Exército de Pejite

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Exército de Pejite

Mensagem por Saphira Odin em Sab 12 Set 2015 - 19:33


____________________________________________________________________________
(Exercito)

A Construção é uma das mais belas e bem conservadas da cidade dentre tantas, este é o lugar certo para aqueles que desejam defender sua cidade e tornar-se um soldado, aqui é o lugar certo. O trabalho é árduo e muito perigoso, pois há ameaças reais o tempo todo na cidade, podendo levar um simples soldado a patrulhar as ruas da mesma. Não espere um treino leve, aqui não somente é colocado em pratica o treino com armas como também o uso de magias em auxilio dos soldados, mesmo depois do serviço todos são instruídos a treinar e praticar algum esporte não somente o corpo deve se manter em perfeitas condições como o raciocínio e planejamentos táticos devem ser ensinados e diariamente praticados em treinos, todo dia é dia de prática. Em troca de seus serviços, receberá um salário, acomodações e três refeições por dia.

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qua 16 Set 2015 - 8:43



Flora-Irene-Ophelia-Rafaela-Teresa-Mirian-Helen
@Ringo

Passando pelos portões do exercito, cavalos estavam a espera do grupo, Rafaela e suas meninas não deram bola para o pequeno topique do cozinheiro que logo se recomponha.

Subiram todos em seus respectivos cavalos, brancos e bem tratados, diferente dos demais que eram pretos e até mesmo marrons.

Rafaela -Rumores e mais rumores meu caro, nosso grupo não faz nada demais, apenas fazemos coisas que os soldados não são capazes. E sobre a forma na qual eles se portam sobre nossa presença... digamos que por sermos mulheres, tivemos que conquistar respeito.. e não foi na forma de dialogo.

O galope era em velocidade média, as meninas com posturas excelentes pareciam marionetes, não falavam e pareciam até que não piscavam, talvez eram marionetes mesmo.

Rafaela - Se acelerarmos, chegaremos em 1 dia até o local da averiguação.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Ringo em Qua 16 Set 2015 - 17:56

-Você 'tá me dizendo que por ter uma vagina teve quer acertar mais da metade dos caras daqui?- indaguei surpreso - Put$ que me pariu! Sério que os militares pensam assim?- eu gargalhei enquanto ajeitava os arreios de minha mula. 


- Deixa eu te contar uma coisa, esses militares daqui são bem mais burros do que eu pensei que fosse -  cocei brevemente minha barba, e então segurei as rédeas e coloquei o pé esquerdo no estribo e segurando a sela dei um leve impulso passando a perna direita por cima do animal, que parecia nem ter percebido que eu montei, bom animal, acostumado com peso. -Anos na marinha da rainha me fizeram perceber que, quando vocês esta na merd# qualquer ajuda e bem vinda-  dei um rápido apertão com minhas panturrilhas e a mula pôs-se a andar,  o exercito podia ser compostos por covardes e misogenos, mas certamente, seus adestradores eram bons.
- bom então vamos, quanto antes chegarmos melhor - olhei rapidamente para tras  dei um aceno e gritei- ATÉ MAIS CÃES!- eu sorri, e o guarda do portão sorriu de volta, quando eu voltar pergunto se ele sorriu por vergonha ou por educação.

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-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qua 23 Set 2015 - 8:23



Flora-Irene-Ophelia-Rafaela-Teresa-Mirian-Helen

Bem observado oque o cozinheiro falou, "ter vagina" não era algo muito aceitável no quartel, talvez uma má administração do Exercito, por pessoas velhas e de culturas fincadas assim, ainda agiam de tal maneira. Um prova era a surra que o novato levava no patio, situação vista a pouco.

Rafaela nada comentou, sobre o restante das palavras do cozinheiro que, já provou ser uma pessoa inteligente e bem vivida, será um bom integrante para o grupo de elite.

Rafaela: - Helen, fique de olho nele.

Helen:-Sim senhora.

O grupo, que em cavalos parecia um bando em revoada pela formação, seguia acelerando ainda mais os galopes, para acompanhar o cozinheiro, que com seu cavalo estava fora de formação. As capas das meninas pareciam azas batendo com a força do vendo, Rafaela com sua armadura dourada, demonstrava visivelmente que era a Líder e como a mesma, se mantinha a frente da formação.

O grupo permaneceu boa parte do caminho em silêncio, dando espaço apenas para o som dos cascos ferrados em atrito com a terra, o dia já estava se pondo e o grupo precisava acampar.

Rafaela: - Alto!

A medida que o grupo ia parando, ainda em formação perfeita analisava o local. Descendo do cavalo Rafaela da as ordens para o grupo.

Rafaela: - Analisem o perímetro, quero um total de 20 metros em volta deste local- apontava para um grupo de pedras em volta de uma arvora grande.- Quero esse local seguro, o turno é com vocês e Helen, acompanhe nosso cozinheiro, para que o mesmo prepare nossa comida.

Helen: -Sim senhora!

As meninas de imediato e em sincronia obedecem as ordens, 1 delas prende os cavalos e as outras vão fazer a identificação e segurança do local, Helen se aproxima de gordo.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Ringo em Sab 10 Out 2015 - 4:20

Tão logo chegamos tratei de amarrar minha pequena mula com cuidado em uma arvore próxima, tomei o cuidado de amarra-la  a um pequeno matagal grande o suficiente para que ela não se abaixasse muito para comer, como eu já disse, o exercito de Pejite pode parecer falho em muitos detalhes, mas sem
dúvidas, eles sabem domesticar muito bem.

Já estava quase anoitecendo, era perceptível isso, não pelo sol que já começava a se esconder atras das montanhas no horizonte, tampouco pelas estrelas que já estava enfeitando o céu como vaga-lumes presos ao firmamento. O que me fazia perceber a aproximação da noite era a revoada de mosquitos que acontecia sempre no final e no inicio de cada dia, porr# detesto mosquitos. Você acha mesmo que os deuses criaram a dor para te enlouquecer? Bem, você esta errado pra caralh$$!Poucas coisas são mais irritantes do que a merd# de um mosquito voando proximo a sua orelha, ou pior, picando seu corpo, sorrateiramente enquanto você dorme, não por fome, o caralh$, esses pequenos filhos da put# so fazem por sacanagem, so para te enlouquecer, agora tenha uma noite mal dormida, e vá trabalhar, porr#, que raiva que isso dá. Não os deuses não criaram a dor para te testar, esses malditos  criaram a porr# dos mosquitos so para ter o prazer de te enlouquecer, e lá da put# que o pariu eles ficam rindo da sua cara.

-Então é você que vai me ajudar?-
meio que murmurei enquanto percebi a moça se aproximando de mim - Faça um favor a todos nos, acenda uma fogueira e tente encontrar um ninho de cupins para queimarmos no meio da lenha.- aprendi com o velho capitão, -"mosquitos odeiam cheiro de merd# de cupim queimada."- diria ele  entre uma tragada e outra em seu caximbo a beira do fogo.   - E se puder, me traga agua fresca, uns 3 litros mais ou menos - - eu já havia retirado a carne seca de dentro da minha bolsa e posto em cima de um velho tronco cortado que agora, me servia como mesa e tabua improvisados, não era a coisa mais limpa do mundo eu confesso a você, mas é o que eu tinha. Caminhei lentamente para minha bolsa que estava pendurada em um ganho proximo, estendi meu braço e a vasculhei, calmamente retirei minha velha faca e uma pequena chaira, cuidadosamente  fui recuperando o fio da Judite, sim eu disse Judite, tenho essa faca a tanto tempo que já dei nome a ela, e quando terminei guardei a chaira na bolsa e a pendurei novamente no galho a alguns metros do chão.


-Espero que gostem de carne seca. Se não gostarem vão ter que aprender a gostar.- falei sem ligar muito se haveria uma resposta ou não, meus pés caminharam lentamente até aonde eu havia deixado meus condimentos e o estranho silencio que havia se formado, foi quebrado com o barulho seco de minha faca atravessando facilmente a manta de carne e atingindo a madeira. - Sopa de carne seca é o prato de hoje, quem quiser coma, quem não quiser fod#-se - eu ainda não tinha percebido, mas já estava sorrindo de novo. Cozinhar faz isso comigo.

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-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Rubi Make em Qua 14 Out 2015 - 10:02



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@Ringo

Helen de imediato acatou o pedido do cozinheiro, demorou um pouco mas trouxe a água que pediu, a fonte não era tão próxima assim, a quantidade era exata e além da água, Helem trouxe um lebre que achou no caminho.

Assim que deixou o material pedido, tratou de pegar galhos secos para a fogueira, quando voltou o local da mesma já estava limpo, Rafaela o fez, tudo estava pronto para o cozinheiro preparar o jantar.

Perto da fogueira, apenas Rafaela, Helen e o cozinheiro.

Rafaela, apenas observava o extasie com o qual o homem preparava o alimento, balbuciava algumas baboseiras que Rafaela já aprendia a ignorar.

O restante das meninas permanecia em guarda, cuidando do local, estáticas pareciam totens fincados ali a muito tempo, cabelos e capas eram a única coisa que se moviam.

Rafaela, sentada em uma pedra ainda quente do sol, retira sua capa e sia espada, ficando mais avontade.

Rafaela- Não se preocupe com oque vamos gostar ou não.. apenas faça e se junte a nós para comer.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Ringo em Sab 17 Out 2015 - 3:00

-Há! Lebre! Fantástico!- falei em meio tom, fazia tempos que não via lebre, então calcule a quanto tempo que não como a carne de uma.  

A essa altura, eu já havia colocado os cubos recem cortados de carne-seca dentro do caldeirão e estava cortando a cebola à brunoise, não, não estou esperando que você entenda o que isso quer dizer, nem vou te aborrecer com uma explicação bem detalhada sobre o que seria um corte à brunoise, eu mesmo acho terrivelmente afresculhado esses termos elficos, nem imagino o que o maldito elfo filho de uma rameira devia estar pensando quando nomeou o corte,so sei que a minha mãe costumava chamar esse corte de "cebola bem picadinha". Foi neste momento em que me foi entregue a lebre, como você deve imaginar, tive que parar o que eu estava fazendo por alguns instantes para dar atenção a carne de caça. 

E tenho que dizer, em nome da deusa, que put# moça preguisosa! Ela deveria ser especialista em jardinagem ou qualquer outra porr# dentro do exercito, mas de sobrevivencia ela não entende nada, e isso ou, ela espera que eu faça todo o trabalho culinario por aqui, pensando bem, acho que ela so pensou na segunda opção. Seja como for, tive que trabalhar rápido, afinal, a carne de uma caça se não tratada a tempo apodrece bem mais rápido do que o povo da cidade imagina. Não que eu imaginassem em fazer a lebre de imediato, por certo que não, ela não estava no cardápio de hoje, mas certamente vai estar no de amanhã. 

Peguei a cebola e também a joguei no caldeirão juntamente com a agua, assim que fosse possivel eu iria pendurar esse caldeirão sobre o fogo,ou pediria a alguem, mas não agora, minha prioridade era a lebre. Voltei ao meu tronco, novamente com um barulho seco, deixei judite presa no troco, suas oito polegadas de lamina ficaram presas ao tronco pela ponta em um angulo engraçado, se eu fosse um sujeito com imaginação naquela hora, teria contado uma historia sobre um garoto que virou rei quando tirou uma espada de uma pedra, e depois teria terminado com uma piada sobre um garoto que virou um marinheiro fod# pra caralh#  depois que retirou a Judite do pau, mas não, a lebre, a porr# da lebre. 

Caminhei calmamente até minha sacola, novamente retirei-a do tronco, a vasculhei e so parei quando peguei minha pequena faca de legumes, nome engraçado, já que eu usava essa faca para quase tudo, menos para descascar legumes. 3 polegadas de aço bem afiado, dessa vez eu não precisaria da chaira o fio dela estava mais do que bom. Me agaxei ao lado da lebre abatida e fiz um incisão um pouco acima do torax, e com um movimento digno da porr# de um cirurgião abri um corte retilineo até o meio das pernas do bicho.  As viceras do animal pareciam rasgar-se a cada nova investida de minhas mãos, era como se a lebre fosse feita de trapos, e toda vez que eu tirava um orgão eu rasgava o tecido de pano que a forrava. So mais uma vez e pronto, la se foi os intestinos, felizmente intactos, não queremos misturar merda com carne não é mesmo? Uma nova investida e olha só! Um pequeno estomago cheio de mato meio digerido.  Não vou continuar com isso, vou me limitar a dizer que retirei todos os orgãos inuteis do pequeno animal, e depois, fazendo uma nova incisão na horizontal, comecei a retirar o couro da lebre. retirei-o sem nenhuma falha, exceto talvez pelo buraco aberto pela soldado ao abater o animal, ao terminar, joguei agora a carcaça feita de carne e ossos sobre a "mesa", Judite parecia dançar de um lado para outro com o leve impacto da carne ao seu lado, enrolei o couro com cuidado, e o guardei em minha bolsa, eu não sabia costurar, mas sabia que qualquer teceção ou costureiro pagaria uma boa nota por um bom couro de lebre, quanto a minha faca, a enxuguei em minha dolma e a guardei também, caminhei lentamente ate o tronco, fiquei me perguntando se eu iria salgar a carne ou não, acabei optando pelo não, não ia apodrecer até amanhã.
-Alguem me faz o caralh# do favor de tirar o lixo daqui?- falei sorrindo enquanto me preparava para dessosar a lebre. -Ou no melhor dos casos, vamos acordar cobertos de merd# de urubu- era evidente que aquilo iria atrair outros animais. -Mais uma coisa! Alguem pendura o caldeirão sobre o fogo, a agua não vai se ferver sozinha- Minha mão segurando a Judite subiu, e quando desceu ja tinhamos um bom naco de carne sem osso, agora era so fazer isso varias vezes, e em pouco tempo, teriamos para amanhã lebre assada.

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-"Devia ter morrido mais tarde; então, houvera ocasião certa para tal palavra. O amanhã, o amanhã. Outro amanhã, dia a dia se escoam de mansinho, até que chegue, alfim, a última sílaba do livro da memória. Nossos ontens para os tolos a estrada deixam clara da empoeirada morte. Fora! apaga-te, candeia transitória! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre cômico que se empavona e agita por uma hora no palco, sem que seja, após, ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de sons e fúria, que nada significa." -






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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Rubi Make em Seg 19 Out 2015 - 10:15



Flora-Irene-Ophelia-Rafaela-Teresa-Mirian-Helen
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Imediatamente, Helen faz oque é ordenado em área. O cozinheiro tinha sérios problemas em direcionar a palavra a alguém, mas isso era o de menos. Provavelmente o mesmo dever ter notado que as meninas não faziam nada que não era ordenado.

Caldeirão aposto, a água já começava a borbulhar.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Jack, The Reaper em Sab 7 Nov 2015 - 21:34

Já era final da tarde quando chegou a Praça Central, mas com toda aquela iluminação sentia-se como se tivesse chegado na hora errada do dia, resmungando baixo algo em sua língua nativa, mas nada que o preocupasse pois era artificial a luz e não o prejudicava tanto assim e poderia andar naturalmente.

Havia ouvido rumores sobre a "pacificação" da cidade através de punhos de aço e penas capitais por questões simples, e ao que tudo indicava, fazia funcionar dentro daquelas muralhas, mantendo o povo domesticado e em rédea curta, não deixando de pensar na graça sobre o tipo de "paz" que eles gostavam de exaltar por ali, mais parecendo uma prisão.

- Ahhh como é bom esse cheirinho de povo fraco e falsa proteção hehehe Será que vale a pena entrar no exército e matar os outros dentro da lei? Hehe seja como for amei a forma como essa cidade lida com as coisas, algo bem civilizado... hehehe

Era sua opinião sobre o assunto, não se importando muito com o que realmente aconteceria com o povo, apenas se conseguisse um trabalho já valeria sua ida pra lá. Sabia sobre o preço que seu arco constantemente cobrava e a menos que quisesse ser um rato dentro de uma ratoeira, fugindo de um exército dentro daquelas muralhas, entrar para o exército era sua única opção,  pelo menos a mais saudável.

Prontamente se dirigiu a cede do exército, buscando placas ou informações a respeito de alistamento, queria ver quais seriam os requisitos e benefícios de fazer parte, talvez até já se prontificar para algum serviço imediatamente, constante que fosse algo envolvendo ele, seu arco e um alvo...

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Funnymouth em Sab 7 Nov 2015 - 23:00

NARRADOR


O quartel é um lugar assustadoramente arrumado, e preenchido por um ar de ordem. Um homem espera sentado na recepção, mas é imediatamente aflito pelo homem que adentra o local. Talvez pela vida que apodrece ao seu redor, ou talvez pela sua máscara assustadora. Procedimentos de alistamento são feitos com muito cuidado, e Jack não é alistado imediatamente, por culpa da multidão de burocracias e pela sua aparência unicamente amedrontadora. Testes são marcados para a mesma tarde, mas enquanto Jack espera pelo comandante, é aproximado por um indivíduo de sua mesma raça, um Drow que segurava uma arbaleste em suas mãos e aparentava ter encontrado algum interesse em Jack. - Você não me parece como o tipo de gente que gostaria de estar no exército de Pejite. - Ele disse, em voz baixa, sobre um sorriso perturbante. - Olha, se é dinheiro que você quer, eu e alguns amigos temos oportunidades muito melhores, se você não se importar em sujar um pouco as mãos. - Completou, aguardando resposta.


prossigamos. Vou avisar desde já que amanhã não serei muito ativo devido a uma prova de Vestibular.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Jack, The Reaper em Dom 8 Nov 2015 - 8:05

Chegava a ser engraçada a reação das pessoas ao seu redor naquela fila, e não apenas na fila pois reparava que ate os guardas se sentiam desconfortáveis com sua presença, comportamento típico onde quer que ele fosse, quase um "status" que lhe vinha muito bem a calhar.

Na fila, tentou tomar um pouco de cuidado para não tocar nos outros, afinal não queria no meio do quartel da cidade mais militarizada do continente acabasse dando a impressão de que estava atacando alguém.


- Você não me parece como o tipo de gente que gostaria de estar no exército de Pejite.
 - Olha, se é dinheiro que você quer, eu e alguns amigos temos oportunidades muito melhores, se você não se importar em sujar um pouco as mãos.


A aproximação do seu colega de raça lhe veio muito a calhar, não só pelo fato de burlar a burocracia como também havia entendido o recado de sua presença ali.

- Como é bom alguem que fale a mesma lingua dos negocios hehehe Espero que esse "sujar as mãos" não se refira a limpar ladrinas, isso deixo pros seus colegas ai hehe Mas se és o drow que penso que és, sabia que se eu não quisesse sujar as mãos ainda estaria me rastejando por alguma caverna por ai... Vamos aos negócios

Falou ele aguardando a proposta. Sua voz, devido principalmente pela máscara, saia distorcida, mais grave e um som quase sobrenatural, o que ajudava em muito a manter aquela sua presença marcante.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Funnymouth em Seg 9 Nov 2015 - 19:21

NARRADOR


O elfo negro se levantou, se apoiando sobre sua arma. - Adie seu treinamento e me siga. - Disse, enquanto deixava a porta. Ele esperaria seu novo companheiro lá fora e planejava levá-lo até um dado local na cidade, nesse tempo abrindo espaço para quaisquer perguntas por parte de Jack.


Me senti meio forçado narrando suas ações na saída então fiz esse post, assim que você .
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Jack, The Reaper em Ter 10 Nov 2015 - 20:45

- Ah, logo agora que eu ia ter minhas primeiras lições de como matar alguém... hehehe

Falou ele rindo, principalmente dos outros que estavam ali. Eles poderiam saber uma coisa ou outra sobre combate ou achar que a vida como cão do exercito era algo de status, mas não faziam a ideia do que era sentir a vida de outro sumir pelas suas mãos, incontáveis vezes...

Mas seu novo "mentor" o guiava pela cidade, mas ele próprio preferiu ficar em silêncio, "quanto menos souber melhor" era um lema quando estava a serviço e não queria fazer ideia do tipo de besteira que ele o colocaria, pensar de mais atrapalha os reflexos e a pontaria, podendo levar a duvida e hesitação, o que sempre acaba em morte...

Apenas o seguiu, mas procurava ficar atento, tanto sobre onde estavam indo quanto aos outros ao redor, pois havia acabado de conhece-lo e não pretendia cair numa armadilha assim de graça. Não sem lutar pelo menos...
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por znunes em Qua 11 Nov 2015 - 11:28

ENTRADA TRIUNFAL

    Uma ilusão de um demônio ilusionista muito poderoso fez com que muitas pessoas no exército de Pejite realmente acreditasse que Maximus era um ser vindo de outra dimensão. 
   
    Primeiramente por ser um ser que aparenta ser feito de várias luzes, mas propriamente dita, as sete cores do arco-íris. E segundo que o demônio de nome Balac fez uma ilusão de um portal dimensional para que muitos do exército vissem isso. 
     
     Somente pessoas imunes a ilusão conseguiriam ver que Maximus tinha apenas se teleportado, mas quantas pessoas imunes a ilusão no Mundo? Poucas, não é mesmo? Isto significa que não acreditariam nas pessoas que viram como tudo realmente aconteceu.
    
       Balac, o demônio estava invisível e já tinha se teleportado para o seu lugar de origem, deixando seu inimigo Maximus ali no exército.

       Realmente, uma entrada triunfal, fazendo com que muitos que estivessem fora dos alojamentos o visse e o mais peculiar que mesmo sendo um ser com todas as cores do arco-íris era perfeito ver a forma dele, dava para saber claramente que era um minotauro.


- Disseram que aqui é Pejite? Eu sou de outra dimensão e minha Deusa, disse que os senhores irão precisar de minha ajuda. Então cá estou! 

Maximus fala de forma absurdamente séria e espera a resposta.

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Funnymouth em Qua 11 Nov 2015 - 19:35

NARRADOR


O elfo negro segurou a porta aberta para Jack. - Meu nome é Rob. E não se preocupe, em breve terá a chance de matar muitas coisas. - Disse, enquanto deixavam o local. Enquanto aqueles dois seres peculiares deixavam o quartel, tem sua atenção chamada pela imagem de um minotauro aparentemente feito de luz - que, é claro, também repararia nos dois. - surgindo de um suposto portal em frente ao quartel, deixando obviamente os três a mercê do seu próprio pensamento. O Minotauro defensor da verdade, conhecendo a natureza de elfos negros, dois homens naturalmente suspeitos, e também ouvindo suas palavras muito sugestivas, pondera se talvez não se tratava de um par de estupradores. E os dois, vendo as honrosa criatura, temem quanto a se seriam ou não seguidos. Estavam em uma situação onde seus traços marcantes lhe colocaram em posições ruins. O sol já estava a se por.
Maximus está em frente ao quartel, mas antes de falar com o recepcionista não consegue evitar de ponderar novamente se devia, ou não, descobrir o que aquele par de Drows estava prestes a aprontar.
Jack caminha pela cidade até seu centro. Em uma área estranhamente pouco movimentada, Rob desce um grupo de escadas que o direciona diretamente a uma discreta porta de madeira. Ele bate na porta duas vezes, e, após alguns segundos esperando, a porta é aberta por um homem robusto. Ao ver a cara de Rob, ele deixa ambos entrarem no lugar. Era impressionante. Se tratava de um centro pra todo tipo de atividade ilegal, logo abaixo das ruas de Pejite. Caixas com ovos e gaiolas com animais exóticos denunciavam o tráfico de mascotes, enquanto o cheiro vil do lugar denunciava o uso de drogas. Em algumas salas do centro de crime, homens afiavam e trocavam lâminas. Armas exóticas fariam parte do negócio também? Em um corte a fascinação, Rob apresentou Jack a uma salinha pequena com nada além de um caixão para bens e uma cama.  - Se precisar dormir ou se esconder de guardas, esse é o lugar. Descanse um pouco aí, e sinta-se livre pra dar uma olhada em todos os negócios que esse centro oferece. Quando estiver pronto, me encontre na minha sala. - Rob apontou para uma porta, e logo adentrou-a, deixando Jack livre para fazer o que bem quisesse naquele local.



lol.
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Jack, The Reaper em Qui 12 Nov 2015 - 20:05

Enquanto ia seguindo Rob, não conseguia parar de gargalhar, rindo em alto e bom tom, presenciando aquele espetáculo de purpurina e luzes que pareciam sair de algum cabaré de porto pirata bem fuleiro mesmo.

Eu... hehehe Vou... heheh Passar... hehehe Mal... huahuauhhaua Não consigo respirar... heheheh Ainda bem que to saindo desse exercito, tão contratando dançarinas exóticas por falta de homens na cidade... hehehhe

Gargalhava ele, rindo da cena, mas logo parou pelo risco de serem seguidos, dando um assobio breve mas alto para Rob, acenando para tentarem despistar qualquer curioso que poderia tentar segui-los. O sol ainda não tinha se posto totalmente, mas aquele clima de penumbra era ainda melhor, pois olhos eram sempre acostumados para o claro ou escuro, mas na penumbra, a dificuldade de se ter clareza poderia ser muito maior, ainda mais usando pessoas e objetos como cobertura e iscas.

Seguiria seu irmão drow ate o local, reparando que estavam se dirigindo ao que poderia esperar do submundo de Pejite, pois quanto mais forte fossem as correntes que prendem a sociedade, maior seria sua resistência e transgressão, era algo inato dos seres vivos, aquela "liberdade" que todos pareciam apreciar ao fazer o que era proibido apenas pelo fato de fazer.

Drogas, mercenarios, mercado negro... Um paraiso aos fora da lei, e claro, parece que não haveria lugar melhor para ele naquela cidade que não fosse ali, pois mesmo quando tentava ser "certinho" aquela vida o buscava e mostrava o motivo dele ter nascido. Lhe foi dado um quarto, simples mas tendo exatamente o que precisava.

- Agradeço pelo luxuoso lugar, acho que combina comigo atualmente hehe

Fez um rápido comentário apenas, tirando sarro de si mesmo por ter gasto todo seu dinheiro dois dias antes. Decidiu dar uma rápida olhada ao redor, apenas como curioso mas não como enxerido pois não queria acabar atrapalhando os negócios dos outros, um "respeito profissional". Caso nada muito interessante acontecesse, iria procurar Rob, estava curioso que tipo de trabalho ele poderia oferecer e, principalmente, que recompensa receberia
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Re: Exército de Pejite

Mensagem por znunes em Qui 12 Nov 2015 - 23:25

DROWS, SERES SUSPEITOS!


Maximus olha os drows e estranha eles estarem na entrada do exército e pensa em segui-los! Quem sabe possíveis estupradores? Ele cogita, mas ainda não os seguem. E depois cogita mais uma vez e dessa vez resolve que vai segui-los de longe, aproveitando sua visão aguçada!

"Tenho que ver o que esses dois estão aprontando e o que estão prestes a fazer, pode ser que eles me vejam e se acontecer isso irei parecer natural como se não os tivesse seguindo, e se eles pararem em alguma casa eu irei bater na casa da frente para que pareça que eu conheça a pessoa!"

Maximus sorri para si mesmo.

"Drows, seres sempre suspeitos, e se forem estupradores eu os arrancarei seus órgãos sem dó nem piedade!"

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Funnymouth em Dom 15 Nov 2015 - 0:54

NARRADOR


O par foi, assim, seguido. Maximus caminhou a cidade não tão furtivamente atrás deles, até que entrassem na porta antes mencionada. Devido ao traço marcante de maximus, Rob ficou altamente alertado e preocupado por ser seguido por aquele minotauro.
Jack olhou pelo centro oculto e não encontrou nada de interessante que ele pudesse comprar com seu dinheiro. Seguiu diretamente pra sala de Rob. O local era uma das maiores salas do centro, similar à sala de um chefe ou algo do tipo. No centro, uma grande mesa com cerca de 5 cadeiras, com um mapa e um vinho sobre ela. Uma caveira de dragão decorava a sala, tomando um grande espaço. Além de Rob, um Youkai morcego sentava em uma das cadeiras da mesa. Depois de que Jack se acomoda, o Youkai oferece uma taça de vinho a ele. Rob começa a falar. - Veja, amigo. Como você deve ter percebido trabalhamos com todo tipo de crime em Pejite. - Ele diz, com firmeza. - E nas ultimas semanas, tivemos acidentes com membros de nosso grupo e surgiu a necessidade de contratar novos mercenários. Quando vi a sua cara se alistando, sabia na hora que esse seria um trabalho muito melhor pra você. - Ele tomou um gole de seu vinho, e então voltou a falar. - Temos aqui uma boa quantidade de trabalhos que precisam ser feitos, mas acompanhe primeiro minhas duas opções favoritas: Como pode ver, sou um caçador ávido de dragões. Isso em sí não é ilegal, mas a parte boa é que o contrabando dos ovos desses bichos pela cidade é um negócio que movimenta muito ouro. - O Youkai cortou-no e começou a falar. - Ou... Podemos começar agora a trabalhar no assassinato do general da cidade. Ele andou provocando os comandantes dos quartéis de Mir e os donos das fazendas fora de Pejite sabem que serão os primeiros atingidos no caso de qualquer batalha. Eles oferecem um dinheiro bom pra quem conseguir assassinar o general, e fazendo isso, efetivamente evitamos uma guerra. O que me diz? - Termina
Maximus se reparou com a porta por onde entraram os dois elfos. Não saberia se iria conseguir o mesmo sucesso. Claro, um minotauro daquele tamanho poderia facilmente arrombar adentro àquele local, mas sua motivação não era tão imensa assim. Caminhando um pouco ao redor de encosta da construção que os elfos haviam entrado, achou uma parede que possuía som do outro lado. Encostando-se na parede, pode ouvir, mas muito pouco: - ... acompanhe primeiro ... caçador ... ovos ... - A voz mudou, outra pessoa falava. -  .... comandantes dos quartéis ... assassinar ... evitamos uma guerra ... - A conversa chegou a uma pausa e Maximus teve tempo para pensar.


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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Epilefziul em Seg 25 Jan 2016 - 14:50

*Decidi! É isso aí!* Pensei enquanto eu andava rapidamente por uma rua movimentada de Pejite. *Chega dessa vida de só trabalhar, só trabalhar... Quero aventuras! Quero dar melhor condições pro meu pai! Quero pra gente uma vida melhor que a de ferreiro.*

Nesse momento, ao virar uma esquina, me deparei com o enorme edifício do exército da cidade. Um indivíduo não poderia enxerga-lo por inteiro olhando somente em uma direção. Não da distância na qual eu estava.

Passei minha vida toda ajudando meu pai na forja... Hoje sou muito grato por ele ter me ensinado essa arte.

Não posso me chamar de espadachim, ou nem nada do tipo, mas com certeza sei qual é a ponta da arma que você enfia em quem você quer matar. Sou um ferreiro, ora bolas...

Por isso decidi! Vou tentar minha sorte me alistando no exército. Tenho certeza de que ali irei aprender a lutar e finalmente me definir alguma coisa na vida. Poderei ajudar meu pai com meus rendimentos e trazer mais segurança pra ele.

Quem sabe eu também não ganho uma arma! Eu nunca tive nenhuma mesmo... As únicas que passaram pelas minhas mãos eram encomendas de clientes de meu pai.

Quem sabe até eles não me mandam em alguma missão super importante? Em algum lugar fantástico que ninguém por essas bandas ainda conhece...

Parei com os devaneios. Olhei para a grande entrada do edifício. Entrei.

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por znunes em Ter 26 Jan 2016 - 23:13

ENTRADA TRIUNFAL

    Uma ilusão de um demônio ilusionista muito poderoso fez com que muitas pessoas no exército de Pejite realmente acreditasse que Maximus era um ser vindo de outra dimensão. 
   
    Primeiramente por ser um ser que aparenta ser feito de várias luzes, mas propriamente dita, as sete cores do arco-íris. E segundo que o demônio de nome Balac fez uma ilusão de um portal dimensional para que muitos do exército vissem isso. 
     
     Somente pessoas imunes a ilusão conseguiriam ver que Maximus tinha apenas se teleportado, mas quantas pessoas imunes a ilusão no Mundo? Poucas, não é mesmo? Isto significa que não acreditariam nas pessoas que viram como tudo realmente aconteceu.
    
       Balac, o demônio estava invisível e já tinha se teleportado para o seu lugar de origem, deixando seu inimigo Maximus ali no exército.
       Realmente, uma entrada triunfal, fazendo com que muitos que estivessem fora dos alojamentos o visse e o mais peculiar que mesmo sendo um ser com todas as cores do arco-íris era perfeito ver a forma dele, dava para saber claramente que era um minotauro.

- Disseram que aqui é Pejite? Eu sou de outra dimensão e minha Deusa, disse que os senhores irão precisar de minha ajuda. Então cá estou! Chamo-me Maximus e sou um Minotauro Celestial. - Maximus acreditava fielmente nisso, apesar de não ser bem a verdade! Ele era apenas um minotauro exótico.

Maximus fala de forma absurdamente séria e espera a resposta.

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por Não é o Diff em Sab 30 Jan 2016 - 0:11

As pessoas em volta todas olhavam com estranheza para aquilo, eles viram um portal no nada e de dentro saiu uma criatura extremamente exótica, muitos ali nunca haviam nem visto um minotauro e muito menos um daquele jeito. Todos pareciam de boca aberta e mal ouviram o que o minotauro tinha a dizer, ele estava num local de treinamento do exército. Um general antigo do exército aproximou-se de Maximus e ouviu o que ele tinha a dizer, o General deu uma risada de leve e simplesmente disse pra um outro homem:

- Encontrei alguém pro trabalho. - Então soltou uma risada leve cínica e se dirigiu ao minotauro. - Qual é seu preço?

Ele conhecia mercenários, sabia falar a língua deles. Ele era um homem aparentemente velho, cabelo curto e grisalho, porém a idade parecia ter feito mais para deixá-lo mais assustador e imponente do que fragilizá-lo.

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Re: Exército de Pejite

Mensagem por znunes em Dom 31 Jan 2016 - 15:10

ENTRANDO NO EXÉRCITO: SIM OU NÃO?


- Meu preço? Primeiramente devo dizer que sou bem forte, além disso tenho disciplina e muita organização! Além disso sou servo da Deusa Atenas, deusa da guerra e da sabedoria, e, como consequência, tenho uma ótima estratégia. E fora isso, posso até ter armas para batalhar, mas se perder posso continuar lutando, o que significa que o meu preço tem que ser maior do que eles. 

Maximus olha o rapaz.

- Lembrando o fato de que vim aqui para salvá-los de uma possível guerra que está para surgir. Então, qual o preço que está disposto a me pagar?

Maximus fica de forma séria esperando a resposta.

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Re: Exército de Pejite

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