Karolee Harlass

Ir em baixo

Karolee Harlass

Mensagem por Karolee em Seg 19 Out 2015 - 17:46




Karolee Harlass


Nome do Personagem: Karolee Harlass
Raça: Humana
Classe: Pistoleira
Idade Real/Idade Aparente: 19
Altura: 1.57m
Peso: 57kg.


Descritivo



Características Físicas: Dona de um corpo franzino, a beleza de de Karolee não se encontra em curvas acentuadas ou na sensualidade do corpo feminino. Karolee é uma mulher em corpo de menina. Seu físico mais delgado remete à jovem menina inocente de alguns anos atrás. Sua face é dotada de uma expressão jovial que beira a inocência em alguns momentos. Seus lábios são finos e os olhos bi cromáticos fazem dela uma jovem de beleza exótica e singular.

Sua estatura é baixa, e combinada à falta de busto e cintura da jovem, fazem ela aparentar menos idade do que realmente tem. Sua pele é levemente morena, reflexo do tempo que passa debaixo do sol, e não é muito forte, contando apenas com uma ótima flexibilidade e agilidade corporal.

Karolee procura vestir-se de forma a acentuar ainda mais sua aparência de criança inocente, pois ela faz uso dessa fachada para executar muitos de seus planos. Usa vestidos até os joelhos, ou roupas que lembrem uma pré adolescente. Seus cabelos estão sempre bem arrumados, seja por uma tiara e um penteada simples, ou alguns outros penteados mais trabalhados que ela própria faz. Além disso, suas madeixas são de um preto azulado tão profundo quanto o oceano a noite, e lisos até uma altura mediana após os ombros da jovem. Seus olhos são bi cromáticos, sendo o direito azul claro, quase cinza, e o esquerdo castanho claro. Sua pele não tem muitas imperfeições, apenas algumas poucas cicatrizes escondidas devido aos riscos que corre com sua profissão.

Personalidade: Karolee é o que se diz de uma atriz perfeita na arte da enganação, dissimulação e mentira. Ela gosta de sustentar uma fachada de boa moça, uma jovem inocente e de tenra idade cuja ainda está a aprender as coisas da vida. Karolee fora ensinada desde jovem nas crenças de sua irmandade, e acredita veementemente que estas estejam corretas, defendendo-as com unhas e dentes e fazendo tudo ao seu alcance para cumprir com seu papel. Defensora do livre arbítrio e do fim da monarquia, ela acredita que o mundo só será um lugar bom de se viver quando as pessoas forem capazes de entender umas as outras de forma a não enxergarem mais as diferenças. Mas diferente dos religiosos ou outros grupos que defendem a paz, a crença dos assassinos é que o único jeito de acabar com tais males que afligem os seres pensantes é exterminar o mal pela sua raiz, ou seja, os reis e monarcas que detêm o poder absoluto em suas mãos.

Ela consegue ser uma pessoa fria e calculista na maior parte do tempo, dominando muito bem suas emoções, seu nível de auto controle é invejável, mesmo para alguém de sua idade. Karolee consegue fingir qualquer tipo de sentimento muito bem quando necessário com o intuito tanto de enganar, quanto de extorquir. Ela ainda mantém alguns de seus valores antigos, como a lealdade, o qual presta apenas para aqueles do mais alto nível de confiança em sua lista. Também manteve sua educação e etiqueta, coisas que aprendeu com seus falecidos pais, os quais fizeram um ótimo trabalha lhe ensinando boas maneiras e fazendo-a estudar, mas falharam miseravelmente em lhe moldar o caráter e lhe impor moral.

Por fim, pode-se dizer que Karolee é uma loba em pele de cordeiro. Uma jovem bela, educada, cortês, mas com uma personalidade mais dura que qualquer rocha e o coração mais gelado que a mais distante geleira.


Historia



My life in a single sheet

Tudo começou quando eu ainda não tinha nem nascido. Meus pais não queriam ter filhos na época, suas condições financeiras eram precárias, mal tinham condições de sustentar a si próprios. Mas então, para infelicidade deles, e também a minha mais a frente, minha mãe engravidou, e meses depois eu nasci. Mas não pense que por ser somente uma infante eu fui poupada dos sofrimentos da vida. Durante meus primeiros anos eu mal notava as dificuldades que minha família passava, eu era pequena demais para entender cada gesto, cada choro, cada briga. A doce ignorância de ser uma criança pequena demais para entender tais sentimentos. Mas isso durou pouco, e conforme eu ia crescendo, cada vez mais rodeada por aquele ambiente de lastima e ódio, mais eu fui me moldando uma pessoa fria e rancorosa.

Meus pais passaram a culpar a mim pela situação em que viviam, e realmente, ter nascido dificultou tudo para eles. Minha mãe por sua vez foi obrigada a ficar um bom sem trabalhar para cuidar de mim, enquanto que meu pai passou a trabalhar o dobro para tentar cobrir a falta que o dinheiro dela fazia. Isso gerou descontentamento em ambos, tanto pelo fato de as coisas não estarem indo bem, quanto pelos fatores emocionais envolvidos. Veja bem. Minha mãe passou a ficar em casa o tempo todo, não que isso fosse um problema real, era uma ótima dona de casa inclusive. Mas ficar parada por tanto tempo, sem ter algo realmente atrativo para fazer a não ser cuidar de uma filha indesejada, isso estava gerando certo estresse em sua mente, e por conta disso, ela acabou ficando mais sensível que o normal.

Isso por sua vez acabou por fazer com que diversas coisas, que antes ela nem imaginava, começassem a rondar seus pensamentos, e não somente isso, mas também a tomar conta de sua sanidade, deixando-a um tanto paranoica. Meu pai trabalhava de manhã bem cedo até muito tarde, e passar tempo demais fora fazia com que ela tivesse crises de ciúme fortíssimas, e que por fim acabavam sempre em brigas terríveis. Já o meu pai passava muito tempo fora, sua jornada dupla era muito extenuante e estressante, o que o fazia chegar em casa com extremo mal humor, por vezes ele bebia para tentar amenizar a situação, mas isso só melhorava o lado dele, pois quando chegava em casa, descontava em minha mãe e também em mim.

Mas as coisas não pararam só por aí, pois cansado de ter que aturar minha mãe falando sobre possíveis traições, que na verdade nunca aconteceram, ambos pararam de se falar. O amor pouco a pouco foi morrendo, e o que antes eram só teorias passou a ser verdade, pois sem o amor de sua esposa, meu pai foi em busca de prazer em outros cantos. As brigas só se intensificaram, e ele passou a nos agredir para descontar sua raiva.

Um belo dia, ele voltava bem tarde da noite, visivelmente bêbado. Minha mãe logo percebeu isso e já foi direto até para reclamar, foi então que a briga entre os dois começou. Nessa hora eu estava em meu quarto, escondida debaixo da cama para não apanhar. Fiquei escutando tudo de longe, até que as coisas começaram a ficar mais feias. Minha mãe começou a gritar desesperadamente, mas não os gritos de raiva habituais que estava acostumada a ouvir, eram gritos de socorro. “Pare! Pare! Está me machucando! Socorro!” Eu fiquei aterrorizada, mas não podia fazer nada, se eu fosse lá talvez acabasse sendo agredida também. E aquilo continuou por mais algum tempo, podia ouvir barulho de coisas caindo, quebrando, e então o silencio. Os gritos cessaram e tudo ficou calmo novamente, mas era uma calmaria do tipo que se deve preocupar, era a calmaria que vem antes de verdadeira tempestade.

Eu sabia que ele viria até mim, mas queria acreditar que tudo ficaria “bem”, que seria como era todos os dias, que ele apenas me bateria e iria dormir. Mas não foi assim. Não naquele dia. Por baixo da cama eu vi a porta se abrindo, seus pés pesados no assoalho de madeira. Primeiro ele foi até o armário, abriu pegou as roupas que tinha ali e as espalhou pelo chão. Depois veio até a cama... Um coração bateu acelerado, ele iria me achar, não tinha como me esconder, mas então ele saiu. Sem mais nem menos ele deixou o quarto e foi embora. Mas não saiu da casa, ele ainda tinha mais uma coisa a fazer.

Na cozinha, ele pegou a lenha usada no forno, acendeu e então jogou pela casa. Sim, ele estava botando fogo na casa comigo e minha mãe dentro. Até então eu não sabia como ela estava, pois ficara calada a todo momento, e nunca mais saberia na verdade, pois no momento que ele pôs fogo na casa, eu nunca mais veria nenhum dos dois, para minha sorte.

Eu ainda não havia percebido que o fogo se espalhava, mas foi muito rápido, uma casa praticamente toda em madeira como a nossa, era um banquete para as chamas. Após alguns minutos eu achei que era seguro sair debaixo da cama, foi quando comecei a sentir o cheiro da fumaça. Olhei por baixo da porta e vi o brilho vermelho, mas nem sinal dos dois. Fiquei desesperada quando percebi que a casa estava pegando fogo, até então imaginava que eles havia saído, e que a briga cessara, assim como em outras ocasiões. Eu queria abrir a porta, mas a maçaneta estava fervendo, não tinha como. Minha única opção foi fugir pela janela.

Deixando tudo para trás, tanto bens materiais, que não eram muitos, quanto meus sentimentos e lembranças. Não que as lembranças que tinha fossem realmente boas ou importantes, mas eram meu passado, a única coisa que tinha para lembrar, sem ele eu era... Eu não era ninguém, era só mais um grão de areia no deserto do esquecimento.

Assassin's Creed

Não muito tempo depois, compelida a sobreviver naquele mundo cão o qual fui jogada, comecei a entrar para o submundo. Infelizmente, roubar era a única forma de sobreviver naqueles tempos difíceis, sem uma casa para retornar, ou sequer uma migalha pra comer, tudo que eu podia fazer era torcer pra que ninguém me pegasse e cortasse minha mão, como acontecia com alguns ladrões por aí. Vez ou outra, quando eu cansava dessa vida dura de ter que bater e correr, eu simplesmente parava nas ruas e pedia alguma esmola, não que isso fosse mais digno do que roubar, mas fazia mais efeito, e logo percebi que ser uma menininha inocente e “jogar” com o sentimentalismo das pessoas dava certo.

Aos poucos eu fui ganhando mais terrenos naquela brincadeira, usava de alguns artifícios para conseguir o que queria, e quando não conseguia, fazia trocas equivalentes, assegurando assim um lugar pra viver, comida e roupas limpas. Foi então que um indivíduo, o qual eu estava tentando ludibriar certa vez, percebeu meu talento natural para a dissimulação. Ele fazia parte de uma irmandade de assassinos cujo ideal era um tanto... Digamos, diferente do usual. Veja bem, quando se fala em assassinos, a maioria das pessoas, senão todos, pensam em seres frios e calculistas, cujo único desejo é por derramar sangue. Mas eles eram diferentes, eles queriam a liberdade, queriam se ver livres da opressão que os reis e nobres impunham sobre a sociedade, eles pregavam o livre arbítrio e a liberdade de expressão.

Eu simpatizei com esses ideais, pois querendo ou não, se o mundo fosse um pouco mais como eles queriam, talvez situações como as que houveram comigo não acontecessem, ou acontecessem com menos intensidade. Ele me contou sobre a ordem dos assassinos, me falou sobre a sua Crença, me disse tudo que eu precisava saber, e me chamou para ser uma deles, para ajuda-los com sua causa. E eu aceitei.

Dentro da irmandade eu fui treinada para ser uma perfeita assassina, mas ao mesmo tempo, eles cuidavam de mim, eles cuidavam uns dos outros, e eles eram realmente uma irmandade, não um grupo que se reunia para atingir objetivos, eles eram como uma grande família para mim, e eu os admirava cada vez mais por isso. Ao longo do tempo minha relação com eles foi se intensificando, até o momento que eu já era mandada para missões bem mais complexas, eu subia nos ranks deles, ao mesmo tempo que conquistava a confiança de todos lá dentro. Mas isso foi ao mesmo tempo uma bênção e também a minha ruína.

The secret

Mesmo dentro da irmandade havia alguns segredos. Segredos esses que se descobertos podiam colocar em risco até mesmo a união dos membros. E por um acaso, um deles acabou por vir parar em meus ouvidos. Dentro da irmandade sempre houveram enigmas e muitas coisas ocultas, mas nenhuma delas chegava ao ponto de ser algo extremamente prejudicial. Pelo menos não até que as pessoas erradas descobrissem. E foi o que aconteceu comigo, seja por acidente, ou por ironia do destino, eu descobri algo que não deveria. Uma traição para explicar melhor, algo tão sórdido que poderia até mesmo culminar no fim da irmandade.

Aquilo me deixou abalada, como a irmandade a qual eu tanto admirava poderia ser lar de coisa tão vil? Mas então, um gesto um tanto inusitado me fez pensar duas vezes. A principio ninguém sabia daquela traição, somente o próprio indivíduo que a cometera. Henry era seu nome. Ele era um dos lideres da irmandade, e segundo ele, a traição que fizera foi pelo “bem maior” da irmandade. Ele veio até mim com uma proposta. Ele me deixaria ir com aquele segredo, desde que eu não o revelasse a ninguém, pois isso poderia ser o fim de tudo, e ele não queria ser o causador de discórdia dentro da ordem.

Ainda com uma ponta de esperança que aquela historia era mesmo verdade, eu aceitei o acordo. Eu fui embora e nunca mais voltei, guardei aquele segredo comigo durante muito tempo, mas ao que tudo indica, Henry não confiava tanto em mim quanto eu confiava na irmandade. Após algum tempo, ele passou a mandar alguns assassinos a seu comando para me caçarem, e vez ou outra eu era obrigada a ter que fugir, ou até mesmo matar um deles para sobreviver. Apesar de tudo isso, eu continuei seguindo os dogmas da ordem, pois na minha mente, eu não era a culpada, nem eles eram, apenas Henry tinha culpa naquilo tudo, e por isso fugi para essa ilha distante onde poderia me esconder e viver em paz minha vida.


Estatístico



Nível do Personagem: 2
Experiência: 0/100

Força: 1
Habilidade: 2
Velocidade: 2
Resistência: 2
Inteligência: 1
Balística: 3

HP: 25
SP: 15


Traits



Talentos:
°ºo Focar
°ºo Troca rápida

Pericias de classe:
°ºo Armas de fogo Nv. 03

Perícias:
°ºo Camuflagem Nv. 01
°ºo Salto Nv. 01
°ºo Corrida Nv. 01

Vantagens Raciais:
°ºo Nenhuma

Vantagens:
°ºo Aparência Inofensiva (1 ponto)
°ºo Inocência (2 pontos)
°ºo Eloquente (1 ponto)
°ºo Boa Aparência (1 ponto)
°ºo Arma Especial (1 Ponto)
Revolver 9mm 2/0 (6 disparos):

Vantagens:
°ºo Retornável (1 ponto)
°ºo Dano a Distancia Superior (2 pontos)
°ºo Pericia Ótima (1 ponto)
°ºo Pessoal(1 ponto)

Desvantagens:
°ºo Dreno de vida (+2 pontos)
°ºo Homicida (+2 pontos)

Desvantagens Raciais:
°ºo Nenhuma

Desvantagens:
°ºo Insano: Obsessivo(+1 ponto)
[Seguir à Crença da irmandade]
°ºo Valioso: Segredo do passado (+1 ponto)
[Explicado na historia]
°ºo Código de honra: Código dos assassinos (+1 ponto)
[A ordem de onde Karolee viera acredita em um forte conjunto de valores que rege, estritamente, seu modo de vida. Chamado também de “A Crença”, esse código consiste em, basicamente, 3 dogmas diferentes: Mantenha sua lamina longe de inocentes, esconda-se na multidão e nunca comprometa a irmandade.]

Estilo de luta:
°ºo Wu shu

Movimentos do estilo de luta:
°ºo Nenhum

Itens:
°ºo Capuz +2 Def (20 POs)
°ºo Camisa +1 Def (10 POs)
°ºo 50 Balas (20 POs)

Magias:
°ºo Nenhuma

Resumo de Custos: Aqui você resume o quanto e onde gastou seus pontos.

Raça: 0
Classe: 0
Talentos: 0
Atributos: 9
Vantagens: 6
Desvantagens: +3
Movimento estilo de Luta: 0
Total de Pontos Utilizados: 12+3.


Última edição por Karolee em Ter 20 Out 2015 - 21:13, editado 6 vez(es)
avatar
Karolee
Novato
Novato


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Karolee Harlass

Mensagem por Cre♥pie em Seg 19 Out 2015 - 18:57

Tudo ok, 100 XP pela ficha muito bem feita.


Última edição por Creps em Ter 20 Out 2015 - 23:30, editado 1 vez(es)
avatar
Cre♥pie
Transcendente
Transcendente


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Karolee Harlass

Mensagem por Karolee em Ter 20 Out 2015 - 21:15

E muito obrigada pelo elogio. ^^

Nivel 2: Coloquei +1 ponto em Força (1) e +1 ponto em Balística (3).
avatar
Karolee
Novato
Novato


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Karolee Harlass

Mensagem por Não é o Diff em Qua 13 Jan 2016 - 10:36

Ficha reativada a pedido da jogadora, bem vinda de volta, mesmo que você nem tenha jogado em primeiro lugar :T

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Karolee Harlass

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum