Centro Comercial

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Mensagem por Orlaf em Sab 19 Set 2015 - 15:25

Ao perceber a presença do jovem ladrão , vejo que o mesmo por causar ruídos e não saber se esconder sobre a sombra da noite sabia que o mesmo era inexperiente, sabendo disso elevo meus dedos sobre os lábios na tentativa de executar um assobio, rapidamente olho para uma tenda a poucos metros a frente do velho, então tento teletransportar meu corpo para lá , tentando ficar fora do campo de visão do velho e o deixando de cara com o ladrão, assim possivelmente o velho associaria o desaparecimento de seu capanga ao ladrão que o seguia, os fazendo entrar em combate enquanto eu observava a poucos metros dali, caso conseguisse me teletransportar , me escondia na tenda e elevava meu dedo a um dos cigarros roubados e o ponho sobre meu boca, em seguida o acendo e espero com que meu plano tenha êxito.


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Mensagem por Cre♥pie em Sab 19 Set 2015 - 22:01

- Bom... - Eu balancei um pouco meu garfo pro lado e pro outro empurrando a comida enquanto pensava, depois olhei pra Katarina, ela continuava comendo em seu canto, mas diferente de mim e do Rodriguez, minha irmã não parava de por garfadas na boca, dei um leve sorriso e voltei a observar o nosso anfitrião. - Nós não costumamos planejar muito, só observamos o que estamos precisando e vamos atrás... 
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Mensagem por Convidado em Seg 21 Set 2015 - 13:34

Orlaf se teletransportou para algumas tendas a frente e esperou pelo combate entre o velho e o ladrãozinho. Calmamente viu o velho continuar a subir a rua com passos vagarosos e gemendo de dores no joelho, como os velhos fazem.
 
                O ladrão estava visivelmente nervoso, talvez fosse seu primeiro ou terceiro assalto. Deu alguns pulinhos para se aquecer e tirar o nervosismo do corpo, tomou coragem e correu em direção ao velho com uma faca nas mãos, Orlaf percebeu que aquela não era uma faca digna de um ladrão, era apenas uma faca de cozinha normal. O assaltante gritou:
 
                -Parado aí velho! Passa o dinheiro ou a vida!
 
                O velho se espantou no início, mas respondeu com um tom paternal:
 
                -Meu caro menino, veja bem o que está fazendo. Meu amigo aqui... – Só então deu falta de seu segurança. Seu comportamento calmo mudou rapidamente e continuou gaguejando – V-você matou o Kirut? P-porque? E-ele era tão b-bom.
 
                O jovem ladrão pareceu confuso com aquelas acusações, mas não perdeu a postura e gritou de volta:
 
                -Não quero saber, car*lho! Passa logo as moedas, velho!
 
                Então o velho sem aviso puxou do meio de suas vestes uma pistola enferrujada e falou imponente:
 
                -Calado seu pivete! Come chumbo ai!
 
                Mas antes que pudesse disparar o garoto já havia empurrado a arma do velho para o lado e enfiado sua faca na barriga. O comerciante soltou a arma devagar e pareceram anos até que ela atingisse o chão. O moleque arrancou o saco de dinheiro da outra mão do velho sem soltar o moribundo, retirou a faca do ventre do homem e enfiou novamente, garantindo sua morte. Orlaf teve que reconhecer que, apesar de não ser um excelente ladrão, o garoto tinha grande habilidade com combates.
 

                Agora em posse do dinheiro o menino pôs se a trotar pelas ruas escuras para a parte menos movimentada do mercado, mas ele acelerava seu passo e Orlaf talvez teria alguma dificuldade se quisesse acompanha-lo.

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Mensagem por Orlaf em Seg 21 Set 2015 - 16:35

Observo a conversa entre os dois e a partir dali vejo o velho ser morto pelo jovem que aparentava uma certa destreza mas empunhava uma arma de pouco porte, ao ver ele saindo correndo, observo atenciosamente ao redor para ver se haveria algum aliado do ladrão por perto ,em seguida vou em direção ao velho que já estava em seus últimos minutos de vida e vejo sua pistola jogada ao chão, seria um desperdício deixar ela ali, então a pego e vou na caçada do jovem ladrãozinho,  porém sabia que pelo chão ele teria mais velocidade que a minha, então vejo alguns telhados sobre o percurso que ele corria , então parto em velocidade em direção ao murro e tento impulsionar minha perna sobre o murro e segurar me sobre a beirada do telhado, assim caso conseguisse, continuaria atrás do garoto porém por cima tendo maior visão dele e podendo desviar o percurso reto apenas pulando entre os telhados o seguindo, ao ver que ele estava um pouco a minha frente, elevo meu palmo até a adaga e acelero o ritmo até que tento pular do telhado e cair sobre o corpo do garoto,e com a adaga em mãos, caso conseguisse cair sobre o tal, tentaria cortar levemente seu pescoço para possivelmente ele ter uma hemorragia o levando a um desmaio por falta de sangue ou a morte, tendo em mente a noção de que ele poderia executar um ataque surpresa, desfruto de minha noção de perigo na tentativa de não ser surpreendido pelo moleque, ( caso minhas ações tenham êxito logo após realizar direi isso ).
- Desculpa jovemzinho mais você mexeu com o filha da p*ta errado - Dou uma leve risada e olho pro seu rosto - Antes que eu me esqueça...de lembranças a Kirut por mim.

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Mensagem por Saphira Odin em Qua 23 Set 2015 - 8:52

CrepsChan

Entendo... Foi a unica coisa que o velho respondeu, logo que terminaram de jantar ele recolheu os pratos e foi para a cozinha terminar com sua limpeza, enquanto mandava as duas dormirem, pois tinham que acordar quase que de madrugada no dia seguinte para seguir a vendar os amuletos.

A noite foi calma o silencio tomava conta da casa, dando uma tranquilidade para ambas descansarem. No dia seguinte Rodriguez estava de pé o café posto a mesa no final ele apenas esperou as garotas terminarem de comer para seguir até sua tenda.

OFF: Como sempre segue as suas funções em separada uma vende e a outra toma conta do estoque...Fora isso é mais um dia de trabalho normal até que você encontre algo útil no estoque.
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Mensagem por Cre♥pie em Sex 25 Set 2015 - 16:50

- Kathleen -

Após o jantar, ajudaramos o Rodriguez com a arrumação da mesa e da cozinha e fomos descansar, acabamos por dormir na mesma cama visto que Katarina ficou com suas paranoias sobre virem atacar-nos de noite.
Acordei primeiro, tentei acordar minha irmã mas Katarina se recusava a levantar, lavei o rosto e cuidei de arrumar-me e só quando eu já estava pra me juntar ao Rodrigues pro café da manhã que a dorminhoca finalmente resolveu levantar, ela acabou por sair da cama desesperada e se arrumar em questão de minutos pra podermos tomar café e ir com o nosso chefe para a tenda.
Mais um dia de trabalho normal, eu fiquei atendendo os clientes, tenho a sensação de que me saio melhor nisso a cada dia, e Katarina continuou a mexer nas caixas e repor os estoques.
Ajudei minha irmã um pouco com a organização lá atrás quando a loja não estava movimentada e como estava muito quente, tratamos de procurar beber bastante água, e de alertar o senhor Rodriguez de hidratar também.
O dia passava devagar, as vezes era um pouco tedioso, mas pelo menos eu sempre podia contar com a minha flauta, e estava em boas companhias, os clientes também costumavam ser bem agradáveis, o que dava ao lugar um clima tranquilo.
Também passavam outros artistas por ali, e as vezes dava pra vê-los se apresentando de dentro da tenda, então tentar livrar-se do tédio não era tão difícil.
Por outro lado, livrar-se do calor era realmente um desafio, Katarina ainda estava por ai usando o leque que tinha encontrado, mas eu simplesmente aguentei mesmo, acho que minha irmã é mais "calorenta" que eu.
Assim, o dia foi passando, apesar de que eu estava completamente alheia as horas, e minha noção de passagem de tempo não é lá a melhor.
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Mensagem por Convidado em Sex 25 Set 2015 - 19:54

Orlaf usou de todo seu treinamento para subir no topo de uma construção e correr pelos telhados. Ele conseguiu a façanha com grande facilidade e conseguiu acompanhar o passo lerdo do ladrão que não conseguia se locomover sem esbarrar nas pessoas.

                Como uma águia que persegue um rato indefeso o ladino perseguia o ladrãozinho esperando o melhor momento para dar o bote, e quando o ladrão virou uma esquina em direção a um beco deserto Orlaf pulou sobre seu oponente caindo com o joelho sobre o ombro do oponente, segurou sua cabeça para traz deixando o pescoço de sua vítima a mostra, mas o garoto era rápido e por instinto colocou a mão sob a garganta.

                A faca de Orlaf cortou a pele da mão do garoto profundamente, mas não chegou a tocar no pescoço. O moleque gritou de dor e rapidamente empurrou o ladino, tirando-o de cima de si.

                Orlaf sentiu o chão frio que não havia recebido nem um raio de sol o dia inteiro e se levantou com agilidade. O garoto, gemendo, se pôs de joelhos e se levantou meio torto/ Agora os dois foras da lei se encaravam com as facas em punho. O ladrãozinho ameaçou por entre os dentes:


                -Vou te fatiar, filho de dois pais.

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Mensagem por Orlaf em Sab 26 Set 2015 - 0:20

Ao me deparar com minha adaga em mãos, e em minha frente ver um ladrão de quinta com uma "faquinha" e ainda com sua mão machucada devido ao corte, penso por alguns segundos qual seria meu posicionamento em batalha, então ao me deparar com um beco escuro e com algumas paredes em volta,percebo que poderia usar a escuridão da rua e aquele beco estreito a meu favor para mata-lo silenciosamente, já que eu não gostava de combates frontais por ser desprovido de força, então olho fixamente nos olhos do garoto.
- Bem, você é divertido, se não fosse você bem..seria um furto bem fácil..obrigado por alegrar as coisas..Ah,ai vai meu pagamento! - Ao falar isso, tento cravar minhas pernas sobre a parede do beco afim de me impulsionar,e assim rodopiar no ar e cair atrás do ladrão de uma maneira tão rápida que possivelmente seus reflexos não iriam detectar minha presença atrás do tal, uso de minhas habilidades para tentar realizar tal façanha, em seguida, rapidamente, com a adaga já em mãos, tento enfia-la perto do peito do ladrão, possivelmente acertando seu coração ou alguma veia, logo após elevo meus palmos para sua mão na tentativa de puxar a bolsa de dinheiro do velho, desfruto de meus reflexos para tentar desviar de algum ataque que o mesmo possa fazer.

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Mensagem por Saphira Odin em Sab 26 Set 2015 - 18:37

CrepsChan

O Tedioso dia se estendia por horas para as duas, o velho por sua vez mantinha-se sempre focado em suas tarefas, realmente a ajuda proporcionada de ambas, lhe rendia um bom serviço, no mais o dia seguiu-se de forma tranquila. o movimento tinha aumentado graças as apresentações alheia da artista.

katarina que permanecia no estoque naquele dia encontrou algo um tanto quanto estranho dentro de uma das caixas encontrava-se um relíquia religiosa, uma pequena estatueta de 15 cm representando uma deusa morta e esquecida pelo templo, sem o conhecimento necessário não dava para saber ao certo quem era a divindade. Katarina por descuido acabava derrubando o artefato sem querer, ele se despedaçava de encontro ao chão mas o mais intrigante era que em seu interior tinha um pequeno papel.

Rodriguez entrava a tenda para ver o que teria acontecido, temia que a garota tivesse se machado por entre as pilhas de caixas, mas viu que havia sido apenas uma estatua quebrada, não deu muita importância para isso, pediu que ela limpasse e tomasse mais cuidado com as coisas.

Bastaria Katarina ver o pergaminho, quem sabe o destino não estivesse a levando para algo muito além de uma vida simplória de ajudante e vendedora.

OFF: 8  Po pelo trabalho já descontado 2 pela estatua quebrada .
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Caso leia o papel o mesmo da instruções sobre um local sagrado perto das montanhas Freya, junto as Ruinas Antigas, o Mapa da a localização do lugar mas não conta o que tem lá.
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Mensagem por Convidado em Seg 28 Set 2015 - 16:03

Orlaf pulou por cima de seu adversário, caindo na escuridão, mas seu inimigo conseguiu manter o foco e não o perder de vista, então quando o ladino atacou o ladrão conseguiu bloquear a facada batendo no braço do demônio.
 

Então rapidamente os papeis se inverteram e a presa virou predador, o pequeno ladrão desferiu 3estocadas rápidas contra Orlaf, que facilmente desviou de todas sem tirar o sorriso irritante do rosto, agora os dois estavam frente a frente novamente, observados apenas por um mendigo jogado no chão que achava que aquela luta poderia ser apenas o efeito de algumas doses a mais.

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Mensagem por MDOS em Qua 9 Mar 2016 - 16:04

Início de aventura - Mendes Oswald

"Hmm?..."
O despertador apitava estridentemente pela manhã. O mundo havia acabado e se reerguido e ainda produziam despertadores irritantes como aquele. Rolei preguiçosamente para fora da cama e caí no chão, com a cara no piso. "Ah..." Levantei-me sem vontade alguma. O chão parecia confortável o suficiente para que se pudesse hipernar nele. Encarava agora a minha figura ridícula no espelho. Contornava com os olhos o reflexo de meu corpo nem magro e nem gordo, nem alto e nem baixo, nem forte e muito fraco. Minha pele era clara, não tão clara quanto a parede, mas clara; e meu cabelo e shorts eram escuros, mais ainda que a cabiceira da cama. Sem qualquer preça peguei uma banana da mesinha, a descasquei e a comi. A casca era mais escura que a banana, mas não tão escura quando a cabiceira da cama, e a banana tinha um tom que parecia com a de minha pele. Eu enxergava a minha vida em preto e branco, literalmente. O motivo disso era provavelmente que... fechei os olhos por alguns instantes para afastar a imagem da mente, não era bom começar a pensar nisso logo cedo. Apanhei minha camiseta e minha calça do varal improvisado - a outra camiseta estavam secando, foram lavadas ontem mesmo -, estendi nele meu pijama, ficando apenas com as roupas íntimas, e me vestiu. Minhas roupas eram escuras como meu cabelo, escuras como meus shorts de dormir. Calcei as luvas escuras e os sapatos, tudo escuro como meu longo cabelo, joguei a casca da banana não tão escura quanto a cabiceira mas não tão clara quanto minha pele no cestinho de lixo e fui para o armazém de meu pai.
- Oi, filho. Como vai essa manhã?
Patrício estava atrás do balcão, sorria mostrando seus dentes claros como seu cabelo. Sorri de volta mostrando meus dentes claros como banana e fiz que sim com a cabeça. Não era de falar muito, na verdade, não era de falar nada. Não que não soubesse, era apenas falta de costume às vezes, e às vezes falta de coragem também. Desta vez fora por falta de costume apenas. O ofício de faxineiro de era na verdade apenas um pretexto. Embora fosse verdade que eu passasse o dia mantendo tudo em ordem e apresentável aos clientes, Patrício conversa comigo o tempo todo, dando-me a impressão que sou pago mais por lhe fazer companhia do que por limpar a loja. Gosto de Patrício, ele é um pai para mim. Não o considero como se fosse meu criador, isso seria... meus olhos se humideceram. Isso seria terminar de trair aquele que me pôs no mundo. Por isso para mim Patrício é apenas meu pai, e não meu criador. Se ele mandasse eu me matar, eu não me mataria; não que ele fosse pedir algo assim. Considero-o meu pai justamente por ser tão bom comigo. Ele me oferece teto de graça e em datas especiais sempre me dá alguma refeição especial. Além disso, confia a loja a mim quando precisa sair. Felizmente não é muito frequente porque é difícil atender os clientes me utilizando da mímica, mas se ele confia a loja em mim é porque confia em mim como pessoa. Confio a ele também o segredo de que sou um homúnculo. A população não me aceitaria. Certa vez busquei num dicionário a palavra homúnculo e encontrei um segundo significado: homem insignificante. Quando penso no quão desgraçado eu sou... haha... droga... hahaha... Patrício me encarou seriamente... haHAHAha... saí pelos fundos rapidamente. Não é bom se... HAHAH... clientes verem... HAHAHAHAHAH! HAHAHHAHAA! AHHHH! Corri para o buraco onde costumo ir para me esconder. Não controlava mais meu corpo, minha voz... "Meu criador, meu criador, MEU CRIADOR!" Ajoelhei-me com o rosto escondido nas mãos, a feição histérica. Perdoe-me, Perdoe-me, PERDOE-ME!... Eu farei com que não tenha morrido em vão, criador! Farei com que sua vida tenha valido algo, criador! Em nome de Deus... EM NOME DE SEU DEUS!!!!! HAHAHAHAHAH!!! HAHAHAHHAHAHAA!... HAHA... hahAHA... ha... ha...
Voltei para o armazém assim que me acalmei. Aquilo acontecia de tempos em tempos quando eu pensava nele. Não sempre, do contrário aconteceria todos os dias, mas ainda assim era horrível. Eu suava e estava sujo de lágrimas, usei um paninho para secar meu rosto. Problemas de histeria não combinam com minha imagem. Papai olhou rapidamente para mim com um ar preocupado. Normalmente ele viria correndo até mim para abraçar-me, mas no momento estava atendendo um cliente. Quem era ele?
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Mensagem por Vaia em Qua 9 Mar 2016 - 17:27



Mendes então observou e se indagou... Quem seria aquele cliente?

Mas, de repente, uma pontada de desespero bateu quando o homúnculo percebeu que a conversa entre Patrício e o suposto "cliente", apesar de reservada, não era nada amigável. Os dois se olhavam fixamente nos olhos e falavam discretamente, para que ninguém mais no recinto ouvisse.

Mendes olhou bem para o homem:

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Ele não tinha uma cara boa.

Após mais uma encarada feia, o suspeito homem virou-se para ir embora. Mas não antes de lançar um olhar matador também sobre o pequeno assistente, fazendo-o gelar por dentro por uma fração de segundo quando seus olhos se encontraram.

O homem então saiu pela porta e se embrenhou na multidão formada no centro comercial àquelas horas.

Ao observar Patrício, podia-se ver que ele direcionava seu olhar para baixo e pensava em alguma coisa séria.

Quem seria aquela pessoa horrível? O que ela havia dito para o pai de Oswald?

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Mensagem por MDOS em Qui 10 Mar 2016 - 12:33

Às vezes a mente de uma pessoa, mesmo de um homúnculo, é capaz de deixar completamente de lado um pensamento para prestar atenção em outro. Todo o pânico desapareceu junto do suor de meu rosto, mas logo foi substituído pelo sentimento de desconfiança. O cliente com que meu pai falava, que eu observava enquanto varria o chão, tinha o corpo tatuado, lâminas pelo corpo e uma cara muito séria para quem veio apenas comprar pão pela manhã. Figuras assim não são tão raras em Zephyr, mas ainda assim quando ele saiu sem comprar nada achei aquilo muito estranho. Quem será que era? Fui para meu pai e apontei para a porta com o cabo da vassoura enquanto desenhava no ar um ponto de interrogação com a minha outra mão. (Quem era ele, pai?)
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Mensagem por Vaia em Qui 10 Mar 2016 - 21:49

O rosto de Patrício formava um misto de preocupação, medo e insegurança.

Acostumado com a comunicação não-verbal de seu filho, Patrício então respondeu sem usar palavras, para que não chamasse a atenção dos outros clientes. Puxou um papel surrado debaixo do balcão e entregou a Mendes.

Spoiler:

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Patrício aguardou alguns segundos para que Mendes processasse a informação, e então complementou:

- Filho... Peço que não se assuste, mas já é a segunda vez que ele vem aqui. Ele é procurado por assalto e supostamente estupro também... Está me pedindo dinheiro de proteção... E me disse que se eu não pagar ele vai vir aqui quebrar toda a loja... Estou desesperado! Não sei o que fazer... Precisamos de ajuda!

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Mensagem por MDOS em Sex 11 Mar 2016 - 13:56

Observei a folha com os olhos arregalados. Ainda que tecnicamente tenha sido criado para lutar e visto talvez centenas de aventureiros pelas ruas, a última vez que tive qualquer interação com esse mundo de batalhas foi logo depois de nascer. Desde então, nada. Tive anos de dificuldade, passei fome, fui humilhado, mas para ser sincero após ser acolhido por papai tenho tido uma vida preguiçosa de confortos. Teto, comida, dinheiro, dignidade, família, emprego, tudo. E agora de repente surge uma ameaça dessas. 
Asdrubal Arantes Aquino... será que eu acabaria como ele se não tivesse encontrado Patrício? Não posso ficar parado e ver a nossa loja ser destruída. Tem que haver algo a ser feito sobre isso. Precisa haver. E se for para usar a força precisa ser eu, papai está muito velho. Mas que chances eu teria contra um assaltante psicopata fugitivo? Eu estaria acabado se... não. Não, não, não. Papai me salvou uma vez e agora serei eu a salvá-lo. Já fomos muito assaltados nesta vida, não aceito que os bandidos fiquem folgados ao ponto de tirar dinheiro de nós sem fazer nada. Aliás, a partir de hoje não tirarão nem um centavo nosso de maneira alguma. Eu vou salvar meu pai! Eu vou... eu... como?... Decidi que precisava comprar alguma arma. Qualquer uma serviria. Uma arma ajudaria, não ajudaria? Deveria ajudar. Antes de tudo precisava disso. Só tinha que saber como arranjar uma. Encarei meu pai, amedrontado, com meus olhos cor de mel.
- A-arma... pai... como... ter?
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Mensagem por Vaia em Seg 14 Mar 2016 - 21:18



Ao ouvir a pergunta, Patrício faz uma cara de surpresa e diz:

- Do que está falando, menino? Enlouqueceu? Eu não posso deixar você correr esse risco! Agora volte a varrer e tente esquecer disto... Me perdoe preocupá-lo assim. - Patrício então passa gentilmente a mão na cabeça de Mendes e se vira para atender um cliente qualquer, mas visivelmente ainda não se acalmara.

O que faria Mendes agora? Era de fácil compreensão que seu pai tentasse não trazer o garoto pra meio de confusão... Mas ele precisava fazer algo por ele. Teria Patrício alguma arma escondida na loja? Ou seria necessário que o homúnculo fizesse novos contatos para conseguir o que queria? Ou a melhor idéia seria insistir com seu pai?

Ao olhar de relance para fora da loja, Mendes observa uma dupla de guardas fazendo a ronda na rua em meio a multidão... E, ao fundo, uma faixa que dizia: "Aliste-se ao serviço militar de Vale dos Ventos".

Qual seria a decisão de Mendes diante de tantas opções perigosas?

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Mensagem por MDOS em Ter 15 Mar 2016 - 12:07

Não pode deixar eu correr esse risco? Por que ele disse isso? Asdrubal não está vindo de um jeito ou de outro? Não já estamos correndo todo o risco que a ocasião tem a oferecer? Sei bem que Patrício não tem dinheiro o suficiente para poder ficar doando a bandidos baratos de 60 PO. Entendo que meu pai não queira me pôr em risco, mas se eu não fizer nada, quem fará? Já fiquei sem fazer nada em outros assaltos, mas nenhum que eu saiba já ousou pedir dinheiro para proteção. Dinheiro para proteção!! Não, o mundo não vai ser assim. O planeta Terra não se reergueu para isso. Se eu um homúnculo não for capaz de batalhar para proteger aquilo que o é importante, então este é uma falha em todos os sentidos. 
Olhei pela janela, um movimento de pessoas, havia sobre a pequena multidão uma plaquinha com algo escrito. O que era? Afiamento de matar? Alisamento jugular? Os cinquenta tons de cinza que eu via pela janela se misturavam tanto entre si que ficava difícil ler. Mas aí notei os guardas e as peças do quebra-cabeça se encaixaram: Alistamento militar! Eu poderia me alistar ali, poderia aprender a lutar, poderia protege a loja de papai! Poderia... poderia!! Mas espere, e se descobrissem quem eu sou? O homúnculo de dezoito anos atrás. Alistar-me ao exército seria ir direto para a boca do dragão. Eu deveria mesmo me arriscar? Talvez papai tivesse uma arma escondida aqui em algum lugar, aqui mesmo, dentro da loja, mas será que bastaria possuir uma arma? Com certeza não. Mesmo minha vassoura poderia ser uma arma se eu soubesse usar, de nada adiantaria eu achar um C.I. 200 no porão se não sei usar. Eu preciso aprender a lutar antes de ter uma arma, devia ter dito isso ao meu pai ao invés de pedir uma. Mas insistir agora no assunto seria em vão, mesmo que ele cedesse eu não quero preocupá-lo. Sejamos francos, a verdade é que eu posso mesmo morrer.
Decidi que o melhor seria sair à procura de alguém que pudesse me ajudar. Sim, eu faria isso à noite. Talvez eu encontrasse até mesmo um aventureiro de verdade, um super-herói. Ele me ajudaria. Sairia ao anoitecer, logo após a loja fechar. Se papai perguntasse aonde eu iria, diria que saía para caminhar, ou qualquer outra coisa. O importante é que Asdrubal fosse parado. O importante era que o negócio de papai fosse deixado em paz.
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Mensagem por Vaia em Ter 15 Mar 2016 - 21:07


Então as horas passaram e anoiteceu.

O corre-corre do dia deu lugar à fanfarra e á bebedeira da noite. Música tocava nos mais diferentes locais possíveis, desde bares e cabarés até casas de jogo. Algumas pessoas, mesmo a noite tendo apenas começado, queimavam a largada na bebida e saiam carregadas. Coisas suspeitas aconteciam nos becos escuros, onde a maioria das pessoas nem ousava olhar.

A loja de Patrício já havia fechado àquela altura. Era hora de Mendes executar seu plano. Qual desculpa ele daria e para onde iria?
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Mensagem por MDOS em Qui 17 Mar 2016 - 13:21

Pela janela de sua casa disse a meu pai que sairia para andar um pouco. Era uma casa bonita muito maior que o meu pequeno quartinho germinado. Ele, ocupado com uma literatura, conscentiu sem prestar atenção.

A despeito de minha cegueira, a noite me agradava. Não por causa dos bailes, não por causa das bebedeiras ou das músicas, mas sim por causa da natureza. Se de um lado o ambiente era carnavalesco, do outro, em certos lugares menos habitados, tudo era silencioso e calmo. Era para lá que eu ia muitas vezes, muitas noites, para caminhar, pensar, olhar para o céu. Talvez meu gosto pela noite esteja relacionado inclusive ao fato de ser a hora em que estou livre para fazer o que quiser. E como nunca saía tão tarde o perigo jamais fora problema. Hoje, no entanto, além de talvez eu acabar ficando até tarde, o meu destino era onde houvesse gente, e por isso tive de ir aos ambientes que considero sujos. Patrício não bebe, meu criador (meu criador... como fui tão fraco...) não bebia, eu não bebo. Os costumes religiosos me acompanham desde minha criação. É essa cultura que salvou minha pele, é a essa cultura que devo minha vida. Portanto sou um devoto orgulhoso, de coisas como bebidas, sexo e jogos passo longe. Mas para ser sincero, apesar disso, não sei se possuo alma. É muito provável que eu não possua. Não passo de uma coisa, um algo cego inventado por um amo que deixei morrer. Um produto de alquimia. Um fracasso em todos os sentidos vivendo a ilusão de que benevolência irá dar a mim qualquer espécie de valor. Os pesadelos noturnos confirmavam isso... mas agora eu precisava me consentrar em minha missão: achar um aventureiro que pudesse me ajudar. Não podia ser um bandido, devia ser um herói. De preferência um super-herói poderoso. Entrei no primeiro bar que vi, heróis bebem. Não era dos mais sujos, mas automaticamente me abracei de medo e repulsa. Havia uma pessoa sozinha em um canto, era um sujeito de cara amarrada. Será que ele serviria? Só havia um jeito de descobrir. Sentei-me na mesma mesa que ele. Seus tons de cinza eram escuros.
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Mensagem por Vaia em Seg 21 Mar 2016 - 21:29

Spoiler:



Centro Comercial - Página 2 Hooded


Não era possível ver absolutamente nada do rosto da figura obscura. Nem mesmo era possível distinguir seu sexo. Mas, logo após se sentar, antes que Mendes pudesse molhar o bico para falar, pôde ouvir uma voz grosseira chamando-o pelo nome:

- Meu querido Mendes... Há muito ainda a aprender. E você compreende tão pouco...

Foi um extremo sobressalto aquela figura saber o nome do homúnculo. A presença daquela pessoa sobrepujava todo o clima do local. Parecia até mesmo que, ao falar com ele, a música diminuíra de volume. De quem ou de quê se tratava aquilo afinal?


Que palavras ou gestos Mendes escolheria agora?



Spoiler:
Off: Querido Mendes, a aparição de personagens terceiros é uma atribuição do narrador hehe  Laughing mas dessa vez tudo bem, vamos trabalhar com seu homem em tons de cinza escuro, mas tente somente narrar as SUAS reações às coisas que eu coloco no seu caminho ok?
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Centro Comercial - Página 2 Empty Re: Centro Comercial

Mensagem por MDOS em Ter 22 Mar 2016 - 11:17

Spoiler:
Off: oh! Entendido, senhor! Obrigado! Sou novo nisso, irei me policiar a partir de agora.

Fiquei surpreso ao ouvir meu nome. Quem era ele? Seria um cliente de meu pai? Não sou de forma alguma famoso por aqui, mas alguns clientes fixos acabam descobrindo o meu nome cedo ou tarde. Bem, o importante era ficar frio. Vim até aqui para ter ajuda, para aprender a fazer justiça com as próprias mãos. Não era só porque uma figura medonha e misteriosa que eu jamais vira em toda minha vida sabia o meu nome e eu estava completamente exposto a ela que eu deveria sentir medo... apertei minhas mãos uma na outra, encarando-o nos olhos, ou ao menos onde eu supunha estar os olhos. Do que será que eu compreendia tão pouco? Ele não devia estar falando de física ou geografia. Era algo maior. Por uma sequência de instantes desejei voltar correndo para casa, mas algo me dizia que era tarde demais para voltar. Aprendi desde pequeno que uma vez o produto colocado na estante ele deixa de pertencer ao proprietário da loja e passa a pertencer à loja. Assim eram minhas ações para com o destino: uma vez tomadas, o meu futuro deixava de me pertencer e passava a pertencer ao destino, que faria dele o que melhor o conviesse. Minha foi vir até aqui pedir ajuda a esse estranho, e é isso o que eu farei. Sem voltar para trás. Eu sou um homem, um homem corajoso. Eu sou um forte guerreiro que um dia fará pelo mundo algo que ninguém nunca jamais fez!...

- Q-quem... tu... és... e m-meu nome... por q-quê?

Pronto, a mensagem estava dada. Agora ele sabia que eu não tinha ido até ali para voltar atrás.
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Mensagem por Arkhantos em Qua 25 Jan 2017 - 0:21

Mais um dia havia amanhecido na vida do ferreiro, despertando-o de seu estado de sonho letárgico. Pouco se lembrava das imagens desconexas e das visões embaçadas que recebera em seus sonhos, mas sabia que algo tinha a ver com sua mãe e com o pai que nunca conheceu. Seu próprio passado, mesmo depois de mais de cinquenta anos, ainda lhe assombrava nas noites solitárias. Por vezes, essa preocupação desaparecia como uma gotinha de água caindo no oceano, mas na maior parte do tempo residia nos redutos escuros e sombrios de sua mente, de seus pesadelos. Não sabia se o que mais lhe marcara era a morte de sua mãe, tão bela e tão jovem, ou o desaparecimento subido de sua figura paterna, que abandonou a família por algo que Agamathea chamava de “capricho do destino”.

Arkhantos desejou ser capaz de odiar o homem pelo que ele fez, mas não podia. Ainda ansiava saber seus motivos, sua história, antes de realmente ser capaz de nutrir algo tão incomum quanto o ódio, ainda mais por seu próprio progenitor. Talvez tivesse um coração bom demais, talvez fosse apenas sua resolução em descobrir o que havia acontecido para ser deixado daquela forma, mas o ferreiro desejou saber a verdade acima de tudo. Andou o mundo inteiro em busca dela. Em busca de respostas, de conhecimento.

- Talvez essa não seja a melhor forma de começar o dia – disse para si mesmo em tom murmurante. Realmente não era.

O homem alto e de pele pálida suspirou, levantando-se da cama e indo em direção ao banheiro. O pedaço de metal chapado e reflexivo que usava como um espelho parco em sua casa no Vale dos Ventos mostrou seu rosto ante a parca iluminação, revelando uma face cheira de olheiras e de marcas do cansaço. Havia passado a noite no bar, se deliciando com a cerveja e com a música.

- Me pergunto se hoje o dia vai ser mais movimentado que ontem... um pedido ou dois para quebrar a monotonia seria realmente ótimo.

No mesmo tom murmurante, Arkhantos falou consigo mesmo enquanto se higienizava. Saiu do banheiro em passos largos, indo em direção a cozinha para comer um desjejum simples e singelo. Não dispunha de muito dinheiro nem de muitas regalias, mas podia dizer que tinha uma vida tranquila, ainda que preferisse uma vida na estrada. O conforto de se ter uma loja para oferecer seus serviços e arrecadar algumas moedas, no entanto, superava qualquer coisa.

Após terminar de se alimentar, já tendo tomado em mãos seu equipamento padrão, Arkhantos saiu de sua casa, trancando-a atrás de si. Deixou rapidamente a área residencial do Vale dos Ventos, rumando para o seu ponto fixo na parte comercial da cidade em um caminho já conhecido. Ao chegar lá, armou seu kit de ferraria para que estivesse pronto se algum cliente em potencial se apresentasse.

“Quão grande será a minha sorte hoje?”

Pensou com um sorriso despreocupado. Talvez pudesse faturar alguma coisa naquele dia, mesmo que o movimento fosse geralmente bem escasso. Talvez alguma coisa de interessante acontecesse, mas quem poderia dizer?
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Mensagem por Rubi Make em Qui 26 Jan 2017 - 13:39

@Arkhantos
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Cap 001 
Um Item Valioso
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Rotina é algo que acaba com a vida de qualquer ser vivo, então porque não começar a melhorar e explorar o quão é grandioso o mundo e o quão é bom sair da rotina. Com esse pensamento o jovem Ake saiu escondido da casa de seus pais adotivos para se aventurar, mas havia somente uma espada de madeira, e umas peças de ouro e certamente não seria o suficiente.


-Hey moço, você concerta a minha espada? Lhe dou 1 moeda de ouro!-


Falou sem ao menos saber quem era Arkhantos com os braços estendidos esperando uma resposta.
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Mensagem por Arkhantos em Sex 27 Jan 2017 - 18:56

Arkhantos abriu um pequeno sorriso – quase que repleto de alivio – ao ser abordado pela primeira vez naquele dia. Não sabia quanto tempo teria de esperar ali, parado, até que algo acontecesse para quebrar a monotonia do dia, mas ficou feliz em notar que não foi uma espera muito demorada ou tortuosa.

- E qual seria o problema com a sua espada, meu jovem?

Ouvindo ao pedido do garoto, certamente muitos anos mais novo do que a si mesmo, o ferreiro tomou em mãos a espada feita de madeira, passando seus olhos por ela em uma observação minuciosa. Não trabalhava com qualquer tipo de madeira, tendo focado suas habilidades na forja do metal – ainda que tivesse algum conhecimento na área de forja arcana – mas poderia ao menos tentar ajudar aquele cliente em potencial de alguma forma. Não lhe custaria nada além de seu tempo e o tempo era o que mais tinha para gastar, afinal de contas.
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Mensagem por Rubi Make em Seg 30 Jan 2017 - 11:33

@Arkhantos
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Cap 001 
Um Item Valioso
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O jovem olha o rapaz analisar a espada atenciosamente e minuciosamente, não tinha ideia do que irá fazer com ela, mas sabia que podia contar com ele sem problemas.


-Preciso que transforme ela em uma espada de verdade, pois irei buscar um grande tesouro é preciso me proteger das criaturas do mundo-


O jovem se inclina e olha junto com o ferreiro a espada.


-Uma espada de duas lâminas seria de bom grado, aí os monitora não poderão se defender de mim.-


Falou sorrindo!
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