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Campanha: A guerra de sangue

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Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Dom 14 Ago 2016 - 2:43

Prólogo:

Algumas das unidades do exercito de Pejite se encontravam de prontidão afrente da bela construção em se situava a base das poderosas forças leias a monarca. Todas se encontravam armados e devidamente equipados enfileirados mostrando sua rígida disciplina. Em meio a tropa se encontravam alguns mercenário que se juntaram ao pelotão, cada um com sua própria motivação, alguns pela riqueza outros pela gloria, outros pela honra, mas também há aqueles que fazem pelo prazer da carnificina. Repentinamente chega diante do pelotão a rainha Agnes que se encontrava trajando uma armadura elegante e aparência impecável, em sua cintura estava sua espada em sua bela bainhava: - Esta guerra e algo inevitável terão que proteger o reino de Pejite destes malfeitores que querem colocar o reino nas mãos de um usurpador que se importa apenas com o poder, com a ajuda do tirano governador de Mir, meu tio Simon pretende tomar este reino e tudo que aqui existe. – A monarca desembainha sua espada, erguendo a sua lamina no ar com um sinal de liderança. – juntos no iremos vencer, eu conto com cada bravo guerreiro para vencermos. - A emoção do discurso se abateu nas tropas como um lança em seus corações dando pelo menos aos soldados de Pejite uma sensação de patriotismos que faziam ter orgulho em lutar e morrer por sua monarca e pelo reino. Mas nem todos eram realmente soldados regulares das tropas reais, como o solitário pistoleiro Rohan Goldstar que fizera uma longa viagem até Pejite. Mas também tem Julia e Drinnar que acabaram pela força do destino acabaram se tornando de confiança de alguns dos membros da corte real de mais relevância no reino. O orgulhoso draconato se tornou o leal protetor da nobre casa de Springlake, enquanto a jovem mercenária juntamente com seu irmão Matheus foram acolhidos pela própria rainha Agnes com seus guarda costas pessoais, além de tudo foram os dois que impediram que o tio regicida cumprisse com seu plano de eliminar a rainha.




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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Seg 15 Ago 2016 - 3:35

Por incertezas do destino, falta de dinheiro e procura de respostas, Rohan se encontra agora no meio de algumas tropas criado pela graça e pela vontade de rainha de Pejite, Agnes Bernadine Guineverre Petra de Pejite. Estando amontoado com outros membros que não se assemelham aos demais cavaleiros que trajavam suas armaduras e portavam suas espadas, o jovem Youkai observa os olhares firmes e sérios dos soldados, mirando fixamente para a rainha que dava graça de sua presença com um equipamento belo em seu corpo, juntamente com a lâmina na bainha. Agnes, com toda sua confiança, saca a espada e levanta aos céus, proclamando um discurso de liderança e elevando a moral de seus fieis soldados que estarão prestes a entrar em um campo de batalha. Entretanto, Rohan, que era um dos poucos que não se encaixava no padrão patriota do reino, apenas a olhou como uma contratante de seus serviços para realizar um trabalho de forma séria, calma e confiante. Recompensas monetárias qualquer homem da lei pode dar, mas e quanto a respostas que procuro? Questionava mentalmente em silencio. Se isso ficar perigoso demais, não serei eu que terá o sangue derramado por essas terras. Existem formas melhores de conseguir o que eu quero.

O Youkai olhou para os demais com curiosidade, tentando deduzir uma espécie de personalidade da pessoa/criatura ou observar alguma coisa característica que lhe chame atenção. Por fim, ele dá um leve suspiro para acalmar os ânimos e tensões que qualquer caçador de recompensas possui antes de realizar os primeiros tiros de sua arma. Ele fecha seus olhos por um breve momento para buscar concentração, mas abriu rapidamente quando percebeu um sussurro indescritível através de seus sentidos auditivos. Não posso vacilar... Pensava de forma preocupada. Com isso, Rohan apenas esperaria pelo momento certo de realizar algumas perguntas ou darem mais explicações acerca de recompensas, suprimentos, informações e transporte.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 15 Ago 2016 - 14:18

Júlia conseguiu fazer com que a rainha sobrevivesse ao ataque regicida do tio de Agnes, e se não fosse por ela e por seu irmão, a rainha não estaria aqui nesse exato momento, mas em contrapartida, a rainha teve uma baixa em seu exército além do tio da Agnes ter conseguido fugir.



“Nunca tive motivação maior para matar esse desgraçado! Tenho que agradecer ao tio da Agnes! Nunca me senti tão viva!”

Júlia sorri de forma maliciosa e olha ao seu redor e verifica que tem  poderosas forças leais a monarca e percebe também que tem tropas diferentes ao habitual e tenta perceber se há algum dentre eles que lhe chame a atenção.



“Preciso concretizar meu plano e para isso, preciso obter sucesso nessa missão.”


Júlia, uma garota com aparência de 5 anos de idade, desembainha seu machado berserker que é maior do que ela, sorri maliciosamente a todos no local.


- GUERRAAAAAAAAAAAA! MORTE AO USURPADOR!!
MORTEEEEEE!!!

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Seg 15 Ago 2016 - 19:57

"A rainha de Pejite está precisando de ajuda e eu preciso mostrar o meu valor e ser reconhecido em todo o mundo de Zephyr e é por isso mesmo que eu irei aceitar esse emprego! Afinal, sou protetor da família Springlake, e, se obter sucesso em minha jornada serei altamente reconhecido em Zephyr"

@Drinaar anda e percebe que algumas pessoas o olham com temor, outras com desdém, além é claro de chamar a atenção não só por ser uma raça dracônica, mas também por emitir uma aura dourada de seu corpo. Drinaar chega perto da rainha e se ajoelha.

- Ao seu dispor vossa majestade! Afinal, sou conhecido como Marca da Espiritualidade! O único que entrou vivo no Castelo Negro e saiu vivo dele para contar história. Sei que serei bastante útil na batalha contra seus inimigos.

@Drinaar faz uma reverência a rainha, se levanta e vai ao seu lugar.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Sex 19 Ago 2016 - 5:33

 Estava tudo correndo como desejado, Prehael estava entre os soldados de Pejite atuando como um agente duplo. Enquanto a maioria portava armaduras e armas, o albino vestia apenas um kimono, era quase que um ponto de referencia no meio das tropas. Não levava com sigo nada alem de si próprio com seus encaramentos e seu pequeno inseparável gato preto.
 
Observava os demais junto com Nobert que estava sobre seu ombro, mas antes que pude-se concluir algo sobre qualquer pessoa ao seu redor, sua atenção foi chamada pela rainha Agnes que com palavras conseguiu comover a maioria dos homens ali, entretanto, para o bruxo aquilo tudo foi apenas palavras que tomaram seu tempo. Tirou os olhos da mulher e voltou esses para os soldados a sua volta buscando alguém diferente que se encaixa-se com seus objetivos.

 Prehael jamais poderia compreender o isentivo que a rainha buscou nas tropas, era privado de seus sentimentos e era completamente inensinável. Da mesma forma que não entendeu o que Agnes queria com seu discurso, também não conseguiu entender aqueles que estavam nervosos ou os que estavam ansiosos. Os sentimentos carnais eram desconhecidos pelo albino.

 Nobert virou o rosto para trás sentindo uma presença, o gato preto viu uma figura chamativa passar próximo, era uma criatura hibrida que emitia uma luz dourada, um draconato. Prehael logo o viu passar adiante se aproximando de Agnes.

 " Interessante." Pensou enquanto o via se ajoelhar. " O que ele quer? Chamar a atenção dela? Não importa, esse draconato agora está na minha lista."

 - Você acha que o mestre vai gostar daquele ali como cobaia? - Pergunta para o gato, então acaricia o rosto na cabeça do felino sorrindo. Ninguém conseguiria ouvir seus planos, além de estarem com olhos voltados para a rainha, estavam preocupados com a batalha que viria. - Vamos deixar eles irem primeiro, não é uma boa ideia ficar perto da linha de frente, concorda? - O bruxo agia a distancia, alem disso, seria melhor para ele observar o comportamento das tropas.

 " Isso vai ser perfeito, se as tropas de Pejite forem mortas eu posso faze-los levantar e continuar lutando." Enquanto pensa em sua estrategia, sorria e continuava a acariciar seu gato. " E quando as tropas do usurpador forem mortas eu vou traze-las de volta a vida e farei que ataquem contra seus próprios aliados de dentro pra fora... Mas, não importa quem vai vencer não é mesmo?"
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Sex 19 Ago 2016 - 9:38

Finalmente Grathug havia saído daquela prisão intediante para finalmente voltar a lutar e Esmagar seus inimigos. O Orc estava sendo incaminhado, junto a um guarda e ainda algemado, para um pátio onde vários outros soldados se encontravam além de algumas figuras marcantes. Grathug podia até jurar que avistou uma criança, mas devia ser só impressão por estar a muito tempo no escuro da prisão. A rainha estava no meio de um discurso. "Estou atrasado?". Pensou o Orc enquanto se juntava aos soldados mais aos fundos, ele estranhava o tamanho deles, nunca lutou ao lado de pessoas tão pequenas, apenas contra elas. O discurso acabou e todos vibraram com ele, Grathug mal o tinha ouvido, mas não se importavam,  apenas queria lutar logo. Então uma figura se destaca dentre os demais, uma criatura que nunca tinha visto, se assemelhava a dragões porém menor e bípede. Ele foi até a rainha a reverenciou e falou algo que jamais ouviria de desta distância. Seu braço de ferro agora queima mais forte por um segundo. Então a voz em sua cabeça volta a falar. "Vamos grandão ataque eles vai ser legal, são fracos e gananciosos, não merecem viver hehehe". "Cale-se, não chamei você então fique quieto e essa é minha única chance para voltar ao meu lar". O Orc já estava se preparando, olhando aos demais novamente. Cada soldado com suas armaduras, da cabeça aos pés, e alguns outras mais a vontade como Grathug que achava tudo isso de armaduras por todo o corpo uma bobagem. "A graça das lutas é ganhar cicatrizes e feridas e continuar vivo provando que você é o mais forte, armaduras são para covardes." Pensou em desgosto. Agora aguardava suas próximas ordens, provavelmente não iria gostar dessa experiência, pois quase por toda sua vida ele foi o líder. Mas tudo para voltar ao lar.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Sex 19 Ago 2016 - 16:48

Maximus acredita fielmente em sua missão em Zephyr, e não tem a mínima ideia de que chama muita atenção devido ao seu corpo ser iluminado pelas sete cores do arco-íris. Mas apesar de as pessoas não conseguirem ver o que há dentro da luz, podem perceber o formato de um minotauro. E além dele, o próprio machado de Maximus possui as sete cores do arco-íris.
Maximus se alistou com o objetivo de salvar a futura guerra de Zephyr, e, ao ver a traição de um usurpador tem a certeza de que está no local certo.
"Irei fazer justiça!Trarei o usurpador morto ou vivo."
Maximus olha ao redor o povo e espera a orientação da rainha.
"Não vejo a hora de lutar"
Mal sabe Maximus, mas todos já perceberam sua presença, afinal, é impossível dele não chamar atenão.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Sab 20 Ago 2016 - 3:26

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil e Stained B
 
Após o discurso da rainha Agnes, alguns dos membros das tropas cada qual demonstrou a sua maneira quanto estavam inspirados para entrar em combate pelas palavras de liderança da monarca. Prehael que se encontrava entre os soldados apenas observa tentando não chamar atenção a sua presença, quando se junta à unidade um orc que e trazido pelos guardas às fileiras, acompanhada de um escolta de dez soldados fortemente armados, então um dos guarda que o trouxe o prisioneiro se coloca a frente dele para removeras correte sob os olhares da população que assistia o evento, um homem de vestes impecáveis se aproxima: - Olha aqui aberração  você esta aqui por ordem de nossa rainha, se não fosse por ela você teria sido executado, espero que cumpra  o que foi combinado lutara por sua liberdade. – Logo aquele homem se dirige onde a rainha se encontrava se colocando ao seu lado, aparentemente fazia parte da guarda real.– Este criminoso por vontade própria se pós a disposição de nosso reino por sua liberdade.- Enquanto a monarca discursava para as tropas sobre a importância de todos lutarem pelo bem do reino de Pejite, uma criatura envolvida por um brilho ofuscante que acaba por atrair os olhares curiosos da plateia e de seus novos companheiros de tropa. Então a rainha Agnes Bernadine Guineverre Petra de Pejite limpa a garganta de forma que todos que se encontravam no local retornassem a prestar a atenção. – Então lutaremos rumo à luta por mim e pelo reino de Pejite e por todo o seu povo, a frete marchem. – Nesta hora as fileiras das tropas se colocaram de frente e começam a marchar ao som da população que se encontravam ao logo da via principal para assistir aquele espetáculo, muitos que observam aquela cena pelas suas janelas jogavam pétalas de rosas sobre os bravos soldados que seguem rumo ao limites da cidade. Depois percorrer vários quilômetros as unidades se encontravam cansadas, a noite esta chegando, eles se encontravam em meio a um bosque que se encontrava na rota que seguiam. –Homens, teremos que acampar aqui esta noite preparem tudo, pois temos que estar muito dispostos para enfenarmos nossos inimigos. – diz Sir Den Timus capitão encarregado por esta unidade do exercito de Pejite, aparentava ter participado de muitas batalhas por algumas cicatrizes, a que mais se destacava e que  encontrava em se olho direito, ele trajava um armadura completa que o fazia se destacar do pelo tão além de estar montado em um poderoso corcel. Logo as tropas montam o acampamento fazendo uma pequena fogueira para prepara a comida.


off:
Esta oportunidade para vocês interagirem, todos se encontram em volta da fogueira para se esquentarem nesta noite fria

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Sab 20 Ago 2016 - 5:28

Depois do discurso motivacional da rainha, um grande Orc se aproximava dos demais. Ele estava algemado dos pés a cabeça e estava sendo escoltado por 10 soldados fortemente armados. Não parecia ser uma criatura que se deva brincar, por isso Rohan o observou com o devido respeito para não enfurecê-lo, sem contar o fato de estar um pouco curioso sobre ele. Um Orc... Eu nunca vi um antes. Talvez ele tenha um nome. Não quero deixa-lo com raiva se eu o chamar de monstro. - Questionou mentalmente enquanto pega seu livro de anotações na mochila e realiza algumas escritas de características básicas e um desenho detalhado do Orc.
Não demorou muito até que as algemas fossem retiradas e ter ouvido um bom sermão de uma pessoa do que aparenta ser membro da guarda real da rainha. Tendo feito isso, o cavaleiro eleva sua voz, dizendo que o Orc era um criminoso mas estava disposto a ajudar o reino em troca de sua liberdade. Finalizando, outro membro do grupo que aparenta ser uma espécie de Draconato, só que bastante brilhante, se aproxima da rainha, dizendo ser conhecido como Marca da Espiritualidade, que é o único que entrou no Castelo negro e saiu com vida e terminando sobre ser alguém útil para a batalha. Rohan não perdeu tempo e também anotou essas informações em seu caderno, fazendo mais um desenho detalhado do mesmo. Dizem que são bastante honrados... Talvez eu me dê bem com ele. - Pensa enquanto desenha.

Depois disso, a rainha faz o seu ultimo discurso e começamos a caminhar para o nosso objetivo. A população estava animada, jogavam muitas rosas nos soldados e davam graças por eles existirem e seguir a caminho da guerra. Rohan, no decorrer das viagens, adotou um costume de desenhar e realizar anotações sobre as coisas que via e ouvia do mundo, e, nessa caminhada que durou várias horas, aproveitou para colocar o hobbie em dia, escrevendo e desenhando sobre a rainha de Pejite, as tropas da rainha, a criança com cabelos de fogo, o albino de aparência delicada e seu gato, o Draconato brilhante, o colorido Minotauro e o gigante Orc.

Anoitece. Todos agora se encontram em um bosque. Rohan já havia guardado seu caderno quando pararam na floresta. Não demorou muito até vir um cavaleiro trajando uma armadura completa e montando um poderoso cavalo, se destacando dos demais soldados. Ele tinha algumas cicatrizes, sendo a mais notável a de seu olho direito. Dizia que iriamos acampar ali e que devemos preparar tudo. Uma experiencia de campo... - Pensou enquanto se sentava próximo a uma árvore que estava perto da fogueira, puxando uma saca de suprimentos da mochila. - Então, acho que é esse o momento perfeito para todos se conhecerem. - Começa o diálogo. - Vamos começar com as apresentações. Meu nome é Rohan Goldstar, muito prazer. - Diz fazendo uma leve reverencia com a cabeça para os demais. - Costumo exercer a profissão de caçador de Recompensas, mas atuo como um humilde artesão nas horas vagas. Não possuo o hábito de matar criminosos, apenas deixo-os incapacitados para serem levados a justiça. - Continua a falar enquanto come uma maçã. - Acredito que levar alguém a morte só torna o castigo da pessoa muito leve, então o melhor a se fazer é deixa-lo sofrer pelos pecados que cometeu através das leis existentes. - Finaliza dando uma olhada séria para o chão. - Sim, isso é o certo a se fazer...
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Dom 21 Ago 2016 - 3:22

- Meu nome é Maximus, e eu tenho como objetivo trazer o usurpador de trono vivo ou morto. Mas nesse caso, mas especificamente morto. Pois, se ele ficar vivo poderá tentar tomar o trono novamente. Nesse caso, a pior coisa para esse ser desprezível seria a morte.


Maximus olha para as outras pessoas e tenta analisar as características de cada um ao seu redor.

- Vim aqui porque sei que uma guerra estar por vir. Afinal, a minha Deusa Atena, disse que será uma época ruim, e que me mandou para esse mundo para salvá-lo. Eu sou um minotauro celestial, e conseguirei concretizar meu objetivo que é salvar Zephyr. E os outros aqui presente são...

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Seg 22 Ago 2016 - 1:53

Um garoto de cabelos verdes e olhos vermelhos que trajava uma vestimenta escura repousava sobre o galho de uma árvore próxima a fogueira observando as conversas dos companheiros de batalha em volta das chamas. Ele acompanhava as tropas desde quando os voluntários haviam se reunido esbraseados perante o discurso da rainha na cidade, mas mantivera certa distância da formação principal para evitar de ser atropelado pelos guerreiros eufóricos.
Diferente de boa parte dos guerreiros presentes, Nil não se voluntariou por sede de sangue ou espontânea vontade de lutar pela rainha. Na verdade, fora chamado por um grupo de camponeses que aparentemente já o conhecia para impedir que um tirano tomasse o trono em Pejite e derramasse sua ira sobre pessoas indefesas como eles e os povos das redondezas em geral. Um pedido como esse era algo que nunca poderia negar, mesmo que com pouca vontade de realizá-lo, e em questão de horas havia sido levado para perto das tropas na cidade. Além de tudo, esta nova experiência poderia ser uma chave para desvendar uma parte do seu passado apagado pela amnésia e assim talvez esclarecer o que ele fazia em Mir há tempos atrás.
 
O recinto ao redor da fogueira estava um pouco silencioso, achou ele, algo bem diferente do coro de gritos que se destacou em Pejite. Alguns guerreiros pareciam super sérios e focados, provavelmente planejando táticas de batalhas de acordo com a especialidade de cada um dos aliados, se é que conheciam as habilidades um do outro. Desviando o olhar para si mesmo, Nil ajeitou seus suprimentos bem guardados nos bolsos (duas poções curativas e um antídoto) e deixou as suas armas ocultas sob a roupa, como às vezes fazia.
 
“Bom, querendo ou não, tenho que me inserir num grupo agora”
 
Embora nunca tenha participado de uma batalha de tamanha magnitude, sabia que uma das coisas mais importantes num grande combate era não ficar sozinho e trabalhar em sintonia com os companheiros próximos. Após soltar um leve suspiro, se preparou para saltar da árvore e se enfiar entre os guerreiros, mas sua ação foi interrompida quando um homem com asas de morcego se pronunciou na base da mesma árvore. O discurso, marcado por bons ideais e a forma como ele enxergava a justiça lhe chamou atenção o suficiente para que tentasse uma aproximação dele. Logo em seguida, um ser que parecia um minotauro envolto de luz falou de sua missão quase profética, o que igualmente despertou muito do seu interesse. Outras pessoas nas proximidades também se destacavam, pois cada um tinha características ligeiramente ou muito diferentes do comum.
 
E os outros aqui presente são...
 
- Nil. Me chamo Nil. Estou aqui para lutar por quem não pode lutar, luto contra o caos e pela ordem. Assim como todos aqui presentes, considero os atos de Simon precipitados e tentarei impedi-lo, custe o que custar. Além disso, assim como eles falaram, acho que punição sem morte é a decisão mais sabia a se fazer, apesar de muitas vezes ser inevitável  – desceu da árvore e cumprimentou-os.
 
Um bom circulo de cooperação estaria prestes a surgir, mas será que haveria mais integrantes? Nil ficou na expectativa de alguém mais se apresentar.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 22 Ago 2016 - 13:50

Júlia olha de maneira fria e séria para as pessoas ao seu redor, e, depois sorri com o canto da boca de forma maliciosa.

- Meu nome não é importante, mas é importante ressaltar que eu sou a guarda pessoal de Pietra, e também acho importante dizer que odeio traidores, e, se eu descobrir que alguém aqui está tentando matá-la, pode ter a certeza de que eu mesma terei o prazer de fazer a pessoa sofrer.

Júlia olha novamente para todos.

- Fiquei cara a cara com o tirano que quer pegar o trono da rainha, e sei que a hora de pegar ele é agora, pois ele teve uma baixa devido a ter guerreado com as tropas da rainha a pouco tempo. Então quanto mais rápido formos, mais chance de sucesso temos. Cuidado com Simon, pois ele é ardiloso e lhe oferecerá dinheiro, mas depois de lhe dar o dinheiro, ele pode vir a lhe matar se for de seu interesse, o que significa, que não ganhará dinheiro nenhum e ganhará a morte. Sei disso porque eu fingi ser inimiga da rainha, que fez um serviço para ele, e, ele queria me matar para colocar a culpa em mim. Mas ele não esperava que eu fosse a guarda pessoal da rainha. Assim é Simon, o traidor. Não me importa se vão tentar pegar ele vivo ou morto.  O que importa é que eu vou fazer ele pagar por seus atos antes dele morrer, pois jurei para mim mesma que eu vou fazer ele pedir perdão por tentar me matar.

Júlia fica em pé atenta a um possível grito da rainha, para caso escute algo possa sair em auxílio de Pietra, e, continua encarando a todos com seu olhar frio.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Seg 22 Ago 2016 - 14:53

 Não tinha como aquilo não chamar atenção do bruxo, claro que quando viu o orc ser levado por tantos guardas. Claro que fisicamente era apenas outro orc, mas pra ser trazido desta forma com certeza mostrava o quanto ele era perigoso, talvez instável. Logo Prehael percebeu outra figura chamativa, uma criatura feita de luzes, as 7 cores do arco-íris para ser exato. Olhou bem e percebeu que este era semelhante a um minotauro.

 " Isso é tão interessante! Agora temos mais dois em mente." Estava ansioso para explorar todos os que já notou diferenças únicas entre as tropas em geral. " Me pergunto de onde vem essas cores. E porquê alguém precisaria de tantos guardas para ser levado até aqui, alias, se ele é perigoso então porque o trouxeram para cá?" 

 A rainha terminou e as tropas passaram a marchar. O albino não seguiu no mesmo passo, preferiu ir mais de vagar para ficar mais atrás e ver melhor oque encontraria me meio aos soldados. " Aquilo é uma criança? Por que trariam alguém assim para uma guerra?" Prehael agora estava intrigado com outro, era difícil ver a garota pela sua altura no meio das tropas, mas conseguia notar diferenças como seus cabelos como fogo balançarem.

 De repente, Nobert se esticou do ombro do bruxo e agarrou algo no ar. Prehael estava tão ocupado observando as tropas que não deu atenção as pessoas que jogavam pétalas sobre todos e reagiam com felicidade e animo. O gato preto virou o rosto para o bruxo e mostrou que havia pego com os dentes uma das pétalas. Prehael que já sorria o tempo todo abriu um sorriso para seu companheiro e então aproximou a mão ao gato para acariciá-lo.

 Estava escurecendo e após a viagem seus pés descalços já deveria estar um pouco machucados. A maioria dos soldados estava cansada e mesmo que o bruxo também estivesse ele não gostava de demonstrar isso, era como uma falha para ele. Logo decidiram dar uma pausa e começaram a arrumar um acampamento no bosque. - Acampar agora? Não seria melhor tirarmos vantagem da noite para atacar o inimigo? - Disse baixo, não percebia que a maioria não era como ele que foi reprimido de varias sensações carnais. 

 Não tinha lugar para ficar, apenas olhava tudo ao seu redor até ver alguns se reunirem em torno de uma fogueira incluindo o minotauro de antes, também percebeu que havia um youkai entre eles. Olhava de longe todos a se reunir e então decidiu examinar mais de perto. " Que ótimo, vou ter a chance de conhece-los sem dificuldade se eles se apresentarem." Caminhou até a fogueira e percebeu que já estavam conversando entre eles e pode ouvir a apresentação do youkai chamado Rohan. " Por que puni-los? Se matar os criminosos eles não voltaram a causar problemas e ninguém se preocupará em fazer visitas o cuidar deles em prisões." Pensou. Logo depois foi a vez de Maximus de se apresentar. " Uma deusa? Salvar Zephyr? Parce um conto de fadas, mas as cores pelo corpo também são dificeis de acreditar." .E então Nil que estava em cima da árvore, Prehael ainda não tinha o visto. " Que ordem esse mundo vai ter se não matar os que causam problemas como Simon?" E então Julia. " Por que alguém aceitaria dinheiro do inimigo? Seria estupido, é melhor mata-lo na primeira oportunidade e acabar logo com isso, assim não haveria falhas." Por fim, analisou todos ali.

 Agora viu-se obrigado a se anunciar, mas lógico que não contaria tudo, ninguém iria familiarizar com um membro da Irmandade, afinal poderiam vê-lo como inimigo e não era isso que Prehael queria. - Chamo-me Prehael. - Fez uma reverencia formosa, o bruxo sempre estava com seu sorriso no rosto. - Digamos que sou um mago, do tipo que te ergue do chão depois de você cair. E este é Nobert. - Apresentou o gato preto e então passou a mão sobre a cabeça do felino.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Qua 24 Ago 2016 - 20:14

O orc finalmente foi direcionado ao seu grupo, e finalmente solto. Fazia tempo que não sentia esse gosto de semi-liberdade. Depois do Xingamento quase deu um bem dado no guarda, porém se acalmou. Então finalmente seguiram viagem por algumas horas, nada de mais ao orc que fazia viagen de vários dias antigamente. Então paramos, um soldado nos avisou sobre unidos íamos ficar, era bem simples, com só uma fogueira demarcando o lugar. Por um único e longo segundo encarou a fogueira e esse um segundo em sua cabeça foi mais do que o suficiente para fisgar uma memória antiga a qual ele não queria ter lembrado; era ele deitado , todo queimado, logo após a explosão. tudo estava pegando fogo e com vários mortos ao redor, até que uma entidade sombria apareceu e quando encosta no orc  ele volta á realidade. Foi o segundo mais longo de sua vida. Seu braço volta a arder mais forte e o demônio volta a fazer em sua cabeça. "Eu sinto o seu medo Grathug hehehe". O orc responde o espirito como se ele estivesse ao seu lado " Cale-se criatura, nunca mais ouse em falar esse nome". Quando volta a olhar a fogueira alguns já estavam se apresentando, e realmente tinha uma criança no grupo, ela devia ser forte par estar lá, mas o orc não se espantou tanto pois crianças orcs também lutavam cedo. Ao aparecer um estranho das árvores Grathug se assustou, achando que era um ataque, mas era só mas um procurando o que fazer. Apesar de ter falado que iria ajudar, o orc ficava de olho no pulador de árvores. Era um circo aquele grupo. o orc nunca tinha visto alguém com asas, isso o assustou. Estava na sua vez de se apresentar. Se aproximou mais do grupo, tirou a máscara para poder falar melhor, apesar de seu rosto ser horrível, e começou a falar. " Bom... não tenho nome, e mesmo que tivesse não diria, eu sou de muito longe daqui e apenas quero voltar ao meu lar, mas não me importo em morrer no combate, isso seria uma honra na verdade, então me vejam como seu escudo..." Ele se ajoelha para mais ou menos a vista dos demais e olha para a garota. " Gosto de seu olhar garota, esse é o olhar de uma guerreira forte, tenho certeza. Fico contente em ter guerreiras ao nosso lado." Ele apenas levanta. " E guerreiros também." falou olhando para o draconato, apesar de quase nunca ter visto draconatos, já tinha ouvido histórias. " Vamos, me apresente hehehe." o orc suspirou e continuou " Este é..." foi interrompido pois o demônio surgiu como uma névoa densa saindo de seu braço e formando uma forma espectral e esquelética com garras " Me chamem de Morfeu". Apesar do próprio demônio falar, os demais apenas ouviram um chiado como uma ligação com interferência. " Ele é Morfeu." Continuou o orc, e então o espirito fez uma reverencia aos demais e desapareceu. " Sinto por isso, ele não obedece." Terminando, Grathug coloca sua mascara novamente e aguarda os demais se apresentarem.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Qui 25 Ago 2016 - 11:51

 Por que alguém aceitaria dinheiro do inimigo?
 

-Homens ambiciosos são capazes de fazer qualquer coisa por dinheiro, inclusive aceitar dinheiro do inimigo. Ambição gera traidores, e, eu odeio traidores. São seres desprezíveis e mesquinhos. Meu clã quase foi extinto por causa de um homem do meu próprio clã que traiu a todos. E tudo isso por causa de dinheiro do inimigo. O meu clã foi conhecido como Marca da Espiritualidade, e, é um dos poucos clãs que aceitam qualquer raça sem desprezo e sem preconceito e foi por esse mesmo motivo que os outros clãs tentaram destruir o nosso clã. Pois um clã onde possui diversas raças com diversas habilidades e que respeitam um ao outro se torna extremamente forte. Mas um ser desprezível do próprio clã aceitou dinheiro do inimigo e eu cortei o braço dele fora, mas dei a chance de ele fugir, pois da próxima vez que  o encontrar não lhe darei outra chance.

@Drinaar usa simular objeto e cria uma cama e então deita fazendo parecer que está levitando.

– Podem chamar-me de Marca da Espiritulidade, o draconato mais inteligente que vocês já conheceram e o único que entrou no Castelo Negro e saiu de lá com vida. Foi uma pena não conseguir salvar a garotinha. Estou aqui porque quero ser reconhecido por todo Zephyr, pois grana tampouco me interessa, e, por esse mesmo motivo é difícil de alguém me corromper. O dinheiro faz isso com os seres ambiciosos.

@Drinaar sorri.

– Sou protetor da família Springlake e devo dizer que já estive em um lugar pior do que o Castelo Negro. Já estive no plano dimensional Terminus, e, pode acreditar, nenhum de vocês gostaria de estar lá!
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Sab 27 Ago 2016 - 4:16

som do ambiente:

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil e Stained B

Enquanto estavam na em torno da fogueira conseguiam ouvir os sons da floresta ecoando na noite fria enquanto o calor do fogo confortava seus corpos. Um dos soldados que se encontrava um pouco afastado do grupo de aventureiros fica alguns metros da fogueira onde monta uma estrutura de apoio que usa para colocar um grande caldeirão fumegante onde os demais membros da tropa forma uma fila: - Venham soldados venham se alimentar. - Fala o cozinheiro que utilizava roupas simples com um avental maltrapilho em sua cintura. O cheiro delicioso espalhava pelo acampamento que já se encontrava montado com varias barracas devidamente armada uma ao lado da outra de forma padronizada. Um dos ajudantes do cozinheiro  acompanhado por um colega se aproxima ado grupo carregando uma banja de madeira muito simples oferecendo a cada um prato de sopa: - Desculpem interromper vi que estavam conversando, eu não queria interromper, mas porá caso gostaria um pouco de sopa, esta uma delicia, além de ser perfeito para noites frias com esta para esta noite fria.

off:
espero que consigam decidir entre vocês quem sera o líder, quero que escolham pois este sera o foco desta campanha o trabalho de equipe

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Rohan em Sab 27 Ago 2016 - 6:11

Tendo Rohan se apresentado primeiro, os demais continuaram o ciclo, começando pelo colorido minotauro, chamado Maximus, e atuando em nome de uma deusa chamada Atena. Nos galhos da árvore em que o Youkai estava próximo, Nil desce e se apresenta, alegando ser aquele que luta por aqueles que não lutam. Sucessivamente, a pequena garota de cabelos vermelhos que se recusou a falar seu nome começa uma declaração que aparenta ser bem importante, dizendo ser da guarda pessoal de Pietra e outras coisas a mais, que por fim se levanta repentinamente e depois continua a olhar à todos com seu rosto infantil. Acho que ela está com fome... Geralmente é o que as pessoas dizem quando alguém fica de cara feia o tempo todo. - Pensou de maneira despreocupada. - O mais misterioso do grupo, que no qual não havia caminhado junto de nós até o bosque, começa a se pronunciar de maneira sorridente, informando o seu nome, Prehael, e apresentado seu mascote, Norbert. Ele diz ser um suposto mago que reanima corpos, que para Rohan poderia ser útil em certas ocasiões no combate. O gigante Orc, que muito provavelmente é o mais odiado de toda a expedição, retirou sua mascara de ferro e dialoga com os demais. Basicamente, acontece a mesma situação em que ocorreu com a garota: mais um sem nome. Entretanto, houve uma revelação. De seu braço metálico, aparece uma criatura espectral e esquelética, que o Orc o chama de Morfeu. Impressionante. E ao mesmo tempo assustador. - Julgou mentalmente com um olhar de curiosidade. - Para finalizar as introduções, o draconato começa uma reflexão em relação ao dinheiro e sobre a extinção de seu clã, finalizando com um pedido depois de começar a flutuar, que o chame de Marca da Espiritualidade.

Tudo estava nos conformes, as pessoas conversavam entre si e se conheciam através do tempo que estava disponível. A floresta produzia sons magníficos que só eram possíveis ouvir durante a noite. Rohan aproveitava o momento de olhos fechados, usufruindo de sua super audição de morcego para apreciar tanto o estalar da maneira nas chamas quanto a brisa que passava entre os troncos e faziam as folhas se mexerem sutilmente. Não demorou muito até um homem se aproximar de todos, carregando uma bandeja de madeira contendo alguns pratos de sopa. Goldstar não recusou e aceitou de bom grado. Muito obrigado, senhor. O cheiro está muito bom e a aparência está ótima. - Comenta para o homem com um sorriso no rosto depois de pegar seu prato. - Um prato quente em uma noite fria na floresta próximo de uma fogueira ao lado de companheiros de guerra, o que mais poderia esperar? Uma boa conversa.

Não sei ao certo, mas acho que precisamos agir de acordo com algumas coisas. - Começa a falar enquanto realiza as primeiras colheradas da sopa. - Primeiramente, agradeço a todos por terem se apresentado, afinal, não gostaria de chama-los por outros nomes a menos que permitam isso. Mesmo que existam pessoas, ou criaturas, que não gostam de revelar suas identidades aos demais, ninguém merece ser recebido com apelidos de mal gosto. Cada um recebeu um nome de que tem orgulho, então não precisam ter medo de esconder aos companheiros de causa semelhante. - Comenta ao transitar o olhar seriamente para a criança e para o orc. - Todos aqui estão cientes da situação, e todos aqui sabem que ter sucesso na missão é importante, não somente para a rainha mas para todo o reino. Se é para ter o Simon vivo ou morto, vai depender de quem o encarar de frente e como vai lidar com a situação. Mas para chegar a isso, de nada adianta se não tivermos um plano e começarmos a agir como uma equipe. - Continua a falar enquanto termina a sopa. - Acredito que se tiverem alguma coisa para falar ou perguntar entre si, desde que seja um plano, uma informação, uma dúvida ou uma sugestão, a hora é agora, pois não teremos uma oportunidade dessas no campo de batalha. - Finaliza colocando o prato ao lado com a colher dentro e pegando seu caderno de anotações na mochila para escrever o que os outros haviam dito sobre si mesmos e o que poderiam estar a dizer em relação ao diálogo. 
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por znunes em Sab 27 Ago 2016 - 13:46

- Primeiramente temos que saber as habilidades de cada um é devo dizer que sei fazer armadilhas e arrombar portas e tenho uma extrema habilidade com meu machado e tenho força. Garota ruiva, irei lhe proteger para que nada lhe aconteça.

Maximus mostra seu machado exótico da mesma cor que a dele.

- Não é uma beleza. Mencionei que não me perco em labirintos, mesmo que não tenha entrado nele. Essas são minhas habilidades. Seria de extrema importância sabermos a habilidade um do outro para organizar o grupo de forma adequada, não acham?

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Nil em Sab 27 Ago 2016 - 18:30

O grupo dinâmico fora, enfim, consolidado. Cada integrante, mesmo que superficialmente, se apresentou para os demais dizendo o que tinha para falar sobre si, com direito a relato de viagem ao Castelo Negro, ameaça a supostos traidores, declaração de um Orc de que daria a vida pelos seus companheiros em batalha, um indivíduo que ergueria de volta quem estivesse caído – Nil ficou alguns segundos tentando interpretar essa frase – e muito mais.
 
Percebeu que um homem andava até eles carregando recipientes com uma comida consideravelmente cheirosa e quando ele ofereceu a sopa, aceitou com ansiedade, agradecendo-o de imediato. Mas quando o ajudante se afastou e ninguém prestava atenção nele, remexeu o prato para ver se tinha algo suspeito dentro dele, e não estava à procura de veneno, mas sim de pedaços de frutos do mar. Não achando o que não queria achar, saboreou o caldo com lentidão, sempre cuidando para não queimar a língua.
 
Enquanto se alimentava olhou de relance para o Marca da Espiritualidade, sem que ele percebesse, curioso para ver como seria um draconato tomando uma sopa. O orc também não ficou de fora: o grandalhão com certeza não deveria estar de olho num mísero pratinho de sopa, mais sim no caldeirão, imaginou.  E quase se esquecendo, se lembrou do minotauro brilhante, que deveria tomar a sopa como um... touro.
 
- Ria e você está morto! – Advertiu a si próprio dentro da mente.
 

Deixou os pensamentos cômicos rapidamente de lado e saboreou a comida por completo enquanto Rohan e Maximus falavam dentro do recém-formado grupo. Realmente, o que os dois disseram fazia todo o sentido. Uma equipe não é uma equipe sem planejamento, interatividade entre os membros, e principalmente, um líder.  De mesmo modo, para que houvesse coerência na organização da equipe em batalha, era preciso que cada um dissesse suas habilidades, ou pelo menos, revelasse a sua classe para esclarecer o papel que desempenharia durante a luta, apesar de que muitos ali já deixavam explícito o que desempenhariam em batalha, e o melhor momento para se discutir essas coisas seria enquanto comiam e descansavam.
 
- Eu basicamente investigo, corro, atiro, salto e esquivo, nada além disso – disse a todos e deixou explícito o volume anúbis e da pistola sob a roupa. - E se querem uma sugestão, seria bom se tivéssemos um líder, alguém que nos coordene – mexeu os olhos vermelhos olhando para cada um dos ali presentes. – Alguém poderia se voluntariar?
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por juliamoreira2004 em Sab 27 Ago 2016 - 21:50

Júlia escuta sobre dizer sobre as habilidades de cada um. E então o minotauro fala de suas habilidades.


“Se acha que eu irei dizer sobre todas as minhas capacidades estão totalmente enganados. Quem garante que um de vocês não seja um espião do Simon, e, em qualquer hora dizer as habilidades de todos do grupo. Mas mostrarei uma parte de minhas habilidades.”


- Só um minuto!


Júlia anda pela floresta procurando por pedras e catando todas possíveis, inclusive metendo mão onde não devia devido a sua curiosidade, podendo levar picadas de formiga, mosquitos, abelhas ou outros insetos, além de esquecer totalmente do grupo e do que iria fazer, mas depois de pensar por um tempo, lembra que iria mostrar uma de suas habilidades ao grupo. E então após sumir por uma hora Júlia pega o seu tronco de árvore refinado que é aproximadamente três vezes o tamanho dela e volta para o grupo que está na fogueira.


- Creio que eu tenha demorado um pouco, mas encontrei pedras no meio do caminho e tive que pegar todas que fossem possíveis e diferentes. Acredito que eu uma guerra, uma arma como essa é bem útil.


Júlia coloca o tronco de árvore refinado no chão e senta. E então pega o machado Berserker que também é maior que ela.


- Eu tenho habilidades com machado também Maximus. Não é necessário dizer que eu tenho grande força né? E por esse mesmo motivo consigo arrombar portas.


Júlia coloca o machado de volta, pega a sopa oferecida, e começa a tomar. E a cada colherada olha de forma sombria para cada um.


- E consigo investigar as coisas com facilidade, portanto nem tentem trair a rainha.


Júlia se levanta para pedir mais um pouco de sopa. E retorna a sentar no tronco.


- Algo que é importante ressaltar é que eu posso voar. Então, devo dizer que, se alguém cair de um penhasco posso salvá-lo. Mas claro, se, esta pessoa merecer ser salva. E se Pietra cair de um penhasco, darei prioridade a rainha, correto? Ah! Como você aquele negócio com o braço?

Júlia olha para o minotauro brilhante, chega perto dele e tenta encosta, estava curiosa quanto aquilo.


- Marca da Espiritualidade, por que você brilha? - pergunta de forma curiosa.




Júlia retorna a tomar o seu segundo prato de sopa, se levanta, começa a andar por perto deles colecionando pedras e brincando com as pedras como se fosse uma criança normal.

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Stained B. em Seg 29 Ago 2016 - 16:05

Depois de Prehael se apresentar, o orc também fez o mesmo retirando sua mascara e revelando sal face. Até então não tinha nada de especial, era só mais um que não queria revelar o nome, mas de seu braço surgiu uma forma espectral. “ Agora eu sei que não apenas um orc.” Pensou. “ Morfeu? Eu adoraria saber mais sobre você...”
 
 Então o draconato se juntou a conversa, disse coisas sobre traidores e Prehael era um agente duplo, estava claro que a Marca da Espiritualidade seria um dos primeiros a atacar o bruxo se descobrir-se isso, não só ele, mas a pequena dos cabelos como fogo também apesar de sua missão não ter ligação com a rainha.  Assim que vê o draconato se deitar no ar, era obvio que isso chamaria a atenção do albino. “ Parece que está voando ou flutuando, mas ainda é estranho a forma que... não importa, vou observar isso com o tempo.” Pensou. Algo que a Marca disse, conseguiu intrigar ainda mais Prehael, sem dúvida aquela frase foi o que mais marcou o dia do bruxo.
 
 “ Quem entra no Castelo Negro? E quem consegue viver para contar a história? Por algum motivo acredito que isso ainda é o começo das surpresas desse grupo.” Por fora conseguia manter o sorriso de sempre, mas dentro de sua cabeça seus pensamentos estavam o distraindo. Nobert lambeu o rosto de seu dono e o trouxe para fora de sua imaginação.
 
 Então, após todos terem se apresentado, surgiu alguém que trazia pratos de sopa. Prehael não sentia fome, mas seu corpo precisava de energia assim como qualquer outra criatura viva e diferente dele, Nobert sim sentia fome. Sem tirar o sorriso do rosto o bruxo aceitou, levava a colher não apenas para sua boca com delicadeza, mas também erguia para o gato.
 
 Rohan levantou um assunto importante, era claro que todos ali iriam precisar se ajudar e se apoiar durante a guerra para que todos consigam efetuar bem a missão de terminar com Simons e que todos consigam sobreviver. Então precisavam confiar uns aos outros. Prehael, entretanto, não se importava com o rumo da guerra, apenas queria trazer informações para seu mestre.  Maximus logo então deu a idéia de todos contarem suas habilidades e também fez a iniciativa de dizer as suas. “ Era isso o que eu precisava” Comentou em sua cabeça, o albino não estava tendo dificuldades para escolher as cobaias que levaria para o grão-mestre da Irmandade. “ Com todos dizendo suas habilidades eu não precisarei esperar para ver-los em ação. E é ainda mais fácil de entender o que eles fazem assim, não vou precisar pesquisar sobre seus dons pois eles mesmos vão contar.”
 
 Depois do minotauro, Nil também disse do que era capaz e deu a idéia de que alguém ali os lidere, não faria mal para o bruxo exercer esse cargo, mas ele queria observar as pessoas e não que elas o dessem atenção, Prehael precisava ficar mais atrás do grupo para examiná-los ao invés de ficar a frente de todos dizendo para que lado seguir. O bruxo percebe que seu prato de sopa havia chegado ao fim, olhou para os lados procurando onde deixá-lo, mas então desistiu e apenas o manteve sobre a mão esquerda.
 
 Julia então se ergueu e disse que voltaria em um minuto, assim que a garota saiu, o bruxo decidiu entrar na conversa para manter a corrente de cada um diria suas habilidades. – Sou um necromante. – Foi direto desta vez. – Além disso, eu não sinto nada... – Olhou para o prato de sopa vazio. – Dor, medo, amor, desejo, alias... Quero perguntar uma coisa; Qual o sabor da sopa? – Era uma pergunta simples, mas era suficiente para que pudessem entender o que queria dizer quando diz não sentir absolutamente nada. – Eu fui privado dos sentimentos e sensações carnais há muito tempo. –
 
 Quando a pequena retornou, e trás consigo um tronco mostrando sua força incomum. “ Isso é outro motivo que a torna interessante, mas por que pedras?” A garota outra vez trouxe o assunto sobre traição, parecia que tinha até uma obsessão por Agnes de tanto que queria protegê-la.  
 
 O bruxo começou a se sentir mais seguro em meio às pessoas que estavam depositando sua confiança uns aos outros incluindo a ele. Então de forma incontrolável ele começou a alterar seu corpo, Nobert saltou do ombro do andrógino enquanto ele se encolhia, as orelhas ficavam pontudas e caia sobre quatro patas até se transformar em um gato branco semelhante à Nobert. Prehael agora como um felino, se aproximou mais da fogueira e se deitou ali, o seu gato preto então foi até o dono e deitou-se ao seu lado.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por JonasFakeMan em Seg 29 Ago 2016 - 17:05

Finalmente todos haviam se apresentado, estávamos todos ao redor da fogueira nos conhecendo e alguns apreciando os sons da floresta. "Sinto falta do silêncio do deserto...". E realmente sentia e queria estar lá. Uma coisa na apresentação do lagarto, agora chamado de marca da espiritualidade, chamou a atenção do Orc, havia comentado de um castelo negro, o único a entrar e sair vivo, Grathug gostaria de ouvir essa história, boas histórias de batalhas e invasões sempre são bem vindas ao Orc. "Hehehe, não sabe onde está se metendo Grathug...". O Orc não entendeu o motivo da frase de Morfeu, então ignorou. Eis que um soldado vem e entrega a todos bandejas de madeira, e outro mais a frente começa a preparar uma sopa, que cheirava muito bem, qualquer coisa cheira melhor que a comida da prisão. Então voltou o olhar para a bandeja, a encarou, e a estranhou. "Isto mal da para um aperitivo, pelos deuses vão nos matar de fome". Se levantou e foi a procura de recipientes ou de bandejas já usadas, pegou o que conseguiu carregar e encheu cada uma, cerca de 4 recipientes, tomou cada uma delas num único gole e e em um minuto acabou de comer."Podem Nos Matar De Fome, mas Está Sopa Está Realmente Muito Boa". Agora estavam querendo saber as habilidades uns dos outros, que habilidades o Orc teria? Ele sabia que era extremamente forte e suportava venenos, isso talvez contasse como habilidades. "Habilidades....vou contar, mas saibam que tenho um péssima experiência com traidores, é bom que não tentem nada. Quanto ao que sei fazer...resisto a venenos com facilidade e consigo carregar muito peso e quebrar os ossos de humanos facilmente.". Olhou para a marca da espiritualidade e continuou. " E você marca da espiritualidade? Falou de um castelo negro, nos conte mais adoro essas histórias. Nos desertos também existia uma castelo, cercado por uma cratera, achávamos que era abandonado mas descobri do pior jeito que não era, acabei por acidente caindo em um Hall,  uma dica não subam em cima de dragões a queda é grande. Em fim tudo resultou em eu irritar um bode ossudo por dar-lhe um soco bem dado em sua face, um dos meus maiores erros, mas daria tudo para dar outro soco em sua face.". Se virou de costas por um momento e mostrou as cicatrizes daquele dia, suas costas cheia de cicatrizes de cortes e ferimentos mágicos, se volta novamente a marca."tive sorte de sobreviver,  mas é você marca nos conte de sua aventura neste tal castelo negro" Enquanto o Orc esperava pela resposta mais bizarrisses acontecendo, Pherael virou um gato, e a garotinha agora brincava com pedras, nada demais para um grupo tão esquisito.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por tabuleiromistico em Ter 30 Ago 2016 - 13:29

- Cara Júlia, querendo saber o por que de eu brilhar? - Drinaar sorri. - Existe um fato em que dizem que todas as pessoas que nascem com a aura dourada irão realizar algo grandioso, e, que jamais serão esquecidos. Dizem, para quem acredita, que os deuses os iluminam para que os deuses nunca o percam de vista para saber que trajetória esse ser irá tomar. Sim, eu fui agraciado pelo Deus Io, o deus dos dragões. Tenho certeza que ele me olha de onde está. Há uma dúvida extrema de quem veio a terra primeiro. Os draconatos e os dragões disputam essa teoria, os draconatos dizem que são eles e os dragões dizem que são eles, mas é claro que nós viemos antes dos dragões, mas isso não importa.


@Drinaar pega a sopa e faz uma simulação de uma colher, e faz o movimento da colher direcionando a sua boca, dando a sensação de que o líquido estava flutuando.



- Essa é uma de minhas habilidades, e, tenho a capacidade de ver e bater em espíritos com os próprios punhos! Bom, como posso dizer não preciso de magia para destruir um fantasma.


@Drinaar dá uma gargalhada gigantesca, fazendo algumas pessoas olharem para ele.


- Consigo arrombar portas com facilidade, e, por incrível que pareça sei um pouco de medicina, o que significa que posso salvar vocês da morte. E é claro, não posso deixar isso de lado, sou o ser extremamente inteligente e com certeza o que tem a melhor capacidade de estratégia daqui. Portanto no momento iremos andar em grupo, mas na hora da guerra eu irei na frente junto com o orc e Maximus. As pessoas com capacidade atacar a distância farão isso antes de nós atacarmos. Júlia, você disse que pode voar, o que significa que pode entrar de surpresa, e, vocês são apenas gatos, tão inofensivos. Esse disfarce é ótimo, portanto, vocês dois irão invadir o castelo. Não significa que será assim, pois tudo pode mudar e talvez tenhamos que atacar em conjunto. Mas por enquanto deixaremos assim.  


@Drinaar sorri novamente.


- Você gostaria de saber como eu fui parar no Castelo Negro? Irei lhe contar como foi. Há exatamente 227 anos atrás foi o dia em que eu entrei no Castelo Negro, o primeiro ser vivo a entrar lá e encontrei pessoas lá dentro, e tentei ajudá-las, mas elas não sobreviveram ao Castelo e acabaram por sucumbirem lá dentro. Eu fui explorando o Castelo e acabei encontrando um demônio feminino e uma garotinha humana. O demônio me fez uma pergunta e ela mesma me respondeu. Ela me perguntou se eu sabia porque o Castelo Negro me mataria e respondeu que todos os que entram são mortos, porque o Castelo precisa disso.


@Drinaar faz uma cara de suspensa para dar tensão a cena.


-Ela me respondeu que o castelo era uma entidade viva e que precisava de sangue para sobreviver e, que foi por esse motivo que o Castelo Negro continua vivo e sobreviver as ruínas. Ele precisa de mortos para continuar do jeito que está, e, parece que apesar de ter passado mais de 200 anos, ele continua inteiro, não é mesmo? Mas como se passou 200 anos, e você continua aqui com a mesma aparência? Calma, eu vou contar!


@Drinaar sorri novamente.


- Eu lutei com esse demônio deixando-a cega, e, por causa disso, o demônio matou acidentalmente essa garotinha que era como uma filha para ela. E após isso eu me senti culpado pela morte dessa garotinha e tentei a todo o custo reviver essa garotinha. E foi por esse mesmo motivo que eu parei em Terminus que é uma dimensão paralela ao mundo de Zephyr que existe como a fonte central de poder entre todas as outras dimensões dentro do plano dimensional, uma realidade de espaço distorcido onde o tempo não existe, onde pedaços de terras irregulares flutuam no vasto vácuo escuro aonde se encontram aleatoriamente espalhadas em diferentes ângulos, além de não obedecer as leis da física. Mas estar nesse mundo tem um porém, quanto mais dentro dessa dimensão, maior a chance de a pessoa enlouquecer, e, sinceramente, posso lhes garantir que se eu ficasse mais algumas horas teria enlouquecido de vez. Sinceramente, eu gostaria de voltar para o ano em que estava, mas para isso teria que conseguir entrar em Terminus de novo, e além disso, eu poderia voltar no tempo, ficar no presente ou avançar mais ainda no tempo. Então poderia entrar em Terminus novamente e não dar em nada, além de poder enlouquecer de vez. Mas algo que irei fazer depois daqui é ir para Lórien, afinal os elfos tem uma dívida comigo, e, talvez tenha uma estátua minha lá, afinal salvei Lórien. Então, essa é minha história. Mas ainda sinto que não fiz algo grandioso, pois quero ser conhecido e reconhecido em todo mundo de Zephyr


@Drinaar sorri.


- E, por fim, reconstituir o meu clã, que eu sei que existem duas pessoas vivas, talvez existam mais. E o meu clã pode entrar qualquer raça sem restrição. Então, quem quiser entrar no clã não vejo problemas, e, caso tenha um clã e quiser fazer uma união entre clãs, também não vejo problema algum.


@Drinaar pega mais uma sopa


"Achei que iam dar carnes para a gente, não líquidos. Desde quando isso é alimento?" 
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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Convidado em Qua 31 Ago 2016 - 1:14

juliamoreira2004, brunotenan, Rohan, Znunes, Nil e Stained B
 

Após entregar para cada um dos aventureiros um prato de sopa, os ajudantes se afastam do grupo voltando para ajudar o cozinheiro que se encontrava muito atarefado em alimentar a faminta tropa. Por entre as copas das arvores todos os presentes conseguiam observar o belo céu estralado da noite diante seus olhos com as suas luzes esplendecente como um espetáculo ao ar livre. A fogueira aquecia seus corpos com suas chamas tremulas que confortava do frio, sob as estrelas, a conversa dos aventureiros prosseguia embalada pelos sons da noite. O estranho grupo não sabia mas aquela estranha equipe ganharia mais um membro de forma inesperada, pois alguns metros uma misteriosa garota adentrava no acampamento trajando um manto negro com capuz, que de certo acabava por atrair os olhares de alguns dos soldados que ficavam curiosos em saber que e aquela pessoa.

Off:
Por favor conversem entre si, para decidir o líder do grupo

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Re: Campanha: A guerra de sangue

Mensagem por Evelyn em Sex 2 Set 2016 - 12:36


Estava chegando ao local designado meu meu amado lich, havia poucas horas que ele havia me teletransportado para próximo ao local, que foi logo após me alimentar, ainda não me acostumei com a idéia. Depois de algumas horas caminhando, eu nem havia me cansado ou transpirado, até que renascer não era tão ruim. Então escondida nos troncos das árvores, avistei um acampamento de guerra, era o local o qual fui designada, em uma fogueira mais separada das demais e dos soldados estavam diferentes pessoas e criaturas. "Vejamos, uma criatura verde e grande, um orc talvez? Nunca vi um apenas em livros, que citam serem muito agressivos" Seu braço metálico chamou minha atenção. "Uma prótese provavelmente. E agora, um deles é escamoso, brilhante e com aparência parecida com a de dragões, mas sem cauda. Uma criança brincando com pedras...peculiar. Um touro, Minotauros aqui também? E por que brilha desse jeito? Que vontade de vomitar, colorido demais. Dois humanos, parecem serem pistoleiros, não! Um deles tem asas de morcego?  Yokai? Ou meio Yokai? Pode ser alguma mutação também. E dois gatos, um preto e outro branco, de quem serão? O lich me falou que o associado tinha gatos mas qual deles será?". Sem mais esperar Evelyn saiu do seu esconderijo e começou a caminhar lentamente em direção aos soldados diferentes e parou cerca de dez metros de distância, já tinha a atenção dos seus olhares. Como estava coberta por seu manto eles não veriam suas armas, Evelyn não podia ser considerada inimiga, então como um gesto de paz abriu seu manto, olhando atentamente perceberiam várias linhas aleatórias pelo seu corpo uma cruzando com a outra como linhas de costura totalmente negras, mostrando suas armas, estava descalça e suas roupas eram meio incomuns para uma guerra, pois era roupas normais do dia a dia. Então cruzou ou braços e empunhou sua duas espadas, as virou para o chão e as cravou na terra, em seguida pos as mãos atrás da cintura e retirou mais duas adagas, também às soltou, caíram no chão se chocando uma com a outro ecoando o barulho do metal se chocando por um momento, e por fim retirou sua machadinha, que estava pendurada em sua cintura ao lado de onde estava um das espadas, e a largou também, deu um passo atrás, não deu um pio durante a ação, e ainda sem retirar o capuz, mantendo seu rosto escondido esperou a reação dos demais.
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Re: Campanha: A guerra de sangue

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