Ruas de Jilya

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Ringo em Sex 27 Jan 2017 - 4:05

- Rubi, então esse era seu nome.- 

Rubi me cumprimentou sua pegada era firme uma característica incomum para uma filha de um lord, a meu redor os sapos começavam a cantar anunciando  assim o inicio da noite, o sou se despedia no horizonte vagarosamente escondendo sua face  sob alguma das montanhas, seu ultimo rastro iluminava o céu de laranja naquele instante,   tive a impressão de que  Rubi ficou com o rosto corado. - "e só o reflexo da água" - pensei enquanto mantive meu sorriso, desta vez mais contido. 

- ótimo, fico feliz em saber que você sabe acender uma fogueira - disse tranquilamente enquanto soltava a mão da amazona, admito que tive que fazer um pouco de esforço para focar minhas atenções em algo mais além daquela moça, mas era um esforço que se fazia necessário por hora. Calmamente comecei a observar meus arredores, em busca de algo que pudesse ser utilizado para o que tinha em mente. - Se não se incomoda, vou procurar lenha. -  tornei a falar - Eu sei que nunca e bom quando um estranho te abando sem qualquer explicação, então continuarei a falar contigo de onde quer que eu esteja, assim tu vai saber aonde eu estou. - disse quando passei ao lado dela a caminho de mata adentro.

Creio que caminhei não mais do que 15 passos, o barulho do riacho ainda era nítido, bem como o tilintar da armadura de Rubi, que ocasionalmente era ouvido com certa clareza. -  Não quero parecer atrevido, mas há algo que me intriga. O que faz uma lady fora de seus domínios? - gritei enquanto meus olhos fixaram-se em  cipós  que estavam a minha frente, calmamente tratei cada um deles dando um leve puxão, não demorou muito para eu perceber que tratava-se de raízes de trepadeiras que cruzavam todo o caminho da copa das árvores até o solo, e após um puxão, um barulho seco indicou que uma daquelas raízes já estava seca -"e este que eu quero." - com cuidado segurei aquele cipó com as duas mãos e puxei com toda a minha força, não uma, nem duas, mas sim três vezes até que ele se partisse de maneira abrupta, na verdade, tão abrupta que eu desabei ao solo como boa parte do cipó caindo sob minha cabeça. Deitado no solo úmido do pântano contive meu riso bobo e agradeci aos céus pela mata ser alta o suficiente para a garota não ter visto aquele momento tragicômico, e para me certificar apenas falei alto.

- Esta tudo bem, encontrei o que eu queria! - retirei o cipó do meu rosto e me levantei, sacudi minha jaqueta e me recompus o mais rápido que pude, talvez tenha sido o impacto no meu rosto, mas agora eu sentia um cheiro adocicado e agradável que trespassava por entre as folhas que ocasionalmente  cediam espaço a calma brisa do final de tarde, um pouco intrigado com aquilo e segurando a risada  enquanto pensava no recém ocorrido tratei de enrolar a raiz seca afim de facilitar minha locomoção para aonde seria por esta noite, meu assentamento.

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-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Rubi Make em Seg 30 Jan 2017 - 12:55

Digamos que acender a fogueira seria mais fácil do que o esperado, pois Danton fora buscar as lenhas e o que sobrará a mim fazer sobre isso? Apenas me aderir a preparação do local.

Com o pé tirei a sujeira mais agressiva e com as mão limpei bem o local, retirei minha espada e a encostei no pequeno pé de pinha de no máximo 3 metros de altura e era sobre a sombra desta que estávamos nos conhecendo. Ajoelhada e passando a mão sobre o solo seco, havia feito quas que um circulo perfeito, a julgar pelo olhar, este que havia a parte periférica bloqueada pelos cabelos loiros balançando pelo movimento corporal e levemente pela brisa que correria no local.

- O que faz pensar que sou uma Lady?-

Respondo para não o deixar falando sozinho, mas fico me perguntado se pelo fato do meu pai ser um Lord poderia influenciar na sua opinião sobre mim.

Fico mais alguns minutos limpando o local e escuto o barulho ali perto, olho para mata e dou um sorriso ao ver que fora Danton e que ja estava tudo bem.

-Achou o que procurava?-
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Ringo em Ter 31 Jan 2017 - 2:22

- Eu acredito isso pois sua armadura e muito cara para um camponês – respondi calmamente enquanto caminhava por entre a mata – Também  imagino que alguém muito bom te treinou com essa espada, do contrario não estaria andando por ai sozinha -  com o cipó enrolado e preso sob meu braço comecei uma nova cruzada particular se é que posso colocar as coisas assim, não é exatamente a coisa mais fácil do mundo encontrar madeira seca para uma fogueira no meio de um terreno tão... molhado. Meus olhos caçavam madeira seca, e sempre quando eu via algum pedaço que parecesse útil tentava pega-lo, para então perceber que meus olhos foram enganados,  foi bem frustrante para falar a verdade, toda madeira que parecia ser boa estava encharcada demais para pegar fogo.

Foi então que eu olhei um pouco mais para cima e percebi que meus olhos só estavam procurando no lugar errado, há alguns metros para cima, galhos secos ficavam presos entre as árvores, a vegetação era tão densa, que os galhos maiores simplesmente ficavam presos e não caiam, foi então que tratei de improvisar uma ferramenta rústica com um dos pedaços de madeira encharcados do solo e com toda paciência comecei a empurrar os galhos mais secos até que estes estivessem ao meu alcance  -  Mas o fato do seu pai ser um Lord como você bem disse acho que é o maior indicio – Eu mantinha um sorriso, não queria parecer zombeteiro ou atrevido, porém não haviam maneira mais óbvia, ao menos para mim, de que esta era a resposta mais adequada para aquela ocasião. - “Este cheiro de novo...” - O vento novamente soprava por entre as folhas trazendo consigo aquele odor peculiar, toda vez que eu inalava tentava adivinhar as notas daquele perfume -”mel, parece com mel... não, é um pouco mais cítrico  e talvez um pouco florado...” -  pensei enquanto o último galho seco caiu no chão em um estampido surdo.

Já no caminho de volta encontrei um pequeno cupinzeiro, ele estava quase ao nível do solo, e eu não sabia dizer se havia cupins ou não, já estava escuro demais para eu verificar, e para ser bem sincero eu também não tinha nem disposição para isto, tudo o que eu pensei foi em pegar um pedaço e foi o que eu fiz,dei um ráṕído chute na estrutura que, como previsto, desmanchou-se em vários pedaços, cuidadosamente selecionei apenas os maiores e os coloquei no topo da minha pequena pilha de lenha.

Agora me parecia um bom momento para regressar até Rubi, a passos largos com um cipó enrolado sob meu braço e carregando vários pedaços de madeira.. Ah! E um pedaço de cupinzeiro, não sei se a amazona iria entender o motivo de ter pego tudo aquilo, mas seguramente ela ia me agradecer mais tarde.

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-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Rubi Make em Sab 4 Fev 2017 - 21:36

O chão já estava pronto quando começo a escutar as palavras de meu mais novo companheiro de momento. Fico semi ajoelhada, mantendo o peso sobre a perna esquerda e equilibrando com a direita a frente, começo a tirar algumas partes da armadura, iniciando pela capa vermelha que a enrolo e coloco mais separada ao lado, um pouco longe da fogueira por precaução. Desamarro a cinta que prende a bainha da espada e junto com ela coloco encostada a uma pedra um pouco maior que um coco verde, esta não fugia de minha vista, afinal, oque é uma espadachin sem sua espada? 
 
Os componentes que compõem o restante da proteção, também são tirados, braços e ombros agora estavam livres para melhor manusear os instrumentos que seriam trazidos para a fogueira.
 
-Boa resposta! Vejo que é um bom observador. -
 
Apesar do título herdado, não gostava de me intitular assim, sempre preferi ser chamada apenas pelo nome, ou melhor, pelo sobrenome.
 
Os braços amostra deixariam qualquer observador em parafusos, como pode uma espadachim com armadura intacta e sem um arranhão ou marca de lutas.
 
-Sou sim uma Lady em direito, mas não usufruo de tal titulo e nem me comporto como uma.-
 
Falo enquanto o vejo novamente se aproximar e nossa, que homem, que elegância, que forma de falar, de olhar...
 
Levanto-me para tentar tomar a postura, mas sendo um bom observador como eu percebi que ele é, sabia que não ia conseguir disfarçar muito tempo e ele ia perceber. Estendo os braços para pegar as lenhas e iniciar a missão que fora me dada.
 

Ao pegar as lenhas ainda com um tom sério, indago: - Hoje sou mais para uma andarilha do que para uma Lady.-
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Ringo em Seg 6 Fev 2017 - 4:36

Finalmente cruzei a ultima camada de mata agora estava claro para mim a origem daquele odor, era a Rubi que havia removido sua armadura e, ao faze-lo revelou seu perfume, era uma fragrância exótica e única - "Não é possível que ela tenha esse cheiro tão bom, é quase hipnótico, e como se esse perfume  estivesse vestindo ela e só agora que ela tirou as camadas de  aço posso ver, quero dizer, cheirar agora com clareza. Devo estar  delirando...  Mas se eu estiver que os deuses não permitam me acordarem, este cheiro é muito bom "-  Naquele instante  parecia que eu não era o único que pensava daquela forma, Rubi estava tão atarefada com seus afazeres que nem sequer notou os pequenos vaga-lumes que pareciam travar uma luta particular para descobrir quem iluminaria melhor a amazona, eles  ora ziguezagueando, voavam em círculos e chegavam até mesmo voar o mais alto possível talvez numa tentativa de se passar por uma estrela, a verdade é  que, ao meu ver, o vencedor daquela disputa era a lua que cobria de prata tudo aquilo que sua face tocava. Não vou negar, eu ainda estava com a impressão de que estava diante do desconhecido, era isso ou acreditar que tive uma intensa, rápida e repentina atração por uma total desconhecida.  

- Desculpe a demora, cá esta a lenha - Tive que me esforçar para não me permitir entrar em um devaneio e me perder em um universo paralelo maluco que só minha imaginação era capaz de produzir.  -Imagino então que não devo te chamar de Lady então? - me permiti perguntar.  Rubi havia se aproximado de braços estendidos, havida para pegar a lenha que eu havia conseguido, ela agiu rápido, quase de maneira abrupta, como se quisesse esconder algo de mim o que só havia me deixado ainda mais curioso, todavia, optei por  guardar minha curiosidade comigo. Entreguei toda a lenha para ela e cuidadosamente coloquei no chão o pedaço de cupinzeiro.  

-Se  você precisar de ajuda estou aqui... - falei ao me virar e caminhar em direção ao rio com o pedaço de cipó  já em minhas mãos,  não foi muito fácil no começo, tive que forçar um pouco com a ponta da unha do meu polegar para sair a primeira lasca, após isso, puxei-a cuidadosamente formando assim uma grossa fita de cipó de não mais de 1 metro, fiz e refiz este processo até ter a quantidade que julguei ser necessário, ocasionalmente eu olhava para Rubi com o canto de meu olho,  apenas para me certificar de que ela ainda estava ali. Com as fitas em mãos comecei cuidadosamente a trançá-las em algo, digo isto pois o resultado alcançado foi muito distante do resultado pretendido, afinal, eu não podia chamar aquilo de "cesto de cipó" mas agora era tarde demais para refazer. 

Sem dizer uma palavra caminhei para a parte aonde o córrego fazia a curva, lá, próximo aquela grande pedra, e com água nos joelhos abaixei-me e coloquei meu cesto improvisado colocando pedras nele para que não saísse sendo arrastado pela correnteza, sua boca estava virada em sentido contrário a direção das águas e seus vãos foram feitos grandes o suficiente para que a água passasse por ele sem grande dificuldade -"Bom, chegou a hora de pescar..."- 

Voltei a terra firme, e novamente em silencio para próximo a amazona, e de costas para ela me abaixei, peguei algumas pedras grandes e pesadas, e comecei a arremessa-las em direção a parte funda do riacho, uma após a outra.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Azetlor em Ter 7 Fev 2017 - 0:21

Rubi Make e Ringo:

Rubi começava a arrumar os pedaços de madeira para logo poder acender a fogueira enquanto aquele homem que acabara de conhecer pescava a margem d agua. Quando repentinamente algo parecia puxar a linha de Daltom com tanta força que parecia que quase o leva para dentro do lago pantanoso. Então uma criatura emerge das profundezas, parecia ser algum tipo de monstruosidade a aquática gigantesca, cuja parecia se assemelhava a um peixe estranhamente deformado que logo sai para superfície tenta fincar suas presas em Dan ainda com a isca em sua boca, mas acaba por errar aproveitando o impulso para voltar para a água. Este monstro parecia possuir uma força descomunal ainda tentava o puxar o guerreiro de forma selvagem.

Inimigo:

HP: 30/30

Força: 4
Habilidade: 1
Velocidade: 3
Resistência: 3
Inteligência: 3

Balística: 0
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Ringo em Sab 11 Fev 2017 - 7:13

Uma a uma as pedras saiam de minha mão, cruzavam o ar  para então serem engolidas pelas águas do riacho a minha frente, naturalmente naquele momento eu estava um tanto quanto preocupado quanto a minha estratégia de pesca, afinal, eu não fazia idéia de quanto tempo eu teria que ficar ali, mas, pedra a após pedra fui percebendo que cedo ou tarde meus esforços dariam frutos, bom,no pior cenário, o plano B era nadar mergulha na parte mais funda e coletar os camarões que ocasionalmente nadavam até a margem em busca de alimento, este era o plano B, eu esperava não utiliza-lo, afinal, eu já não estava mais sozinho ali.  
 
Rubi parecia estar atarefada com sua nova empreitada, se é que posso colocar as coisas assim, eu realmente queria entender o que se passava dentro da cabeça daquela amazona, na verdade, quando a observei anteriormente com o canto de olho ela parecia tão concentrada que tive a impressão que ela estava começando uma cruzada pessoal contra a lenha, quase como se a vida dela dependesse daquele fogo, sim, eu sei o quanto estranho e fazer essa associação, mas foi o que de fato me pareceu, a jovem guerreira realmente estava querendo provar o seu ponto com aquilo, fosse ele qual fosse, o que era bem engraçado, diga-se de passagem, afinal,  ela não devia nada a ninguém, a troco de que tanto esforço?
 

Por alguns instantes, aquele estranho silencia que já estava começando a marcar presença no nosso acampamento só era quebrado pelo som córrego engolindo calmamente  os pedregulhos que eu arremessava, até ali, não havia qualquer indicio de que um peixe grande iria simplesmente pular para fora. Primeiro pensei que devido ao inicio da noite, e a perturbação que eu estava causando no leito natural do riacho eu o havia assustado, forçando-o a partir em desespero para fora de seu habitat, eu não poderia estar mais errado. Demorei meio segundo para percebe aquela boca imensa, aberta, e cheia de dentes vinda na minha direção, infelizmente já era um tanto quanto tarde para qualquer outra reação que não fosse tentar me proteger, ergui meus braços em um movimento inconsciente e os cruzei um sobre o outro, em forma de x e encolhi minha cabeça, o possível alvo daquela coisa, entre eles. 


–“Não quero ser desrespeitoso mas  tenho que dizer, eu avisei que ia acontecer alguma coisa muito errada! Avisei que estava tudo muito calmo... Só me explica o motivo de você ter baixado a guarda.”- Tal qual um grilo falante, minha consciência sussurrou na minha orelha mais uma vez,sem tempo para responder com toda a educação que minha conciencia merecia, apenas respirei fundo uma ultima vez  e me preparei para o pior.

mode off:
Utilize o meu movimento de luta "Apropriação" para realizar o bloqueio  e as pericias de combate desarmado.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Rubi Make em Seg 13 Fev 2017 - 12:35

Quase tudo preparado, só faltava acender a fogueira que estava em forma piramidal no chão de forma que daria lugar par a chama se propagar e não abafar. Levanto e pego a espada, como não estava afim de voltar a idade da pedra lascada e usar pedras para fazer a fogueira, optei em avançar alguns milênios até a era do metal e sim, de metal eu entendia. Iria raspar a espada na armadura que protegia minha perna esquerda, forte e rápido o suficiente para que " de lasca" ela criasse a faísca necessária para acender o fogo.

Havia me preparado para tal feito, quando vejo um pequeno peixe tentando fazer de meu companheiro seu jantar. Papéis inversos? Bom, deixamos as filosofias de lado e partimos para a ação. Eis que ao ver o peixe indo em sua direção, me desloco em tamanha proporção, para evitar o pior, deveria ser tão precisa quanto rápida e ao me aproximar invisto um golpe com a espada criando uma meia lua na vertical, o movimento foi bem parecido com o de um jogador de golfe tentando lançar a bola o mais longe possível, este movimente tinha como objetivo cortar a corda que ligava meu companheiro ao peixe. O fio da espada, cortava o vento e passou pela terra do chão sem maiores problemas.


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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Azetlor em Sab 18 Fev 2017 - 19:39

Ringo e Rubi make:

O guerreiro por puro instinto tenta bloquear a investida inesperada daquela criatura aquática cujo impacto de seu pesado corpo acaba por derrubar Daltom ao chão o deixando a sua mercê, mas aproveitando aquele momento Rubi avança com espada em punho deferindo um golpe direto com sua lamina na criatura deixando um profundo corte que fica em terra, mas mesmo em terra a criatura avança se debatendo para tentar abocanhar o guerreiro que estava alguns metros dele. A criatura mesmo ferida parecia obstinada em atacar aquele que perturbara em seu habitat, ou talvez houvesse algo de errado para que um criatura aterradora estar num lugar tão improvável.  


inimigo:

HP: 24/30 (sangramento grave: -2HP)

Força: 4
Habilidade: 1
Velocidade: 3
Resistência: 3
Inteligência: 3

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Re: Ruas de Jilya

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