Ruas de Jilya

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Ruas de Jilya

Mensagem por Saphira Odin em Dom 13 Set 2015 - 1:48


____________________________________________________________________________
( Ruas de Jilya)

As ruas são movimentadas, apertadas e cercadas de edifícios de diversos tipos. Tem sempre algum vendedor ambulante por entre as pessoas gritando suas mercadorias e é claro, trombadinhas. Passar por aqui é, literalmente, um aperto

OFF: (ichirou)
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 14 Set 2015 - 0:12

-- E se eu lhe disser que eu conseguiria fugir do décimo andar sem ficar machucada? E olha que sou uma criança de cinco anos, que dirá um adulto. Sim, não podemos deixar que ele fuja!


Júlia Moreira olha de forma séria para Lacorte.


--Sim, quero que garanta não deixando ele fugir de forma alguma! E devo lembrar que ladrões são ótimos escaladores?


Júlia Moreira olha para Lacorte e dá um sorriso e começa a tentar arrombar a porta pela fechadura, pois arrombar chutando iria fazer barulho e poderia fazer com que o inquilino ficasse assustado e fugisse e essa não era a ideia.


"Devo dizer ao inquilino que ele esqueceu a porta aberta ou devo falar que fui eu que consegui abri a porta? Realmente vai ficar abismado ao saber do que eu sou realmente capaz. Mas tem uma coisa que não estou me lembrando do que o rapaz disse...droga não me lembro... ele falou que o queria, mas não me lembro se era vivo ou morto ou se pouco importa...será que o Lacorte lembra? Depois eu pergunto para ele!"

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Seg 14 Set 2015 - 23:40

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte

Matheus escutava a menina em silencio, então ele respira fundo e fala para a garota: - Então vou esperar pelo infeliz próximo a janela, mas tenha cuidado. – o rapaz então corre pelo corredor descendo pelas escadas para se posicionar em seu posto. A jovem se coloca a tentar o arrombar a porta, e com sua força ela derruba a porta se deparando com o criminoso que se encontrava a esculpir algo em um pedaço de madeira, o homem que trajava vestes simples com susto de forma quase automática pula pela janela.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por juliamoreira2004 em Ter 15 Set 2015 - 11:08

"Ah! Você não vai escapar mesmo! Muito trabalho para não te pegar é ruim hein!"


Júlia Moreira também pula pela janela e se transforma no Dragão-Demoníaco em pleno ar e voa em direção ao criminoso e o agarra com suas garras da frente e procura por Lacorte o agarra pela parte traseira e voa o mais alto possível que consegue dando uma altura razoável que o criminoso saiba que se pular é morte certa. Depois de Júlia fazer isso, ela olha em volta para verificar se é noite ou dia.


"Incrível, realmente é muito bom voar, quanto tempo que eu não fazia isso? Sentir esse cheiro diferente. Como é bom ser eu mesmo, não é? A garotinha me serve para muita coisa, mas é apenas uma humana muito forte, mas apenas uma humana. O bom de estar na forma dela é que acham que sou uma pessoa inofensiva e isto me trás muita vantagem! Agora minha forma verdadeira assusta até mesmo os deuses!"


Júlia Moreira em sua forma de Dragão-Demoníaco dá uma risada abissal capaz de assustar até mesmo alguns demônios. E depois irá até onde o senhor falou que estaria e irá jogar o criminoso e Lacorte pela janela onde o senhor disse que estaria. E depois iria procurar um lugar onde ninguém a visse para poder voltar a se transformar em uma criança para depois ir bater na porta do senhor que os contratou para esse serviço.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Qua 16 Set 2015 - 1:07

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte
 

Quando a jovem em sua forma de dragão agarra o criminoso em pleno ar fazendo o homem assustado se debater desesperadamente. Alguns metros se encontrava Matheus que esperava por sua companheira, aparentemente estava muito impressionado com a demonstração que a garota fizera de sua forma monstruosa o pegando também o lançando com juntamente com  o prisioneiro pela janela da hospedaria lançando o em um quarto vazio então ela desce em um beco próximo onde retorna a sua forma anterior adentrando em seguida no estabelecimento onde o rapaz já esperava por ela na recepção com o bandido devidamente amarrado: - Precisava fazer isso quase nos matou com esta brincadeira, devia ter mais cuidado.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por juliamoreira2004 em Qua 16 Set 2015 - 12:42

- O importante é que ele está devidamente capturado! E pelo visto você não está bem? E nem ouse falar o que você viu para ninguém. pois se fizer terei o prazer enorme de engolir...se é que me entende engolir suas palavras.


Júlia dá uma risada e olha para o criminoso e verifica se ele está fazendo algum movimento suspeito.



- Nem tente se mover, pois e fizer isto, pode ter certeza que sua cabeça será decapitada e posso afirmar que não sentiria nenhum remorso. Lacorte, afinal, era para entregar ele vivo ou morto?



Júlia olha na recepção e sempre de olho no criminoso e dá detalhes do homem que ela quer que venha até o salão da recepção.



- Rápido moça, ainda tenho outros serviços a fazer!


Júlia olha de forma fria diretamente nos olhos do criminoso e fica prestando atenção nos movimentos do criminoso. Ela retira o machado e fica segurando, e, caso, ele tente se mover, ela colocará o machado perto do pescoço do criminoso.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Sex 18 Set 2015 - 0:45

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte

Aparentemente o criminoso estava bem intimidado pela jovem, quando ela olha diretamente para ele com o machado em mãos, o criminoso começa a suar frio a olhando bem assustado: - Quem diabos são vocês dois?  – pergunta o prisioneiro muito espantado pelo modo que fora capturado, se percebia que estava muito tenso. Matheus empurra o criminoso para perto do Balcão onde se encontrava atendente com uma cara muito impressionada de ver duas crianças com um homem amarrado diante dela. - Em que posso ajuda-los? Mas diga por que este homem se encontra amarrado deste jeito.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por juliamoreira2004 em Dom 20 Set 2015 - 9:57

- Somos caçadores de recompensa senhora! E este homem é um ladrão! Então chame logo o homem que eu descrevi. A não ser que queira que eu corte a cabeça desse bandido aqui na recepção. E que aqui fique sujo de sangue! Creio que as pessoas não irão acreditar muito que uma criança de cinco anos matou um adulto! Então chame logo!!

Júlia Moreira olha de forma fria para a recepcionista e dá um sorriso com o canto da boca.

"Se ela realmente quiser me testar, ou tentar me enganar com certeza será a próxima a eu matar. Mas não falarei nada, quero saber se ela é ou não de confiança!"

- Amigo, será que o senhor chega rápido?

Júlia continua olhando para o criminoso e verifica as cordas.

- Nem tente se mover homem! Lembre-se do que eu disse, se fizer qualquer gracinha é um homem morto!

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Seg 21 Set 2015 - 0:54

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte
 

A atendente então chama um dos funcionários que se encontrava próximo da bancada de madeira para falar com ele: - Vá ao quarto quatorze e chame o Arquibaldo stix e diga que tem alguém querendo lhe falar. – Logo o rapaz vai em direção a escadaria retornando com o homem que os contratara acompanhado de três guardas, o nobre parecia bem impressionado pela rapidez da execução do serviço. – impressionante, pedirei para que os soldados guardem o prisioneiro até amanham, mas digam como conseguiram esta proeza? - os soldados se colocam ao lado do prisioneiro segurando-o pela cordas para que ele não tenha chance de fugir.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por juliamoreira2004 em Ter 22 Set 2015 - 12:53

- Nós somos profissionais no que fazemos.

Júlia sorri para o homem


- Primeiro pensamos em uma estratégia - mente Júlia - E então fomos na taverna e eu disse que era filha dele e o taverneiro me disse onde ele estava. Percebemos que tinha gente no quarto, então disse para Lacorte esperar lá fora, mesmo ele acreditando que o rapaz não fosse maluco de fugir pela janela. Mas eu já vi gente fugindo pela janela, então pedi para que ele ficasse lá embaixo. Quando encostei na porta ela foi abaixo, algum problema na porta e o ladrão fugiu pela janela e meu amigo Lacorte o prendeu com uma corda. Mérito é todo dele! Sem ele, nada disso teria acontecido.

Júlia sorri para Lacorte e dá uma piscadinha.


"Aproveite, não sei se você gosta de fama, mas joguei como se você fosse o herói, ficaria complicado falar a verdade!"


Júlia torna a olhar para o senhor e sorri.


- Somos apenas crianças!!

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Ter 22 Set 2015 - 23:33

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte

Os guardas começam a levar o prisioneiro em direção à escadaria que aparentemente levava para o andar acima, onde provavelmente haveria um quarto onde seria mantido: – Se vocês não se importam eles o levaram para onde possa ser vigiado. – Diz Arquibaldo stix enquanto tirava um pequeno saco de moeda de suas vestes colocando sobre o balcão. – Como prometi pagarei a estada de vocês nesta hospedaria, mas falando nisso oque querem como recompensa por completarem esta captura. – O rapaz olha para Julia com um sorriso de satisfação, voltando a olhar para o nobre. – Eu quero minha audiência com a rainha Petra, com você havia me prometido. - Logo o homem se dirige ao dois deforma calma se encostando no balcão. - A recompensa dos dois será dada a vocês quando retornarmos a Pejite, então por enquanto vocês dois ficaram hospedado por minha conta. - Então a recepcionista pega uma chave que se encontrava pendurado colocando sobre o balcão. – então Arquibaldo stix a pega a dando ao rapaz. – Ficaram num quarto próximo de onde manteremos o prisioneiro, mas não se preocupem os soldados cuidaram dele, será no quarto treze que ficara entre meu quarto e do nosso convidado.

off:
Receba 35 EXP por completar este objetivo, já creditado em seu perfil., continuara no link: http://zephyr.forumeiros.com/t2850-hospedaria-do-krios


Última edição por Azetlor em Sex 2 Out 2015 - 23:00, editado 1 vez(es)

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Qui 15 Out 2015 - 7:20

E já era mais um dia, eu acordava e estava em um beco, sozinho, bem fedido, mas acho que eu estava fedendo mais a rum do que o beco. Me levanto devagar meio tonto, e com uma pequena dor de cabeça, olho em volta e vejo minhas coisas, minhas armas estavam lá, espadas em bainhas uma em cada cintura e minhas pistolas no peito,  olho mais uma vez em volta e vejo uma garrafa perto de onde acordará, fui até ela a peguei e li o rótulo, "RUM" estava escrito.

Pensamento- Hmmm...outra noite de bebedeira...por que não me surpreendo de estar aqui? Ha ha Rum não tem hora!"

Eu jogo a garrafa longe que quando bate no chão se quebra pela metade. Eu levanto as mãos com a palma na altura do rosto e aciono minhas lâminas, é estavam ali também, mas sentia que estava esquecendo algo, então me lembro: meu ouro!
Começo a procurar em meus bolsos, na minha mochila e no beco. Eu achei ela bem onde estava antes, pelo menos do que eu lembrava, estava na minha bolsa mesmo. Eu abro o pequeno saquinho de couro com uma cordinha que o fecha e olho o ouro lá dentro, 1, 2, 3...
Comecei a contar o ouro e no fim ainda havia 50 peças de ouro.


Pensamento- Só 50?! Preciso de mais, isso ai não dura 1 mês


Eu fecho o saquinho com a mesma corda e o guardo em segurança na bolsa, coloco meu capuz branco de assassino, pelo menos meu pai era um já eu não posso falar muito, e me dirigia para fora do beco, com sorte achava algo de interessante para fazer neste dia.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Não é o Diff em Qui 15 Out 2015 - 15:23

Após dirigir-se para fora daquele beco escuro, o brilho do sol atingiu Osway e se passou quase um minuto até que seus olhos se acostumassem com a luz, tal iluminação só serviu para atenuar sua dor de cabeça proveniente da ressaca, porém isso não o atrapalhava ou incomodava muito, já estava acostumado com isso.

Era tarde já, as ruas estavam movimentadas com pessoas que resolviam suas vidas, as vozes se misturavam num único som desuniforme que dispensava melodia ou harmonia, tornando-as murmúrios incompreensíveis.

Em meio a todo aquele caos ordenado e mecânico, algo reluzia de forma linda e atraente, uma moeda de ouro no chão (1PO). Ao que Osway se aproximou para melhor inspecionar e, eventualmente, coletar, um homem rabugento pisou na moeda violentamente e gritou:

- ISSO É MEU, NEM PENSE EM TOCAR!

Era um homem baixinho e gordo, que tinha um bigode feio e uma cara redonda, porém suas vestes diziam que não só ele não era daquela pequena cidade, mas também que ele era podre de rico.

O homem pegou a moeda que Osway tinha se abaixado pra inspecionar e saiu andando meio que apressado, porém pelo tamanho das suas pernas a sua pressa não parecia fazer muita diferença no quão rápido ele se movia.

Parecia uma boa presa, ouro fácil, porém ele podia muito bem ser menos inofensivo do que aparentava, sempre havia a chance de tudo dar horrivelmente errado, em qualquer crime.

E haviam outros comércios, outros alvos, talvez ele pudesse deixar esse passar, porém a oportunidade era clara, ele iria aproveitar?

Off: Caso não notou, é sua escolha, você escolhe o que fazer depois disso.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Hai Meili em Qui 15 Out 2015 - 15:51

O sol estava agradável durante aquele dia, parecia uma boa oportunidade para conhecer a cidade. Aquela região era muito agradável para mim, uma vez que minha criação foi cercada por humanos. Aquele lugar tinha muitos mestiços e non-humans, minha aparência "anormal" para os padrões da humanidade não passava de só mais uma no meio de várias outras. Por mais que achasse os humanos sexy, não significa que eu fico 100% a vontade quando estou rodeado por eles. Não ser olhada como estranha era o principal motivo que me fez visitar Jilya, mas não o único, aquele era uma das etapas para começar a viagem na direção do Norte. Não sei exatamente por que estou tentando chegar em Lorien, mas minha intuição gritava de que lá era o lugar onde eu me tornaria a aventureira que tanto sonhei. Dei uma boa espreguiçada na porta de hospedaria antes de começar a andar, sacudi o cabelo para desembaraçá-lo e o prendi com uma fita verde, ajeitei minhas antenas e peguei minha bolsa de moedas.

- Ah...eu me esqueci deste detalhe!

Minha última moeda tinha sido gasta com a hospedagem e comida. Era impossível impedir a desanimação que me acertou ao chegar a bolsa de dinheiro. Coloquei a bolsinha vazia de volta no bolso, estava sem nada para a viagem. A comida havia acabado, a mochila sido furtada e agora não tinha sobrado nem mesmo uma peça de bronze. "Hora de conseguir algum dinheiro", pensei comigo, "agora ao menos você tem um objetivo". Ter um objetivo tão exato me deixava animada para agir novamente. Não iria deixar um problema tão pequeno como esse me abalar emocionalmente!

- Mas antes de tudo! Vamos conhecer a cidade! Depois eu descubro algum jeito de arrumar algumas moedas!

Comecei a caminhada pelas ruas de Jilya em busca de qualquer coisa interessante. Parecia uma turista indefesa procurando por atrações. Meu sorriso ainda era largo e, modéstia a parte, encantador. Eu podia afirmar com quase toda a certeza de que eu era a louva-a-deus mais linda daquelas redondezas!
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Qui 15 Out 2015 - 16:08

Certamente não gostei nem um pouco da atitude do homem que havia me impedido de me apossar daquela cintilante moeda, em outras circunstâncias ele poderia já estar morto com um tiro bem na fuça gorda dele, mas uma coisa parecia clara, a que ele tinha muito ouro ou trabalhava para alguém que tem muito ouro.

Pensamento- Hunf, é o típico rico gordo que recebe uvas na boca por belas mulheres, he ele deve ter vivido bem, menos um deles no mundo não iria fazer mal, e menos um deles pode ser mais ouro no meu bolso he he, só ele pode valer muito mais ouro do que centenas de lojinhas por ai.


Assim que o suposto gordo rico tomasse uma distância mais segura começaria a segui-lo, caminhando normalmente e me misturando na multidão e tomando cuidado com ameaças como guardas de Pejite, não iria voltar para a prisão tão cedo novamente, amenos que eles passassem pelas minhas lâminas, balas e conseguissem me pegar he he.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Não é o Diff em Sex 16 Out 2015 - 8:43

Oswald Kenway:

O velho gordo começou a se afastar entre a multidão, sem olhar pra trás ou prestar atenção a sua volta, o que era notavelmente estranho para um membro da alta sociedade, visto que eles normalmente são paranóicos quanto a sua segurança e Oswald sabia disso, porém isso seria algo que ele julgaria mais tarde, então começou a discretamente seguir aquele homem.

Oswald era um mestre da discrição, sabia se mesclar com a multidão e passar despercebido, e foi isso que o fez, até que o velho parou na frente de um bar e encostou na parede, parecendo esperar por algo.

Pouco após houve um tremor forte parecendo vir do centro da cidade, porém não pareceu prender a atenção das pessoas por mais do que meio minuto, que voltaram aos seus afazeres em seguida.

Após mais ou menos 10 minutos de espera, Oswald começou a ficar entediado, mas logo apareceram dois homens escoltando um terceiro, porém não era um tipo legal de escolta, e aqueles homens pareciam ser o oposto de alguma autoridade legislativa.

Após a chegada, os murmúrios da cidade movimentada impediam que Oswald entendesse o que estava sendo discutido, porém o homem que havia acabado de chegar implorava pela vida de joelhos com olhos lacrimejando pro barbudo gordo, que parecia responder algo como:

- Devia ter .... nisso antes de .... do Sr. Bohr - Então, Oswald se aproximou mais um pouco para ouvir o resto - A morte será algo pelo qual você implorará quando terminarmos com você, seu lixo.

E um dos homens que trouxeram a escolta, levantou ele puxando pelo cabelo, e, com a ajuda do outro, levou-o em direção ao centro da cidade.

Off: Ainda quer tentar assaltar o velho gordo que parece carregar muitas POs? Ou prefere descobrir o que vai acontecer com o outro cara? Sua escolha.





Hai Meili:

Era um lindo dia, Hai Meili estava animadamente observando todos os cantos de Jilya quando sentiu um grande tremor vindo do centro da cidade, não compreendeu muito bem, mas não prendeu a atenção das pessoas em volta por mais que meio minuto, aparentando não ser algo tão importante.

O que chamou a atenção de Hai, foi o homem que passou ao seu lado em lágrimas, sendo escoltado por outros dois de forma bruta, como um prisioneiro.

Havia muitos pequenos comércios na cidade que provavelmente precisariam de pequenos favores, que então lhe trariam as moedas de ouro que tanto precisava no momento, porém não se ouve canções de bardos sobre pequenos favores para comerciantes com frequência.

A Srta. Meili teria que escolher o que mais importava pra ela no momento.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Sex 16 Out 2015 - 9:27

Estava  um ponto de abordar o gordinho, ignorando o homem choro, mas ai me bateu uma pequena desconfiança, ele andava como se não fosse nada e não fosse ser atacado, será que era vigiado? Ou tinhas mais guarda costas por ai? Eu olho nos arredores, tanto no chão quanto nos tetos de casas e comércios. Nessa enrrolação comecei a ficar curioso a respeito do homem chorando.

Pensamento- O que será que ele fez? pelo que ele falou só pode ser duas coisas: ou esse gordinho mimado fala de si na terceira pessoa ou ele é só um peão no tabuleiro sendo comandado por alguém maior, em tamanho e "patente" haha.


Ai bateu outra sensação: a do DANE-SE, mesmo que ele tivesse mais ouro em algum lugar eu não sei se iria conseguir pegar e se estivesse sendo vigiado era só eu fugir. Então começo a andar na direção do gordinho, apertando o passo, quando estou na sua frente me abaixo para ficar na altura de seu rosto estendo o o braço esquerdo e coloco a mão na parede o qual ele se encostava e começo a falar friamente sem revelar meu rosto escondido pelo capuz.


Fala- Então eu vou ser bem direto: e bom começar a passar cada moedinha dourada que você tiver, e se tiver mais onde? Caso tente qualquer coisa meu amiguinho redondo...


Quando termino a fala levo minha mão direita perto de seu pescoço e ativo a lâmina escondida que fica pressionando de leve seu pescoço,quase o perfurando, então Oswald dava um sorriso de canto de boca e esperava a resposta do gordinho.


Fala- não me faça esperar muito, a lâmina pode escorregar e acabar por termos um acidente he he.


Off: Isso foi tipo um teste de ameaçar. 

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Hai Meili em Sab 17 Out 2015 - 0:23

A cena do homem sendo levado chamou a minha atenção, porém não me despertou nenhum interesse, já havia esmagado a cabeça de alguns criminosos, e a maioria fez a mesma expressão na hora da morte. Eu tinha um foco importante no momento, ganhar dinheiro, e isso era muito mais preocupante para mim do que uma execução ou seja lá o que estava acontecendo. Ajudar os vendedores podia ser uma boa ideia, além de garantir um dinheirinho, já cansei de escutar histórias sobre aventureiros que receberam missões simples de vendedores e acabaram descobrindo um grande mistério ou tesouros. Dei as costas para o homem escoltado e corri na direção dos vendedores, já preparei o meu charme e sorriso encantador, fui na direção do que parecia mais ocupado, talvez tivesse mais chances com esse tipo. Não importava muito o sexo do comerciante, eu já tinha evoluído bastante nas relações interpessoais. A fala já estava pronta, era só chegar perto, sorrir e dizer - Será que não há nada em que esta grande aventureira pode ajudar? - Deixaria com que a minha aparência e fama resolvessem por enquanto.

Spoiler:
Em resumo: Eu escolho ajudar algum vendedor. Fui falar com algum e termino o turno.
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Não é o Diff em Sab 17 Out 2015 - 1:32

Off: P*rra velho, dois erros críticos, olha o dado.

Oswald Kenway:

Oswald se aproximou do velho, que parecia querer acender um charuto antes de se retirar do local, e começou a sussurrar algo, porém sua voz estava rouca e começou a sair alguns ruídos inteligíveis como se ele estivesse com algo preso na garganta e precisasse de ajuda. O velho, curioso, virou-se para o lado, Kenway reagiu tentando retomar controle da situação tirando sua hidden blade e tentando colocá-la no pescoço do velho, porém o que aconteceu foi que ele acabou perdendo o equilíbrio e caindo em cima do velho enconstando sua cara na dele, no que pareceu pra multidão um beijo gay de um casal apaixonado.

Ao cair, a cabeça do bigodudo gordo bateu no chão com força, fazendo com que ficasse inconsciente, tonando assim possível que Oswald pudesse pegar o dinheiro do velho inconsciente, apesar de algumas risadas da multidão depois do acontecido.

Oswald recebe 30 PO e 10 de XP (to achando mt xp pro que aconteceu)

Ao olhar em volta, Oswald percebe alguns comércios, mas a conversa ocorrendo em um deles em específico parecia interessante, era entre um comerciante e uma... mulher louva-deus?





Hai Meili:

Hai Meili atravessou algumas pessoas e foi falar com um comerciante que parecia ter algo que o incomodava.

Após Hai perguntar gentilmente, o comerciante respondeu, despesperado:

- Eu cometi um erro terrível, TERRÍVEL! Eu preciso de ajudar, eu REALMENTE preciso MUITO de ajuda.

O comerciante era um homem pequeno em todos os sentidos, baixinho, extremamente magro, era careca e usava um óculos que era quase maior que a cabeça.

E foi essa parte da conversa que interessou Oswald.

- Eu te darei ouro, MUITO OURO, mas eu preciso muito que você recupere algo pra mim, não... não é aqui na cidade, é fora da cidade, numa caverna, ladrões, eles levaram.. levaram, é algo precioso pra mim, minha vida depende disso, por favor por favor eu imploro me ajude, POR FAVOR! Mapa, eu tenho... mapa em algum lugar.. - E começou a remecher no fundo da loja, não parecia ouvir nada do que a Srta. Meili falava, parecia perdido em seus próprios pensamentos e desespero, então voltou com algo na mão e entregou a Hai - Aqui, isso, esse mapa leva você á caverna, ela é perto de Pejite e.. é lá, é lá que está, você reconhecerá quando ver, TRAGA PRA MIM, não roube, não tem valor pra você, só pra mim, não é de vender, na caverna tem muitos bandidos... AQUELES MALDITOS, IDIOTAS, ELES NÃO SABEM O QUE... - Então parece tentar se controlar por um momento - é perigoso, não vá sozinha, eu preciso, traga pra mim, me traga de volta, por favor POR FAVOR! RÁPIDO, VÁ, VÁ! TODOS CORREM GRANDE PERIGO!

Então o homem empurrou Meili tentando faze-la se apressar, e, sem ouvir nada do que qualquer um tinha a falar, voltou para o fundo da sua loja, adentrando seus aposentos de forma que Hai não conseguia mais contatá-lo sem cometer um crime de invasão de propriedade.

Hai, com o mapa em suas mãos, então pode ponderar por um momento sobre o que faria a seguir.

Oswald, vendo a situação se desenvolver, percebeu uma oportunidade.

Off: Essa é a melhor chance que vocês terão de começar uma aventura em conjunto, mantenham a ordem de Oswald > Hai.

EDIT: Oswald, lembre-se que todas suas armas são interpretativas e não serviriam de absolutamente nada numa batalha, então se quiser comprar alguma arma da loja de armas, aproveite que agora você está num local com muito comércio.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Sab 17 Out 2015 - 13:10

Era uma coisa que eu não esperava, aquele beijo, me recomponho ficando de pé tentando limpar a boca com a manga e depois me viro sacando as minhas espadas e falo irritado:

Fala- O primeiro que insinuar QUE eu sou gay vai ganhar um novo CORTE NO MEIO DA GARGANTA!


Me viro novamente para o gordinho guardando as espadas, ia até perto do gordinho desmaiado para revista-lo. Achei apenas 30 peças de ouro.


Pensamento- Só 30 peças? Que riquinho mais pobre hein.


Dai que uma converssa me chamou muita atenção. Parecia ver de trás de mim então virei-me para ouvir, parecia ser uma garota inseto conversando com um vendedor, prestei mais atenção na converssa e tudo que eu precisei para me interessar foi a frase que o vendedor falou: "MUITO OURO, e você pode precisar de ajuda". Era praticamente uma missão pedindo para mim ir.
Começo a ir na direção da garota inseto, até que era bem atraente, chego perto dela e começo levantando minha mão para cima aberta como um "oi":


Fala- Ola, bom não deu para não notar o que o mercante ai falou, e eu poderia lhe acompanhar nessa sua aventura? Creio que posso ser de grande ajuda nessa missão, claro se você permitir que eu vá com você, ah, meu nome é Oswald, poderia saber o seu bela dama?.


Acho que gastei todo meu repertório de educação nessa frase com ela. Bom não era de não se notar as suas características inseto, prestei um pouco mais de atenção nela e parecia ser muito uma louva deus mas quem sou eu para julgar, eu até já dormi com as askavalarianas hehe.


Pensamento- Por favor aceita aceita aceita! Preciso desse, não, eu quero esse ouro!

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Hai Meili em Dom 18 Out 2015 - 1:25

Não havia entendido direito o que estava acontecendo, Aquela situação toda era estranha, mais do que isso, era bem suspeita. O comerciante em si não parecia uma ameaça, porém tudo que ele falou indicava que aquilo era uma armadilha. Como aquele velho conseguiu um mapa com a localização dos bandidos? Porque ficaria andando por aí com algo tão perigoso, segundo ele próprio, além disso, ele está tão interessado em resgatar o objeto que nem sequer se deu o trabalho de passar detalhes da missão. Aquilo era realmente um absurdo, com certeza era uma armadilha para atrair aventureiros cheios de sonhos de salvar o dia...como eu. Mesmo sabendo que aquilo poderia dar muito errado, havia a possibilidade do senhor estar falando a verdade. Gostaria de ter mais uma palavrinha com ele antes de procurar pessoas para ir comigo, porém o homem já havia se trancafiado em seus aposentos, teria que fazer uma investigação por fora, Dobrei o mapa e o coloquei preso no decote, o lugar mais seguro para se guardar isso no momento.

- Vamos lá, então!

Respirei fundo, porém, quando ia começar a andar fui interrompida por um sujeito estranho. Ele estava encapuzado e era seu olhar era frio e assustador. As palavras em sua boca eram suaves, mas algo me dizia para não acreditar naquele sujeito. Entretanto, esse ar sombrio, viril e suspeito o deixavam..."atraente". Seria difícil resistir a uma investida do rapaz, mesmo eu fortalecido a minha mente durante os treinos. Além disso, seria complicado eu mesma não tentar algo. O rapaz me deixou um pouco confusa, porém seu nome que me despertou a curiosidade por completo. Eu tinha a sensação de que já havia escutado em algum lugar, mas poderia ser apenas uma sensação idiota que todo mundo tem. De qualquer forma, precisava agir, então a melhor coisa a se fazer era tirar proveito daquela situação, ou ao menos testar a sua real vontade de me ajudar.

- Não tenho certeza, você é estranho, além disso não sei se posso confiar em alguém que fica aí escutando conversas alheias. - Eu comecei a jogar meu charme para cima, havia aprendido um pouco de interpretação durante minhas viagens, o que poderia me ajudar. Suspirei para dar um pouco mais de drama e balancei a cabeça, deixando claro com os gestos de que eu mesma não estava feliz com aquela decisão. - Bem, talvez eu possa confiar um pouco mais em você caso se mostre realmente interessado nesta missão, como, por exemplo, comprando mantimentos para a viagem. - Eu deixei um sorriso de canto de boca escapar, não podia deixá-lo sem nem sequer dar uma provocadinha. - Me encontre aqui daqui a duas horas, se fizer um bom trabalho talvez eu até te dê uma "recompensa extra". - Mordi o lábio inferior de leve, já pensava como seria aquele homem sem toda aquela roupa.

Não dei muita chance para ele me responder, queria me afastar antes que acabasse me deixando levar pela luxúria, já estava começando a suar frio, minha sorte era que ele não passava uma boa impressão, além disso, eu parecia já ter visto aquele rosto e roupas em algum lugar, sem falar no nome, tinha quase certeza que já havia escutado. Eu precisava agora me focar em outra coisa além daquele rapaz, sim, precisava buscar informações sobre o vendedor antes de dar o primeiro passo, além disso precisava de algo rápido para me dar dinheiro suficiente para comprar mantimentos e arrumar mais algumas pessoas para me acompanhar na viagem.

Spoiler:
Resumindo: 
- Hai se sentiu atraída e ameaçada pelo homem, não o achou nojento pois não possui faro. 
- Como o achou um "prato válido", ela deu um voto de confiança e "deixou" ele participar.
- Ela não resistiu e tentou seduzir ele, além da sua aparência também tentou usar sua perícia com teatro.
- O aspecto ameaçador de Oswald fez com que recuasse antes de saber o objetivo, mas a depender da narração ela pode voltar atrás ou não.
- Deixarei a critério do GM para saber se eu saberei da má fama dele, uma vez que ele me disse o nome verdadeiro.
- O Objetivo agora é obter mais informações sobre o vendedor e sobre o local, Hai é uma aventureira experiente, não comete o erro de ir tão as cegas e com pessoas que não acha confiáveis.
Off: Esse também é um bom momento para ele comprar as armas se quiser.
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Não é o Diff em Dom 18 Out 2015 - 1:48

Após uma troca de palavras entre os aventureiros, cada um foi perseguir seu próprio objetivo.

Se Hai Meili buscava informações, os comércios em volta eram perfeitos para tal.

Se Oswald buscava suprimentos, estava na área comercial da cidade, que era vasta, isso sem falar que havia acabado de conseguir um pouco de ouro.. talvez devesse revistar o corpo do Gordo com mais cuidado atrás de algum item de valor antes de continuar (dica).

Independente disso, cada um seguiu seu caminho.

Off: Oswald, você foi seduzido pela Hai Meili de acordo com os dados, então interprete como tal. Hai, as únicas formas de saber da má fama dele (além das óbvias, como ele ser perseguido por guardas) seria lendo a tribuna (jornal do zephyr), posters de procurado (eu tenho o posicionamento deles mais ou menos na minha cabeça, narrarei se você passar por um) ou então por passagem de palavra boca a boca.

EDIT: Links da loja para itens e suprimentos, armaduras e acessórios e armas. Apenas poste o que comprou e eu farei a transação pra você.

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Convidado em Dom 18 Out 2015 - 3:42

Não sei o que deu em mim mas parece que algo nessa garota me atraia, talvez a forma que falou ou só suas características únicas que talvez me evitavam, caramba minha mente é muito safada. De qualquer modo tinha que impreciona-la para conquistar sua confiança, mas outra parte de mim apenas queria conquistar aquelas curvas. 

E quando do percebia ela já estava indo embora, duas horas só duas horas para comprar as coisas, provavelmente não iria sair barato  talvez perdesse tudo o que consegui do gordo.

Pensamento- hmmm o gordo, talvez ele tenha algo a mais...ou não. ..

Então me lembrando do gordinho me virava e ia até ele para fuçar mais fundo nas suas coisas quem sabe achar algo de interessante, achei coisas muito boas:Uma colt-38 totalmente carregada e com 18 munições extras, a coloquei na cintura na parte de trás esquerda, também achei um napalm e um antídoto, os coloquei em minha bolsa, um anel de limpeza, que provavelmente iria ser útil então o coloquei no dedo e o esfreguei para dar uma limpada,  um kit médico, que iria carregar na mão esquerda, um sino dourado e por fim um colar de rubis! Estava na dúvida se o vendia ou dava para a mulher inseto então o guardei na bolsa embaixo das poções e depois prossegui para terminar os preparativos. 

Enquanto andava comecei a pensar sobre minhas armas. Elas eram velhas e não muito boas, mas ainda sim eram dos meus pais mas contudo toda via sentimentos não ganham batalhas nem me fazem rico então quem sabe poderia me livrar de uma ou duas delas.

Pensamento- Hmmm vejamos o que nós precisamos....comida, poções, talvez algo para a bela garota inseto...ah e talvez umas armas novas para mim he he.

Comecei pela muda de armas, fui andando até achar alguma loja de armas, que parecesse confiável, tirei todas as minhas armas, nas bainhas e coldres ainda, e as coloquei no balcão da loja.

Fala- gostaria de vende-las, se não quiser compra-las pode pegar e derreter. 

Aceitei o primeiro preço que me me ofereceu para as armas.Então apontei para uma arma que me chamaram atenção, uma bela Cimitarra, paguei o homem coloquei a Cimitarra na bainha no lado esquerdo da cintura, que fica pouco a frente da Colt-38. Agradeci o homem e fui embora e então fui a procura das poções, andei e andei, como sempre evitando os guardas, até achar uma loja de poções, comprei duas poções de cura para cada um de nós, ou seja 4,  e mais 1 Antídoto antídoto, nunca se sabe né, os guardei na minha bolsa, que estava quase cheia já e prossegui.

 Agora só faltava a comida, procurei algum lugar que vendesse aquelas bolsas de suprimentos, que deveria ser o bastante, comprei umaa, agradeci novamente e fui embora voltando para encontrar a bela dama, então passei por uma loja que me fez ter vontade de comprar uma coisa para impressionar a garota, uma bela rosa que cheirava muito bem.

Fala- Levo a rosa.

Falei na mesma hora.  Então estava com tudo, as poções e munições na bolsa, minhas novas armas, a bolsa de suprimentos apoiada no ombro e a rosa e o anel nas mãos. Então voltava para o local de encontro, não sei quanto tempo demorei mas esperava mas até se abriu um sorriso em meu rosto enquanto voltava, e quando chegasse no local iria deixar a rosa na frente do corpo para já entregar à mulher e ver o que ela achava de mim agora.

Pensamento- Só espero que ela não descubra eu sou um procurado, pode manchar minha imagem, ai ela nunca faria parceria comigo, ou até algo mais he he.

Off: Lista de compras >_< :
-4 poções de cura(-4Po)
-1 Antídoto(-1Po)
-Suprimentos(-4Pp)
-Rosa(-2Pp)

-me resta 34Po e 4Pp.
-Cimitarra(-40Po)(2Atk, 2Def)


Última edição por Oswald Kenway em Dom 18 Out 2015 - 17:48, editado 1 vez(es)

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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Hai Meili em Dom 18 Out 2015 - 12:39

Agora era o momento da investigação, ainda estava um pouco "animada" como sujeito anterior, mas paixões são passageiras, então foquei-me em saber melhor sobre a situação em que fui praticamente forçada a entrar. Procurei um comerciante próximo aos aposentos do velho, porém distante o suficiente para não ter perigo dele ter visto ou escutado a cena, para pedir informações. Cheguei com tranquilidade, como se fosse um cliente regular, olhei as coisas a venda e abri um grande sorriso para o/a vendedor/a. Eu sabia usar bem minha aparência. Pedi para que me ajudasse, e assim que eu conseguisse a atenção iria fazer a pergunta.

- Me desculpe, mas você pode me ajudar com uma coisinha? - Obviamente, não iria deixar me responderem não. - O senhor daquele lugar alí veio falar comigo, mas ele estava todo desorientado e eu acabei não entendo nada, mas fiquei um pouco preocupada. Sabe quem ele é? Ou o que aconteceu? - Fiz o meu máximo para parecer genuinamente preocupada, não que eu não estivesse, mas não era como velho, e sim comigo.

Em meio tempo eu ativei minhas antenas, o radar delas poderia me ajudar a perceber uma movimentação estranha. Obviamente seria difícil identificar algo com tantas pessoas amontoadas, porém já poderia ser de alguma ajuda.

Resumo:
- Procurei informações em um comercio próximo.
- Ativei o radar em busca de algo estranho enquanto conversava.
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Re: Ruas de Jilya

Mensagem por Não é o Diff em Dom 18 Out 2015 - 20:50

Oswald então então conseguiu a maior parte das coisas que procurava, e até mais algumas coisas para impressionar a bela dama que havia acabado de conhecer. Após sua passagem nos comércios, foi em direção do lugar onde aguardaria o retorno da sua parceira.

Hai Meili foi procurar informações, e ao fazer sua pergunta, um comerciante que parecia desocupado respondeu:

- Você diz um homem baixinho de óculos grandes? O nome dele é Binga e ele realmente tem agido de forma estranha ultimamente, parece que alguns ladrões arrombaram sua loja e roubaram uma antiga relíquia que era passada de pai pra filho, e apesar de ele mesmo dizer que não entende bem pra que ela serve, ela tinha um gigantesco valor sentimental pra ele. Binga sempre me preocupou como pessoa, ele é sozinho e calado na maior parte do tempo, mas isso não parece afetar muito a forma que ele trata clientes porque o comércio dele é bastante bem-sucedido. Se puder ajudar ele, ficarei grato, todos aqui gostam da companhia ele, exceto o Lars alí do outro lado mas ninguém gosta dele. - Terminou a frase apontando para outro comerciante.

Oswald já esperava pela bela dama que havia o seduzido.

Hai Meili havia conseguido informações, mas seriam elas o suficiente?

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Re: Ruas de Jilya

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