As Cronicas Zephyrianas

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As Cronicas Zephyrianas

Mensagem por ADM Ichirou Youta em Qui 20 Dez 2012 - 23:16


Os contos que escrevo aqui não possuem um herói, uma história ou um enredo, são cronicas. Cronicas que descrevem e acompanham as aventuras e feitos dos inquietantes, curiosos, humildes ou heroicos viventes desse continente todos em buscas de seus sonhos, todos em busca do que significa para eles mesmos, viverem em Zephyr.

OBS: Eu uso do meu direito e interpretação livre, por isso, mesmo que eu cite seu personagem aqui, ele provavelmente não será uma replica fiel da ficha ou do que você idealizou. Alguns serão modificados, outros não. Alguns serão criados na hora. Minha ideia não é fazer uma fic de personagem x, e sim realmente escrever uma ou varias histórias onde eu uso da minha imaginação e uma base para escrever, espero que compreenda e que gostem.


Cap 1 - Sonho

A luz do lugar era tão intensa que parecia ser quente.

Ela podia ver á sua frente uma extensão infinita de estrelas a se espalhar até o horizonte, a claridade da cena quase tornava tudo uma miragem. Por isso não era dia, ao menos foi oque ela constatou. Com o passar do tempo seus olhos começaram a se acostumar com a região e como uma convenção geral, seus outros sentidos foram se reorganizando, trazendo sutis mas confortáveis sensações.

Ela sentiu a areia fofa, morna e fina entre seus dedos e ela curvou os mesmos, tentando fincar mais fundo na areia, como se estivesse brincando, ou se prendendo no chão. Seu tato ainda lhe concedeu a percepção de uma brisa fria, que refrescava-lhe a pele, e balançava seus curtos cabelos que resistiam revoltosos aos avanços do vento. Por ultimo, o movimento nas pernas ela reconheceu como o revoar de um vestido, apesar dela não ter lembrança de tê-lo vestido, ou de como ele era. Naquele momento, ela nem se questionou. Seu olfato lhe pediu atenção a atingindo com um suave aroma de maresia enquanto sua audição competia, com o som das ondas quebrando, alguns metros a frente.

Ela não estava diante de um céu estrelado, e sim do mar, mas o sol potente e impetuoso no alto fazia-se refletir com tamanha graça que as gotículas de água e o próprio mar pareciam ser feitos de estrelas. Ela sorriu com tamanha beleza, quase chorou. Foi quando uma voz chamou seu nome, mas ela nem sequer sabia seu nome, tentou se virar, mas tudo que recebeu em troca foi um chão de madeira frio e uma latejante mas sutil dor na testa.

Estava em casa.

Era normal sonhar mas havia um bom tempo que isso não lhe rendia cair da cama, agradeceu por estar sozinha e levantou-se com a preguiça e desmotivação de acordar que só os adolescentes conhecem. Seu quarto estava intacto com exceção de uma cama desarrumada, um gatinho pardo ressabiado com o súbito movimento dela e um cesto de roupas no canto. Sua cama, mesa cobertas de utensílios femininos e armários estavam no mesmo lugar de antes, iluminados por um véu de luz amarelada que atravessava as cortinas da janela como se não fossem nada.

Assim como fazia quase sempre, saiu do quarto que ia direto para um corredor, no qual, no final dele havia um banheiro, seguiu até ele coma esperança de que um banho a ajudaria a acordar, mas a primeira coisa que fez foi se olhar no espelho.

Estava de camisola, com a estampa mais infantil possível, um pouco surrada. Mas aquela camisola que já havia a acompanhado desde os 12 anos não lhe era de interesse, prestou atenção em si mesma.

Era baixinha, mais do que a média e se culpava por isso, mas isso combinava com seu porte e expressões joviais. Desde sempre ela parece mais nova do que já é e se comporta assim também. A pele com um bronzeado claro, beirando o bege com olhos castanhos para combinar. Seu cabelo era liso e curto, indo até a nuca em um estilo penteado chanel com uma franja lateral. Ele deveria ser ruivo, mas por algum motivo que nem ela entende, sempre gostou de deixá-lo como está : Várias mechas em cores padronizadas, mas diferentes, como um arco iris que seguia o espectro de cores comuns, com algumas mechas pretas entre as cores, somente sua franja tinha o ruivo natural que o resto do cabelo deveria ter. No fim, ela notou seu corpo curvilíneo, curvas acentuadas até, do tipo que os homens notam, mas para ela só lhe significavam quilos a mais e ela passou alguns minutos em um monólogo de auto piedade que qualquer adolescente tem quando se vê na frente de um espelho. Sua auto imagem não era nada parecida com a real beleza que tinha e que ela não enxergava, e assim como em toda manhã, suspirou fundo, tomou seu banho, e se arrumou.

Cap 2 Chamado a aventura

(em processo, perdi inspiração -q)

__________________________________


Spoiler:


Chupem !

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