Ruas Kannin

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Sex 8 Jan 2016 - 7:49

- Pff. Tudo altera o curso de nossas vidas, quer dizer que eu devo então atacar tudo e todos? Mas eu não acho que você vá mudar de ideia quanto a isso.

- Não estou questionando seus códigos morais, nobre Guerreira, apenas me precavendo contra a falta de nobreza de muitos outros guerreiros. Nem todos os animais da selva irão me atacar quando eu por ela andar, mas prefiro não dar uma chance nem aos pacíficos.

Então Lyssane se virou e respondeu o que Puzt havia dito:

- Mão? Contrato ou não, pelo jeito terei de ir atrás desse homem para descobrir mais do porque me querem morta. E bem, se não há nada para pagar, não vou insistir nisso. De qualquer maneira, provalmente não ocuparei suas vidas por muito tempo, como você mesmo apontou mestre Puzt.

Puzt pensou por alguns momentos olhando fixamente para o corpo da guerreira de forma que quase causava desconforto na mesma, então ele disse:

- Três dias e meio, quatro por precaução. Este será o tempo que levará para que você esteja pronta para sair de meus cuidados... Eu consigo ver raiva nos seus olhos Guerreira, mas recomendo que não direcione essa raiva a mim, eu estou apenas fazendo o meu trabalho. Não me importo quais sentimentos você nutre pela minha pessoa, mas suas consequências poderiam lidar a caminhos tortuosos, então apenas uma palavra de aviso.

Essa foi a última vez que Lyssane conversou com o mestre Puzt. Tila trazia comida e água além de um remédio ou outro, mas evitava qualquer tipo de comunicação que não fosse necessária. No quinto dia, ao que Lyssane acordou, ela não mais estava no quarto de antes, aparentemente nem mesmo na casa de Puzt, parecia mais uma taverna. Do lado dela havia um saco e um papel, parecia ser uma carta que dizia:

Para Lyssane

Você está recuperada, Guerreira. Essas moedas foram deixadas pelo seu assassino como pagamento pelo trabalho de entrega que você fez. A sua estadia nesta taverna está paga pelo resto do dia, espero que não se importe de eu te-lá movido para esta taverna, afinal não posso lhe dar o conforto de saber onde vivo, espero que entenda. Sugiro que evite ferimentos perto do local da ferida pelas próximas semanas, e espero que tenha uma ótima recuperação.

Puzt Khan.


Dentro do saco haviam 70 PO, Cal estava adormecido ao seu lado na cama.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Sex 8 Jan 2016 - 19:34

Saphira Odin

Então a drow começa a estudar o pergaminho da magia bafo para fazer parte de seu repertorio. Eilistraee se mantinha concentrada apenas em decifrar as formulas contida no documento, enquanto suas servas se mantinham de guarda no interior da velha cabana, para evitar quaisquer intromissão de invasores indesejáveis.

off:
Levara 4 turnos para o aprendizado da magia abafo. Já se passaram 1 de 4 turnos.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Fleur de Lys em Sab 9 Jan 2016 - 17:58

A meio dragão iria ignorar Lita. Criança insuportável. Era ela quem a deixava de pavio curto, não o médico, mas não iria ficar explicando isso pois os dois pareciam não querer entender. Isso costumava acontecer quando achavam que ela era um cão raivoso... e isso era bem normal, bastava os humanos verem seus chifres. Ela já havia dito mais de uma vez que não tinha raiva dos que haviam salvado sua vida, e sim da situação que se metera e de ter sido atacada com tanta facilidade.

- Quatro dias. Não tenho problemas com isso. E não é necessário ficar me ameaçando.

De resto, ela ficaria os dias mais em silêncio já qu não conseguia conversar com Tila, e Cal só ficava falando de matar quem havia a atacado. As coisas só mudariam quando ela acordasse em uma taverna e já desconfiava o que isso significava. Lys apenas respiraria fundo e verifcaria o ouro que havia ganhado. Bem, era uma boa quantidade mas não o bastante para sua quase morte. Iria amassar a carta de Puzt e a queimaria na primeira lareira que visse.

- Vamos lá Cal. Eu ainda me lembro do cheiro do atirador... Mas acho que vou ter que me arriscar... Talvez o taverneiro.

A mulher iria descer do quarto para a sala comum da taverna e analisar o ambiente. Se ele fosse respeitável iria sair e procurar uma taverna mais suja e barra pesada, e se sentando no balcão pedindo uma cerveja. Depois de uma ou duas cervejas, já um pouco alterada por ainda estar se recuperando, iria puxar conversar com o barman, falando um pouco alto.

- Então... eu estou com um problema... com uma pessoa. Você sabe como eu posso lidar com isso...? 

Enquanto falava Lysanne rodava uma moeda de ouro nas mãos, deixando claro que estava afim de comprar por informação, e pagar bem.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Sab 9 Jan 2016 - 18:19

-Capitulo 2: O DIA EM QUE TUDO COMEÇOU.
Local: Proximidades kannin
Part: Extra
____________________________________________________________________________

 A jovem seguia a ler seu pergaminho,queria aprender aquelas magias logo, ansiava pelo fato de traçar seus planos com combinações e efeitos novos das magias. Querendo ou não tomaria metade daquela cidade para si, em relação ao bando de aranhas que conseguiu pediu para a maioria voltar para o porão, mandou elas limparem o grande salão no qual servia de abrigo para a velha aranha líder, tirando a carcaça imunda da mesma de dentro do seu covil, bastava apenas uma delas ficar junto da drow no casebre de guarda,  enquanto cada criatura seguia com seus afazeres a drow continuou a estudar o pergaminho.
***
OFF: Aprender magia Abafo + 20 xp. Putz tem minhas aranhas eu nem me lembrava.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Seg 11 Jan 2016 - 1:01

Saphira Odin

Totalmente focada em seus estudos a drow se mantinha concentrada na leitura das formulas que se encontravam no pergaminho de forma que seu aprendizado se encontra cada vez mais próximo. Enquanto isso sua servas executavam suas ordens limpando o local e se livrando do corpo de sua antiga líder.

off:
Levara 4 turnos para o aprendizado da magia abafo. Já se passaram 2 de 4 turnos.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Ter 12 Jan 2016 - 12:44

Lyssane se levantou e foi olhar a situação da taverna. Era um lugar que parecia ser bem barra pesada mas era incrivelmente organizado, limpo e silencioso. Se não fosse pelos tipos que estavam lá dentro, você diria que esse na verdade é um lugar muito respeitável. Lysanne resolveu dar um tiro de sorte e tentou falar com o barman.

- Então... eu estou com um problema... com uma pessoa. Você sabe como eu posso lidar com isso...?

O barman, um homem grande, sem camisa, muito musculoso, careca e com um grande bigode, olhou para Lysanne e disse:

- Primeiramente, abaixe a voz no meu bar, regras da casa. - Ele estava secando um copo enquanto falava com ela, então ele o guardou e continuou - Segundamente, você é a convidada do Puzt então eu vou te responder quase qualquer coisa que precisar saber, mas apenas até o fim do dia, pois só esta pago por hoje. - Então ele se aproximou um pouco mais dela e disse - Aceita algo para beber?

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Fleur de Lys em Qua 13 Jan 2016 - 16:33

- Hm... esse lugar é... diferente. 

Lysanne andava devagar para não forçar de imediato o ferimento recém recuperado enquanto observava a taverna. Puzt parecia ter vários tipos de amigo pelo jeito, o que não era uma grande surpresa. Pelo jeito ali só encontraria a nata do mundo do crime. De resto, ela só torcia para Cal ficar calado, o que miraculosamente acontecia por um tempo. 

Sentada olhando o barman que representava bem o esteriótipo da classe - só faltava ter uma filha atendente - iria estranhar aquela "ordem da casa". Ela não estava gritando, será que todos ali tinham que sussurar? De certa maneira duvidava disso. Bem, não iria reclamar e obedeceria o homem, estranhando a influência do médico. Ele certamente tinha então o respeito de criminosos. 

- Por sinal, aceito sim. Uma cerveja. 

"E eu quero sa-"

Lysanne conseguiria abafar as palavras da lança a tempo de evitar ela terminar a frase. Bastava aperta-la forte que Cal já havia aprendido a se calar. Em alguns momentos. 

- Bem. O que eu quero saber é sobre um grupo que Puzt mencionou para mim. Um tal de Mão e um capanga dela, Lardo. Gostaria de marcar um encontro com ele. 

Realmente iria falar mais baixo, mas não iria esconder suas perguntas por inuteis artimanhas.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Dom 17 Jan 2016 - 1:18

O barman ouviu atentamente a pergunta da garota, então riu.

- Lardo é um dedo da mão, o que você já deve saber se sabe que existe relação entre os dois. A mão tem cinco dedos independentes entre si porém conectados indiretamente, a remoção de um dedo não afetaria os outros dedos diretamente mas afetaria o funcionamento da mão. - Então ele entregou um copo grande cheio de cerveja para a garota e continuou - O que eu quero dizer é que Lardo é uma biblioteca viva que executa dois tipos de assassinatos: Aqueles contra aqueles que o trai e aqueles contra alvos de grande perigo para a mão, o segundo sendo um traço em comum a todos os dedos. Eu tenho uma pergunta pra te fazer antes de te dar a localização dele, ele te mandou os pêsames dele ao tentar te matar e por isso você busca vingança contra ele? - Não era difícil chegar a aquela conclusão, afinal foi Puzt que deixou a garota pra ser recuperada ali, ela não seria a primeira tentar fazer uma decisão idiota dessas.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Fleur de Lys em Dom 17 Jan 2016 - 12:53

- Puzt me falou por cima sobre essa Mão. Não sei nada além. 

O que o barman falava eram novas informações, portanto escutava com atenção, pegando a cerveja e dando um longo gole, parecendo satisfeita. Não sabia que estava com tanta sede. Bem.. a tal Mão funcionava como uma mão. Que irônico. De qualquer modo, ela nunca havia traido essa Mão, então ela era um alvo de grande perigo? Mas por que? Nisso, ouviu a condição do barman e deu uma risadinha.

- Sim, o enviado mandou os pêsames. Mas não, eu não tenho intenção nenhuma de me vingar desse tal Lardo. Ele estava fazendo o trabalho dele não? 

Após falar iria beber novamente e daria um suspiro logo depois. Ela não sabia que taverna era aquela, mas a bebida era boa. Nos dias que se recuperava pode pensar melhor no seu estado e na sua situação, pensando no que faria em seguida.

- O homem apenas está fazendo algo que foi pago para tal, ou que considera correto. Eu sou apenas uma, não há como eu ir contra uma organização tão organizada contra essa Mão, seria suicidio. O que eu quero é conversar com ele e descobrir porque eu sou um alvo. Veja bem... digamos que eu bati minha cabeça um dia e não sei nada do meu passado, talvez ele tenha ordenado minha morte por algo que eu fiz ou quem eu era. 

Não gostava de falar sobre si, mas era necessário fazer isso para que o homem lhe contasse onde Lardo estava.

- E até onde sei, ele cumpriu o trato para me assassinar. Eu morri. Puzt apenas me deu uma segunda chance.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Dom 17 Jan 2016 - 14:28

O barman ouviu a garota atentamente, finalmente alguém que tinha um mínimo de decência.

- Eu não digo isso pra todo mundo mas o Lardo não gosta desses assassinatos, ele é um cara extremamente cruel com quem ele quer ser mas ele não gosta de matar sem razão ou sem saber a razão. Eu perguntei se você queria se vingar dele porque se fosse esse o caso, ele se deixaria morrer para a sua lança sem lutar, logo seria desnecessário você causar tumulto e só ir falar com ele. - O barman riu, ao terminar a frase, então continuou - Meu conhecimento se resume a simplesmente conhecer dois dos dedos da mão e o funcionamento dela, eu não sei te dizer onde você pode procurar saber o porquê de ter sido marcada mas, como você mesma disse, o Lardo pode saber. Ele vive em Pejite num beco entre duas lojas de tecido na área comercial, reza a lenda que ele nunca dorme e quase nunca come então quase 100% de chance de você achar ele lá. A senha é bater quatro vezes, esperar e depois bater duas vezes, você vai encontrar uma porta de aço no beco e é lá que você quer ir. Só um momento. - Então o barman foi atender outro cliente, entregou uma garrafa a ele e depois voltou para Lysanne - Mais alguma coisa que você gostaria de saber?

O barman parecia pouco se importar pra história de vida dela, apenas respondendo as perguntas dela como se ela fosse outro cliente qualquer.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Fleur de Lys em Dom 17 Jan 2016 - 18:04

Que homem estranho. Comandava assassinatos e se deixaria ser pego por uma vingança de alguem que sobrevivesse. De duas uma: ou ele era burro ou sabia que ninguém era capaz de sobreviver. Ela suspeitava pela segunda alternativa. Tanto que apenas ergueu a sobrancelha enquanto ouvia o barman e tomava sua cerveja, não demorando a termina-la. Não iria pedir outra pois como estava se recuperando, se bebesse outra ela poderia afeta-la. Por fim, deixaria a caneca no balcão.


- Não, era tudo. Você respondeu tudo que eu precisava saber, obrigada taverneiro. Foi uma boa cerveja.  

Mesmo ele dizendo que não aceitaria dinheiro dela, deixaria uma moeda no balcão para o homem enquanto pegava Cal para sair da taverna. Não aguentava tanto cheiro de humanos em um só lugar. Caso o homem nada mais falasse, sairia da taverna para procurar transporte para Pejite. Sabia que não era prudente ir andando, talvez uma caravana estivesse indo para cidade e conseguisse pagar passagem. Dessa vez Lys andava alerta, não queria correr risco de ser morta novamente. Isso a faria dar uma risada sarcástica.


"Então dessa vez vamos atrás dos mal?"

- Sim Cal, vamos fazer um acordo com o mal, o que acha?


"Oba oba! Vamos matar todos Lys!"
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Qua 20 Jan 2016 - 22:00

Lyssane terminou sua cerveja, agradeceu o barman - que por sua vez preferiu apenas acenar - e se retirou do local. Agora buscando uma forma de viajar para Pejite que preferencialmente não fosse a pé, existiam muitas formas de buscar essa informação porém a mais efetiva seria perguntar pra quem tinha mais chances de saber, que seria quem viaja com frequência. A maior parte dos viajantes da cidade tem que logicamente ficar em algum lugar temporário na cidade, e nenhum lugar melhor que a pousada de Kanin para tal, tornando ela o melhor lugar para procurar informações sobre uma possível caravana ou até mesmo uma forma de viajar em grupo, quem sabe até mesmo ser paga para escoltar alguém.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Fleur de Lys em Seg 25 Jan 2016 - 8:38

Não é o Diff escreveu:Lyssane terminou sua cerveja, agradeceu o barman - que por sua vez preferiu apenas acenar - e se retirou do local. Agora buscando uma forma de viajar para Pejite que preferencialmente não fosse a pé, existiam muitas formas de buscar essa informação porém a mais efetiva seria perguntar pra quem tinha mais chances de saber, que seria quem viaja com frequência. A maior parte dos viajantes da cidade tem que logicamente ficar em algum lugar temporário na cidade, e nenhum lugar melhor que a pousada de Kanin para tal, tornando ela o melhor lugar para procurar informações sobre uma possível caravana ou até mesmo uma forma de viajar em grupo, quem sabe até mesmo ser paga para escoltar alguém.

"Então vamos viajar de novo?" 


- Acredito que sim, Cal... Só preciso arranjar um jeito decente de sair desse fim de mundo...

Lysanne iria dar um suspiro enquanto andava e pensava sobre seus próximos passos. Sabia que havia se colocado em uma situação mais complexa do que imaginava, mas não se importava, não de verdade. Era excitante. E fazia muito tempo que não pensava e agia por conta própria, então no fim era algo positivo. Quem sabe descobriria algo sobre si mesma? Duvidava.

Apoiando-se em Cal, pensaria sobre suas opções em relação a onde achar informações sobre caravanas indo pra Pejite. Teria de ir para outra hospedaria, no caso a maior de Kannin já que ali encontraria viajantes e informações de forasteiros. 


- Você sabe que é melhor continuar calado.

"Isso é muito chato Lys... Vamos matar alguém. Por favorzinho..." 

A híbrida falaria para arma enquanto se dirigia a principal hospedaria de Kannin, entrando nesta sem muito alarde e olhando ao redor para ver com quem teria mais chances de conseguir o que queria.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Não é o Diff em Ter 26 Jan 2016 - 4:49

Lysanne andou pelas ruas a procura da pousada enquanto o barulho das ruas permeava seus ouvidos, o odor de álcool misturado com suor e outros cheiros forçava entrada nas suas narinas. As vozes e os passos, as pessoas, os gatos, os cachorros e os ratos, a cidade parecia pulsar com vida, fosse isso uma qualidade ou um defeito dela. Lysanne não teve que andar muito até identificar a pousada, ela adentrou a pousada e avistou um balcão que parecia ser onde você pedia quartos ou comes e bebes.

Lysanne continua sua aventura nesta localidade.


Última edição por Não é o Diff em Sex 29 Jan 2016 - 2:26, editado 1 vez(es)

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por juliamoreira2004 em Qua 27 Jan 2016 - 23:33

Júlia caminhava ao lado da rainha, afinal não confiava nem um pouco nos guardas! Júlia estava cansada da viagem, mas mesmo assim estava atenta, afinal proteger a rainha iria lhe dar um futuro muito melhor.
"Hum..Marcos! Enfim descansar!"
Júlia olha para o Marcos com o seu olhar frio para demonstrar sua verdadeira face para ele! Mostrar temor! E depois volta a olhar normalmente para ele e sorri.

- Olá, Senhor Marcos, Vossa Alteza o acompanhará!

Júlia segue junto com a rainha bem ao lado dela olhando todos os guardas para evitar ataques surpresas de possíveis traidores.

"Depois de ter ameaçado os guardas, a viagem foi tranquila, mas qual deles é o traidor além daquele que disse que tinha algo na estrada."

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Matheus Lacorte em Sex 29 Jan 2016 - 9:08

Finalmente, a comitiva que levava a rainha havia chego na cidade, que por sinal, era bem diferente te Pejite.

Fomos recepcionados por 3 homens, um que parecia ser o encarregado de recepcionar a rainha e outros 2 que pareciam ser os seus servos, assim como eu e Julia somos da Rainha.

Estávamos cansados, visivelmente cansados, acredito que os que andaram apé ao lado da carruagem estavam mais do que eu, mas mesmo assim a postura era intacta. Desci, ficando atrás da Rainha e da minha irma que estava colada ao lado Rainha. Observava os guardas mantendo os curiosos afastados e também observava os guardas do nosso receptor.

Estava alerta, e qualquer pessoa que me parecesse suspeito, ia ter o mesmo fim do motorista da carruagem.

-Julia, não desgrude da rainha!-
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Sex 29 Jan 2016 - 22:32

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte
 
Então marcos faz uma breve reverencia retornando em sua posição inicial olhando para a rainha e seus dois guarda-costas, ele possuía um olhar calmo que transmitia aos dois uma estranha sensação de segurança: - Perfeito então me acompanhem que os levarei para seus aposentos para que descansem para o evento de amanhã. – Então os três se afastam da carruagem acompanhada por sua escolta andam por algumas horas até que chegam a um lugar que aparentava ser uma luxuosa casa feita de alvenaria com três andares que ostentava uma grande placa que dizia: “Hospedaria Lua minguante”. – A vossa majestade ficara hospedada aqui.  Como solicitou todos os quartos foram reservados para sua comitiva, mas diga que são seus dois jovens protetores.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por juliamoreira2004 em Sex 29 Jan 2016 - 23:16

- Meu nome é Júlia e esse é meu irmão...-responde Júlia antes da rainha responder.

Júlia não tinha muita noção de que nunca se devia interromper ou cortar frases de pessoas, principalmente se essa pessoa fosse a rainha. Talvez pela pouca idade dela que a rainha de Pejite a relevasse ou talvez por júlia ser um dragão abissal.



"Enfim hospedagem, não vejo a hora de tirar uma boa soneca."

Júlia olha para o senhor e sorri.


- Por que hospedaria Lua Minguante? Qual o significado? Júlia olha ao redor e cata algumas pedras sem valor para sua coleção!



Júlia percebe que está sendo olhada, e, acaba ficando com vergonha e, então para de colecionar as suas pedrinhas.

"Depois eu faço isso!" 

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Dom 6 Mar 2016 - 1:31

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte


O anfitrião esboça um simpático sorriso para a jovem quando a mesma deixa de pegar as pedras que se encontravam ao chão: - Não sei de certo acho que o proprietário pode explicar melhor ele nos espera dentro da hospedaria. - Responde Marcos de forma cordial para Julia fazendo um sinal para que eles o acompanhem. Logo que adentram no estabelecimento Matheus e sua irmã juntamente com os demais membros da comitiva real se depara com um lugar de alta classe com decoração e moveis de alto padrão onde são recepcionados por um homem calvo que logo vai ao encontro dos recém-chegados: - Sejam bem vindos a hospedaria lua minguante. Eu sou Carlos o gerente da hospedaria vocês devem fazer parte da comitiva de Pejite tem algo que possa fazer por vocês? 

Convidado
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por juliamoreira2004 em Qui 10 Mar 2016 - 0:24

- Sim, fazemos parte da comitiva de Pejite. 

Júlia olha o gerente e dá um breve sorriso e depois volta a mostrar uma feição séria.


- Gostaria de saber o por que o nome Lua Minguante, poderia me explicar? - Júlia sempre foi uma menina curiosa e não saber o motivo disso a estava torturando.


Júlia espera o rapaz responder e deixa a rainha responder a pergunta do gerente.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Sab 12 Mar 2016 - 23:36

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte

A curiosidade da jovem deixa o gerente um pouco perplexo, mas logo ele responde em um tom formal para os que se encontravam no estabelecimento se aproximando do quadro de uma bela mulher que esta ao lado de um home sentado em uma poltrona, a obra de arte estava em uma parede atrás do balcão: - Bem isso foi muito tempo atrás durante uma época conturbada em nossa pacta cidade Charles e Dora Greengrass abriram esta hospedaria aos negócios  para receber aqueles que vinham para Kannin, recebeu este nome pois foi em uma noite de lua minguante que os dois receberam pela primeira vez um hospede, naquela ocasião ela não possuía um nome definido. Alguns anos acabaram sendo vitimas misteriosamente assinados. Alguns dizem alguns que aqui se hospedaram que o espirito dos dois vagueia por estes corredores as noites de lua em busca de quem ou aqueles os mataram. – Então o gerente da um sorriso simpático para Julia e para o rapaz que ela chamava de irmão estende uma chave muito antiga para que pegassem. – deixarei vocês em um mesmo setor como foi solicitado pela comissão do evento.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por juliamoreira2004 em Seg 28 Mar 2016 - 19:30

Júlia pega a chave e sorri para o gerente.
- Muito obrigada pela explicação senhor!

Logo depois do sorriso, ela torna a ficar séria como se nem tivesse ao menos sorrido e parte em direção ao quarto que foi solicitado pela comitiva.

"Parece que é hora de eu descansar um pouco!"


- Mano, primeiro turno é seu! Como sempre! Afinal, primeiro as damas em tudo, até na hora de dormir! - diz Júlia de forma divertida.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Dom 3 Abr 2016 - 1:05

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte

Já em posse de sua chave Julia e seu irmão juntamente com o restante da comitiva seguiram subindo a escadaria de madeira que os levam para um corredor onde se encontravam os quartos enfileirados lado a lado onde de imediato os supostos irmãos adentram no quarto onde passariam a noite. Os soldados de Pejite estavam de guarda do lado de fora da hospedaria, a rainha que se encontrava no quarto no final do corredor ao lado do quarto onde os dois jovens estavam. Matheus estava sentado em um cadeira próxima a parede ao lado cama vazia ao lado da jovem mercenária que se preparava para dormir se mantendo atento a qualquer problema. Mas por algum motivo a garota não conseguia dormir tinha algo que a incomodava e atrapalhava seu sono que a fazia se revirar na cama.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por juliamoreira2004 em Sab 9 Abr 2016 - 16:52

- Irmão, estou sentindo algo errado! Estou com um mau pressentimento! Você toma conta lá embaixo prestando atenção se tem alguém tentando escalar a janela do quarto da rainha e se ver alguma coisa, me avise! Eu ficarei na porta onde os guardas estão! 

Júlia se levanta, sair do quarto e vai até a porta onde estão os guardas reais e fica ao lado deles perto da porta.

- Hoje passarei a noite aqui com os senhores, afinal meu dever é proteger a rainha de todos os possíveis assassinatos e matar todos os traidores. - Júlia sorri de uma forma diabólica.

"Estou com a breve sensação de que isso tudo é uma armadilha!"

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Seg 11 Abr 2016 - 2:01

juliamoreira2004 e Matheus Lacorte
 

Matheus logo se levanta da cama, se dirigindo rapidamente até a porta do quarto saindo para o corredor se ouvia seus passos que gradativamente se afastando. Então logo a mercenária olha pela a janela para verificar a tentativa de algum inimigo de adentrar no quarto da rainha por sua janela, mas por causa da escuridão não consegui ver nada além da vastidão da noite. Então Julia sai de seu quarto onde se junta com os guardas reais de Pejite. Após algum tempo  vigiando se ouve o grito da rainha que ecoa pelo corredor, todos os soldados se aproximam da porta que se encontrava trancada tendo abri-la sem sucesso.

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Re: Ruas Kannin

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