O Vulcão Adormecido de Jilya

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O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Balin em Seg 10 Ago 2015 - 9:25



A cidade começava a sofrer com as restrições da água, começavam a procurar em outras fontes, mas a única que era própria para o consumo era advinda daquela região. O transporte e carregamento de água da região mais próxima a cidade, era logo requisitado porém este era custoso e não supria as necessidades da cidade. Não era uma tarefa fácil a exploração do vulcão, tendo em vista a natureza externa, não eram todos que conseguiam adentra-lo e mais complexo ainda poderia ser o seu interior. De fato quem foi até lá nos últimos dias, com coragem e disposição, muitos retornaram desistindo ainda na subida e os mais insistentes, ao que tudo indica, ainda estão lá dentro, possivelmente mortos. No mínimo, especula-se o óbito por conta do tempo decorrido desde a partida. Mas as grandes chances é de que encontraram uma complexa estrutura interna, guardando ainda criaturas nativas e outras fatalidades. Era mais sensato reunir um grupo de exploração, os poucos habitantes mais capacitados para tal, já tinham ido por conta própria. Aos habitantes que ficaram, restava a esperança em ajuda externa, o exercito de pejite como também era bastante interessado, estava recrutando homens preparados para enviar para lá, como também começava a divulgar a exploração do vulcão. O tempo passava e nenhum grupo havia tido êxito. O chamado para o problema do vulcão chegava a outras regiões de Zephyr: mercenários, exploradores, corajosos, as atenções eram voltadas para diversos aventureiros espalhados pelo continente. A cidade por si só não tinha muitos recursos, não tinham uma recompensa física para oferecer, mas aqueles que conseguissem resolver o problema tinham a promessa de uma recompensa concedida pelo exercito de Pejite. Haveriam desbravadores para adentrar ao vulcão, enfrentar o que os aguardava em seu interior e por fim solucionar o problema da cidade de Jilya?

OFF:
São 6 Participantes da campanha: Fandopr(Alistair), Makarius, Nyer, Takamoto Lisandro, Blum(Blumayden) e Maseratsu(Moritas). Postem se localizando, conhecendo um ao outro dentro da cidade ou encontrando-se aos pés do vulcão, para então iniciar a exploração. Como combinado, meu próximo post é segunda que vem. Caso alguém não poste durante esse período e não dê uma justificativa prévia plausível, poderá ter sua vaga perdida e cedida para outro jogador interessado em participar. Desejo a todos um bom jogo e qualquer dúvida me mande por MP.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Fandopr em Seg 10 Ago 2015 - 11:09

Era difícil se colocar em prol de pejiste, mas desta vez Alistair tinha que engolir seu propio orgulho, certamente a balança estava pesando para o vampiro. Não que o vampiro fosse altruísta ou algo do gênero, porém um certo rumor sobre sua raça, fez o vampiro seguir seu caminho até a cidade. Se bem que este rumor foi dito por um soldado de pejiste, Alistair não estava certo sobre a veracidade das palavras do homem, porém era o que ele tinha conseguido em anos de procura. "Isso é culpa sua." Relembrava a conversa anteriormente com Edge, constantemente a arma estava dizendo para Alistair seguir para a cidade sempre irritante e arrogante, tirando isso Alistair tinha percebido a mudança em Edge era uma atitude bem incomum para ele.

Era madrugada quando Alistair chegou na cidade. O vampiro estava de algum jeito animado por conhecer uma cidade aos poucos se extinguindo, era um novo modelo de cidade por assim dizer. O vampiro se colocou a explorar a cidade, ele ainda tinha tempo para percorrer pela cidade e assim o fez, procurou andar sem nenhum motivo pela cidade ele também estava em duvida sobre algumas coisas como a população, quanto tempo a falta de água havia começado e coisas do tipo. Se bem que ele estava procurando alguém que podia servi de refeição ou algo proximo que poderia substituir tal necessidade.

Assim, que termina-se de explorar Alistair se colocava em direção do centro da cidade, mas a maior duvida do vampiro não estava direcionada para a cidade, seus pensamentos estavam em Edge "Porque esse interesse no vulcão da cidade". Se perguntava o vampiro.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Jack, The Reaper em Ter 11 Ago 2015 - 14:21

Estava ajoelhado em sua cela, meditando mesmo a pesar dos inúmeros gritos dos detentos das celas próximas esbravejando e o ameaçando, se lembrando das ultimas 24 horas turbulentas, de ter entrado na cidade e enquanto buscava informações em um beco foi confundido com algum outro assassino, sendo perseguido por horas até ter sido pego pelo exercito na covardia.

Devido a ausência de um magistrado negligente, só haveria seu "julgamento justo", também conhecido como condenação e execução, no dia seguinte. Pelo fato de não poder se desfazer de suas armas, foram colocadas proteções que mais pareciam baldes em seus punhos, o impossibilitando de se quer pegar qualquer objeto ou comida. Nas celas, logo tentaram tirar vantagem disso, achando que ele estava indefeso. 

Grande engano. Acabou por matar três companheiros e quebrar ossos de outros dois sortudos. Com isso, ganhou passagem direta para solitária, onde permaneceu meditando até aquele momento, em seu treinamento mental constante, se lembrando das técnicas e golpes, apenas aguardando o momento.

Foi então retirado de sua cela, mas em vez de ser levado para o magistrado, o diretor da cadeia o chamou, oferecendo a oportunidade rara de fazer o bem para a cidade e investigar um vulcão adormecido, em troca de "esquecerem sua cela aberta". E claro, por ele oferecer tal proposta, merecia ficar com toda a recompensa que Makarius recebesse. Foi advertido que haveriam os mesmos soldados que o pegaram espalhados ao redor do vulcão, então que não tentasse escapar.

Decisão bem fácil de ser tomada: recusar e morrer ali mesmo; ou aceitar e quem sabe ter a chance de sobreviver, coisa que particularmente duvidava que o homem iria deixar acontecer. Acenou com a cabeça, concordando.

Foi então levado por três guardas, seguindo em direção próxima ao exercito. Lá, parecia que ja haviam preparado algo, pois havia uma placa anunciando a expedição para o vulcão, mas nenhum interessado no momento. Ficou ele ali então com os guardas a postos, sentado no chão, se cobrindo com seu manto por não tolerar o sol sobre sua pele cinza e ainda incomodado com as algemas, que so seriam retiradas quando o grupo fosse finalmente partir.

[off: Balin, me perdoe se narrei ações de NPCs, mas achei que poderia ser interessante também para dar um gancho pros outros jogadores começarem caso haja um ponto de partida em comum...qualquer coisa corrijo meu post ^^]
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Maseratsu em Qui 13 Ago 2015 - 19:12

Estava longe da Igreja há uns dois meses, fora mandada pelo Sumo-Sacerdote para dar reforços ao Clero de Pejite. Moritas estava maravilhada, era a segunda vez que ia para o Sul em duzentos anos, já que evitava missões por lá devido ao clima mais quente e relativamente seco, que a deixava relativamente mais fraca.
Haviam poucos ossos em sua bolsa, haviam restado cinco dos cinquenta que tinha trazido, entalhando e deixando cada um deles em cada lugar que dormia. Suas pernas estavam levemente cansadas quando chegou aos pés do vulcão, à frente de uma placa que anunciava a expedição para o vulcão.

"Deve ser aqui que precisam de mim, o Sacer me disse algo sobre vulcões..." ela pensou, enquanto lia cuidadosamente a placa. "Vai ser difícil, mas acho que dá pra cumprir essa missão."

Terminada sua leitura, teve a vontade de olhar para os lados, vendo três guardas e um homem algemado. Interessou-se, sorrindo ao olhar para eles e dizendo com sua voz firme, porém doce:

- Olá, belo dia hoje, não? Perfeito pra fazer uma caminhada pelos domínios de Sekra, não? - sorriu ao terminar a frase, fechando os olhos por um segundo. Olhava para o Drow com certa curiosidade, não costumava ver prisioneiros, mas sim alvos. - Qual seu nome, algemado? - tentou ser o mais gentil possível para não insultá-lo.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Balin em Seg 17 Ago 2015 - 9:16

Com motivações diferentes, os primeiros aventureiros surgiam em busca do grupo que se formaria para a exploração do vulcão. Um vampiro, enquanto vagava pela cidade questionando-se porque e qual seu interesse naquele vulcão, acabava por ser direcionado pelas movimentações, quase que festivas, encorajando os recém chegados para aos "pés" do vulcão. Um drow, como prisioneiro, tinha uma oportunidade única que não podia ser desperdiçada, ele era escoltado para o mesmo local: aos "pés" do vulcão. Um toque feminino talvez fosse também necessário, mais especificamente de uma meio dragonesa, ainda que incomodada pelo clima daquela região, ela também estava reunida com os demais. Alistair, Makarius e Moritas, os três tinham todo o incentivo do povo e de uma pequena parte do exercito de pejite ali presente. Aparentemente, seriam os três mais novos corajosos formando um grupo, logo de cara precisavam de disposição na escalada ingrime do vulcão. Dali aonde estavam, não havia como ver uma entrada, a não ser a boca do vulcão, mas foram orientados a respeito de relatos que os grupos anteriores acharam entradas distintas, com uma certa dificuldade nesses acessos.

- Expliquem como vão subir, próximo turno digo mais informações visíveis.
- Todo turno vocês são avaliados, em questão de XP, nos seguintes aspectos: Ambientalização (como citou o personagem ao ambiente), Interpretação (Foi fiel ao personagem? Interpretou as suas características?) e Estratégia (Ideias marcantes, inovações e eficiência das ações). Isso é mais latente em combate, mas todo turno é avaliado.
- Os seguintes jogadores perderam o primeiro turno e tem até amanhã pra postar, caso contrário terão suas vagas cedidas a outros interessados: Nyer, Takamoto Lisandro e Blum(Blumayden).
- Quem ainda não colocou, coloque as Vantagens, Desvantagens e Talentos na signature, facilita para os narradores e vou pedir também que sempre quando usarem uma vantagem coloquem no final do post a descrição da mesma.
- Alistair 10 de XP, Makarius 15 de XP e Moritas 12 de XP
- Se preicsarem rolar dados utilizem aqui
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Jack, The Reaper em Seg 17 Ago 2015 - 13:16

Percebeu logo a aproximação da mulher, ela possuia uma aura peculiar, diferente dos outros, ou talvez assim pensasse por ter tido um pingo de educação para com ele. Os soldados que o escoltavam logo gargalharam, respondendo a garota.

-" hahaha nem perca seu tempo garota, ele é burro de mais para dizer algo"
-" um inútil que vocês podem usar pra carregar suas coisas e deixar morrer em seu lugar hahahaha"


Entretanto, devido a educação que ela mostrou e pelo fato de provavelmente acabar se tornando "companheira", discretamente escreveu no chão ao seu lado, rabiscando com a algema, e então olhou para ela e acenou com a cabeça para o escrito "MAKARIUS", cobrindo com a perna caso ela visse.

As pessoas estavam ao redor, festejando, comemorando, mas no fundo de cada um batia um sentimento semelhante de um açougueiro vendo o gado chegar, pronto para ser abatido e não ele. Talvez essa fosse a verdadeira razão da alegria dos outros, mas pouco lhe importava no momento, pois o guarda estava lhe soltando a algema, não deixando passar em branco o momento.

- Escuta bem, lixo, vê se num dá trabalho pra eles e nem pensa em bancar o esperto, ou você acha que tem militar aqui atoa... Vai e num precisa voltar...

A primeira coisa que fez foi esticar bem os dedos, todos eles, esticando e encolhendo, pois dentro daquela algema eles estavam constantemente fechados e incomodavam, ignorando o guarda que dizia algo sobre pedir pra ser seu alvo ao retornar.

Deu uma boa olhada nos dois que estavam com ele, os avaliando para ver que tipo de companhia teria e decidir que caminho eles poderiam lhe acompanhar pois por si só poderia escolher, mas não sabia de suas habilidades, desconfiando que não conseguiriam seguir o mesmo ritmo, deixando que um deles tomasse a liderança do grupo e determinasse isso por ele.

Spoiler:
[off: Usando
Pericia: Investigação 1 = Pra avaliar eles
Vantagem: -Furtividade = Pra escrever o nome discretamente e esconde-lo
                -Radar(personagem) + Percepção Incomum(arma especial)+Investigação 1 = Pra avaliar ao redor

Quer que role algum dado ou so fica como interpretação mesmo?
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Takamoto Lisandro em Seg 17 Ago 2015 - 18:54

Foi mal, boiei legal.

Queria saber de onde vinha esse problema da cidade, escassez de água por causa de um vulcão? Além de querer matar minha curiosidade quanto ao que acontecia dentro daquele vulcão também ganharia uma recompensa, mas estava fazendo apenas pelo conhecimento que eu iria adquirir mais tarde. Desvendar mistérios é o dever de todo estudioso, e lá estava eu distraído em meus pensamentos e flutuando entre minhas ideias. Percebi que o tempo passara muito rápido e estava perdido no meio da cidade, tinha que reencontrar meu caminho e ir para o vulcão o mais rápido possível, não podia me dar o luxo de perder uma aventura.

Andava calmamente ao achar o caminho para o vulcão, dizem que a água é a fonte da vida e a população sem ela não aguentaria muito. A falta de água poderia transformar esse lugar em uma cidade fantasma e fontes de conhecimento poderiam se extinguir junto com ela. Agora estava mais perto de chegar ao vulcão e certa animação acertava meu coração.

Ao chegar aos “pés” do vulcão conseguia ver algumas figuras, e talvez eles me acompanhassem ao adentrar no vulcão. Ou poderia ser apenas algum grupo que apenas observava o vulcão. Colocando meu capuz para esconder meus chifres chegaria até eles e perguntaria a um deles. – É aqui que o grupo de exploração do vulcão está se reunindo?

Olharia interessado nas pessoas ao meu redor tentando identificar características de cada um e depois esperaria a reposta do mesmo.

Offs:
Não sou muito experiente no sistema de rolagem de dados, qualquer erro manda mp que eu conserto!
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Blum em Seg 17 Ago 2015 - 19:00

~ Vulcão! ~

Hã? – Questionava-me, não sabia ao certo se os rumores eram verdadeiros ou não, mas eu sabia de uma coisa na minha mente, eu não sairia sem nenhum dinheiro. Pouco me importava se os desafios que iria acontecer ali seriam difíceis, sabia que sobreviveria a qualquer tipo de coisa não importa o que aconteça.  – Que se foda esses malucos que querem ser salvos. Eu quero apenas dinheiro, se não fosse por isso nem estaria aqui, qualquer coisa eu roubo a casa desses aldeões inúteis. – Coçaria a minha cabeça, enquanto olharia para aquele enorme caminho.
 
Aquele caminho era muuuito grande, mas quanto faz: eu sou rápido! Chegarei até lá em cima, matarei qualquer um que entrar na minha frente. Já disse: as recompensas só serão MINHAS! Eu vou ganhar esse desafio facilmente, além de roubar todo dinheiro de quem vacilar.
 
Começaria a andar em direção daquele grande vulcão, sempre andando um pouco curvado e com as pontas dos pés, olharia para todos os lados, sabia que outros aventureiros queriam ser herói. Mas quando menos esperarem irei roubar eles, e pronto. Era melhor minha apressar, pois tinha quase certeza que já tinha gente lá em cima.
 
Correria em zigue zague. Caso vesse alguém lutando esconderia-me em qualquer lugar e ficaria olhando o que estava acontecendo, na hipótese de ser apenas uma pessoa andando, seguiria ela por trás e sem emitir nenhum som e nisso que eu era melhor.
 
Caso avistasse um monstro iria para frente dele e falaria. – Vem me acertar, espero que sua recompensa seja boa. HAHAHAHA! Cuidado que eu já matei 50 da tua espécie. Cai dentro! – E analisaria o inimigo, procurando algum tipo de arma.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Fandopr em Qua 19 Ago 2015 - 19:45

Alistair permaneceu na praça até o amanhecer o céu estava nublado sem nenhum raio de sol. Assim a vila começava a dar sinal de vida, o vampiro continuou imóvel até que os moradores começaram a dar direções, sem perguntas o vampiros apenas seguiu calado para o "pé" do vulcão.  Alistair olhava brevemente ao redor se perguntando do por que de toda essa animação, certamente para o vampiro era algo estranho beirando o irritante, assim ao chegar no local... Alistair apenas seguiu em direção do grupo dos soldados e moradores e levantou a voz- Quantas pessoas subiram até agora?- Indagou o vampiro fitando uma unica pessoa do grupo a pergunta era para todos em questão, mas ele apenas mantia contato visual com uma delas.

Alistair apos receber a respostava dava de ombro e seguia em direção do seu suposto grupo e brevemente se apresentava. - Alistair Kanguard.- Era do conhecimento de todos que a pessoa a sua frente era estranha beirando ao sobrenatural e que de fato era um arqueiro, pois um arco estava pendurado em suas costas juntamente com um aljave.

- Nenhuma provisão e nem ajudantes? Não me surpreende que ninguém tenha retornado. Ei, ei, não me toque! - Reclamou Edge em sua personalidade habitual fazendo sua voz ecoa pela multidão. Alistair apenas ignorou a arma. O jovem lançou um breve olhar para o drown e a garota, era indiferença á qualquer primeira impressão que poderiam apresentar e assim seguia e utilizava o mesmo olhar ao restante do grupo.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Maseratsu em Qua 19 Ago 2015 - 20:34

Aproximou-se de Makarius. Achou um nome um tanto interessante, e teria se aprofundado mais naquele distinto indivíduo se não fosse pelo calor dali. Era sufocante, podia-se ver gotas de suor por todo o seu rosto, mãos e cabelos, não afetando, claro, sua beleza. Pôs a mão no ombro do homem algemado e disse, simpática:

- Podem soltá-lo, eu cuidarei dele. Não estou insinuando que ele precise de cuidados, mas já que foram precisos três guardas para trazê-lo aqui, talvez seja bom ficar de olho. - caso perguntassem sobre sua autoridade, diria - Eu garanto a Lei nas cidades do Norte. - e não diria mais nada.

Sorriu para a face mascarada, fechando os olhos por meio segundo novamente. Usou sua mão livre para secar o suor da testa, enquanto suspirava devido ao calor. Sua face estava levemente avermelhada, brilhando com a luz do sol refletida no líquido em seu rosto. Seus olhos azuis eram as únicas coisas que refrescavam aquele ambiente quente e hostil.

Olhou para o lado por um momento e viu um sujeito, aparentemente homem, se aproximando e apresentando. Alistair Kanguard era seu nome, e a primeira coisa que Moritas notou em seu rosto foram os olhos. Eram azuis. Talvez seja porque não havia visto muitas pessoas de olhos azuis em seus três séculos de vida, mas achou que ele poderia ter alguma ligação com ela ou com os Dragões de Gelo. Virou seu corpo para ele e, conforme foi ensinada, fez uma reverência até seu corpo curvar-se em 45 graus, levantando-se e olhando novamente para o rosto daquele à sua frente, apresentando-se:

- Pode me chamar de Freya. - não era permitida de falar seu nome durante as missões, seria perigoso para a Ordem. - Veio para as terras de Sekra pela exploração, também? - ouviu Edge falar, e espantou-se - Há mais alguém com você? - esperava a resposta com um sorriso sutil no rosto, posicionada de uma forma que dava a impressão de que o seu corpo estava fechado, ainda sem perder a naturalidade.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Balin em Seg 24 Ago 2015 - 8:15

Os 3 inicialmente ali reunidos, interagiam conhecendo-se mesmo que fosse de uma forma bem superficial, devido as circunstâncias. Os habitantes encorajavam fortemente a subida do grupo, estavam motivando-os aos gritos de "VAI! VAI! VAI!", se o grupo veio de fora para essa empreitada, deveriam estar convictos de que poderiam solucionar o problema e isso refletia no aspecto do povo dali, que começava a criar esperanças. Moritas podia ler o nome do algemado, graças a sua ação sutil e solicitava que soltassem o companheiro escoltado. Uma gentileza que foi atendida de antemão, todos queriam ver o grupo nos seus primeiros passos em sua partida. Makarius logo tentava analisar seus companheiros, percebendo que Freya, assim como ela apresentou-se, era alguém nobre, enquanto que tentava analisar Alistair, podia ver alguns traços que o denunciavam como vampiro. Este que fazia uma pergunta, obtendo como resposta alguns cochichos e risadas, até que um responde: "Sozinhos muitos, em grupo alguns, mas nós confiamos em vocês!! Vão por favor!!". Makarius percebe pessoas se aproximando e logo depois os 3 percebem que não seriam os únicos a subirem. Um jovem de cabelos vermelhos faz uma pergunta praticamente retórica, mas assim que chegou podia perceber uma trilha que poderia ser mais facilmente traçada na subida, bem como um pequeno buraco com uma entrada de ar, um pouco acima da trilha. Mais alguém havia chegado, ignorando a todos, ele tentava subir indo pelo que aparentava ser a trilha mais complicada, escorregando até os pés do vulcão e tentando voltar a subir, ele estava empenhado, mas não parecia ter muita direção no que estava fazendo.

-Takamoto viu uma das entradas, se seguir o caminho estará dentro do vulcão.
-Luki entrou no lugar do Nyer, mas como não postou desde então, estarei cedendo sua vaga para outro.
-Se precisarem rolem os dados aqui
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por tabuleiromistico em Seg 24 Ago 2015 - 13:47

Drinaar era bem visto na cidade de Pejite, pois acabou virando guardião de uma família nobre de nome Springlake! E foi através de um soldado de Pejite que Drinaar soube da recompensa que o exército de Pejite estava oferecendo. E o que Drinaar queria era status para poder restaurar seu clã e criar enfim a vila do seu clã. Drinaar seguiu então rumo à Jilya!
Quando chegou na cidade as pessoas os olhavam de forma assustada para ele. E não era por ser uma raça diferente como draconato. E sim pelo fato estranho de emanar uma aura dourada brilhante do corpo dele, dando a sensação dele ser especial.

- Não se preocupem! Irei resolver o problema da cidade de vocês!

@Drinaar sorri e segue viagem e avista o vulcão e percebe que já tem alguns pontos lá em cima.

"É! Que pena que não cheguei a ponto de ir com eles! Mas vou tentar me adiantar! Tenho que agradecer aquele mímico por me ensinar como criar objetos!"


@Drinaar cria uma escada reta bem no meio do vulcão para não precisar dar a volta pela trilha, o que atrasaria, e, dessa forma ele cortaria caminho podendo alcançar os outros!

Off: talento utilizado - Simular Objetos
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Fandopr em Ter 25 Ago 2015 - 11:39

Algumas vezes Alistair se esquecia de como o continente era grande e que nem todas as pessoas detinham o conhecimento sobre as armas inteligente, assim ele brevemente olhou para o arco nas costas e respondeu a pergunta de Freya com um sorriso sedutor, tentando passar confiança nas palavras. - Apenas o ignore, não vale a pena conhece-lo.- Alistair lançou um olhar significativo para o drown, este que estava analisando o vampiro, era algo algo chato e incomodo ser observado por tanto tempo.- Com sua licença, irei na frente.- Simplesmente lançou as palavras e saiu andando. Assim, Alistair seguiu em  direção da parede. "Já que ninguém se colocou como líder..." Ele por enquanto iria agir por conta propia.

Ao chegar ao local, Alistair começava a aperta seus equipamentos ao corpo. O vampiro não queria nada balançando ao escalar, assim ele erguia a cabeça analisando a parede que teria de escalar; íngreme áspera e rochosa. Certamente iria ser algo cansativo. Assim ele começou com as mãos procurando lugar para se apoiar para começar a escalar, lentamente ergueu sua mão Direita a pedra, sentiu se firma nas rochas e lançou a esquerda assim, se impulsionou lançando mais uma vez a Direita e assim sucessivamente, a quase 2 metros começava a apoiar os pés nas rochas para se erguer.


Ele seguia olhando para onde devia poiar as mãos e os pes, se concentrava em seu trabalho diligentemente, sem olhar para baixo. - Seria melhor ter pego uma corda não é uma boa ideia se separar do grupo.- Alistair concordava com Edge mas para Alistair ele tinha que ter a visão do vulcão de uma altura significativa.
Vantagem:


° Percepção incomum.

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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Jack, The Reaper em Sab 29 Ago 2015 - 10:10

Podem soltá-lo, eu cuidarei dele. Não estou insinuando que ele precise de cuidados, mas já que foram precisos três guardas para trazê-lo aqui, talvez seja bom ficar de olho.Eu garanto a Lei nas cidades do Norte.



Realmente havia um diferencial naquela mulher, pois foi a responsável pela sua liberação, uma gentileza, mas que apenas serviu para alertar Makarius sobre ela, pois baseado em sua própria historia de vida, sabia que nobreza e gentileza não combinavam, que logo mostraria sua verdadeira face, tudo questão de tempo.

Contudo, te-la a seu lado e a seu favor era algo que não havia como deixar passar em branco, pois poderia ser usado a seu favor quando regressassem, então de certa forma ela seria sua garantia de cumprirem com a liberação, mas apenas daria certo caso ela permanecesse viva, coisa que se dependesse de todo aquele suor, não seria muito...


– É aqui que o grupo de exploração do vulcão está se reunindo?



Pelo visto mais um se juntaria ao grupo, dessa vez um jovem demônio, caminhando como se fosse uma excursão de escola. Um outro, pequeno e rápido, mas completamente sem foco, tentava subir o vulcão sem sucesso, levando a Makarius a se questionar se realmente se tratava de mais um membro do grupo ou era um aldeão com aspirações para mártir.



- Com sua licença, irei na frente 



Parece que o vampiro decidiu tomar a dianteira, começando a escalada. Por um breve momento Makarius observou a rota que o vampiro parecia seguir e tentou traçar sua própria, observando a encosta e começando por conta própria a buscar um local que se assemelhasse com uma entrada ou ponto mais avançado na encosta. 


Tentando não ser agressivo mas procurando garantir que a mulher conseguiria, afinal dependia dela seu retorno, colocou uma das mãos no ombro dela, sem apertar com forma, apenas o suficiente para usar seu poder. Então, enquanto toca nela e foca em seu destino, uma aura negra e sombras animadas tomam conta do local e em um instante desaparecem como se fossem uma fumaça negra, ressurgindo com a mesma fumaça, já no local de destino.


Esperava que a mulher não fosse ataca-lo ou algo do tipo, mas pelo menos havia a poupado de uma longa escalada e lhe retribuido a gentileza, ainda mais por se tratar de uma mulher, que possui uma natureza mais frágil. Ao ter sucesso em seu "atalho", Makarius iria se encostar em uma pedra, esperando o resto do grupo enquanto descansa um pouco, afinal ainda lhe era cansativo usar tal poder.


HP: 16/16
SP:19/24


off:
Spoiler:
Inteligência 2+ Investigação 1 (encontrar a entrada ou rota)
Teleporte 1 ( lugar no campo de visão e arrasto quem eu tiver tocando)

Pra que que vou escalar se posso simplesmente ja estar no topo? hehehehe xD
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Maseratsu em Dom 30 Ago 2015 - 16:17

Moritas estava ainda confusa, vozes desconhecidas, incapacidade de pensar direito por causa do calor, portanto focou-se em limpar o suor de seu rosto e manter a face simpática, apesar de achar que esta iria derreter em alguns minutos. Viu Makarius aproximar-se, colocando uma das mãos no ombro da garota. Ficou um pouco nervosa, normalmente era ela quem iniciava o contato físico, mas esperou para ver o que iria acontecer. Viu-se envolta de sombras e fumaça, e quando se deu conta já estava em outro local.

"Uau, nunca pensei que ele saberia usar um poder desses. É melhor ficar de olho, ou ele pode acabar desaparecendo." - riu, olhando para o alto. Analisou o ambiente em volta, procurando locais mais seguros para se pisar. Tendo vivido por bastante tempo em montanhas mais traiçoeiras que essa, não teria problemas.

Enquanto observava a área, tomou a liberdade de fazer algumas perguntas para seu novo companheiro de expedição:

- Diga-me... Makarius, não é? É verdade o que disseram, sobre não poder falar? - não pôde reparar no quão estúpida foi a frase, estava distraída com o calor e a situação da montanha. Sentia-se na compulsão de exercer seu talento, mas pôde se conter até terminar a análise do ambiente. O auto-controle, porém, não duraria muito tempo.

OFF:
Vantagem: Sobrevivência: Montanhas (não sei se conta, mas é fato que ela não viu muitos vulcões na vida portanto tentaria utilizar seus conhecimentos ali)
Desvantagem:Mania: Entalhar Ossos/Madeira (ainda tenho cinco ossos na bolsa, mas ainda não fiz nada com eles hoje)
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Takamoto Lisandro em Dom 30 Ago 2015 - 19:15

O Vulcão!

Primeiramente avistava um grupo a minha frente e, contudo achava melhor andar acompanhado em lugares cujo não tem nenhum conhecimento, portanto olhou e tentou identificar as pessoas. Um homem seguia em frente e parecia um humano qualquer e parecia relutante a se juntar ao grupo e assumiu um posto de “lobo solitário” se assim posso dizer.

Enquanto isso via um espécime que não havia encontrado antes e que atiçava um pouco minha curiosidade, tinha uma pele cinza e cabelos negros como a noite, olhos avermelhados e cintilantes, e uma misteriosa mascara que cobri sua boca.. Talvez ele não goste de falar e ao seu lado uma mulher cuja tinha uma pele diferente de seu acompanhante, um tom mais branco e com seus cabelos cor rosa uma característica bem peculiar.

Antes que eu pudesse desenvolver mais a conversa, ele fazia contato com a mulher e em um instante uma fumaça negra e densa cobria os dois e não estavam mais lá, o homem mascarado possuía um poder de teletransporte como o meu? Mas poderia ser também outra habilidade, bem agora eles não estavam ao meu alcance e conseguia ver outra pessoa, talvez um anão ou um hobbit! Era um ser baixo que tentava escalar o vulcão, essa não era uma boa opção para escolher porque eu já tinha examinado o lugar e tinha encontrado uma rota para adentrarmos no tal vulcão. Ele só perderia tempo se tentasse subi-lo.

Ei você! Não vê que vai perder tempo tentando entrar desta maneira.. Venha comigo! Encontrei uma entrada. – Falava alto para que ele ouvisse e depois chamaria a pessoas que também estivessem tentando subir o vulcão, um modo incorreto. Esperaria ouvir a resposta do pequenino e caso ele tivesse me ouvido e agora estivesse me acompanhando daria um pequeno sorriso e depois diria. – Vamos! É logo ali. – E seguiria o caminho até a entrada e finalmente ao entrar observaria o lugar e o examinaria.


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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Blum em Dom 30 Ago 2015 - 21:31

GOGOGOGO!

Falhava miseravelmente ao tentar subir aquela montanha. – TSC! – Exclamava, estava puto da vida com isso. Tinha que achar outro lugar e rápido. Iria parar com aquilo e tentar ser racional. Simplesmente não existia uma entrada para aquela montanha, tinha que ser um verdadeiro escalador para subir aquela montanha rapidamente, nem precisa ser rápido, assim não poderia enfrentar nenhum monstro, como diz o boato que eu vi, não conheço muito do vulcão apenas sei que tenho que tomar muito cuidado com ele e de alguma forma eu ganharei dinheiro com ele, pegarei vários itens e venderei no mercado negro, todos vão ficar de boca caída com toda a minha magnitude, não tinha intenção nenhuma de dividir os meus itens com alguém, minha intenção é apenas de ganhar dinheiro só para mim, essa é minha razão, mas também as vezes é bom contar com amigos. De qualquer forma, acho que estou desistindo de subir isso daqui e dá o fora, o melhor que eu faço agora é roubar os aldeões aqui perto e depois vender as coisas deles por um preço bem abusivo, vai ser interessante ver a reação deles. De repente ouvia uma voz, uma luz no fim do túnel.
 
- Ei você! Não vê que vai perder tempo tentando entrar desta maneira... Venha comigo! Encontrei uma entrada.
 
Olharia para ele. – Entendo. – Esse cara tá tentando ser bem amigável e se eu for com ele, ele provavelmente vai empenhar um papel de líder, com certeza ele parece ser um protagonista de algum livro ou sei lá das contas, com certeza eu não diria essa entrada para ninguém, quem diabos é esse cara? Será que ele tá brincando com minha cara? Não, não, eu vou mudar o jogo. Vou tentar aparentar ser bem forte para intimidá-lo e tomar o controle da situação. – Bem, quem tá precisando de ajuda aqui é você, então eu irei te ajudar.  Então vamos entrar logo! – Abriria um sorriso e em seguida começaria a rir de tudo. – Eu irei à frente, caso tenha algum inimigo, é melhor você ficar atrás. – Andaria com a cabeça erguida, em seguida pararia. – Onde é mesmo essa entrada? HEHEHEHE... – Então aguardaria aquele cara. Quando ele me informasse o local iria tomar a frente e falaria. – Me dá cobertura.  – Ergueria minhas duas lâminas na altura do meu peito e olharia de um lado para o outro.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Balin em Seg 31 Ago 2015 - 11:02

Na concentração do local, em meio ao incentivo dos habitantes, parecia que a chegada de corajosos se dava uma atrás da outra, o que aumentava a esperança bem como os brados do povo. Este que chegara tinha uma aparência reptiliana, melhor dizendo de uma raça dracônica e ainda chamava a atenção por conta de um brilho dourado emanado de seu corpo. De fato poucos se enturmariam naquele primeiro momento, a escalada e a trilha acontecia de forma separada. O drow e a nobre teleportaram, encurtando bastante o trabalho da subida, restava apenas encontrar uma entrada. Alistair seguida escalando, o vampiro não tinha muita força, mas suas mãos eram firmes dotadas de certa habilidade, quando um pouco de paciência e persistência logo ele alcançaria a parte de cima do vulcão. Assim também fazia Drinaar, porém diferente do vampiro, o draconato seguia de uma forma facilitada, todos que olhavam diriam que ele se apoiava em uma escada para subir, quando na verdade não havia nada ali, conseguiu subir uma altura razoável assim, até que sua "escada" havia chegado ao seu limite e teve que continuar o resto do caminho da forma convencional. Takamoto já sabia por onde e para onde ir, compartilhando com o halfling, eles subiam seguindo a melhor trilha, após uma árdua subida, por fim chegavam ao local vislumbrando antes. Não foi muito difícil para os demais encontrarem aquela entrada também, já que todos haviam subido. Era visível para todos que o topo do vulcão era coberto por uma camada gélida e neve a sua volta. Naquela entrada de ar, cujo a qual entraram, sentiam uma variação no clima, o ambiente estava levemente mais frio(lá fora 26º C, dentro 22º C).



Alguns raios de sol, refletiam como espelho em estalactites e estalagmites de gelo, algumas bem grandes e rígidas, outras menores e se desfazendo em água, como goteiras caindo vulcão abaixo. Rochas cavernosas eram as paredes, assim como na extensão do teto e o piso, mas esses eram cobertos pelas estalactites e estalagmites. Pouco conseguia-se ver mais a frente, além de uma trilha tênue, aonde passavam correntes de ar por entre as rochas e estruturas do local, só dava para prosseguir um atrás do outro(fila indiana). Em baixo, uma vastidão escura, pela formação vista acima, tudo indicava que estavam cobertas por rochas e estalagmites, uma análise feita por alguém que enxergasse naquelas condições, até que poderia revelar um caminho. Em cima, o pouco que se via eram rochas e estalactites, também poderia haver um caminho, um olhar mais atento, novamente que pudesse enxergar naquelas condições, talvez revelasse alguma coisa.

-Todos estão dentro do vulcão, boa sorte.
-Só da pra tentar enxergar o caminho quem tiver infravisão, ou se usarem uma forma de iluminação, outros sentidos especiais podem ajudar ao prosseguir o caminho.
-Da pra seguir em frente, pois é aonde está melhor iluminado, porém a iluminação não segue o caminho todo, obviamente, e como dito, só da pra seguir um após o outro.
-Cuidado com o que vão fazer, daqui pra frente a coisa complica.
-Se precisarem rolem os dados aqui.
-Coloquem tudo o que vocês usam(vantagens e afins) em spoiler, caso contrário não tem como eu saber e não levarei em conta.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Jack, The Reaper em Seg 31 Ago 2015 - 14:33

- Diga-me... Makarius, não é? É verdade o que disseram, sobre não poder falar?



Seria no mínimo um tanto peculiar caso um mudo respondesse que não pode falar, entretanto para responde-la, faz sutilmente um sim com a cabeça, confirmando a informação. Pôde descansar um pouco ali, mas viu que logo o restante do que aparentava ser o grupo ja estavam se dirigindo a uma entrada, então foi em direção a eles.

- Lar doce lar... por que será que os Drows gostam tanto de cavernas? Não consigo ver um lugar menos promissor do que um buraco no chão...

Era sua forma peculiar de pensar, pelo menos para um Drow que havia nascido acima do solo e desfrutado de regalias, coisas que seus outros semelhantes apenas sonhavam e no momento ele próprio apenas poderia se lembrar e desejar obter ainda mais do que antes. Uma grande caverna que pouco se via e dela apenas dava acesso a mais e mais escuridão.

O ambiente estava escuro, muito escuro, mesmo para ele seria algo um tanto desconfortável se não fosse sua capacidade de sentir o ambiente ao redor. Não havia uma exatidão completa nem definição de cores, mas podia identificar as formas, coisa que era suficiente para andar por ali e descobrir que possuía um caminho para baixo e outro para cima, os quais poderiam seguir.

Não sabia direito quanto ao resto do grupo o que fariam, então por hora iria gesticular, fazendo "-DOIS" com os dedos e apontando "-1 para baixo" e depois "- 1 para cima", enquanto se dirigia ao caminho de baixo, procurando identificar se realmente poderiam seguir por ali, provavelmente ele agora como "guia" daquela excursão.


off:
Spoiler:
Vantagem: RADAR (sentido especial)


Engraçado, a descrição da raça Drow fala duma raça que vive em cavernas absurdamente escuras mas não existe nenhuma vantagem que permita ENXERGAR NO ESCURO  0.o  bug do sistema? hehehe
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por tabuleiromistico em Qua 2 Set 2015 - 16:42

Drinaar: Ei, narrador, réptil é a p...
Líder Xamã: Olha a boca...
Drinaar: da sua mãe
Líder Xamã: COMANDANTE FERVOROSO!!
Drinaar: "Comandante Fervoroso? Só tem uma pessoa que me chama assim! O líder xamã! O que está fazendo aqui?"
Líder Xamã: Não se deve xingar o GM do jogo, se o ofender você não ganha experiência e consequentemente não fica mais forte.
Drinaar: Para que eu vou querer ficar mais forte? Eu sou o ser mais inteligente de Zephyr! E eu não tenho que puxar o saco de ninguém, ainda mais de alguém que me chama de réptil. Toma cuidado..ouviu narrador? E eu não sou um réptil...sou um Draconato...um..dra..co..na...to..ouviu bem né?

Drinaar em um piscar de olhos percebeu estar falando com o líder e em outro piscar de olhos está no vulcão de volta.
==============================X=============================
Drinaar em seu pouco tempo de vida conviveu com várias raças diferentes e estudou sobre várias culturas de raças diferentes e devido a isso sabia que Drows viviam em cavernas, e, logo, enxergavam no escuro, deduziu Drinaar.

@Drinaar vê o Drow se aproximando e sorri para ele e então chega perto dele.

- Olá! Me chamo Marca da Espiritualidade e você?

"Sei que a maioria da sua raça é maligna, mas não devemos julgar sem conhecer! Quantas pessoas benignas que eu conheci que tinham má-fama simplesmente por sua raça! E quanto aos anjos que são seres vistos como bons, porém tem alguns que matam inocentes sem dó nem piedade. Irei dar um voto de confiança!"

@Drinaar chega perto de Freya e sussurra em seu ouvido - Sei do seu sangue, e assim sendo, minha irmã você é! - @Drinaar torna a sorrir e fica do lado de Makarius e olha ao redor para analisar quem são as outras pessoas do grupo e continua com seu sorriso.


Última edição por brunotenan em Qui 3 Set 2015 - 13:27, editado 2 vez(es)
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Fandopr em Qua 2 Set 2015 - 19:52

Alistair seguia escalando diligentemente até que finalmente chegou ao topo.Ele brevemente observou o topo do vulcão. A vista fez seus pensamentos pararem de fluir brevemente, assim como se estive-se satisfeito, voltou a atenção ao grupo. Ele não se surpreendeu ao encontrar Freya, drown e a coisa brilhante ao topo, isso apenas deixou ainda mais implícito que a Party já começava formar grupinhos.

Alistair não sentiu a mudança de temperatura, todavia Edge resmungou algo sobre  suas cordas e isso formava alguns breves estalinhos. O vampiro seguia os demais com certa indiferença. Não sabia quem tinha á oferecer ao grupo e isso começava á preocupar. Ele começa-va a perceber a movimentação do drown com o braços era um sinal para algo, no entanto decidiu, não se importa qualquer coisa o mesmo podia falar refletiu o vampiro.
- Agora que estamos longe daqueles habitantes barulhentos... Gostaria de conhecer o papel de cada um neste grupo. - Alistair simplismente deu de ombros, cada um podia fazer o que quiser, mas ele sabia, entendia que não era um passeio, grupos tinham se perdido até eles serem convocados. Ele permanecia seguindo o grupo dependendo de como fosse tratado, iria começar torna a convivência com os demais bem complicada.
OFF:


° Percepção incomum

* Seguindo o drown
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Maseratsu em Dom 6 Set 2015 - 12:47

Moritas gelou ao ouvir a voz do draconato em seu ouvido. Desde que havia chegado nas civilizações do norte havia deixado bem claro que possuia sangue dracônico, mas não imaginava que alguém do sul soubesse da sua linhagem. Puxou a manga do braço direito, deixando revelar por alguns momentos seu primeiro dente de leite preso em sua pulseira, que havia se desenvolvido como um dente dracônico. Abaixou a manga, suspirou e sorriu, dizendo:

- Nada como um toque dracônico para alegrar a expedição para os domínios de Sekra, não? Pode me chamar de Freya, e este é Makarius, aparentemente ele não pode falar. Deve estar em um voto de silêncio ou algo assim. - virou-se para Alistair - Tive poucas chances de trabalhar em grupo, mas em todas as vezes me deixaram como "aquela que se livra dos problemas antes que estes apareçam", e... Ah, espere. - sentou-se no chão, sacando um dos seus cinco ossos da bolsa e um formão, iniciando o entalhe de uma montanha fumegante. Era uma tarefa relaxante de se fazer, principalmente antes de missões como essa. - Se não incomodar a espera até eu terminar aqui, vou deixar só para marcar caminho, e nossa possível vitória! Wisea nos ajude... - murmurava uma oração para um dos deuses menores enquanto entalhava, sentindo-se melhor em relação ao trabalho investido naquele osso.

Quando terminasse, largaria o osso na entrada, em pé, representando que já havia passado por ali, e levantaria-se, tirando o pó das roupas e juntando-se ao grupo, tentando posicionar-se ao meio deste.
OFF:
Desvantagem: Mania: Entalhar Ossos ou Madeira sobre situações de seu trabalho.
A menção em demasia aos deuses provém da desvantagem Supersticioso.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Blum em Seg 7 Set 2015 - 10:47

A treta vai rolar solta!


- Tsc! – Esse frio infernal me dá nos nervos, mas pra mim quanto faz, o importante é que eu seja bem recompensado no final, todos vão ver minha grandeza quando conquistarei essa caverna, muitos nem vão acreditar, mas tem uma coisa me incomodando nessa coisa toda, esse cara aí provavelmente vai querer um pouco da minha grana, acho que vou ter que eliminar ele agora. Minhas mãos se tremiam um pouco quando ela ia em direção a minha adaga, um sorriso se esboçava no meu rosto, quando de repente me deu conta de uma coisa. Tudo estava escuro.  Não dava para fazer nada, essa cara com certeza é bem estranho, acho que ele possa ter alguma magia ou sei lá das quantas, acho que terei que deixar ele vivo por enquanto, mas se houver uma oportunidade... Hehehe!
 

- Então... Não consigo ver bosta nenhuma seu caga pau. Você tem alguma magia ou sei lá para a gente sair daqui? – Estava um pouco iluminado, mas no fim das contas não conseguia enxergar quase nada. Porém é neste ambiente que minhas verdadeiras habilidades surgem, caso eu conseguisse olhar no escuro. – DROGA! – Bravejaria, ainda a espera de uma resposta. Empunharia minhas duas adagas e ficaria andando junto com o tal companheiro. – Bem, eu não perguntei o seu nome, o meu nome é Blum, qual é o seu? E que diabos é você? Eu sou um hobbit ladrão, prazer em conhecê-lo. Hehehe.  – Depois dessa apresentação ficaria seguindo o mesmo.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Takamoto Lisandro em Seg 7 Set 2015 - 11:06

Atrasado...

O hobbit me seguia, ele é um anão meio convencido talvez um grande mentiroso. Sua personalidade é bem fácil de entender e montar uma dupla com ele não seria nada mal, ele não parecia um mago ou algo do tipo. Agora subíamos pela trilha que eu achava mais fácil e mesmo assim tinha uma árdua subida que fazia minhas pernas reclamarem um pouco, mas não fazia mal um pouco de esforço físico.

Ao adentrar o vulcão senti a temperatura baixar, pensei que dentro dos vulcões fossem escaldantes... Olhando em volta o vulcão parecia congelado e isso era estranho, algo havia congelado este vulcão de alguma forma. A água da cidade deveria passar pelo vulcão e abastecer a população, mas alguma coisa congelou tudo.. Prevejo que mais a frente nós teremos problemas.

Caminhando no vulcão observando o local seguia um caminho um pouco difícil, teria que ter um cuidado especial para que não ocorram alguns acidentes. Notava que na medida que caminhávamos mais escuro o ambiente ficava, parece que a frente não terá mais entradas para os raios de sol iluminarem e ainda bem que eu tinha uma habilidade que ajudaria nesta missão, eu tinha a infravisão.

Então... Não consigo ver bosta nenhuma seu caga pau. Você tem alguma magia ou sei lá para a gente sair daqui? – Ele tinha o dom de reclamar e falar mal seus companheiros, eu deveria rebater seus xingamentos a altura. – Cala boca anão de merda, tenho algo especial para sairmos daqui.. – Ativando minha infravisão, observava o local com mais clareza e a procura de um novo caminho que nós levaria mais adiante. O hobbit se apresentava ao longo do percurso, seu nome era Blum e era um ladino e em retribuição falaria. – Sou Takamoto, um demônio. – E daria um sorriso meio malicioso, porém acho que ele não veria naquela escuridão. 

Offs:
Ativando Infravisão*
E seguindo o melhor caminho*
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

Mensagem por Balin em Qua 9 Set 2015 - 13:08

OFF: Minhas sinceras desculpas pelo atraso, como mencionei no chat do forum, estive de serviço/plantão aqui no trampo, ao sair ontem tive 3 avaliações para entregar na facul, semana de provas as coisas estão meio complicadas pra mim. Contudo a boa notícia é que entrarei de férias de novo segunda feira agora =] então meu ritmo volta ao normal por aqui.

Makarius:
Sim é verdade, outras raças também tem peculiaridades vantajosas que não estão descritas e não concedem a vantagem respectiva, mas no seu caso vou levar em consideração, pois é pertinente à raça enxergar no escuro. Mas entenda que não posso te dar a vantagem, pois seria injustiça com os demais que a compraram, considere que você pode enxergar deste que tenha o mínimo de iluminação.

Brunotenan:
Juro que não tinha nada de pejorativo na descrição que fiz, pelo contrário! Sou fã de répteis, juntamente aos insetos, julgo serem as categorias de animais mais tops que temos. Note ainda que está na própria descrição da raça: "Guerreiros orgulhosos e honrados, estes seres descendem de uma linhagem de repteis paralela aos dragões", até porque a quem inclua os dragões na categoria de répteis, mas é um direito seu não querer ser referenciado assim, peço desculpas e não voltará a acontecer.

Ambientado as cavernas, o sangue e a convivência com o povo de sua raça permitiam a Makarius "enxergar" os caminhos que haviam por ali. Somado a sua habilidade em quase que mapear o ambiente a volta, ele tinha o suficiente para "ver" que o caminho por baixo, cujo o qual ele seguia, era composto por diversas rochas, estalactites e estalagmites, ambas com a superfície em processo de congelamento e descongelamento constante. Escorregadio, bastaria um passo em falso para descer aquele caminho tortuoso vulcão abaixo. A interação entre o grupo recém formado começava a surgir ali em cima, Drinaar e Freya(Moritas) mantinham um dialogo reconhecendo as características dracônicas que compartilhavam. Alistair buscava respostas quanto ao que cada um ali podia fazer, queria conhecer o grupo para poder talvez tracejar estratégias em cima disso. Moritas entalhava um osso deixando-o na entrada, este era quase levado pela corrente de ar ali presente, mas permanecia entre as rochas. Blum confabulava consigo mesmo, enquanto estava restrito em conseguir enxergar alguma coisa a sua frente. Takamoto tinha olhos que lhe permitiam enxergar com sua visão de calor, não nitidamente como sua visão normal, mas via o suficiente, até um pouco mais do que o drow, embora não tivesse a mesma percepção sensorial deste. Enquanto conversavam e as vezes alteravam o tom de voz, uma movimentação podia ser percebida somente por Makarius, uma aglomeração não identificada vinha voando lá de baixo do vulcão, por entre as estalactites e estalagmites e vinha rapidamente. Apesar de não ter percebido de antemão a movimentação, instantes depois enquanto observava o local com a sua infravisão, Takamoto podia ver criaturas aladas a poucos instantes de chegar até o grupo e logo mais abaixo algo que seriam 2 corpos "empalados" nas estalagmites mais densas. Antes disso, ele pode observar que o caminho de cima era como uma espécie de túnel, a frente era uma reta porém extremamente estreita e quando olhou para baixo teve a mesma visão já descrita para Makarius, tendo a atenção desviada pelas criaturas aladas.

-Considerei que estão seguindo Makarius indo pelo caminho de baixo.
-Infravisão,Radar e outros sentidos especiais eu considero como sempre ativos, embora peço que deixem a descrição dos mesmos em Off para me ajudar.
-Makarius tem uma boa visão/percepção do ambiente e Takamoto pode enxergar ali guiado pela visão de calor.
-Se forem descer será em velocidade reduzida qualquer movimento brusco requer rolagens para não sair descendo
-Cuidado com o que vão fazer, daqui pra frente a coisa complica.
-Se precisarem rolem os dados aqui.
-Coloquem tudo o que vocês usam(vantagens e afins) em spoiler, caso contrário não tem como eu saber e não levarei em conta.
-Se esqueci de alguma coisa peço desculpas, qualquer coisa me avisem.
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Re: O Vulcão Adormecido de Jilya

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