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Campanha: A guerra de sangue

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Dom 25 Set 2016 - 0:50

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil,  Stained B, Evelyn, di'Leviathan, Wolfanger, Lord Death, Cloud e Thordin Ironhammer

Alguns dos soldados pareciam tensos pela presença das duas criaturas, tanto a ressurgida, quanto a vampira pareciam estar dispostas a entrar as forças de Pejite cada uma por seus próprios motivos: - Bem se estas dispostas a se responsabilizar não têm nada a fazer aqui. Estaremos prontos para qualquer eventualidade. – Então os guardas reais se afastam do grupo, alguns deles olhavam de forma desconfiada para o  estranho grupo que se formara entorno da fogueira. Os demais companheiros de acampamento retornam para seus afazeres. Depois de algum tempo um silencio toma o acampamento do reino de Pejite, grande parte de seus companheiros no exercito já se encontravam dormindo, fazendo um silêncio tomar o ambiente, quebrada apenas pelos sons dos grilos. Mas aparentemente aquela noite reservava muitas surpresas para o grupo que agora estava alerta pelas presença das duas.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Dom 25 Set 2016 - 11:34

Não muito distante de Pejite, Morte vagava buscando mais possíveis aliados para sua causa, servos que lhe fossem úteis para se juntar a Irmandade e leais a ele. Estranhamente conforme andava pela região sentia-se confortável, uma nostalgia parecia surgir a cada passo de algo muito familiar, já havia inúmeras vezes presenciado tal fato, as energias que estavam fluindo para aquela direção, se acumulado, era sinal de que mortes iriam acontecer, muitas mortes. 


Suas suspeitas são confirmadas conforme vê cinco de suas valkirias voando para a região, algo raro de se ver, pois apenas uma era responsável por vários quilômetros e quilômetros, sendo até territorialistas nesse assunto. Decidiu convocar uma delas para confirmar suas suspeitas e assim ela fez, desviando de sua rota para informar ao antigo Deus que haviam sido convocadas pois seus serviços seriam necessários no local. 


Apenas uma coisa mudava tal arranjo, a morte de figuras importantes, provavelmente, uma grande batalha ou guerra estava se formando no horizonte. 


Decidiu partir para investigar suas suspeitas seguindo o fluxo de energia, seguindo dia e noite,  se alimentando no caminho de animais e árvores por onde passava pois queria ter todas as suas forças quando chegasse ao local,usando seu teleporte sempre que possível para percorrer grandes distâncias rapidamente e sempre que necessário refazendo suas runas, carregando duas de cada tipo. 


É foi a noite, no meio da mata, que justamente avistou o que parecia ser um acampamento militar. Percebeu os soldados adormecidos, alguns se revirando pelo frio e desconforto que Ele exalava ao se aproximar silenciosamente, um hábito dos velhos tempos... 


Percebeu que uma fogueira estava acesa e parecia haver movimento nela, quem sabe alguns insones que evitavam adormecer ou deveria supor que não precisavam? Seria interessante se aproximar deles, ter esse primeiro contato para entender um pouco a dimensão do que estava para acontecer ali. 
Iria andar e se aproximar o quanto permitissem, pretendia falar com eles e não com todo o acampamento ao mesmo tempo, então teria que se aproximar o suficiente para manter sua voz controlada. Decidiu ir andando pelas sombras, com passos leves para evitar barulho, mas sem se esgueirar, mantendo uma postura imponente pois não era do tipo que agia como um bandido mas sim como autoridade. Assim que fosse suficiente, o percebessem iria falar de forma polida, educado e calmamente, num tom mais suave confirme sua constante educação que tinha. 


- Boa noite mortais. Não precisam atacar, vim apenas conversar. Acredito que ja sabem quem sou mas não vim aqui por vocês, ainda não é a hora. Existe alguém de muito prestígio neste local, não? Um governante de prestígio ou herói talvez? 


Sua presença era ameaçadora, rodeado de uma aura negra gélida capaz de enfraquecer o brilho e calor da fogueira, surgindo sons errático semelhantes a gemidos de fantasmas. Era seu primeiro contato ali e iria dar uma olhada nos integrantes ali, já podendo perceber que alguns deles pareciam impregnados com bastante energias negras. Preferia não demonstrar nada, primeiro iria avaliar bem e compreender sem tirar conclusões precipitadas. 


Caso tentassem lhe atacar, imediatamente erguerá um morto vivo na direção que o ataque vier, com armadura e um grande escudo, mas sem arma, para deixar claro que não iria atacar, apenas se defender caso necessário. Caso ocorra o ataque, imediatamente responderá calmamente a quem tentar mas sem hesitar. 


- Por favor, não subestime sua própria inteligência, você foi capaz de ouvir e entender o que falei, não?


Spoiler:
[Caso seja atacado, irei usar o talento e criar um morto vivo para absorver o ataque, com estatisticas: R8 / 80HP (necromancia 3+10SP =8 pontos)]
 



[off: olá a todos, oficialmente estou me juntando a campanha, logo pego o ritmo de vocês rs] 
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Dom 25 Set 2016 - 17:48

@Drinaar sente uma aura negativa se aproximar e percebe que pela situação do momento caso entre mais uma pessoa sombria pode causar uma confusão, e sabe que a função de um líder é apaziguar, mas ele não é o líder dessa missão e, sim, a garotinha.



- Dikrain Kuji'in Dmiaoffeitsklpint'r Jamieotysafsf Strikinir Jaspikiliani.



Tradução: Sinto uma aura negra vindo. Liderar não é comandar e sim olhar pelo bem de todos do grupo para o bom andamento da missão. Irei contigo na direção dessa aura maligna, mas é você que irá falar com essa pessoa.

@Drinaar puxa a Júlia e leva para a direção de LordDeath.
- Boa noite mortais. Não precisam atacar, vim apenas conversar. Acredito que já sabem quem sou mas não vim aqui por vocês, ainda não é a hora. Existe alguém de muito prestígio neste local, não? Um governante de prestígio ou herói talvez? 



- Na verdade, eu não faço a mínima ideia de quem você é! Mas isso não importa, não é mesmo? - diz Drinaar fingindo não conhecer o ser em sua frente - Se tem uma pessoa que pode responder a sua pergunta é a nossa líder aqui.
-Drinnar coloca Júlia a sua frente, uma garotinha ruiva de aproximadamente cinco anos.

"Quero ver como se sai dessa Júlia! Aprendi em minha vida que não podemos confiar em ninguém a não ser em nós mesmos. Traidores existem em todos os lugares, e, talvez existam pessoas com interesse maior. Mas talvez você tenha capacidade para ser líder ou talvez não. Mas eu preciso saber se é capaz de ser líder. Será a senhorita capaz de liderar?"



@Drinaar olha novamente para o novo ser de forma extremamente séria. Depois olha para Júlia e sorri.



- Kirshoan Júlia Kirshoan
Tradução: Coragem Júlia, coragem.

Magia utilizada:(Para que os membros do grupo não fiquem com medo)
Coragem Mágica
Essa magia quando utilizada, faz com que todos os aliados não sintam medo de nada, fazendo com que todas as fobias que seus parceiros tenham sejam eliminadas durante o momento que ela é mantida.
Duração: Sustentável 
Efeito:Concede + 2 em qualquer teste contra intimidação e fobias em todos os aliados. 
Custo: 10 sp + 3 por turno


Última edição por brunotenan em Seg 26 Set 2016 - 18:38, editado 1 vez(es)
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Thordin Ironhammer em Dom 25 Set 2016 - 23:51

Ja era de tarde, quase noite quando Thordin chega enfim ao acampamento do exercito de Pejite.
O cheiro de bosta de cavalo e lama fresca ja nem o incomodava mais,
afinal a viagem de Ksherna até aqui foi longa o suficiente para que ele se acostumasse.

Thordin fora inicialmente contratado como assistente de ferreiro, e fora incumbido de afiar as armas dos recrutas que ali se encontravam enfileirados aguardando que suas armas fossem entregues.
Uma após a outra as armas eram entregues nas mãos dos recrutas, alguns deles o agradeciam outro apenas pegavam as armas e saiam e alguns poucos nem sabiam como maneja-las.

"Pobres guris... infelizmente estes serão os primeiros a morrer...." pensou Thordin.
E o serviço estendeu-se pelo resto daquela tarde.

Já era noite quando Thordin terminara seu serviço,
Um oficial que supervisionava o trabalho daquela área lhe disse:

Oficial: -Você deve ser o Thordin....., Suas ferramentas estão prontas, foram colocadas próximas daquela fogueira e a sua barraca e a 378 fui claro? (apontando com o dedo para uma área iluminada com algumas barracas em volta)

Thordin: -Como o dia "Paisano"... Vou arrumar tudo e de manhã começarei "de vereda"!

@Thordin despede-se do oficial e caminha rapidamente ate o local indicado e a poucos metros do local ele avista uma pequena garotinha e um Draconato e logo após sente uma sensação ruim...
e ao chegar escuta alguém ou alguma coisa falando:

- Boa noite mortais. Não precisam atacar, vim apenas conversar. Acredito que ja sabem quem sou mas não vim aqui por vocês, ainda não é a hora. Existe alguém de muito prestígio neste local, não? Um governante de prestígio ou herói talvez?

Observando aquele estranho ser que se aproxima e a movimentação do Draconato e da pequena garota, Thordin mantem-se alerta caso o estranho ser tente algo...

"Porque o Draconato esta colocando a pequena guria na frente?, sera que este Draconato é tao "capão" assim hahahaha (da uma pequena risada)"


@Thordin Começa a arrumar suas ferramentas prestando atenção no Draconato, na garota e no ser estranho que acabara de chegar


Última edição por Thordin Ironhammer em Ter 27 Set 2016 - 3:23, editado 1 vez(es) (Razão : desculpe minha falta de atenção aos detalhes!)

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 26 Set 2016 - 11:02

Júlia sente algo diferente vindo dela. Uma energia que lhe enche de coragem e pulsa suas veias, algo que ela nunca sentiu antes, e pelas palavras do draconato, Júlia sabe que de certa forma, é ele que está fazendo isso.

"Mas por que ele está me ajudando? Se ele me jogou aos leões a pouco, agora me ajuda? Realmente não entendo essa raça. Mas não nego que sinto curiosidade para saber mais sobre eles. Será que ele é o único sobrevivente? Será que existem mais deles?"

Júlia ao olhar percebe um ser pequenino perto dela, mas sabia que o ser se tratava do anão contratado pela rainha para forjar armas.

"Incrível, ele é quase do mesmo tamanho que eu, mas ele tem uma grande diferença. Ele é feio."

"Anões são criaturas subterrâneas! Ninguém enxerga numa caverna escura, eles não precisam ser bonitas!


"Mas o que é aquilo com uma aura negativa se aproximando? Isso está ficando realmente perigoso!"

"Deixe eu tomar conta de seu corpo! E ficará tudo em segurança!"


"Eu disse que está ficando perigoso, não que eu estou com medo! Cala a boca Saphyra!"

Júlia chega perto do ser estranho e o olha em seus olhos.
- Boa noite mortais. Não precisam atacar, vim apenas conversar. Acredito que já sabem quem sou mas não vim aqui por vocês, ainda não é a hora. Existe alguém de muito prestígio neste local, não? Um governante de prestígio ou herói talvez? 


- Primeiramente, eu gostaria de saber o que pessoas como você o faz aqui? - Júlia gostaria de saber como estava tão ousada a ponto de responder daquele jeito para um ser conhecido por ter a morte de uma pessoa em suas mãos, afinal era o Deus da Morte - Em segundo lugar, pessoas como você aqui não são bem vindas, e além do mais como posso saber se a sua pessoa é de confiança se é a primeira vez que te vejo em toda a minha vida. Mas se veio aqui para nos ajudar, saiba aqui que eu sou a líder e liderarei todos rumo a vitória. 

Júlia olha com seu olhar sombriamente frio para que Lord Death entendesse que ela não estava brincando.

- Caso veio aqui com o objetivo de fazer com que meu grupo perca a batalha, não sairá daqui de forma agradável, ou seja, se não veio para ajudar, peço que se retire imediatamente daqui. Mas diga-me, tem capacidade para derrotar um usurpador de tronos com essa foice? Ou será que tem medo da morte?

Júlia gargalha e olha para Thordin de forma séria.


- Você deve ser Thordin! Eu sou a guarda real da rainha Pietra e a líder dessa missão.


Júlia olha novamente para Lord Death.

- Meu nome não lhe interessa, porém lhe interessa saber que eu sou a guarda real da rainha de Pejite! E não deixo qualquer pessoa chegar perto dela, para a própria segurança dela. 

Júlia olha para o draconato.

- Jian'ik klirnia'lin Trikin!(Irei pedir para a guarda reforçar aqui em volta.) 


Júlia olha para Thordin.
- Thordin, venha comigo, irei apresentar você aos membros do grupo!


Júlia pega Thordin e o apresenta para o grupo.




- Esse é Thordin! A rainha de Pejite tinha me falado que ele viria para nos ajudar. Ele é responsável por cuidar de nossas armas e armaduras. Percebo que terei que pedir para os guardas reforçarem o perímetro além de nós. Não quero mais nenhuma pessoa entrando sorrateiramente em nosso território.



Júlia procura por um guarda acordado e explica o que está acontecendo e pede por reforços na área na floresta e reforços para a rainha. E então volta até a floresta onde todos estavam, exceto o Youkai que ela tinha visto se distanciar, e, apesar de poder segui-lo, ela não o fez.


Última edição por juliamoreira2004 em Ter 27 Set 2016 - 12:41, editado 3 vez(es)

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Wolfanger em Seg 26 Set 2016 - 13:56

Após andar por alguns dias tentando encontrar aquela fenda que tinha lhe chamado a atenção, Volg percebeu que estava indo para outro lugar, quando estava para retorna ouve ao longe algo que lhe chama a atenção e novamente não resisti a sua curiosidade. Ao se aproximar avista um acampamento " parece que irá começar uma guerra por aqui, já que estou por aqui vou procurar algo pra comer ", usando sua Furtividade procura uma entrada e tenta encontrar alguma roupa de soldado para poder se misturar.

"Depois de comer irei obter alguma informação sobre o que está acontecendo por aqui". Andando pelo local avista um grupo bastante exótico e sente uma sensação desagradável vinda de um dos integrantes, "aquele cara estranho não me parece boa gente, além de ter falado aquelas coisas, quem diabos ele pensa que é? É bom ele não me incomodar porque se não eu roubo sua perna, isso iria ser muito engraçado. Mas olha só... porquê diabos tem uma garotinha nesse lugar e além disso aquele lagarto disse que essa menina era sua líder  (Volg tenta segurar sua gargalhada) bom parece que esse grupo me chamou bastante atenção vou permanente por aqui e observar de um bom local."
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Seg 26 Set 2016 - 18:43

Ao que parecia algo absolutamente normal naquela noite, mais e mais estranhos adentravam o acampamento. Dessa vez era um ser tenebroso que emitia uma energia assombrosa, o que sugeria que ele fosse o emissário da morte a ceifar a vida dos incautos, mas felizmente, não era esse o caso. Além disso, ele procurava um governante prestigioso ou um herói e o garoto entendeu que não se tratava dele, pois não sabia se tinha algum tipo de prestigio, afinal sofria de amnésia, e também não se considerava um herói mas sim um tipo de emissário da justiça.

– Curioso, o que um ser como ele quer conosco? Está apenas procurando alguém, de passagem, veio nos prejudicar ou veio nos ajudar? – Pensou se perguntando se ficaria feliz ou triste de lutar ao lado da morte caso o indivíduo estivesse no local pela última opção.

Observou o draconato que parecia se divertir empurrando Júlia para mais uma situação difícil. Em seguida, o efeito negativo da aura do esqueleto de súbito fora neutralizado por uma espécie de magia e Nil estranhou esse acontecimento, pois era com certeza fruto de uma magia. Influenciado pelo efeito do poder, o garoto tomou mais inspiração e se dirigiu ao esqueleto.

 – A líder tem razão, e para mim você parece a personificação da morte, do caos e da destruição, é difícil acreditar que veio aqui por nobres intenções. Mas se o seu objetivo é espalhar o caos sobre o tirano, valerá entre nós o provérbio "o inimigo do meu inimigo é meu amigo" – disse para a nova companhia da noite.

Voltou a olhar para o draconato que falou com Júlia numa lingua que ele não compreendia. Ficava se perguntando de que região pertencia o dialeto, mas o real motivo de prestar atenção nele não era esse. Na verdade, há algum tempo estava interessado na história que ele havia contado a respeito da reconstrução do seu clã, que pelo que o relato indicava, era um clã voltado para o bem.

– Você, fale-me mais a respeito do seu clã. Você explicou bem a história, mas não os objetivos. Quero saber todos os ideais do clã, o que irão desempenhar em Zephyr? Como interpretam a palavra "justiça"? Como tratarão outros clãs ditos malignos? Farão uso da força quando necessário para preservar a paz?Perguntou ao draconato em voz baixa.


Continuou onde estava, um pouco próximo do draconato e da Júlia e olhou de relance para um anão, uma raça facilmente reconhecível, arrumando algumas ferramentas. Tentou adivinhar se o baixinho já estava ali ou chegou de forma sorrateira, não encontrando a resposta. Talvez ele estivesse ali para se juntar ao grupo que não parava de crescer. Aliás, ressaltou a si mesmo que o grupo assumia uma boa estruturação, pois incluía membros de todas as especialidades, seja magia, ataque a distância, ataque a curta distância, entre outros, e isso reforçava a sua confiança no êxito da equipe na expedição.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Seg 26 Set 2016 - 21:45

 A pequena conseguiu cuidar da situação, Prehael ainda esperava a resposta da vampira, mas sua atenção foi puxada para o discurso motivacional de Julia, para o bruxo foram palavras em vão devido sua antipatia com sentimentos carnais, nada diferente de quando presenciou o discurso da rainha. “Até poderíamos reforçar o patrulhamento, mas se nós não somos suficientes para nos proteger dessas invasões então porque os simples soldados de Pejite poderiam?” Pensou em resposta a idéia de Nil.
 
 Maximus se levantou, era visível que estava orgulhoso da pequena garota, e Prehael não pode deixar de notar a forma que ele olhava para a vampira. O próximo movimento do mintotauro porem, foi surpreendente, o bruxo jamais espera as palavras de Maximus ainda mais daquela forma sorrateira. “Então ele quer nos proteger? Pois que seja.”. O andrógino sorri de olhos fechados, e responde Maximus com seu sorriso simpático – Minotauro, eu aceito. – O bruxo não pode deixar a oportunidade de usá-lo a seu favor. – Será meu escudo em meus dias de temores e minha espada em minhas noites de ira. – O andrógino ergue umas de suas mãos, trás seus dedos para os lábios e então manda um beijo para seu protetor.
 
 O sorriso do bruxo foi desfeito, o ambiente estava diferente, mas não estava estranho, pelo contrario, estava familiar. A morte estava no ar que percorria seus pulmões, até mesmo a fogueira mudou seu fluxo. “Lich... e não é meu mestre, então quem?” Pensou com sigo mesmo, Nobert estava respirando mais rápido, estava com medo, Prehael trouxe os dedos até seu companheiro e o gato conseguiu se acalmar com a segurança de seu dono.  Talvez se não fosse seus anos vivendo ao lado de uma criatura sombria como Azetlor o albino não teria sentido aquela energia com facilidade, era como estar de volta e respirar o oxigênio da irmandade.
 
 Prehael avistou a origem daquela energia, e mesmo apesar da imponência da criatura, o bruxo não se intimidaria devido sua falta de sensações mortais. Mas pode sentir o magia do draconato, percebeu sua essência correr pelo ambiente e trazer alguma vontade para dentro de seu corpo. Olhou para a palma da mão, o feitiço da Marca da Espiritualidade corria por cima de sua pele albina.
 
 “ Parece que Julia está se adaptando rápido a liderança... Espera, o que? ” Olhou para baixo, entre todos estava uma pessoa nova, um anão. “De onde ele veio? Não tem como eu ter deixado isso passar, eu estava observando tudo até agora então como?!” Prehael encontrou uma falha, por fora apenas observava, mas por dentro ele se questionava como foi capaz de permitir errar, como foi capaz de não perceber aquela coisa tão pequena passar. “Isso foi um teleporte, não tem outra explicação, ou ele estava invisível, talvez tenha sido uma ilusão, como? Eu não cairia em ilusões, eu sentiria algo mesmo que invisível ou pelo menos notaria o teleporte.” O bruxo se torturava tentando encontrar sua falha para corrigi-la. Mas logo as palavras de Nil o lembraram do que era mais perigoso no momento, o lich que acabara de chegar era visivelmente uma criatura maligna “Por que ele se uniria a uma causa pela rainha de Pejite? Está mais que claro que lichs apenas sabem devorar a vida por onde passam, todos sabem disso.”

 - Inimigo do inimigo? Mesmo que ele possa nos ajudar e não tenha interesse em nos machucar, se ele for uma criatura que anseia por destruição e morte, então nós não podemos permitir que este lich ande por aí. – Dizia para todo o grupo. – Lichs são devoradores de vida, são perigosos assim como vampiros ou ressurgidos. – Apontou para a garota encapuzada. – E se são do mal, se podem causar danos as pessoas deste mundo então é dever de um herói impedir que criaturas assim caminhem. Diferente dos que já estavam aqui que são tão puras que conseguem brilhar, esses três que passaram por nossas defesas possuem uma energia sombria e uma fama de caos dada por sua espécie. – Prehael tentava conscientizar os demais do perigo. – Mesmo que eles não queiram nos machucar, eles iram machucar outros e eu sei que para alguns aqui isso seria imperdoável pois somos mais do que um circo ao redor da fogueira, somos os heróis que salvarão Pejite.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Ter 27 Set 2016 - 0:32

Distante do grupo, Rohan nem imaginava as situações e diálogos que ocorriam em volta da fogueira, pois voava em alta velocidade para descobrir futuros problemas em que a trupe poderia sofrer no dia seguinte pela estrada. Lá de cima, ficaria observando e escutando tudo ao seu redor para prever quaisquer eventualidades que possa prejudicar a todos enquanto voava no céu noturno.

Bandidos, ladrões, assassinos... Emboscadas, armadilhas, tocaias... Carruagens, caravanas, transportes... - Pensava enquanto voava na forma de morcego. - Quem sabe eu não encontre também o acampamento inimigo? Isso já seria de grande ajuda para realizar um ataque surpresa... Ou até mesmo ouvir informações importantes de onde o regicida manda suas ordens.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Ter 27 Set 2016 - 21:07

Os guardas se dispersaram. Grathug ficou levemente decepcionado, os membros de seu Clã teriam matado os intrusos sem pensar duas vezes, por isso já esperava por alguma luta por partes deles, mas, não aconteceu. As coisas não ficaram quietas nem por um minuto,pois mais um se aproximava, era o mais esquisito de todos presentes, seu cheiro era nostálgico, algo que o lembrava de seu passado. E quando viu o seu esquelético seus músculos não se mexiam e seu olhar por debaixo da máscara era fixo. "E-ele? !". Falou, estava se lembrando do dia em que caiu no castelo de um ser esquelético quase idêntico ao atual, sentiu medo mas depois seu medo se esvaiu e raiva e ódio entrou em seu lugar. "Hehehehehehehe". Morfeu ria enquanto presenciava a situação em que Grathug se encontrava. Alguns já haviam se comunicado com o demônio, após ele avançou correndo atropelando quem estivesse na frente, acabando por esbarrar com força em Pherael, sem querer. Como defesa o monstro evocou um servo com um grande escudo, e sem arma. Grathug continuou sem parar batendo com força no escudo querendo derrubá-lo. "Maldito demônio! Nunca o perdoarei pelo que fez naquele dia dentro do Sul castelo sombrio! Vingarei minha família e meu Clã com sua morte!". "Orcs...muito ruins de memória". Falou Morfeu,  porém Grathug mal o ouviu pela raiva.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Qua 28 Set 2016 - 2:11

Em meio a tantas pessoas falando com ao mesmo tempo, Scarlet não sabia qual delas responder primeiro então tudo o que fez foi ficar quieta ouvindo.

O albino a questiona, porem a vampira só o ignora, afinal ela não precisava prestar contas com alguém abaixo do líder do pelotão. O minotauro antes adormecido, acorda durante a conversa de Júlia com os guardas e faz uma proposta inesperada a todas as mulheres ali presentes, pedindo para que tornassem suas esposas.

[Pensamento]: - Ele não é o que eu chamaria de "meu tipo", mas é melhor mantê-lo por perto pode vir a ser de alguma ajuda - Pensa a vampira enquanto correspondia o sorriso do minotauro com uma piscada de olho.

A pequena menina consegue dispensar os guardas, que vão embora, mas parecem não terem engolido o fato de Scarlet e a menina cheia de suturas negras estarem ali.

[Pensamento]: Você só pode estar de brincadeira, não acredito que esses guardas não me reconheceram. Ah, que seja é culpa minha mesmo, quem manda ser tão reservada - A vampira pensava desapontada com sigo mesma, enquanto os guardas sumião na escuridão da noite.

Pouco tempo depois uma energia sinistra surge em torno do acampamento, algo sufocante e medonho, que começava a ficar mais e mais perto vindo em direção do acampamento. Scarlet intrigada com aquilo, fecha os olhos para se concentrar e tentar localizar precisão a direção daquela energia maligna. Sem mais nem menos, uma voz surge por entre as árvores chamando a atenção do grupo.

[Pensamento]: Essa criatura, já ouvi falar dele, lembro que o coveiro de Pejite me contou uma vezque existe um ser desalmado, privado de seu descanso eterno que vaga pelo mundo matando a todos, também conhecido como "O Deus da Morte". Pensei que era só uma história para assustar os outros. - Scarlet relembrava as palavras do coveiro enquanto olhava para o ser esqueletico.

Mais uma vez Júlia escoltada pelo homem lagarto põem-se a frente do grupo e tentam descobrir o que aquela criatura queria do grupo. Interessada pela criatura, a vampira continua a observar a situação, tendo sua atenção desviada por Júlia que olhava insistentemente para o acampamento dos guardas.

[Pensamento]: Essa garota realmente vai ser uma grande líder, eu não teria sangue tão frio a ponto de ignorar um ser do porte do "Deus da Morte", não espera eu tenho sangue frio, bazinga- Scarlet se distrai com seu trocadilho mental que não percebe o anão se aproximando da fogueira. Quando volta para o mundo, vê um anão ao lado de Júlia, que o apresentava para o grupo, pelo que parecia o ser era um ferreiro que estava ali para auxiliar o grupo.

[Fala]: - É um prazer conhecê-lo Thordin, sou a arquiduquesa de Pejite, me chamo Scarlet Di'leviathan, mas pode me chamar só pelo primeiro nome se preferir - diz a vampira com um sorriso para o anão.

O albino inconformado com a chegada de Scarlet e os outros, começa a falar como éramos perigosos, sombrios e era inevitável que machuqueimos alguém e tal ato seria imperdoável para alguns ali presentes. Ouvindo isso Scarlet não conseguia ficar calada, não por raiva, mas sim pelo preconceito dele para com os outros, todavia antes de pronunciar um mísero "a", o Orc avança atropelando tudo a sua volta, Scarlet recua para não ser atingida ela coisa que tentava atacar o lich que invoca um protetor para defendê-lo.

[Pensamento]: Pessoal agitado - Scarlet pensa se afastando um pouco do grupo, senta embaixo de uma árvore próxima, pega o saco de bala em sua bolsa e começa a saboreá-las enquanto observa a confusão e tenta elaborar um perfil sobre cada integrante daquele grupo.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Qua 28 Set 2016 - 11:17

Maximus recebeu um sim como resposta do bruxo, além de receber um positivo da vampira com uma piscada de olhos. Logo após isso, sentiu uma energia negativa imensa vindo de um lugar e viu um orc louco passando por ele atropelando tudo e todos que estava a sua frente. Maximus apenas desvia para o lado e olha para trás para ver o que está acontecendo.

"O que é que está acontecendo!"

Maximus reconhece aquela pessoa. Era o Deus da Morte! Sua Deusa havia falado sobre ele. Mas o que um ser como ele está fazendo aqui? Ah! Você não irá buscar ninguém daqui, não antes de eu terminar minha missão.

"Mas que coragem essa garota tem! Ela tem o meu respeito! E se ele é o Deus da Morte, por que eu não estou sentindo medo diante da morte? Todos temem diante da morte, não é mesmo?"

Se não fosse a magia do draconato, Maximus jamais atacaria um Deus, principalmente um daquele porte.

Maximus sai correndo na direção do Deus da Morte e o ataca com toda sua força com o cabo de seu machado com o objetivo de derrubá-lo ao chão e pressiona o cabo sob o peito do Deus da Morte.

- O que um Deus está fazendo entre os mortais? Atena, me disse que deuses não devem se meter em assuntos mundanos. Então, o que está tramando? Diga-me ou será o seu fim!

Máximus se surpreende com que acabara de falar. E olha para a garotinha e sorri.

- Não se preocupe Júlia, eu sempre serei seu escudo.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Cloud em Qua 28 Set 2016 - 19:05

Nos arredores de Pejite, Cloud acaba sentindo um mau pressentimento, algo não certo que estaria por perto.

O jovem logo rumou para a cidade, vendo uma discussão muito peculiar, uma ossada, sim OSSADA, conversava com um grupo de soldados. O que chamou a atenção do mago. 

Na noite fria, aquele acampamento militar estava bem movimentado naquela noite e um jovem de aparencia não suspeita passava desapercebido, mesmo com seu enorme jarro nas costas. Poderia ser um vendedor, um mensageiro, ninguem ia notar mesmo.

Pejite estava em apuros, dava pra ver. Cloud ouviu cada palavra dita ali. A guarda da rainha tinha de ser ajudada, então Cloud se ofereceria de bom grado, assim foi interrompendo a conversa alheia.

-"Ora ora, a morte bate a porta.... neste caso, o acampamento..."

ja estava rindo, de braços cruzados a esquerda do Morto vivo com um ar de moleque no rosto.

Voltou sua atenção para a líder ali, Julia. Ouviu seu nome em meio as conversas e sabia que ela era a chave para ter um prato de comida no final do dia.

-"Acho que na situação atual, não deveriam criar novos inimigos, deveriamos nos unir. Ahhh sim, eu também gostaria de ajudar."


O jovem mago jogou os braços pra cima, deixando as mãos descerem por trás da cabeça, descansando na nuca, ficando bem relaxado.

-"A propósito, sou Cloud, ao seu dispor."
Disse com um sorriso carismático nos lábios, encarando Julia e ignorando os outros membros do grupo.

Desculpa a demora galera, estava enrolado no trabalho. Mas minha introdução foi meia-boca, espero que não se encomodem
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Evelyn em Sex 30 Set 2016 - 0:11

Estava em seu canto sem fazer um pio observando o desenrolar dos fatos, chegando a ficar entediada. O Minotauro colorido chegou e ainda a pediu em casamento, ela não respondeu e nem emoção expressou, apenas ficou em silêncio. Repulsivo, nem viva e sã me casaria com ele. 
Mais conversas e bagunça, o que acabou por chamar os guardas, Evelyn tenta parecer normal para não levantar mais suspeitas a ela. Esse cheiro...cheiro de morte. Pensou, e realmente era de morte, um outro lich que ela desconhecia se aproximou, o chamaram de Deus da morte. Alguns foram falar diretamente ao ser, já o Orc e o Minotauro foram pra cima sem dó. Esse grupo tem tudo para dar de errado. Evelyn observa o homem/mulher, estava confusa, que era um gato. Ela..Ele. .deve ser o associado..mas como me comunico?. Evelyn pensou e teve uma idéia, coloca uma de suas mãos para trás, levemente para não chamar olhares curiosos, e mais embaixo da árvore onde se apoiava usa o pouco que sabe de magia e faz uma marca do símbolo de sua ordem na casca da árvore, uma pequena marca sutil. Ela se afasta da árvore onde estava passando por seu suposto associado, olhando de relance ao passar do seu lado, e se sentando ao pé de outra árvore oposta, coloca suas armas ao lado e continua observando. Esse lance de não poder durmi chega a encomodar...
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Seg 3 Out 2016 - 0:52

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil,  Stained B, Evelyn, di'Leviathan, Wolfanger, Lord Death, Grathug, Cloud e Thordin Ironhammer
 
Rohan voa para alguns metros do grupo entorno da fogueira indo para um galho de arvore onde poderia aterrissar fora dos olhares dos demais companheiros onde tinha uma boa visão dos arredores. Enquanto isso, durante o combate entre o lich e seus atacantes, onde os golpes desferidos pelo orc e seu companheiros e bloqueado pelas invocações do necromante, frustrando a tentativa de ataque dos dois. Agora o grupo se encontrava mais calmo, enquanto se podia observar a noite cálida bainhada pela luz do luar sobre o acampamento. Repentinamente se ouve o som de um sino, um movimento anormal seguido por gritos dos guardas, aparentemente estavam sobre ataque das forças inimigas que avançavam contra as unidades de Pejite. Eram soldados muito bem organizados que avançavam de forma ordenada enfrentando de pé de igualdade as forças da monarca de Pejite. Com armas em pulho vinte destes invasores avançam contra o o grupo os cercando de forma organizada para evitar qualquer tentativa de sair de onde se encontravam.

inimigos :
Soldados de Simon

Hp:40/40

Força: 3
Habilidade: 3
Velocidade: 4
Resistência: 4
Inteligência: 2
Balística: 0


Última edição por Azetlor em Qui 6 Out 2016 - 14:51, editado 3 vez(es)

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 3 Out 2016 - 10:33

Júlia vê o orc e o minotauro partir para cima de lorddeath com tudo, mas percebe a aproximação de soldados graças ao seu radar. Mas devido a organização dos soldados, eles os cercam.



"Sorte do Rohan que não está aqui ou má sorte mesmo. Afinal ele não voltou para avisar de um possível ataque. Será que ele está morto?"

- Ei, vocês dois, olhem os soldados nos cercando. Não devemos nos matar e sim nos ajudar ou perdermos a guerra. E Máximus, esse cara aqui veio nos ajudar.



"Esse povo vai acabar se matando. O que deu na rainha para escolher um grupo assim para protegê-la."

-- Se alguém tiver oléo para lampião, poderia me avisar? Eu tenho um plano e em relação a nossa fuga eu me comprometo. Ninguém morrerá aqui, exceto os soldados de Simon - Júlia sussurra para seus companheiros.



- JAMAIS DEIXAREI VOCÊ GANHAR SIMON! MATAREI TODOS OS SEUS SOLDADOS E DEPOIS IREI LHE BUSCAR PESSOALMENTE E IREI TORTURAR VOCÊ ATÉ O SEU CORPO NÃO AGUENTAR MAIS.


Júlia olha os soldados para verificar quais são as armas e roupas que eles estão usando. Júlia pega o tronco refinado com o objetivo de ameaçar os soldados e ataca com a árvore os soldados que a estavam cercando seus aliados.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Wolfanger em Seg 3 Out 2016 - 11:18

Volg estava ansioso para ver o desfecho da luta do minotauro e o orc contra o tal "deus da morte", mas devido sua audição percebe a aproximação de um outro grupo de soldados, no qual parecem ser os inimigos.

"Ahhh que droga queria ver aquela luta, mas parece que terei que me preocupar com essa agora."

- Bom estava divertido ficar escondido pra assistir aquela luta, entretanto acho que terei que livrar minha propria pele, é bom vocês nao me atrapalharem.

@volg retira seu disfarce e usando sua incrivel velocidade parte pra cima do inimigo mais próximo
, com suas maos em sua arma ele tenta acabar com um logo de inicio, apos isso retornara e ficara proximo do lagarto e da "comandante" para usar eles como escudo.

movimentos utilizados

concentrar-se na arma - corte vertical
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Seg 3 Out 2016 - 12:37

@Drinaar percebe que está cercado e que tem dois jeitos de isso tudo acabar, sendo uma delas com a morte de todos os soldados ali presentes e a outra que é trazendo os soldados para o lado da rainha. Drinaar olha para Nil.

- Depois falarei sobre meu clã, parece que estamos ocupados.



- Olá soldados! Sei que estão apenas cumprindo ordens de Simon, mas a rainha disse para eu dizer que pagará o dobro do que vocês estão ganhando para nos atacar. E, como, pode perceber o nosso grupo é mais forte do que o de vocês. Então, preferem vir para o nosso lado e ficar no grupo vitorioso, ou ficar ao lado de Simon e morrer. 


"Se eu conseguir fazer com que os próprios soldados de Simon se vire contra eles, seria perfeito."


@Drinaar se prepara para revidar um dos soldados caso eles tentem atacar.


Última edição por brunotenan em Ter 4 Out 2016 - 16:33, editado 1 vez(es)
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Seg 3 Out 2016 - 22:31

Inicialmente um membro decrepito de uma raça hibrida entre dragões e humanos veio em sua direção tomando a dianteira, lhe falando com um tom claramente sarcástico ou deveria considerar como simplório de mente.

- Na verdade, eu não faço a mínima ideia de quem você é! Mas isso não importa, não é mesmo? - Se tem uma pessoa que pode responder a sua pergunta é a nossa líder aqui.

Então lhe mostrou uma garotinha, imediatamente questionando a sanidade e costumes daquele povo, pois como uma criança repleta de cicatrizes desfigurada poderia ser uma líder? Olhando melhor e procurando sentir as energias do local, pode sentir de forma indefinida que realmente parecia haver algo de errado com a garota, se é que poderia considera-la como uma, se tornando ainda mais evidente ao falar com ele.

- Primeiramente, eu gostaria de saber o que pessoas como você o faz aqui? - Em segundo lugar, pessoas como você aqui não são bem vindas, e além do mais como posso saber se a sua pessoa é de confiança se é a primeira vez que te vejo em toda a minha vida. Mas se veio aqui para nos ajudar, saiba aqui que eu sou a líder e liderarei todos rumo a vitória. 


- Caso veio aqui com o objetivo de fazer com que meu grupo perca a batalha, não sairá daqui de forma agradável, ou seja, se não veio para ajudar, peço que se retire imediatamente daqui. Mas diga-me, tem capacidade para derrotar um usurpador de tronos com essa foice? Ou será que tem medo da morte? 


E assim que foi se pronunciar, primeiramente um orc aparentemente descontrolado e asqueroso, coisa que ja era de se esperar dessa raça, tentou ataca-lo, esbravejando algo ininteligivel, pois não se lembrava de te-lo visto antes, mas ao que parece estava confundindo-o com outro, fazendo com que gaste sua energia erguendo um de seus soldados.

"Maldito demônio! Nunca o perdoarei pelo que fez naquele dia dentro do Sul castelo sombrio! Vingarei minha família e meu Clã com sua morte!"
E por pouco não acabou sendo pego pelo minotauro sem pelos purulento que veio junto, tentando acerta-lo em uma investida que quase atropelou sua pequena líder, novamente tendo que erguer outro soldado e impedir o ataque. Olhando para os dois que o atacaram, fala em tom um pouco mais alto e ríspido, com uma voz digna de um capataz prestes a aplicar um castigo.

- Já terminaram? Se ainda não perceberam, vocês costumam me chamar de Morte e meu assunto aqui é com alguém mais importante, não com os criados descontrolados. 

 Nesse instante caso ele não fosse mais atacado, iria desfazer os guardas, voltando seu olhar para Julya, reduzindo o tom de voz e voltando a educação de antes.

- Agradeceria se a jovem me levasse a sua mestra, pois se ela esta aqui, é sinal de que algo acontecerá em breve e preciso avisa-la antes que...

Mas o ambiente começou a mudar, sentia sua a energia natural se harmonizar mais e se condensar, vendo de relance uma das Valkirias passar voando sobre o acampamento, era sinal de que mortes iriam começar. E assim ocorreu, pois gritos de guardas foram ouvidos e logo uma agitação tomou conta do lugar, com alguns se preparando para o combate, enquanto que notou que as escamas não eram a unica semelhança com os repteis que aquele dragonato possuía, pois sua lingua logo começou a trabalhar e tentando resolver de forma não combatente. Aparentemente, poderia ser interessante te-lo como aliado, iria observa-lo melhor depois, caso sobrevivesse.

-- Se alguém tiver oléo para lampião, poderia me avisar? Eu tenho um plano e em relação a nossa fuga eu me comprometo. Ninguém morrerá aqui, exceto os soldados de Simon 

- Irei ganhar tempo para você, considere isso um favor que irei lhe cobrar... Respondeu ele baixo para ela.

Aproveitando a situação, caminhou mais próximo da fogueira e ao centro da formação daquele grupo o qual havia ingressado, para tornar mais evidente sua participação naquele local e desmoralizar os inimigos com sua presença, falando em alto e bom tom, para que todos os inimigos o ouvissem.

- VENHAM MORTAIS !!! AQUELE QUE FOR TOLO O BASTANTE PARA DESAFIAR A MORTE QUE ADENTRE NESSE ACAMPAMENTO! ESTOU FAMINTO POR SUAS ALMAS! Levantem-se e lutem meus servos, protejam os membros deste acampamento!

E com uma batida do cabo de sua foice no chão levantou seus soltados, versões um pouco menores e mais simples do que aqueles dois que havia invocado, mas sua quantidade seria mais relevante, pois invocou um esqueleto para cada membro do acampamento para procurar equiparar os números, tendo sido ordenados a defende-los, então eles poderiam lutar um pouco mais despreocupados pois antes de ataca-los, teriam que passar por cima de seus soldados.

Tal manobra foi planejada, pois quem sabe assim poderia ganhar um pouco mais da confiança deles em vez de ter que enfrentar simultaneamente dois grupos distintos. Particularmente não se importava qual soberano encontrasse primeiro, mas como estava ali no acampamento do exercito da tal rainha, então seria o caminho mais curto ajudar o grupo por hora.

Spoiler:

Soldados Esqueletos x10 (necromancia 3 +1 atributo = 2sp cada = 20 de SP gastos)

R4 / 40HP
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Cloud em Ter 4 Out 2016 - 12:01

A conversa começava a despertar interresse de Cloud mas o destino sempre tem uma surpresa guardada.

Antes mesmo de se degladearem entre si, o grupo se vê cercado de soldados inimigos e Cloud já toma a defensiva. Rapidamente coloca a mão esquerda pra trás, vasculhando o bolso em seu sinto e a mão direita tirava a tampa do grande vaso em suas costas, jogando a pequena tampa no chão. A mesma se desfaz em pó, sumindo como um torrão de areia.

Era hora da ação e o jovem mago tinha de mostrar serviço.
Voltando a mão esquerda para frente, Cloud agora tinha uma esfera roxa na mão que emanava um leve luz roxa, assim como os olhos do garoto.

Os soldados estavam vindo com tudo e Cloud não era bom com batalhas, mas não havia outra opção.
Seus olhos brilhavam por meio segundo em uma cor avermelhada, logo voltando ao roxo habitual.

Ao olhar para o lado, Cloud vê a grande ossada invocando alguns esqueletos, o que gera um olhar frisante de Cloud para o suposto deus da morte:

-"Deixe os mortos fora disso, Maldito! Essa é uma luta dos vivos!"

Mas o clamor da batalha o chamava. Com os inimigos a frente, Cloud fazia sua runa flutuar a sua frente, atacado diretamente o soldado a sua frente, com golpes laterais.


HP: 22/22
SP: 58/58

Entrelinhas:
No momento em que os olhos do Cloud brilham em vermelho, há a ativação de sua Skill. Assim caso seja atacado a areia que esta contida no jarro ou no solo criará uma barreira ou tentará impedir o ataque para defender Cloud. Descontarei os gastos dependendo do que precisar.

Skill:
Oni no Suna(Areias do Demônio)
Custo: 5 SP por ataque ou defesa. Qualquer defesa automática da areia custa 1 SP.
Alcance: 5 metros.
Duração: Sustentável
Descrição:Cloud ao nascer ganhou um poder surpreendente de sua mãe, as areias do demônio, que Cloud pode unir os elementos terra e vento, criando areia, e carrega dentro de um grande vaso em suas costas, com isso Cloud pode usar a areia a seu gosto, como um 5 membro de seu corpo, formando braços de areia, barreiras de areia e etc, num raio de 10m ao seu redor, mesmo que Cloud não queira, a areia vai defender a vida de Cloud a todo custo. 
Efeito: Controla o elemento areia podendo molda-la em diferentes formas e tamanhos, sendo limitada somente pela quantidade de areia no ambiente. O ataque e defesa da areia controlada é 3 + ataque mágico (int + itens +1d6) Elas sempre defenderão o usuário ele querendo ou não.

Itens:
-O Ciclo das Seis Existencias [Runa]- (Atk Mg 2+6+2/Def 2/Pericia ótima/Exótica)
- Vestimenta Arcana - Def Mg+4/ Atk Mg +1
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Ter 4 Out 2016 - 12:28

Maximus parte para cima do lich, mas ao perceber que está sendo cercado pelo inimigo, acaba desistindo de atacar o lich e parte para cima dos outros segurando o seu machado com as duas mãos e tenta cortar verticalmente um dos soldades de Simon que está mais perto usando o movimento arma.

- Irei defender todas as garotas que aqui estão. Não deixarei que nenhum de vocês acabem ferindo elas.

OFF: Utilizados
Concentrar arma - corte vertical - movimento do estilo de luta - arma

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Thordin Ironhammer em Ter 4 Out 2016 - 12:51

Thordin estava quase terminando de arrumar suas ferramentas para o dia árduo de trabalho que ainda não nascera, observando toda aquela confusão gerada pelo Lich.
Com seu martelo a postos caso a situação piorasse.

"Um briga dessas não é nada boa....
Estes dois estarão cansados caso uma batalha real acon..."
Antes de Thordin terminar seu pensamento o sino de aviso tocou,
@Thordin guarda rapidamente suas ferramentas, pega seu martelo e vai em direção a Júlia para avisa-la de iminente batalha, porem tarde demais pois os soldados inimigos já estavam cercando o pequeno grupo.

-AS ARMAS!!!!! @gritou o anão para seus companheiros.

Thordin pôs se então próximo a comandante e o Draconato pronto para a batalha.

@Thordin ouvindo o pedido da comandante rapidamente pega uma das lamparinas que estavam penduradas nas cabanas e entrega a menina

-Nao sei o que estás planejando guria, mas gostei da ideia, vou distrair estes malfeitores.

- EI SEU BANDO DE MARICAS, APOSTO QUE NENHUM DE VOCES É COLHUDO O SUFICIENTE PARA ME ENFRENTAR!
- SÓ VOCÊS 20 VIERAM?!
- DEVIAM TER MANDADO UM BATALHÃO INTEIRO!
grita Thordin tentando distrair os guardas para que Júlia executasse o plano que tinha em mente.


Última edição por Thordin Ironhammer em Ter 4 Out 2016 - 19:29, editado 1 vez(es) (Razão : correções ortograficas)

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Qua 5 Out 2016 - 3:59

A noite calma e silênciosa, era perturbada apenas pelo desentendimento de alguns membros do grupo. Scarlet permanecia sentada embalo da árvore saboreando suas balas enquanto formulava o perfil de cada um do grupo, mas sua paz é perturbada pelo tocar do sino e os gritos dos soldados, indicando que o acampamento estava sendo atacado.

Rapidamente Scarlet guarda suas balas na bolsa e levanta na intenção de ir ajudar, porem já estava encurralada, pois os soldados de Simon já haviam cercado todo o grupo impedindo que ninguém saísse dali.

[Pensamento]: Finalmente apareceram, mas apesar do grande número e da organização, não parecem ser muito poderosos. Simon é astuto, deve estar querendo testar nossa força, por isso mandou a ralé. - Scarlet pensa chegando mais próxima do centro do circulo montado pelo inimigo.

Scarlet eletrifica sua mão direita, formando uma espécie de lâmina em volta da mesma, que se estende por mais 12cm contando a partir do dedo meio.

[Pensamento ]: Espero que a rainha esteja bem - pensa a vampira, enquanto observa os soldados inimigos pronta para defender e contra-atacar.

A vampira escuta Júlia sussurrar algo sobre um plano de fulga e lamparinas. O anão tenta ganhar tempo para a menina de cabelos flamejantes, chamando a atenção dos soldados, assim ela poderia executar seu plano.

[Pensamentos]: Só quero ver o que diabos, a comandante vai fazer com uma lamparina - pensa brevemente, mas sem perder o foco dos soldados.

Off: Talento utilizado - princípios da magia: relâmpago ( -3sp)
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Qua 5 Out 2016 - 15:59

 " Vampiro, ressurgido e lich. Todos vindos das trevas, não tem por que eles não atacarem." Via o orc e o minotauro avançando. " Espero que morram enquanto se jogam uns contra os outros para poder roubar o corpo deles." Mas algo desviou a atenção do bruxo, a encapuzada fez algo inesperado, aquilo mudava um pouco as coisas. " Como? Eu sei que qualquer um poderiam fazer aquela marca, mas... Ela quer minha atenção, quer me passar uma mensagem. " O bruxo era alguém de nível consideravelmente alto na Irmandade, e em todos esses anos ele nunca havia visto aquela figura sentada na árvore. Prehael era totalmente capacitado para aquela missão, não precisava de reforços então... " Quem é a ressurgida? Alguém de fora? Uma novata não seria escalada para se juntar a mim, ainda mais depois que já estou entre as tropas de Pejite. Além de tudo, o mais importante, minha identidade pode ser comprometida, e o que mais ela poderia saber?" A estranha queia a atenção do bruxo e agora tudo o que ele pensava era como responder a mesma. " Poderia já ter contado para qualquer um os detalhes sobre a Irmandade, mas não fez... Ela quer algo de mim? Então se for o caso não vou ter opção. Se ela quiser pode derrubar toda a Irmandade entregando informações. Maldita ressurgida, ela conseguiu me colocar na palma da mão." Talvez, pela primeira vez, sentiu que poderia ser usado da mesma forma que usa outros. " Não, ninguém seria capaz de fazer qualquer coisa contra meu mestre se eu estiver no caminho. Agora não é a melhor hora, vou deixar para quando todos dormirem."

 A ressurgida conseguiu cercar a mente do albino, e depois o grupo inteiro foi cercado pelos homens se Simons. O draconato tenta convence-los a se juntar ao lado de Agnes, Prehael por outro lado não se importava com persuadir seus inimigos ou intimida-los. O lich bateu sua foice no solo, e o bruxo estendeu os dedos para baixo puxando de baixo para cima sua aura esverdeada. Do chão, os esqueletos se levantavam em sintonia e a partir do simples nada, os mortos atravessaram a terra com os dedos e subiram para superfície envolvidos pela aura do lich e do bruxo. - Quero deixar claro; Não estou do seu lado... lich. - Prehael então dá a ordem e deixa que seus escravos ataquem em harmonia com os esqueletos do lich.

tropa de esqueletos:
 Esqueleto Guerreiro (Força 3. Habilidade 1. Velocidade 0. Resistência 1. Inteligencia 0. Balística 0). -40SP por evocar quatro esqueletos, -12SP por turno.


Última edição por Stained B. em Qua 5 Out 2016 - 23:30, editado 1 vez(es)
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Qua 5 Out 2016 - 20:26

Nil estava decidido de que o lich, a vampira e a ressurgida não eram os parceiros ideais para acompanhá-los, mas mesmo assim, tinha consciência de que precisariam de toda a ajuda possível e os dois poderiam ser bastante úteis para o grupo. Por outro lado, devido a sua natureza consideravelmente cauta, fora influenciado pelo argumento do necromante a respeito dos três, ficando numa situação um pouco confusa, num dilema.

"Mesmo que eu não queira pensar assim, o necromante tem um pouco de razão. As raças dos três são envoltas de histórias tenebrosas e mortes injustificáveis, coisas que afrontam os meus ideais... mas também sei que é errado julgá-los apenas pela raça, quer dizer, a menos que façam algo que justifique a fama negativa que são fadados a carregar, o que não é o caso deles no momento" – refletiu pensando por um instante e depois se dirigiu ao necromante e aos demais. – De fato, eles parecem muito perigosos e predispostos a fazer o mal, contudo, não podemos generalizá-los. Eu particularmente não tolero que alguém, não importa quem seja, pratique o mal contra pessoas fracas e indefesas no mundo, mas contando que esses três ataquem, matem e devorem os nossos inimigos em vez de pessoas inocentes, não terei o porquê de atacá-los. Vale também continuar a ressaltar que precisaremos de toda a ajuda possível e se lutarmos entre nós mesmos a nossa situação só irá piorar – disse olhando para o orc e o minotauro. – Portanto, pelo menos por enquanto, devemos trabalhar em equipe para sairmos todos vivos dessa expedição.

Um pouco depois escutou o tilintar de um sino seguido do ressoar de muitos metais se chocando e gritos frenéticos dos soldados do acampamento. Dessa vez tinha certeza que não se tratava de mais uma falsa invasão, mas sim de uma investida das tropas inimigas que com habilidade conseguiram contornar o grupo numa tentativa de impedi-los de escapar. O pequeno pistoleiro subiu na árvore sem pensar duas vezes – era para situações como essa que ele ficava sobre o galho – e com uma altura  privilegiada, analisou o exército agressor. Contou por volta de vinte soldados inimigos organizados ao redor deles. O draconato preferiu convencê-los com um diálogo e os outros aliados partiram direto para o ataque. Inclusive, notou que duas novas figuras apareceram para ajudá-los: um humano com um recipiente nas costas e um yokai.

– Parece que a sorte está do nosso lado. Não paramos de receber aliados – pensou ao mesmo tempo em que procurava o melhor ângulo para atirar entre as folhas da árvore. – Atacaram-nos covardemente no meio da noite, não? Então teremos que revidar... – Nil procurou atirar com Anúbis e Verdugo contra um arqueiro ou algum soldado que poderia atacá-los a distância, caso não houvesse, atiraria contra o inimigo que estivesse mais próximo dele.

Considerações Iniciais:
HP: 50
SP: 15
 
Vantagem ambidestria, atiro com as duas armas.
Dano Anúbis: 1d6 + 3 + 4 + 5
Dano Verdugo: (1d6 + 3 + 4 + 11)/2
 
Esquiva: 1d6 + 2 + 2 (bônus da vantagem Agilidade) +2 (movimento Esquiva do estilo de luta)
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Re: Campanha: A guerra de sangue

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