozinho em frente ao caos e morte, ganância, inveja, ódio. As vidas que jurei proteger estão preenchidas com impurezas, com um mal que não vêem de influências, um mal que cresce deles mesmos porque eles permitem, querem ser assim como se fosse bom.
 Os que andam sobre as terras deixam seu rastro de distorção, chamam deste chão sua posse. Então lutam para terem mais, para ser melhor, buscam da forma mais suja passar por cima dos outros... É deprimente vê-los de forma tão decaída.
 São ingênuos, não conhecem o que fazem, entregamos fogo para animais e eles incendeiam casas . Me entreguei a eles, me entreguei acreditando neles, pensei que poderia uni-los, ensina-lo a evoluir... Mas... É inútil esperar uma resposta vinda de crianças. Precisam ser domesticados, guiados como um rebanho de ovelhas que segue seu pastor sem escolha. 
 Se não vão cooperar por minha benevolência, irei adestra-los a força. Perdão meu perdão pai, o trono agora é meu, a coroa refletirá a luz do sol sobre meu rosto. Nenhum pecador caminhará em meu reinado, ninguém poderá sentir o ar sem meu consentimento, minha voz é a lei. E quando sangue for derramado, não será o meu, mas dos inimigos da vida, aqueles que se opuserem sofrerão e os que possuem a maldade nos corações temerão minha espada.
 Quando meu pai morreu em meus braços, seu sangue pintou minha lâmina e minhas mãos vermelhas roubaram sua coroa.
avatar
Stained B.
Herói
Herói


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Stained B. em Sab 3 Jun 2017 - 22:25

Bem, está história é outra na qual tive um bloqueio, ela conta a história de um ex-presidiario que está preso ao governo que o usa para fazer a única coisa que ele sabe fazer, obviamente é matar, e eu sei que é extremamente clichê. De qualquer forma, eu iria chama-la de "Three Finger On A Trigger"



 

  A porta foi aberta com segurança, do lado de dentro a sala estava iluminada apenas pelo abajur, sobre a poltrona, olhando a enorme janela estava o alvo desprotegido.  O mercenário caminhou com a respiração presa pelo carpete, a única arma que trouxe para sua tarefa suja foi o silencio auxiliado pela chuva do lado de fora.
 O fio quase que invisível apertou a garganta, a vitima tentava se debater para fugir, mas seus gritos estavam abafados e já não tinha fôlego naquela idade, por fim seus últimos suspiros se esvaíram por entre seus lábios secos. O serviço estava finalizado, o mercenário pode ver bem para o rosto do homem e dessa forma perceber que era um duble, quase que um irmão gêmeo.
 Os corredores ecoaram o som de passos, uma multidão estava correndo e logo surgiu em frente à sala seguranças do prédio, homens com o dever de proteger uma enorme mente que poderia pagar seus funcionários com o pó das estrelas de tão rico.
 - Sai logo daí! – A guia chamou pelo comunicador.
 O agente então saltou contra a janela se agarrando a cortina, usou o tecido como pendulo para entrar pela janela a sala ao lado antes que pudesse cair no abismo de andares e andares. Pode ver os prédios do lado de fora, o vento tocar seu rosto em quanto era iluminado pela luz de grandes telas fixadas nos prédios. O vidro lhe causou dano, mas superficial, nada que o impedisse se continuar em pé.
 Gritos vindos dos corredores, os guardas estavam correndo para a sala ao lado. Não tinha outra direção para ir e assim que se aproximou da porta, a mesma foi aberta e viu um homem entrar bruscamente, a única coisa que pensou em fazer foi empurrá-lo para a parede, então puxou a arma do colete do inimigo e atirou per debaixo de seu queixo.
 Outros entraram na sala, o primeiro ergueu o fuzil, mas o mercenário empurrou a arma para o baixo fazendo o homem atingir o próprio pé, então percebeu outro que entrava na sala, este puxou o gatilho, entretanto o agente foi ágil puxando a arma pelo bocal mirando contra o homem anterior. Vendo que o primeiro estava morto, ergueu a pistola a queima-roupa e disparou na face do segundo.
 Um terceiro entrou com uma investida, este era grande e foi como um louco para cima do agente, o empurrou para trás com uma escopeta em mãos. Com aquele segundo, outros conseguiram entrar, encurralado passou a trocar golpes contra todos antes que pudessem disparar com suas armas. Em suas poucas chances usava a pistola na mão direita ou forçava os oponentes a se atacarem.
 Socos no estomago, chutes nos calcanhares, puxões fazendo os adversários como escudo, cabeçadas entre outras maneiras de ganhar espaço para combater todos naquele ambiente tão pequeno para tantas pessoas. Mas após a bagunça, conseguiu ser o ultimo de pé, deixando os inimigos inconscientes ou mortos.
 Podia sentir a dor, sabia que levarias muitos pontos depois daquilo. Do lado de fora se ouvia as hélices empurrando o vento, cada vez mais próximas.
 - Eu sei que esta passando por um momento difícil. – A guia dizia. – Mas...
 A luz entrou pela janela, podia ver o que estava do lado de fora.
 - Você só pode ta de zuera com a minha cara... – Respondeu. – Eles têm a porra de um helicóptero?!
 - Desculpa, não queria assustar, você devia sair daí.
 A metralhadora girou, os tiros começaram a entrar pela janela destruindo tudo por seu caminho como se fossem feitos de isopor. O mercenário saltou para fora da sala, caiu no corredor, podia ver as escadas logo ao lado do elevador, então um míssil foi disparado entrando na sala ao lado por onde o agente saltou deixando a janela destruída, este que destruiu a escadaria. Seria burrice usar o elevador e deixar ser interceptado.
 - O alvo ainda esta no prédio, esta escapando subindo para o terraço. – Ela disse, sempre com falando rápido. – Não entendo, se ele sabia que estava ai, então por que demorou tanto para fugir?
 - Eu não ia descer mesmo. – Respondeu com dor. – Estou subindo, vou pegar ele.
 Mesmo com a escadaria destruída, os escombros caíram para baixo, correu pelo corredor sendo perseguido pelos tiros do helicóptero, saltou contra vendo uma janela na direção oposta, então impulsionou o pé contra a superfície ganhando força para pular pela janela e sair para o lado de fora. Viu o helicóptero tão perto e então se agarrou em um dos patins de aterrissagem e lá se pendurou com uma das mãos.
Viu um homem se aproximar da beira do helicóptero armado, de forma rápida o mercenário ergueu a arma e então disparou, foi apenas um tiro para fazer o corpo cair no abismo de prédios. Colocou o outro braço sobre o patim de pouso, então fez força para subir em quanto a maquina fazia o mesmo. Se viu dentro do helicóptero e só viu o piloto, este se levantou do banco deixando o helicóptero subir sozinho para o alto.
 O piloto puxou uma pistola do coldre, mas o agente golpeou a mão dele antes que puxasse o gatilho e fez a arma cair. O piloto tentou usar os punhos, mas apesar do balanço do helicóptero o agente conseguiu agarrar o ataque empurrar o inimigo para fora. O mercenário foi até os controles e já iria assumir os controles quando o aparente morto inimigo subiu de volta, deveria ter se agarrado antes de cair.
 Sem medo, o piloto partiu para o ataque o mercenário respondeu da forma que conseguiu, desviou o corpo quase perdendo o equilíbrio acertando um disparo a curta distancia na lateral do capacete. O homem caiu morto sobre os controles do helicóptero, a maquina começou a girar no ar e cair, o agente tentou voltar aos controles para estabilizar, mas o balanço era forte e quando viu estava de perto do terraço, e sem outras opções saltou naquelas condições;
 Caiu sobre o braço direito, sentiu algo ranger, mas ainda conseguia mexer o mesmo apesar da dor. Logo após sentir o chão frio, o lugar se abalou com o helicóptero atingindo a lateral do prédio. De longe podia ver um segundo helicóptero chegando, mas este não era como o anterior, este não possuía aspecto de combate. Então a porta do terraço foi aberta, o agente viu seu alvo e quando o alvo viu o agente tentou puxar uma arma, mas assim que pode ergue-la, o mercenário já estava de pé com a pistola em mãos apontada para sua missão. Seus olhos eram frios, não mostrava nenhum sentimento,  não tinha nada a dizer, apenas deveria cumprir o dever e matar o homem a sua frente.
 O helicóptero de fuga chegou ao terraço, mas não aterrissou. O agente sem remorso nos olhos puxou o gatilho da arma, talvez devesse ter poupado uma bala contra o piloto, ou no meio da briga contra os seguranças, se tivesse poupado uma bala a arma teria disparado. No instante que a arma não atirou, o alvo usou a sua e atingiu o ombro do agente, disparou outra e mais uma vez fazendo o mercenário cair para trás, então correu.
 A dor era horrível, podia sentir que uma das balas estava alojada em seu estomago, outra em sem braço e a ultima passou de raspão em sua perna. Deveria ficar ali e deixar o alvo fugir, mas a vida de um assassino como ele era não deveria temer a morte, pelo contrario, a morte era sua aliada dos dois lados da situação.
 Levantou-se dolorido, então com as mãos vazias correu para o helicóptero vendo seu alvo subir no mesmo com a ajuda de outro. O helicóptero começou a subir e já estava longe do prédio, o agente mesmo assim corria ignorando todos os ferimentos, colocou o pé na ponta do prédio e saltou. No ar puxou o fio entre seus dedos, foi um pulo que entraria nos recordes de olimpíadas de tão longo. O alvo tentou outra vez disparar usando a arma em quanto o homem ao lado tentava fechar a porta do helicóptero, o alvo disparou e o mercenário foi atingido mais uma vez no estomago, dessa vez a bala saiu pelo outro lado. A porta não seria fechada a tempo, o agente conseguiu alcançar seu objetivo e o fio passou pelo pescoço, o agente continuou a seguir o salto enquanto sua arma silenciosa puxava com sigo o alvo, logo estava saindo pelo outro lado do helicóptero levando o homem com ele e assim foi.
 Os dois saíram para a queda e seguiram até encontra o prédio da frente onde atravessaram uma janela entrando numa sala de escritório, os cacos de vidro foram atirados para vários lados, o agente caiu sobre esses se cortando por diversos, sentiu suas costelas sendo quebradas no meio da queda, mas ao seu lado estava um corpo morto, sua missão estava concluída.
 - Ainda está acordado? – Perguntou a guia. – Ou você morreu?
 - Preferia estar morto. – Respondeu engasgando. – Acho que duas os três balas alojadas, alguns ossos quebrados e vidro por todo o resto.
 - Pelo menos está vivo, e vai ser pago por isso. – Tentou animar. – Você precisa tirar as balas do corpo, acha que consegue?
 - Eu tenho escolha?
 - Depois do que você fez, acho que isso não deve dor?
 - Você já teve que enfiar uma faca no próprio estomago Jen?
 - E você já sofreu pra expulsar um desses idiotas que invadem seu computador Mozzys?
 - Você é a maior hacker que conheço, se você sabe invadir sabe deve saber como expulsar.
 - Vou ver isso como elogio. – Ela se animou. – Você deveria estar enfiando uma faca em você mesmo.
 - Esta bem. – Respirou e pegou um vidro do chão. – Mas você me vai ter que dar ponto depois.
 - E você tem outra pessoa pra isso? – Ela respondeu. – Estou indo ai, adoro cuidar das suas feridas.
 Cravou o vidro no estomago e abriu a ferida até encontrar e remover a bala, então repetiu o processo doloroso até remover as três balas e finalmente poder fechar os olhos e descansar. Logo que Lizzie chegou, tomou conta das feridas de seu agente em quanto o mesmo dormia.
avatar
Stained B.
Herói
Herói


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Stained B. em Dom 25 Jun 2017 - 5:47

Acabei de escrever isso agora, ultimamente as noites estão demorando e... Pra ser sincero as noites demoram a mais tempo do que eu digo para mim mesmo. De toda forma, o que mostrarei a seguir vai explicar tudo por si. Por ter feito agora, eu peço perdão pela minha falta de revisão, mas acredito que o texto não deva ser alterado em nenhuma letra, pois ele retrata um sentimento que não pode ser trocado por uma visão técnica. Acho que estou falando demais...

QUARTO
Já se perdeu no tempo? Como se não tivesse certeza de que dia é hoje? Não soubesse o que ocorre a sua volta e onde está exatamente? Coisas pequenas de muito tempo você se lembra como se tivessem acontecido a poucas horas, enquanto outras que foram​ a minutos já sumiram de sua mente. Vivendo em looping, vendo seu dia se repetir de novo e de novo, outra vez e mais uma até escrever a data da semana passada no cabeçalho. O despertador te acorda, você se prepara, se veste e percebe que o dia lá fora está escuro, o despertador nunca tocou, mas você ouviu. Dorme quase o tempo todo, na sala de aula, depois durante a tarde e a noite não tem certeza se está acordado porque está cansando demais para se preocupar, apesar de ter descansado o dia todo como se fosse sonâmbulo, como se estivesse apenas se desligado e nunca dormisse. Mas ainda tem sonhos, sabe disso porque sempre está procurando um vulto pelo escuro do quarto e acredita que algo está a espreita todo o tempo, alguma coisa que te puxa pela coluna para fazer peso, ela rasteja por sua cama e afunda os dedos por sua garganta até te fazer vomitar suas lágrimas secas, um canto familiar que cochicha em seu ouvido todas as suas falhas, essas das quais você não abandonaria pois tem medo de perder a atenção de quem se preocupa por você. Tão egoísta, um covarde que se prejudicaria para ter a pena dos outros, não pode viver sem atenção, incapaz de buscar as próprias qualidades porque já desistiu delas, não consegue voltar atrás para recupera-las. Está arrependido por não aproveitar o tempo que se foi, e por isso acredita que não vale usar o tempo que está por vir pois não vai tirar proveito total dele como um todo. Ninguém pode morrer duas vezes, sabe disso? Ninguém pode viver duas vezes, deveria ter previsto isso quando o fez, quando olhou uma criança impotente no reflexo invertido da Leonoff pela metade, transparente como veneno e seco como asfalto, você virou a garrafa e ela virou você. Mesmo no escuro, a vista ainda criava suas curvas, desenhava silhuetas pelas paredes que já estavam distante de suas mãos. Consegue escutar quando ela te manda ir dormir? Por que você não vai? Está alcoolizado e cansado, iludido por seus olhos, com o corpo pesado devido os demônios por suas costas, então por que seus dedos ainda escrevem? Por que você não puxa mais uma vez o fio contra a pele e faz o vermelho gotejar até te fazer dormir? Parece que o relógio vai parar de novo, boa noite.

avatar
Stained B.
Herói
Herói


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Minhas histórias inacabadas.

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 :: Home. :: Flood. :: Fanfics.

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum