(Campanha) O mistério da mansão Buckler

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(Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Cre♥pie em Sex 13 Nov 2015 - 15:48

Após alguns dias divulgando e procurando aventureiros, um pequeno grupo se formou. 
Todos tiveram que passar por aquela burocracia chata de assinar papéis dizendo que reconhecem os riscos e querem ir investigar.
Os primeiros a se alistar tiveram que esperar por mais pessoas, mas pelo menos receberam acomodações no quartel, e puderam até mesmo treinar com a policia.
Logo conheceram também a mulher que estaria responsável pela... "Expedição", seu nome era Marie e era uma jovem de difícil convivência. Ainda bem que não tiveram que passar muito tempo com ela, visto que era uma pessoa ocupada e sempre tinha coisas pra fazer.
Tudo foi cordialmente combinando com os aventureiros, o dia de partida, o veiculo que usariam, e até mesmo o pagamento para quem descobrir alguma coisa (ou pra quem conseguir voltar vivo).
Assim, foram necessárias duas caravanas para levar o grupo até a mansão, e o trajeto foi de mais ou menos 35 minutos.
Como tudo ocorreu bem, logo estavam no local designado, um pequeno planalto de grama verdinha, com uma casa bem no meio deste, não era bem uma mansão, mas também não era pequena, suas paredes azuis eram decoradas com trepadeiras, e o gigante portão branco, que já estava aberto, era todo decorado com espirais entre as grades.
O jardim era simplesmente gigantesco, lotado de árvores e flores de todos os tipos, e o caminho de pedra que passava no meio de sua extensão levava a única entrada.

Planta baixa da casa:

Saguão:
Um imenso espaço, em sua maioria vazio, tapetes decoram o chão e vitrais o fazem no teto e em algumas janelas, na parede oposta a da porta, existe uma pequena lareira, com vários sofás em volta. O bar está cheio dos mais caros vinhos. Estátuas e quadros cuidam de não fazer o local parecer feio ou pouco mobiliado.
Na parede a esquerda a porta, uma imensa escada circular branca, que leva do primeiro, até o segundo ou o terceiro piso.  

Cozinha:
Basicamente fogões, armários e bancadas. Ainda tem muita comida não estragada pra aqueles que quiserem tentar cozinhar.

Sala de jantar:
Uma mesa comprida com suas cadeiras se encontra bem no centro do comodo, armários nas paredes ficando expondo os lindos pratos e taças meticulosamente pintados e decorados. A iluminação vem na maior parte pelos castiçais de base comprida, mas bem em cima do centro da mesa existe um imenso lustre.

Hall:
Um corredor simples, de paredes marrons e chão de madeira, toda a sua extensão é decorada por quadros de família nas paredes.

Biblioteca:
Obviamente, apenas um monte de estantes e livros com algumas poltronas aqui e ali.

Quarto:
Um quarto obviamente feminino, as paredes e a decoração de cama já bastariam pra denunciar que ali dormiam duas garotas, mas ainda fizeram questão de espalhar um monte de bonecas pelas prateleiras e no guarda roupa.

Suíte:
O quarto do casal, dentro do quarto encontra-se outra porta que leva ao banheiro, além da cama, do guarda roupa e da escrivaninha.

Varanda:
Apenas um espaço semi-aberto, a grade impede que você caia, de onde se pode ver a parte dos fundos do jardim e a praia. Tem uma bela vista para a fonte e a pequena capela que decoram o espaço na grama.

Sotão:
Um comodo com paredes e chão de madeira, o teto é de vidro, então de noite pode-se apreciar a linda visão das estrelas, basicamente tudo que tem ali são coisas velhas, todas cobertas por um pano branco.

Banheiros:
Banheiros normais, com banheira, pia, espelho e sanitário.

Todos podem andar por ai e procurarem o que quiserem, a minha NPC vai ficar no saguão e só interferirá na história caso vocês não estejam indo pro lado que eu quero.
Vocês foram instruídos a se dividir e procurarem por qualquer coisa suspeita. Marie ficará esperando por notícias no sofá da lareira por enquanto.
Os três primeiros que se inscreveram (Morien, Bones e Kids) ganharam um ponto de perícia com a arma que quiserem.
Todos ganharam ou uma arma qualquer com atk (M ou D ou F) +4 ou uma armadura um dos seguintes status: +3 Def/+1 Def M ou +2 Def/ +2 Def M ou +1 Def/ +3 Def M.


Última edição por Dra. Creperendum em Sex 13 Nov 2015 - 22:58, editado 2 vez(es)
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Blakkinho em Sex 13 Nov 2015 - 17:21

Nada mal


Aquelas simples duas palavras expressavam bem a opinião do Youkai a respeito daquela casa. Ela parecia aparentemente confortável, ainda mais naquele tom azul que para Blake passava um ar de tranquilidade e conforto. Sem duvidas, ele aceitaria muito fácil passar um período de férias naquele lugar, mesmo que parecesse um pouco monótono.
Com as “patas” leoninas descalças, o Youkai caminhava calmamente pela grama fresca até a casa, sentindo as folhas da relva bem macias abaixo de seus pés até lá. Ele obviamente se recusou a seguir pelo caminho de pedra, mas seus motivos eram bem próprios dele mesmo. O que quer que falassem, era difícil terem argumentos. Ele estava indo para a casa de todo modo.
Blake estava calmo, como sempre. Obviamente não é algo novo, pois o Youkai sempre está calmo, mesmo tendo em mente os ocorridos daquela casa. Ele apenas estava levemente curioso para descobrir a causa de tudo aquilo, que por ele talvez tivesse uma explicação mágica para o caso.
Ele entrou no saguão passando rapidamente seus olhos por todo o lugar. Da escada até o bar, admirando o tamanho daquele cômodo, e ainda mais, da casa. Blake andou pelo local, sentindo agora os tapetes logo abaixo de seus pés, que sem duvida eram muito macios. Ele apenas parou quando chegou ao bar mais ao canto do cômodo, antes olhando apenas de relance as estatuas e quadros. O Youkai entrou dentro daquela pequenina área do saguão, examinando os vinhos que estavam armazenados na Adega. Provavelmente seriam mais velhos que o próprio Grifo, que então refletia o fato tolo de que quem faz esses vinhos provavelmente nunca poderá prova-los devido ao tempo que precisam ficar armazenados. Bem, pelo menos se for um simples mortal.




(Resumo: Blake olha o bar)


Última edição por Blakkinho em Sex 13 Nov 2015 - 23:28, editado 1 vez(es)
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por juliamoreira2004 em Sex 13 Nov 2015 - 22:42

Júlia teve um enorme problema com a burocracia para assinar os papéis devido a ser uma criança de cinco anos e teve que apelar! 

- Você não pode assinar os papéis de responsabilidade! Você é apenas uma criança! Precisa dos seus pais para autorizar.

- E se eu disser que os meus pais morreram assassinados?

- Então, não poderemos deixar você entrar!

- Tem certeza? - Júlia diz levantando seu machado Berserker. - Tenho certeza que posso cuidar de mim. Então posso assinar agora?

O rapaz fica intimidado com  força da garota e deixa ela assinar.

Júlia chega ao local e fica louca para entrar e discute com Marie, pois Júlia também é de difícil convivência e quer fazer o que ela quer, e não há ninguém que diga o contrário. 

"Dizem que sótão são lugares sobrenaturais e tenho certeza que encontrarei algo útil lá! Irei investigar tudo o que for possível! Afinal eu sou a melhor investigadora que existe no mundo. Nossa, exagerei! Mas sei que sou uma ótima investigadora e vamos nós!"

Júlia passa pelo saguão analisando tudo enquanto sobe as escadas de forma curiosa e procuta por uma vela para acendê-la e depois vai diretamente para o sótão e começa a investigar tudo o que é possível!


"Lembro que tem um lugar que tem passagens secretas. Lembro-me muito bem do meu sonho! Depois de investigar tudo é para lá que eu vou! Sim, é isso!"

Júlia dá um sorriso leve ao se lembrar de um sonho.


- Eu sou uma menina inteligente! - fala para si mesma.

Perícia utilizada
Investigação


Última edição por juliamoreira2004 em Sex 13 Nov 2015 - 22:59, editado 2 vez(es)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Hai Meili em Sex 13 Nov 2015 - 22:48

Heeem... Eu esperava algo mais assustador... - Entrei, meio decepcionada com a simplicidade do lugar. Tudo era muito "normal", desde o exterior até o interior da casa. Quando falaram em casa mal-assombrada já estava imaginando uma mansão coberta de nuvens e raios que dava calafrios só de olhar, mas talvez esse tipo de cenário realmente só exista nos livros.

Blake entrou na frente, ele era um youkai forte, robusto, tinha um rosto bonito, boa bunda. O segui calda, apenas olhando distraidamente aquele corpo de fera e já imaginando aquela pele e pelos roçando no meu exoesqueleto. Quando notei já estava no meio do saguão. Olhei para o lado meio perdida, - Ah é! - Eu estava lá por um motivo, conseguir descobrir o que aconteceu com aquela família. Deixei Blake da lado por um momento e me concentrei um pouco na missão. Por mais que tenham nos dado algumas informações sobre o local, não sabia por onde começar a procurar, nem o que procurar. Segui para a cozinha com passos lentos, olhando cada uma das estátuas e quadros no caminho, iria reagir a qualquer coisa que chamasse minha atenção.

Cheguei à porta da cozinha e entrei logo, minha empolgação tinha se dissipado um pouco a descobrir que a casa não era assim tão assombrosa, por isso começava a agir de forma um pouco mais cética. - Ai ai, o que temos aqui? - Olhei em volta procurando algo além de acessórios e moveis de cozinha, enquanto isso começava um pequeno conflito na minha cabeça. "Por que será que eles nos equiparam tanto? Até me deram essa peça de roupa, parece bem resistente para examinar uma casa "abandonada"... será que isso realmente é necessário...ou útil? Essa casa parece tão normal para mim...". Os pensamentos continuavam a fluir, mas mesmo com a cabeça nas nuvens meus olhos continuavam como águias procurando presas. Resolvi abrir os armários, talvez dentro de algum deles eu encontrasse algo, nem que fosse alguma coisa para comer!

Spoiler:
Eu escolhi o "Traje do Aventureiro"(2def/2defM)


Última edição por Hai Meili em Sex 13 Nov 2015 - 23:10, editado 1 vez(es)
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Bones, O lich em Sex 13 Nov 2015 - 23:06

-_ Casa dos Espíritos_-

Os rumores que conseguia ouvir era no minimo interessantes, ainda mais para seu campo de estudo, pois não era todo dia que se ouvia falar sobre uma casa amaldiçoada e pessoas morrendo a esmo. O mundo dos vivos para Bones era interessante, mas os fantasmas e espectros era ainda mais e algo que mortais normais não sabiam como lidar ou entender e sempre acabavam violando seus espaços e lembranças.

- Num é atoa que estão morrendo assim, ah lá, ate parece um uma feira de viajantes... 

Foi seu primeiro pensamento ao ver o número envolvidos naquilo, ainda na força policial, tendo sido "educadamente" convocado, em troca de não ser acusado de perturbar os cidadãos com sua presença "amigável" pelas ruas da cidade. Bom, pelo menos haviam lhe entregado um manto novo, com desculpa de que estavam lhe preparando para o pior.

- Claro... Um farrapo desses vai me proteger de um espectro enfurecido ou objetos jogados contra mim... Querem usar um escudo de madeira contra um dragão também não? heheh

Mas era melhor não abusar da sorte, melhor aquilo do que nada. Aceitou a oferta, ja dando uma olhada nos outros interessados, a maioria típicos aventureiros que num faziam ideia do assunto, curiosos, querendo fama, poder, itens e sair dali como heróis, o que poderia fazer seu estomago embrulhar, caso tivesse algum...

Na carruagem nada disse, apenas ficou "disfarçado", coberto com seu capuz, sua arma na forma de cajado para não assusta-los muito, luvas, botas, até dando para passar despercebido se ninguém ficasse o encarando diretamente.

Deixou os outros seguirem, cada um na sua direção. Poderiam olhar a vontade o lugar que apenas encontrariam objetos e vestígios, nada verdadeiramente substancial que apontasse para algo concreto.

Tinha um certo orgulho de seus conhecimentos no campo da necromancia e aptidão natural, começando desde o momento que sai da carruagem a olhar com outros olhos o local, buscando na terra dos mortos vestígios sobre algo de diferente naquela casa, tentando sentir o ar que ela exalava e possível presença de energia negra ali, coisa fácil dele perceber.

Spoiler:
off: Talento ESPIRITUALIDADE

+1 pericia NECROMANCIA
Armadura (manto) +2 def fisica / +2 def magica

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Não é o Diff em Sab 14 Nov 2015 - 2:20

Morien adentrou o lugar com suas luvas recém-adquiridas (DefF: 2, DefM: 2), e começou a se perguntar o que deveria investigar exatamente, então se decidiu que investigaria qualquer coisa que parecesse ser diferente ou fora do lugar.. porém era difícil entender o que exatamente era diferente num mundo onde desconhecia de tudo, então se dirigiu ao local onde havia mais informação, a biblioteca, e tentou encontrar algo nos livros que não parecia estar de acordo com o resto.

Ponto de perícia ganho em espadas.


Última edição por Dr. Differendum em Sab 14 Nov 2015 - 20:40, editado 1 vez(es)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Ringo em Sab 14 Nov 2015 - 4:52

A carruagem balançava muito.

Era como se o condutor fizesse questão de acertar cada buraco que havia na rua, só pelo prazer  de tornar a viagem o mais desconfortável possível, imagino que ele não faz ideia do quão desconfortável pode ser estar no meio de um grupo tão heterogêneo, principalmente  quando não se conhece ninguém.

Como eu havia parado ali?  Boa pergunta, eu estava andando pela rua,feliz da vida, contemplando cada pequena coisa estranha que havia no continente, quando uma mulher começou a dizer alguma coisa, honestamente, não entendi uma virgula do que ela disse, mas consegui ler o cartaz que ela segurava, tinha alguma coisa haver com "desconhecido" e "aventura".... Nem preciso dizer o quando isso me deixou curiosa! Em menos de 5 minutos assinei toda a papelada, sem ler obviamente. Bem, quando dei por mim eu já estava aqui com essas pessoas estranhas, o estranho e que ninguém falou uma palavra o caminho inteiro, eu falaria..... mas eu sou muda Crying or Very sad


Quando finalmente a carruagem parou, eu estava tão enjoada que tive dificuldades para segurar minha ultima refeição em meu estomago, tive que tomar um tempo do lado de fora para me recuperar, encostei-me na carruagem e esperei a ânsia passar, quando finalmente passou me uni aos outros. Eu nem entrei direito e a moça mandou eu pegar um objeto de uma caixa no chão, tinha tanta coisa interessante lá dentro, mas optei por pegar um par de luvas, não que isso fosse a coisa mais útil do mundo, mas, até onde eu sei, eu havia sido contratada pela minha capacidade de concertar as coisas Rolling Eyes ...


tá bom tá bom.... eu imaginei a mulher falando isso, poxa, não estraga a minha imaginação ok?  Razz

Onde eu estava? Ah sim... luvas, pois é, imagina a moça mandou cada um ir para um canto investigar, investigar o que? Não sei, acabei acompanhando uma yokai que foi para a cozinha, quero dizer, eu fiquei fascinada com ela nunca vi na minha vida uma yokai inseto, e aquilo era um louva-deus com certeza! Fiquei com medo que ela percebesse que só fui ali porque tava seguindo ela, ai comecei a fingir que tava avaliando as coisas.  Surprised

Posso dizer uma coisa ?Promete que não vai ficar com raiva?silent
A cozinhei tinha cheiro de xixi ransento, e o que mais me incomodava, o cheiro do xixi se misturava com o cheiro de gordura podre, se o balançar da carruagem já tinha me deixado enjoada, calcule o quanto tive que lutar contra meu estomago quando entrei ali. D:

Coloquei minhas luvinhas, poxa, elas eram tão fofas, bom, eu acho luvas de borrar fofas ok? tem algum problema com isso? >(  
E comecei a avaliar o local, bom, algumas coisas que quero registrar... O piso um dia FOI branco, agora estava amarelado e coberto por uma camada seca, alguma coisa preta, eu acho que é gordura, mas... bom, eu ESPERO que seja gordura... as paredes também são revestidas por azulejos brancos também, a maioria tá bem sujinha silent, e os azulejos próximos aos fogões estão cobertos por gordura misturada com poeira, descobri isso depois que passei o dedo em cima de um azulejo ao lado do fogão... QUE NOJOOOOOOOOO!!!!  No


O teto... esse dai não faz nem sentido, 'tá pintado com uma cor bege, ultra sem graça, o forro parece ser de madeira, mas ao menos, o trabalho ali e de primeira, as vigas de madeira foram bem encaixadas, o que foi? Eu sei reconhecer um trabalho bem feito. Um tubo metálico saia do teto e se conectava a uma cuba, posicionada bem em cima de uma chapa, própria para um chapeiro trabalhar, achei essa ideia bem legal, quando voltar para casa vou montar uma chapa igual e mandar a mamãe fazer muito mixto quente. Very Happy

Mas até ai, tudo normal, o que mais me chamou a atenção na cozinha foi o que estava do lado da chapa, um pequeno pilar medindo não mais do que 2 m de altura, ele era quadrado, e não encostava no teto, parecia um obelisco, no topo dele saia alguns fios e uma mangueira, todos esses fios desciam do lado de fara do obelisco e terminavam sumindo debaixo do piso, nem preciso dizer que esses fios e essa mangueira estavam COBERTOS por gordura. -"Que tipo de arquiteto ou engenheiro fez a planta dessa cozinha? Isso não faz o menor sentido estar aqui..." fiquei me indagando. Neutral

Não sei quanto tempo perdi olhando ao meu redor, só sei que quando olhei para a yokai ela já estava revirando os armários, acho que ela tava com fome... bom, alguem tem que quebrar o gelo aqui Very Happy... alem do mais amei a pele dela, nunca vi alguém assim I love you..

Quando dei por mim eu estava agachada cutucando a perna dela com um gravetinho que achei na cozinha. Ai que tudo! Eu também queria ter um exoesqueleto, imagine as possibilidades tongue

Não querendo parecer uma maluca, quando ela olhou para mim, me levantei e joguei o gravetinho longe (espero que ela não tenha visto Surprised ), olhei nos olhos dela e estendi a mão direita para ela sorridente, como eu sei que ela ia querer que eu me apresentasse, bati levemente na minha garganta com a mão esquerda e em seguida fiz o sinal de negativo.

Spoiler:
Peguei um par de luvas  +1 Def/ +3 Def M.

__________________________________

-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






Macbeth (W.S.)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por kids em Sab 14 Nov 2015 - 20:54

Munfoulsseen demorou a convencer o policial que era realmente capaz de ir nessa nova empreitada, o que mexeu com o orgulho do nobre.Sendo um dos primeiros a se candidatar a  missão ele teve tempo mais que suficiente para treinar com os policiais, e coloca-los no chinelo com suas habilidades, eles o deram uma glaive(especie de que ao invés de uma ponta pontuda possui uma lamina), não muito bela ou luxuosa, mas era bem feita e resistente, ela iria servir para o que pudesse acontecer.

O homem metálico passou os dias que restavam e a viagem muito bem.Ao chegar a mansão ele se sentira um pouco decepcionado, não era assim tão grande quanto os palácios nobres que frequentara em sua época de ouro, nem tão assustadora quanto algumas paisagens de suas desventuras, mas se uma coisa o tempo havia ensinado a Munfoulsseen era a não subestimar  os desafios que o destino propunha.

Outra coisa que a vida havia ensinado a Munfoulsseen era que os fantasmas e assombrações eram seres etéreos quase intangíveis, o que, com um pouco de lógica, poderia-se supor que eles ficariam em locais mais altos devido a sua baixa identidade.Logo o lorde de metal subiu até o ultimo andar, ao sótão, um lugar cheio de coisas velhas cobertas por panos brancos e com teto de vidro isso era um bom sinal.

MVP segurou sua recém adquirida glaive com a mão direita e com uma pose heroica(tanto quanto cômica, devido a situação) e berrou com um sorriso de canto de boca:

-Espiritos do mal, me ouçam, venham conhecer seu fim pelas mãos do maior guerreiro das lendas já esquecidas!!!EU!!!

off:
-Arma seria uma Glaive Atk Fisico +4 e pericia em lança
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Amy Ellan Luize em Sab 14 Nov 2015 - 22:11

Alice resolveu aceitar aqueles farrapos que aventureiros comumente usavam, era estranho para ela usar roupas que não fossem seus vestidos comuns, pelo menos poderia continuar com suas botas.


Ela era majestosa, entrou no local com uma pose da qual não perdeu por um único segundo, sua espada era empunhada somente para manter imagem, talvez para esconder o fato de estar tremendo de medo com a presença da menina Louva-a-Deus, tão bela, mas tão assustadora... Não fosse esse seu repulso enorme por insetos.


Havia também aquele estranho grifo, ele era bem belo, mas não lhe chamava qualquer atenção, talvez seu tipo físico esbelto fosse atraente, mas não era o quê ela realmente queria, mas, pensando melhor, um grifo em seus livros seria algo perfeito.
Mas quem era aquela garotinha pequena com o machado gigante? Não sentia nenhum real medo dela, para falar a verdade achava ela até fofa, talvez fosse uma candidata para se tornar parte do livro que iria seguir para sua vida? Ou talvez devesse simplesmente apagar ela do livro, não era tão interessante assim.
Uma... Garota normal? Ah, não, ela era muda. Não tinha muito o quê falar dela, era linda, mas muito normal, mas apesar de muda ela era a pessoa na qual Alice havia mais simpatizado. Havia alguém mais?


Ah sim, o Lich. Ele parecia mais uma criatura engraçada e simpática do que uma ameaça e Alice iria gostar muito de vê-lo em ação. E por último tinha aquele homem que nada falava, qual era seu nome? Morien? Que nome estranho. Não simpatizou muito.


Estava cercada de pessoas do tipo mais variado, alguns faltavam algum carisma, outros porém, eram magníficos, mas é claro que aquela que mais chamou-lhe a atenção foi a garota Louva-a-Deus e a cada segundo perto dela a vontade de pular da carruagem aumentava.


A chegada foi relaxante, após resolver algumas coisas Alice resolveu ir diretamente para a suíte.

Deixou suas malas em um canto e começou a pesquisar, se sua memória não falhava, haviam lhe dito que as camas estavam desarrumadas, checou cada canto até achar alguma pista, ou pelo menos para ter certeza que estava em segurança.

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Funnymouth em Dom 15 Nov 2015 - 1:14

"Estilosamente" atrasado, Kiffe decidiu pular a modéstia que considerava usar escadas na casa e adentrar seu segundo andar diretamente, escalando a casa e entrando pela varanda, se apoiando em sua perícia em ladroagem. Se deparou com a sala de jantar, e, confiante que seria ajudado pela mesma perícia que ajudou-no a chegar lá, começou sua busca por quaisquer coisas que poderiam ser interessantes.





Quero luvas Def+3/DefM+1
Usei a perícia em ladroagem pra procurar doideras e pra escalar portanto perdendo 3sp  
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Cre♥pie em Dom 15 Nov 2015 - 19:28

Assim que todos entraram devidamente na casa, ouviram algum tipo de ruído feito pela engrenagem enferrujada se mexendo. 
Os portões haviam se fechados sozinhos.

- Saguão
Rapidamente, todos foram deixando o saguão um por um, deixando Blake sozinho com a policial Marie. O youkai, que chamara bastante atenção da maioria dos seres que compunham o grupo, ficou a observar os vinhos. Manuseando-os com cuidado, ele tentou levanta-los pra ver se tinha algo em baixo, ou se encontrava alguma coisa estranha, mas parecia ser apenas um depósito de vinhos perfeitamente normal.
Enquanto Blake observava os rótulos e checava os vinhos, o fogo da lareira começou a ficar cada vez mais e mais forte, como se fosse consumir toda a parede. As chamas dançavam intensamente, fazendo com que a luz da sala se tornasse inconstante.
Os vitrais brilharam forte, como se o sol tivesse brilhando intensamente por eles, mas Blake sabia que por trás do denso vidro haviam apenas tijolos e o andar superior. A luz, filtrada pelos moisaicos dos cacos, brilhava colorida sob as estátuas, que agora criavam vida e desciam de seus pedestais, avançando em direção ao rapaz.

- Cozinha
Ao investigar as gavetas e armários, Hai Meili não entendia bem porque, mas sentia uma vontade absurda de matar alguém toda a vez que via uma faca, ou qualquer tipo de objeto cortante que havia ali.
Quando a menina muda cutucou sua perna, a youkai teve que juntar todas as suas forças pra não arremessar a faca que estava olhando naquele exato momento na cabeça desta.

- Sótão
Júlia foi a primeira a chegar no sótão, vinha praticamente correndo pelas escadas, ter toda uma casa bonita e grande pra explorar atiçava a curiosidade da garota, ainda mais sabendo que o lugar era aparentemente assombrado.
Rapidamente ela começou a espiar o que tinha de baixo dos panos, mas no geral eram pianos, estatuas, telescópios, itens que a senhora da família deveria ter comprado apenas para satisfazer o desejo dela de comprar algo. 
Mas enquanto Júlia olhava o local, algo estranho aconteceu.
Começou a chover... Mas não do lado de fora, e sim dentro da casa.
Uma nuvem tapou o sol, deixando o comodo escuro, mas prestando atenção, podia-se perceber que a chuva não estava vindo do céu e sim do teto.
A água que caia... Era vermelha.
Rapidamente as roupas de Júlia estavam tingidas com aquela cor , o líquido vermelho e viscoso escorria pelo seu corpo, e por algum motivo indeterminado, ela não conseguia se mexer não importava o quanto quisesse ou tentasse.
Então uma voz pode ser escutada em sua cabeça.
- Queremos sangue, traga-nos sacrifícios.
A frase se repetia de novo e de novo e de novo, podia ser ouvida apenas por Júlia dentro de sua cabeça.
- Traga-nos sacrifícios, e lhe recompensaremos com um desejo.
O sangue no chão começara a escorrer pela escada, mas pra qualquer outra pessoa que visse, parecia ser simplesmente água.
O líquido escorria, mas não simplesmente escorria como qualquer outro, ele estava na verdade se mexendo, estava formando uma imagem no chão e livrando-se dos excessos, jogando-os nos andares de inferiores. 
E a imagem que ele formava, nada mais era do que os selos e runas onde deveriam ser deixados os sacrifícios.
Quando Moulfessen chegara no sótão, já estava chovendo, e ele encontrara Júlia paralisada no meio da sala.

- Biblioteca
Sem saber o que fazer, Morien acabou por ficar na biblioteca assim que a achou, visto que ali poderia procurar pelas respostas que precisava.
Então, ele calmamente olhou os livros das estantes, procurando algum que o interessasse, até que encontrou um livro nomeado como "desvendando mistérios", e, lembrando de que haviam citado algo sobre "o mistério da mansão mal assombrada" que ele estava ali pra resolver, acabou por pegar o livro e abri-lo, curioso sobre o que poderia aprender com ele.
Porém, assim que o construto abriu o livro, aconteceu algo que provavelmente não era o suposto: abriu-se algo parecido com um buraco negro nas páginas, e um vento muito forte começou a tentar sugar as coisas em sua direção, derrubando as estantes, jogando longe os outros livros, e fazendo a maior bagunça na sala. 
Alguns livros caíram abertos no chão, fazendo com que outras coisas estranhas saíssem de suas páginas. 
Figuras, pareciam sombras, eram totalmente pretas, pouco podia-se ver de suas formas, mas eram completamente desfiguradas. Vinham se arrastando na direção do construto, além dos estranhos efeitos criados pelos outros livros.

- Quarto
Alice se viu a investigar um quarto que parecia completamente normal.
Enquanto a garota vasculhava por bilhetes, cartas, ou qualquer pista na escrivaninha, ela pode ouvir risadas.
Rapidamente, a humana se virou, olhando pra trás e ao redor, procurando por algo, mas não viu nada, então voltou a procurar. 
Então, ela entrou na porta que estava ao lado da mesa que acabara de investigar, encontrando o banheiro, onde podia ver uma sombra em formado de bastão com o topo arredondado balançar intensamente de um lado pro outro por de trás da cortina. Ela balançava, balançava, balançava, quanto mais a garota olhasse sem fazer nada, mais rápido ficava o ritmo, até que ela puxou a cortina intensamente, quase que arrancando o pano do cano onde estava preso no processo, mas não havia absolutamente nada na banheira.
Ao voltar pro quarto, percebeu que o guarda roupa havia tremido, como se algo lá dentro estivesse tentando se libertar, tremeu por menos de um segundo e parou.
Alice se dirigiu ao guarda roupa decididamente, e abriu as portas de uma vez, mas não havia nada lá dentro, nem mesmo roupas, estava completamente vazio.
Estranhando, ela fechou as portas do móvel, e no momento que o fez, ele tremeu novamente.
Mas de novo não havia nada dentro. 
Sentindo-se confusa, a moça decidiu deitar-se um pouco na cama, mas era extremamente desconfortável lá, visto que ela tinha a sensação de que algo ia tocar suas costas o tempo inteiro.


-Sala de jantar
Se Kiffe estava procurando por itens de valor, então se viu em lugar repleto deles, os garfos eram feitos de prata, as taças adornadas com cristais, até alguns pratos eram de ouro.
Mas se estava procurando por pistas, não estava se saindo muito bem, não parecia ter nada além de utensílios comuns.
O demônio vasculhou o armário inteiro, chegando a olhar até mesmo atrás do móvel, e estava pra sair da sala, perguntando a si mesmo se deveria gastar seu tempo inspecionando o outro armário.  
Porém, quando virou-se, a mesa de jantar estava completamente arrumada, com pratos, talheres e taças em seus devidos lugares, mas não só isso, como estava repleta de comidas, todas aparentando estar deliciosas.
Também tinha água escorrendo pro primeiro andar pela escada.

-Bones
A energia negativa daquela casa vinha de todos os lados, mas parecia estar mais forte nos andares superiores, por isso Bones resolveu se dirigir as escadas, mas quando estava chegando no segundo andar, pode sentir picos de energia em todos os lugares, parecia que tinha uma maldição muito forte em todos os lugares da casa, a energia vinda do sótão era tão absurdamente repulsiva quando o estranho desejo de sangue vindo de algum outro lugar do segundo andar e do saguão.
 
-Geral
Todos ouviram o barulho das estantes caindo na biblioteca, no chão do saguão já tem uma poça consideravelmente grande próxima a escada, se Alice descer da cama, vai sentir o chão queimando sob seus pés.
Na cozinha pode-se ouvir o barulho das estátuas andando.
Júlia, a voz na sua cabeça tá te dominando, e você não sabe bem porque, mas tá com muita vontade de matar, e você já pode se mexer agora.


Última edição por Papel Crepom em Dom 15 Nov 2015 - 20:08, editado 1 vez(es)
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Não é o Diff em Dom 15 Nov 2015 - 19:33

O construto olhou de forma indiferente o que acontecia, achou ser algum mecanismo novo de livros, então, pondo o livro de lado por um momento. se dirigiu a forma que estava rastejando até ele e disse numa voz profunda como o abismo, enquanto as rachaduras de sua cabeça brilhavam:

- O que é um mistério? E como devo eu desvendá-lo? Será você que me dará essas repostas que busco?

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Bones, O lich em Dom 15 Nov 2015 - 20:06


A casa inteira parecia ter sido amaldiçoada pela forma como a energia dali estava distribuída pelos cômodos e exalando de forma tão absurda. Não era atoa que tantos temiam o lugar. 

O barulho da estante caindo não foi de Grande alarde, pois imaginava que quanto mais gente tivesse ali, mais intensamente a casa reagiria, era só questão de tempo até começarem os gritos de verdade.

-Esse povo hoje em dia... com medinho de um lugar que adora esfolar vivo quem entra só pra ecoar os gritos... Todos bancando durões mas garanto que uns dois se mijaram de medo com o barulho hehehe

Pensou alto falando baixo imaginando como deveria estar cada um se sentindo ali. Não que ele próprio fosse imune... Bom, quase. Mas viveu tanto tempo cercado e se afundando nas trevas que já era familiarizado com ela é sábia seus padrões, principalmente de colocar ainda mais medo e obter força com o medo.

Aquele desejo por sangue no entanto vinha de locais mais específicos, podendo ser exatamente o que foram procurar. Ainda não sabia ao certo se ficaria a favor do grupo ou dos verdadeiros donos da casa, mas seria bom evitar problemas por enquanto, até ouvir claramente os dois lados da história.

- Quem estiver no sótão, no segundo andar e no saguão, presta atenção: cuidado com o que vão fazer, vocês estão acordando os mortos e eles estão de mal humor!

Falou ele bem alto, para que todos os cômodos pudessem ouvi-lo, alertando-os, enquanto ele próprio fica atento caso fosse haver alguma ação contra por ter falado aquilo. Entretanto, da mesma forma como avisou os vivos, era seu trabalho também avisar os mortos...

- E quanto a vocês do outro lado, gostaria de falar de morto para morto com vocês... algum de vocês pode representa-los ? Vocês querem que eu vá embora e eu também quero ir embora daqui e deixa-los em paz, então não sejam tímidos e bora acabar com isso...


[Off: Talento: espiritualidade 
Vantagem: noção do perigo/memória fotográfica/ imunidade trevas
Desvantagem: aura má]

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Hai Meili em Dom 15 Nov 2015 - 22:31

Aquela sede de sangue não era nem um pouco natural, principalmente pelo motivo de que eu não gosto nem um pouco de usar armas cortantes, mesmo assim, era quase irresistível. QUASE. Meu treinamento não foi apenas para o corpo, mas para a mente também, consegui conter essa misteriosa vontade de cometer um homicídio. Aquela cozinha realmente não passava uma boa sensação, a aura assassina que vinham das lâminas ali era extremamente perigosa. Fechei o armário para evitar ter mais um desses desejos estranhos, porém foi o momento em que eu fui cutucada.Engoli a seco e comecei a suar frio quando vi a mulher que veio me cumprimentar, estava prestes a enfiar uma faca em sua cabeça sem nenhum motivo aparente. Antes de dar qualquer resposta eu respirei fundo, ela fazia um gesto para a garanta, mostrando negação, demorei um pouco para entender que ela estava me avisando que era muda, afinal estava lidando com desejos sobrenaturais que tentavam dominar minha mente. Apertei a mão dela, mas não notei que usei mais força do que deveria para um cumprimento.

- Ah, Olá! Eu sou Hai Meili, mas pode só me chamar de Hai. Qual o seu nom... - lembrei que a menina era muda e não podia falar, aquilo me deixou meio sem graça. - Ah, é mesmo...descul...

Nem terminei de falar e escuto um grande estrondo vindo do andar de cima. Aquilo me assustou, mas me deixou muito aliviada por me dar um motivo para sair daquela cozinha. Eu não estava conseguindo me concentrar direito por conta da estranha vontade de ver sangue. - Que barulho foi esse? Vamos ver o que aconteceu! - Segurei nos ombros da garota, como ainda estava meio afetada pelas facas, acabei apertando um pouco mais forte que deveria, não o suficiente para machucar, mas doer um pouco. Assim que notei, afrouxei a mão e a recolhi muito rápido. Por mais que eu tivesse conseguido resistir à estranha sede de sangue, ainda estava meio afetada por ela. Nem sequer olhei de novo para o rosto da garota, já estava envergonhada o suficiente por ter esquecido que ela era muda, e agora por ter quase a machucado.

No caminho para o saguão, escuto uma voz grave, ela falava com os aventureiros que estavam no andar de cima, então realmente a confusão estava acontecendo lá, depois falou sobre mortos, e aquilo me deixou meio receosa. Aquela minha visão de casa mal assombrada sem graça tinha terminado, aquilo não era divertido como nos livros, era realmente assustador...aquela vontade de matar alguém, mesmo não sendo natural era muito intenso. Abri a porta com violência, ainda estava usando muito de minha força sem necessidade. Assim que eu sai para o saguão, dei de cara com o Lich do grupo. Eu já tinha me esquecido dele, quando o revi acabei soltando um pequeno grito de susto.- AAAI!....Ah, é você... - Mais uma para o mural da vergonha. Recompus-me e olhei para Bones, ele não me passava uma boa sensação, mas mesmo assim parecia estar do nosso lado. Fiz um esforço para falar com ele sem passar uma sensação de medo ou mal estar. - Ossada! você sabe o que diabos está acontecendo aqui? Você sabe como resolver isso?
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Funnymouth em Dom 15 Nov 2015 - 23:05

Seria rude não aceitar um banquete tão lindo, mesmo que preparado por um fantasma, não? Foi isso que tentou se convencer, enquanto, na realidade, Kiffe simplesmente nasceu e viveu pobre o bastante pra nunca ver um banquete daquele jeito. Era tão inculto, que, de fato, algumas comidas na mesa ele mal reconhecia. Ignorando o som, a água vazante, e todos e quaisquer sinais de perigo eminente sob sua primeira oportunidade de comer comidas daquele padrão, sentou-se na mesa com uma cara desconfiada e suspirou. - Quando a vida te da limões... - disse, antes de levantar um garfo dourado e relutantemente movê-lo pra uma primeira garfada.




kkkkkk as ideia q eu tenho, gzuis 
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por kids em Dom 15 Nov 2015 - 23:20

Munfoulsseen viu sua grande entrada e proclamação de combate ser impedida pela surpresa de ver uma garotinha parada no meio de uma sala que parecia chover, a garota estava toda suja de sangue e não parecia estar bem.O homem metálico estava preocupado demais com a situação para perceber que a garota possuía algumas armas bem brutais junto com ela , ele estava bem mais apreensivo com o bem estar físico da garotinha, o ele se aproxima dela calmamente para não assusta-la enquanto tentava acalma-la com palavras meio gentis:

-Vamos criança, desça e beba uma água para se acalmar.Esta machucada?Acho que você não deveria ter vindo nessa expedição, é muito nova para enfrentar certas coisas.-falou em um tom que mostrava pena da jovem garota.

De certa forma ele não entendia o porque duma garotinha estar nessa excursão mal assombrada e apesar de sentir pena dela ele não estava recebendo o suficiente para servir de baba, ainda mais com os possíveis perigos da missão, nesse momento ele escuta o aviso de um de meus aliados(Bones) me dizendo para tomar cuidado de certa forma ele concorda que alguns deviam ter cuidado, mas ele não precisava disso, ele era bom demais pra precisar se preocupar consigo mesmo, o que MVP faz é analisar tanto a chuva, ele procurava um buraco no telhado ou encanamento quebrado, quanto resto das coisas, de vez em quando se aproximando mais de algo que lhe chamasse atenção.
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 16 Nov 2015 - 12:29

-Espiritos do mal, me ouçam, venham conhecer seu fim pelas mãos do maior guerreiro das lendas já esquecidas!!!EU!!!

Júlia estava em transe e acaba por não escutar essa frase, mas se tivesse escutado com certeza iria rir de tamanha exibição, mas o que é mais irônico é que Júlia também é exibida ao extremo quando se trata de querer mostrar que é perigosa. Mas ela riria mais ainda da posição heroica de Munfoulseen se realmente tivesse prestado atenção, o que não ocorreu.

- Queremos sangue, traga-nos sacrifícios. - Traga-nos sacrifícios, e lhe recompensaremos com um desejo.

A frase se repetia de novo e de novo e de novo, podia ser ouvida apenas por Júlia dentro de sua cabeça.

-Vamos criança, desça e beba uma água para se acalmar. Está machucada? Acho que você não deveria ter vindo nessa expedição, é muito nova para enfrentar certas coisas.

Júlia olha para Munfoulseen com muito ódio em seu coração, pois ela estava investigando algo importante até o momento em que ele entrou atrapalhando os seus planos.

- PRIMEIRO SENHOR QUE EU NÃO PRECISO ME ACALMAR PORCARIA NENHUMA! E SEGUNDO QUE EU NÃO RECEBO ORDENS DE NINGUÉM, PRINCIPALMENTE DE DESCONHECIDOS, O QUE SIGNIFICA QUE VOCÊ NÃO É NINGUÉM PARA MIM! E QUE EU SAIBA EU ASSINEI UM PAPEL SABENDO DOS RISCOS, ENTÃO CALE ESSA BOCA!! - grita Júlia totalmente irritada.

Júlia vai até perto da escada para descer, para, segura o Berserker com as duas mãos! E vira apenas o pescoço para Munfoulseen e olha totalmente irritada e fala de forma séria!

- Dá próxima vez que você mandar em mim, eu juro, juro que eu arranco a sua cabeça com esse machado que eu estou segurando, portanto, nunca, nunca me provoque! E não se preocupe comigo porque eu sei me cuidar.

Júlia desce e tranca o sótão com o objetivo de deixar Munfoulseen preso lá! 


"Vela, eu preciso de vela para colocar fogo no sótão, e assim matar o senhor que eu tranquei lá."

"Eu cuidarei de você depois senhor!"

- Queremos sangue, traga-nos sacrifícios. - Traga-nos sacrifícios, e lhe recompensaremos com um desejo.

“Um desejo? Isso é perfeito para mim! Tudo o que eu queria! De todas as pessoas quem é mais fácil de matar? Garotas normalmente são mais frágeis que homem. Aquela garota com exoesqueleto deve ser um pouco mais complicado matar. Mas se eu a encontrar matarei assim mesmo. Mas, e as outras garotas? Quem eu achar primeiro eu mato! Desejos, desejos, desejos, é tudo o que eu quero. Mas existem homens fracos também! Se eu ver um fracote por aí atacarei.”

Júlia começa a procurar pelas pessoas que ela acha ser frágil. Ela começa a procurar pelo segundo andar, e logo ao descer vê um rapaz distraindo tendo uma ceia, e Júlia nunca teve problemas para pegar pessoas desprevenidas, afinal combate honroso nunca foi o seu forte.


"Não, Júlia, desça as escadas e pegue a vela e queime o s´tão! Não vá, não vá! Por quê meu corpo não me obedece! Não faça isso, não, não! O que está acontecendo comigo? Por que essa vontade enorme de matar! Tenho que jogar esses pensamentos fora!"

Júlia tenta tirar o assassinato de sua mente, mas se não conseguir se livrar irá em direção da pessoa distraída e a atacará com seu machado Berserker com o intuito de matá-la. E como sua vontade de matar é enorme, ela vai com tudo sem nem pensar duas vezes.

“Desejos, desejos, desejos... quero desejos... e conseguirei ser a pessoa mais famosa do Zephyr! Quero que todos temam a mim!”

- Kriakin makri nukus! (Assassinar é uma arte que poucos compreendem!)

Talento Utilizado:

Físico montanhoso
Combinando sua força bruta com sua enorme capacidade física, o mercenário ataca usando seu corpo adicionando assim sua resistência como bônus de ataque - 10 SP


Última edição por juliamoreira2004 em Seg 16 Nov 2015 - 19:04, editado 5 vez(es)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Ringo em Seg 16 Nov 2015 - 14:45

-"poxa isso doi!"- aquele apertão tinha doido, não não não! Nem pensar que vou seguir a senhora! Tem muita coisa aqui na cozinha para ser verificada. 

E foi a assim que fiquei sozinha na cozinha. E verdade, tinha muita coisa ali a  ser verificada, por exemplo, aonde a Sra. Hai viu uma geladeira velha e estragada, eu vi peças lindas e maravilhosas! Tão logo fiquei sozinha deitei a geladeira no chão e comecei a desmancha-la, foi um processo rápido, considerando que a maioria dos parafusos e rebites estavam para lá de oxidados. 

Enquanto eu desmanchava a geladeira, lembrei das historias de Scubi Du, uma serie de contos escritos por Ana Barbera  que eu lia lá em Lisarb. Basicamente contava a historia de Scubi, um cachorro falante que com ajuda de sua turma investigavam casos sobrenaturais, naquela época, eu e as crianças bricavamos muito de  Scubi, era um brincadeira simples, um de nos virava o monstro, e os outros tinha que bolar um plano para derrubar o monstro no chão, mas não podia tocar no monstro.Foi ai que tive uma ideia! XD 

Desmontei as laterais da geladeira e depois o motor, aproveitei a fiação e fui conectando as peças com cuidado, a parte mais difícil foi ajeitar uma velha bobina, tive que rebobina-la novamente, substituindo parte da fiação de cobre, mas no final funcionou!

Depois a parte mais delicada, tive que posicionar aquilo em um lugar estratégico, tomei todo o cuidado para não fazer barulho enquanto arrastava a geringonça, mas quando consegui colocar no lugar, ufa! agora sim, se o que estiver nessa casa for um homem velho vestido de fantasma, essa coisa vai assusta-lo! 

Naquele instante eu estava averiguando as gavetas, tirando cada utensílio metálico e colocando-os sobre a mesa, não sei quanto tempo tomei fazendo minhas atividades, mas quando dei por mim, tudo estava estranhamente silencioso, isso não pode ser coisa boa... melhor eu me apressar. x_x'

__________________________________

-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






Macbeth (W.S.)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Blakkinho em Seg 16 Nov 2015 - 15:08

Blake ficara observando todo o deposito com atenção, obviamente mais interessado em saber se podia beber um daqueles do que no seu objetivo original, já que por alguns segundos, o Youkai apenas considerava que era muito raro algo aparecer justo no saguão daquela casa, mas não demorou muito para que ele se encontrasse completamente errado. Ele deixou as garrafas arrumadas em seus lugares, pouco depois mudando sua atenção a lareira que parecia queimar além do normal, quase como se o fogo fosse se espalhar ainda mais e começar a devorar as paredes pouco a pouco, até incendiar aquela casa inteira. O Grifo estava curioso em relação às chamas, mas os vitrais em seguida desviaram sua atenção novamente.
A luz que transpassava pelos vidros como se fosse o próprio sol que os iluminasse e que fazia seus raios se espalharem por todo o saguão era completamente surreal. Blake tinha ideia de que aquilo era obviamente impossível, pois acima só tinha o fechado segundo andar daquela imensa casa, mas devido a grande fama daquela casa com as coisas misteriosas que aconteciam, ele não se surpreendeu tanto, apenas ficou fascinado devido ao quanto aquilo era realmente estranho.
Olhando para as luzes que se focavam nas estatuas, o Youkai via o movimento delas em sua direção, o que o fez logo sair daquele espaço apertado do bar para ir para mais ao centro do saguão, brandindo seu Machado em mãos para atacar as criaturas de pedra que avançassem. Blake não tomou uma ação ofensiva, apenas manteve posição de defesa. No primeiro movimento ofensivo daquelas criaturas contra ele o Youkai iria atacar.

- Podem vir, criaturas de pedra. 
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Amy Ellan Luize em Seg 16 Nov 2015 - 16:02

Após passar uns momentos de puro desconforto, Alice sentia que já era hora de levantar, não conseguiu descansar e imediatamente jogou-se de pé ao chão, mas se arrependeu no momento que fizera isso, seus pés começaram a sofrer uma queimação terrível, algo que nunca sentira antes na vida, até por quê nunca queimou nenhuma parte do corpo. Pulou de volta na cama assim que pode.

Não poderia ficar naquela situação, era como se voltasse aos cinco anos e o chão fosse novamente lava quente, mas dessa vez a brincadeira havia ficado um pouco mais séria, era um quarto fechado e estava completamente presa, se algum inimigo se apresentasse ali ela estaria perdida pelo simples fato de não poder se movimentar.

Sobre a cama começou a proferir algumas palavras enquanto dançava com os braços e com a espada, e em alguns segundos um tipo de buraco negro começou a ser aberto dentro do quarto. E uma criatura saia de lá, sua aparência era no mínimo... Luxuosa? Ou apenas diferente, diga-se de passagem.
-Me carregue Torre. -O gigante de pedra respeitou o comando de Alice, ele pegou a jovem dama em seu colo e levou-lhe em direção a parede, socou ela e quebrou ela por inteiro, deixando somente estilhaços pelo chão. -Torre... Torre o quê você está fazendo? -Pelo fato de ter criado a Torre para ser apenas um escudo ou um protetor, o monstro nunca foi capaz de raciocinar, e acabou escolhendo o caminho mais rápido que via: A parede. -Puta vida. -Torre pulou abraçando Alice, e caiu em direção ao jardim. Após isso foi caminhando direto à livraria, como se nada tivesse realmente acontecido. -BRUTAMONTES IDIOTA! 


Spoiler:

Nome: Torre
Altura: 2 metros
Torre é uma criatura feita para poder proteger e somente proteger Alice, sua inteligência é abaixo do normal, tanto que suas únicas frases são murmúrios irritantes. Alice gosta bastante de Torre, apesar de seu medo das ações possíveis do brutamontes. Ele parece uma Torre de pedras, a diferença é que tem braços e pernas.
Atributos:
Força [3]
Habilidade [0]
Velocidade [0]
Resistência [3]

Inteligência [0]
Balística [0]

Hp: 30 (10x3)
Mp: 0

Mp Gasto Invocando: 12

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Cre♥pie em Seg 16 Nov 2015 - 20:22

- Biblioteca
Morien esperava por uma resposta, mas aquelas sombras sequer pareciam ter bocas pra poder responder.
O vento continuava sobrando, fazendo com que alguns livros se chocassem contra o corpo do construto, e criando uma pequena pilha em seus pés. 
Apesar de Morien não sentir muito os efeitos do vento, visto que seu peso era simplesmente absurdo, o pseudo buraco negro começou a puxar até mesmo a parede, criando alguns buracos.
As sombras também não pareciam estar sendo afetada por nada, pelo visto não sentiam dor, e conseguiam rastejar por cima dos livro e estantes que estavam no chão.
Aquelas coisas começaram a alcançar Morien, e "agarrar" as suas pernas, envolvendo-as com seu corpo deformado. 
O contato fazia com que o construto tivesse alucinações, além de que fazia suas pernas oxidarem, mas como ele não sentia dor, não podia perceber. 
Algumas imagens começaram se formar na cabeça de Morien, cenas onde ele não podia entender bem o que estava acontecendo, mas elas de alguma forma o perturbavam, ele entendia que tinha algo a ver com o seu mestre e criador, e sua única companhia a Bob.
Morien entendeu que aquelas... Coisas provavelmente não faziam parte do livro, e que talvez fosse melhor manter distancia.

- Bones
Bones tenta contato com os espíritos, que resolvem responder o lich.
A base da escada começa a brilhar, fios de luz começam a circular o corrimão e a grade que impede que as pessoas caiam da escada.
Vários e vários desses estranhos feixes de luz começaram se formar, todos subiam as escadas e se juntavam alguns degraus acima de onde bones estava, formando uma silhueta brilhosa. Tinha uma forma meio humanoide, mas não dava pra dizer com precisão, visto que era como olhar pra algo que fora simplesmente contornado e pintado.  
- Olá Senhor. - Aquela criatura tinha uma voz fina, quase que de criança. - Não acha que está sendo um pouco rude de mais com seus anfitriões? Ainda mais depois de termos recebido a vos com tanto carinho. - Os brilhos e feixes de luz não paravam de aparecer, cada vez mais e mais se formavam e se dirigiam a aquela estranha forma. - E mesmo depois do que fizemos, já queres ir embora? Infelizmente não podemos deixar que o faça. 
Então a sala brilhou intensamente, como se toda aquela luz que tinha se acumulado em um único local tivesse explodido, o impacto jogou o lich pra trás, fazendo com que ele caísse nos degraus.
- QUEREMOS QUE FIQUEM PRA SEMPRE. - Dessa vez a voz soou muito mais macabra e profunda.

- Saguão
Marie já estava partindo estátuas ao meio enquanto olhava pra Blakke irritada por ele estar simplesmente parado esperando com que o fogo viesse queimar seu pelo, ou que as estatuas lhe arrancassem a cabeça. A policial tentava abrir caminho para as escadas, mas as estátuas nunca paravam de vir, e as que ela quebrava simplesmente juntavam-se de novo, ficando desfiguradas, mas igualmente mortais.
Algumas estátuas também foram em direção a Hai Meili, visto que era uma preza fácil do jeito que parecia estar distraída perto da escada.
O fogo começava a se alastrar pelo chão, por algum motivo indefinido ele não queria consumir as paredes, e a luz dos vitrais machuca os olhos, e se tudo isso já não fosse ruim o suficiente, a água que antes era só uma poça, parecia ter começado a se espalhar com o dobro de velocidade, pois agora já cobria todo o chão, e pelo ritmo que subia, não demoraria muito pra já estar chegando nos tornozelos. 
O fogo não parecia interferir na água e vice versa.

- Cozinha
Ringo agora estava sozinha na cozinha, não parecia estar tendo nenhum problema ali, tirando pela água que também estava começando a inundar o local.


- Sala de jantar
Kiffe aproveitava sua refeição feliz da vida quando uma menina sedenta por sangue aparece nas escadas.
Júlia, vendo um rapaz distraído, percebeu que parecia uma vítima fácil, e foi correndo com o seu machado pra cima do rapaz.
Felizmente para o demônio, a menina já estava semi-descontrolada, então ele pode facilmente ouvir os passos dela na madeira e conseguiu sair do ataque a tempo, se jogando de baixo da mesa.
Isso só serviu pra aumentar ainda mais o desejo de sangue de Júlia, pois o seu machado cortou somente a cadeira onde Kiffe estava sentado.

- Jardim
Deixando um enorme buraco na parede do quarto, Alice foi parar no quintal.
Sair de dentro daquele quarto esquisito era calmante, principalmente quando se vai parar em um local tão bonito e cheiroso quando aquele jardim.
Todo o local era enfeitado com os mais variados tipos de flores. 
Havia um pequeno espaço coberto no centro de tudo, provavelmente era usado para se tomar chá, pois tinha uma pequena e charmosa mesa em seu centro. 
Alguns animaizinhos que Alice jamais havia visto na vida andavam de um lado pro outro, e por um segundo, a menina pode jurar que havia escutado as flores cantarem e falarem com ela. 
Abrindo a porta da casa pra tentar pro devido caminho para a biblioteca, Alice se deparou com uma bagunça completa, fogo, água, estátuas, se iria ignorar tudo aquilo e passar era por conta dela.
A água não saia pela porta.

- Sotão
Com a saída da Júlia, Mulfonsseen se viu sozinho no sótão e agora poderia andar e fazer o quisesse. 
Reparando no telhado, ele parecia estar perfeitamente intacto, sem sinais de furos ou de qualquer meio que poderia explicar a água, muito menos o comportamento esquisito da mesma, que parecia se dividir e escolher pra qual lado escorreria.
Após ficar algum tempo no local, a água começou e envolver os pés do construto, subindo por suas pernas, tentando envolver o corpo do mesmo.
A sensação que a água trazia era de alguma coisa fervente, que queimava ao contato, parecia estar tentando perfurar a carcaça de metal e adentrar naquele corpo.

- Geral
Só o Bones viu/ouviu as coisas que foram narradas pra ele.
Na cozinha dá pra ver uns buracos se formando no teto, além de que a parede que fica perto da sala está muito quente.
Alice, se quiser ficar no quintal e tentar investigar as tais possíveis flores falantes, pode.
Morien e Alice fizeram seu primeiro teste de resistir a possessão/enlouquecer, a cada próximo teste que acontecer, a dificuldade pra resistir aumenta.
Kids deveria ter feito um teste nesse turno também, mas como ele tem um talento especial pra resistir, eu resolvi deixar essa passar, o primeiro teste com dificuldade 1 será no próximo turno. 
- Kiffe, por ter tido idéias doidas e resolvido comer, você está sofrendo uma mutação, algumas partes de seu corpo estão criando aspecto de porco. No próximo turno, todos os seus atributos terão um debuff de -1.
Invocação da Alice tomou 5 de dano de queda.
Morien tomou 1 de dano por livros e pedaços de parede chocando-se contra ele.
Bones tomou 10 de dano da explosão.
Júlia possui 10 SP.
O verdadeiro custo de Sp de Alice foi de 8 e ela tem  24 SP agora.
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Não é o Diff em Seg 16 Nov 2015 - 22:06

Morien não compreendeu bem as visões porém percebeu que talvez houvesse encontrado o que foi enviado para buscar, então fechou o livro com intenção de levá-lo a guarda que estava na sala. Logo após Morien levantou um de seus pés e, num único movimento, pisou no chão com força e desembainhou sua espada combinando o movimento num ataque contra o chão, tendo a intenção de cair no andar de baixo e levar aquelas coisas consigo, preferencialmente esmagando-as com seu peso.

- Não use-os como forma de ataque, criaturas vis, minha ira sera a última coisa que recairá sobre vós!

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Funnymouth em Seg 16 Nov 2015 - 22:52

Quem diria? Aquela dor de barriga era um sinal de que foi uma má idéia comer aquele rango, mas pelo menos agora ele sabia o sabor da comida de um nobre. Foi interrompido rapidamente, talvez como castigo por decidir ignorar o perigo eminente. A pequena menina que o acompanhava na viagem já corria em sua direção com um machado, atacando-no. Foi fácil esquivar, afinal, uma garota com 5 anos com um machado maior que sí mesma não tende a ser muito rápida naturalmente. Se recusando a revidar, diante a uma tão pequena garota, Kiffe agarrou a arma que ela encravou na cadeira com suas mãos e tentou chutá-la pra longe. Não era por sí, um golpe ofensivo, tentava afastar a criatura obviamente perturbada de sua arma para que pudesse então, com palavras, trazê-la à razão. Após o movimento, em sucesso ou não, abria a boca. - Julia, calma. Algo está mechendo com a sua cabeça. Você não tem motivo pra fazer o que está fazendo. - Tentava, assim, reunir seu potencial eloquente para trazer a garota de volta da loucura.




Usei o movimento do Silat Desarmar.
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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 16 Nov 2015 - 23:55

Júlia estava com sua mente tomada pelo ódio e não pensava em outra coisa a não ser matar. Estava sedenta de sangue.

- Julia, calma. Algo está mexendo com a sua cabeça. Você não tem motivo pra fazer o que está fazendo.
 

"Eu não quero fazer isso e não vou, não quero matar ninguém! Sangue...desejos... eu preciso matar alguém!"

- Tive uma ideia! Preciso parar com isso! SAIA DA MINHA CABEÇA! 

Se Júlia não conseguir evitar a sede de sangue, ela irá pegar a toalha que estava na mesa do jantar e colocar bebida alcoólica na toalha, encostará a toalha em um dos candelabros acesos e vai para o Hall e jogará a toalha pegando fogo no chão, aproveitando que o chão é de madeira.

- Boa sorte!!! - Júlia sorri. - Devo lembrar que eu sou a própria morte?

" Eu preciso sair daqui! Encontrar um jeito de parar com esses pensamentos sombrios, e o único jeito é sair dessa casa!"

Júlia procura por uma saída para poder parar com esse maldito pensamento de assassinar alguém! E se passar por alguém tentará evitar atacar, mas se não conseguir evitar irá atacar com seu machado.

"Se não tiver jeito, terei que me transformar, mas eu sou mais forte do que isso! Eu sei que eu sou mais forte, afinal sou Júlia, um ser extremamente forte, e, impossível de ser corrompido!"

Se Júlia verificar que não tem jeito de destruir a casa para ir para o lado de fora, irá se transformar para poder quebrar a casa com a sua própria transformação e depois irá procurar por um local onde possa voltar a ser uma garota onde ninguém a veja!


Última edição por juliamoreira2004 em Qui 19 Nov 2015 - 0:01, editado 1 vez(es)

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

Mensagem por Bones, O lich em Ter 17 Nov 2015 - 13:36

Aquele fenômeno foi um tanto fora do padrão, pois geralmente emoções como as expressas pelo espirito envolveriam energias das trevas e no entanto vieram na forma de feixes luminosos, algo fora do padrão mas inconclusivo ainda.

As palavras proferidas pelo espirito agora deixavam um pouco mais claras suas intenções, o problema não era ficar na casa e sim sair dela. O mínimo diante daquilo que poderia pensar é que talvez fosse de alguma criança talvez, imatura e possessiva, não sabendo respeitar os outros para alcançar suas vontades.

A explosão o surpreendeu um pouco, tentando se defender como podia, usando suas trevas para amortecer o impacto do golpe e contra a escada, tentando minimizar o máximo o dano. Ficou um pouco desnorteado, mas ainda assim conseguia perceber o que estava acontecendo ao redor e mesmo ouvindo o espirito pode perceber a movimentação proxima a escada e a "garota" caçando pela casa.

Rapidamente tentou se levantar como pôde, indo para onde a viu. Ela parecia pronta para atacar qualquer coisa em seu caminho, então era chegada a hora dele agir um pouco mais direta e enfaticamente para garantir que ela não causaria maiores danos por um tempo.


- Boa sorte!!! Júlia sorri. - Devo lembrar que eu sou a própria morte?


-"Hallucinantur, nunc somno"


- Garota, garota, garotinha... Não ouse proferir tais palavras... Não faz ideia de quem a Morte realmente é... Ainda mais quando esta de mal humor por usarem seu nome em vão!!! Estás diante de Seu arauto, coloque-se no seu devido lugar e largue sua arma!!!



Falou de forma grave e enfaticamente, de modo assustador, colaborando para sua magia de alucinação surtir ainda mais efeito e pelo menos tira-la de ação até que possam frea-la o suficiente.



Spoiler:
[off: Tem como me defender do dano ou tomei 10 direto? to quase morto =X hehehe
 MAGIA
Alucinação.
Classe que aprende: Todas /Elemento: Trevas
Descrição: Essa magia utiliza todas as trevas internas do oponente para mergulhá-lo em seus próprios medos e temores.
Efeito: Cria uma terrível ilusão baseada nos pesadelos, temores e desvantagens do inimigo. Essa magia deixa o oponente insano, rolando 1d6 para saber qual será a insanidade (1 e 2, fobia. 3 e 4,fantasia. 5 e 6 furia). Porém ele só pode realizar algo contra o conjurador caso o vença em um teste INT x INT. 5 metros de alcance
Custo: 8 SP+ 2 sp para manter
Alcance: 5 metros
Duração: Sustentável
Valor da dificuldade: 5
Raridade:Incomum 
Vantagem: noção do perigo / Regeneração
Talento: Principios da magia (para me defender da explosão)]

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Re: (Campanha) O mistério da mansão Buckler

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