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Campanha: A guerra de sangue

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Qui 25 Maio 2017 - 22:44

As chamas se espalharam como imaginado, logo poderiam alcançar os inimigos. "Vão ter de escolher se vão avançar ou recuar, mas se ficarem para ser engolidos... Seria um agrado." Pensou com sigo.
 Surgiu movimento, na direção oposta animais fugiam do fogo, muitos que até agora estavam quase que invisíveis agora fogem em grupos passando pelos soldados de Pejite. 
 Vendo o incêndio aumentar, precisava fazê-lo chegar mais rápido em seus inimigos, queria empurra-lo de alguma forma. Estava pronto para usar mais uma magia, seus olhos agora receberam um tom dourado, por sua garganta mais uma vez pode ver subir uma luz atravéz da pele. Finalmente gritou, um som alto, agudo e forte, as ondas de som foram de encontro as chamas no intuito de empurrar o mesmo para frente, assim o incêndio não se espalharia para trás e caminharia para frente contra os inimigos.


 Magia Utilizada: Ataque Sonico
 Efeito: O conjurador deve usar a voz ou um instrumento mágico com o som emitido tanto da voz ou do instrumento musical emite vibrações que afetam o alvo causando dano ao mesmo e ainda o deixa surdo temporariamente.
Dano: cria um forte som centrado em apenas um alvo em uma distancia de 6m causa dano 4 + ataque magico + estado negativo médio: tontura
Custo: 20 SP + 6 por turno
Alcance: 6 m
Duração: instantânea
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Ter 30 Maio 2017 - 11:58


Grathug para sua investida, cansou rápido demais, talvez fosse a fatiga de ontem ou as flechas em suas costas. Se apoiou em uma árvore olhando os arredores e pensou.

"Isso não vai adiantar preciso me concentrar!"

Ficou pensando olhando envolta em algum modo de passar, correr não seria opção, não sabia se alfumguentaria outra rajada e já estava doendo bastante a primeira. 

-Eu tenho uma idéia o grandalhão, lembra quando me protegeu?-

Falou Morfeu na cabeça de Grathug. Ele respondeu olhando seu próprio braço.

-É claro que lembro, ainda está doendo-

Grathug escutou os detalhes do plano, poderia dar certo, e isso o inspirou. 

-certo vamos tentar-

Grathug respira fundo e se vira para o lado oposto dos inimigos, de volta à direção da estrada.  Volta a correr para la ofegante e ainda com sangue pingando pelo caminho evitando o fogo e se necessário pularia sobre ele. Chegando na estrada se volta aquela carroça que viram mais cedo. Ele joga os cadáveres de la para fora, não estava nem aí, e entra na carroça. De dentro ele tenta quebrar o chão dele, apenas uma parte para inflar as pernas. Agora que o plano de Morfeu iria entrar em ação, ele queria que o Grathug usasse a carroça como um escudo móvel, pelo próprio Orc.

 Caso estivesse com as rodas quebradas ou faltando, arrancaria as restantes e mesmo tendo que fazer mais esforço iria usar toda sua força para levantar a carroça e continuar seguindo em direção ao inimigo.

-Vocês dois magrelos ai, eu tenho uma idéia entrem aqui!- 

Falou para Lord, a "morte", e Phrerael seu "amigo".

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Qui 1 Jun 2017 - 17:49

Estava esperando um pouco para ver como reagiriam todos com aquele plano, buscando pensar bem e decidir entre as possibilidades qual seria a próxima decisão que tomaria.

O albino havia colaborado bem com as chamas, mas no momento tentava de uma forma peculiar espalha-las, literalmente na base do grito. Enquanto isso o orc talvez tivesse voltado a si, pois podia avista-lo tentando retornar para próximo do grupo, com as costas parecendo um alfineteiro. A vampira por sua vez assumiu uma forma de nevoa e foi de encontro com o orc.

Quanto a Ele próprio, sabia a localização do inimigo, os animais da floresta e o fogo se espalhando iriam criar uma condição de caos e desorganização, haveria dificuldades em uns enxergarem os outros. Basicamente, os requisitos para liberar todo o seu poder já estavam alcançados, poderia abertamente espalhar sua essência pelo local, indo de vitima em vitima, ate não restar mais nenhum vivo.

O orc se aproximava da carroça e parecia querer usa-la como uma maquina de guerra, parecido com um ariete protegido, podendo assim eles se aproximarem mais sem grande perigo. Olhou ao redor e imediatamente convocou-os:

- Vampira e você, soldado, venham comigo. Albino, peque quem tentar fugir, chegou a hora deu visitar nossos adversários he he he

Disse ele dando uma risada, não como as outras, mas sim mais macabra, estava claramente tramando algo perverso, mas deixaria para que poucos vissem o que realmente iria acontecer.

Caso o soldado e a vampira aceitassem ir com ele na carroça, sem que ninguem de fora da carroça visse, iria golpea-lo pelas costas com a lâmina da foice transpassando seu tronco, agradecendo a oferenda.

- Saiba que graças a você, terei sucesso nessa investida. Agradeço seu sacrificio e irei recompensa-lo no pós vida...

Dizia ele para o soldado enquanto drena sua alma com a finalidade de repor suas energias. Para o orc, diz a direção onde os inimigos estavam, completando:

- Tente usar a fumaça e o fogo como cobertura para nos aproximarmos o máximo que ela aguentar. Após isso, peço que se afaste, não é sua hora ainda caro companheiro.

- Vampira, consegue manter aquela barreira por um pouco mais de tempo? Irei deixar a seu encargo algo importante. Uma vez terminado o combate, caso eu ainda esteja vagando atras de almas, use meu artefato em meu peito para conter meu poder, pois irão presenciar minha forma primordial e ainda não é o momento para consumir essa terra...


Terminou se referindo a respeito do orb de seu peito, que impedia seu poder verdadeiro de transbordar e agora, estava prestes a libera-lo sob condições sob controle.

[off: o final foi condicional, caso o soldado ou a vampira não sigam, vou apenas entrar na carroça mesmo e me preparar, sugando a energia da foice pra mim, enchendo os pontos de SP. Turno seguinte, pretendo usar magia PODER CONTIDO]
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Qui 8 Jun 2017 - 21:49

Ao longe avista o Orc correndo de volta, para e espera o mesmo chegar para voltarem juntos.

Hump... Deve ter encontrado com o exército inimigo e viu que não é capaz de enfrenta-los sozinho então está fugindo com o rabinho entre as pernas...


Ação: Ao perceber que o gigante não iria parar, fica parada e espera que o mesmo passe por ela. Vira-se indignada e começa a fazer o caminho de volta para onde havia deixado o grupo.


Ao chegar próximo de onde estavam seus companheiros depara-se com um incêndio que começava  a se espalhar rapidamente, ciente de seus probleminha com fogo, decide dar a volta pelas chamas.


Quando finalmente reúne-se novamente com o exército, depara-se com o grupo agitado, todos preparando-se para iniciarem um ataque. Junto a carroça o Orc já pronto para partir, enquanto a sustentava servindo como cavalo e próximo ao gigante verde o lich.


-Até compreendo o incêndio, mas para que serve a carroça? Ela está quebrada, sem contar que é coberta por um tecido nada resistente, puro lixo.


O lich a chama atenção junto a de mais um soldado, e a convida para se juntar a ele no ataque.


-Ora, ora, seria até que divertido, mas acredito que deixar o albino na retaguarda não seja muito inteligente. Percebi na noite passada que sua capacidade estratégica é muito boa, será melhor mante-lo por perto-sugere a jovem olhando para o bruxo-Vamos manter um pequeno grupo de soldados por aqui, e o albino e eu ficaremos em um ponto mais estratégico onde possamos ter uma melhor visão da batalha-volta a olhar para o lich- deixe um de seus cães conosco para podermos manter contato e trocar informações durante a batalha, é uma maneira de aproveitar melhor nossas habilidades já que não fazemos muito o tipo "linha de frente". Sem contar que poderei manter a barreira com maior liberdade.


E claro, poderei terminar minha conversa com o albino.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Azetlor em Dom 11 Jun 2017 - 23:21

Todos

Então Grathug retorna para onde se encontrava seus companheiros com alguma dificuldade, onde adentra na carroça, colocando o plano de Morfeu em pratica, quebrando o chão do veiculo de maneira que possa colocar suas pernas, seguindo o plano bolado pelo lich que  pede para acompanha-lo mas a vampira e soldado não aceitam ficando  com os demais soldados junto de Preheal, enquanto o necromante vendo que não conseguira adentra na carroça junto com o orc onde concentra sua magia para libera seu poder contido.  O bruxo albino utiliza sua magia vocal que acaba por fazer as chamas se espalharem  mais rápido diante dos olhos da vampira e dos soldados que haviam agora tinham se posicionado junto dele.  Podia observar mas uma saraiva de flecha que agora pareciam estar em chamas vindo em direção a eles.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Ter 13 Jun 2017 - 21:10


Até pensou em pegar o soldado a força para obriga-lo a ir, mas seria uma perda de tempo em um momento crucial. Mais tarde iria buscar sua alma. Por hora, tinha que seguir seu plano. Com o orc dentro da carroça, seria difícil de adentrar nela, então iria logo após ele, usando-os como escudo enquanto se prepara.

Havia reposto suas energias drenando sua arma, estava livre para agir. Enfiou sua mão esquelética em sua túnica e retirou sua runa de Berkano, quebrando-a, imediatamente sendo envolvido pelo seu poder. Então foi o momento crucial, enfiando sua mão em seu próprio peito e retirando seu cristal rubro de seu peito, mudando gradativamente de cor para transparente, enquanto ele próprio começou a emanar muita energia descontroladamente, sendo envolvido em uma massa negra volátil a sua volta.

Começa por todos os lados e gradativamente mais e mais alto gritos, gemidos e lamentações do mortos, se tornando quase ensurdecedor e aterrorizante, vultos partindo daquela massa negra e zigzagueando a sua volta e para distante dele, atravessando o que estivesse no caminho. Aquela energia escura começa a diminuir lentamente, revelando sua verdadeira forma, enquanto sua foice ao seu lado estava um pouco maior, parecia feita de pura energia negra, deixando um leve rastro por onde se movia. Parecia que vestia sombras e ao seu redor o frio rapidamente se espalhava.


Soltou um longo e audível suspiro, criando uma breve nuvem de frio a sua frente. Jogou seu cristal dentro da carroça e em uma velocidade absurda avançou na direção onde os inimigos estavam, de onde vinham as flechas. Usou de sua velocidade para passar por baixo de onde vinham e ataca-los entre uma saraivada e outra. 

Nenhuma palavra era dita, nenhuma palavra era pensada. Ele não era mais o mesmo esqueleto de antes. Era uma força da natureza realizando seu trabalho, o qual era terrivelmente bom em faze-lo: Era a Morte consumindo a Vida, seja a vida de seus inimigos, seja a vida de quem estivesse em seu caminho.

runa de Berkano
Spoiler:
Classe que aprende: Todas as Classes
Elemento: Neutro
Descrição: Após um pequeno ritual simples o conjurador pode encantar uma pedra com poder, tornando-a uma runa mágica. Runas são encantamentos ancestrais cristalizados em gemas ou postos sobre armaduras e armas especiais, que podem mudar o rumo de uma batalha. O ritual é simples mas exige 1 turno de confecção. 
- Tinta, giz ou qualquer substancia que possa ser usada para pintura.
- Uma superfície plana.
- Uma pedra.
- Uma peça de armadura.
O Conjurador precisa desenhar um simbolo específico na superfície plana, por a pedra em seu centro e encantar a pedra com determinado poder. A mana só é usada durante o ritual e a pedra pode ser ativada sem custo de sp a qualquer momento. Uma vez ativada, a magia se esvai da pedra e ela volta a ser somente um objeto comum.
Berkano proporciona a seu usuário uma couraça de coloração cinzenta feita de pura energia. Acontece que ao ser ativada, a energia contida na runa se expande tomando todo o corpo do usuário criando uma camada protetora tão poderosa que pode até quebrar armas utilizadas contra ela.
Efeito: Cria uma camada protetora em volta do usuário capaz de absorver o dano, a couraça tem 30 de HP e não tem defesa, mas todo o dano deve ser primeiro passado por ela e só depois na defesa do usuário.
Custo: 5 SP.
Duração: Instantânea
Valor da dificuldade: 5
Raridade: Comum


Poder Contido
Spoiler:
Libera sua forma verdadeira removendo uma esfera vermelha que flutua em seu peito vazio.
Classe que aprende: Todas /Elemento: Neutro
Descrição: Sempre que desejar, o conjurador pode retirar um item enfeitiçado, que contenha toda sua energia, desta forma é capaz de liberar toda a sua energia de uma vez tornando-se muito mais forte que o normal mas também, tornando-se muito violento e agressivo. O jogador deve especificar qual item que é o seu ''limitador'' que permanecerá com ele sempre, uma vez retirado a magia é ativada.
Efeito: Sempre que remove seu limitador o conjurador torna-se mais poderoso, sanguinário e agressivo, mudando sua forma para um ser mais bestial e ameaçador. Com isso ele ganha +3 em (For?a ou Habilidade ou Resistência), +2 em (For?a ou Habilidade ou Resistência), +1 em (Força ou Habilidade ou Resistência) (não afeta HP e SP). Além disso ele também ganha a vantagem Agilidade. Ele também adquire as desvantagens: Insano Homicida, Modelo Especial e Sanguinário. Assim que a transformação acabar o conjurador voltará ao normal o mesmo acontecerá caso tenha todos os seus pontos de vida reduzidos a zero.
Quando ativa seu poder, o conjurador não perde controle sobre si inicialmente, no entanto devido as desvantagens adquiridas existe uma grande possibilidade dele vir a se tornar uma ameaça para todos próximos a ele, pois a força maligna em seu interior toma conta de suas ações. Uma vez que os efeitos da ativação tenham terminado ele sofrerá uma penalização de -1 em todos os seus testes e atributos. Uma vez que tenha ativado esta habilidade, poderá voltar ao normal a qualquer momento desde que não tenha mais nenhum inimigo visível ou detectável por perto ou que alguém de alguma forma consiga obrigá-lo a equipar novamente seu limitador ou que seu SP tenha se esgotado.
Custo: 12 sp + 4 SP por turno
Duração: Sustentável
Valor da dificuldade: 6
Raridade:Rara

Vantagens:
- Arma Especial: Foice da Morte (Dano Mag+1 / Def Mag+1 / 45 SP)
- DURO DE MATAR 
- Mente Inacessível
- Noção do perigo
- Status : Deus da Morte
- Regeneração
- Imunidade a Trevas
Agilidade / F+1 / H+2 / R+3

Desvantagens: 
- Aura má
- Ponto Fraco  (luz)
- Vinculo: O Livro da Vida, atualmente em Insula Mortuum, na sala do tesouro da Irmandade das Sombras
- Má Fama
- Efeito Colateral 
- Mácula do Apodrecimento
- Monstruoso 
Insano Homicida, Modelo Especial e Sanguinário
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:03

Roses, figuras vindas da escuridão, carregam uma energia negativa horrível como criaturas das trevas desde o nascimento, algo imundo e nojento para os puros. Seu progenitor foi quem dominou as artes da escuridão, a manipulou com maestria e como filho do caos pintou os céus de negro e o chão de vermelho. Graças ao poder maligno do primeiro Rose os seus sucessores foram amaldiçoados com tal poder ou benção.
Apesar de terem grande facilidade em usar dos poderes maléficos, o clã foi tomando rumos diferentes e se espelhando como desconhecidos uns dos outros, quase que uma raça em Zephyr sendo difícil vê-los unidos. Nem todos levaram com sigo os dogmas de seu progenitor se tornando boas pessoas mesmo que ainda cercados por trevas e olhares preconceituosos. 
Para reconhecer um Rose é necessário conhecimento, magos da luz ou trevas podem ter mais facilidade, mas mesmo eles (obviamente) devem saber o que é um Rose, talvez lendo em algum lugar, pode ter ouvido falar ou ter conhecido um. O clã possui as seguintes características que denunciam sua descendência;

DESCENDENTE ROSE (3 Pontos)
Quando tanto o pai quanto a mãe são descendentes do clã, o Rose possuirá as seguintes características obrigatoriamente: Todos sem exceção carregam uma aura negra somente vista ou sentida para os sensível. Possuem cabelos lisos e de tons brancos. A pele é tão branca que chega a ser fraca e sensível para os raios de sol. Seus olhos são coloridos como rosas, roxos, azuis, nunca de tons escuros. Seu porte é originalmente esguio, mas de acordo com a maneira que viveu pode se tornar forte, gordo, ou até mais magro do que deveria. 
Gostam da companhia de animais, alguns até se tornam druidas vivendo ao lado deles e fazendo amizades verdadeiras. A casa de um Rose pode ser um zoológico se ele não aguentar ver os pobres bichinhos abandonados por donos ou pelos pais. Conhece aquela senhora com a casa cheia de gatos e cachorros? É o melhor exemplo da simpatia desse clã com os animais.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:04

O texto a seguir foi traduzido de uma linguagem muito antiga, direto dos registros guardados pela Ordem dos Lutadores Cósmicos.

"Há muito tempo atrás, nasceu um menino cujo o nome foi dado Pai Mei, era um menino prodígio o qual todos atribuíam grandes virtudes. Ele cresceu em uma vila pobre situada próxima a um templo da Ordem da Estrela Cadente.  Ainda criança, ele se viu fascinado pelos monges, que eram capazes de feitos extraordinários. Falou pessoalmente com o monge-chefe, demonstrando uma eloqüência assustadora para uma criança de sua idade, o monge reconheceu o potencial do garoto e treinou-o pessoalmente, com o passar dos anos, seu desenvolvimento foi vertiginoso. Mesmo sendo jovem, era capaz de enfrentar lutadores graduados e experientes de igual pra igual. Seu talento era inegável.

Pai Mei no entanto, apesar de ser um fiel monge como todos os outros, não demonstrava o devido respeito pela vida, para ele, qualquer um que não fosse capaz de superá-lo deveria ser seu subordinado, sua visão de mundo o levou a desafiar formalmente seu mestre e a vencê-lo, quando ainda tinha acabado de completar seu primeiro dan. Havia se tornado o mais novo monge-chefe do templo da Ordem da Estrela Cadente. Sua megalomania ainda não havia cessado porém, secretamente formou uma espécia de sub clã dentro da ordem, formado pelos monges de maior destaque dentre graduandos. Deu a esse clã o nome de Lótus Branca.

Os membros da Lótus Branca eram de total obediência com Pai Mei, e foram impelidos pelo mesmo a se revoltar contra a Ordem da Estrela Cadente. Uma batalha interna foi travada e uma grande parte dos membros da ordem foram mortos. Todos os membros da Lótus Branca, exceto Pai Mei (que traíra tanto a ordem quanto seu próprio clã após estes terem se mostrado ineficazes contra os monges), foram descobertos e condenados pela ordem da Lua Vermelha que ajudou a  Ordem da Estrela Cadente.

Após o conflito, houve uma união entre ambas e foi formada a Ordem dos Lutadores Cósmicos. Pai Mei, visando obter maior poder, estudou e assimilou com velocidade espantosa as técnicas da Lua Vermelha, incorporando-as e ajudando a formar o estilo dos Lutadores Cósmicos.  A partir de então, sua figura foi ficando cada vez mais respeitada, uma vez que ele próprio havia ascendido tanto seu espírito, a ponto de compreender e dominar duas filosofias e estilos de luta, inclusive aprimorando e criando novos outros.

Já desgastado pelo tempo e querendo se isolar daqueles que o queriam mal, Pai Mei construiu seu próprio templo: o Jardim das Lótus Brancas. Em seu templo, continuou ensinando a doutrina dos Lutadores Cósmicos e aprimorando ainda mais o estilo de luta. Cerca de 170 anos depois, Pai Mei decide abandonar o templo, deixando-o sob a responsabilidade de seus melhores discípulos. Ele passou a vagar por todo o continente, coletando conhecimento e levando sua doutrina a pontos distantes de Zephyr." 


...

Existem pouquíssimas evidências de sua passagem pelo mundo. É especulado que ele ainda vive, e que mora em algum ponto desconhecido nos confins de uma rede montanhosa. Caso seja comprovado de que ele ainda esteja entre nós, ele será capaz de revelar segredos dos quais o tempo se encarregou de enterrar. Mesmo que não o encontre, especula-se ainda de que seus segredos estejam revelados nos outros pergaminhos.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:04

Ao sul de Zephyr, onde as guerras e conflitos são mais constantes, há relatos de um grupo de Mononokes agindo em grupo contra os humanos de Pejite. Cada vez que o exército tenta invadir suas terras ou mesmo depredar o Fukai para que este cesse sua expansão, os Lobos gigantes atacam a cidade para produzir uma quantidade de estragos equivalente um destes lobos, o mais forte e provável líder deles, chama-se Amaterasu, apenas um soldado o viu e permaneceu vivo para contar a história. Mesmo assim, este soldado saiu de Pejite e agora mora em Lórien, a terra distante e pacífica dos elfos.
 Eis o que ele contou:

 "Eu era jovem e inexperiente. Tolo o bastante para seguir ordens sem questionar, assim como meus inúmeros companheiros. A maioria era movida pelo ímpeto de seguir aquilo que acreditava ser o certo. 
Mas uma mula que usa um amparo só enxerga o que está a sua frente, confiando sua vida ao homem que a guia. Assim são os soldados de Pejite. Mulas de carga, postas à frente da batalha para servirem de escudo, de distração, enquanto os grandes cumprem seus objetivos desconhecidos, sem precisar dar satisfações a suas tolas montarias.

Mas naquela noite tudo seria diferente, saímos de madrugada naquele dia. O dono da estalagem do Coelho nos deu um desjejum fortalecido para que aguentássemos a marcha. Todos vestiram suas máscaras e prepararam suas sacas de óleo, bombas de luz e de fumaça. Saímos em corrida até o mar da morte.

Naquele ano, fora registrado um avanço de 1km dos cogumelos malditos. De tempos em tempos, o governo de Pejite manda seus homens ao Fukai para diminuir sua extensão. Os insetos nos dificultam a vida, verdade... Mas quem mais nos amedronta são os lobos, a matilha sempre está perto, mas nunca à vista. Eles sabem de tudo, mas não sabemos nada deles. Tiram nossas crianças, mas jamais mostram seu sangue ou seus corpos. Nunca explicam nada e nunca permitem que nos expliquemos. São selvagens. São deuses benignos. Quem sabe?

Estávamos bem perto do Fukai. Estávamos prontos para despejar o óleo e atear fogo àquela podridão quando nossas espinhas se arrepiaram com um uivo. Aquele uivo que apenas os soldados de Pejite sabem reconhecer. Logo os cavalos se tornaram agressivos e inúteis como montaria. Nunca obedeciam às ordens quando haviam Mononokes envolvidos, desmontamos e puxamos nossas armas, foi quando vimos dez á vinte animais do tamanho de cavalos, mas lobos com certeza. Seu número apenas aumentava. Em corrida, parecia uma manada de búfalos furiosa. O pêlo brilhava ao sol, os caninos cheios de saliva e à mostra, as garras arrancando pedras do solo violentamente. Com o choque, o destacamento já havia sido desmantelado. Meus companheiros caíam por terra, rasgados sem dificuldade. Alguns conseguiam fugir, milagrosamente. Ou era o que eu pensava.

Eu fugi. Os deuses sabem como me senti mal, mas fugi. Queria sobreviver. Não me importava com o Fukai. queria viver. Em minha sede pela vida, caí em um dos vários buracos à margem do Fukai. E ali permaneci desacordado. Quando retornei ao mundo dos vivos, percebi algo se mexendo à minha frente. Era uma mulher, mas minha vista nublada só me permite lembrar que deveria ser bela. Logo outra figura tomou meu campo de visão. Um lobo. Mas era diferente. Este emanava calor. Um calor tão tépido e aconchegante que meu medo fora subjugado em um instante. Senti seu focinho frio tocar-me a testa.

Neste momento não estava mais no chão, mas em algum lugar belíssimo. Árvores, fartura, campos férteis. Tudo o que eu necessitaria para viver em paz, com uma família e abundantemente. Quando olhei à frente, lá estava a criatura magnífica seu pêlo era alvo, sua pose era altiva, havia marcas vermelhas por seu corpo e em sua fronte. Era magnífico. Foi quando uma voz de mulher, melodiosa, me cantou:

- Amaterasu, o líder dos okamis, poupou sua vida por ler sua alma. Agradeça por isso. Este lugar que vê não é um sonho. É real. Chama-se Lórien, minha casa, a norte do Lar dos Insetos, resguardado pela benção dos ventos. Seja feliz. Abandone o mundo amaldiçoado. Não precisará mais lutar, apenas viver como quiser. Viva... Cumpra seu desejo. O povo do Sul busca a perdição e cada vez chega mais perto de consegui-lo. Fuja deste destino, jovem.

E assim acordei na enfermaria do quartel. Eu estava sem nenhum arranhão, a não ser uma marca vermelha na palma da mão. Assim que a vi, lembrei do lobo em meus sonhos e da estranha voz de mulher. No outro dia parti para Lórien e aqui estabeleci residência. Casei-me com uma bela mestiça elfa, e tenho uma família bem alimentada. Há anos não vejo um inseto, nem me preocupo com o fukai.

Só lembro todas as noites do lobo em meus sonhos. Amaterasu. Líder dos okamis. & quot;"

Amaterasu nunca foi visto por mais ninguém, mas dizem que seu uivo pode ser ouvido em noites de lua cheia por quem anda no pântano sombrio à noite. Seu lamento é diferente dos seus iguais, por conter um tom entristecido e distante, praticamente um choro em forma de uivo.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:04

Há alguns anos, na cidade de Pejite, apareceu um homem de nome Gorin, que abriu ali uma ferraria. Ele se esforçava muito em fazer o melhor por seus clientes, e seus produtos eram bons, mas nenhuma sem nada de especial. Ele estava sempre feliz e era o ânimo de qualquer taverna.

Tudo ia bem até chegar um novo ferreiro na cidade, que se recusava a dizer seu nome. Abriu também uma ferraria e se tornou concorrente de Gorin. Mas suas obras eram magníficas, verdadeiras obras primas da metalurgia: suas espadas eram leves e confortáveis, sempre com um adorno diferente no punho ou um detalhe na lâmina de forma que nenhuma era igual a outra; suas adagas, nunca perdiam o fio; suas armaduras, quase inquebráveis. E o pior de tudo: cobrava menos.

Gorin perdeu toda a sua clientela, e com ela, todo o seu ânimo. Passou a andar cabisbaixo, sempre pensando em como ele era inferior, e que não importava o quanto se esforçasse, não conseguia superar o rival. Buscou conhecimento, técnicas avançadas, como otimizar a forja usando magia...mas nada que fizesse o deixava melhor que o Ferreiro-sem-nome.

Ser melhor tornou-se sua compulsão. Faria absolutamente qualquer coisa pela ruína do concorrente. Até que soube de um ancião, que, em troca de 500 Peças de Ouro, aceitou dar-lhe um livro antigo de técnicas há muito esquecidas. Obstinado a criar a arma perfeita, invadiu a casa do Ferreiro-sem-nome durante a noite, e, depois de uma curta briga, amarrou-o e amordaçou-o. Com um pesadíssimo martelo de forja, golpeou-o nos ombros até que estes se esmigalhassem, e, a sangue frio, arrancou seus braços. Deixou-o lá, amarrado, gemendo e sangrando, e saiu da casa com um sorriso sádico nos lábios. 

Após acrescentar o pó dos ossos dos braços do maior inimigo ao ferro incandescente, pôs-se a martelar até criar uma espada amaldiçoada. Depois daquela noite, Gorin nuca mais foi visto. Rumores dizem que o Ferreiro-sem-nome ainda vive em Pejite, vivendo de esmolas, e que a espada, que contém os ossos dos seus amados braços, somente ele conhecia o paradeiro.
OFF: Texto autoria Perfect Failure.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:04



Murali

"Por entre as grandes árvores, o solo lamacento, e a névoa permanente do Pântano Sombrio, uma melodia permanece adormecida..."

 Uma exímia artesã e maga, mas sobretudo, amante das artes. Esta era Murali, uma Shaman que tinha como lar, o Pântano Sombrio, poderosa como era, vivia em total harmonia com os Mononokes existentes, era responsável pela expulsão de qualquer inseto que ousasse penetrar o Pântano, e a executava com exímia maestria, mas ao contrário do que se podia imaginar, Murali não usava a força, e sim a melodia de um estranho artefato, para tal ato.  

 Esculpida de um resistente e grande osso, era uma flauta do mais peculiar dos poderes, capaz de enfeitiçar qualquer inseto próximo, ela permitia o controle total sob eles, seu poder ia desde a simples agonia provocada pela melodia, até a verdadeira escravização das criaturas, criando um poder inigualável nas mãos da Shamam, que por si só era quase um ser em harmonia perfeita. 

 Mas seu grande erro, foi um dia ter caído na lábia de Maziriam, que em poucos dias já havia conquistado sua confiança, e talvez até mesmo seu coração. Mas o sentimento não era recíproco, e com tantas aberturas, logo o impiedoso colecionador assassinou a jovem Shaman, adquirindo mais um valioso item á sua coleção, a flauta de Murali, as custas de seu assassinato. 

 Pouco tempo depois após a morte da Shaman, conta-se que o Pântano tornou-se muito mais sombrio e hostil, como se Murali agora fosse o próprio, lamentando seu erro e a perda de um bem tão precioso e perigoso, enquanto exercia agora papel de guardiã. Após o incidente de Maziriam junto aos Arcanos, o Pântano, tomado pelo poder de Murali, conseguiu reaver a flauta, agora, ela descansa sob o poder da Shaman, escondida entre o terreno local e as inúmeras armadilhas naturais do lugar.

A grande questão que cerca aquele bosque, será se, algum dia, Murali permitirá alguém possuir por direito a flauta, conquistando sua confiança e curando suas próprias lamentações do passado.
OFF: -Texto autoria Tohlee.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:05

Decor, a Jóia Perdida

Os Humanos chegaram a uma evolução incrível, máquinas que conseguiam fazer tudo, conforto para as pessoas e diversão 24 hrs por dia. Mas de nada adiantou... Quando a “Água” chegou. Decor, uma imensa cidade cujo nome significa “Beleza”, foi uma das primeiras a ser atingida pela grande inundação daquele ano, mas a água não foi à única coisa que invadiu a cidade. Alguns magos haviam desenvolvido uma magia biológica e iria testá-la em uma ilha isolada, pegos de surpresa pela enorme tempestade que, horas mais tarde, geraria a inundação, todos a bordo morreram naquele barco, e o agente tóxico se espalhou, sendo levado pela água.

O Veneno fez as pessoas ficarem loucas, psicóticas, mataram uma as outras por incontáveis semanas, até que a cidade simplesmente ficou vazia, morta. O Local se tornou uma enorme cidade fantasma, onde poucos ousavam entrar e explorar. Porém, a curiosidade humana foi maior, com o tempo vários grupos de cientistas e exploradores, ladrões e arqueólogos, entraram na cidade, trazendo consigo incríveis artefatos da “Cidade perdida de Decor”, como ela começou a ser chamada. O mais incrível foi o que as pessoas acharam lá, equipamentos diversos, movidos por “cristais”, uma tecnologia que Decor havia escondido muito bem de todo o mundo: a Tecnologia da Magia.

A descoberta da cidade trouxe consigo vários avanços científicos, com o uso dos cristais mágicos que aparentemente foram minerados do solo da própria cidade, antes da inundação. Os cristais exerciam as mais diversas funções, desde a geração de eletricidade até mesmo a levitação de objetos pesadíssimos, e isso fizeram com que o governo enviasse uma enorme equipe de mineração, o primeiro de muitos erros. A equipe de mineração teve sucesso nos 15 primeiros dias, retirando toneladas de cristais, mas problemas começaram a surgir, os cristais havia, de alguma maneira, drenado o veneno da arma química e o eliminavam em forma de uma poderosa aura venenosa, antes desconhecida pelo fato de estarem enterrados. Os mineradores se tornaram bestas sanguinárias, afetados por vários tipos de cristais, se tornaram monstros, literalmente.

 Hoje em dia a Aura dos Cristais venenosos diminuiu, mas não desapareceu, nas minas ainda pode-se encontrar locais onde o envenenamento é quase que garantido. Aventureiros, Magos, Ladrões de Tumbas e até mesmo cientistas ainda visitam a cidade, a procura dos cristais mágicos, porém agora a cidade esta “habitada”...por monstros ferozes que protegem os Cristais.

OFF:Texto autoria Solara

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:05



(...) Não conhecem Maziriam? Nunca ouviram falar dele? Não se preocupem... vão aprender a odiá-lo antes de eu terminar o que vou contar(...)

Os Arcanos Vermelhos são uma organização sem fins lucrativos que busca o conhecimento, puro e simples. Constituída principalmente de Magos e Alquimistas, esta organização cria coleções de arquivos fantásticas, bibliotecas magníficas, tudo aberto ao público para difundir o conhecimento aprendido. 

Reuniões anuais, mensais e semanais são feitas para se atualizar o grupo das descobertas de cada indivíduo e ninguém jamais foi tão bem sucedido em pesquisas como Maziriam. 

Durante anos, Maziriam se destacou como o membro que mais contribuiu para o grupo, desenvolvendo pesquisas no âmbito da magia que até os deuses duvidam. Além de suas contribuições, Maziriam mantinha uma coleção só dele, todos os Arcanos, mesmo com seu profundo ódio pelo mago, concordam que sua coleção era admirável. Porém, alguns companheiros começaram a desconfiar desta coleção devido ao fato de Alquimistas e Magos famosos dados como mortos, cujos documentos e conhecimentos pareciam ter sido doados para Maziriam, e as aldeias e povoados próximos de sua morada eram constantemente atormentados por pragas passageiras, pestes que causavam dor e morte em apenas um dia, fenômenos inexplicáveis que não podiam ser comprovados. 

Após uma investigação, um compartimento secreto em sua coleção fora descoberto eram magos aprisionados, alquimistas em tortura a fim de descobrir seus segredos, uma masmorra inteira, habitada por Arcanos Vermelhos da mais alta categoria, presos e subjugados, obrigados a ceder seus conhecimentos contra sua vontade. Maziriam enlouquecera., ele queria todo o conhecimento para si, somente. Tinha idéias mirabolantes sobre como dominar a mente das pessoas, de grupos inteiros, talvez de multidões sua ambição pelo conhecimento e pelo poder que este lhe daria o fizeram deixar em último plano as considerações por seus semelhantes.

Com o embate entre ele e seus antigos amigos, o arcano insano fugira e sua morada fora destruída os prisioneiros foram libertados e seus itens mágicos espalhados mundo a fora, cada qual sob a guarda de um arcano ou alquimista nunca mais se ouviu nada do tal mago, mas ninguém jamais viu seu cadáver ou soube de sua morte. Há um destacamento de grandes Arcanos voltados apenas para sua perseguição são várias as pistas que nos levam a crer que Maziriam ainda esteja vivo, de alguma forma.

Se estiver, que os céus tenham pena. 

(...) Insetos? Depois de conhecer Maziriam, vai achar um Ohmu uma 'gracinha'(...)
OFF: Texto autoria da Kalysta .

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:05

Boa tarde a todos. Sou estudante de Design Digital e estou realizando um TCC sobre RPG de mesa, mas preciso ENORMEMENTE a ajuda de cada um de vocês que jogam e fazem parte desta comunidade. Pediria que respondessem meu questionário, não vai demorar mais do que 5 minutos, prometo. Sua opinião é muito importante para esse projeto! Obrigado.

Peço desculpas se não for o lugar correto para fazer isso!

docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdZl16s2cY7G13__yEsD4s3OJl9h8G7S_F7d2QP4u7dbdu2PA/viewform

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:06

Boa tarde a todos, 

Gostaria de sugerir um bônus ou talvez a vantagem "furtividade" para a raça Poltergeist, uma vez que não pode afetar diretamente o mundo físico não teria como fazer barulho seus passos ou exalar nenhum odor. Mas como isso seria natural deles sem ter como "ligar e desligar", pessoas normais poderiam ter um bônus pra identifica-lo como não natural ao interagir com ele.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:08

Até pensou em pegar o soldado a força para obriga-lo a ir, mas seria uma perda de tempo em um momento crucial. Mais tarde iria buscar sua alma. Por hora, tinha que seguir seu plano. Com o orc dentro da carroça, seria difícil de adentrar nela, então iria logo após ele, usando-os como escudo enquanto se prepara.

Havia reposto suas energias drenando sua arma, estava livre para agir. Enfiou sua mão esquelética em sua túnica e retirou sua runa de Berkano, quebrando-a, imediatamente sendo envolvido pelo seu poder. Então foi o momento crucial, enfiando sua mão em seu próprio peito e retirando seu cristal rubro de seu peito, mudando gradativamente de cor para transparente, enquanto ele próprio começou a emanar muita energia descontroladamente, sendo envolvido em uma massa negra volátil a sua volta.

Começa por todos os lados e gradativamente mais e mais alto gritos, gemidos e lamentações do mortos, se tornando quase ensurdecedor e aterrorizante, vultos partindo daquela massa negra e zigzagueando a sua volta e para distante dele, atravessando o que estivesse no caminho. Aquela energia escura começa a diminuir lentamente, revelando sua verdadeira forma, enquanto sua foice ao seu lado estava um pouco maior, parecia feita de pura energia negra, deixando um leve rastro por onde se movia. Parecia que vestia sombras e ao seu redor o frio rapidamente se espalhava.

[size]

Soltou um longo e audível suspiro, criando uma breve nuvem de frio a sua frente. Jogou seu cristal dentro da carroça e em uma velocidade absurda avançou na direção onde os inimigos estavam, de onde vinham as flechas. Usou de sua velocidade para passar por baixo de onde vinham e ataca-los entre uma saraivada e outra. 

Nenhuma palavra era dita, nenhuma palavra era pensada. Ele não era mais o mesmo esqueleto de antes. Era uma força da natureza realizando seu trabalho, o qual era terrivelmente bom em faze-lo: Era a Morte consumindo a Vida, seja a vida de seus inimigos, seja a vida de quem estivesse em seu caminho.

runa de Berkano
SPOILER:

Poder Contido
SPOILER:
Vantagens:
- Arma Especial: Foice da Morte (Dano Mag+1 / Def Mag+1 / 45 SP)
- DURO DE MATAR 
- Mente Inacessível
- Noção do perigo
- Status : Deus da Morte
- Regeneração
- Imunidade a Trevas
Agilidade / F+1 / H+2 / R+3

Desvantagens: 
- Aura má
- Ponto Fraco  (luz)
- Vinculo: O Livro da Vida, atualmente em Insula Mortuum, na sala do tesouro da Irmandade das Sombras
- Má Fama
- Efeito Colateral 
- Mácula do Apodrecimento
- Monstruoso 
Insano Homicida, Modelo Especial e Sanguinário[/size]

__________________________________


Vantagens Raciais: Queima de Mana / Regeneração / Imunidade a Trevas / Inteligencia + 2
Vantagens: Arma Especial / Contato /  Mente Inacessivel / Noção do Perigo / Status / Teleporte
Desvantagens Raciais: Aura má / Dependência / Ponto Fraco / Vinculo / Má Fama
Desvantagens: Mácula do Apodrecimento : "Gelido toque da morte" /Monstruoso / Sem Faro / Efeito Colateral: Aura Negra e sons Fantasmagoricos / Visão Agonizante
Talentos: Evocação Básica / Princípios da Magia: Trevas / Espiritualidade

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:08

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:08

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:09

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:09

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:09

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:09

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:10

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:10

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por alinesantos em Sex 16 Jun 2017 - 9:10

Uma vez eu estava vagando por ai buscando uma imagem de um personagem que criei para jogar com meus amigos, eu estava procurando por um cavalo branco de três cabeças que era meu familiar, mas então achei esta criatura e substitui o cavalo por ela, mas como um filhote e bem mais fraco. Qualquer problema é só avisar que eu corrijo, mas em fim, apresento a Hydralada:

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