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Campanha: A guerra de sangue

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Sex 2 Set 2016 - 13:57

Maximus olha e vê uma garota misteriosa chegando no local, mas o mesmo não se assusta por acreditar que a garota foi contratada pela rainha de Pejite. E ao olhar a garota jogando todas as armas no chão veio a concordar com o seu pensamento. E, então, chega perto da garota.

- Parece que temos mais uma integrante para o grupo, não é mesmo? Quase todos já disseram os nomes, mas eu esqueci! Melhor você perguntar a eles. Bom, meu nome é Maximus, e o seu? 

Maximus espera a resposta da garota.

- Bom, está ficando cada vez mais tarde e é melhor eu ir dormir.

Maximus procura uma árvore, se encosta, e, então dorme.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Sex 2 Set 2016 - 16:01

Júlia nunca tinha visto um ressurgido em sua vida, e, apesar de ir em direção a garota de forma sutil, afinal nunca tinha visto aquela raça em toda a sua vida, e, então vê o minotauro indo falar com a garota, e, devido a isso fica relaxada e segue em direção a garota misteriosa.



- Olá, o que é você? E essas linhas em seu corpo, parece que foram costuradas? Mas por quê? Você veio para atacar a gente, ou veio para ajudar o grupo? Nem adiante perguntar o meu nome, pois eu não vou responder.



Júlia olha friamente para a garota.



- A única coisa que eu vou dizer é que eu sou a guarda real pessoal de Pietra, e, que matarei qualquer um que tentar matá-la, isso vale inclusive para você.



Júlia sorri de forma maliciosa, e espera a resposta da garota, e, então vai até o draconato.



- Krainael dirk Marik zutrik Mithraelik Zeuinir. Markinik krael Dirtik(Quando eu voo, não sou discreta, portanto seu plano não daria certo comigo, pois teria que arranjar outro grupo sem a minha pessoa, ou caso queira alguém para colocar dentro de algum local com facilidade eu posso ajudar. Caro draconato, sei que tem capacidade para ser líder, mas não posso deixar liderar devido a minha posição pessoal e ficaria ruim para mim. Portanto eu serei a líder.)



Júlia fala na língua dracônica com Marca da Espiritualidade e espera a resposta dele também.



- Meu irmão e eu estamos acostumados a fazer guarda, portanto gostaria de ser a primeira pessoa a fazer a guarda, se alguém aqui não se incomodar com isso. Já estou acostumada mesmo.



Júlia volta até a garota misteriosa.



- O que levou você a vir defender a rainha de Pejite? Todos tem um motivo, alguns até mesquinhos e outros heróicos, mas que acaba virando um objetivo em comum, não é mesmo? Creio que esteja estranhando o meu falar, mas eu posso dizer que eu tive a oportunidade de aprender as coisas de forma mais rápida, e, também ganhei isso.



Júlia chega perto do seu tronco aprimorado, e o levanta, mostrando para a garota sua força.



- Ganhei força, e, sinceramente eu adoro isso em mim. Essa sou eu.



Júlia ri, mas logo fica séria e olha friamente nos olhos da garota misteriosa.


Última edição por juliamoreira2004 em Sex 2 Set 2016 - 22:51, editado 2 vez(es)

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Sex 2 Set 2016 - 20:14

 Apesar de ter se tranformado, o bruxo não deixou de prestar atenção em seus companheiros, que também poderiam ser alvos para concluir sua missão. Pode ver quando o gigantesco orc se desesperou atrás de comida e também observou quando ele disse suas habilidades. Não pode deixar o draconato de lado quando este contou do que era capaz. “Ele acredita que sou inofensivo? Ótimo, prefiro que me veja dessa forma e não esteja pronto para minhas alucinações.” A Marca da Espiritualidade estava já planejando o que fazer com cada membro, teria ele aceitado se tornar o líder do grupo?
 
 Não pode deixar de sentir aquela energia, era uma aura maligna. Ao perceber algo se aproximando, o gato branco virou o rosto observando a figura vestida de negro. Preferiu continuar como um gato e observar como os outros reagiriam aquele ser que possuía uma aura má. Poderia ser um lich, um ressurgido, ou qualquer criatura vinda das trevas, algo que Prehael familiarizava. Vendo as ações da figura, conseguiu ver que ela queria mostrar que veio pacificamente, mas o bruxo também estava agindo de forma pacifica entre os demais quando na verdade era um agente infiltrado. De qualquer forma ela não poderia lutar sem suas armas.
 
 O primeiro a se aproximar foi o minotauro, pareceu não se preocupar e a cumprimentou de forma até que amistosa. “É assim que ele reage ao ver uma estranha? Então ele não tem medo dela ser uma inimiga ou não teve experiências parecidas?” Após isso, Máximus se distanciou e encostou em uma árvore para dormir. “Como pode simplesmente dormir em uma hora como essa? E se essa garota estiver aqui para matar todos?”. Depois de Máximus, a garota dos cabelos de fogo também se aproxima. “Vocês estão confiantes demais para chegar tão perto. Eu sou o único que vê que uma pessoa chegando dessa forma pode ser perigoso?” Pensava enquanto via a criança dialogar com a estranha e mostrar.
 

 O gato branco se levanta e caminha para o lado sem tirar os olhos da cena esperando o próximo que iria se aproximar da figura ou que iria questionar a forma que ela se aproximava do acampamento. Nobert foi atrás de Prehael e então ambos os gatos saltaram sobre um galho alto da árvore. Prehael se deitou ali observando a cena de cima. “ Fazer guarda? Ela deve estar falando de ficar acordada a noite para vigiar eu acredito.” Refletiu sobre a frase de Julia. Por mais que Prehael não sentisse sono, seu corpo ainda precisava descansar para repor energias então não se incomodaria em permitir que alguém se mantivesse acordado para que no dia seguinte o bruxo pude-se estar revigorado.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Sab 3 Set 2016 - 1:37

O tempo em que todos ficaram em volta da fogueira rendeu ótimas conversas. Desde que Rohan iniciou seu diálogo de apresentação, os outros fizeram o mesmo, acrescentando o fato de expor um pouco sobre as habilidades pessoais de cada um. Como já estava com seu caderno aberto e aconchegado na base da árvore, aproveitou a oportunidade de realizar mais algumas anotações sobre os membros. Escrevendo as características do lado dos desenhos já feitos mais cedo na caminhada até a floresta, o Youkai presta atenção nas falas com seus excelentes ouvidos. Obviamente, não era necessário escrever tudo o que foi dito, principalmente a história dita pelo honorário draconato, apenas coisas principais de assuntos importantes. Por fim, acabou realizando um desenho de todos em volta da fogueira, para se tornar uma recordação futura.

Entretanto, o ambiente tranquilo se tornou em um silencio tenebroso. Um ser encapuzado surge das sombras e se aproxima de todos, sem dizer uma palavra. Rohan o observa com cautela, preparado para um possível ataque de um inimigo que não conseguiu ouvir chegando com seus ótimos sentidos auditivos. E em um gesto súbito, o ser que estava por de baixo do manto se mostrou, possuindo uma aparência feminina e estando coberta por linhas que aparentavam segurar seus próprios membros, igual uma boneca de pano totalmente remendada. Rohan nunca havia visto nada igual, e não fazia ideia do que aquela garota era. Por fim, para demonstrar qualquer simulação de confiança que seja, a jovem descarta todo seu armamento ali mesmo e depois deu um passo para trás, sem dizer uma palavra. Ok, isso é muito esquisito... - Questiona em seus pensamentos levantando uma sobrancelha do rosto depois de descartar as armas.

Maximus, que havia falado seu nome somente agora quando se apresentou para a garota encapuzada, foi o primeiro a se aproximar e conversar com ela. Logo depois a garota com cabelos flamejantes tentou puxar um assunto que não poderia deixar batido: amigo ou inimigo? Seria mais um membro do grupo ou alguém disposto a prejudicar toda a missão? Bom, isso seria descoberto durante o tempo. No momento, Rohan ficou mais precavido na posição em que estava e decidiu realizar um esbouço do que acabara de ver, para futuras pesquisas e investigações. Os outros provavelmente iriam descansar, mas o Youkai que possui hábitos noturnos por ser um morcego, ficaria acordado mais um pouco, tentando digerir as informações que conseguiu enquanto lia seu caderno.

Então você será a primeira a realizar a nossa guarda. - Afirma Rohan para a pequena garota flamejante sem tirar os olhos do caderno. - Espero que não se importe de ter uma companhia como eu nessa noite bem calma. - Faz uma pequena pausa com um leve sorriso no rosto e depois continua. - As pessoas dizem, nesses momentos de guerra, que a calma é o fôlego que se toma antes do mergulho. Muitos não querem participar de uma batalha, mas esperar pelo inicio de uma em que não se pode escapar é ainda pior. Nosso inimigo está pronto. Reuniu todas as suas forças. O que será que ele esconde por trás de seu exército? Quais serão seus planos? Como será que ele vai reagir quando descobrir que somos nós a ir atrás dele? - Realiza os questionamentos citando o odiado regicida depois de uma breve filosofia. - Não há necessidade de respostas para esses questionamentos no momento. Apenas reflita um pouco em seu momento de paz enquanto nos protege de algum perigo iminente. Enquanto a mim, permanecerei quieto, mas se estiver disposta a conversar ou alguém para apenas ouvir o que tem a dizer, não hesite em falar, jovem de cabelos flamejantes.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Sab 3 Set 2016 - 18:42

Depois de bem alimentado, Nil ficou calado prestando atenção nas conversas dos demais, que por sinal interagiam muito bem, até que seus olhos se voltaram para uma figura intrigante que aparecera sorrateiramente entremeio as árvores ocultadas pela escuridão. Era um ser encapuzado e totalmente coberto, muito suspeito. Apressou-se em posicionar-se em forma de combate para prevenir que o pior acontecesse contra a sua integridade física, quando o suspeito tirou o seu manto, revelando seu corpo feminino repleto de costuras e jogando suas armas no chão. Era uma atitude correta para uma pessoa que intenta a amenizar suspeitas sobre si, no entanto ainda assim a mulher costurada continuava a atrair olhares precavidos.
 
“Se bem que ela não é a única pessoa suspeita daqui” Recordou que não só ela, mas todos que estavam ali, como já fora observado pela garotinha há algum tempo, poderiam ser traidores em potencial. Inclusive, ele próprio não deveria passar a imagem de alguém a se confiar, e confessou para si próprio que também se achava suspeito, pois sua amnésia não permitia que se lembrasse de suas ações e motivações passadas. “Tenho a impressão de que os nossos ‘testes de confiança’ serão feitos por meio dos nossos atos durante a missão”
 
Esperou que alguém tomasse a iniciativa sobre a nova companhia, e o minotauro então partiu para as boas-vindas supondo que ela fosse participar da expedição, logo após indo dormir. Nil imaginou que se elaborasse uma lista de pessoas confiáveis, o minotauro estaria talvez no topo dela, pois suas ações levavam-no a crer que ele não era uma assassino infiltrado, afinal um assassino nunca iria se expor a dormir.

Nil balançou a cabeça em direção a nova companhia, como se estivesse a dizer um "prazer em conhecê-la". - Meu nome é Nil. Creio que veio para cooperar conosco, não? - Depois voltou a atenção para os que falavam sobre a guarda noturna. O garoto poderia até se oferecer para fazê-la, pois havia descansado bastante nos últimos dias, mas como já tinha pessoas para essa tarefa, saltou sobre o galho da árvore, esticando as pernas e encostando as costas contra o tronco. "Tomara que esses gatinhos do galho de cima não se incomodem comigo aqui". Olhou para baixo. "E o Maximus não me derrube sem querer. Aliás, a luz dele está atraindo bastantes insetos, será que ele percebe que brilha tanto assim?
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Sab 3 Set 2016 - 19:23

Estavam todos ouvindo histórias e se preparando para dormir quando um ser estranho aparece das árvores,  Grathug levou como ameaça, jogou os pratos de sopa longe e correu em sua direção, mal deu 5 passos, que fizeram o chocou tremer, e o ser revelou ser uma mulher e ao mesmo tempo que jogava suas armas ao chão. Sinal de paz, ou de rendição em sua terra natal. "Mais uma entra pro grupo dos esquisitos". Pensou, ele foi um dos últimos a ir e se pronunciar para a estranha. Nem todos estavam felizes com a chegada da estranha. Após quase todos irem, Grathug foi em sua direção, então falou com seriedade no olhar por de tras da máscara."olha aqui aberração, tenho quase certeza do que você é, mas claramente não é igual aos outros, vou deixar bem claro não gosto ou confio em você, um movimento em falso de sua parte e te Mato com minha próprias mãos". Terminou quase lhe dando um soco, mas se acalmou. A estranha o lembrava dos zumbis que mataram seu pai, e portanto tem um odio por eles, independente de quem for. Grathug chegou a dar uma empurrada na estranha, e jogar uma de suas espadas longe, e sem comentar mais nada foi em direção a árvore onde 4 dos membros dormiam. Sentou e se encostou na árvore, com certa brutalidade, fazendo caírem algumas folhas. Cruzou os braços e ficou encarando a estranha por alguns minutos pois pegou no sono.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Sab 3 Set 2016 - 23:01

@Drinaar olha para a garota misteriosa que tinha acabado de chegar.

"Essa garota, eu realmente não gostei nem um pouco dela! E porque os outros estão chegando assim dessa forma! Mesmo tendo jogado armas poderia ter alguma arma escondida. Esse minotauro colorido. Será que ele não tem noção de perigo? E essa menina louca, como vai chegando perto de uma pessoa assim sem saber o que pode acontecer! E ainda quer ser líder assim! Na verdade deixarei ela ser a líder e vamos ver quanto tempo ela dura, mas fingirei estar insatisfeito!"

@Drinaar responde na língua dracônica para Júlia.

- Kranirel Maxis Drakonniun Kariunis. Kiriun traki'r dirkis!
Tradução: Eu sei que tem sangue de dragão, mas não é por isso que irei deixar a senhorita ser a líder assim. Afinal você é uma garotinha superdotada, mas ainda assim é uma garota e não estou afim de ser liderado por uma criança. Tenho anos de experiência e não gosto dessa ideia! Será que tem capacidade de liderar? Deixarei fazer isso, mas duvido que consiga.[/b]

@Drinaar ri absurdamente alto e fica olhando todos os movimentos da garota misteriosa analisando-a com receio de ela fazer algum ataque. Drinaar está atento e caso a garota ataque irá atacá-la com suas garras, caso contrário nada irá fazer.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Qui 8 Set 2016 - 13:45

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil,  Stained B, Evelyn e di'Leviathan
 
Repentinamente Rohan o yokai ouvia mais uma vez em sua cabeça uma voz que sussurrava de forma maliciosa: "vamos. Nos dois sabemos que você quer fazer isso, para que aguentar? jogue um pedra na cabeça do draconato." A presença da ressurgida acabou por incomodar alguns dos membros do grupo que levou a sofrer alguma hostilidade por parte de Julia e pelo orc. O calor da fogueira de certo confortava aqueles que se encontravam próximo, o seu som estalos da madeira queimando acaba por embalar o sono de alguns ali presentes, mas as surpresas ainda não haviam acabado uma estranha nevoa se aproximava longe do campo de visão seguindo rente ao solo seguindo pela retaguarda de Grathug, mas Julia e Prehael em sua forma felina e a ressurgida que se encontrava a sua frente perceberam aquela estranha aproximação perigosamente do volumoso orc lentamente em completo silencio. Havia algo de sobrenatural naquela nevoa, se podia perceber que aquilo possuía alguma consciência por sua movimentação que parecia seguir de forma linear.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Qui 8 Set 2016 - 19:39

 Nil, Roham e o draconato matem distância da estranha que se aproximou, estava claro que estes estavam mais desconfiados da nova figura, mas o orc, o brutamontes deixou bem claro sua posição chegando a fazer ameaças. " Parece que esses são mais precavidos, é maravilhoso como eu consigo aprender sobre eles com gestos simples." Pensava enquanto observava todos de cima da árvore já percebendo que a criança conversava com a Marca da Espiritualidade em outra língua.

 Já estavam começando a decidir quem dormiria e quem faria a ronda, mas o bruxo esperava que um dos guardas do exercito fizesse esse favor, então seria mais simples para Prehael analisar seus companheiros enquanto dormem. Além do Minotauro ir dormir, o orc também já havia se deitado e o garoto dos cabelos verdes havia voltado para o lugar de onde viera no inicio; para cima da árvore. " Assim que a maioria dormir, vou aproveitar para observar melhor a atenção ao redor  da pessoa que ficará acordada e também se ela vai realmente estar disposta a cumprir a tarefa." 

 Mas apesar de já ter feito planos para a noite aparentemente calma, o albino escutou o miado de Nobert, seu gato estava outra vez puxando sua atenção para as coisas que ele não não percebia, entretanto dessa vez o próprio já havia notado a aproximação da entidade em forma de névoa que se aproximava de Grathug, estava claro que não era a mesma entidade que havia surgido antes do braço do orc, parecia um inimigo desta vez. O gato branco dá um sinal para o gato preto e ambos saltam na direção do orc para diferentes ações. Durante o salto, o gato branco começa a aumentar de tamanho alterando sua forma até encostar os dois pés descalços no chão já em sua forma humanoide.

 Prehael fica de ante a sombra, consegue vê-la de perto a poucos passos e sem perder tempo joga seus dedos para baixo e então trás o braço para cima enquanto ergue uma aura esverdeada. Do chão um pequeno osso surge, logo outro é formando pela aura e se encaixa, os ossos rapidamente começão a ser criados a partir daquele feitiço e crescer formando pernas, torso, braços e por fim uma cabeça. Entre o bruxo e seu inimigo estava um esqueleto, este que ergue sua espada já prevenindo um ataque que seria direcionado ao orc se Prehael não tive-se se colocado para proteger uma de suas possíveis cobaias. " Não quero que machuque meu cliente, preciso dele para dar de presente para meu mestre." O sorriso do bruxo se alarga ao ver o combate.

 Durante as ações do bruxo, seu companheiro Nobert saltou da árvore e caiu sobre os braços cruzados do orc que dormia tão pesado que não acordou no instante que o gato caiu sobre ele. Nobert abre sua pequena boa o máximo que conseguiu e para despertar Grathug ele morde o nariz do mesmo na esperança de acordá-lo. Pela forma brusca que os dois gatos saltaram sendo que um deles chegou a atacar o nariz do orc, talvez uma pessoa outra mais atenta também possa ver a situação.

 
Esqueleto:
Esqueleto Guerreiro (Força 3. Habilidade 1. Velocidade 0. Resistência 1. Inteligencia 0. Balística 0). -10SP por evocar um esqueleto, -3SP por turno.
 
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Qui 8 Set 2016 - 23:42

Assim que soube do retorno da rainha, Scarlet vai ver como estava sua majestade. A rainha explica a situação e conta o ocorrido, a jovem fica surpresa ao saber como uma criança havia salvado a vida de sua rainha. Porém ainda não havia acabado, a rainha conta sobre a mobilização dos exércitos e como planejava contra atacar, alerta Scarlet sobre os "membros especiais ", que poderia não sevestiranta confiança.

 Após a conversa com a rainha, retorna a sua casa para vestir algo mais confortável para a batalha, optando por uma saia com meia calça, uma bota, blusa listrada com luvas curtas de couro e por cima um sobretudo com um capuz, pois poderia ter que ficar exposta ao sol durante a jornada.

  Depois de se trocar, a vampira pega sua bolsa de utensílios e sai as pressas para junto do exército, mas este partirá sem ela, então sem mais opção transformasse em névoa, pois desta forma poderia se mover mais rapidamente, e vai atrás do tempo perdido tentando alcançar o exército.

   Horas mais tarde, quando já havia escurecido, começa a avistar alguns acampamentos, soldados deitados, muitos já dormindo, mas uma coisa lhe chama atenção, um pequeno grupo ao redor de uma fogueira ainda estava acordado, como eram os únicos aparentemente dispostos, vai em direção a eles.

 Ao se aproximar avista um grande orc dormindo tranquilamente, dois gatos observavam toda a movimentação do grupo de cima da árvore que havia próxima a fogueira, além de duas garotas que provavelmente estavam fazendo a ronda, uma das meninas era a criança com cabelos cor de fogo a qual havia sido mencionada anterior mente pela rainha, sendo que a outra não estava no relatório que a rainha havia lhe dado sobre os "membros especiais".

 Os gatos percebendo a aproximação da jovem saltam da árvore, um deles pula sobre o orc adormecido e morde o nariz da fera, enquanto o outro transformasse em um homem que coloca-se entre a vampira e o orc, o homem levanta uma das mãos e surge uma luz esverdeada fazendo aparecer do chão um esqueleto empunhando uma espada.

[Pensamento]: Um esqueleto? Hora, hora, então aquele é o mago negro. Parece que nesse curto espaço de tempo já desenvolveu um tipo de companheirismo com aquele orc - penso enquanto desviava do esqueleto e passava direto pelo mago, parando próximo as duas garotas.

 Fica parada por um breve momento ate retornar sua forma humana. Retira o capuz de sua cabeça e olha em volta observando o grupo.

[Pensamento]:Então essa é a guarda da rainha, Julia, uma criança, de acordo com o que sei seu jeito de luta e baseado na força bruta, mas como tanta força fica acomodada em um corpo tão pequeno? - perguntava-se enquanto observava a pequena Julia.

[Fala]:-Você menina com cabelos de fogo, você que é a Julia, a guarda pessoal da rainha?- Scarlet pergunta enquanto olha para Julia, imaginando o que aquela criança teria feito para impressionar tanto a rainha, ela não parecia ser grande coisa.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Sex 9 Set 2016 - 21:18

Júlia olha para o draconato e sorri.
- Drianik hirsab narks trepkiany. ( Se eu conseguir liderar quero um cargo alto em seu clã, se eu perder falo com Pietra para lhe dar um cargo.)
Júlia sorri.
- Aviso logo que não aceito perder. Mas não sei se o senhor tem coragem de aceitar o desafio com medo de perder.
Júlia vai até Rohan, sorri para ele.
- Se eu lhe disser que tenho as respostas para todas as suas perguntas? Ele sabe quem eu sou e sabe também que estou atrás deles. Com certeza nesse momento ele já sabe disso. Ele trabalha através de traidores, o que torna todos aqui suspeitos, inclusive você e eu. Desculpe responder isso, mas Simon é previsível.
Júlia leva um susto ao ver uma névoa, e quando ia avisar ao orc, Prehael já havia feito o favor e Júlia pode ver uma das habilidades dele. Júlia vê a névoa chegando e se transformando em algo parecido com uma humana, com a diferença de ser extremamente pálida.
"Como ousa falar meu nome em público e como ela sabe do meu nome. A única pessoa que sabe do meu nome é a rainha e Lacorte."
Júlia olha com um ódio mortal para a garota.
- Pode me chamar desse nome aí, mas quem garante que esse seja o meu nome verdadeiro. E lembre-se de algo importante. Se eu descobrir que veio para matar a rainha através de uma traição, farei com que perca dedo por dedo. Agora se não é uma traidora e veio ajudar Pietra, será bem vinda.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Sab 10 Set 2016 - 0:19

Rohan havia recebido uma resposta direta da garota, como era basicamente previsto pelo Youkai. Ele apenas ficou calado, com um sorriso de canto na boca e mantendo sua atenção novamente em seu caderno de anotações. Uma determinação tão grande e mesmo assim, sua ingenuidade é a que precede. Achar que uma pessoa é alguém previsível só a torna mais perigosa, pois muito provavelmente é como quer ser vista diante de qualquer um. Precisamos ser mais cautelosos sobre isso e elaborar uma estratégia de contra-ataque. - Indaga mentalmente sobre as falas da garota. 


Por fim, em um leve descuido, as vozes que o atormentam durante alguns anos retornam, instigando ações que não é do feitio de Rohan. Elas diziam para jogar uma pedra na cabeça do draconato, mas sua resistência mental superou a vontade ruim, deixando-o com uma dor de cabeça incômoda. Para piorar mais a situação, não somente a dele mas a de todos no grupo, uma espécie de névoa que aparentava ter vontade própria se aproxima, deixando o necromante em posição de combate logo após se transformar em humano e invocar um esqueleto do chão. Seu gato de estimação, por outro lado, tenta acordar o orc mordendo seu grande nariz verde. Mas mesmo com os esforços, a névoa passa por todos como se não fosse nada e se concentra no centro perto da fogueira, ganhando assim uma forma feminina. Nessa confusão, Rohan fechou seu caderno, colocou entre suas vestes e tentou se distanciar um pouco do grupo de maneira furtiva, mas como a dor de cabeça era bastante incômoda, o deixou tonto e batendo seu corpo na arvore onde Nil dormia, ficando encostado ali um pouco para recuperar seu equilibro. Caso alguém perguntasse, responderia "Não estou me sentindo bem, deve ter sido a sopa... Preciso pegar um pouco de ar, voltarei daqui a pouco."


Uma coisa era certa: nesse surgimento da jovem através de uma névoa, ela acabou por falar o nome da garota de cabelos flamejantes, que se chama Júlia, mas negou de forma bem teimosa. Rohan não estava afim de anotar nada no seu caderno no momento, apenas queria sair dali e conseguir um pouco de ar respirável para retornar sua circulação cerebral ao normal. Ainda estaria usufruindo de seus ótimos ouvidos, caso fosse seguido enquanto tentava caminhar solitariamente pela floresta escura.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Sab 10 Set 2016 - 6:17

-Está dizendo que eu não tenho coragem garotinha? Acordo feito! Mas eu ainda afirmo que não tem capacidade!

@Drinaar olha uma névoa estranha aparecendo e devido a ter lido livro sobre várias raça, sabia que se tratava de uma vampira. Drinaar pega uma espada e se prontifica para a uma possível luta.

- Apareça vampira! Mostre-me que não quer fazer nada demais!

A garota aparece e então Drinaar se acalma um pouco, mas com desconfiança tomando precauções .
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Sab 10 Set 2016 - 15:57

Maximus tentava dormir em paz, mas não conseguia devido ao barulho excessivo.

- Querem calar a boca...

Maximus percebe uma presença diferente e percebe que tem mais uma integrante no grupo.

"Parece que terei que proteger todas essas belas moças. Quem sabe até não tem um harém com todas elas."

Maximus fica apenas em silêncio observando os outros.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Sab 10 Set 2016 - 23:58

Continuava a descansar de olhos abertos em cima da árvore, relaxando aos estalos da fogueira e aos cantos dos insetos, saboreando o sopro de uma gélida brisa da noite enfraquecida pela presença da vegetação. Se não fosse pelo falatório nas proximidades teria caído no sono, e seu estado de vigília foi ainda mais reforçado quando um choque de adrenalina tomou conta do seu corpo no momento em que percebeu algo de estranho.

“Um ataque mágico?”
 
Visualizou os gatos pulando perto de uma névoa incomum. De imediato se prostrou de pé, sacou as armas e fez uma varredura do arredor com a visão para tentar localizar a pessoa que conjurou aquela magia. O necromante convocou um esqueleto com maestria, pronto para defender o orc que havia sentado para tirar um cochilo, então de súbito uma mulher apareceu perto das duas garotas. Com um alvo fixo, Nil angulou as miras na direção da cabeça da suposta invasora com os dedos já escorregando nos gatilhos, mas alguns segundos depois concluiu que atirar seria algo deveras precipitado, pois não parecia um ataque, tendo em vista que no exato momento a mulher se dirigiu diretamente à garotinha revelando seu nome e passou a impressão de ser uma enviada.
 
– Penso que estejamos muito vulneráveis. Já são duas as pessoas que adentraram no acampamento sem ninguém notar a tempo. E se fossem inimigos? – Pensou Nil ao mesmo tempo em que voltava a se sentar e dessa vez ficava com as armas em mãos.
 
Escutou um baque na base da árvore em que repousava, olhou para o lado para ver o que era e notou que Rohan se comportava de uma maneira estranha. Perguntou a ele o que havia e em seguida ficou o observando a andar para outra direção. Imaginou que um guarda noturno desnorteado seria um grande problema, por isso não tirou os olhos dele enquanto ainda era visível.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Dom 11 Set 2016 - 12:58

Grathug descansava tranquilamente esperando que não acontecessem mais nenhuma surpresa naquela noite calma. Porém ele estava errado, pois acorda no susto com um gato mordendo seu nariz e por impulso se vira para trás bruscamente enquanto se levantava, quase arremessando o gato longe, e sem pensar tentou atacar a primeira coisa que viu, era um esqueleto que estava perto de uma névoa que parecia ter vida própria, seu soco acertou o esqueleto e atravessou a névoa para depois consequentemente acertar a árvore, que a sacudiu fazendo caírem muitas folhas e rachando a área onde foi socada quase a derrubando. "Mas que feitiçaria é essa?". Espantado deu um passo para trás, a névoa havia atravessado o Orc e o necromante parando entre a garota flamejante e a esquisita. A névoa começou a tomar forma e virou mais uma mulher. Chegou conversando tranquilamente com a garotinha , como se já soubesse quem era. Grathug estava de punhos fechados pois não confiava na nova estranha e havia se irritado com o mago por ter o acordado, mesmo sendo um gesto de ajuda. Ele estava com a respiração pesada e sua cara estava expressando raiva. "Mais uma pra desconfiar, tudo o que precisávamos". Pensou.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Evelyn em Qui 15 Set 2016 - 22:56

De fato Evelyn não esperava tal abordagem dos integrantes pois o primeiro deles, o minotairo muito colorido , que se apresentou como se fosse algum conhecido ou como se eu fosse aliada. Contudo não podia estragar a oportunidade dada a mim, então respondi sua pergunta -Sou evelyn, muito prazer- seguida de uma leve reverência como forma de educação. Após o Minotauro ir dormir, um alívio bateu, gentileza não é para mim. 

Em seguida um garotinha com cabelos flamejantes se aproximou, ao ver o fogo dei um pequeno passo atrás. Está é uma garota muito curiosa, várias perguntas foram ditas mas apenas respondi o necessário -Por enquanto direi que vim aqui por objetivos próprios, que não são de seu interesse, mas que me levam a ficar do seu lado. E me chamo Evelyn...- Sinceramente a garotinha me assustou com sua força e que para estar numa guerra não seria a toa. Tenho de ficar de olho nela, e teria de ter cuidado com sua guarda -acho que vou lhe fazer companhia, garotinha- terminou a frase sorrindo.

Em seguida alguns ficaram com receio de vir. Algo como um morcego, provavelmente um Yokai fazia anotações. Tenho de destruir aquele diário antes de ir. E os dois gatos andavam ambos juntos, ainda sem ter resposta de quem seriam, isso ajudaria a descobrir o associado. Depois um humano, aparentemente desconfiado por sacar sua arma, parecia ser o mais normal de todos lá. Zero por cento de chance para levarmos ele. Acenou com a cabeça e compartilhou seu nome, como resposta o imita também acenando com a cabeça.

Certamente não podia esperar menos do Orc,  apesar de mal a conhecer foi o mais rude ao se apresentar. Seu bafo era horrível, se já não estivesse morta teria morrido ali mesmo. Evelyn não gostou nem um pouco da atitude do Orc,  chegando a empurrá-la e ainda jogar uma das espadas longe. Mas permaneceu calada enquanto ele se afastava. E por fim um Draconato que não se levantou e muito menos citou seu nome, mas não desviava o olhar de Evelyn. Certamente a garotinha e os dois brutamontes seriam um problema, mas ela daria seu jeito.

Após as apresentações algo parecia acontecer vindo das costas do Orc,  uma névoa que parecia ter vida própria. O que seria isto agora? Então sua pergunta de quem seria o dono. Era um dos próprios gatos que tomou forma humana. Quase certeza era seu associado, o que lhe fez acreditar ainda mais nisso seria o fato de ser um necromancer obviamente por evocar um esqueleto puramente de magia. Havia lido em livros que necromancers que evocam entidades a partir do nada são habilidosos. Enquanto a ação de defesa ocorria o outro gato acorda o Orc,  que como resposta acaba por acertar o próprio esqueleto e dar um murro na árvore. Sua força espanta evelyn.

A névoa passa tranquilamente pelos membros parando próxima a mim e a garota de cabelos flamejantes. Revelando ser uma mulher. Nunca havia lido nado assim em livros, ficou muito curiosa sobre a mulher, o Draconato gritou vampira em sua frase, não sabia que vampiros podiam virar névoa, realmente interessante. Como se direcionou à garotinha, descobrindo que seu nome era Julia, Evelyn volta a pegar suas armas as colocando no lugar, teve de ir mais dentro ao Mato pela distância que o Orc havia jogado sua espada. Estar com as armas de volta lhe deu uma segurança a mais. Por fim a nova mulher havia causado menos atenção do que Evelyn teria de ter cuidado com suas suspeitas. 

Evelyn não queria, por enquanto, revelar totalmente seu rosto então ficou levemente mais afastada do grupo ainda se escondendo no capuz e longe do fogo. Ela se encosta em uma árvore e fica observando ao redor, digamos que fosse uma ajuda para vigiar o local. E permanece lá quieta enquanto conversavam com a vampira.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Sab 17 Set 2016 - 23:30

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil,  Stained B, Evelyn e di'Leviathan
 
Aquela confusão acaba por atrair os soldados que também se encontravam de vigia para onde se encontrava para ver o que o corria se deparam com duas pessoas que não se encontravam registrados nas forças de Pejite. Então retirando sua espada de sua bainha, um dos cavaleiros toma afrente e diz: - Viemos para verificar que esta ocorrendo, que confusão foi esta? – Os guerreiros membros da unidade já se encontravam em torno do grupo, pareciam preparados para qualquer eventualidade. Aquela situação chamou a atenção dos demais que apenas observavam aquela situação inusitada. Muitas daquelas pessoas se encontravam dormindo despertam assustados por causa do tumulto, e aqueles que apenas faziam seus afazeres no acampamento pararam para ver oque acontecia.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Dom 18 Set 2016 - 1:03

- Drainarku agherian frakkirian disrianki.
Tradução: Como líder é importante tomar decisões difíceis. E é o seu dever proteger os membros do grupo. Irá mentir para o guarda, fazendo com que os membros não confiem em você ou irá contar a verdade fazendo com que os membros achem que não podem contar nada a você.
@Drinaar olha para a garotinha ruiva e sorri com o seu enorme dente e empurra Júlia para os guardas.


- Ela é a nossa líder, não é gente? E por esse mesmo motivo ela tem a obrigação de dar a satisfação do que está acontecendo aqui.



@Drinaar olha para os outros, põe a mão na cabeça e começa a gargalhar.
"Quero ver você sair dessa Júlia"
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Dom 18 Set 2016 - 18:36

 O esqueleto estava pronto, mas então o orc foi acordado por Nobert como desejado, entretanto, o grandalhão atacou o esqueleto de Prehael fazendo este por uma pilha de ossos espalhados pela grama do acampamento. Se não fosse por isso, a névoa não teria passado pelo esqueleto magico.

 O ser por fim se manisfestou no meio de todos, outra vez a defesa do grupo foi aberta. " Primeiro a menina das costuras e agora isso?" Prehael ergue seus dedos, então trás a palma de sua mão para sua cabeça abaixada para o chão simbolizando sua decepção e desgosto com o ocorrido. " Pelo menos eu sei que vai ser fácil de capturá-los quando for a minha vez de atacar." O bruxo retorna seu olhar para a mulher qque se materializou como uma humanoide.

 " Agora que ela está vulnerável no meio de todos seria hora de atacar, mas... então por que ainda estão esperando? Além disso, o youkai sumiu." Apenas observava a cena enquanto os ossos desapareciam pelo chão. Se não fosse pelo draconato o resto do grupo não saberia que aquilo era um vampiro. Por fim mostrou conhecer a garota, independente se for o nome verdadeiro ou não, agora Prehael teria como chama-la; Julia. 

 - Tão arrogante. - O bruxo caminha para próximo da vampira. - Invade o acampamento das tropas de Pejite dessa forma?  É muito ingenuo da sua parte entrar sem permição e esperar que todos simpatizem com você ou você acha que pode lider com todos aqui? - Estava obvio que o albino não estava indo com a cara da vampira da mesma forma que não estava muito alegre com a chegada da ressurgida. "  O youkai sumiu, o minotauro e draconato apenas observam, o orc atacou o inimigo errado, pelo menos ele não ficou parado, a recém chegada foi atrás das armas, o garota está dialogando com a póssivel inimigae não sei poque o pistoleiro ainda não atirou, e além de tudo isso, onde estão os guardas? Eu deveria ter aceito ser o lider quando tive a chance." O bruxo estava decepcionado com o grupo, mas não era culpa dos demais, Prehael havia sido treinado de forma rigorosa e não hesitava para matar qualquer um antes que pudessem haver imprevistos, dessa forma suas missões seriam concluídas com perfeição.

 Finalmente guarda surgiram, mas estavam confusos e claramente não iriam atacar as duas intrusas. Por fim o draconato voltou a conversar com Julia em sua língua, aquilo poderia ser um problema. Por fim, a marca da espiritualidade lançou a pequena contra os guardas se divertindo com a situação. Estava claro que ninguém mais se importava com a vampira ou com a ressurgida. 

 Nobert saltou de volta para o ombro de seu dono, e Prehael por sua vez acariciou o gato preto.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Ter 20 Set 2016 - 2:09

Estava acontecendo uma boa confusão na fogueira, ao ponto de chamar a atenção dos guardas e vir imediatamente em direção dos demais para realizar algumas perguntas, focadas principalmente nas duas que haviam chegado há pouco tempo. Enquanto isso, Rohan se recuperou de seus sentidos prejudicados pelas vozes atormentadoras na base da árvore e aproveitou a oportunidade em que todos, até mesmo aqueles que estavam distantes descansando ou realizado seus afazeres, mantinham as atenções no grupo para se misturar a floresta e se esconder na escuridão do bosque.

Acredito que é melhor assim. Talvez agir de maneira solitária possa ser mais benéfico ao grupo. Não temos muito tempo para estabelecer confianças sólidas, tudo o que podemos fazer é acreditar em nossas habilidades e cumprir a missão com êxito. - Questiona seus atos enquanto se esconde atrás de uma árvore um pouco distante do acampamento - Bom... Como consegui tirar as atenções de mim, irei investigar mais a frente o que há pelo caminho, procurando possíveis inimigos e armadilhas. Deve ser fácil, já que está de noite e morcegos sobrevoarem por todos os lugares atrás de alimento. - Pensa enquanto respira calmamente, observando as copas das árvores. - Por ora ficarei a distância, dando suporte e descobrindo o que for possível para ajuda-los nesta guerra. Espero que me perdoem por sumir desse jeito...

Com isso, Rohan apenas se concentra e se transforma em um morcego, sobrevoando pelos galhos e indo em direção da possível rota que o exército irá fazer pela manhã. Depois que as arvores ficassem para trás, iria sobrevoar mais alto, mantendo seus ótimos sentidos ativados para possíveis ocasionalidades.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Ter 20 Set 2016 - 12:59

- Filho da P&*%$! - Júlia xinga no exato momento em que é empurrado pelo draconato.





- Viemos para verificar que esta ocorrendo, que confusão foi esta?





- É uma confusão que as pessoas do grupo podem resolver sozinhas, senhor. Se realmente algo sair totalmente de controle irei avisar a rainha pessoalmente. Se realmente fosse uma situação de extremo perigo, os senhores seriam os primeiros a saberem.





"Tenho que agir como líder! Mas eu nunca liderei ninguém!"

"Mas eu já liderei e comandei vários exércitos Júlia, deixa eu dominar você e assim, poderá liderar com facilidade esse grupo."


"Nunca, a única coisa que você traz é o caos e a destruição. Não deixarei que faça isso! Se eu deixar você me dominar, não existirá grupo porque você irá matar todos aqui."

"Só por um simples momento e eles irão lhe temer. Obedecerão a senhorita e não se irão se opor a nenhuma ordem sua."


"Cale a boca Saphyra!"

Júlia conta as pessoas do grupo para verificar se há alguém do grupo faltando, e, caso perceba a falta de algum membro tentará localizar através de seu radar.

- Está na hora de eu agir como líder, e, a hora chegou. Estava apenas observando vocês para saber qual era o comportamento de cada um. Sei que aqui ninguém confia um no outro. Mas isso não importa, o que importa é que se quisermos sucesso na missão temos que trabalhar em conjunto para o sucesso da missão, confiando em seus parceiros ou não.

Júlia olha novamente seus parceiros de missão.

- Sei o quanto é difícil essa missão. Mas eu tenho acesso a toda informação de nosso inimigo, graças a um trabalho em conjunto onde eu pedi para uma pessoa segui-lo, fazendo com que soubéssemos onde o inimigo está até o momento. Quase perdi o meu irmão com isso, mas ele está vivo. Eu poderia ter deixado meu irmão morrer ao invés de voltar e matar o Simon sozinha. Mas com isso eu poderia morrer e com isso fracassar a missão, fazendo com que Simon virasse o novo rei. 


Júlia olha seriamente para todos.


- Pode ser que os senhores aqui tenham algum interesse com a missão, ou nem liguem para a rainha, mas nossa missão que é prender ou matar Simon tem que ser concluída. E para isso, temos que fazer uma segurança mais apropriada, afinal duas pessoas entraram sem permissão aqui. Mas também devemos decidir em conjunto. Vocês preferem que eu avise os guardas e peçam para ele reforçar a guarda, ou preferem resolver por nós mesmos. 


Júlia sorri.



- Um líder não se coloca na frente dos outros e nem manda nas pessoas que estão lideradas. O líder tem a função de proteger os liderados e direcionar para que a missão seja bem sucedida. Posso parecer uma garota curiosa, mimada, que quer proteger a rainha a qualquer custo. Sim, quero proteger a rainha e irei fazer isso, pois para que a missão tenha sucesso é necessário que ela fique viva. Além do fato de eu ser a guarda pessoal dela, o que torna a minha função ainda mais relevante. Mas também tenho que pensar em todos vocês. E é por esse mesmo motivo que a guarda deverá ser de duas pessoas, para que não tenhamos problemas, já que não temos essa confiança um para os outros. Então, concordam?

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Ter 20 Set 2016 - 19:37

Achou estranho o fato de Rohan logo em seguida ter se distanciado do acampamento e desaparecido na floresta escura, mas não cogitou em tentar segui-lo, afinal seria perigoso e inútil seguir um homem-morcego que se comportava de maneira anormal no meio da escuridão. Em vez disso, preferiu continuar a fazer o que fazia: nada. Permaneceu sentado no galho, com a bochecha apoiada sobre a mão esquerda e balançando as pernas para frente e para trás enquanto observava o grupo sem tentar interagir com alguém, completamente calado.

Reparou por um breve momento no necromante que provocava a vampira sorrateira. Atitude admirável por parte do levantador de esqueletos, pensou. Ao contrário da última figura que adentrou no acampamento largando suas armas e não fazendo movimentos suspeitos, a vampira praticamente invadiu o recinto com uma magia misteriosa e ainda por cima partiu para cima de membros do grupo, correndo o risco de ter sido atacada pelos demais membros caso não tivesse se dirigido a Júlia. Inferiu que ela deveria fazer por valer para que todos se sintam à vontade com ela, principalmente o orc que aparentemente não estava nada satisfeito com a presença dela.


— Bom, de todo modo, contando que ela esteja do nosso lado será melhor para nós. Quanto mais ajuda, maior é a chance de sobrevivermos
— pensou um pouco antes de notar a organização preventiva dos guardas ao redor do grupo. Era de se esperar que as duas novas companhias chamaram não apenas a atenção do grupo, mas de toda a tropa.

Desceu da árvore sem fazer movimentos bruscos, posicionou-se perto da pequena líder e esperou que ela agisse para fazer jus ao seu título de líder. Depois de ela ter pedido as opiniões dos integrantes da equipe, ele resolveu se pronunciar com o seu ponto de vista.

— Talvez você devesse pedir para os guardas reforçarem o patrulhamento, mas mesmo assim tenho a impressão de que isso não será suficiente para a nossa segurança. Sugiro que todos do grupo fiquem em vigília para qualquer eventualidade ou até mesmo que todos nós façamos uma patrulha preventiva no perímetro. Acho que uma patrulha em grupo, ou dividida em várias duplas ou trios, será muito mais eficiente, mas a guarda de uma dupla sozinha também não é uma má escolha. É o que tenho a falar
— disse Nil ficando por ali mesmo.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Qua 21 Set 2016 - 11:43

Maximus acorda com a barulheira e se desperta rapidamente ao ouvir um barulho de ossos se quebrando e então vê uma névoa se formar e da névoa virar uma moça!

"Mas que m... é essa? Para que mundo louco me mandaste minha deusa! Atena, realmente preciso de sua ajuda para saber o que fazer neste exato momento! Ajude-me!"
Maximus escuta a garota.

- Eu concordo com o garoto em relação a reforçar a guarda, mas ainda acho que não será o suficiente. Pois se dois entraram facilmente, quem garante que mais não poderá entrar. Só sei que eu tenho o dever de proteger as senhoritas. E por isso quero adotar você como minha filha e quero as outras garotas aqui como esposa.

Maximus olha para a vampira e sorri. Depois chega para Prehael e fala em seu ouvido sussurando.

-- Você é uma bela dama e gostaria muito que fizessa parte do meu harém! Quero ter filhos com você. 

Maximus vai até a ressurgida, pega a mão dela gentilmente e a a beija.

- Gostaria que fosse uma de minhas esposas, aceita?

Maximus espera a resposta e começa a fazer a guarda.

- Irei proteger todas vocês de todos os perigos iminentes.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Qua 21 Set 2016 - 22:29

Os soldados se aproximavam para checar o que acontecia com os mercenários. Grathug permanece em silêncio escutando as opiniões que seus aliados expressavam, alguns se provocavam, o que lhe soltou uma risada. "Parece do jeito que eu e meus comandantes nos provocavam os,  mas era pra debater quem era o mais forte ou quem capturou a maior presa". Pensa consigo mesmo, e Morfeu não fica calado. "Sim eu sei, posso ver suas memórias, apesar de não ver tudo claramente". Então uma pergunta foi imposta: Quem deveria lidar com tal situação? Grathug responde. "Acho que nós podemos cuidar disto sozinhos mas não acho que conseguiremos cobrir todas as brechas sozinhos, precisaríamos da ajuda dos outros soldados. Tenho certa experiência com emboscadas então sei como funciona. Poderíamos colocar vigias com arcos nas copas das árvores e soldados mais furtivos em pontos mais escuros do acampamento ou até iscas falsas com armadilhas. Além é claro de estarmos sempre atentos, se quiserem eu posso ajudar a vigiar também.". Grathug permanece de braços cruzados aguardando. Não pode deixar de notar o Minotauro, com seus "gestos" as garotas, o que era estranho ao Orc. "Quem se casaria com mulheres mortas?". Pensou, então suspira. "Darla...sinto sua falta...espero que esteja bem". Morfeu retruca "Credo meloso demais pra mim, volte a ser o Orc Sanguinário que eu gosto, hehehe". "Calado! Você ainda está no meu corpo eu mando em você!". Seu braço emana energia negra mais forte e a dor aumenta. Grathug tenta ignorar a dor e não demonstrar fraqueza, apesar de estar doendo. Continua observando.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

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