Ruas Kannin

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Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qui 10 Set 2015 - 16:49


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(Ruas)

As ruas aqui são empoeiradas, em sua maioria sujas, mostrando a pobreza do lugar suas casas são parcialmente destruídas e velhas, pessoas moram nas ruas e se encontram jogadas, pedindo esmolas ou tirando à força o que precisam, roubos e brigas são frequentes mais a noite, sem falar que de madrugada é impossível transitar pelas ruelas de Kannin. Há uma praça cujo único monumento é um poste de madeira com papéis pregados e alguns bancos de madeira. Vários poços de água podem ser encontrados, mas alguns já estão secos.

OFF:...
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qui 10 Set 2015 - 20:00

Makarius
Makarius teve exito em seu ataque não apenas deixava o Homem surpreso por fazer aquilo, o fazendo pensar que o Drow e estava sendo apoiado por uma entidade com grandes influencias para ataca-lo em um beco assim do nada ou era só mais um louco, enfim, assim que se manteve de joelho no chão quase cego pelo pó jogado em sua viseira, para o homem aquilo não ra quase nada graças a sua doença ele poderia morrer a qualquer momento.
Mas o erro já tinha sido cometido a metros do corredor em uma posição em que não poderia ser sentida pelas habilidades natas do Makarius se encontrava a segunda defesa do vendedor. Precisou de apenas um disparo o trajeto do projetil seguiu-se pelos obstáculos do beco de forma precisa acertando as costas do Drow, não demorou muito para ele ficar zonzo e cer o Homem machucado a sua frente apenas acenando para o drow que caia desmaiado ao chão.
Horas mais tarde Makarius acordava-se fortemente amarrado em uma mesa a sua frente estava o Homem que ele atacou, mais ao fundo saindo dentre as sombras estava Lisbra.
-Quem é essa criatura Randy? Qual o motivo de trazer ele a meu esconderijo?
Randy se mantinha imóvel no seu lugar apenas a respondia que aquele drow estava a procurando e como não é nada plausível ter o nome mencionado entre as pessoas, alarmando sobre sua presença na cidade.
Randy já tinha mencionado que Makarius era mudo, um tanto quanto chato tornou-se a situação em comunicar-se com ele não que isso a incomodasse, mas mesmo assim era chato. Assim ela pedia para Randy se comunicar com aquela criatura e ele apenas seguia suas vontades.
Logo ela mesma começou com as perguntas. -Quem é você e para quem esta trabalhando?
Makarius estava em uma ligação telepática com Randy que não gostava nem um pouco de invadir uma mente masculina, logo suas respostas seriam transmitidas pelo falso "golem" para a Lisbra.
OFF: 10 exp já adicionado.
Ganharia 30 caso seguisse na diplomacia, mas ganhou apenas 10 por seguir o caminho da luta.
sempre que postar manda link do tópico por mp.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qui 10 Set 2015 - 20:01

Makarius escreveu:[off: na verdade eu ia seguir a diplomacia... a diplomacia da rua... bate primeiro, pergunta depois, estilo Batman heheh]

O ataque acabou sendo certeiro. Certeiro ate de mais, pois parecia muito fácil ataca-lo daquela forma e subjuga-lo. Foi o que pensou ate ser acertado pelas costas por um algo. Se virou rápidamente temendo um segundo ataque, mas logo começou a agir efeito o dardo, estava envenenado.

Teve dificuldades em se manter acordado, ainda tentando alguns passos, mas acabou caindo. Caiu a ate de mais, pois estava dentro de uma caixa um rio, sendo inundada e quase se afogando, com dificuldade para respirar, se sentindo preso e amarrado. A cabeça doía muito, podia sentir o ardido da água na ferida. Teve que bater várias e varias vezes até que a caixa se quebra e muita água vem em sua direção.

Estava abrindo os olhos devagar, amarrado em uma mesa, ouvindo duas vozes meio distantes pela dor de cabeça que ainda sentia, provavelmente o efeito da droga que ainda teimava em deixar seu organismo. A visão estava um pouco ofuscada, mas podia ver que era Lisbra, a mesma do cartas, que estava ali, reclamando e tagarelando.

Sentiu uma pontada forte de dor de cabeça, era o homem invadindo ela sem sua autorização, provavelmente o jeito que queriam "driblar" seu probleminha, sendo agora interrogado por ela.


-Quem é você e para quem esta trabalhando?


- Pede pra ela falar um pouco mais baixo, dor de cabeça de mais... Diga que me chamo Makarius e até o momento não tomei partido por "lado" algum nessa cidade, mas posso escolher o lado certo e fazer a diferença ou criar um novo lado, caso ela aceite uma proposta e queira fazer parte... Tem vaga pra você também, Randy né?
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qui 10 Set 2015 - 20:18

Lisbra não ficava nada contente com o que ouvia, certamente aquele drow era um piadista dos piores possível no qual ela já se deparou, aproximou-se de seu rosto e tirava sua mascara queria ver o seu rosto e ver se ele era mesmo mudo.
Mas no momento aquilo não vinha ao caso com a adaga que ela pegou de cima da mesa apenas cravou num golpe seco e frio sem mais na perna do Makarius.

-Vamos parar com as brincadeiras,  até pq eu mesma estou muito bem sozinha e distribuindo minha mercadoria pelas ruas o que você tem a me oferecer? Ela deixava a faca cravada na coxa esquerda do Makarius sem se preocupar se ele gritasse ou começasse a chorar.

OFF: Ganha exp diferenciada pelas escolhas ou sugestões que for dar a ela, sem contar que levou -4 de dano e sem sangramento se falar alguma coisa na qual ela não goste ou mencionar que é superior ou quer tela como sócia na próxima rodada ela vai tirar a faca e começamos a contar o dano por sangramento, é simples assim.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Jack, The Reaper em Sex 11 Set 2015 - 20:59

A forma da mulher negociar em muito lembrava a sua própria: ia fundo e no nervo. Um calor forte como fogo logo toma conta da coxa apunhalada, e mesmo ele já tendo passado por um treinamento severo e sofrido muito da vida, ainda assim deixou escapar um urro com os dentes trincados, tentando balbuciar algo mas sem conseguir.

-Hrrn nnrm ssp crrrn tt kcs hrs g scn hnnmmnn...
- Essa fica por conta do que fiz a seu empregado...

Passado aquele primeiro momento e vendo que a mulher deveria estar naqueles dias, ela não evitaria de mata-lo caso desse uma resposta errada e com o elo telepatico com Randy, teria que ser cuidadoso até com o que pensava.

  - Não apenas eliminar mas prevenir concorrências... Seu produto é conhecido e realmente faz efeito de querer mais nos usuários, testemunhei isso, mas isso pode despertar a vontade de atrevidos tentarem vender porcarias mais baratas se passando por você e afetar seu negócio... É aí que eu posso entrar e garantir que não haverá quem ouse pensar em vender algo sem sua autorização... A proposta é expandir para outras cidades mais fortes financeiramente e eu garantiria que não haveria autoridades investigando, apenas aqueles que podem fazer vista grossa e não perturbar. O que ganho? Fama como sua mão esquerda, alguém que faz o trabalho indesejado, removendo lixo do seu quintal, alguém para temer como inimigo e querer como empregado, afinal esse é o meu trabalho, assim como Química é o seu...

Eis o plano de Makarius, escancarado, pois de nada adiantaria mentir ou seria pego no ato, coisa que pretendia evitar visto que poderia aproveitar aquela oportunidade e erguer seu nome como "empregado eficiente" e garantir que logo seu nome começaria a se espalhar, ganhando influência e possivelmente novos contratos.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qua 16 Set 2015 - 11:43

Makarius

A mulher ficou escutando o que seu empregado falou, andou pela sala de um lado pelo outro pensativa, não tinha muito o que fazer ou tratar com aquela criatura presa, ele em suas palavras lhe oferecia algo que ela já tinha, nas mesmas palavras não acrescentava nada de útil, a ela, mas o deixaria em paz, queria ver até onde ele chegaria com sua ambição.

Acenando para Randy desamarra-lo ela continuou a falar
-Pois, bem faremos assim você vai fazer isso que me falou agora a pouco,quer ser útil? Eu tenho um trabalho que Randy não poderá realizar... Aceite isso e mostre sua valia a meus objetivos...

ela ainda pegava sua adaga da perna do Makarius antes de Randy o tirar da mesa, ela limpava o sangue e guardava a arma.
_Me siga até a outra sala, quer mesmo se envolver no meu trabalho ? Makarius a seguia mesmo mancando ele a seguia, na sala ela mostrava algumas caixas bem lacradas seu conteúdo era um mistério ao drow e assim permaneceria se ele não indagasse sobre ambas as caixas que mediam nada mais que um metro de largura e altura.-Carregue as caixas até a carruagem nos fundos do meu esconderijo logo Randy vai te dar o resto das instruções..

Maklarius foi resumido a um simples carregador machucado e isso não importava a jovem, se ele mostra-se ser útil ela o usaria para outra coisa muito maior no qual ele nem imagina assim como Randy um peão descartável. O Drow via a sala vinte caixas e um corredor que leva aos fundos do abrigo, ele nem precisava se preocupar em memorizar o lugar pois a mulher esta sempre em movimento pela vila sendo assim ela possui muitos esconderijos nos quais nem mesmo seus cães mais fieis tem ideia da existência. Randy ficou apenas dando ordens sobre o que fazer, logo se perguntado daria mais informações caso contrario nem se daria o trabalho de explicar nada.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Jack, The Reaper em Sab 19 Set 2015 - 13:32

-Pois, bem faremos assim você vai fazer isso que me falou agora a pouco,quer ser útil? Eu tenho um trabalho que Randy não poderá realizar... Aceite isso e mostre sua valia a meus objetivos... 


Pelo visto havia dado certo o que disse e poderia começar a trabalhar para ela, embora devesse ficar atento pois poderia tentar algo imprevisto, todo cuidado seria pouco. Ao ter a adaga retirada de sua perna, logo cortou uma tira de pano de sua calça e improvisou um primeiros socorros, amarrando na ferida. Não seria o bastante para tratar, mas pelo menos poderia conter o sangramento.

Com dificuldade devido ao corte, mas tentando não demonstra-la, seguiu os dois, vendo que se tratava de algum tipo de deposito ou algo do tipo, repleto de caixas. Achou melhor não usar nenhuma habilidade no momento, uma vez que chamavam muito a atenção, então seguiria as instruções, trocendo para que não fosse ficar somente naquilo.


_Me siga até a outra sala, quer mesmo se envolver no meu trabalho ?  -Carregue as caixas até a carruagem nos fundos do meu esconderijo logo Randy vai te dar o resto das instruções..


- "Tudo bem, farei isso..."

Em outras missões que teve, ja precisou se infiltrar e se disfarçar, tendo que adotar trabalhos temporários. Carregar caixas era algo que não estava acostumado, apenas corpos para esconde-los, mas imaginou que não seria tão diferente assim. Sem duvida seria trabalhoso devido sua perna, mas trincaria os dentes e assim faria, imaginando o que provavelmente iria vir a seguir. Escolta talvez?

A mulher se retira, ficando apenas os dois ali. Caso realmente quisesse, seria uma otima oportunidade de sabotar o esconderijo dela, havia apenas Randy tomando conta. Entretanto, realmente não era seu plano fazer algo assim, pelo menos por hora, então iria se conter e realizar a tarifa que foi proposta.

-"Pelo número de caixas imagino que vocês vendam a pelo menos mais duas cidades... Da região ou mandam pelo porto? Cada cidade tem uma base como essa?

Aproveitando que estava com o elo com Randy, poderia finalmente em muitos anos conversar com alguem, isso é, caso o sujeito se mostrasse disposto a tal. Enquanto isso, iria fazendo seu serviço, sabia que entrar num grupo e ganhar confiança não era um trabalho simples, começaria de baixo, seguindo etapas ate ganhar influência o suficiente e ter maior autonomia. Como sempre, procurava se focar nos fins, justificando os meios necessários.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qua 23 Set 2015 - 9:17

Makarius

Randy o respondia sem muita preocupação, mas o Drow ainda estava lhe devendo pelo ataque no beco e isso seria cobrado em outra hora, fora o fato do drow estar machucado.
-Você esta querendo saber de mais e isso é muito perigoso novato, apenas carregue as caixas logo vamos seguir para o porto, para descarrega-las e nem pergunte o que tem em cada uma das caixas é melhor nem saber...

Randy preparava os cavalos e a carruagem empilhando as caixas que o Drow carregava com um pouco de dificuldades devido ao machucado na perna, no qual Randy deveria ter dado uma poção para Makarius, não o fez devido ao pequeno desentendimento no corredor.

Quando terminou de colocar as caixas na carroça Randy chamou o Makarius para o acompanhar até o porto para descarregar a caixa e novamente leva-las para uma pequena embarcação que seguiria na escuridão da noite seu rumo pelo rio a um destino não conhecido pelo drow.

No porto improvisado e clandestino que Lisbra firmou como ponto de partida do seu contrabando Makarius teve que descarregar as caixas junto a ele Randy finalmente o ajudava, cuidando ambos estava dois orcs barqueiros a espera do termino do serviço.

OFF: Bom descreva seu trabalho braçal e mais algumas perguntas que queira fazer ou detalhes que esteja procurando na pequena embarcação e até mesmo na localidade em que você se encontra, que é uma hora de viagem da cidade em uma beirada fechada no rio mas com estrutura para o embarque e desembarque de caixas e outros objetos de médio porte.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Jack, The Reaper em Sex 25 Set 2015 - 20:31

Decidiu parar por ali as perguntas, não que tivesse medo de Randy, mas para não estragar sua oportunidade, tendo que manter sua aparência como "empregado feliz", encarregado de levar as caixas até a carruagem, coisa que sabia que o homem de lata ali deveria ajudá-lo, mas não fazia nada. Não pensou, mas sentiu aquela velha vontade de matar...

Demorou mais do que imaginava carregar toda a carroça, com sua perna ardendo mais e mais a cada passo. E para sua sorte, ainda iria seguir com ela, provavelmente a descarregaria, então tentou poupar suas forças e dar uma olhada no ferimento, tentando tirar um pouco da sujeira das caixas de sua ferida, procurando melhorar o improviso de curativo.

Quando se deu conta, estava se aproximando de um porto improvisado e sabia o que lhe esperava, respirando fundo e recomeçando o trabalho, mas dessa vez na ordem inversa, tirando caixa por caixa. Dessa vez parecia que Randy iria ajuda-lo, provavelmente era sua obrigação desde o início mas preferiu prejudica-lo. 

- O velho ritual de sacanear o novato...

Acabou deixando escapar tal pensamento, mas nem sabia se Randy ainda estava ouvindo-o ou não, mas pouco importava, pois tinha caixas para carregar na embarcação e agora dois orcs esperando-os...

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Sab 26 Set 2015 - 19:52

Makarius

Makarius começou a carregar o barco, independente de ter gravado o caminho até aquele ponto clandestino para embarcações ou não, isso era outro assunto que não caberia agora, mas sim para o futuro. Randy seguia com ele até o interior da embarcação empilhavam as caixas calados os orcs do lado de fora cuidavam o movimento, logo que terminaram a dupla de orcs entregava um bau com o pagamento para o Randy que precisou da ajuda do Drow para guardar o pagamento na carruagem, por fim ambos seguiram o seu caminho.

Randy sorria e dava a poção para o drow  -Vamos beba isso que o teu machucado vai curar, e nem pense mais em comentar algo ofensivo a Lisbra, ela anda meio estressada ultimamente... vamos para a base lá vamos ver qual será o teu destino realmente...

Assim Randy conduziu a carruagem até outro ponto da vila, em uma casa velha em meio a tantas estava Lisbra os esperando. Assim que desceram e deixaram o baú dentro da sala principal ela pedia informações sobre os orcs. Randy deu todos os detalhes e por fim ela sorria.-Quer ser útil realmente drow, descanse hoje aqui junto aos meus subordinados amanhã pela parte da manhã temos uma pequena embarcação para roubar e quem sabe mais um ponto em outra cidade sobre meu controle... Lisbra queria começar a expandir ainda mais suas atividades e por fim teria escolhido aquela dupla de orcs estúpidos como seu alvo, Makarius entraria agora para algo muito maior que simples carregamentos e assassinatos, estaria ele entrando no jogo de conquistar territórios alheios e alianças ainda não formadas.

OFF: 10 exp, já adicionados.ganhou nível, sabe como funciona vai lá no teu tópico da ficha e chora o ganho com o link .
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Seg 5 Out 2015 - 23:17

Azetlor

Eilistraee conseguia, finalmente chegava a estrada, bastava caminhar mais um pouco para chegar a algum lugar, mas estava indecisa em qual lugar ir, tomar o velho quartel ou apenas encontrar um velho rancho para começar a criar sua masmorra.

Com falta do que fazer, ela seguia para os ranchos primeiro procurava uma abandonada, destruída, isso não importava, logo ela faria uso de sua magia para construir.

OFF: Vou para os ranchos procurar algum abandonado em terra não fértil.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Qua 7 Out 2015 - 1:00

Saphyra Odin

Então a drow ao chegar a vila de Kannin, ele decide por buscar por um lugar para iniciar sua ousada empreitada de começar a construir sua masmorra.  Eilistraee perambula pelas ruas do vilarejo e após algum tempo ele encontra uma pequena fazenda abandonada, com uma cabana muito simples de madeira, além de um estabulo de onde se ouvia um som abafado do que parecia ser um bater de pinça de alguma coisa que se encontra em seu interior.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Qua 7 Out 2015 - 22:14

-Capitulo 2: O DIA EM QUE TUDO COMEÇOU.
Local: Proximidades kannin
Part: 01
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Um pouco indecisa com a sua atual escolha, Eilistraee finalmente encontrava um lugar abandonado, não fazia muita diferença se o mesmo fosse perto ou longe da vila na qual ela ainda pretendia tomar metade para si, mas ao encarar o casebre batia um desanimo enorme, em pensar que tinha de tudo no conforto de sua família, e hoje estava ali começando quase que do zero sem contar o trabalho humilhante que teve de fazer para conseguir o pouco dinheiro que tinha naquele momento.

Mas agora ela permanecia parada frente a velha cabana, caminhou até sua entrada já atenta ao barulho de seu interior, bastava somente descobrir o que era, e tão logo começar a avaliar a casa, antes de adentrar chutava o chão tirando um pouco de terra queria ver a qualidade do solo, se o mesmo estava morto e era totalmente improdutivo, ou ainda dava para ser reaproveitado para alguma coisa.

Quando se deu por satisfeita em suas avaliações ela finalmente abria a porta da cabana sem cerimonias o que estivesse ali dentro seria dizimado, de forma rápida sem desperdiçar o seu precioso tempo.

OFF:...
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Qui 8 Out 2015 - 0:35

Saphyra Odin


A drow analisa o terreno que constata esta ser de boa qualidade para fazer as fundações, depois vai até a pequena cabana de madeira percebendo que se encontrava em péssimo estado, mostrando vários pontos de apodrecimento. Quando Eilistraee adentra dentro do imóvel se depara com uma pequena sala de visita muito empoeirada com uma pequena mesa central que quebrada com uma solfa mofada, em sua parede alguns poucos quadros indistinguíveis por seu estado deplorável estado. Havia uma porta adentre as demais que se encontrava no local que se encontrava escancarada onde um vulto passar velozmente, mais conseguiu ver rapidamente uma criatura de oito pernas cujos vários olhos vermelhos brilhavam de forma sinistra. A drow se sentia observada deste que entrou na cabana, com se houvesse olhos sobre a dama das engrenagens, se ouvia a cada passo que dava o ranger das tabuas do assoalho. 

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Asbel Marafela em Qui 8 Out 2015 - 16:27

Não muito longe da caverna que havia saído, tinha encontrado uma estrada de terra. Uma estrada de terra que levava até o que aparentava ser, no horizonte, uma pequena vila. Já não via mais o mesmo céu azul de quando tinha saído da caverna. Tudo tinha ficado um completo breu. A névoa parecia tapar a cidade de certa forma, deixando-a com um ar sinistro. Sem nada em mãos, e também não carregando nada, o mais sábio a se fazer era correr para o mais longe dali o possível, mas... tinha algo sobre aquele lugar que fazia ela não querer correr dali. Parecia até que ela, a vila a chamava, mesmo que, obviamente, vilas não chamassem pelo nome de pessoas. Instinto talvez? Talvez.


As sandálias aos poucos começaram a ficar um pouco cobertas de barro, até chegar na área com concreto e pedras da cidade. Um odor de podre veio ao seu nariz, e ela sentiu um pouco de vontade de vomitar, porém, aguentou. Se a cidade estava com aquele cheiro de podre, então tecnicamente é por que tinha algo de errado acontecendo por ali. E não é que acertou? Alguns poucos passos à frente, encontrou um cadáver já em estado de decomposição, coberto de larvas. 


Que tipo de cidade era aquela que nem enterrar seus mortos enterrava? Pensou.


Virou o rosto rapidamente, e pôs a mão sobre o nariz. Vomitar naquele momento não parecia ser uma opção. Aliás, a melhor opção era a opção de chamar alguém para remover aquele corpo imediatamente da rua, afinal, era o mais adequado a se fazer. Tendo isso em mente, caminhou até achar alguém em posição de sentido, o que lembrava a posição que seu pai a fazia ficar. Pelo o que parecia, o homem estava armado até os dentes, e estava com uma armadura inteira feita de ferro. A julgar por aquilo, resumiu que ele era um guarda, e caminhou até ele. Ao chegar perto, removeu a mão do nariz, e sem tentar respirar para não aspirar aquele cheiro grotesco novamente, disse com pressa:


-H-Há um cadáver uma rua atrás dessa daqui. N-Não tem como você ir lá e retirar, ou m-mandar algum ente da pessoa?


Quem visse assim, diria que a garota era uma criança. Se ele já estava em estado de decomposição, era porque, obviamente, ninguém queria tirar o cadáver da rua, quanto mais a pessoa que havia morrido, tinha entes queridos.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Funnymouth em Qui 8 Out 2015 - 21:28

NARRADOR


Kannin era, muito provavelmente, o pior lugar que aquela jovem ingênua podia ter possivelmente parado. Seu povo incrivelmente preconceituoso e sarcástico, ruas imundas, e pouquíssimas oportunidades para aqueles que não carregam consigo multidões de peças de ouro. Com os quartéis sucumbidos, se sequer ainda restava algum guarda na cidade, nenhum deles possuiria armadura. Asbel na verdade tinha acabado de interromper um nobre, que viajava com seus amigos de Pejite para poder curtir noitadas em uma cidade sem leis. O homem olhou para a menina em descrença. Após alguns segundos pensando se realmente ouviu o que imaginava que ouviu, se virou pros seus amigos, que festejavam logo dentro da casa mais próxima, em um ambiente cheio de entorpecentes e mulheres, provavelmente pagas. - Ouviram isso? - Falou, em uma voz grossa, seguindo de uma risada. - Ela quer que eu limpe os mendigos mortos das ruas! - Todos riram. O nobre moveu sua mão em uma tentativa de agarrar as bochechas da menina, enquanto exclamava, de uma maneira violenta; - Você sabe quem eu sou, garotinha? - 
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Asbel Marafela em Qui 8 Out 2015 - 23:37

Assim que o homem soltou aquele sotaque vulgar, sabia que tinha algo de errado com ele. Não como se fosse algum tipo de doença, mas mais como se o ego dele fosse infinito. Apesar de não conhecer muito do lado de fora da caverna, mesmo lá dentro haviam pessoas com esse tipo de problema. Assim que ele tentou beliscar sua bochecha, Asbel deu um passo para trás com calma, ainda com a mão no nariz. Aquele tom debochado realmente não estava a deixando muito contente, e mesmo não sendo muito experiente naquele tipo de coisa, sabia que, de alguma forma, ele não estava dizendo a verdade, mas, ingênua do jeito que era, decidiu dar uma segunda chance ao homem.  Ao ouvir sua pergunta, o respondeu:


-Não, não sei. Acabei de chegar aqui, s-sou nova na cidade.


Desprendeu o nariz por um momento, mas logo voltou a tapar. Agora, não era só o cheiro de cadáveres em decomposição, era também o das drogas e o cheiro de... coisas "pervertidas" que emanavam do quarto. Novamente, não era nenhuma experiente, mas, sabia que tinha algo de errado com aquele homem. Algo muito errado. E algo lhe dizia também que não era para se envolver com ele. Na verdade, era para ela ter ignorado ele assim que ele tivesse lhe dado aquela resposta, mas, inocente do jeito que era, continuou acreditando no rapaz. Talvez ele realmente tivesse algo à dizer?


Não podia julgar um livro pela capa, afinal. Mesmo que nunca tivesse lido um livro.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Sex 9 Out 2015 - 0:01

-Capitulo 2: O DIA EM QUE TUDO COMEÇOU.
Local: Proximidades kannin
Part: 02
____________________________________________________________________________

Assim que terminou de verificar o solo, ela sorria de canto, bastava apenas começar a criação do labirinto, já que comprovou que o terreno era favorável para tal criação, não tinha mais tempo a perder.

Quando entrou calmamente na velha casa, reparou em cada centímetro e detalhe do cômodo, não se preocupava com o estado em que a casa e seus poucos moveis estavam, uma vez que só bastava usar de sua magia para concerta-los, sua principal preocupação foi com o vulto no qual viu ao entrar,  as poucas características que viu do vulto poderia deduzir o que poderia ser, mas como não era uma criatura presunçosa, não muito presunçosa na verdade, apenas tirou a mascara pegando um par de cartas na qual, tinha criado a muito tempo com sua bugiganga. Preparou-se para usa-las caso fosse preciso contra o vulto, causaria uma pequena explosão acida e outra de fogo.

Naquele momento parada em frente ao seu alvo ela o ordenava a sair das sombras, antes de começar seus ataques.

OFF: -1 carta 1d6 + 11 explosão acida, 1 carta explosão fogo 1d6 +11.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Sex 9 Out 2015 - 21:30

Saphyra Odin

Em meio da escuridão surgem seis grandes aranhas negras que desciam por fios de teias prateadas quase de seu tamanho, emitindo um barulho seco de cliques por suas pinças, os muitos olhos brilhavam em suas cabeças feias, se encontravam entorno de Eilistraee bloqueando sua rota de fuga, havia uma única opção seria seguir pelas portas a sua frente para encontrar um local onde possa se proteger destas criaturas.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Funnymouth em Sex 9 Out 2015 - 22:15

NARRADOR (ASBEL)


Aquele homem que antes agia de uma maneira deveras selvagem, entendeu um pouco melhor com quem falava. Ao invés de uma garota rude e estúpida, como primeiramente imaginou, percebeu que via uma inocente mulher perdida. Deu uma nova risada. Seu olhar mortal deixou lugar a um sorriso, que por sinal, revelava alguns dentes que foram trocados por réplicas de ouro. O homem havia, de certa forma, simpatizado com as palavras da garota. - Nova, é? - Disse, enquanto se movia, arrastando a menina forcadamente consigo, se afastando da casa onde festejava, talvez porque não queria ser escutado pelos homens de lá. - Também já fui um garotinho, perdido, e pobre como você. Mas não posso te ajudar. - Sussurrou, suspirou. - Mas eu sei quem pode. Procure por Gailek, um elfo feio com um cavanhaque. Bem distintivo. Ele fica todo dia perto dos velhos quartéis. Mencione a ele que precisa de comida e abrigo. Foi aí que eu dei meus primeiros passos. - Ele disse, sorrindo mais uma vez. - E se quiser ou precisar me ver de novo, procure por Chet Baldfeet. Normalmente me encontro por Pejite.  - Adicionou, antes de voltar a festejar com os amigos, fingindo que havia espancado a menina. 
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Sex 9 Out 2015 - 22:45

-Capitulo 2: O DIA EM QUE TUDO COMEÇOU.
Local: Proximidades kannin
Part: 03
____________________________________________________________________________

 Em meio a escuridão Eilistraee se deparava com seis grandes aranhas, mas pensando melhor qualquer coisa era grande para uma criatura de um metro e sessenta de altura. Sem exitar  ou recuar ela se manteve onde estava não tinha ainda um bom motivo para fugir, só ativou suas runas para evitar os inúmeros danos que possivelmente receberia do corajoso e suicida grupo de aranhas, naquele momento ao ver as criaturas apenas comentou algo que decidiria se elas continuariam vivas ou não, já que sua raça tinha um respeito até então sem sentido por aranhas e o mais bizarro em meio a isso tudo era que sua raça conseguia "conversar" com aquelas criaturas. Assim ela o fez usando um tom firme de comando no qual se berra a soldados inúteis ou simples peões tanto faz.

 -Me chamo Eilistraee, e pelo respeito de minha raça a partir de hoje vocês me servem da melhor forma possível, em outras palavras eu sou a Aranha líder do seu pequeno bando, aceite isso sem mortes ou terei de mostrar minha superioridade aqui destruindo este maldito lugar com boa parte de vocês?

 Falou até mais do que de costume, mas era divertido usar de uma habilidade bizarra, pior ainda era se alguém visse ela conversando com as aranhas no minimo seria tachada como maluca, mas fora isso, ela foi objetiva e precisa no que argumentou para as criaturas e seu próximo movimento usaria de uma magia que não gostava muito de usar por causa do seu maldito brilho.

OFF:-Ativei a Runa da vestimenta.
- Dei a singela oportunidade de ter 6 aranhas de estimação caso contrario,se as criaturas se acharem no direito e coragem de partir para um ataque suicida, vou matar acho que três ou quatro aranhas, quem sabe destruir metade da casa para pensarem direito na minha humilde proposta.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Asbel Marafela em Sab 10 Out 2015 - 1:49

Notou que o homem, de certa forma, "cedeu". Não que ele estivesse resistindo ou coisa do tipo, mas sim que ele finalmente havia mostrado o lado que a garota tanto queria ver. E era por isso que ela sempre falava com as pessoas até a última palavra. Para ter certeza se a pessoa lhe ajudaria, ou não. 



De início, achou estranho o "novo" tom de voz dele, junto do sorriso. Se sentiu um pouco assustada, afinal, o homem tinha começado a fazer uma cara de interesse nada bonita para ela. No momento em que começou a ser arrastada para longe da casa, pensou em se debater, mas, achou melhor não. Vai que ele estivesse apenas querendo ficar longe daquela casinha cheia de entorpecentes e mulheres, onde estavam seus amigos, e como pensou, funcionou exatamente desse jeito. Surpreendentemente, isso era tudo o que ele queria. Só se afastar daquela casinha. Não que ela também não quisesse se afastar da casinha, mas, foi apenas inesperado vindo dele, porém, o que foi mais inesperado, foi ao ver ele lhe dando informação. Mesmo em sua caverna, há quem fosse daquele jeito, cheio de ego, mas, em nenhum momento eles deixavam de ser mal-educados, diferentes desse homem que acabara de conhecer.



Ouvindo atentamente as informações que ele lhe falava, já tinha uma ideia do que fazer. Agora era só procurar pelo tal do velho quartel, mas antes, recebeu um espancamento de mentirinha do homem. De fato, no fundo, ele era uma boa pessoa. Não iria depender dele, mas, se algum dia estivesse em apuros, provavelmente iria procurá-lo novamente. E assim, partiu em busca do que ele havia dito. Quarteis velhos. Seria um tanto difícil de achar, pois tudo naquela vila estava bem acabado e bem velho, mas, com algumas voltas pelo lugar, achou o que queria. Um elfo estava em frente ao que parecia ser uma bandeira velha de alguma nação, porém, a bandeira era tão velha que não dava nem para ver o que já esteve pintado nela uma vez.



Definitivamente, o elfo era muito feio. Aquela criatura era a definição de feiura, mas ainda sim, queria comida e abrigo. Se aproximou dele, e pediu:



-Um homem com dentes de ouro e armadura me disse para vir até aqui. Busco comida e abrigo, e ele disse que aqui eu acharia o que quero.

Talvez ao ver a estrutura física da mulher o elfo não tinha pego muito confiança nela, mas ao ver o olhar determinado dela, e o tom de voz firme, ele provavelmente não teria como negar à ela um prato de comida e cobertores de baixo de um teto.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Sab 10 Out 2015 - 23:43

Saphyra Odin

Quando Eilistraee  dialoga com os aracnídeos monstruosos, que ficam alguns minutos pendurados diante a drow, então uma da aranhas a responde com sua voz arrastada em melos as batida de sua pinças: - Nos não possuímos, um mestre mas se derrotes nosso matriarca servíramos de bom agrado, ela se encontra no porão desta casa desejo sorte pois ira precisar. – Então as criaturas se soltam da teia e se espalham pela casa indo para diferentes direções desaparecendo na escuridão.

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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Saphira Odin em Ter 13 Out 2015 - 6:34

-Capitulo 2: O DIA EM QUE TUDO COMEÇOU.
Local: Proximidades kannin
Part: 04
____________________________________________________________________________

 No final seria muito mais complicado do que ela esperava, mas no momento não teria de lutar contra as seis criaturas, temia ser pega de surpresa ao matar a líder delas, ou deles , tanto faz.

Quando viu as criaturas se esconderem, Eilistraee caminhou até o lugar no qual estaria a matriarca, ela não deveria ser tão grande assim, pois estava no porão, na verdade o porão não deveria ser tão grande, pelo menos foi o que a drow pensou enquanto descia, e já anunciava sua chegada, quanto mais rápido encontrasse a criatura menos destruição causaria ao seu atual esconderijo.

Veria se as runas que ativou seriam necessárias para protege-la, dos primeiros ataques da aranha, logo usaria de suas cartas explosivas para mata-la aos poucos antes do uso de uma magia mais poderosa, no momento deveria apenas ver a força de combate de sua inimiga, logo teria uma noção do que usar contra ela.

OFF:-Ativei a Runa da vestimenta.
- Encontrar primeiro a maldita que esta se escondendo... que nojo isso de aranha.
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Re: Ruas Kannin

Mensagem por Convidado em Ter 13 Out 2015 - 22:24

Saphyra Odin

Eilistraee então se coloca percorre a rustica cabana, até que finalmente encontra ao travessar uma das portas da residência uma escadaria que parecia levar para o porão, enquanto a drow descia as emaranhados de teias grudavam e se prendiam nela, quando finalmente chegou ao final da escadaria ela se depara com o porão escuro recoberto com muitos moveis e objetos antigos recobertos de poeira, este lugar era relativamente pequeno, mas se podia reparar que na parede havia uma fresta suficiente mente grande para que a dama das engrenagens consiga passar tranquilamente, parecia levar para uma câmara muito maior igualmente escura, havia colunas muito altas que se sustentavam o teto onde uma gigantesca teia de aranha se encontrava armada com uma gigantesca armadilha de onde desce uma enorme aranha negra por sua teia investindo de imediato contra a elfa negra tentando agarra-la com suas quelíceras pegajosas, mas as runas de suas vestes a protegem surpreendendo a criatura que logos em solo tenta mais uma investida contra Eilistraee.

criatura:
HP:60/60
Força: 4 + Doença grave (Veneno)
Velocidade: 5
Habilidade: 5
Resistência: 6
Inteligência: 3
Balística: 4 (Teia)

Convidado
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