Ruas de Kannin

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Horo em Qui 8 Set 2011 - 9:46

Off: Bom, como é uma conversa aqui e descobrimento...Nada mais sensato que continuarmos a conversa. Certo, GM? D= Se tiver errado, apague. Melhor não neh =~


Não tinha se ligado muito pelo fato de Raiza estar no quarto de Hayate, estava mais preocupada com a visão que eles tiveram junto em sonho. Mas assim que o soldado indagou-a, Horo olhou-a de cima à baixo com a sobrancelha arqueada.

— Verdade, o que você está fazendo aqui? — Chegou até a esboçar um sorriso de canto em seguida e balançar a cabeça, voltando-se para Hayate. Não tinha problema algum dela entrar em seu quarto, afinal... Ela só ficaria com o corpo, ao contrário dela que estava em seus sonhos...O que era bem melhor, vamos combinar.

— O que importa, Hayate, é que aquilo foi real. — Mudou de assunto, voltando-se para ele. — Acho melhor informarmos ao mestre Wu para ver o que ele acha. Ele nem deve estar dormindo ainda e...O que que você viu, garota? — Agora que tinha se tocado do que ouvira Raiza dizer antes de entrar no quarto. Era muito estranho os dois terem sonhado a mesma coisa num mesmo momento em que Raiza vê algo. Será que tinha algo a ver?
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hayate em Qui 8 Set 2011 - 11:43

Ouviu a pergunta de Raiza, mas deixou Horo terminar de falar antes de respondê-la, visto que a loba não o fez.

– Sonhamos com uma guerra, mas eram milhares de demônios contra um único homem que deveria ter uns quatro metros de altura. Mas como Horo disse, foi muito real, o homem destruiu todos os demônios e nos disse que aquela é uma visão provável do futuro. Agora o porquê de termos visto isso, não faço idéia.

Levantou-se e fitou Raiza, esperando ela responder a pergunta de Horo.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Qui 8 Set 2011 - 12:54

O espanto era visível em ambos, nem mesmo Hayate que era mais esperto sabia o que aconteceu. Horo me perguntou novamente o que eu fazia no quarto do espadachim, apenas a fitei pois estava perdendo completamente a paciência com ela, ta certo que Hayate despertou um desejo em mim, mas esse não era o momento para isso.

– Sonhamos com uma guerra, mas eram milhares de demônios contra um único homem que deveria ter uns quatro metros de altura. Mas como Horo disse, foi muito real, o homem destruiu todos os demônios e nos disse que aquela é uma visão provável do futuro. Agora o porquê de termos visto isso, não faço idéia.

Falou Hayate, com calma e convicção de que não era um sonho, me chamou atenção o fato de ter um homem de uns 4 metros, em seus sonhos, isso me lembrava...-Não, impossível!- Exclamei em voz alta e sem perceber. -A poucos minutos estava sentada na varando e vi algo que me chamou a atenção, um feche de luz..mais parecido com um raio, mas esse saiu da terra e fora em direção do céu. Deve ter acontecido a uns 20km daqui...Mas espere me fale mais sobre esse homem de 4 metros que ambos virão, como ele era? O que ele falou?-

E assim fico torcendo para que não seja quem eu pensava.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Horo em Qui 8 Set 2011 - 13:10

Ao que parecia, Raiza deu sinais de que conhecia aquela criatura gigante. De sobrancelha arqueada, ouviu seu relato e colocou a mão na nuca, dando uma boa olhada para fora. Engoliu em seco, disfarçou.

— Muito grande. Era praticamente um colosso. Usava uma armadura e falava como se fosse um Deus. Quando foi atacado, estava todo ensaguentado mas por mais incrível que pudesse parecer, começou a se regenerar momentos antes de voltar para a outra guerra.

Preferiu não dizer nada sobre o clarão. Se fosse preciso, continuaria no assunto do gigante. Afinal, poderia ter sido ele que aparecia ali naquela hora. Ou, vai lá saber, ele fez o sonho surgir nela e no Hayate e logo foi-se embora. Tantas suposições...! Mas apesar de tudo isso estava preocupada com o que vira. Não poderia deixar que aquilo realmente acontecesse.

— Precisamos dar um basta nisso. — Disse, e sem se importar com a hora, foi direto para onde deveria ser o quarto daquele mestre Wu. Bateu na porta sem parar, esperando que ele percebesse a urgência e quem sabe saísse só de roupas debaixo né, afinal todos estavam! Okay, okay... É claro que não sairia.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Hayate em Qui 8 Set 2011 - 15:19

Ouviu atentamente o relato de Raiza, e ficou pensativo.

– Existem raros casos onde raios saem da terra em direção ao céu, mas talvez não seja este o caso, ainda mais com essa visão que tivemos. Precisamos... – Não teve tempo de terminar, Horo saiu possivelmente indo em direção ao quarto de Mestre Wu para relatar o acontecido. Virou-se para Raiza. – Venha.

Seguiu a loba, também estava curioso e queira saber se Wu teria as respostas que buscavam.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Qui 8 Set 2011 - 20:56

Horo, não deu muitos detalhes sobre o ser, mas conforme suas palavras iam saindo, o frio no estomago ia aumentando. Mesmo tento quase certeza de que eram da mesma pessoa que estavam falando, preferi não falar mais nada e apenas escutar.

Hayate prestava atenção no que eu falei sobre o acontecido, pensativo falou.– Existem raros casos onde raios saem da terra em direção ao céu, mas talvez não seja este o caso, ainda mais com essa visão que tivemos. Precisamos... –

E antes de terminar Horo saiu correndo porta a fora, falou que tínhamos de dar um basta, algo inesperado. Tanto eu quanto Hayate ficamos surpresos, então ele olhou para mim e me chamou para ir atras dele que por sua vez ia atras de Horo. No primeiro momento, não os segui, fui para o lado oposto retornando a varanda, minha intenção era ver se estava tudo bem.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Nuke em Qui 8 Set 2011 - 22:07

Aventureiros! Continuem sua aventura aqui:

Dojo Estrela Dourada

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Rubi Make em Qui 13 Out 2011 - 21:45

Não me importei nem um pouco com o que acontecera. No quarto esta trocando de roupa quando ganhei um pingente, sem mostrar qualquer reação eu olho para o pingente e o coloco. A discípula do mestre lamentava por eu ter de sair, me olhava com tristeza, já eu olhava para ela com indiferença, para mim tanto faz se eu podia ficar ou não.

Já pronta, me dirijo para a saída e vejo que todos me olham quando passo. No lado de fora do Dojo, escuto passos leves e vejo novamente a discípula, agora ela trazia uma porção com 6 bolinhos, segunda ela iria me alimentar mais que os normais.

Fico parada olhando ela entrar no Dojo, nesse momento lamentei em não ter posto meu plano em pratica, lamentei em me importar com os outros, lamentei em não ter acabado com Horo quando tive oportunidade, então olho para o norte e para la começo a andar, pensando no que fazer, passos lentos e pesados.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Vassago em Sab 12 Nov 2011 - 13:22

Marcas da Origem.

Vagando sem rumo, só uma coisa ocupava a mente do jovem probalista. Preciso de alguma grana... Já havia andado sobre todas aquelas terras a procura de conhecimento, mas nessa busca perdeu coisas importantes. Uma delas foi seu dinheiro. Comprando livros, subornando pessoas, jogando e bebendo gerou a ele uma boa vida em terra, no entanto o que conseguiu pegar de ouro quando fugiu do inferno agora tinha se acabado. Com a vida aprendeu a arte de ter as mãos ligeiras, inicialmente usava só para roubar livros ou pergaminhos, mas depois, com o passar do tempo, começou a roubar para sobreviver. Não que o agradasse ou desagradasse, mas de alguma forma aquilo era uma espécie de jogo para ele.

Ainda no inferno aprendeu a arte do carteado, coisa que sempre se destacou. Jogava sempre valendo alguma coisa, e com isso aprendeu de uma forma quase que necessária as manhas dos jogos e todos os tipos de truques com a mão. Quando se esta no inferno, jogando com demônios... Perder não é uma opção. Embora sempre tenha sido respeitado por ser a "promessa" nada podia mudar o lugar onde viviam. Com o passar dos anos lá, foi perdendo, gradualmente o olfato. O cheiro que sempre incomodava o olfato dos novatos, para ele já não incomodava, alias... Nada mais incomodava seu nariz.

Depois de dias andando... Ou melhor, vagando sem rumo por ai resolveu finalmente parar em uma cidade. Possivelmente achar uma mesa de jogos e algumas garotas. Os desejos carnais eram amplificados naquele ser, apenas as luxurias femininas poderiam fazer ele ter alguma paz. Embora fosse extremamente inteligente, não podia resistir as orgias e vícios. Embora fosse um declarado devasso, tinha algo que o movia... Uma vontade oculta dentro de si, que dentre sorrisos e caras, escondia um plano maior do que sua alma escondia. Agora, finalmente encontrou um lugar onde poderia iniciar seus planos. A pequena vila de Kannin.

Chegou na vila já era tarde, o que era bom para ele, não precisaria se esconder ou se esgueirar sobre as sombras tentando não ser visto ou atingido pelos raios solares... Não chamar atenção era um ponto fundamental para quem queria ganhar algum dinheiro rápido. E finalmente lá estava ele, andando sozinho pelas escuras ruas da pequena vila... A essa hora, os locais já deviam ter se retirado.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Druella em Sab 12 Nov 2011 - 14:49

    O nomadismo dessa quase vida me cansava a medida que eu percorria quilômetros sem encontrar nada interessante a fazer. Pequenos povoados que tenha encontrado em meu caminho sequer tinham um cemitério descente e atrativo, então eu haveria de vagar por mais algumas noites se quisesse encontrar algo maior, com mais gente, viva e/ou morta.

    Foi na terceira noite seguindo pelas margens do Rio Sirius que encontrei um vilarejo mais convidativo. Tinha as fachada suja, tal qual suas ruas, empoeiradas e pontualmente habitadas por mendigos e pedintes. Era talvez o ponto ideal para eu conseguir alguns candidatos para alguns experimentos, afinal aquelas criaturas estavam mais para o meu lado do que para o dos vivos, restava apenas que seu coração parasse de bater para completar a transição.

    Cruzei uma esquina e o escuro parcial enebriou meus olhos. Teria eu encontrado o meu ambiente ideal ali, em terra de vivos? Ora, quem sabe. As pessoas se corrompiam muito facilmente, sendo conduzidas com toda e qualquer promessa que lhes tocasse a ambição. A Vila Kannin parecia ser o exemplo daquilo. Não que sem ver nenhum habitante eu pudesse concluir algo com precisão, mas as coisas pareciam estar estampadas em cada pedaço sólido do lugar.


    - Uhm... - murmurei para mim ao ver aquela criatura que caminhava mais adiante, do outro lado da rua. Talvez tivesse encontrado o primeiro com quem chegar junto.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Vassago em Seg 14 Nov 2011 - 16:05

    A noite escura criava um cenário de beleza unica, a pequena vila, o silêncio... A aquela hora apenas os sons noturnos podiam ser ouvidos, que mesmo distantes, preenchiam o cenário. A iluminação era feita exclusivamente pela lua, que brilhava forte ao céu, criando uma luz de prata sobre tudo dando o seu show particular. Ao longe era possível observar uma silhueta feminina, e conforme aproximava mostrava o que era. De fato era uma mulher, mas não é bem do tipo que qualquer um namoraria. Talvez por sua peculiaridade. Era uma ressurgida, demonstrava isso pelas marcas em seu corpo, já um tanto deteriorado. O que será que ela fazia ali? Era um tanto raro ver um destes andando pela cidade. Não podendo conter a curiosidade se aproximou para tentar descobrir o que se passava por ali.

    Caminhou lentamente em sua direção balançando os braços, não exageradamente mas o suficiente para mostrar que estava desarmado. Se postou a sua frente, parcialmente barrando sua passagem, fitou-a docilmente por alguns poucos segundo e disse, deixando a natureza sedutora agir. - Olá... O que uma bela dama faz desacompanhada em uma noite como essa? - Se curvava pouco antes de falar, mostrando cavalheirismo. Seu corpo demonstrava sinais claros de sua idade. Provavelmente ela já teria vivido muito, um fonte viva... Ou melhor... Meio-viva de conhecimento. Provavelmente ela reconheceria minha essência, um demônio. Na terra natal do infernal, estes seres eram como lacaios, ou apenas vagantes. Era interessante cruzar com um por aqui.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Kenichi Koji em Sab 19 Nov 2011 - 14:04

A noite em Kannin era escura como em todas as outras cidades, seus becos entretanto as favoreciam bem bem do que em outras cidades.
Pequenas vielas onde dificilmente mesmo a luz da lua não conseguia alcançar.
A noite estava completamente fechada, muitas nuvens cobriam o céu do local, tampando quase todas as estrelas, deixando apenas algumas poucas de fora e um pedaço da lua, seria o dia das bruxas ideal para qualquer tipo de besta.
Em especial nessa noite destacavam-se dois:
Um Calculista e uma necromante. Um Demônio e Uma ressurgida. Não muito diferentes por si, ambos aparições, saídas do inferno, seres mau-mortos. Não finalizados.
Encontravam-se ali, naquelas ruas, apesar das circunstâncias, não tiveram uma apresentação hostil como a esperada dentre dos seres daquele tipo.
Havia então um breve diálogo entre eles, nada muito intimo, apenas uma troca de palavras, curtas sem informações demasiadas.
O Calculista se mostrava mais falante, quase galante, talvez um tanto mais do que deveria.
Após uma certa troca de olhares ambos escutavam passadas vindas detrás da necromante.

- Dois especimes de uma única vez? Hoje deve ser meu dia de sorte...

Era a voz de um homem, aparentemente humano, que logo se mostrava. Estava aparentemente desarmado, sua mãos enroladas em ataduras que se estendiam até os cotovelos, estava sem camisa, tinha o físico bem definido, e usava uma calça de pano leve, preta com um tipo de desenho de fogo azul desenhado nas pontas.
Com o cabelo arrepiado, negro, quase invisivel na noite.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Gee em Ter 29 Nov 2011 - 19:22

@ Sta. Raiza

Perdida em pensamentos... Raiza andava pelas ruas de Kannin sem prestar muita atenção para onde estava indo.
Só se tocou de onde estava quando quase foi acertada por um projeto de gente que passou voando pela sua frente, da esquerda pra direita, e caiu do outro lado da rua.
O ser era um ladrãozinho pequeno parecido com este:


E do outro lado, havia um cara grande e musculoso, mais ou menos assim:

que aparentemente havia arremessado o menor porta à fora.

O grandalhão, com postura ameaçadora apontou para o menor e disse com voz grave:

- Só volte aqui quando tiver o resto da grana que você deve ao chefe! E ai de você se não voltar, seu lixo!

Foi o grandalhão virar as costas que o menor desapareceu de vista antes mesmo do maior fechar a porta do prédio de onde tinha saído.

Nesse momento você percebeu que se encontrava no velho quartel de Kannin, que agora era usado como QG dos bandidos.

OFF: poste aki agora
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Nekuro em Qui 9 Fev 2012 - 10:03

Finalmente acordado após seu longo tempo de espera havia acabado, a segundos atrás ele estava em seu tédio que durou...Quantos mesmo? Meh, para que contar tempo? De qualquer modo, continuando...Que durou tempo pra caramba. Seu esconderijo secreto onde ninguém nunca o acharia, mesmo que ninguém o estivesse procurando mesmo, agora ficaria para trás. Ele abre a porta da incrível casa abandonada em algum canto de Kannin e saiu para sua liberdade...

-Aha! Retomando meu contato com o mundo exterior e...-Ronco- ...Estou com uma freaking fome...Grrr, estava animado para recuperar meus poderes e agora terei que fazer essa parada-Tsun

...Até então notamos que ele não tem a miníma noção de como recuperar seus poderes, mas para tudo se acha um modo. A prioridade no momento seria arranjar recursos, money, condições financeiras e etc, qualquer coisa que lhe possa garantir doces. Pelo que se lembra, aquela cidade nunca foi de ser algo muito próximo da frase "Boa Condição Financeira" então...Seria um esforço grande arranjar algum trabalho...

-Alrighto! Hora de investigação e questionamento para arranjar alguma coisa-Tsun!

Yuu saiu a procura de alguém que não seja tão mal encarado ou que não esteja mendigando e dormindo no chão por ai, SE mantendo obviamente bem afastado de tudo que seja lobo ou cachorro. Fora pelos youkais malignos (Cães ou Lobos) o rapaz mantinha um sorriso otimista...Ou seria...Um sorriso de alguém que armaria algo?
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Pusso em Sex 10 Fev 2012 - 23:34

Naquela tarde, o céu estava negro, a chuva que caia era torrencial, formando até uma espécie de correnteza na água que corria na rua.
a maioria das casas na calçada já estavam trancadas, os moradores já estavam recolhidos, deixando a rua deserta.
Nekuro se encontrava próximo à pousada de kannin, e ao longe, podia ver que por lá a coisa estava bem mais movimentada. um velho bêbado era atirado pela janela, enquanto uma musica velha de bar estava tocando. parecia uma boa festa.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Nekuro em Qua 15 Fev 2012 - 16:33

...Oh well, apesar de todo seu otimismo, não havia almas vivas na rua. Yuu parou sua caminhada alegre e serelepe a procura de alguém que poderia esclarecer sua dúvidas pelo motivo de não ser possível completar esse objetivo. Sua expressão de "Mas que droga de dia", seja lá como seja ela, aparecia aos poucos em sua cara. Ele olha para os lados, para cima e para as diagonais e, se tivesse seu poderes, olharia para direções que não existem.

Como nem tudo poderia dar errado se não seria clara a obra do destino em não deixar ele ser quem ele deveria ser, ele avista a pousada daquele lugar que as pessoas ainda teimavam em chamar de civilização. Todo cuidado poderia ser pouco naquela pous- Ahem, bar. Então com todo cuidado possível, o youkai recomeçou sua caminhada serelepe e despreocupada(?) até aquela canto dos bebuns.

O rapaz pula por cima do velho bêbado estirado no chão, recém arremessado da janela e entra no recinto, esperando ver alguém com condições de dar uma resposta decente. Ele começa a procurar alguém em condições menos agitadas...E que não seja um lobo ou cachorro...
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Pusso em Qua 15 Fev 2012 - 18:04

O lugar era pura festa. Nas mesas, pessoas riam, disputavam braço de ferro, discutiam, e desmaiavam. A música era contagiante, e foi se tornando cada vez mais alto conforme Nekuro caminhava em direção à entrada.
Ao chegar lá, tudo parou imediatamente. a música cessou, os bêbados pararam com a gritaria e o único barulho que se ouvia era o ronco dos bêbados já desmaiados.
O homem atrás do balcão era fortíssimo, usava uma regata preta, era careca, e usava um tapa-olho. não parecia ser o tipo de gente com bom humor.
-EI, você, quem é?


Spoiler:
OFF: post aqui a partir de agora: http://zephyr.forumeiros.com/t27-pousada-kannin
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Venta em Dom 22 Abr 2012 - 17:03

Ahsk enfim chegara à pequena vila ao fim do caminho que por tanto tempo seguira. Andava pelas ruas já ao anoitecer, observando as pessoas, seus modos, vestimentas e olhares que a ele dirigiam. Estava ansioso para encontrar uma garota com quem pudesse passar a noite e alimentar-se. Muito embora qualquer humano serviria, as garotas lhe tinham um gosto especial, principalmente quando eram inocentes ou religiosas.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Jure em Dom 22 Abr 2012 - 20:34

O cenário não é dos mais agradáveis, mas convenhamos que qualquer um que pise em Kannin não espera muita coisa. Miséria em todas as suas formas, por todos os lados.

A cidade, que de vila tem apenas o nome, normalmente já tem altos índices de crime, fome e pobreza, mas desta vez a situação está num nível acima. É só olhar ao redor, e um desavisado diria que entrou numa zona de guerra, ou algo que o valha. Uma guerra que se estende a muito, muito tempo.

E é no meio dessa desolação onde se encontra Ashk. Todo aquele cenário parece aceitar a presença maligna do ashtaar como se fosse um amigo de longa data. E como um bom amigo, a cidade oferece muitas vítimas para saciar sua fome. Moribundos de todos os tipos: magros ascíticos, velhos ictéricos, mutilados e outros. Espalhados por todos os lados, com pilhas de cobertores, em caixotes velhos e com odores que causam lembranças de casa para um ser infernal.

Próximo a Ashk, há sua direita, há um beco vazio e sujo. Do outro lado do beco há um trio de soldados armados até os dentes. Não parecem estar muito aí pro que acontece ao redor deles, mas ainda assim aparentam poder oferecer contratempo.

À sua esquerda, uma taverna com um enorme letreiro que diz "Cantinho do Trog", com o desenho de um lagarto. Em frente a ela, um homem com trajes obviamente suspeitos fuma um cigarro enquanto observa o movimento da rua. Eventualmente eventualmente aparecem outros homens, que realizam algum tipo de negócio com ele.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Venta em Dom 22 Abr 2012 - 21:42

Aquele lugar era o seu tipo de lugar, até o cheiro de podridão o lembrava de casa, assim como os gemidos eram muito semelhantes aos infernais. Só faltava, é claro, o calor e a umidade estonteantes.

Ahsk aproximava-se calmamente dos soldados agrupados a um canto, fazendo com que seus passos sejam ouvidos para evitar mal-entendidos que, ironicamente, revelariam suas reais intenções finais. Mas no momento apenas uma aproximação amigável era o que desejava. Olhou o grupo firmemente, na esperança de encontrar alguma mulher soldado. Chegou próximo o suficiente para que a distância fosse confortável aos militares, abriu um belo sorriso e disse.

-Boa noite, meus senhores. São da guarda da cidade? Podem me dar, por favor, uma informação? - dizia, charmoso e encantador em cada sílaba, tentando gerar admiração nos guardas - Sabe onde eu posso encontrar os templos ou igrejas desta vila?
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Jure em Dom 22 Abr 2012 - 23:48

À medida em que Ashk se aproxima do trio, eles se colocam de prontidão. Sem pudor eles pousam as mãos em suas armas.

Numa primeira vista são todos do sexo masculino. Sem sorte desta vez. Dois deles são visivelmente muito jovens e o outro é mais velho, mas não deve ter mais do que trinta anos.

Eles franzem o cenho diante da pergunta do ashtaar. Se entreolham e o soldado mais próximo, o mais velho, responde.

-- Templo? Igreja? -- uma gargalhada geral irrompe entre eles. -- Dá pra acreditar nesse cara? haha... --

Eles têm um breve acesso de risadas, que para imediatamente.

-- No final dessa rua tem umas ruínas. É o que sobrou de um templo. Nenhuma fé resiste aqui, garoto. -- Responde o soldado com um ar cínico. -- Agora, circulando! --

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Venta em Dom 13 Maio 2012 - 16:08

E ainda por cima zombavam da fé dos transeuntes, que lugar mais de fato familiar. Infelizmente para aqueles guardas, haviam zombado de um príncipe infernal, e isto não poderia ficar barato. E para complementar, um príncipe infernal absurdamente frustrado por não ter conseguido matar o maldito anjo que encontrara na estrada.

-Nenhum dos senhores poderia talvez me acompanhar? Sou um viajante de alguma posse, posso recompensar aquele de vocês que se dispor a irem comigo... se não estiverem muito ocupados trabalhando para quem quer que seja que vocês sirvam.

Talvez conseguiria separar o grupo, e ainda obter informações sobre o líder daquela pequena vila e sobre seu exército.


off: pura 100dução
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Jure em Ter 15 Maio 2012 - 20:44

Um dos soldados mais jovens esboça reação, mas o "experiente" logo toma a frente.

-- Ninguém se importa. Some. -- Ele franze o cenho e olha com desprezo e desdém para Ashk. É um lembrete do enorme potencial da raça humana, uma espécie capaz do maior altruísmo, e do pior egoísmo.

Parece incrível, mas nem toda a lábia profana de Ask parece capaz de dobrar a diligência desses três. Ou ao menos, do mais experiente. Os outros dois são visivelmente cegos de obediência e...bem...nenhum deles demonstra a menor inclinação de sedução...

Os soldados voltam para o estado de prontidão ameaçadora, com armas em punho preparadas para o combate, se necessário. É uma questão de escolher manter o jogo de nervos, ou arriscar no jogo físico...em ambos há clara vantagem para eles.

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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por Venta em Ter 3 Jul 2012 - 21:57

-Ora, vamos lá! Se o ouro não lhes interessa, tenho tantas outras coisas boas a oferecer! Como, por exemplo... - disse de forma animada enquanto punha sua perna esquerda um tanto adiante e esticava sua mão esquerda para o alto, acima um tanto de sua cabeça mas sem chegar a esticar muito o braço. Olhou também para sua mão, tentando não dar impressão do que estaria a fazer em breve: em um saque violento, removeu sua adaga da cintura puxando o braço direito com violência para trás e jogando-a com violência contra o guarda que aparentava maior experiência e idade, mirando-lhe a garganta e movendo seu lado direito também para frente, firmando sua perna.

Logo após fazia algo semelhante com sua adaga esquerda, mas fazendo com que esta tivesse um movimento circular contra os rapazes, ao invés da investida em linha reta de sua gêmea. Os malditos aprenderiam em breve como tratar um príncipe do inferno.

OFF: AdagaD em linha reta contra a garganta do mais velho, AdagaE circular da esquerda pra direita contra o mais próximo, intendendo demonstrá-los o perigo de se aproximarem de Ahsk.
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Re: Ruas de Kannin

Mensagem por GM Jure em Sab 11 Ago 2012 - 14:30

As lâminas gêmeas cortam o ar e encurtam a distância entre os soldados e o ashtaar. Ódio, determinação e um pouco de recalque as impulsionam em direção a seus alvos.

E logo quando o sangue era certo, ou ao menos esperado, ele falha em sua função de deleitar a criatura das trevas. O som de metal se chocando surge em seu lugar.

Os olhos do soldado mais velhos sequer haviam deixado de focar no corpo de Ashk. Está claro que ele não é um qualquer que se deixa levar por engôdos ou ilusões. Com um movimento de alabarda, ele afasta a lâmina.

E a adaga circular...talvez tenha sido sorte, ou qualquer coisa que o valha. Uma dessas pegadinhas do destino, que para alguns soam mais como a mais pura coincidência...talvez até uma certa armadilha meticulosamente calculada e projetada...não por alguém, mas por "algo".

Em um golpe de puro susto, o desavisado soldado eleva seu escudo ao perceber que seu superior havia sido atacado. Um curtíssimo espaço de tempo, suficiente apenas para instintos.

E esse fator sorte...ele é cruel. Com o movimento de escudo o soldado se desequilibrou e enroscou a espada na corrente da adaga.

Passado o susto o terceiro soldado logo percebeu a outra corrente e tratou de puxá-la. E, com o entrosamento e disciplina ambos os soldados puxaram Ashk para baixo. Eles fazem força suficiente para derrubá-lo, e ainda cair em uma pedrinha...

Enquanto isso, o soldado mais experiente avança para uma posição segura e soa um apito estridente.

-- Odeio quando resistem. -- Grunhe antes de tornar a apitar.

OFF: Pois é camarada...você deu bastante azar nos dados...só pra constar - 3 turnos até o reforço chegar...seja rápido!

ah sim...desconta 2 de hp e você ganhou uma ferida marota no rosto...nada que sua regeneração não restore...

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Re: Ruas de Kannin

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