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Prefeitura

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Dom 14 Ago 2016 - 8:47

- A Morte lhe ordena, apareça mortal.

Foi sua ordem convocando a alma daquele infeliz para quem sabe ter algumas respostas, mas em posse do mapa ja poderia ter uma pequena ideia do que o aguardava. Decidiu aguardar apenas o tempo de tentar ver o mapa e terminar sua busca no corpo antes de viola-lo, pegando alguma parte que o osso esteja mais protuberante e arrancando-lhe do corpo.


Iria usar o osso como material para escrever seu Ritual da runa de Berkano pois como parecia haver armadilhas, era melhor estar preparado e aquela runa poderia lhe conceder uma medida protetiva caso algo o pegasse desprevenido. Caso o fantasma do corpo aparecesse, imediatamente iria pergunta-lo de forma seca e arrogante.

- O que uma criatura como você ousou fazer no domínio das trevas? Achou que esse mapa o levaria a algum lugar se não a morte certa?

Spoiler:
Nome: Ritual da runa de Berkano (5 PO)
Classe que aprende: Todas as Classes
Elemento: Neutro
Descrição: Após um pequeno ritual simples o conjurador pode encantar uma pedra com poder, tornando-a uma runa mágica. Runas são encantamentos ancestrais cristalizados em gemas ou postos sobre armaduras e armas especiais, que podem mudar o rumo de uma batalha. O ritual é simples mas exige 1 turno de confecção. 
- Tinta, giz ou qualquer substancia que possa ser usada para pintura.
- Uma superfície plana.
- Uma pedra.
- Uma peça de armadura.
O Conjurador precisa desenhar um simbolo específico na superfície plana, por a pedra em seu centro e encantar a pedra com determinado poder. A mana só é usada durante o ritual e a pedra pode ser ativada sem custo de sp a qualquer momento. Uma vez ativada, a magia se esvai da pedra e ela volta a ser somente um objeto comum.
Berkano proporciona a seu usuário uma couraça de coloração cinzenta feita de pura energia. Acontece que ao ser ativada, a energia contida na runa se expande tomando todo o corpo do usuário criando uma camada protetora tão poderosa que pode até quebrar armas utilizadas contra ela.
Efeito: Cria uma camada protetora em volta do usuário capaz de absorver o dano, a couraça tem 30 de HP e não tem defesa, mas todo o dano deve ser primeiro passado por ela e só depois na defesa do usuário.
Custo: 5 SP.
Duração: Instantânea
Valor da dificuldade: 5
Raridade: Comum
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Qui 18 Ago 2016 - 3:21

Lord Death

Ao buscar por alguma coisa que seja útil para começar confeccionar sua runa Berkano, o necromante consegue observar na perna cadáver um osso exposto que de forma cuidadosa, mas acabava por mexer um pouco o corpo, a cada movimento que dava para removê-lo. Quando finalmente conseguiu iniciou a confecção do artefato. A sua tentativa em contatar o espirito do falecido aventureiro acaba por ser respondida, uma entidade surge diante do lich como uma figura espectral translucida de voz melancólica: - Eu fui Cornelius Busk, um aventureiro que investigava uma serie desaparecimentos que ocorrera em diversas áreas do continente de Zephyr, sempre visando os mais habilidosos entre as diversas classes, desparecendo sem deixar algum. Este e o mapa que me trouxe ate este local, que segundo algumas informações, esta fora o ultimo local onde um conhecido grupo de mercenários que também buscava pelos desaparecidos. Depois de entrar neste lugar, me recordo apenas de uma dor terrível tomar meu corpo, e de resto não me recordo. – Diz o espirito para aquele que teve seu lugar usurpado como deus da morte, de forma temorosa por sua breve existência neste plano.

off:
sua runa estará terminada no próximo turno

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Qui 18 Ago 2016 - 23:20

As palavras daquela alma foram interessantes, quem sabe o que poderia encontrar ali dentro. Inicialmente pensava que poderia ser apenas o necromante, agora porém, imaginava se poderia ser o esconderijo de quem raptava os tais habilidosos, quem sabe ate mesmos esses habilidosos ou os outros mercenários, mas seja la quem encontrasse ali, poderia ser útil nas fileiras de seu exercito.
- Diga-me, Cornelius, como sua vida lhe recompensou? Viveu como queria? Alcançou seus objetivos? Ainda restam coisas a se fazer?
Perguntava para o espirito sem muito lhe olhar, estava mais concentrado em preparar sua runa e ter uma garantia de que funcionaria aquele primitivo encantamento talhado na runa, uma forma deprimente de se proteger se comparado com sua real força, mas no momento necessária...
- Sabendo quem sou, o que me diz de me acompanhar... Diferente do atual usurpador, sou justo e se prestar serviços a mim, poderei recompensa-lo apropriadamente caso sua lealdade seja digna... Caso recuse, temo dizer que sua existência apenas servirá para alimentar minha atual condição física...
Disse ele, terminando de preparar sua runa e uma vez pronta devolve a perna para o lugar junto ao corpo, se preparando para continuar o caminho para o interior da caverna e descobrir se o vulto era de algum vivente e se o necromante estaria ali para prosseguir rumo a cidade o quanto antes.
Spoiler:
off: só criei e vou guardar a runa, não pretendo ativa-la ainda, apenas em momento de necessidade, como um ataque.
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Seg 22 Ago 2016 - 1:21

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Antes que  espirito pudesse responder ao necromante a entidade de forma inesperada começa se ter convulsões que o faziam estremecer enquanto emitia gritos de agonia, desaparecendo lentamente diante de seus olhos neste momento o lich e tacado pelo cadáver que agora havia se tornado um zumbi que o agarra o derrubando ao chão, de onde pode observar que algo se aproximava das profundezas da caverna, eram mais destas criaturas surgiam em meio a escuridão da profunda caverna que ao observar um pouco mais atenção pode repara que havia pedras rúnicas incrustadas de forma cirúrgica em seu corpos, estes artefatos pareciam reagir com a outra que se encontrava na parede da caverna pulsando cada vez mais rápido quando mais se aproximava. Se ele não se livra-se daquela situação poderia ser seu fim pois a runa que havia criado poderia protege-lo a uma armadilha simples mas aquilo poderia ser mais que sua proteção poderia aguentar.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Seg 22 Ago 2016 - 22:45

Aquele ataque covarde o pegou de surpresa, com a guarda baixa, não esperava que pudessem elaborar esse tipo de armadilha, muito provavelmente obra do necromante, mas se queria te-lo consigo, deveria no minimo sobrepujar tal afronta em ataca-lo assim.

- Péssima escolha, pobre alma... LEVANTEM-SE E PROTEJAM-ME !

Ordenou ele, invocando seus próprios esqueletos, cinco no total, se levantando para proteger seu mestre e atacar aquelas criaturas atormentadas que ousavam ataca-lo. Aquela a seus pés provavelmente não iria conseguir se levantar pois teve sua perna arrancada, mas ainda assim seria melhor afasta-lo e dar um fim nele, decidindo por golpea-lo com sua foice na cabeça tentando se desvencilhar suas pernas dele, pois precisava se levantar e destruir aquela runa na parede.

Spoiler:
Evocação basicaTodo evocador  é capaz de evocar um ser basico, que será forte ou fraco dependendo da capacidade do evocador. O ser não tem elemento e seu numero de atributos vai  ser igual ao custo que o evocador vai investir nele, que distribui os pontos como quiser. Uma vez que os atributos são escolhidos e o monstro evocado,não é possível mudar. É possível evocar mais de um ser ao mesmo tempo mas o custo de SP é cumulativo.
SP por pronto de atributo+ pericia evocação OU necromancia,o custo para manter é sempre 1 terço do custo de evocação arredondado pra baixo (minimo 1).
5 esqueletos: (Necromancia 3 + 6 sp cada um = 6 pontos de personagem para cada) 30 SP gastos
Força 3
Resistencia 2
Habilidade 1
Imagem:

Spoiler:
Off: Primeira vez que uso, o talento é assim mesmo? A foto achei com 4, mas são 5 conjurados. Sobre o ataque com a foice, preciso rolar algo? como e onde rolo?
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Qua 24 Ago 2016 - 15:26

Lord Death
 
Os esqueletos que o necromante invocará avançam contra seus atacantes, mas aquilo apenas os atrasaria por algum tempo o seu avanço, logo as suas invocações seriam sobrepujadas pelos mortos vivos que parecia continuar a surgir em meio à escuridão. Enquanto tenta se libertar do zumbi que o garrara o lich se utiliza de sua foice para golpear sua cabeça daquela criatura o transpassando seu crânio fazendo o sangue coagulado escorrer, rapidamente ele rola o corpo para o lado, ficando livre para destruir a runa que se encontrava incrustada na parede da caverna, mas isto devia ser feito antes que aquelas criaturas atormentadas conseguissem passar por seus esqueletos. Seus servos enfrentavam os mortos vivos de forma efetiva mas a quantidade de inimigos parecia ter se tornado um problema, pois a cada morto vivo que destruíam dois tomavam seu lugar.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Qui 25 Ago 2016 - 21:40

Seus servos estavam cumprindo com seu papel, barrando o avanço dos inimigos, enquanto que seu ataque foi efetivo e ja eliminou o adversário que poderia coloca-lo em maior risco. Entretanto, não esperava aquele efeito adverso, uma runa que permitia levantar um morto para cada um que fosse destruído, não pareciam fortes mas logo seriam numerosos de mais. Queria aquilo para si, pensou nas inúmeras utilidades de tal encantamento.

- Segurem firme a posição! - Gritou ele para seus esqueletos.

Mas no momento teria que se contentar em impedir aquela proliferação nefasta de criaturas apodrecidas. Decidiu se apressar e se levantar, atingindo a runa e tentando "rasga-la", abrindo um arranhão ou corte suficiente para que quebrasse seu efeito, geralmente era o necessário para se quebrar um efeito das runas, estragar seu padrão.

Spoiler:
[off: teria como aprender essa runa? Pelo que verifiquei no sistema, não consta uma Runa como essa, eu poderia cria-la? existe algum tipo de "guia" para criar uma magia? Acredito que seria parecido com as magias de runas que ja possuo, mas seria uma "Runa Negra", coisa que não existe nenhuma semelhante ainda]
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Dom 28 Ago 2016 - 22:16

Lord Death

No momento que o necromante golpeia a runa que se encontrava encravado na parede com sua foice que acaba por danificar o artefato  deixando um rachadura. Neste momento os zumbis começam a cair ao chão enquanto as runas que se encontrava em seus corpos putrefatos começavam a se desfazer, os cadáveres sofriam espasmos a cada vez mais forte, quando repentinamente seus corpos estouram espalhando suas vísceras para toda parte manchando as paredes e chão da caverna com seu grosso sangue coagulado. Agora o lich poderia prosseguir pela gruta sombria, poderia agora se apoderar do pergaminho que estava  protegida dentro da bolsa do aventureiro.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Seg 29 Ago 2016 - 13:17

O golpe fora decisivo para terminar aquele embate, anulando o efeito do encantamento e desativando assim o que mantinha reanimados aqueles corpos, entretanto, por pouco não foi pego naquela armadilha, pois os corpos logo começaram a explodir, algo que se mostrou curioso e util, ainda mais pela variedade e quantidade de mortos que ele próprio poderia invocar, imaginando tal efeito em um cerco de batalha.

Não precisaria mais de seus próprios mortos, visto que o perigo imediato havia sido resolvido, então desfez aqueles que ainda estavam sob seu comando para lhe poupar energias. Sua atenção agora seria para apanhar o que tivesse de útil e interessante naquele corpo e continuar o caminho, buscando o que havia de escondido naquela caverna para precisar de uma armadilha engenhosa como aquela...
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Ter 30 Ago 2016 - 3:53

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Enquanto vasculhava os pertences do aventureiro morto, o necromante se a poderá do pergaminho que acaba por se revelar um mapa dos tuneis da caverna, mas tinha um aspecto muito degradado pelo tempo, nele estava marcada uma rota em meio às diversas passagens existentes na gruta. De resto só havia uma corda um pouco de comida envelhecida e uma flauta. Então aquele que outrora fora o deus da morte prossegue por sua empreitada para dentro da profunda caverna quando se depara com uma bifurcação, e espalhados pelo chão da caverna estavam os ossos daqueles que aqui estiveram, e sem perceber Lord Death acaba por esmagar um crânio que fragilizado se despedaça fazendo um ruído que ecoa pela caverna, e quando o lich percebe que não se encontrava sozinho, pois algo parecia se mover em meio a escuridão.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Ter 30 Ago 2016 - 20:41

Com o mapa do que parecia ser daquelas cavernas, seu caminho poderia ser muito mais facilitado agora. Junto do mapa, decidiu pegar também a flauta, não que ele fosse usar pois ate mesmo duvidava uma vez que não respirava, mas quem sabe poderia ter algum traço de magia ou pelo menos poderia troca-la por algo mais útil na civilização, quem sabe...

Seu caminho caverna a dentro acaba por leva-lo a uma bifurcação, coisa a qual dependeria das informações do mapa para ver que rumo poderia seguir, ja aproveitando para dar uma breve decorada nos próximos trechos. O local com ossos no chão, muito lhe remetendo ao seu antigo lar, anterior a seu exílio forçado. Por descuido, acabou se deixando levar e fez um barulho que ecoou, alertando ainda mais sua presença.

Percebeu que havia mais algo ali, talvez outros mortos? Não, talvez não, era muito mais provável de ser o causador de todos aqueles cadáveres no chão do que o necromante o qual buscava, devendo admitir ter um pingo de esperança de que ate poderia ser ele ou pelo menos alguma raça inteligível o suficiente para que pudesse não combater mas sim oferecer a oportunidade de se juntar a sua missão...

- Sei que você me observa, apareça

Disse ele num tom imperativo, mantendo a foice firme em sua mão mas sem levanta-la ainda, não iria dar a impressão de que estava preocupado ou na defensiva, mas sim de que era poderoso o suficiente para não temer o perigo. Poderia ser algum animal talvez, mas se fosse o caso, teria seus mortos em um instante prontos para servi-lo e corpos é que não faltavam ali...
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Sab 3 Set 2016 - 1:05

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O necromante então tentar fazer se observado se revelar, mas não obteve resposta a única coisa que ele ouviu o som seco que ecoa pela caverna escura. Repentinamente surge a sua esquerda e direita, dois ferozes cães do túmulo que se aproximavam do lich lentamente rosnado de forma ameaçadora. Aquelas criaturas mortas vivas pareciam estar protegendo a aquele único corredor que aprecia levar para outra câmara onde provavelmente o responsável por tudo aquilo estaria.

off:
Esqueci de de dar os seu pontos EXP, Você recebeu 35 EXP que ja foi adicionado a seu perfil.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Dom 4 Set 2016 - 10:52

A figura que se escondia nas sombras se revela e para sua surpresa eram dois, que se mostraram ser cães do túmulo, um par de criaturas bem fieis e uteis para alertar e proteger seu território. O caminho parecia seguir a um tipo de câmara onde provavelmente encontraria seu anfitrião, então primeiro deveria lidar com os guardiões.

Poderia começar um combate e acabar por destruí-los, assim como fez com os outros mortos e a runa, mas seria conveniente isso? Afinal, era trabalho do sujeito que ele buscava, não era algo politicamente aconselhável você destruir os pertences dos outros...

Os cães poderiam tê-lo atacado de surpresa, mas não fizeram, permaneceram firmes rosnando, demarcando o território, se aproximando lentamente. Decidiu parar, não por medo deles, apenas para mostrar que entendeu a presença deles e que não era uma ameaça, não os atacando. Não sabia se o necromante havia dado a eles algum grau de entendimento e compreensão, mas decidiu primeiro arriscar um contato antes de se precipitar.

- Avise seu mestre que estou aqui para vê-lo.

Falou ele firme na língua dos mortos e observaria a reação para ver se eles compreenderam. A todo instante estava pronto, havia sua runa recém criada como uma primeira medida de proteção, enquanto que poderia conjurar alguns mortos para contra atacar, mas apenas caso a diplomacia não funcionasse, queria evitar gastar energias atoas contra um possível aliado.

Caso alguma ou ambas as criaturas fossem avisa-lo, aguardaria, mas caso elas parassem e apenas ficassem rosnando ou encarando-o, iria seguir firme pelo caminho, sem receio pois sabia que eles eram inferiores e poderia lidar com eles com facilidade, seu papel ali eram como forma de espantar curiosos e ele estava longe de ser um mero curioso...
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Qui 8 Set 2016 - 9:30

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Então aquelas duas criaturas mortas vivas param de rosnar quando ouvem o lich fala aquilo e como tivessem compreendido oque dissera as duas feras correm pelo corredor escuro da caverna, apenas um deles adentra enquanto o outro parecia espera por Lord Death na entrada da câmara. Enquanto se aproximava sentia uma aura maligna que parecia se tornar cada vez mais forte, se podia ver no fim daquele corredor envolto pela escuridão uma luz que permitia enxergar a silhueta da criatura morta viva que o aguardava, e ao fundo se ouvia o gotejar da agua ecoar pela caverna, e quando esta próximo onde se encontrava, o cão morto vivo corre para dentro das profundezas da gruta. Lord Death se depara então com um lugar muito amplo que possuía em seu teto varias formações de estalactite. Este local se encontrava muito mal iluminado por cinco velas negras muito gastas, ao se aproximando mais um pouco pode perceber que as velas se encontravam em cada ponta de um pentagrama desenhado ao chão, também havia a presença de sangue ao centro. Repentinamente se ouve uma voz profunda e grotesca em meio a escuridão: - Quem ousa adentrar em meu lugar de estudos profanos, digas oque buscas aqui. – O necromante conseguia sentir a presença de alguém naquele lugar, pois sentia sua aura maligna semelhante à dele. – Sei que compartilhamos muita coisa, pois sinto sua aura da mesma forma que deve estar sentindo a minha.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Qui 8 Set 2016 - 11:22

Seu comando aos cães surtiu efeito e como ordenado um deles foi ao que parece alertar seu mestre, então decidiu esperar pela oportunidade e prosseguir pelo corredor, já podendo sentir a presença que julgava ser do necromante devido a aura maligna que exalava. 
O local realmente parecia ser palco de rituais necromanticos, provavelmente estava treinando algo ou se preparando, podia ver que havia se esforçado para preparar e proteger seu reduto, então seria de importância tê-lo por perto, tanto pelo conhecimento que possuía quanto pela dedicação. 
Ouviu a voz distorcida e percebe que estava por perto mas ainda assim não o vê, provavelmente estava com receio de se mostrar, quem sabe com medo de concorrência ou ser caçado, talvez. Decidiu responder firme mas diplomaticamente, estava ali para agregar aliados e não fazer inimigos. 
- Aprecio sua dedicação ao conhecimento como era de se esperar de um membro da raça que mais se aproxima de minha imagem e semelhança,  mas lamento pelo esforço que faz em obter migalhas de um falso deus... Diga-me, por que um devotado servo se esconde em um local como esse? Deverias ter uma posição mais condizente com sua capacidade e não viver as margens de criaturas mortais tão frágeis.  
Decidiu lentamente ir se aproximando das velas para que seu anfitrião pudesse vê-lo melhor e identifica-lo da devida forma, continuando dessa vez falando sobre si para tira-lo da ignorância a seu respeito. 
- Sou aquele que surgiu no princípio e o último que restará, meu manto divino foi roubado por um usurpador mas a incompetência dele em dominar todo meu poder não pôde me aprisionar ou eliminar, e finalmente me libertei. Estou planejando reivindicar o que é meu e para isso preciso de fiéis que me acompanhem. Todo aquele que o fizer, será devidamente recompensado, Morte sempre foi justa.  É do seu interesse angariar conhecimentos além dos livros dos mortais e uma posição de respeito?  
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Dom 11 Set 2016 - 23:43

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Quando o necromante se aproxima do circulo magico, então as chamas começam a estremecer com se uma súbita brisa tivesse passado pelo fogo da vela: - Está enganado não estou me escondendo. – Neste momento se ouve o som de chuva muito distante de onde se encontrava. Então as chamas se tornam mais fracas e menos luminosas, ganhando uma coloração azulada. Então surgem a sua volta mortos vivos que saem das sombras se revelando serem muitos, mas não era possível de fato saber quantos havia no local por sua grande parte estar oculta na escuridão, mas era possível ouvir seus grunhidos característicos. Acompanhado dos dois cães do túmulo em cada lado, surge envolto em sua aura maligna um lich que trajava túnica negra, e em seu rosto se encontrava uma mascara sinistra que ocultava seu rosto. – Não busco por migalhas deste que chamas de usurpador, pois não necessito. Não sou devoto, pois repudio aqueles que idolatram os chamados deuses que me privaram do que e meu por direito. Eu sou o principio do fim. Eu sou Azetlor, O devorador de alma.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Seg 12 Set 2016 - 11:30

O ser naquela caverna se esforçou para demonstrar deu poder, com vários mortos os cercando e as luzes ficando mais fracas, provavelmente diante de sua presença. Quem quer que fosse, poderia ser muito útil, pois demonstrava forte aptidão, algo acima da média pelo número simultâneo que controlava. 

As palavras do lich surtiram um efeito interessante, pois parecia haver algo de familiar naquela aura e quando ele se identificou, ficou tudo um pouco mais claro, não resistindo e começou a rir. 

- Não me entenda mal, minha gargalhada não é sobre quem você é e sim sobre esse destino que brinca com o mundo... Não posso deixar de pensar que devido ao medo que aqueles tolos prepotentes que se julgam deuses sentem de ti os fizeram abaixar a guarda e facilitar meu despertar hehehehe O mínimo que deveria é lhe agradecer por tal hehehe  

Procurou não realizar nenhuma atitude física, permaneceu onde estava, já estavam próximos o bastante e, por mais que momentaneamente estivesse em desvantagem numérica, sabia que provavelmente poderia igualar os números a qualquer instante, então se sentia a vontade para conversar como deveria, sendo um pouco mais objetivo e mudando para uma voz mais tentadora. 

- E o que faria caso "eles" não estivessem em seu caminho? O que faria caso a própria Morte não lhe repudiasse e sim lhe desse apoio a fazer o que quer fazer? Acredito que tenhamos objetivos em comum e pontos de benefícios mútuos, pois um daqueles que está na sua lista é o topo da minha e os outros, diante do que permitiram que me acontecesse, julgo serem descartáveis.  

Parou por um breve instante, como se tentasse recordar de algo é então voltou a falar, provavelmente tendo lembrado de algo mais sem muita certeza sobre a exatidão. 

- Não lembro de sua existência enquanto eu regia, mas me recordo vagamente de sonhos em que aparecia enquanto eu estava selado, sonhos mostrando a "perturbação" que causou no Reino dos mortais, uma presença desafiava tudo e todos, mas que acabou sofrendo um destino semelhante ao meu pelo o que diz.  
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Seg 19 Set 2016 - 1:30

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Diante daquela situação seu anfitrião que empunhava um cajado Berzebul feito de ouro maciço que de forma bate três vezes contra o chão, e naquele momento se podia ver a silhueta de alguns mortos vivos começam a retornar a escuridão, apenas os dois cães do tumulo permanecem ao seu lado: - Apenas busco o que e meu por direito, se seus objetivos se alinham aos meus não me importo em tê-lo ao meu lado. – Neste momento Azetlor se apoia com ambas as mãos em seu cajado  dourado, enquanto continuava a falar com sua voz sinistra para o necromante. – Estou preso a este mundo miserável, mas para completar as minhas e as suas ambições teremos que agir nas sombras e não chamar atenção de olhares mortais enquanto nos fortalecemos, e para isso deveremos nos utilizar de todos os recursos disponíveis.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Seg 19 Set 2016 - 8:30

O ser fala e parece concordar em se aliar, nada como uma causa com benefícios mútuos para unir duas criaturas como eles, permitindo-se vislumbrar o potencial de tal união a nível não apenas do continente mortal mas sim de toda a existência. 

Ao dizer que estava preso, imediatamente pensou que aquele corpo ali poderia ser semelhante ao seu, um avatar, uma personificação de sua essência para interagir no mundo mortal, mas era contra sua vontade. Primeiro ponto de destaque. 

Então falou sobre permanecer nas sombras, fugir da curiosidade sem fim dos mortais, o que era algo que realmente poderia se tornar um incomodo uma vez que sempre não compreendem com o que estão lidando e buscam destruir ou roubar para si aquilo que se mostra mais poderoso do que eles. Esse foi o segundo ponto. 

É então disse sobre utilizar todos os recursos para obterem resultados, algo um tanto desnecessário poderia-se dizer pois a existência deles em nenhum momento deveria conhecer os limites mortais de "posso ou não posso", o mundo existe apenas para suprir suas necessidades. Esse foi o terceiro ponto, e enfim respondeu, buscando uma concordância com ele. 

- Meu caro Azetlor, fico contente que possa ver o benefício de nossa união. Seria prudente fortalecer-mo-nos antes de nos livrarmos dessas nossas formas, presumo dizer que nem preciso orientar para permanecer escondido e protegido aquilo que te prende a esse mundo,pois sabe como essas criaturas inferiores são curiosas, espalhando histórias e numa busca por riquezas e poder acabam encontrando o que não deveriam. Por isso pessoalmente penso que onde estamos seja um local propício para me preparar, próximo a uma aglomeração deles, em uma pequena vila fácil de ser subjugada em troca de benefícios. O coração mortal pode nos temer, mas se mostrarmos não agressivos e úteis, quem sabe não nos vejam exatamente como vossos cães? Um perigo iminente que protege. Paradoxo não? Rs E com isso utilizarei os recursos deles para nossa finalidade, o mínimo que devemos começar seria uma fortificação, discreta, porém necessária, principalmente para reunir aqueles fiéis a nossa nobre causa.

Fez uma pequena pausa, olhando novamente o local, os cães e o anfitrião, não com olhar crítico, mas imaginando as várias ramificações de destino que a partir dali poderiam surgir. 

- Eis o que pretendo, eis meu plano. Se já possuis influência com alguns mortais, poderíamos acelerar as coisas, posso usar minhas valkirias para avisar os mais distantes e serem olhos vigilantes, elas são fantásticas em seu trabalho. Pretendo sair daqui e ir direto ao centro do vilarejo, revelar minha presença e "propor" termos para is mortais, como se eles pudessem discordar ou opinar e estabelecer assim o começo do nosso território em terras mortais.

Percebeu então que havia falado sem parar, um hábito ruim que ainda carregava pois passou muito tempo aprisionado e uma boa conversa lhe fez falta, trocar idéias ou mesmo apenas avisar sobre o inevitável, como constante fazia em seus tempo de divindade... 
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Sab 24 Set 2016 - 1:49

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A criatura diante do necromante parecia observar enquanto aquele que outrora fizera parte do panteão falar sem para. Ele ouvia pacientemente cada palavra que o lich dissera apoiado em seu cajado dourado, o encarando com seus olhos desalmados, quando Lord Death finalmente termina, Azetlor se dirige a seu visitante com sua voz horrenda: - Saiba que terás o apoio de nossa organização, qualquer necessidade basta enviar um corvo para Insula Mortis onde nos encontramos prontos para auxilia-lo. Aqui será um posto avançado para obtermos nossos objetivos táticos. - A criatura mascarado se mantinha acompanhado de seus servos mortos vivos que se encontravam parados a espera das ordens de seu mestre.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Sab 24 Set 2016 - 11:15

A proposta foi aceita e aí que parece a organização iria apoia-lo em seu projeto, contribuindo para um "posto avançado", embora na verdade pretenda tornar algo mais importante do que uma mera base secundária, para ele queria torna-lo seu próprio domínio, algo que sirva para lembrar que a Morte está sempre por perto, embora eles não o vejam... 

- Grato pela oferta, caro azetlor. Se pudesse enviar um mortal para ajudar, talvez humano, que entenda de ervas, poderia ser um espião e porta-voz da vila. Algo mais que gostaria de tratar? Caso não tenha, irei me preparar e me retirar rumo a vila que falei...  

Dessa vez procurou ser um pouco mais sucinto e evitar de falar tanto, poderia acabar se tornando tedioso para um ouvinte, indo direto ao ponto pois ja gostaria de colocar em prática sua ação,fazendo aquela solicitação para que seu argumento tivesse valia na vila, afinal nada pior do que palavras que não se cumprem. 

Caso não houvesse mais nada a tratar, antes de partir iria aproveitar as claridade das velas e preparar uma runa de cada tipo que conhecia, inclusive uma outra runa de proteção, dessa forma poderia estar preparado para qualquer situação fora da caverna. 

Spoiler:
Ritual da runa de Berkano
Efeito: Cria uma camada protetora em volta do usuário capaz de absorver o dano, a couraça tem 30 de HP e não tem defesa, mas todo o dano deve ser primeiro passado por ela e só depois na defesa do usuário.
Custo: 5 SP.
Duração: Instantânea
Valor da dificuldade: 5
Raridade: Comum



Ritual da runa de Inguz

Efeito: Dá ao usuário da runa um bônus de +3 em força e +3 em res durante 01 turno.
Custo: 5 SP.
Duração: Instantânea
Valor da dificuldade: 5
Raridade: Comum



Ritual da runa de Uruz

Efeito: Cura o portador da runa durante em uma quantidade de 10 + 2d6 de HP.
Custo: 5 SP.
Duração: instantânea
Valor da dificuldade: 5
Raridade: Comum
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Qua 28 Set 2016 - 14:50

Lord Death

 Vendo que a assunto se encerrara com seu visitante que agora se tornara um valioso membro de sua organização se se coloca de costa para Lord Death enquanto batendo seu cajado contra o solo fazendo surgir em meio a escuridão da caverna um jovem humano que trajava uma túnica negra que se próxima de Azetlor se colocando ao seu lado sempre de cabeça baixa, mostrando submisso: - Este e um  dos nossos servos que escolheram sabiamente servir nossa organização de bom grado seu nome e Malik, será seu auxiliar em sua empreitada, ele tinha vindo para me ajudar , mas agora que consegui um bom efetivo não e mais necessário. – Então o anfitrião começa a se afastar cada vez para dentro na escuridão, se podia perceber que seus mortos vivos que o acompanhavam começavam a andar de forma lenta para o fundo da caverna. – Eu os deixarei por agora, mas sempre estarei atento a seus avanços Irmão Lord Death, espero que isso seja o inicio de uma interessante  parceria. – Neste momento ele bate mais uma vez seu cajado contra o solo, então as chamas negras se apagam retornando a se acender após alguns momentos  revelando que o lich e os mortos vivos já haviam partido. O lich poderia começar a trabalhar em seu ritual sob os olhares de seu acompanhante.


off:
se passou 1 de 2 turnos do ritual Runa de Berkano se pode fazer apenas um ritual por vez.


Última edição por Azetlor em Sex 7 Out 2016 - 14:40, editado 1 vez(es)

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Qua 28 Set 2016 - 20:01

-Grato pelo suporte. Certamente será, caro Azetlor. Até breve.


E se despediu assim da divindade, voltando agora suas atenções para o mortal, dando uma examinada, buscando sinais de algo que pudesse de destacar do senso comum, talvez uma aura diferenciada ou algum traço marcante que revele alguma informação peculiar se realmente era um humano puro ou se havia traços diferentes, qualquer coisa que pudesse lhe dar uma pista tanto sobre sua utilidade quanto possível perigo, pois sabia que aquele humano serviria como uma faca de dois gumes, porque seria seu ajudante mas poderia ser também olhos de Azetlor o vigiando...


Seja como fosse, estava com suas atenções voltadas em fazer suas runas, então poderia pelo menos aproveitar a oportunidade de conhecer um pouco mais aquele mortal, buscando descobrir seu nível de instrução e verificar algumas informações.


- Malik, certo? Creio que tenha ouvido nossa conversa e ja compreendeu parte do que planejo assim que sair desta caverna... Diga-me, a quanto tempo se juntou a organização? Foi Azetlor que o convocou ou o chamado de seus serviços surgiu de forma mais espontânea enquanto caminhava por "estradas mais escuras" deste mundo?


Death não o encarava, estava atento juntando o material e fazendo as inscrições em sua runa, procurando ja antecipar um pouco sobre como poderia usa-lo e dependendo da resposta, poderia ter uma valia um pouco diferenciada. Quando se referiu a "estradas mais escuras", estava claro que se referia a possíveis tragedias, quem sabe mortes ou vinganças que pudessem corromper a alma de um homem e leva-lo a buscar as trevas, tendo assim que saber o quanto isso poderia afeta-lo caso ele convivesse com os moradores...
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Re: Prefeitura

Mensagem por Convidado em Sab 15 Out 2016 - 18:44

Lord Death
 
O jovem humano permanece calado por alguns minutos em silencio ouvindo o que dizia o necromante permanecendo de cabeça baixa, quando finalmente a ergue para encarar Lord Death, o olhando para ele: - Sou apenas um instrumento da irmandade meu senhor não possuo outra finalidade além desta, sou apena um peão. – Então ele se aproxima da parede da caverna onde se senta encostado onde observa o lich a trabalhar na runa. – Eu tenho em meu passado uma tragédia que prefiro não falar sobre isso, mas saiba que meu principal objetivo e me vigar deste mundo miserável que me tirou tudo, para conseguir isso farei  qualquer coisa. – Logo o runa na qual trabalhava naquele momento estava pronta agora  estava livre para começar a trabalhar na próxima runa.

off:
se passou 2 de 2 turnos do ritual Runa de Berkano, runa terminada.

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Re: Prefeitura

Mensagem por Lord Death em Sab 15 Out 2016 - 20:26

- Sou apenas um instrumento da irmandade meu senhor não possuo outra finalidade além desta, sou apena um peão



Aquela resposta foi bastante conveniente, talvez um servo fielmente condicionado ou será que apenas queria agradar ao ouvinte? Seja como fosse pelo menos ele ja havia entendido seu papel ali e estava disposto a servir como peão.


– Eu tenho em meu passado uma tragédia que prefiro não falar sobre isso, mas saiba que meu principal objetivo e me vigar deste mundo miserável que me tirou tudo, para conseguir isso farei  qualquer coisa.

Como havia suspeitado, provavelmente se tratava de um mortal que havia perdido o apresso pela vida partido em uma "estrada sombria", levando-o a se tornar uma ferramenta de destruição e nem se importar com isso. Aquela resposta o incomodou um pouco, tirando-lhe a vontade de permanecer naquele local, preferindo retornar para a superfície e já encaminhar com seu planejado, poderia fazer as outras runas uma outra hora. Guardou sua runa e se levantou, começando a caminhar para a saída e prestando atenção se ele o seguiria. Enquanto caminha para a saída, decide instigar o servo.


- E depois? O que fará após conseguir sua vingança? Pergunto pois SEMPRE existe um depois... Se me disser que pretende apenas sentar e aguardar que eu venha buscar sua alma, lhe deixarei aqui por 100 anos apenas para que ensinar a ter mais ambição... O fim de algo nada mais é que a possibilidade  do começo de outra coisa.
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Re: Prefeitura

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