Campanha: A guerra de sangue

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Wolfanger em Ter 1 Nov 2016 - 14:15

Do alto de sua árvore Volg observa o soldados recuando.

-Parece que estão fugindo,  agora é minha chance de procurar algo de valor nos corpos caídos.

Volg imediatamenten começa a saquear os corpos dos soldados à procura de algo de valor para que possa barganhar com o anão.

Após terminar seu saque com os objetos obtidos além do ouro achado irá até o anão.

- Olá caro anão eu pude perceber que você é um ferreiro e eu preciso de umas melhorias na minha arma, eu possui um pouco de ouro e obtive alguns objetos que talvez seja útil. 

Volg mostra os objetos conseguidos para o anão esperando que isso valha alguma coisa. Após isso irá até a tal comandante para ser contratado de vez por sua ajuda.

-Então a senhorita é a responsável por esse exercito, bom eu espero que eu possa ser pago por esse e pelos futuros serviços.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Ter 1 Nov 2016 - 14:47

A batalha havia chegado ao fim, os esforços de Pejite fizeram o inimigo recuar por hora.

[Pensamento]: Acabou, finalmente acabou - pensou a vampira vendo os inimigos fugirem da batalha.

Agora mais relaxada Scarlet olhava em volta, vendo os estragos causados pela batalha e vê o poderoso minotauro de joelhos sangrando muito, de imediato a vampira corre em direção a Maximus para socorre-lo.

[Fala]: - Não se mova, vou estancar o sangramento - Scarlet diz ao minotauro concentrando-se o maximo que podia para resistir a tentação que era o sangue, em suas mãos começa a brilhar uma luz esverdeada que a vampira usava para curar o mintauro.

off: Encantamento:CURA -4SP
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Evelyn em Ter 1 Nov 2016 - 23:54

A batalha parecia ter tido fim. Evelyn retirava sua espada do peito do ultimo inimigo que matou, ainda grunindo de dor se engasgando com o próprio sangue. "Pobre alma, se encontrará com a morte mais cedo". Com um último movimento crava sua espada em sua mão, a prendendo contra o chão. -shhh...não se preocupe...vai doer muito...- Retira sua espada da mão de seu inimigo caido e o arrasta para dentro da mata escura deixando um rastro de sangue. 

Chegando em um lugar um pouco mais afastado do grupo o coloca contra uma árvore prende suas duas mãos, uma sobrepondo a outra, com sua própria espada as prendendo na árvore. Evelyn tapa sua boca para não gritar. Abaixa seu capuz mostrando seu rosto tão bonito quanto mortal, nele um sorriso macabro. Pega sua adaga, corta seu pescoço deixando o sangue escorrer por seu corpo. O sangue sujou seu rosto pálido. Ela riu e lambeu o sangue em sua adaga.-hora de comeeer- falou com sua voz doce.

Então faz outro corte na horizontal grande fazendo jorrar mais sangue então sua fome a consome a fazendo parecer um animal comendo arrancando suas tripas e órgãos para devorá-los. Após alguns minutos havia comido metade de seus órgãos, deixando um grande buraco em sua barriga. Ele já havia morrido e Evelyn estava toda ensanguentada nas mãos e na boca. Até a ponta de seus cabelos ficaram sujos de sangue. Ela limpa o que consegue de sua boca mas ainda fica evidente a marca de sangue em sua boca, apenas havia diminuído a intensidade. "Tenho de admitir,  até que não é tão ruim...carne fresca." Se levanta pega sua espada de volta, juntamente com sua adaga, pega o que consegue do que sobrou do pobre soldado e volta ao acampamento, ainda escondida nas sombras e por seu capuz, encostada em uma árvore apenas observando como se nada tivesse acontecido.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Qua 2 Nov 2016 - 15:26

@Drinaar pega sua espada e sorri para o prisioneiro.
- A única escória que eu vejo aqui é a pessoa em minha frente. Temos outros soldados como prisioneiro, e, com certeza, um deles irá contar. O que eu posso fazer contigo é apenas metade do que nosso capitão irá fazer com os outros e sim, pode me chamar de monstro.
@Drinaar coloca sua espada no dedo da mão do prisioneiro e começa a serrar com a espada para que o prisioneiro sinta dor até ele falar, e, caso não fale, vai decepar o dedo do prisioneiro e passar para o seguinte até ele contar e, caso não conte, pegará um dos soldados mortos e irá comer na frente do prisioneiro deixando apenas os ossos.
- A diferença entre esse e você, é que este não sentiu dor por estar morto, mas no seu caso, será diferente, pois terei o prazer de te comer vivo, caso não me fale, e, ainda o deixarei vivo. A única diferença é que se me contar eu falarei para seu comandante o quanto é leal, mas caso insista, nós descobriremos de qualquer jeito e direi que foi você que traiu, de modo a nunca poder voltar para o seu capitão, pois será visto como traidor! Mas a escolha é sua!
-Ei Thordin, gostaria que fizesse uma espada de osso aprimorada e uma armadura de osso. Quanto você cobra pelo serviço?
@Olha para o prisioneiro, e, caso ele tenha contado começará a comer os soldados mortos, e, caso ainda não tenha conseguido irá comer os dedos dos és de forma calma e estancando com o objetivo de deixar o prisioneiro vivo
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Cloud em Dom 6 Nov 2016 - 12:32

Cloud não gostou da história de um dos "nossos" ser levado como refém, mas isso é com a comandante.

Ainda de braços cruzados sorri para o anão, enfim parecia fazer um amigo ali.

-"Parece que podemos contar uns com os outros, mas e o carinha ali que foi levado?"

Indicava para o lado do comandante de Mir se distanciando e olhava fixamente para os magos necromantes.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Seg 7 Nov 2016 - 1:03

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A tortura de Drinnar começa a surtir efeito enquanto a cada recusa do prisioneiro acabava por levar o draconato a lhe cortar um dedo. Este processo leva algumas horas até que após decepar três dedos o prisioneiro começa a fala com sua voz tremula: - Por favor, pare eu irei falar. – Diz o homem fazendo uma pausa enquanto observava sua mão cujos dedos foram arrancados por marca da espiritualidade com uma expressão de horror em seu rosto. - Nosso acampamento se encontra ao norte, por favor, tenha piedade. Suplica o homem diante de alguns membros do grupo observavam aquela seção de tortura, mas outros se encontravam entretidos. Volg saqueava os corpos dos soldados abatidos em busca de algo de valor, e com isso consegui encontrar no total de 300 peças de ouro, indo para perto de Julia que assistia o espetacular método de persuasão de Drinnar. Enquanto isso a ressurgida se banqueteava com a carne dos soldados abatido diante de todos que a olhavam assustados por sua voracidade. Do outro lado do acampamento a vampira tratava dos ferimentos do minotauro que aos poucos começavam a se fechar lentamente, enquanto tentava resistir terrível a sede insaciável que começava a vir a tona. Alguns metros diante, Cloud observa o lich e o rapaz se afastando juntos de forma suspeita desaparecendo de sua vista. Lord Death com seu colega de necromancia vão para perto de um dos soldados para solicitar falar com a rainha, o soldado então o olha para lich como suspeitasse de suas intenções: - tu es um lich, eu nunca permitiria que tal criatura se aproxime de nossa soberana rainha. – Recebendo esta resposta os dois foram buscar pela tenda na qual ela se encontrava por conta própria. Rohan estava agora entre as unidades inimigas que se dirigiam em passos rápidos em meio a mata. O comandante aparentemente não confiava no yokai, pois mantinha perto dele soldados que não permitiriam sua fuga da formação. Após perguntar para Militar seu nome, o pistoleiro solitário e respondida logo pelo comandante: - Saiba que não confio em você, e por enquanto será tratado como prisioneiro, eu sou Mark, comandante da trigésima sétima tropa de Mir e agora nos acompanhara a nosso acampamento onde lhe faramos algumas perguntas.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Thordin Ironhammer em Seg 7 Nov 2016 - 3:02

A batalha havia acabado enfim...

Agora Thordin poderia iniciar seus trabalhos de forja...
mas antes...
ele precisava montar seu ambiente de trabalho!
e com toda a confusao causada pelo exercito inimigo ele nem teve tempo de faze-lo...

"Aquele Minotauro parece estar com problemas...sorte dele que aquela guria foi socorre-lo!"


Olá caro anão eu pude perceber que você é um ferreiro e eu preciso de umas melhorias na minha arma, eu possui um pouco de ouro e obtive alguns objetos que talvez seja útil.

Assim que eu organizar minha forja terei prazer em atende-lo!

-Ei Thordin, gostaria que fizesse uma espada de osso aprimorada e uma armadura de osso. Quanto você cobra pelo serviço?

Preciso antes colocar minha forja para funcionar guri!
farei isso de vereda!
Quando estiver tudo pronto torne a falar comigo!

@Thordin começa a retirar rapidamente e de forma energética suas ferramentas da bolsa e organizar para por a forja para funcionar o mais breve possível.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 7 Nov 2016 - 10:57

Júlia olha para o inimigo e sorri de forma sombria.

- Parece que o meu amigo Marca da Espiritualidade conseguiu informações! - diz olhando para o prisioneiro.

- Só lhe aviso uma coisa, se estiver mentindo sobre isso, será punido por mim, e, nesse caso, se eu fosse você preferiria estar morto! O que ele fez não chegará nem aos pés do que irei fazer com você, caso esteja mentindo. Farei você saber o que é tortura de verdade.

Júlia olha fixamente nos olhos dele.

- Por outro lado, se estiver falando a verdade, eu dou minha palavra de que soltarei você, e, que não falarei que você me contou nada. Vamos dizer que caso esteja falando a verdade eu direi que um dos soldados mortos falou. 

Júlia percebe que o lich e mais um estão querendo adentrar a força a tenda onde está a rainha e sai correndo para impedi-los.

- Ei.. tenham modos! Não se pode ir assim falar com a rainha! Espere-me aqui fora, pois eu irei falar com ela pessoalmente para que ela fale com você. Marca da Espiritualidade, preciso falar contigo pessoalmente, e, isso envolve você e a rainha, pois ela disse que era para chamar você. Venha! E vocês, aguarde um instante, tenho certeza que ela falará com vocês.
Mas antes é necessário a permissão dela. Só um instante! Tenho certeza que ela não negará, pois é apenas questão de burocracia. 

Júlia entra correndo na tenda da rainha junto com o draconato.

- Vossa Alteza, descobri onde eles estão, um dos prisioneiros deu a informação. Está na hora de concretizar o plano que eu combinei com você! Está na hora de partir. Marca, eu irei me infiltrar no lado inimigo, e, quero que cuide do meu machado enquanto isso! Não tem como eu parecer ser uma pessoa inocente com esse machado! A partir de agora você será o líder, e, peça para o anão fazer uma bora de ferro para mim! E se me ver no lado inimigo me ataque, pois aso contrário irá comprometer meu disfarce! Deseje-me boa sorte!

Júlia olha para a rainha!

- O lich quer falar com a senhora! Vossa Alteza tem duas opções, uma delas, ir comigo e eu te coloco em um lugar seguro, ou falar com eles. Mas já vou logo dizendo que eu não confio neles. Marca da Espiritualidade, reúna os membros da equipe, eu já volto.

Júlia espera a resposta da rainha, e, caso a rainha aceite falar com o lich sairá pela frente, caso o contrário sairá escondido de modo a não verem a rainha.

Enquanto Marca da Espiritualidade reúne os membros da equipe Júlia some na escuridão indo para o lado que o soldado falou, e, depois de estar a uma distância razoável onde os outros não possam mais vê-la, ela se transformará em um dragão demoníaco para voar e procurar o local se aproveitando de seu radar. E quando achar o local usará seu sopro de dragão para queimar a floresta onde tiver o inimigo, e, então descerá para um local seguro onde não tenha risco dela se queimar.

- SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDA! PRECISO DE AJUDA! SOCORRO!

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Seg 7 Nov 2016 - 19:46

A garota demorou a responde-lo, fazendo com que tenha que recorrer a questionar um soldado sobre a rainha, contudo a postura e forma como foi respondido em nada lhe agradou, um simples verme como aquele se dirigindo logo a ele dessa forma.

 - tu es um lich, eu nunca permitiria que tal criatura se aproxime de nossa soberana rainha. 

HAHAHAHA Como se um simples mortal pudesse me impedir... Nenhum ser vivo até esse momento conseguiu me impedir durante bilhões de anos, o que te faz pensar que justamente você, um humano mal adestrado, seria capaz de deter a MORTE? Realmente comete a estupidez de achar que sou SOMENTE "um lich"?

Começou dando uma risada de escarnio para o soldado e então falou em tom firme e repreensivo, a passos lentos em direção a ele, encarando-o nos olhos e deixando que sua aura maligna exale numa clara intimidação, levantando sua foice e segurando-a com as duas mãos, com o chão próximo começando a tremer devido aos mortos que se levantariam se assim ordenasse, se agitando com o ressoar das energias dele, se preparando para invoca-los e consumir aquele inseto.

Mas de forma atrasada surge a garota, trazendo-o de volta a importância da situação, preferindo naquele momento não se preocupar com o insolente, iria devorar sua alma mais tarde. Imediatamente cessou os efeitos e retornou sua atenção a ela.

- Ei.. tenham modos! Não se pode ir assim falar com a rainha! Espere-me aqui fora, pois eu irei falar com ela pessoalmente para que ela fale com você. Marca da Espiritualidade, preciso falar contigo pessoalmente, e, isso envolve você e a rainha, pois ela disse que era para chamar você. Venha! E vocês, aguarde um instante, tenho certeza que ela falará com vocês.
Mas antes é necessário a permissão dela. Só um instante! Tenho certeza que ela não negará, pois é apenas questão de burocracia. 

- Não pretendo forçar minha entrada, jovem, apenas buscava por sua rainha e me deparei com certos seres inferiores no caminho... Aguardo o anuncio de minha chegada, acredito que sua rainha não iria se indispor em me receber...

E então aguardaria ser chamado do lado de fora, imaginando o que o necromante iria querer ao acompanha-lo. Era um membro da irmandade, mas seria bom que ele não se revelasse ou agisse por conta própria. Seria melhor não tocar no assunto ali, pois se estava do lado de fora da tenda da rainha, era sinal de que haveriam olhos e ouvidos nas sombras vigiando-os.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Seg 7 Nov 2016 - 20:32

Rohan prosseguia pela floresta a passos largos com os soldados ao seu lado, junto com Mark montado em seu cavalo, que era comandante da trigésima sétima tropa de Mir. Indagou que o Youkai não era de confiança, o que é bem óbvio por sinal, tornando-o também prisioneiro após a retirada estratégica do combate. Disse, de maneira ríspida, que lhe faria perguntas quando chegassem no acampamento, algo que já era esperado por Rohan. E dependendo do que forem questionar, tentaria responder o máximo possível sobre o que sabe.

Ainda estamos muito longe do acampamento? Eu não consegui dormir direito quando estava com os demais na fogueira... 
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Wolfanger em Ter 8 Nov 2016 - 12:14

Volg depois que tinha terminado sua conversa com o ferreiro decidiu discutir o preço de sua ajuda com a comandante, mas foi totalmente ignorado pela mesma no qual saiu correndo para um tenda bem guardada onde dois indivíduos estavam indo.

"mas que maldita me ignorando, entao é assim que retribuem ajuda? Bom saber... irei pegar tudo de valor desse lugar e depois quem sabe vender essas informaçoes para alguem."

volg percebe que todos estavam ocupados e que alguns nao estavam mais a vista. Olha em volta e procura pelo seu disfarce que tinha conseguido antes da batalha, andando sem ser visto irá se disfarçar novamente e sorrateiramente ira procurar pela barraca da maldita comandante.

"Eu arrisco meu pescoço para nada? Que droga de exercito inutil! vou pegar tudo de valor, mas antes preciso da minha arma que sera feita pelo ferreiro."

Ao chegar na barraca da comandante olhará em volta para ver se ninguem esteja olhando e usando sua furtividade ira entrar na tenda e pegará coisas valiosas, após isso sairá como se nada tivesse acontecido.

"Pelo que eu pude ouvir a rainha está aqui também, rainhas têm ouro e isso será muito bom."

volg começa a andar pelas redondezas do acampamento para tentar chegar na tenda da rainha despercebido. Ao chegar perto irá esperar pelo melhor momento quando os guardas estiverem um pouco longe, por de traz da tenda ira se concentrar para escutar quem esteja em volta e irá fazer um pequeno furo para poder olhar o que ou quem esteja la dentro, depois disso irá procurar um melhor momento para poder entrar e roubar coisas valiosas e talvez ate algum mapa da regão, no qual será muito util, cruzando os dedos para que consiga sem nenhum problema. Depois de conseguir irá voltar tranquilamente por onde veio e ira retirar o disfarce e voltara para perto do ferreiro onde irá esperar pela sua arma.

- Voltei caro ferreiro irei esperar pela minha arma, pode utilizar minha adaga como materia base.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Ter 8 Nov 2016 - 12:34

Maximus acaba sendo ajudado pela vampira.


- Irei agradecer por isso eternamente senhorita. - fala de forma pausada, pois a cada fala sente uma enorme dor.


Maximus deixa a vampira ir curando ele para que possa se restabelecer.
"Preciso me recuperar, e, preciso começar a investigar as coisas por aqui! E aquele Rohan sumiu e não voltou! Tenho que avisar isso a rainha, pois ele pode ter sido pego pelo inimigo e podem usar ele para saber onde nós estamos, logo, seria bom sairmos daqui!"

- Ei, draconato, avise a rainha que Rohan sumiu!
Foi a última fala de Maximus naquele estado.  

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Qua 9 Nov 2016 - 2:16

Finalmente a batalha havia chegado ao fim, enquanto usavam o soldado ainda vivo para obter qualquer informação, Prehael estava de olho nos mortos. - Se um de vocês me fizer o favor de cobrir um desses corpos e guardar para mim, eu ficaria extremamente grato. - Pediu com o sorriso de sempre, até mesmo envolto a morte ele conseguia ser simpático. Um dos membros, aquele que se manifestara em meio a batalha saqueava os corpos. "Realmente, não vejo vantagem na ganancia". Observava a vampira curar o minotauro e apreciava saber que ele ainda poderia ser usado, assim como apreciava ver que ela possuía outro dom. A ressurgida já não estava lá, assim como Rohan que também havia desaparecido antes disso começar, talvez tenha sido ele quem trouxera estes inimigos.

O lich ao seu lado se recompunha usando seus poderes e assim que este revelou com a pequena sua intenção de ver Agnes, talvez fosse uma oportunidade para o bruxo observar a mulher mais de perto. " As tropas não se resumem à soldados, espero que investigar a rainha me traga algum beneficio" e assim acompanhou a chamada morte, porem o soldado a frente impediu sua passagem. - Talvez se não fosse por este lich este acampamento estaria coberto pelo terror de Simons, afinal, foram os necromantes que mudaram a vantagem numérica. - Tentou convencer o soldado, por outro lado, seu companheiro usou uma postura mais assustadora afim de intimidar o que estava a sua frente.

Prehael precisava se comunicar com o lich, mas na frente do guarda não seria uma boa ideia. - Falar dessa forma não iria ajudar a nos fazer passar. - Utilizava da língua dos mortos, o bruxo havia o visto usando este método para se comunicar com seus esqueletos, era outra coisa que tinham em comum. - Mesmo que este guarda abra a passagem, imagino que isso prejudicará nossa imagem e nos afastará dos meus possíveis candidatos a cobaias. -

" Depois de ver a rainha, ainda devo me apressar ao encontro com a ressurgida e descobrir o que ela faz aqui." Ainda estava intrigado, mas não deixava sua aparência mudar, o sorriso era sempre o mesmo. " Depois, apenas vou dormir e recuperar minhas energias para amanhã." Levantou um dos braços, e deixou seus dedos deslizarem por entre os pelos escuros do felino em seu ombro.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Qua 9 Nov 2016 - 3:00

- Júlia não saia correndo assim sem responder às pessoas.



@ Drinaar é chamado pela Júlia para ir até a rainha.
- Espere só um instante!



@Drinaar pega os ossos de um corpo e vai até o ferreiro anão onde também está Volg.



-- Desculpe pela Júlia sair correndo, mas ela não confia no lich e é a guarda real da rainha, mas eu posso responder a sua pergunta e falar sobre sua ajuda que foi muito bem vinda. Afinal sou Marca da Espiritualidade. - sussurra



@Drinaar olha para o anão e sorri e entrega todo o seu ouro e os ossos.

- Gostaria de uma espada de ossos capaz de ferir gravemente mortos vivos ou demônios, e, se possível os dois. E gostaria que a espada fosse leve, e, também uma armadura de ossos. E o que mais for possível com esse dinheiro pode inventar o que quiser para mim. Ah! Eu gostaria de aprender a língua dos anões. Está disposto a me ensinar? Lhe pago dois Barris de cerveja.



@ Espera a resposta é olha para Volg.
- Não se preocupe, não irei esquecer de mencionar você para a rainha.


@ volta para Júlia e acompanha ela até a tenda da rainha e espera pela resposta da rainha a Júlia para então poder falar.



- Vossa Alteza, temos um problema. Um dos contratados sumiu. O problema é que não sabemos se ele era um inimigo infiltrado ou se foi capturado pelo inimigo, mas de qualquer forma, temos que sair daqui e procurar uma base diferente. E devemos partir logo. Ah! E mais uma coisa, um youkai lobo ajudou a gente e quer ser contratado pelos seus serviços e quer saber quanto que é o pagamento. O que eu digo para ele Vossa Alteza?



@Drinaar escuta o plano de Júlia e se assusta por ser um plano muito arriscado, mas percebe a determinação de Júlia e nada faz e espera a resposta da rainha.



- Irei reuni-los! O lich quer falar com você, e, apesarvde eu não confiar nele, devo dizer que ele é bastante útil e pode fazer Vossa Alteza ganhar a guerra, então pediria que o escutasse, mas acho que eu deveria ficar aqui junto por precaução quando ele vier falar com Vossa Alteza.
@Drinaar espera a resposta da rainha e sai da tenda e vai direto no lich.



- Ela já irá conversar com você! Mas antes preciso reunir todos. Ela logo irá pedir para você entrar. 



- REUNIÃO! TODOS AQUI NA ÁRVORE O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL! - grita o draconato o mais alto possível para que todos façam o que ele está pedindo.

@Drinaar espera todo mundo se reunir.

- É o seguinte, um dos nossos sumiu, o que significa que pode estar morto, ter sido capturado ou ser um espião inimigo, o que de qualquer forma é perigoso, e, portanto, começaremos a mudar nossa base a partir de agora. Já vimos como nosso inimigo luta, e, iremos levar nosso prisioneiro conosco por enquanto, pois ainda não tenho certeza se ele falou a verdade. A nossa líder Júlia vai ter que se afastar, e, a partir desse momento eu irei liderar a equipe. Futuramente falarei de nossa estratégia para vencer a guerra. Mas não falarei na frente do inimigo. Alguma pergunta ou alguém quer falar algo?

@Drinaar pergunta e espera as respostas dos membros do grupo.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Qui 10 Nov 2016 - 1:04


Grathug se sentava ao lado da fogueira para descansar depois da batalha. Quando se sentando um anão aparece no seu campo de visão. "De onde ele veio? ". Ouviu ele receber vários pedidos, e já montava seu local de trabalho. "Hmm, ele pode ajudar bastante por aqui". Os dois necromancer se direcionaram a tenda da rainha, com  a garotinha logo atrás, e o Draconato logo depois reunia os demais para falar sobre o plano é o que aconteceu com o membro desaparecido. Após a marca da espiritualidade terminar Grathug fala a ele e aos demais. "Acalme-se a luta acabou, vamos descansar e aproveitar nossa vitória e brindar por estarmos vivos sobre os cadáveres deles. Mais batalhas estão por vir, e nós vamos reduzi-los a pilhas de ossos e sangue. Por hora descansamos"
Pensou mais um pouco enquanto olhava a fogueira, refletindo sobre seu passado e suas lutas. Então lembrou de uma canção que seu pai havia cantado quando era menor e decide cantá-la agora também.
"Pelos deseeertos eeeu andei 
E muuitas coisas eu viiii 
Por muitas meretrizes me apaaaixonei Mas ia embora apos ela dormiiir
Por todos os periiigos quee passei 
E os amiiigos quee perdiii 
Por toodo o oouro que conquistei 
Peelo rum que bebiii
Ergam seus copos por quem vai partir
Honrem os que não estão mais aqui
Se afaste em respeito a tudo que eu vivi
A morte está a me seguiir
Que o vento sopre forte pra onde você for 
Que a sorte esteja sempre ao seu favor
Que nunca conheça todo esse horror
Luute poor amoor
O Sol nasce e contrasta com aa sentença
E o carrasco da execuçãão 
Vejo todo ódio de umaa tormenta Explodindo em seu coraçãão
Não suo frio, o medoo se esvai 
Quando não sinto os meus pés no chããão 
Fecho os olhos ee não veejo mais
O monstro que criei com um canhãão
Ergam seus copos por quem vai partir Honrem os que não estão mais aqui 
Se afaste em respeito a tudo que eu vivi A morte está a me seguiiir
Que o vento sopre forte pra onde você foor 
Que a sorte esteja sempre ao seu favoor Que nunca conheça todo esse horroor Luute poor amoor"
Então Grathug fica em silêncio continuando a refletir. Mas Morfeu não perde a oportunidade de importunar Grathug novamente."hora, hora, temos um bardo no grupo. Só faltou o instrumento". Ele o ignorando e continua refletindo.



Off: Essa foi uma música que ouvi recentemente que me lembrou muito o Grathug, se quiserem ouvir a original se chama "A queda do capitão". Tô de volta xd
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Cloud em Sab 12 Nov 2016 - 9:23

Cloud estava perdido naquele grupo, mas sabia que a guarda da rainha podia lhe render uma boa grana e uma barriga forrada todos os dias.

Vendo o grupo ir para tenda da rainha, Cloud fica a olhar o lado de fora, já que não poderia enfrentar dois necromantes sozinho e também não era hora para isso.

Seus pensamentos são interrompidos por gritos, pedindo para reunir-se em uma arvore. Ao olhar, Cloud ve que é o cara de dragão e começa a caminhar lentamente em sia direção.

Ao chegar cruza os braços e aguarda.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Seg 14 Nov 2016 - 8:59

A sede por sangue era grande, mas por sorte a ferida já estava quase fechando, um alivio para a vampira que já não aguentava mais tentar resistir a tentação.

[Pensamento]: Falta pouco Scarlet, aguenta só um pouco - dizia a vampira para sí, tentando não ceder a sede, o que já estava ficando difícil, porém quando o minotauro diz estar agradecido pela ajuda da vampira, Scarlet sente uma grande determinação, não poderia ceder de maneira alguma a seu instinto.

Assim que termina o tratamento do minotauro, Scarlet sai correndo a procura de um soldado inimigo que ainda estivesse vivo, para poder beber seu sangue até a ultima gota e saciar sua cede.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Qua 16 Nov 2016 - 1:17

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Rohan segue com as tropas do comandante Mark como prisioneiro em meio à floresta ignorando a reclamação do yokai. Após varias horas de viagem travessando a selva seguindo em direção ao norte às unidades chegam à base da montanha onde se encontrava o acampamento, as tendas estavam devidamente organizadas distribuídas de forma ordenada e alinhada iluminadas por tochas fincadas no solo. Logo o militar desce de seu cavalo com ajuda de alguns dos soldados e dirigindo ao yokai de forma firme: - Agora venha vamos conversar sobre seus “amigos”. – Então Mark se dirige a uma grande tenda onde para na entrada. - Vamos temos muito para conversar sobre cada um deste membros deste grupo que a rainha recrutou para ajudar seu exercito. – Então o militar adentra na cabana enquanto os soldados que estavam a sua retaguarda o empurravam para que andasse para dentro. Enquanto isso os dois necromantes esperam do lado de fora da tenda da Rainha à espera para serem chamados, junto da governante de Pejite se encontravam Julia e o draconato que seguira a jovem líder do grupo após falar com Vlog sobre sua recompensa e com o anão que se encontrava ao lado com o qual encomendou uma espada feita dos ossos dos inimigos caídos. O ferreiro começa a montar uma forja improvisada para atender as encomendas de seus companheiros que logo fica pronta, mas faltou uma fornalha para poder esquentar o metal, logo que achasse este que faltava poderia começar a trabalhar. O ladino perambula pelo acompanhamento em busca de alguma oportunidade de roubar algo de valor em alguma das tendas, mas muitos dos soldados se encontravam em seu interior sendo ariscado tentar algo. Então de forma furtiva o yokai se esgueira pelo acampamento, se aproximando da tenda da monarca a espera de uma chance para efetuar um roubo bem sucedido. Marca da espiritualidade sai de onde se encontrava Julia e a rainha Petra deixando as duas sozinhas se dirigindo a Phael e o lich que esperavam para entrar, em seguida começa a convocar os membros do grupo para uma reunião de emergência. Enquanto isso do lado de dentro a rainha se dirige a sua guarda costa mantendo  firme em suas palavras: - Deixe que irei recebe-los minha leal e jovem guerreira sei que poso contar com sua lealdade. – Então a mercenária sai, deixando que os dois necromantes possam falar com a monarca. Logo ele se dirige a um ponto afastado onde se transforma em sua forma draconiana voando na direção indicada pelo prisioneiro onde prossegue voando por algumas horas onde pode avistar ao longe uma fumaça que indicava que havia um acampamento por perto. O minotauro estava completamente recuperado graças as habilidade de Scarlet com a qual fizeram suas feridas se fecharem por completo. Marca da espiritualidade caminha na direção do mago que se encontrava de braços cruzados a espera que o mesmo se dirigisse a ele, enquanto orc que estava de volta para perto da fogueira declama uma canção com sua voz profunda e audível para todos os presentes no local. principalmente para a ressurgida que observava junto a uma arvore coberta por seu capuz.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Qua 16 Nov 2016 - 11:13

Enquanto estava sendo curado pela vampira, o Minotauro ao fechar os olhos e abrir novamente acaba por ver um local extremamente lindo e a Deusa Atena em sua frente.

- Olá, meu nobre guerreiro! Por demonstrar uma enorme bravura, irei lhe presentear com duas dádivas minhas. Eu sou a deusa da guerra e da sabedoria, e, para se ganhar uma guerra é necessário saber sobre todos os perigos e ter a possibilidade de fuga, para voltar mais tarde, portanto Maximus eu lhe dou a dádiva do teleporte, e, a partir deste momento você sempre saberá quando estiver correndo perigo! Teste seu teleporte, tente ficar ao meu lado! - diz a Deusa.

- Certo! Irei fazer isso! 

Máximus olha para a Deusa, e, após se concentrar consegue se teleportar de forma correta.

- Está na hora de voltar ao mundo de Zephyr! Lembre-se de sua missão. Sua missão é...

- Salvar Zephyr de todo o mal!

Atena, coloca a mão nos olhos do minotauro de modo que ele acabasse fechando, e, quando Maximus abre novamente, vê que está totalmente curado.

- Graças a Atenas, estou bem! Minha Deusa guiou você minha jovem! Você foi agraciada por ela e eu lhe agradeço por me curar, portanto, se antes eu já protegeria você, agora irei fazer mais do que isso minha nobre!

Maximus escuta o chamado do draconato e vai lá ouvir para saber o que é. 

- Vamos saber do que se trata Scarlet?

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Qua 16 Nov 2016 - 14:19

@Drinaar após fazer a reunião, vira-se para Nil que tinha lhe perguntado há tempos atrás sobre o seu clã.

- Meu clã quem criou foi um xamã bastante conhecido, principalmente por ter sido traído por um de seus pupilos. O motivo da traição era porque o pupilo não aceita que o clã tivesse várias raças diferentes, simplesmente por preconceito. Nosso clã é bem organizado e bem dividido, mas tem coisas que eu não posso falar aqui, mas, você é bem vindo em meu clã Nil, se quiser fazer parte dele, é claro! Depois irei voltar para conversar mais sobre! Em nosso clã temos elfos, humanos, e, até fantasmas, talvez já tenha ouvido falar em um jovem humano noivo de uma fantasma chamada Janaína Fox. Sim, eu disse fantasma, e, que, por sinal está afim de reviver para casar com o jovem, e, é justamente isso que a prende aqui! E o mais importante é que devemos viver em harmonia, e, que traidores são severamente castigados, por sinal, um castigo pior que a morte, posso garantir isso! Nosso clã não tolera traições! Logo voltarei para conversarmos mais sobre.

"Estou preocupado com a rainha sozinha recebendo esses dois seres sozinhos que eu não confio nenhum pouco, afinal, lichs não são confiáveis."

@Drinaar volta para a tenda da rainha de Pejite para fazer a guarda da rainha em segurança, já que a própria não estava pensando em sua própria segurança.

"Não consigo compreender o por quê da rainha atender o lich e aquele ali sem tomar os devidos cuidados. E se forem espiões? Se forem inimigos? Seria uma oportunidade perfeita se ela estivesse sozinha, e o pior é que ela sabe que o tio dela está querendo ela morta! Então, por que diabos ela daria esse mole? Realmente tem algo estranho, mas o quê?"

@Se Drinaar for interrompido a entrar pelos guardas, olhará para eles e irá sorrir.

- A guarda real Júlia me deu a honra de ser o guarda real temporário da rainha, e, eu preciso fazer a proteção dela, a não ser que vocês confiem plenamente no lich aí para deixar ele entrar sozinho. Mas se confiar, a responsabilidade será toda sua! E eu terei o prazer de contar a todos o seu erro.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Lord Death em Qua 16 Nov 2016 - 19:53

Ouviu que finalmente a rainha iria recebe-los, contudo não era necessário que o necromante o acompanhasse, pois o assunto era importante e quanto menos pessoas soubessem, melhor. Não era algo que mortais deveriam se intrometer, muito estava em jogo.


- Por favor, aguarde aqui fora, meus assuntos com a rainha são sigilosos e importantes. - Disse ele de forma calma e não muito alto para o necromante ao seu lado, enquanto que virou de forma mais imperativa para os guardas e disse: - Sua rainha me concedeu uma audiência. Respeitem a decisão dela e não deixem ninguém entrar.


E então adentrou na tenda, focando principalmente na figura da rainha, deixando um pouco de lado o que poderia ter ali dentro, não estava ali para ser um bisbilhoteiro tentando ver os planos de guerra ou objetos para roubar, seu assunto era apenas com ela e com ela se fixaria.


- Saudações My Lady, Rainha de Pejite. Acredito que não devem ter me apresentado da forma correta, pois provavelmente os mortais pensam que sou "apenas mais um" lich... Na verdade este é um avatar para quem realmente sou, acredito que já deva ter percebido. O assunto que preciso tratar com vossa majestade diz respeito apenas seus ouvidos, nenhum mortal pode ficar sabendo, pois seu reino esta em jogo...


Falou de forma clara, procurando controlar sua voz para que fosse o mais sonora e menos distorcida o possível, sendo educado e polido, pois se dirigia a uma figura nobre, importante, significativa para todo aquele povo, seja para melhor ou para pior, olhando-a diretamente nos olhos para que ela pudesse contemplar melhor que suas palavras tinham significado e não apenas soltas no ar. Iria aguardar qualquer resposta dela e então continuaria.


- Antigamente se dizia entre os mortais que Eu vinha pessoalmente buscar a alma de figuras históricas importantes, como reis, rainhas e heróis lendários. Essa história é verdade, mas minha estada aqui nesse momento não significa que seja sua hora ainda, majestade, pelo menos não enquanto eu intervir. Pretendo apoiar vossa causa majestade e levar a alma de vosso tio. Pessoalmente para mim não me importo qual alma eu leve, um dia levarei todas, mas tenho planos e vossa majestade poderia ser de grande serventia e poderia estender seus domínios muito além do que aquele deserto que os mortais chamam de Fukai. Estender a vida de um mortal é algo raríssimo de Eu fazer, quase todos quando venho buscar tentam barganhar por isso, mas estou disposto a lhe conceder em troca de uma futura colaboração inquestionável, My Lady, pois para tal favor um dia virei cobrar o preço, sabe como dizem: A Morte é justa.


Explicou tudo que poderia para a rainha, fazendo uma tentadora proposta, basicamente garantindo que ela não morreria tão cedo e ainda teria de alguma forma poderio ainda maior do que o atual em troca de um dia no futuro vir a cumprir com o acordo e colaborar, sem questionamento.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Qua 16 Nov 2016 - 20:32

Já estava pronto para entrar ao lado do lich quando este lhe pediu para ficar do lado de fora, Prehael não aceitaria pois seu objetivo era justo examinar a rainha. Mas algo o fez aceitar a idéia ao ver o draconato se aproximar. "Se ele entrar na tenda com o lich, talvez o necromante não tenha espaço para se direcionar a rainha da forma que deseja, por mais que não vejo mal nisso, não posso correr o risco de ser descoberto junto, afinal, eu estou muito próximo ao lich, apesar de objetivos diferentes, qualquer suspeita pode me arrastar junto. Mas não posso deixar a oportunidade de ver a rainha passar, e também não posso deixar passar qualquer informação que meu companheiro esteja guardando, preciso encontrar uma forma de supervisionar essa conversa." Um jogo de olhos, apenas isso e enquanto Prehael se virou na direção da Marca da Espiritualidade, Nobert saltou para trás tentando não ser visto e entrar na tenda junto ao lich de forma sorrateira para que ninguém o veja se esconder nos aposentos de Agnes.

Nobert procura por qualquer lugar que possa se esconder, qualquer objeto que possa ficar atrás e vigiar a conversa sem que nenhum dos dois saiba que está lá. Ouve e observa tudo atentamente, mesmo que seja descoberto, o pequeno é apenas um gato, que não faria?

Do lado de fora, o bruxo vê que o draconato aborda os guardas e sem perder tempo caminha em direção a esse. - Você foi incrível hoje. - Puxava um assunto com seu sorriso simpático. - Como você fez aquilo? Parecia que estava voando e depois perfurou tantos inimigos. - Se recordava do combate contra os soldados de Mir. - Marca, você é um guerreiro incrível e eu adoraria poder aprender tais habilidades com um mestre tão forte como você.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Evelyn em Sab 19 Nov 2016 - 21:43

Evelyn estava ficando cada vez mais entediada novamente. Mas não demonstrava nada, seu rosto era sem expressão alguma. Então teve uma idéia, um tanto quanto perversa. Ela procura 3 objetos longos e pontudos como lanças dos inimigos ou ganhos longos e os finca um do lado do outro um pouco distante dos demais do acampamento. Agora o trabalho sujo. Procura três cadáveres dois inimigos e os decepa com sua machadinha. -olá amiguinho morto-. Evelyn leva cada uma das três cabeças e as coloca em cada um dos três espetos com os rostos virados para ela. 

Ela abaixa seu capuz e encara as cabeças mortas. -hora de treinar-. Evelyn pega seu machado o pondo pouco para trás e seu outro braço usando como meio de mira. Então arremessa seu machado na direção da cabeça do meio.  Então pega sua espada empunhando ambas ao mesmo tempo e tentando algo novo, tenta arremessa-las nas cabeças aos lados, uma em cada cabeça, sendo um arremesso simultâneo. Evelyn continua com sua adaga guardada para caso precise se defender. Então repetiria o processo para treinar seu arremesso. 

Caso alguém aparecesse e ela percebesse colocaria o capuz, pararia o treinamento e falaria antes de qualquer coisa: -Sim?-.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por di'Leviathan em Dom 20 Nov 2016 - 12:07

Scarlet havia acabado o tratamento do minotauro, sua vontade por sangue apenas aumentava, Maximus ainda de costas diz algo que referência-se a sua crença e novamente fala que protegeria a jovem.

[Fala]: -Muito obrigada, é muita gentileza da sua parte fazer. -Scarlet já não aguentava de tanta vontade de tomar sangue, mas responde o minotauro com um leve sorriso no rosto, mas sua respiração pesada facilmente mostrava que ela estava com algum problema.

A garota afastasse um pouco do minotauro faz um reverência e começa a caminhar pelo acampamento.

[Pensamento]: Concentra não posso ficar assim, me alimentei a pouco tempo, posso controlar essa sede - derrepente uma ideia surge na cabeça da vampira, agora Scarlet estava a procura do anão que de acordo com suas lembranças também era um ferreiro.

Após caminhar por um tempo pelo acampamento, acaba esquecendo sede por sangue, e encontra o anão montando uma forja improvisada, aproxima-se do homem que iria dar início nas encomendas dos outros integrantes do grupo.

[Fala]: -Com sua licença - diz a vampira sutilmente para o anão- posso encomendar uma espada também?- pergunta sem jeito, pois não tinha muita pratica em pedir nada há ninguém sempre teve tudo o que queria a seu alcance.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Thordin Ironhammer em Dom 20 Nov 2016 - 13:07

Thordin estava montando sua forja improvisada
mas percebe que lhe falta uma fornalha!

- Maldição!!!!
- Atrasos, atrasos e mais atrasos!!!!
- Preciso arranjar uma fornalha de vereda!!!
- Me contratam para forjar mas nenhum soube me informar onde vou trabalhar!
- Vou reclamar com a rainha! onde ja se viu?!

-Com sua licença - diz a vampira sutilmente para o anão- posso encomendar uma espada também?- pergunta sem jeito, pois não tinha muita pratica em pedir nada há ninguém sempre teve tudo o que queria a seu alcance.

@Thordin vira se para olhar quem entrou em sua forja.

- Ah é você...Scarlet
- Bom eu adoraria forjar uma espada pra você guria...
- Mas estou com um enorme problema.... ja estava indo até fazer uma reclamação a Rainha...
- Me contrataram para trabalhar aqui e não me informaram ou forneceram equipamentos de Forja!
- Você poderia me ajudar??
- Você havia mencionado que era a Arquiduquesa de Pejite certo?
- Se você puder ir la comigo garanto que ela vai entender
- Se me ajudar a conseguir colocar minha forja para funcionar forjarei sua espada de graça! e ainda forjo alguma outra arma ou armadura como forma de agradecimento!

@Thordin estende a mão para cumprimenta-la
- E então temos um acordo?

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Re: Campanha: A guerra de sangue

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