Sanada (rascunho)

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Sanada (rascunho)

Mensagem por Rokudaime! em Qui 17 Mar 2016 - 16:27

Nome: Sanada (Verdadeiro nome desconhecido)

Raça: Ashtaar
Classe: Lanceiro
Nível do Personagem: 1
Idade: Desconhecido (Aparentemente 25)
Altura: 1,85 cm

Características Físicas: Sanada aparentemente humano porém um demônio, tem um corpo esguio e forte aparentando ser um jovem nos seus vinte anos, que esconde sua verdadeira idade, caucasiano de uma pele clara e limpa sem nem mesmo uma cicatriz sequer, de olhos vermelhos como rubis flamejantes, que prove de um olhar intenso e sério, seus cabelos castanhos, longos e lisos, estão presos pela metade como um rabo de cavalo, que voam perante o vento. Traja uma armadura simples e vermelha que representa um antigo clã esquecido pelo tempo, desconhecido por todos, vindo de outra era, era uma armadura de um antigo guerreiro, provavelmente o primeiro humano que Sanada havia visto, era exótica, diferente e não focada em proteger. Uma pequena faixa vermelha estava envolta de sua testa, e vestia uma jaqueta vermelha aberta, que deixa seu tórax a mostra, braceiras vermelhas com seis círculos nas costas da mão que representa o símbolo do clã esquecido. de sua cintura até suas pernas veste uma armadura tradicional japonesa, usada pelos antigos samurais, com uma calça com detalhes de chamas vindo de baixo para cima.

Personalidade: Sanada é um homem de poucos sorrisos e sérios olhares, um homem tipicamente calmo diante dos olhares desconhecidos, mas que diante de uma batalha seus olhos demonstram apenas um fúria incessante, determinado a derrotar seus inimigos sem misericórdia nem descanso, encontra-se confuso pela primeira vez no mundo dos humanos, mas com bastante curiosidade para aprender sobre todos eles, sente no seu coração que já se apaixonou uma vez, mas que esse amor, se fora a muito séculos,e é a única coisa que lembra de seus dias no inferno. Porém ao se transformar em sua forma demoníaca, ele perde o controle de toda sua calma, assim como uma tempestade no mar, destrói tudo e todos que se encontra em seu caminho sua fúria destruidora, denúncia o que ele foi outrora. Por não conhecer o mundo mortal ainda está aprimorando os seus gostos perante as coisas mundanas, e a personalidade dos humanos.
Spoiler:



História:

Sanada um demônio de sangue puro cujo nome demoníaco se perdeu diante as eras, era filho de um dos lordes demônios do inferno, conhecido apenas como Belzebu, criou seu filho nos meios e artes demoníacos. Belzebu influenciava guerras agiam do submundo no intuito de criarem o caos no mundo humano junto a seu filho, Sanada, era o demônio do pecado da ira, um dos pecados capitais e ainda aprendia sobre todas as artes obscuras e pactos e seus poderes, que a cada vez mais cresciam diante da ira e caos do mundo. Quando uma guerra santa se desencadeou entre o céu e inferno, Sanada partiu para a batalha junto a legiões de demônios generais e até mesmo o príncipe de todos os demônios, Lúcifer, anjos e demônios se combatiam no plano celestial, na dimensão dos espíritos, onde nenhum humano poderia vê-los apenas sentir o teor e influencia de suas guerras.

O jovem demônio chegando ao auge de seus poderes em breve diante a ira e o caos no mundo, guerreava contra meros anjos, comuns diante dos olhos de um puro sangue da linhagem real do antigo príncipe dos serafins, seu poder no auge poderia até mesmo superava um serafim. Os anjos começaram a recuar perante os demônios, o caos começou a se alastrar no mundo dos humanos, porém Sanada se deparou com um anjo, uma mulher tão linda que até mesmo o mais vil dos humanos se apaixonaria, em meio à batalha os dois guerreavam exterminando cada oponente que se deparavam, até se encontrarem no campo de batalha frente a frente, e um luta feroz se desencadeou, um contra o outro, lamina contra lança, serafim contra demônio. O príncipe demônio conseguiu se sobressaiu diante a serafim, a ira no mundo dos humanos o fortalecia, derrubou-a no chão e então se posicionou em sua frente com suas duas lanças preparando-se para o golpe final, e quando finalmente daria o golpe final em sua oponente, uma força desconhecida e esmagadora começará a sair de dentro de si mesmo, o demônio cujo ser nunca poderia sentir algo semelhante, estranhava a razão daquele sentimento, sabia o que era, e sussurrou para si mesmo fitando-a:
- Amor!

Então se deu conta de quem era sua oponente o serafim do amor, cujo poder superava a discórdia e amargura, algo ainda forte entre os mundanos e assim que até mesmo um demônio caiu em seu domínio seus poderes cresceram exponencialmente, sobressaindo-se sobre o demônio apaixonado, porém até mesmo um anjo não acreditava que no coração de um demônio de puro sangue poderia existir amor, e então a partir disse a serafim percebeu que aquele era com certeza um demônio diferente de todos os outros. Ela pensava consigo mesma:

- “Um demônio sentido amor, como isso é possível?”.

E subitamente a demônio percebeu, a forma demoníaca dele oscilava e começava e se lembrar de quem outrora fora, e dos anjos que foram expulsos junto à Lúcifer e então reconheceu a forma de seu igual, o antigo serafim do amor, atualmente o demônio da ira, um dos sete pecados capitais, teu poder gigante, porém não superava o amor, e então conseguiu ver claramente sua forma angelical, o demônio em sua forma angelical, cujo amor começava a preencher seu corpo.  A serafim então lhe disse em um tom amargo, porém penoso e vagaroso, sua voz oscilando e temendo que começa-se a sentir o mesmo no coração, e ainda por cima de um demônio entoou:

- Vá vil demônio antigo servo de Deus, lhe darei misericórdia perante todo o meu poderio, tua ira não é capaz de me derrotar, fuja para os confins do inferno e leve os teus iguais contigo!

O demônio levantou-se e então ainda fitando-a deu alguns passos para trás, mas antes de recuar da batalha sentiu que depois dessa chance só a encontraria novamente, na mesma ocasião um tentando tirar a vida do outro, sabia que para vencer o amor, primeiro precisaria tirar o mesmo de seu próprio coração, mas não via nenhum jeito de fazer tal ato, ainda resistia a essas forças com todo o seu poder, mas no ultimo momento quando estava recuando, parou e olhou para ela e então o súbito poder tomou conta dele, sua forma demoníaca, já não era mais a mesma, teus chifres, tuas asas, tua pele, a forma monstruosa de teu corpo, já não eram mais a mesma, assim como um anjo, o demônio começava a partilhar novamente de traços angelicais ainda corrompidos pela ira, mas muitos semelhantes a um anjo, e com todo esse poderio tomando conta de seu corpo o demônio não mais resistiu, jogou suas armas no chão, suas lanças capazes de desencadear tremores e erupções, a própria razão do seu poder em forma de arma, caiu no chão perante o domínio que o amor o tivera, e se ajoelhou perante A serafim. A serafim ainda com a espada na mão pensava em não ter mais misericórdia de tal, mas logo percebeu que isso já não era mais possível, se aproximo do demônio ajoelhado e então ajoelhou perante a ele também, e com um simples toque, beijou-lhe na testa e então os dois sumiram do campo de batalha.

A guerra finalmente acabou. Os anjos, após a suposta captura da ira, derrotaram um a um os pecados e os príncipes demoníacos, Lúcifer recuou diante as legiões de serafins, o mundo louvava ao senhor, as bestas infernais, voltaram para seus ninhos, o caos se esvaziou do mundo. Os celestiais clamaram ter capturado o pecado da ira, e os bestiais, clamaram ter destruído o serafim do amor, ambos desaparecidos do plano infernal e até mesmo do celestial, o amor de ambos cumulava nos planos carnais, na terra mundana, na dimensão humana. O demônio cuja aparência demoníaca já não se era mais tão intensa como outrora fora, e a serafim cuja aura flamejante já não brilhava tão intensamente como antes, ambos se alocaram nos confins do mundo, nas terras desconhecidos, no topo de uma montanha jamais escalada e nem mesmo descoberta pelo homem. Outrora tempos de paz reinavam em todo o mundo, e nos planos celestiais e infernais tudo estava calma, uma pequena faísca, uma pequena intriga entre as duas castas de seres imortais, desencadeou mais uma guerra celestial.

Cada lado se encontrou novamente no campo de batalha, ambos estavam igualados em questão de força, porém cada força percebia que um integrante essencial de seu exercito a muitas eras não eram encontrados, anjos nem demônios morriam, apenas voltavam ao seu terreno espiritual para se recuperarem e reencarnar. Então cada exercito mandou uma tropa de reconhecimento procurando por todos os planos os dois integrantes de cada exercito, uma tropa liderada pelo próprio Lúcifer e a outra pelo seu irmão Miguel, na guerra passada a ira e o amor afetaram exponencialmente a guerra, e cada força buscava desesperadamente seu trunfo. Não passou-se muito tempo e os dois foram encontrados, duas tropas uma de demônios e outra de anjos os cercavam, cada tropa se preparando para batalhar um contra o outro no sopé da montanha desconhecida, e então de maneira a evitar toda a destruição os dois decidirão se separar, sabiam que se só se encontrariam agora no campo de batalha, e assim aconteceu.

As batalhas incessantemente intensas influenciavam entre o caos e a paz no mundo humano, a ira agora entre as legiões demoníacas, e o amor nas celestiais. Porem ambos não mostravam os aspectos semelhantes aos seus iguais, o demônio mais parecia um humano assim como a serafim, cada um vestindo sua armadura de batalha, porém irreconhecível por cada uma de suas auras, os vestígios da sua imortalidade começaram a desaparecer, e ambos sabiam que esse poderia ser seu fim, a ira corrompida pelo amor, e o amor apaixonado pela ira, um trágico fim os aguardava, após a batalhar se desencadear, os dois novamente se encontraram no campo de batalha, mas não encontravam coragem para combater um ao outro até que uma luz intensa vermelha e densa se espalhou em volta dos dois, e de lá o próprio Belzebu apareceu, segurando seu machado devastador em direção a serafim pretendendo mata-la, desesperado o demônio partiu em proteger sua amada e quando Belzebu iria concretizar o golpe final, Sanada se jogou entre os dois e recebeu todo o dano que o golpe daria em sua amada, sua aura começou a se fraturar, sua imortalidade se esvaindo, e então acordou.

Em meio a um deserto um suposto guerreiro acordou, apenas lembrava que seu nome era Sanada, um jovem guerreiro de um clã a longo esquecido, não se lembrava do porque estava ali nem como, apenas de uma frase que não sabia da sua cabeça:
-Amor! Onde está meu amor?

Ele confuso perguntava a si mesmo, que voz era aquela na sua cabeça, que lembrança era aquela, em sua volta viu duas lanças, vermelhas como o fogo estavam jogadas ao lado de sua cama na barraca, seu cabo de um material desconhecido por ele, e as laminas negras e frias como a própria morte, após pega-las em sua mão sentia uma naturalidade com elas estranhas como se toda a sua vida, tivesse se acostumado com aquelas lanças, levantou-se e saiu e se deparou com uma caravana de mercadores, umas três barracas fazendo um circulo e uma fogueira no meio, cavalos e carroças paradas ao lado, Sanada teve pequenos flashes em sua cabeça sobre o sonho que tivera, e achou tudo aquilo muito estranho, se perguntava:

-“O que foi tudo aquilo, anjos e demônios que sonho estranho”.

Então partiu em procura de respostas por alguém da caravana.

Força: 3 + [1 Raça]
Habilidade: 2
Velocidade: 
Resistência: 4
Inteligência: 1
Balística: 1
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