Ruas de Kannin

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Krauzer em Qua 21 Jul 2010 - 2:30

Jack caminhou por dias no deserto, tivera um breve encontro com um casal de imigrantes e suas crianças, a conversa havia sido amigavel, mais ainda quando DreadSome e DreadEnought falaram por ultimo dixando os cadaveres no chão, Jack chegava a Kannin em busca de algo, ele não sabia o que mas sempre estava procurando por poder e vitimas, ele vai até o centro e ve varios cartazes pregados, começa a ler eles, ele precisava de dinheiro e de alvos.

Ele destaca uma folha com o nome de um tal Kid Mascarenhas, ele então procura um bar ou estalagem para começar a pesquisar o paradeiro do cara.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Tohlee em Qua 21 Jul 2010 - 2:54

Em algum ponto de uma estrada qualquer, a uma hora qualquer, num campo qualquer...

PHIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII ~

Uma youkai corria desesperada atrás daqueles estranhos animais, altos e amarelos, com bicos e penas. A youkai não sabia o que era, mas seus olhos chegavam a brilhar de tanta curiosidade não contida. Hiperativa, a menina corria atrás de um bando deles, maravilhada com patas nunca vistas, pelugem estranha, uma cor forte, e com estranhos sons.

Ela passou tanto tempo correndo atrás deles, que se esqueceu de Sorrow, e só conseguiu achá-la novamente por causa do faro, e pelo seu grande amigo, a sorte.

Quando ela finalmente chegou em Kannin, a menina estava com o cabelo mais bagunçado, a roupa torta, e algumas penas no cabelo. Com uma, ela brincava, passando a mão, e passando no rosto, rindo das prórprias cócegas que causava.

Andou a esmo por alguns minutos, mas usando seu radar, ela logo corria até sua companheira, soltando um silvo longo.

LIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIISSSSSSSSSIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII ~~

Ela correu até bem perto, mostrando a pena que tinha conseguido, deixada cair de um Peco em corrida frenética contra uma certa predadora moleca.

Tohlee
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por ADM Ichirou Youta em Qui 22 Jul 2010 - 1:44

Sohow e alygul(?)

- In terra di cego,fia, quem tem um oio é rei

O velho cuspiu de novo e pigarreou,sem fazer muita questão de cordialidade,levou a mão até o chapéu sujo e encardido, ajeitou de modo que tampasse os olhos e ficou alguns segundos em silencio balançando na rede,como se sohow não estivesse ali.

- Noiz briga por cerveja,por mulher,por diversão e até pra esquentar o sangue em dia frio, se ocê ta afim de ganhar dinheiro com isso,vai lá pra arrrena, vai andando no final da estrada e vira pra esquerda, é o unico buraco com uns caipira gritando...

O homem ouviu o silvo de alygul e virou de lado na rede,querendo se ''fechar'' das duas e ir dormir,pôs o chapéu de modo a tampar os olhos e ficou ali quieto na dele,coma espingarda ainda na direção da lich,apesar de não estar olhando para ela.

-Só acho que cê vai acabar sendo ''currada'' lá

Proximo post aqui:http://zephyr.forumeiros.com/vila-kannin-f17/arena-t397.htm

Krauzer

Chegar na cidade e procurar uma pousada era fácil,problema era fazer isso despercebido. Uma caveira era vista a quilômetros e quanto mais chegava perto,mais fazia alvoroço,afinal,era uma caveira ambulante e houve pelo menos dois padres rezando perto de Jack ao passar pelas ruas, mesmo assim,ninguém teve coragem de se aproximar.

O sol quente e o ar seco não faziam diferença para o ossada,caminhar pelas ruas também não. Com certo tempo de caminhada a esmo chegou perto de uma pousada,teria sido mais rápido se alguém tivesse coragem de dar informação,mas ai estava ele.


proximo post aqui:http://zephyr.forumeiros.com/vila-kannin-f17/pousada-kannin-t27.htm

__________________________________


Spoiler:


Chupem !

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hagi em Ter 11 Jan 2011 - 17:32

Já passaram-se alguns dias desde que Hagi tinha matado seu irmão e seguido por um caminho sem fim, já estava a dias sem botar uma gota de álcool na boca, aquilo estava o deixando cada vez mais próximo da loucura, até que ele chega a Kannin, o lugar onde ele nasceu, onde iniciou sua vida. Ele andava por aquelas ruas reconhecendo pouco, afinal ficou 10 anos, se não mais longe dali, ele também via toda probeza que tinha naquele lugar, exatamente como ele lembrava, ele um dia já foi um desses, uma pena que nem todo mundo tem um talento que lhe dê dinheiro, tal como ele tinha e ainda tem. "- Cara, parece que foi ontem que eu lutava aqui na rua, fazendo apostas. Era difícil eu perder" Por um momento ele se viu lutando na sua frente, com toda força e velocidade que tinha. Depois de muito andar por aquelas ruas finalmente chegou à uma praça, olhou o poste de madeira com papéis pregados, pensou e disse "-Eu não me lembro disso aqui, será que estava aqui naquele tempo ?" Ele então parou, olhou para um dos bancos, e lentamente se sentou nele. Sentado ficou olhando para todos os lados, como se procurasse algo. "-Será que aqui não tem um bar, ou algo assim ?"

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Qua 12 Jan 2011 - 11:26

@ Hagi

OFF:

Spoiler:
Olá Hagi, eu sou o GM Nuke e serei o seu anfitrião e padrinho em Zephyr. Sou um GM muito ativo e costumo postar no mínimo uma vez por dia e as vezes até mais dependendo da minha disposição e tempo livre, mas prometo ao menos um post por dia.
Como seu GM eu exijo apenas que você tente se concentrar em seus posts e nos meus, sempre que escrever leia e releia procurando erros de gramática e concordância bem como uma forma de aprimorar sua narrativa naquele momento.
Quando ler um dos meus posts procure ler e reler para entender bem a situação.
Eu gosto muito de ação mas adoro uma boa interpretação, minhas aventuras costumam ser meio a meio, com muita pancadaria e conversas entre os personagens, mas tome cuidado, eu não tolero falhas, se você cometer alguma como por exemplo querer derrotar um golen de ferro usando uma faca de plástico eu vou ter o prazer de mandar seu personagem ao cemitério.

Enfim, espero que juntos possamos nos divertir muito.

Finalmente após anos distante de seu antigo lar Hagi retornou, e como esperava Kannin não havia mudado muito, a mesma pobreza, miséria, doenças, descaso com a vida e corrupção, ainda imperavam neste lugar marcado pela violência da lei do mais forte, do mais ápto a sobrevivência.
De fato Kannin não havia mudado nada, as mesmas ruas sujas e imundas repletas de lixo e valas de fezes infectas infestadas de doenças jaziam em toda parte, as vezes era possível encontrar um corpo em decomposição de mais uma vítima da violência, um cheiro pungente e fétido de podridão e morte era constantemente sentido ao sabor do vento.
Todos que andavam por ali portavam armas, desde tocos de madeira até espadas, machados, martelos e armas de todos os tipos, ninguém era tolo o suficiente para andar desarmado por aqui exceto aqueles que não possuiam mais amor próprio não se importando mais em sofrer abusos dos que eram mais fortes.

Hagi estava ali, sentado refletindo sobre toda essa pobreza, toda essa dor e tristeza, o que havia tornado este lugar assim? Por que aquelas pessoas ainda continuavam a viver ali?

Hagi estava tão imerso em seus pensamentos que nem pode perceber que alguém havia se aproximado dele até que este o tocara com sua mão em seu ombro. Por um momento Hagi assustou-se ficando de pé ao mesmo tempo que levava sua mão ao cabo de sua arma, mas quando viu a figura responsável por tirá-lo de seus devaneios imediatamente sua tensão se esvaiu sendo substituida por um sentimento de pena.

Aquele que o tirara de seus devaneios, era um homem corcunda, magro e esquálido com o corpo marcado pela desnutrição, ele aparentava possuir aproximadamente 60 anos, seus cabelos negros com alguns fios brancos eram compridos e bagunçados cheios de nós e sujeira que se estendiam até suas costas, a cabeleira típica de alguém acostumado a ter o chão sujo da rua como seu leito todas as noites. Em seu rosto seus olhos negros se abrigavam dentro de olheras profundas causadas pela fome e o cansaço, de sua face uma espessa e desgrenhada barba semelhante ao seu cabelo se fazia brotar de seu queixo indo até a metade de sua barriga. O homem usava uma túnica marrom repleta de rasgos e manchas de cores variadas de tal modo que era impossível saber se a cor da vestimenta era esta mesmo ou se o morram fora adquirido pelo acúmulo de sujeira no tecido.
O homem usava seu braço direito para se sustentar em uma grande muleta que fazia a tarefa que outrora era de sua perna direita reduzida a um mero cotoco até a altura do joelho. Seu único pé, o esquerdo, estava descalço e repleto de feridas e bolhas purulentas.
O homem fedia, pelos deuses como ele fedia, fedia a fezes velhas e a doença, era como se ele defecase em si mesmo e se mantivese sempre assim, sujo, imundo, uma latrina humana.
Mas existia uma coisa nele que não combinava com seu cheiro, com sua fraqueza ou com sua aparência, e era o brilho de seus olhos, um brilho cheio de vigor e força, um brilho típico dos olhos de um grande guerreiro.


-- Heheheheeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.

Riu o homem demoradamente quase que como se estivesse gemendo exibindo um sorriso em sua face com um trio de dentes pútridos e buracos no lugar da onde deveriam haver mais destes.

-- Assustou-se meu amigo? Ah é claro que sim! Já faz tanto tempo que não nos vemos e a vida não foi boa para mim, tornou-me irreconhecível me reduzindo a esse resto de humanidade que você vê.

Disse o homem a Hagi como se o conhecese.

-- Ah estou muito cansado, deixe-me sentar aqui, sim.

Sem esperar uma resposta, sentou-se com dificuldade a uma certa distância de Hagi, o homem sabia que fedia e parecia não querer incomodar com isso.

-- Ei Hagi, sente-se, não sou ameaça para você amigo, nunca fui. Se eu te conheço bem deve estar com sede, olhe, tome um pouco disto, não é nenhum vinho elfico ou cerveja anã mas pelo menos vai molhar a sua garganta.

Falava o homem enquanto puxava de sua cintura, um odre de couro oferecendo-o a Hagi.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hagi em Qua 12 Jan 2011 - 17:15

OFF:
Spoiler:
Ok, ok. MAs mesmo assim o Hagi mataria um golem com um faca, ahsuashusahusa Vou dar o meu melhor pra narrar direitin e ler certin.

Também espero a nossa diversão Very Happy

ON:
Sentindo uma mão em seu ombro Hagi assustou-se, e levantou quase que num pulo, levando ao mesmo tempo a mão direita ao cabo de sua espada, enquanto levava a mão esquerda, com a qual tinha menor coordenação, até sua pistola, localizada no bolso, até que viu o rosto daquele que tinha o tocado. Apesar de não reconhecê-lo de cara sentia algo familiar em meio aquele cheiro ruim, toda sujeira, a corcunda, enfim a diferença de todos que se lembrava. Ele não demorou a tirar as mãos das armas, ele ouvia as palavras daquele homem, como se lembrasse quem é, mas a voz estava envelhecida, por mais que tentasse não conseguia associar a ninguém. Ele pegou o odre oferecido pelo homem, bebeu um gole, tendo um alívio muito grande, aquela necessidade de bebida finalmente passou, mas a curiosidade de saber quem era aquele homem, afinal, não. Ele então desistiu e resolveu perguntar "- Perdão, mas realmente não consigo lembrar de você, esse seu cheiro de Kannin me confunde, hahaha." Ele falava como quando era criança, onde qualquer cheiro ruim era comparado à Kannin, por culpa de suas ruas. Pensava que se o homem fosse realmente um amigo de infância entenderia a piada. Logo se sentou e ficou esperando uma resposta com um grande sorriso no rosto, já sabendo que re-encontrou um grande amigo. Mesmo não diferenciando qual deles.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Qui 13 Jan 2011 - 2:51

@ Hagi

Ao ouvir o comentário de Hagi o velho abriu a boca e curvou-se em uma gargalhada.


-- HAAAAHAHAHAAHAHAHAAAAAAAAAA!!! Você se lembra!!!

Hehehe não se culpe irmão por não se lembrar de mim, na verdade você se lembra de mim mas minha atual aparência não te permite reconhecer-me.

Eu sou Tuk, lembra-se?


Tuk, sim Hagi se lembrava dele, é claro que se lembrava como poderia esquecer seu melhor amigo?! Durante a época de sua infância e pré-adolescencia Hagi ganhava a vida lutando diversas lutas de apostas nas ruas e na arena de Kannin, Tuk assim como ele também ganhava a vida da mesma maneira. Os dois chegaram a ser grandes rivais, quase que mortais, até que um dia um homem chamado Grumond com a ajuda de um grupo de lutadores ameaçou tomar o controle de todas as apostas de lutas em Kannin, Hagi e Tuk, seguidos por alguns poucos lutadores, resistiram ao controle de Grumond e em uma grande luta que agitou a praça central da cidade os dois lutadores e seus aliados venceram Grumond e seus capangas.
Desde então viraram grandes amigos e lutaram juntos muitas vezes contra outras ameaças que surgiram em suas vidas.

Hagi estava contente, havia encontrado seu velho e bom amigo de aventuras, Tuk, mas logo essa alegria esvaziu-se quando notou de fato o atual estado de seu amigo, era simplesmente deplorável. Tuk apesar de aparentar possuir pouco mais de 60 anos na verdade era bem mais jovem, devia estar na casa dos 30 anos, no entando a vida nas ruas de Kannin e as condições precárias de saúde consumiram o corpo outrora atlético de Tuk redunzindo o pobre homem a um simples moribundo.


-- É meu amigo, eu sei o que você está pensando, estou irreconhecível não é mesmo? Minha decadência começou desde que eu perdi minha perna direita. Depois que você sumiu eu fiquei sozinho aqui nessa cidade maldita, eu e alguns parceiros, até que aquele maldito voltou, Grumond!
Ele coagiu todos os meus companheiros a pagarem a taxa de apostas para ele, eu me recusei, até que fui covardemente emboscado e tive minha perna amputada.


As palavras de tristeza penetravam o coração de Hagi despertando nele um sentimento que ele queria manter afastado e esquecido para sempre, ele se lembrava de Tuke sempre saudável e mulherengo correndo por ai zombando dele, lembrava-se das lutas que tiveram e por fim... lembrava-se da face asquerosa de Grumond e seu sorriso malígno.
Pelos deuses ele não queria sequer pensar em Grumond, o maldito deve ter gargalhado diante da desgraça de seu amigo, seu quase irmão.


-- Fico contente que tenha voltado, você está muito diferente, parece mais... forte. Mas não fique feliz, mesmo acabado e de muletas eu ainda faço você pedir penico! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAAAAAAAAAAAA

E deixe de frescura, beba mais um pouco vamos, eu te conheço seu como você é, acabe logo com essa bebida. Oras! Parece uma rapariga cheia de fogo mas com vergonha de assumir que está afim!


Falava Tuk caçoando de seu velho amigo.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hagi em Sex 14 Jan 2011 - 14:28

OFF
Spoiler:
Perdão pela demora, não tava mostrando que tinha post novo aqui.

ON
Tuk, aquele nome fazia Hagi se lembrar de toda a infância, detalhe por detalhe, aquelas brigas, brigas mortais, um dos poucos rivais a altura de Hagi e por fim lembrou-se da luta contra Grumond, aquele homem forte que os ameaçou, afinal não era tão forte perto de Hagi e Tuk, já que eles quase que sozinhos venceram ele e seu grupo, Hagi e Tuk ainda discutiam para saber quem bateu mais naquela luta.
Mas então quanto mais recentes ficavam os fatos ele percebeu o estado de seu velho amigo, as palavras dele o entristeciam, ele sentia que a culpa era sua, de ter abandonado a vila, até que com uma voz feroz soltou algumas palavras:
"-Grumond, aquele maldito!" Ele não falava alto, mas se aproximava cada vez mais de um animal. Lembrou-se, então, que já sentiu aquilo há algum tempo, na luta contra seu irmão, ele estava ficando furioso, mas não demorou a tentar se acalmar e controlar aquilo. Aquele modo era horrível para ele.
"-Pareço não, estou mais forte, eu só desapareci esses anos todos por que tive de treinar com meu irmão. E parece que você ainda não parou de sonhar, né? haha." Falou Hagi gargalhando. Em seguida bebeu, como foi pedido pelo amigo, bebeu o que queria e devolveu o Odre. "-Agora me deixe contar o que aconteceu, por que sumi." E assim Hagi foi contando detalhe por detalhe tudo que aconteceu.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Sex 14 Jan 2011 - 14:49

@ Hagi

OFF:

Spoiler:
Sem problemas irmão, me adiciona no MSN: goldsilver20@hotmail.com

Fique de olho no tópico que criei para isso OK? Um abraço.

Assim que devolveu o odre a seu amigo, este acabou por terminar de tomar o pouco conteúdo que ainda havia dentro dele, a bebida era horrível mas tanto para Hagi quanto para Tuk era muito melhor ter aquilo a beber do que nada, e eles até ficarião felizes se pudesem dispor de um estoque ilimitado desta bebida horrível mesmo que para isso fossem proibidos de tomar qualquer outra coisa.

Hagi ficou ali por volta de 1 hora contando todos os detalhes para seu velho amigo até que finalmente ao terminar sua história olhou para seu amigo esperando sua reação, foi quando o encontrou dormindo.

Hagi sentiu-se irritado com o comportamento do amigo e quando o tocou para acordá-lo, este abriu os olhos rapidamente ao mesmo tempo em que escancarava a boca em uma gargalhada.


-- HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAAAHAHAHAHHAHAHA

Ficou nervosinho achando que eu estava dormindo! HAHAHAHAAHHAH

Você sempre cai nesse truque!


Ah o bom e velho Tuk e suas brincadeiras, apenas a aparência tornara-se diferente mas ele continuava o mesmo por dentro. Hagi não foi capaz de segurar um sorriso de alegria mesmo tendo ele sido a vítima da brincadeira.

-- Então quer dizer que você se cansou de apanhar para mim e resolveu sair por ai para treinar com seu irmão não é? Hahahaha

Se eu soubese disso teria badito mais fraco nesta sua bunda magra! hauahuahuahauhauhauahuahuahuahau

Mas falando sério agora meu amigo, o que pretende fazer aqui? Por que voltou para este lugar maldito dominado pela miséria?


Apesar do tom descontraido do reencontro dos dois, Hagi não via humor nesta ultima pergunta, na verdade o tom que seu amigo o questionara era bem sério, muito sério.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hagi em Sex 14 Jan 2011 - 19:30

OFF:
Spoiler:
Gold, você é GM, que cool õ/

A diversão dos dois era clara, reencontros são quase sempre muito divertidos, nesse caso em especial conseguia ser mais, mau-humor nunca foi sentido em nenhum dos dois, desde crianças ficavam sempre rindo e brincando, toda aquela felicidade só conseguiu ser cortada pela pergunta de Tuk, não que deixasse Hagi triste, só sério, ele olhou pro céu e pensou um pouco, até que começou a falar. "-Bom, digamos que depois de matar meu irmão e não sabia o que fazer, eu quero procurar meu, claro, mas só quando eu for forte o suficiente pra isso, então eu pensei, vou viajar por todo o mundo, derrotando monstros, bichos, homens fortes, e assim ficar cada vez mais forte. Até eu conseguir a força necessária. Só que pra fazer isso eu tenho que ter um ponto de partida, eu decidi que seria aqui. Só pra ver se reencontrava alguém." Dizia ele sério, exceto a última parte, onde ele deu um leve sorriso, mas então ficou olhando para frente, pensando aonde iria, quando saísse dali. Depois de alguns segundos de silêncio ele deu um sorriso, e perguntou "- E o Grumond, o que aconteceu com ele?" Falava ele, torcendo pra que estivesse em condições de luta, a idéia de lutar com alguém forte o excitava.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Sex 14 Jan 2011 - 19:57

@ Hagi

OFF:

Spoiler:
Hyeah baby let's rock!

Hagi finalmente terminou de falar seus planos e voltou a olhar para seu amigo, e sentiu que este mostrava-se triste, quando Hagi falou sobre lutar e ficar forte Tuk passou a mão no cotoco que no passado fora sua poderosa perna direita responsável pela aplicação de sua principal técnica, O Chute do Dragão.
Hagi podia sentir essa frustração, essa tristeza presente em seu amigo e isso apenas dava mais motivação a ele mesmo para lutar e vencer Grumond, não apenas pela ameaça que ele representava a Kannin mas também em nome de seu amigo, de seu irmão de batalhas.


-- Grumond? Aquele maldito, ele está sempre por aqui nas redondezas, ele está montando um verdadeiro exército de guerreiros e vem recrutando muitos lutadores para fazer parte de seu grupo. Ouvi rumores que dizem que ele pretende dominar Kannin.

Se você quiser achar aquele maldito, procure frequentar mais a arena de lutas, a cada 3 dias pequenos torneios são realizados ali, todos controlados pelos capangas de Grumond em especial Sograt, seu braço direito, um grandalhão enorme capaz de reduzir qualquer um a uma montanha de carne moida e ossos quebrados.

Tome cuidado quando enfrentar esse sujeito.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hagi em Sab 15 Jan 2011 - 0:31

Cada palavra de Tuk fazia Hagi sentir mais raiva de Grumond, ele ouviu cada detalhe, se levantou e pegou sua espada presa nas costas, tirou-a e começou a observá-la, lembrando-se de todo poder que ela o deu nas lutas contra seu irmão, ele a colocou nas costas novamente esperou um pouco e disse "-Eu vou derrotá-lo, ele e esse tal Sograt, ninguém nunca vai dominar a minha cidade, principalmente comigo aqui." Ele então ia rindo e se retirando para a arena. "Eu volto, talvez demore uma ou duas horas, mas eu volto. Haha."

Off:
Spoiler:
Perdão o post fraco, eu não tinha muito o que psotar, já que a arena é em outro tópico.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Sab 15 Jan 2011 - 18:49

@ Hagi

Vedo a reação de seu amigo Tuk apenas sorriu.


-- Hahahahahaha o bom e velho Hagi está devolta! Corram vermes pois o único capaz de derrotálo está sem condições de fazer isso.

HAHAHAHAHAHAHAHAHA


Falava o velho Tuk em meio as suas risadas. Hagi caminhava lentamente em direção a arena, ela ficava bem perto dali e se as coisas continuaram a ser como eram em seu tempo provavelmente ele encontraria alguns lutadores amadores por lá.

E foi exatamente isso que ele encontrou, ao chegar lá ele viu uma pequena multidão formando um círculo humano ao redor de dois indivíduos que lutavam furiosamente um contra o outro. Um dos lutadores era um jovem com não mais do que 18 invernos, ele estava semi-nu, vestia-se apenas com um calção de luta e usava apenas faixas em seus punhos e tornozelos, seu cabelo vermelho como o fogo era espetado para frente, seu físico era musculoso e atlético e seu rosto exibia um sorriso confiante de vitória.

O guerreiro usava duas braçadeiras azuis com penachos vermelhos na altura dos muques, em sua cabeça ele possuia uma faixa trançada com fios de ouro.

Imagem do Guerreiro:

Spoiler:

O outro lutador era um homem de meia idade que usava um quimono branco e uma faixa peta, seus cabelos eram negros e curtos, ao contrário de seu oponente ele estava em um estado deplorável com o rosto todo inchado e as vestimentas manchadas de sangue, ele se mantinha firme em posição de guarda mas parecia que iria desmaiar a qualquer momento.

A torcida gritava ávida por sangue o nome do daquele que visivelmente vencia o duelo.


-- Muohai! Muohai! Muohai! Muohai! Muohai! Muohai! Muohai! Muohai! Muohai!

Prestando mais atenção a cena Hagi pode notar 3 corpos caidos em meio a multidão, corpos de 3 outros lutadores possivelmente derrotados pelo terrível Muohai.

OFF:

Spoiler:
A partir de agora poste imeditamente aqui: Arena

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Dom 26 Jun 2011 - 1:40

@ Sta. Raiza

Dois dias de viagem se passaram, foram tranquilos, o clima estava ameno e nehuma ameaça se fez presente. Raiza viajou solitária sem nenhum problema. No final do ultimo dia de viagem a ninfa podia ver que aos poucos a vegetação ia se tornando mais escaça, primeiro com as árvores que não eram mais presentes, depois com o desaparecimento dos arbustos verdejantes em lugar de poucos arbustos de folhas secas. Era o começo do deserto.

Ao longe, na exata fronteira onde o deserto e a vegetação terminavam era possível ver uma pequena cidade, era a Vila Kannin.




@ Horo
e Hayate

O combate havia começado, mas não por parte dos malfeitores e sim do espadachim, Hayate. O ataque inicial do guerreiro pegou os homens desprevenidos que certamente por estarem em vantagem numérica não esperavam ser atacados. Hayate avançou rapidamente atingindo em cheio as costelas do seu primeiro alvo batendo com a chapa de sua espada, esse por sua vez deu dois passos para tras e caiu ao chão, estava sem fólego, não conseguia respirar. Enquanto sua primeira vítima ia ao chão, o guerreira já avançava para cima do segundo, no entanto este havia tido tempo de sair da surpresa puxando sua arma, mas mesmo assim fora pego também levando um duro golpe na face que o fez recuar um pouco, estava atordoado.

Por final Hayate virou-se para o terceiro alvo que já se encontrava em alerta, com arma em punho e pronto para se defender, e foi o que fez fazendo com que sua espada se cruzase com a de Hayate produzindo um clangor. Neste momento os cinco outros adversários avançaram para cima de Horo que, muito sagaz aproveitou o espaço aberto por Hayate deslocando-se por ele ao mesmo tempo em que atacava e posicionava-se ao lado de seu companheiro.

Fios vermelhos e afiadíssimos partiram das pontas dos dedos da bela youkai movendo-se com rapidez e enlaçando os pulsos de dois inimigos, no segundo seguinte, com um leve puxão de Horo, os laços se contraíram cortando carne, ossos e deixando seus donos não apenas desarmados, mas manetas de uma mão.

Quando viram suas mãos caindo no chão e seus braços terminados em cotocos sangrentos, imediatamente fugiram apavorados deixando seus companheiros para trás. Os outros três atacantes no entanto não se intimidaram e partiram para cima de Horo utilizando grandes facas. Um deles investiu com um ataque em balanço que foi facilmente evitado pela youkai, já o segundo atacou com uma estocada que atingiu em cheio o baço da garota machucando-lhe com um ferimento ligeiramente profundo.

O terceiro e ultimo inimigo a agir aproveitou que Hayate estava com as costas dadas a ele e investiu com tudo, um golpe de ponta dado na altura do lombo do guerreiro.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Dom 26 Jun 2011 - 15:41

@GM NUKE

Após dois dias de "passeio", eu estava entediada, apesar de sempre ser solitária o pouco tempo que estive com Laylla de alguma forma me modificou, nada tão relevante.

Pelo caminho observo que a vegetação muda, que as árvores grandes dão espaço para troncos pequenos e secos, para galhos mortos e uma areia tão seca quando minha alma. Mais a frente olho ao longe oque provavelmente é Kannin. Estava ainda a uns 10 minutos de caminhada, mas o cheiro mórbido e nojento jé era notável. Com a expressão fechada no rosto me lembro também que foi ali perto aonde minha jornada começou, minha jornada por poder e conhecimento. Alem do cheiro, também consigo escutar alguns sons no que me parecia um tumulto.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hayate em Seg 27 Jun 2011 - 1:22

Conseguiu derrubar dois deles na primeira investida, o que era esperado. O terceiro homem teve uma reação rápida, bloqueando o golpe de Hayate com sua espada. O espadachim notou quando dois homens fugiram após um ataque de Horo – o qual Hayate não teve a oportunidade de ver –. Porém, quando Hayate começou a avançar sobre o atual inimigo, empurrando-o, sentiu uma lâmina estocar suas costas, apenas não indo mais fundo pelo espadachim estar se movendo para a frente.

Ignorou a dor enquanto trocava golpes rápidos com o homem à sua frente, enquanto movia-se de forma a não oferecer as costas a nenhum dos dois inimigos. Sentiu o sangue escorrendo pelas suas costas, mas aquilo teria de esperar mais um pouco para ser tratado. No momento concentrou-se num golpe certeiro decima para baixo, desarmando o primeiro homem, para no instante seguinte erguer a espada e fazer um corte diagonal profundo em seu peito. Antes que o homem caísse, Hayate já trocava golpes com o segundo, forçando-o para trás. Uma vez tendo a oportunidade, o espadachim desferiu uma cabeçada contra o rosto do inimigo, o atordoando por tempo suficiente para então desferir uma investida violenta, jogando-o contra outro homem que estivesse proximo.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Horo em Qua 29 Jun 2011 - 13:42

Tudo tinha acontecido como imaginara. Pegou certeiro os dois rapazes e sorriu insanamente, deliciada por ativar sua habilidade novamente. Entretanto, um terceiro acertou Hayate nas costas e na hora sentiu seu cheiro de sangue, fazendo a garota delirar por um momento. Pensou em avançar no espadachim para criar algo mais interessante, como talvez virar sua forma lupina mas achou melhor não fazê-lo, não queria assustá-lo.

Mas ele era muito rápido e surpreendeu a loba, que ficou ainda mais entusiasmada. O soldado era um bom espadachim e em pouco tempo tratou de cuidar dos outros dois - esperava que ele não fosse tão rápido em outras coisas.

Mas o penúltimo tinha que vir para cima da loba e a machucar no braço. Na hora, olhou para seu braço e seus olhos ficaram vermelhos e cresceram. Ela soltou um rosnado alto e avançou para cima dele, pulando em seu pescoço e se movendo rapidamente para sua nuca e, com um movimento só, destroncou seu pescoço, lançando o inimigo para o monte que Hayate acabara de fazer.

Pousou no chão e olhou para o braço, dando de ombros.

— Você luta bem, parabéns. — Falou simplesmente, olhando para os lados à procura de uma saída.

— Vamos sair daqui direto para uma pousada antes que algum guarda chegue, preciso cuidar do seu ferimento. Precisamos de um banho em conjunto. — Disse, segurando em sua mão e puxando-o para fora dali.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Qua 29 Jun 2011 - 14:46

@ Sta. Raiza

Finalmente havia chego ao destino da viagem, a vila de Kannin, como era o nome deste lugar. Conforme ia se aproximando da vila e adentrando na mesma, Raiza pode notar que a arquitetura da cidade era rústica, mas essa conclusão logo foi substituída por outra muito pior.


A vila não era rústica, na verdade, ela não tinha a aparência de algo rústico mas sim abandonado, largado, depredado. As ruas eram de terra batida e as poucas que eram pavimentadas com paralelepipedos estavam repletas de buracos. A cidade não possuia sistema de esgotos o que tornava algumas de suas ruas encardidas com fezes, a cena só não era pior por conta do sol quente do deserto não permitia que a maioria das valas se mantivesem frescas e repletas de esgoto a céu aberto.

Os cidadãos deste lugar por sua vez dividiam-se em dois tipos, aqueles que eram visivelmente fracos e mantinham uma expressão de desconfiança e medo em suas faces, e aqueles que eram aparentemente fortes, fortes o suficiente pra sustentarem em seus rostos olhares ameaçadores enquanto suas mãos rapidamente e de forma discreta posicionavam-se nos cabos de suas armas.

Depois de andar um pouco Raiza notou um pequeno tumulto, viu dois homens franzinos e maltrapilhos saindo de uma rua próxima correndo desesperadamente, mas o mais estranho é que ambos estavam sem suas mãos direitas, elas estavam decepadas.
Raiza então aproximou-se da esquina de onde os dois homens sairam e pode ouvir sons de batalha e um rugido, furtivamente posicionou-se na parede da esquina e recostando ali espionou discretamente o que acontecia.

< Raiza, a cena que sua personagem viu é a que irei narrar agora para Hayate e Horo.>



@ Horo e Hayate

Hayate estava com sua espada travada na espada curta do homem a sua frente, ele já havia tomado uma estocada e precisava agir rapidamente ou receberia outra, foi então que agiu, aproveitou que tanto ele quanto seu oponente estavam com as armas travadas e o chutou, o chute fez que o homem desse um passo para trás descruzando sua espada da de Hayate. Uma vez livre o espadachim simplesmente aproveitou o momento de descuido de seu inimigo e desferiu um golpe descendente que atingiu em cheio o braço da arma do inimigo descepando-o. Com seu primeiro alvo inutilizado para o combate Hayate rapidamente girou seu corpo trazendo sua lâmina em um movimento circular horizontal angular que atingiu com a chapa o homem que lhe atacava pelas costas bem em cheio na altura do pescoço.
O golpe causou uma enorme dor no pescoço do malfeitor e antes mesmo que este tivesse tempo sequer de reagir sentiu um algo duro atingir seu rosto, era a testa de Hayate. O homem cambaleou para tras chocando-se com outro que Horo havia acabado de atacar.

Enquanto o espadachim agia Horo também o fazia, dois inimigos avançavam em direção a garota que rapidamente esquivou-se contra atacando no mesmo instante com uma patada cheia de garras afianas que atingiu em cheio a face do primeiro agressor, o ataque arranhou todo o rosto furando-lhe um dos olhos e deixando-o atordoado pela dor. Gravemente ferido, o homem largou sua faca e foi ao chão de joelhos com as mãos na face ensaguentada. Enquanto isso acontecia Horo já avançava para cima de sua segunda presa, era justamente o homem que havia dsejado seus seios.

Este era ligeiramente mais hábil que seus companheiros e usando disto atacou Horo com um golpe circular que atingiu a barriga da youkai no momento em que ela avançava sobre ele causando-lhe um grande porém superficial corte. Ignorando a dor e o ferimento Horo segurou a cabeça de seu inimigo com as duas mãos cravando-lhe as garras nas têmporas do infeliz. Uma vez segurando a cabeça do adversário a loba aproveitou o impulso de sua corrida e passou pela lateral deste causando uma torção no pescoço do homem e arremesando-o em direção oponente que Hayate atacava neste exato momento, aquele que estocara o espadachim pelas costas.

Os dois homens chocaram-se caindo ao chão, um deles nunca mais se levantariam dali. Enquanto a batalha se desenrolava um dos inimigos atacados por Hayate, aquele que havia recebido um golpe no rosto já estava recuperado mas ao ver todos os seus amigos derrotados virou-se e correu desesperadamente tentando fugir. Mal sabia ele que estava correndo em direção à Raiza que observava tudo discretamente da esquina.

Além deste que fugia ainda havia um segundo homem deitado agonizante no chão tentando recuperar-se do ataque que recebera em suas costas com a chapa da espada de Hayate enquanto que ao seu lado um de seus companheiros jazia de joelhos tentando parar o sangramento que saia de sua mão amputada.

< Horo perdeu 3 pontos de HP por causa do corte superficial na barriga.>

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hayate em Qua 29 Jun 2011 - 16:03

Enfim aquela luta havia terminado, com apenas uma baixa por conta do ataque de Horo. O ideal seria nenhuma. Afinal eram apenas homens desesperados que não têm onde cair mortos. Ainda não mereciam a morte, mas ao menos não voltariam a atacar viajantes tão cedo.

Hayate caminhou até um dos homens que agonizava com o sangue escorrendo de sua mão amputada. Agaixou-se ao seu lado e rasgou um pedaço de sua capa, a enrolando com força no braço do homem para estancar o sangue. Levantou-se, então fitando o outro homem caído que recebera outro ataque seu.

— Devo ter quebrado duas ou três costelas suas. Ficarão novas em folha em alguns meses, basta não se mecher muito. — Mantinha a seriedade de sempre em sua fala, e então saiu de perto deles, ouvindo o que Horo tinha a dizer. Ficou um tanto sem jeito com o elogio que recebera, mas ainda considerava-se amador. Precisava melhorar.

Olhou em volta, para ter certeza de que não seriam atacados denovo. Não viu mais ninguém.

— Você está mais ferida do que eu, e você é prioridade. Não deveria ter lutado, ficou em perigo desnecessário. Mas vamos, deve haver alguma taberna aqui perto.

E saiu andando, esperando Horo segui-lo. Ainda agia como um guarda-costas e, apesar de não parecer, se culpava pelos ferimentos da garota. Precisava ficar mais forte, de forma que isso não ocorresse mais.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Horo em Qua 29 Jun 2011 - 17:02

Deu um sorriso sensual quando Hayate falou de seus ferimentos. Imaginou logo que ele cuidaria deles, e isso fê-la esplodir em cumprimentos a si mesma por conseguir o que queria. Hoje seria a noite. Deu um sorriso perva e se aproximou de Hayate, segurando seu braço, mostrando-se indefesa. Entretanto, achou estranho ele ficar tão preocupado.

— Ótimo, ficarei agradecida se cuidar dos meus ferimentos. Faremos assim: cuido dos seus, e você dos meus e fim de papo. — Dá uma olhada para baixo, percorrendo a perna e entre as pernas dele e sorri de canto, passando a língua nos lábios, sem querer exalando um cheiro feminino.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Seg 4 Jul 2011 - 15:14

Spoiler:
Deculpe a demora, nn apareceu para mim que vc´tinham postado.

@GM NUKE @HORO @HAYATE

Já em Kannin, vi coisas na qual já estava acostumada, os olhares de medo dos mais fracos me incomodava e os olhares ameaçadores dos mais fortes me faziam rir por dentro.

Sentindo o mal cheiro vejo dois homens correndo sem as mãos, ambos saiam de um beco. Beco no qual me encostei na parede para entender o que estava acontecendo.

(PENSAMENTO)

"-Uma briga, aposto!"

Como imaginei, vi um lindo jovem e uma coisa" meio mulher meio fera, parecida com um lobo ou algo da família, ambos lutavam com um grupo de rapazes.

Os dois homens chocaram-se caindo ao chão, um deles nunca mais se levantariam dali. Enquanto a batalha se desenrolava um dos inimigos atacados por Hayate, aquele que havia recebido um golpe no rosto já estava recuperado mas ao ver todos os seus amigos derrotados virou-se e correu desesperadamente tentando fugir. Mal sabia ele que estava correndo em direção à Raiza que observava tudo discretamente da esquina.

Vendo o homem vindo em minha direção dou um passo para o lado e viro, ficando de frente para o homem. O homem parou e ficou em minha frente me olhando com medo, chorando de dor pela mão descepada.

(PENSAMENTO)
"-Entrou numa luta e agora esta fugindo, covarde!"

Dei mais um passo para o lado e falei:

-Vai!

O homem fez uma cara de felicidade e quando fora passar por mim eu o segurei pela cabeça e a torci para o lado fazendo com que seu pescoço fosse quebrado.

Voltei a olhar para os 2 vitoriosos por assim dizer e vejo um momento de preocupação do rapaz, e da moça bom da moça conseguir escutar o som de malicia em suas palavras e ainda o jeito na qual ela o olhou e lambeu sua boka.

Ambos caminhavam em minha direção.

-Esse vc´s deixaram escapar!

Não estavam perto mas com certeza escutaram oque eu falei.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Ter 5 Jul 2011 - 2:53

@ Hayate, Horo & Sta. Raiza

Enquanto Hayate e Horo recompunham-se puderam ver uma mulher muito bela surgir na esquina da rua por onde um dos homens com a mão decepada tentava fugir. O homem ao ver a mulher ignorou-a passando pela sua lateral, o que fora sem dúvida um grave erro.
A garota agarrou o homem e com um rápido movimento torceu e quebrou seu pescoço matando-o.

Após o feito aproximou-se do casal e falou.

-Esse vocês deixaram escapar!


(OK pessoal, lance livre pra vocês. Hayate e Horo ganharam 20 XP pelo combate vencido.)


Última edição por GM Nuke em Ter 5 Jul 2011 - 3:29, editado 1 vez(es)

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hayate em Ter 5 Jul 2011 - 3:19

— Tudo bem, mas vamos logo até a estalagem. — Confirmou o que Horo dissera, nada mais natural do que se ajudarem. Acabou não reparando no olhar da garota por ainda estar atento à sua volta. Foi quando ouviu um baque surdo de algo caindo.

Andou na direção do barulho, quando então uma mulher aparece. Hayate a olha, erguendo a sobrancelha, e então nota o corpo de um dos homens que fugira.

— Porquê o matou? Ele não oferecia mais risco algum! — Falou irritado, estreitando os olhos. Daonde aquela mulher tinha saído? Não sabia, mas ficara irritado com tal atitude. Atacar alguém indefeso era covardia, e não havia necessidade de tirar mais uma vida. Se Raiza tivesse prestado atençao na luta, teria percebido que o espadachim evitava ao máximo golpes fatais.

Bufou olhando para o lado, tentando se acalmar.

— Pelo menos sabe se virar sozinha. — Continuou seu caminho. Sabia que a intenção da mulher foi boa, mas sempre ficava irritado quando algo assim acontecia. Era uma mulher bastante forte e astuta pelo jeito, deveria viver por aquelas bandas. Não era toda mulher que matava um homem com aquela facilidade. Antes de ficar muito longe, porém, falou em bom tom. — Valeu a intenção.

E continuou a andar, acompanhando Horo.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Horo em Ter 5 Jul 2011 - 9:24

Aquilo que aconteceu a seguir confundiu Horo. Uma garota do nada entra na situação sem ser chamada e mata um dos homens. Que burrice! Horo passou a mão na testa, tentando se controlar também para não dar uns xingos nessa garota. Oras, onde, do nada, uma pessoa entra na briga de outra sem ser chamada? Que falta de educação.

Mas nem chegou a parar para conversar. Não valia a pena se estressar e gastar sua saliva com aquele tipo. Hayate parou para reclamar, mas Horo passou direto ao lado da garota como se ela não existisse e continuou sem olhar para trás. Estava cansada demais para discutir.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Ter 5 Jul 2011 - 20:44

@ Hayate, Horo

— Porquê o matou? Ele não oferecia mais risco algum!

(PENSAMENTO)
-Bonito e burro.

Olhando a expressão brava do jovem, falo:

-Não a mim e a você que somos lutadores.Razz

Dito isso continuo olhando para o suposto casal, esperando suas reações.
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Re: Ruas de Kannin

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