História de Grathug

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História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Sex 17 Jun 2016 - 14:06

História:Ao norte do continente, a direita do rio sirus no grande deserto existe uma grande vila de orcs, a maior e mais forte delas, chamada de Urzuka, lar dos mais fortes e temidos orcs e do clan Ursos do deserto.  Esse clan apenas tem os melhores dos melhores e onde nasceram todos os líderes de Urzuka e lá em uma das humildes cabanas, tipicamente com estruturas feitas de ossos e pedras e as paredes de couro, nascia mais um futuro grande líder. Mas enquanto ele é só um pequeno orc, sua mãe lhe batizou de Grathug. Quando criança treinava e malhava muito, tinha a força e coragem do pai e a determinação e olhos da mãe, nunca perdia a chance de ir em uma caçada ou algum desafio, mesmo sendo pequenos. Então seu pai fala "Filho, hoje, hoje é o dia em que você finalmente vira um homem, vamos escolher sua primeira arma." Era indescritível a felicidade no rosto do seu filho. Então caminharam até o outro lado do deserto em uma árdua caminhada de duas semanas nas areias quentes do deserto chegaram à uma caverna com uma luz ao fundo, entrando lá, encontraram um velho orc encobrido por vestes sentado atrás de uma fogueira que o fogo era verde e o velho riu "he, he, he...Então quem o velho Warchief trouxe a mim? Ou devo dizer, quem meu filho me trouxe?" Grathug sorriu e correu na direção do Velho orc para abraça-lo "Vovo!!" E então ambos se abraçaram enquanto seu pai ficava de braços cruzados na entrada da caverna. "Então, seu velho decrépito he, he. Mostre a ele." Então o velho responde "Aaah, o velho ritual Ãh? He he, aaui vamos nós..." Se afastando do neto e se aproximando da fogueira ele passou a mão por dentre o fogo que magicamente fez aparecer vários borrões de fumaça na frente de Grathug, ele esticou a mão e os borrões se juntaram e formaram uma imagem que ia se clareando devagar, até se transformar em um grande martelo de duas mão, mas quando tentou agarrar ele se esvaiu se tranformando em fumaça de novo e a fogueira voltou ao normal. Risos ecoando na caverna e seu pai fala com orgulho na voz "Ha ha, um grande martelo para um grande orc, paresse que você tem os mesmos gostos de seu pai, né filhão? Ha ha".

Era por volta de meio dia, estava tão quente que a areia parecia fogo, e no meio da vila de Urzuka, em um espaço aberto, vários orcs e orquisas se juntavam formando um círculo em volta de seu Líder Throbor o chefe de guerra e pai de Grathug que empunhava seu Grande martelo, o Pata de Ferro. "Orcs e Oquisas, sei que aguardam esse dia a muito e muito tempo, o dia em que seus filhos vão provar ser verdadeiros guerreiros!" Falou com empolgação e todos em volta gritando como se estivessem festejando. Continuou "Hoje, faremos o Mek'tora nosso ritual de passagem onde cada filho e filha lutará até que seu adversário não aguente mais, serão lutas de 1 round, com armas ou sem, sem trapaças, e os vencedores serão glorificados a matar sua primeira besta de verdade e terá a oportunidade de participar de nossos saques!" Mais gritos de animação "Essa também é a hora de resolver conflitos também ha ha" Risos ao redor "Bom, lutadores, preparem-se!" Throbor então se junta ao lado de sua parceira, e mãe de Grathug, na platéia para observar o espetáculo. Vários orcs e orquisas lutaram incansavelmente, essas lutas poderiam durar horas pois só acaba quando o outro morre ou não aguenta ficar em pé. Depois de várias lutas logo o último foi Grathug, com cerca de 16 anos assim como os outros. Ele saiu do meio da platéia e se aproximou de uma das bancadas de armas do pátio e logo apareceu seu oponente, Ar'men, um orc bem temperamental de coloração verde claro, e visivelmente bem menos musculoso que Grathug. Ar'men estendeu a mão e pegou um machado de uma mão já se preparando para luta com uma expressão bem nervosa na face. Por sua vez Grathug estendeu a mão à bancada e passou-a por todas as armas e não pegou nenhuma. "Ha, esse é meu garoto, vai lutar apenas com as mãos!" E o pai de Ar'men "Meu filho vai ganhar, o seu é tão patético que nem armas sabe usar Haha". Ar'men avança correndo na direção de Grathug em um ataque na vertical muito óbvio e deixando sua guarda aberta, Grathug ve a oportunidade e facilmente se Esquiva para esquerda se abaixando ao mesmo tempo que fala "Essa luta acabou no momento em que me subestimou, tolo". Parecia que o tempo estava passando em câmera lenta enquanto Grathug aproveitava a guarda aberta indo lhe dar um soco vindo de baixo em suas costelas. Grathug de punho fechado acertou Ar'men bem em suas costelas direitas resultando em Ar'men cuspindo sangue com olhos arregalados e soltando o próprio machado. Parecia que tudo passou em camera lenta demorando horas, o que na verdade foram apenas 10 segundos, e quando se deu conta Ar'men estava aos pés de Grathug com 3 costelas quebradas e tossindo sangue nas areias quentes do deserto. "Vamos, levante-se, não seja covarde!" Ar'men não respondeu, tentou se levantar com muita dificuldade e literalmente foi na direção de seu pai. "Me ajuda, pai...". Quando tentou abraça-lo seu pai se virou o fazendo cair. "Que decepção". Então deixou o lugar e Throbor falou. "Esta vila não é lugar de fracotes chorões. Se continuar assim é melhor ir embora. Vitória de Grathug!" Mais agitação na plateia uivando como loucos por ter durado tão pouco esta luta. Grathug até levantou a mão de punho fechado,  o mesmo que derrotou Ar'men, como forma de comemoração. "Ai está um verdadeiro guerreiro, nosso filho vai nos orgulha muito!". "Puxou o pai" a mãe responde.  E se encerra o ritual Mek'tora, formando novos grandes guerreiros para a tribo, e Grathug não ficou de fora, provando ser realmente um grande lutador, e provavelmente um grande líder quando crescer.
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Sab 18 Jun 2016 - 8:44

Episódio 3: A galinha, a Cabra e o orc voador.
. Grathug já tinha 20, havia 5 anos desde o ritual de passagem, estava com alguns de seus guerreiros patrulhando os arredores do castelo negro, tinha virado um líder de tropa. Tinham uns 10 orcs com ele andando furtivamente praticamente camuflados na areia, estava tudo calmo, calmo de mais, até que um tremor em baixo deles. A areia também tremia, mas o tremor parou. "Homens, preparem-se" cochichou Grathug e logo ao seu lado um olho vermelho se abriu seguido de um rugido de alguma besta que saiu do chão logo debaixo dos orcs derrubando e empurrando todos para longe, então outro rugido e quando Grathug olhou atentamente viu que se tratava de um filhote  de dragão adolescente. Se preparou e cuspiu uma grande cone de fogo que matou instantaneamente 3 orcs então começou a correr para levantar voo, na direção de Grathug.  "Aaa não, não vai sair assim tão fácil". Grathug pulou contra o dragão, o impacto quase o atordoa, e o dragão decola com Grathug pendurado em seu pescoço. "Grathug! Devolva-o criatura insolente!!". "Acalmen-se, eu os encontro depois!". E cada segudno o som da sua voz diminuia até ficar baixo demais para ser ouvida. Grathug consegue montar em cima do dragão enquanto se debatia e cuspia fogo sem necessidade, se ajeitando empunha seu martelo com as duas mãos e dá uma porrada bem forte contra o dragão que o atordoa o fazendo cair. Boom!!. Havia batido e caido em alguma coisa, e destroços caiam nele, quando abre os olhos está sem sua arma e havia caído em cima do dragão. Ele rola e cai ao seu lado mas antes que se afaste o dragão em uma última tentativa consegue morder o braço direito do orc, o fazendo sangrar e gritar brevemente, mas esse foi o pior erro do dragão pois havia enfurecido o orc que com sua outra mão livro socou a boca do pequeno dragão quebrando alguns dentes e empurrando sua cabeça fazendo com que se soltasse de seu braço, de dentes fechados, ou dos que sobraram, começava a sair pequenas chamas, mas Grathug não deu chance para que soltasse fogo dando-lhe um puta gancho com seu braço machucado fazendo o dragão cair de barriga para cima seguido de um pulo do orc para ficar por cima do dragão, então abre a boca do dragão à força levantando seu maxilar com as duas mãos e prendendo autra parte com os pés, o dragão até tenta cuspir fogo queimando a perna direita de Grathug mas nada o parava. "Aaaaaaaaaaahhhhh!!!" Um grito de fúria que levou o dragão a ter seu maxilar deslocado e quebrado por suas mãos gigantes e seu crânio esmagado pelos poderosos músculos de sua perna queimada. Quando finalmente teve tempo para respirar se deu conta que estava em um saguão, mas não um saguão qualquer, o saguão do Castelo Negro onde em um trono repousava um ser bizarro coberto de mantos negros com cabeça ossuda de um bode, sem pensar duas vezes achou que era mais um inimigo e mesmo de mãos nuas correu gritando "Por Urzuka!!!!" E mesmo com as ineficazes interferências das pessoas ao redor ele as atropelava sem dó a arremessando e esmagando todos no seu caminho e mesmo suas magias não o paravam. Pulou em cima de um dos lacaios pegando impulso indo na direção de azetlor, que nem se mexia, que acabou por levar um poderoso soco de direita que mal arrancou lascas de seu crânio.  Estático, suando, sangrando e suspirando muito estava na posição do soco até que cai desmaiando no chão e azetlor por sua vez começava a rir de forma sádica e paranóica enquanto os lacaios ao redor corriam para ver se estava bem. Grathug, virava um prisioneiro.




(Esse episódio pode mudar, pq sei que envolvi Azetlor o todo poderoso, mas ele pode mudar ou não dependendo do que ele me responder, aproveitem)
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Dom 19 Jun 2016 - 18:26

Episódio 4: A queda e a Ascenção. 
. La estava ele, em um calabouço sujo, escuro e assustador. Preso em uma espécie de mesa feita para desmembrar pessoas. Já teria morrido se sua determinação fosse tão forte, mas isso que ele havia passado iriam deixar marcas que jamais esqueceria.  Meses de torturas psicológicas o fazendo enlouquecer, além das torturas físicas que quebravam seus ossos e deixavam marcas feitas por lâminas e outros apetrechos que quase o cegaram. Mas um dia qualquer ele estava pendurado pelas mãos cheio de contusões e cortes ainda abertos o fazendo sangrar muito e então "BOOM!". Barulhos de explosões, tiros e coisas se chocando ecoavam por entre os corredores dos calabouços. E no lado de cima o lacaios que estavam na sala do trono ouviam também os barulhos vindos do outro lado da grande porta. "BUM!..BUM!..BUM!..". Então o silêncio, que durou pouco pois acompanhado da 4 batida a porta se abria quebrando-se em pedaços e por entre a fumaça e destroços surgiam dezenas de orcs empunhando suas armas correndo em direção a Azetlor e, dentre de muitos, apareceu Throbor, pai de Grathug, gritando "AZETLOOR!". Seu grito foi tão alto e agressivo que os orcs pararam de avançar, então Throbor continuou: "Azetlor!, eu vim aqui com um objetivo, o objetivo de resgatar meu filho! E não sairei daqui sem ele!". Throbor avançou a frente de todos desafiando Azetlor ao sagrado ritual orc, o Mak'ora, um duelo até a morte um contra o outro sem armas e sem magia. Mas Azetlor n era burro e com uma simples magia derrubou todos os orcs fazendo-os ficarem inconscientes, menos Throbor que foi capturado e antes que se soltasse foi levado ao seu filho. Ele estranhou o que estava acontecendo mas quando se deparou estava sozinho com seu filho e sua arma, a Pata de Ferro, ainda em mãos. Throbor soltou Grathug que caiu de joelhos cochichando coisas sem sentido e quase sem força para mesmo se levantar. Então um barulho debaixo deles simulando algo se abrindo, Throbor agarrou seu filho o jogando para longe e então o chão se abre mas Throbor não teve sorte e acabou por ficar pendurado na beirada de onde tinha se abrido o chão. Ele olhou para seu filho ajoelhado em sua frente e mesmo estando olhando para sua face parecia que para Grathug não havia nada lá, apenas trevas e morte. "Filho, se estiver ai, se você ainda estiver ai por favor não fique assim, você agora terá de me suceder, proteja nossa vila e vingue a mim e sua falecida mãe..." eis que Throbor solta-se virando para o chão preparando para lutar, sua última luta. "Suceder...vingar. ...falecida...mãe?" Foi o que ouvirá Grathug e em um momento lúcido viu seu pai empunhando seu martelo caindo na direção de vários zumbis, esticou a mão em vão gritando "PAI!". E um segundo depois um gigantesco estrondo do golpe que Throbor havia dado nos zumbis fez a terra tremer e Grathug cair. Havia desmaiado, mas quando acordou se levantou cambaleante e viu seu pai morto, em sua frente, e em volta centenas de zumbis mortos, em seus últimos momentos Throbor protegeu seu filho. Grathug sabia o que viria a seguir, pois havia várias mordidas e arranhões pelo corpo. Levantou-se com lágrimas nos olhos pegando o martelo do pai, o seu legado, e muito dificilmente fez o que deveria fazer. "BUM!". O barulho de quando o martelo se chocou na cabeça de seu pai ecoou em volta. Andou muito por entre os corredores que deveriam ser o esgoto do castelo e avistou luz ao longe, quando chegou nela avistou milhares de orcs em volta do castelo que urraram de alegria ao ver Grathug, e outros que em silêncio ficaram quando notaram Grathug meio deprimido, ensanguentado e empunhando o martelo do pai, que ainda havia sangue de seu pai. Uma grande perda ocorrera naquele dia, mas um grande chefe de guerra "nascia" também.
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Ter 21 Jun 2016 - 19:56

Episódio 5: A liderança de Grathug
. Haviam passado 3 anos desde Grathug ter subido ao poder, e mesmo assim ainda possuia feridas emocionais tão profundas que não se fechavam, diziam que desde o ocorrido ele nunca mais foi o mesmo. Agora estava mais precavido com os arredores tomando cuidado para não esbarrar com a Cabra esquelética novamente ou um de seus servos. E por outro lado estava mais feroz que nunca, talvez descarregando sua raiva e odio em quem visse nas batalhas. Além desses fatos começaram várias tentativas de invasão a Urzuka, pelas tribos rivais, desde a morte de Throbor. Mas Grathug não se dava por vencido, sempre resistindo e lutando contra tudo e todos ficando cade vez mais adorado e ao mesmo tempo temido nos desertos do norte. Um hobby que ele tem é de "vestir-se" com partes de suas maiores presas, como por exemplo a cabeça de filhote de dragão que agora usava como ombreira, no ombro direito, seu manto feito do maior urso que ja matou e um colar com dentes e presas de criaturas dos desertos. Conforme o tempo passando Grathug cada vez se animava mais fazendo suas emboscadas e ataques a outras vilas, ao lado de seus três Líderes de tropa: Rek'Mordu, um grande orc com um grande machado em mãos. Tulk'sak, não é dos maiores orcs mas tem uma enorme perícia machados duplos, que ganhou o respeito de Grathug. E por fim Ar'men, o pequeno orc que Grathug havia derrotado agora era um respeitado orc ao lado de Grathug, que se voltou a usar espadas, sendo um tanto Incomum para os de Urzuka. Todos amigos e de confiança de Grathug, cada um comandava cerca de 30 outros orcs e Grathug a todos eles. Lutavam juntos, bebiam juntos e riam juntos mas Ar'men não parecia gostar muito das decisões que Grathug seguia e muito menos de ficar em sua sombra. A ovelha negra do bando. De tempos em tempos Grathug recebia representantes dos anões em sua vila para festejar e reafirmar suas alianças, que acabou se desenrolando em alguns viajantes morando aos arredores de Urzuka, se tornando quase uma vila, mas ainda havia a mesma descriminação e brutalidade com qualquer um estranho ou que não tivesse relações com os anões. Basicamente foi uma era de paz por assim dizer, orcs felizes, comida, saques e alianças. Grathug transformou Urzuka em algo que seus antepassados nunca pensaram, além de uma poderosa tribo, uma pequena vila que convivia com poucos. (É o episódio mais chato, mas são coisas importantes que tinham de ser explicadas, aproveitem)
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Dom 26 Jun 2016 - 0:52

Episódio  6: O encontro.
.Grathug, 27 anos. O sol batia fortemente nas costas dos orcs escondidos em uma duna, sinalizando que era meio dia. Orcs vigias os avisaram que um grande comboio estava atravessando o deserto trazendo muita comida, cerveja, ouro e uma mercadoria muito rara que foi o que chamou a atenção de Grathug. Um orc vigia apareceu pelos flancos dos guerreiros de tocaia. "Estão vindo!" Grathug responde "certo, preparem-se para o saque! Há haja! ". Todos eufóricos,  fazia mais de 1 mês que não atacavam alguma coisa. Eis que aparecem. Três grandes carroças puxadas por 2 cavalos cada e uma outra maior, atrás das outras, toda de ferro com algumas barras de ferro como janelas puxada por 4 cavalos. "Ar'men" disse Grathug, "Segura, devolva depois". Grathug jogou seu martelo para Ar'men, que pegou, quase o derrubando. Grathug alongou os braços e estalou o pescoço. "Vão 30 segundos depois de mim". Ao redor alguns guerreiros davam risadas e pareciam fazer apostas com comida e armas. Então quando Grathug viu a caravana em baixo dele Começou a correr muito rápido  pegando ainda mais velocidade por causa da duna íngreme gritando se jogou contra a caravana da frente, usando se ombro como ponto de impacto, destruindo sua lateral e derrubando-a junto ao condutor e os cavalos. Muita areia e poeira se levantou ofuscando a visão  das caravanas atrás as fazendo parar se perguntando  o que aconteceu, pois tinha sido muito rápido. Em 10 segundos Grathug derrubou sem esforço uma caravana. Ele se levanta e vê antes que  saísse dela que haviam vários homens armados com um símbolo de alguma cidade que desconhecia, Pejite. Então  saiu correndo na direção da caravana de trás e nem deu tempo para o condutor dela sair. Grathug empurrou os dois cavalos ao chão e puxou o condutor ao chão esmagando sua cabeça com o pé. Subiu na caravana e viu vários barris e dois soldados esqueléticos olhando apavorados para Grathug segurando, cada um, uma espada trêmula. Os orcs lá de cima só  viram dois soldados saírem voando por onde Grathug entrou. Então viram Grathug sair por trás da segunda carroça tomando algo espumante direto do barril. Então ele joga o barril fora se quebrando no chão, com nada dentro, ele arrota e fala. "Já passaram 45 segundos! O que ainda estão fazendo aí em cima?!" As apostas foram recolhidas, alguns se deram bem outros não, é então vários gritos de guerra e vários orcs enfurecidos descendo a duna e esmagando os soldadinhos. Quando acabaram o ataque Grathug estava festejando com os outros em volta de uma grande fogueira que acabaram de ascender brincando de tiro ao alvo com 3 sobreviventes amordaçados. Eis que aparecem um orc que se direcionou à Grathug. "Grathug, sabe a caravana de ferro? Você  tem que ver o que tem nela". Grathug tinha se esquecido dela por causa da cerveja ou da dorzinha no ombro. Mas esse seria uma dia que ele se lembraria para sempre. Quando viu o que  havia dentro era uma orquisa acorrentada, com longos cabelos e olhos vermelhos vinho. Ele ficou paralisado com tal beleza e ferocidade em uma única cor, os dois se olharam fixamente como se não existisse. Grathug conhecerá uma mestiça.
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Dom 10 Jul 2016 - 21:45

Episódio 7: A união
Haviam se passado 2 dias, e Grathug juntamente de seus oficiais ainda não tinham idéia do que fazer com a mestiça. Alguns queriam estuprá-la e larga-la por aí,  outros a queriam morta e haviam os que não se importavam. Então Grathug no meio da terceira noite resolveu apenas soltá-la, foi até a carroça/jaula e a soltou e de surpresa levou um soco bem no queixo que o fez cambalear para trás quase caindo e só viu um vulto verde e vermelho passar por ele, e quando virou, viu a Orquisa correndo. "Deixem que eu vou atrás" Falou limpando o sangue escorrendo de sua boca. Ele a alcançou depois de uma boa corrida, mas foi só porque ela havia se desequilibrado e caido. Quando chegou nela, que estava ainda no chão, ela tentou se proteger como se fosse ser agredida mas quando olhou direito Grathug estava lhe estendendo a mão com olhar Neutro. Ela rejeitou sua ajuda e se levantou sozinha. Grathug só tinha percebido agora que ela estava quase nua com uma saia curta, rasgada e com um dos seios à mostra. Acabou ficando envergonhado, não só pela orquisa semi-nua e também por ter quase 30 anos e ainda ser virgem. Tirou sua "capa" de urso e ofereceu a ela. "Agora quer que eu transe com você por me "ajudar"?" Falou sarcasticamente. "Não...só quero saber quem é você, de onde veio e por que estava presa. Quem sabe depois disso você me convença a convencer meus amigos a te deixarem ficar" respondeu. "Por que só não me deixa ir?". "É muito perigoso por aqui, estamos longe de nosso território e eles iriam atrás de você fazer sei lá o que, então...me conte sobre você" cruzou os braços e aguardou. Ela após pensar sozinha um pouco começou a falar enquanto o rodeava "Bom...me chamo Darla, nunca vai saber minha idade, fui criada por meu pai em Alihanna e como já sabe nos sou uma orquisa normal. Isso é tudo o que lhe direi...por enquanto" terminou dando uma provocada no grande orc. E quando ela o rodou,  enquanto falava, Grathug percebeu que parece possuir escamas em algumas partes do corpo, e unhas um tanto quanto maiores e mais grossas. Essa meio-orc certamente mexeu com Grathug, e não só pela cor diferenciada de olhos e cabelos, mas também por ser tão atraente no corpo e ao mesmo tempo tendo músculos, aparentando ser bem forte também é bem mais alta que a maioria das Orquisas. Então eles ouvem barulhos de metal batendo em metal na direção do acampamento. Os dois saíram correndo na direção do acampamento e quando chegaram viram esqueletos atacando o lugar, não era tantos mas ainda sim em um número considerável, portando espadas velhas e alguns com arcos. Muitos orcs morreram por terem sido pegos de surpresa. "Droga estou sem o Pata de Ferro". "Pata o que?" Ignorando a pergunta continuou: "Darla, sabe lutar?". "Eu sei me virar" respondeu confiante. Os dois lutaram ferozmente com socos, chutes e cotoveladas pulverizando os esqueletos, mas Grathug viu arqueiros atirando na direção de Darla que estava distraída lutando, deu um soco no esqueleto que enfrentava que despedaçou seu crânio e pulou para cima de Darla a jogando no chão ficando por cima a protegendo das três flechas que atingiram as costas de Grathug. "Esta bem?". "Bem pelo o que?". Percebendo que não estava ferida se levantou "Grathug!" Gritou um dos comandantes arremessando o Pata de Ferro para Grathug. Ele o pegou e avançou nos três arqueiro remanescentes que com um unico golpe do martelo pereceram os três. Quando todos viram as flechas nas costas de Grathug superam que a meio-orc havia provocado aquilo de propósito é todos os orcs cercaram-na apontado as armas. E ela, ao invés dos outros, viu que ele se arriscou para protegê-la. Todos avançaram e atacaram, Grathug gritou "Não! " em vão. Mas então uma "explosão" de chamas empurrou todos para longe de Darla e quando as chamas se dissiparam viram uma enorme criatura vermelha e verde que era maior até do que Grathug com escamas, cauda, garras e dentes que expirava fogo. Deu um grande rugido, quando todos avançaram novamente Grathug apareceu na frente do monstro encarando todos, mal perceberam ele indo até lá por terem se distrito com tal criatura. "Cheeeeegaaa!!!" Seu grito ecoou pelas dunas. "Ela não fez nada disso! Eu mesmo decidi entrar na frente, mesmo podendo deixá-la ser atingida e morrer, eu escolhi dar uma chance a ela, e acho que nem mesmo um orc conseguiria fazer o que ela consegue. Se atacarem-na estarão atacando um dos seus, não importa se é um orc ou um meio-orc ainda sim é um de nós. Dêem uma chance a ela assim como eu dei." Enquanto falava Darla viu que os ferimentos nas costas de Grathug eram bem mais sérios do que pareciam pois sangrava muito. Ele então cambaleia e se ajoelha, o sangramento o deixou tonto. O "monstro" se transformou na orquisa de novo e foi até Grathug. "Bem vinda a tribo" Falou Grathug com um sorriso meio ensanguentado e com sinal de positivo. Ela apenas respondeu com um sorriso. Muito tempo se passou e Darla contou que era metade dragão, seu pai era o dragão e sua mãe a Orquisa, que morreu ao dar a luz. Ficaram muito amigos até que começaram a ficar mais íntimos e finalmente chegou o ponto em que os dois tiveram sua primeira vez, com Grathug tendo 29 anos e mesmo não sabendo com Darla tendo 30. Um casal nascia.

(Off: desculpa a demora galera, Tava meio ocupado e sem criatividade mas espero que gostem,deve ser o maior capítulo e o penúltimo,  o próximo já acaba aproveitem)
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Ter 2 Ago 2016 - 11:27

Episódio 8, A festança.
Darla já fazia parte da vila e da vida de Grathug a 4 anos. Em Urzuka estavam começando os preparativos para a vinda dos chefes anões. Grathug supervisionava os preparativos junto a sua mulher, ele exigia muita cerveja e uma mesa gigante farta de alimentos, principalmente carne, e convidou todos da vila para a ocasião, até vila vizinhas, antes inimigas, agora se "juntam" a Urzuka graças a Darla, que ao invés de saquear e subjulga-la, as convenceu de se tornar parte de Urzuka com sua boa lábia, Darla e Grathug visavam fazer um grande reino para todos os orcs terem para onde ir. Já estava de noite, além do Clã Ursos do Deserto haviam mais 3 outros clãs para a festa. Urzuka estava muito iluminada com as tochas já havendo festança e bebedeira. Os representantes anões já ouviam o barulho da festa que acontecia e quando adentram na vila encontram barris e barris de cerveja e uma mesa gigante, tanto de altura e cumprimento, lotada de comida. Ouviam um barulho continuo de batidas, eram os membros dos clãs se agitando e se animando enquanto viam seus líderes disputarem uma queda de braço, Grathug e Garrosh, líder do clan Mandíbula de aço. Estavam pau a pau, a força que faziam parecia que iria quebrar a mesa, mas nenhum dos braços cheios de veias e músculos se mexiam. Grathug nem Garrosh desistiam, ambos encarando um ao outro rangendo os dentes, mas Grathug se deu melhor, diminuiu a força por um segundo fazendo Garrosh quase ganhar, mas nisso ele perdeu a força e Grathug virou com tudo batendo a mão de Garrosh contra a mesa. Ambos riram, se cumprimentaram e continuaram a beber. Grathug percebe os anões e pede para que eles se sentem e bebam com ele. Eles renovaram seu tratado de paz, como sempre foi o tratado era de 30% de seus saques e em troca ganhavam ótimos ferreiros a sua disposição. Grathug chamou a atenção de todos e subiu na mesa. "Peço a atenção de todos, clãs e Urzukianos. Tenho uma orquisa que já faz parte de nós a muito tempo, essa orquisa já fez coisas incríveis, e eu não conseguiria viver sem ela... " Grathug estende a mão para Darla que a pega e sobe junto a Grathug, bem junta ao seu corpo. "Darla, eu quero que seja uma ursa desértica, mas que seja a minha ursa..." Ela o interrompe "Coisas assim não combinam com você Grathug..." antes que ele respondesse ela o beijou e todos gritaram e riram ao novo casal governante de Urzuka. A festança continuou por horas, e só foi acabar ao sol nascer. Os anões foram embora agradecendo pela grande festa e comentando que essa aliança devia durar por muitos anos mais. Os clãs também iam embora para suas casas que agora ficavam aos arredores de Urzuka, e a própria também ia dormir. Todos dormindo, mas alguns estavam acordados, esses alguns seriam a ruína de Grathug e Urzuka...
(Off: penúltimo episódio pessoal!)
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Sab 13 Ago 2016 - 13:03

Dormindo tranquilamente ao lado de Darla, sua esposa amada, Grathug sente um cheiro de enxofre. Quando levanta para ver do que se tratava, antes de se quer sair de sua tenda, sentiu e viu fumaça vindo do lado de fora. Na mesma hora saiu para averiguar e ficou espantado com o que viu, Urzuka estava em chamas, sendo destruída e o responsável mor isso o chocou mais ainda... Era Ar'men, mas ele estava diferente, em todo seu corpo suas veias podiam ser vistas pulsando uma cor alaranjada e ele não portava arma alguma, estava rindo, como alguém que conquistou um grande feito. Grathug não tinha palavras e nem pensamentos para expressar a dor de estar perdendo sua maior conquista e a raiva de ser pelas mãos de alguém de sua confiança, de alguém que o aceitou de volta e o acolheu, um amigo. Voltou para sua tenda e acordou Darla, sem antes deixá-la falar já a alertou do ataque para depois ir pegar seu martelo. "Por quem?" Ela perguntou já se preparando. Grathug parou, olhando para o nada, e respondeu. "É Ar'men...Ar'men é quem nos ataca". Se armou e saiu junto a Darla, avistou um de seus comandantes Rek'Mordu lutando ferozmente contra seres com pele de carvão pulsando fogo nas veias ao lado do chefe de guerra Garrosh. Darla não hesitou em se transformar na sua forma draconiana e avançou esmagando os atacantes com seus músculos e suas garras, Grathug sempre se imprecionava com o quão forte ela ficava, e sua altura de maio ou menos 4 metros. Ela a seguiu a ajudando  até chegar aos dois companheiros. "Rek'Mordu! Garrosh! O que aconteceu? Cadê tulk'sak?". Tiveram uma pausa pois os inimigos na área já haviam sido dizimados por Darla então Garrosh respondeu a Grathug. "Não sabemos, acordamos com metade da vila e dos orcs pegando fogo, Ar'men enlouqueceu, e parece que ele consegue usar magia do fogo...Ele mesmo matou tulk'sak e...." Rek'Mordu interrompeu "E assassinou quase que por completo os 4 clãs." Grathug percebeu que Rek'Mordu estava furioso, e nessa hora também só deixou Grathug mais furioso ainda, Darla estava bufando fogo. "É os outros líderes? " Grathug perguntou "mortos, tentaram proteger seus clãs, morreram com honra". Sem mais perguntas os 4 foram tirar satisfação com Ar'men. Ele estava no pátio da vila, já estava os encarando quando chegaram. Darla não se conteu e avançou na direção de Ar'men cuspindo fogo e fazendo o chão tremer, tentou morde-lo mas com um movimento de braço a derrubou fazendo-a ser arremessada e cair e se tranformando de volta "DARLA!" Gritou Grathug os 3 avançaram na mesma hora indo com um ataque triplo que foi parado com pouca dificuldade as armas dos dois outros orcs derreteram ao contato e com outro movimento de braço os arremessou para longe e caíram desacordados. Ar'men derrubou Grathug e jogou seu martelo longe e pisando em seu peito com força Grathug mesmo tentando não conseguia se levantar. Darla havia acordado e viu Grathug no chão com Ar'men em cima, ela se levantou e pegou o martelo de Grathug, então os dois se encararam, e mesmo não estando perto o suficiente para ouvir o resto de fôlego que saia da boca de Grathug ela entendeu o que ele quis dizer. "Fuja". Quando Ar'men a avistou começou a ir em sua direção deixando Grathug quase sufocado no chão. Quando estava entre os dois começou a sugar todo o fogo ao seu redor o acumulando em um ponto em seu peito. Grathug com suas últimas forças pulou se pendurando no pescoço de Ar'men o impedindo de se mover, aguentando a dor das queimaduras e sua força se esvaindo falou. "Darla! Eu te nomeio a nova grande ursa! Você será a portadora da pata de ferro! Eu Grathug passo ela a você guie o que restou dos clãs orcs! E busque proteção com os anões...e Darla...eu te amo...Agora saia! Tire todos daqui!" Grathug conseguiu derrubar Ar'men o pressionando contra o chão. Darla viu dragão novamente portando o martelo, pegando Rek'Mordu e Garrosh levantando Vôo para longe da vila onde avistou algumas dezenas de orcs sobreviventes muito feridos. Quando chegou lá ninguém estava entendendo perguntando onde estava Grathug e estranhando por que ela estava com o Pata de Ferro. Então uma explosão, o som sumiu e suas vistas se ofuscaram com a explosão então veio o impacto e o som voltou fazendo todos caírem e alguns se machucarem mais ainda com os destroços. Quando levantaram eles viram algo que não era mais Urzuka, era apenas um monte de destroços queimados e uma grande cratera. Todos pasmos, e agora entendiam o que havia acontecido. Darla era a nova líder,  sucessora do líder que ficou para trás protegendo todos.


(Off: calma respira, ainda tem mais não fique aflito, mas vai ter que esperar o próximo capítulo pra entender kkkkkk, espero que gostem)
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Ter 16 Ago 2016 - 17:20

Episódio 10
Enquanto os orcs sobreviventes e sua nova líder caminhavam tristemente para pedirem abrigo e ajuda aos anões, um ser todo coberto por mantos negros perambulava ao anoitecer em volta do que antes foi Urzuka, ficava mexendo nos corpos dos falecidos guerreiros e observando em volta com decepção. Quando já estava indo embora encontrou um ainda vivo mas quase morto, estava coberto de cinzas, seu sangue se espalhava na areia ao seu redor, ele quase não respirava. O ser se aproximou para checar o corpo, seu braço direito estava dilacerado, quase cortado em dois, não tinha cabelo ou pelo algum no corpo, que estava todo queimado. "Esse vai servir". Cochichou o ser. Quando estava se preparando para ir ouviu ruídos do que pareciam armaduras se mexendo, provavelmente soldados que viram a explosão. Recitou rápidas palavras e desapareceu em um flash de luz negra e roxa, juntamente com o corpo do orc. Ele agora estava em seu covil onde só ele sabia onde ficava, escondido em uma caverna esquecida no deserto. La era sua casa e laboratório, estava cheio de bugigangas alquimicas e pequenas criaturas bizarras dentro de jarros ou espalhadas. O ser colocou o orc em uma mesa com amarras e começou a pensar por alguns minutos até ter certeza do que iria fazer. Ele reconstruir o braço do orc usando várias partes de outros seres, ele mesmo estando desmaiado acordou com a agonia e a dor do procedimento. O ser teve que invocar um golem de pedra para que o orc não fugisse. A reconstrução demorou dois longos dias. Mas ainda faltava algo, o ser maníaco queria ver do que aquele Orc era capaz de aguentar e fazer. Ele fundiu grossas placas de metal no braço direito do orc que se estendiam desde a sua mão até parte do seu peito direito, o metal estava tão preso em sua carne que parecia até ser sua pele. Demorou mais 1 dia para acabar. Agora ele encantou com símbolos runicos com magia negra em seu braço antes deformado, magia negra agora percorria as veias do orc e o que parecia ser algo como uma fumaça negra saia das dobras de seu braço, boca e olhos. Ele continuou fazendo testes mas dessa vez não foi com seu corpo físico,  a tortura das pesquisas foram com sua alma e cabeça. O ser estava brincando com suas memórias as embaralhando, tornando memórias boas em ruins ou piorando as que já eram ruins. O orc estava ficando maluco, não aguentava mais as torturas mentais, e depois de uma semana mexendo nas memórias encontrou memórias relacionadas a seu mestre, o que o surpreendeu. "O mestre irá gostar disso". Amarrou uma mensagem a um corvo que saiu voando em direção ao castelo, mas ele se descuidou, ficou tempo demais escrevendo a carta sobre suas pesquisas e o que tinha achado,  quando virou-se para trás apenas viu um braço metálico indo rapidamente em sua direção, em menos de um segundo ele teve seu crânio destruído. O orc se olhou no espelho, viu no que se tornou, estava completamente desfigurado, quando voltou para o laboratório avistou algo que fosse uma máscara,  estava sendo feita, pelos projetos seria algo que o controlaria mas n havia sido terminada, a pegou e cobriu o próprio rosto, era uma máscara feita de aço negro com apenas buracos para olhar e respirar que escondia toda sua cabeça por um pano de couro e sua face, a face do que um dia...Um dia foi Grathug, mas agora era apenas uma aberração sem rosto vagando pelos desertos...
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Re: História de Grathug

Mensagem por JonasFakeMan em Qua 17 Ago 2016 - 20:03

O orc agora se afastava do covil de seu mal feitor, ainda estava confuso e cambaleante, não sabia quanto tempo tinha ficado lá e estava com muita fome. Ele não se lembrava direito das coisas, muito menos seu nome, suas lembranças estavam embaralhadas e confusas. Não sabia o porque mas seu braço,  agora mudado, queimava e emitia ao que parece uma fumaça roxa negra. A dor não era das piores mas incomodava bastante, ele mal sentia o próprio braço. Andando por algumas horas encontrou uma velha cabana Orc que já devia estar abandonada a muito tempo, arrombou a porta e entrou. Nada, como era de se esperar. Se sentou para descansar tentava tirar a armadura mas apenas piorava a armadura dor, percebeu que não era uma armadura e sim uma prótese. Lembranças da explosão lhe vem a cabeça, lembrou que na explosão tentou se proteger como o braço, mas não deu muito certo. Anoiteceu, a dor era muito incomoda para o Orc dormir, então um silêncio abrandiu o local, ficou mais escuro ainda é uma névoa negra circulou o chão. Eis que uma entidade bizarra que flutuava aparece e vai na direção do Orc.  "Ha...ha...ha...meu novo companheiro....". O orc tentou golpea-la mas nada adiantou pois ela sumiu junto da névoa que foram para seu braço. Ele não entendia o que aconteceu nessa noite. Mas deixando isso de lado de manhã saiu para procurar comida, achou uma carroça que parecia transportar algo. Sem pensar duas vezes foi atacá-la pois parecia bem desprotegida mas antes que agisse ouviu gritos e avistou meia dúzia de orcs correndo na direção da caravana que logo mataram o dono e usufruíram do saque, escondido o o Orc viu quem eram apenas pela arma que a líder carregava. Algo apertou seu coração na hora, sem nem conseguir ver seu rosto foi embora, notará que estava perto demais da floresta. E tudo o que a Orquisa viu foi um ser estranho bem grande indo embora. 10 minutos depois foi pego de surpresa por uma flecha na canela, o fez se ajoelhar, olhou 3 viu muitos soldados, cerca de 2 dúzias,  apenas ouviu "Peguem-no" para perceber o que acontecia lá. Tirou a flecha da canela sem dificuldade alguma, então vários avançaram de uma vez em sua direção, ele os derrubava muito fácil. Derrotou 9 deles sem nem suar, como intimidação esmagou a cabeça de um deles indo na direção dos restantes. Quando deu mais um golpe sentiu um cansaço muito forte o fazendo cair no chão, até tentou continuar mas estava sem forças, ouviu uma risada em sua cabeça, a mesma voz da outra noite. "Ha hahaha,  acabou sua cota parceiro". Então desmaiou e quando acordou percebeu que tinha se dado mal, estava completamente preso em uma carroça com 6 guardas o vigiando, e foi duas semanas,de viagem, depois que ele foi preso, em Pejite. La ele ficou preso por anos em solitária, acusado de atacar vários comboios de mercantes nos desertos, quando na verdade foram os outros orcs. Ele aprendeu a controlar sua energia para não desmaiar depois que o espírito lhe falou que quando usasse a armadura tomasse cuidado pois suga muita energia. Tem costume de malhar na prisão e ninguém mexia com ele. O espírito passou a conversar de vez em quando com o o Orc pois já haviam muitos anos que estavam juntos. Até hoje ele não sabe como chamá-lo pois depende de seu humor. Um dia ele foi chamado para ir para a a arena com gladiador junto a um esquelético que estava acorrentado a ele. Não foi nem um pouco com a cara dele mas os dois fizeram um trabalho em equipe absurdo para derrotar um monstro que era certeza que os mataria, apesar de que quem fez o plano foi o magrelo. Foi um dia Incomum,  mas foi a melhor diversão que o Orc teve em anos. Alguns meses se passam e estranhamente a rainha lha chama, "mas o que será que ela quer?" Pensava o Orc,  o espírito falava para matá-la,  apenas por diversão, até pensou nisso o o Orc,  mas quando o que ela tinha a falar, até chegou a sorrir por de trás de sua máscara. Ela queria que ele os ajudasse na guerra e em troca o solitária desde que obedecesse seu superior e fique preso por algemas especializadas até precisarem dele. Aceitou na hora e agora já estava indo para o campo onde se encontravam vários guerreiros. O Orc mal podia esperar!
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