O Senhor dos Ladrões

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Mensagem por Alessia Adamanto em Sex 28 Set 2012 - 16:56

Os nossos protagonistas iam chegando, um de cada vez, a frente dos portões da mansão do conde, alguns adiantados, outros em cima da hora, e se encontravam com diversos outros indivíduos que pareciam também terem sido contratados para servirem de segurança extra naquela noite, enquanto os portões permaneciam trancados. Havia dois sujeitos que pareciam orcs, um era grande e musculoso, com um grande machado preso as costas, o outro era magricela, e bem menor que seu companheiro, carregando duas espadas no cinto, ambos vestiam couraças de couro comuns e calças de pano marrom grossas, além de botas militares. Havia também um elfo, de cabelos longos dourados, com uma faixa avermelhada amarrada ao redor da testa, uma aljava de flechas nas costas juntamente com um arco de madeira, uma espada curta presa ao cinto, vestido com roupas de pano leve, totalmente verdes, parecia algum tipo de personagem de alguma história de algum livro. O último parecia até uma múmia, estava coberto com trapos e cada centímetro do corpo que estava a vista das pessoas estava enfaixado com o que pareciam faixas desgastadas e meio ruídas pelo tempo, a pessoa não parecia estar carregando nada. Por último havia uma garota vestindo uma armadura metálica brilhante, botas de metal, luvas também de metal, e um elmo em sua cabeça, ela carregava uma glaive consigo e um escudo redondo, ambos presos as suas costas, tinha cabelos curtos azuis e olhos verdes, e um pedaço na ponta da orelha direita parecia estar faltando.

Eles permaneciam nos portões da mansão por pelo menos vinte minutos, até todos estarem reunidos, quanto um garoto, aparentemente com uns 15 ou pouco mais anos de idade, chegar correndo, ofegante, ele carregava uma espada presa em um cinto e um escudo nas costas, uma camisa de mangas longas e bem folgada de tecido leve marrom, chinelas azuis e um bermudão verde, tinha cabelo curto castanho, e olhos azuis, com a pele levemente morena. Assim que este chegava, e antes que pudesse recuperar o fôlego e falar qualquer coisa, os portões da mansão automaticamente se abriam, desta vez não havia ninguém os esperando na entrada, mas isto parecia um claro sinal para que entrassem. A alameda era iluminada pro postes de iluminação ao estilo londrino, que eles podiam não estarem ali da última vez que andaram por ela, e as portas da mansão se abriram assim que o primeiro deles pisou no terceiro degrau da escada, o garoto que aparentemente mal recuperara o pique e já saiu correndo novamente a frente deles.

Imagem de Iurick:
http://4.bp.blogspot.com/-KCSaM5xfa2M/UDihIqPc1SI/AAAAAAAABNY/bkhlEEBNCZM/s1600/black_butler_(kuroshitsuj_527_1280.jpg

Na escadaria, de frente para estes, encontravam-se cinco pessoas vestidas com roupas de mordomo, no centro se encontrava aquele que parecia ser o líder, com cabelos curtos e lisos de cor negra, olhos de cor castanha avermelhada, e um sorriso amigável no rosto. A sua direita estava a garota que os receberá no portão no dia anterior, e a na ponta direita do grupo estava o entrevistador com o qual haviam falado durante seus testes, a garota demonstrava uma expressão totalmente vazia, enquanto o homem parecia estar um bocado mal humorado, se bem que isto parecia ser o rosto natural dele depois de todos os ferimentos que aparentava ter recebido. A esquerda do homem estava um anão, com mais ou menos 1,30m de altura, uma barba comprida branca com cerca de meio metro de comprimento, olhos azuis brilhantes, e um elmo pequeno em estilo viking, tinha também um machado grande de lâmina dupla, preso as costas, sendo o único que carregava uma arma. E por último, na ponta esquerda do quinteto, estava uma jovem vestida de mordomo, com o cabelo longo azulado preso em duas tranças uma de cada lado, no topo da cabeça estavam duas orelhas felinas, era coberta por pêlos curtos malhados, ela tinha olhos grandes e dourados com bigodes felinos, e para todos os casos parecia um tipo de gata com forma humanóide, aparentava estar totalmente desinteressada dos indivíduos que estavam diante dela, e estar mais sonolenta que curiosa no momento.

- Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! – falava o mordomo ao centro, aparentemente bem humorado, ou bem mais bem humorado que seus companheiros pelo menos. – É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa... – Ele levantava a mão, mostrando três dedos, descendo um a cada regra que falava. – Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

Ele se calava por um instante, olhando para o grupo, como que esperando que eles dessem suas afirmativas antes de prosseguir. Depois de alguns instantes, ele dava uma tossida, significando que queria silêncio e atenção do grupo, e voltava a falar agora um pouco mais sério.

- Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. – O entrevistador ranzinza olhava para ele com uma expressão do tipo ‘que merda você está fazendo’, a moça meio felina parava um instante de lamber a própria pata, quer dizer, sua mão, e começava a prestar alguma atenção ao que ele dizia. – Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.

Ele dava alguns instantes de silêncio, alguma tensão se mantinha no ar. As palavras dele pareciam bem rígidas e inflexíveis, e pelo seu olhar não parecia estar disposto a mudar sua posição. Depois de alguns instantes, movia as mãos estendendo-as a frente e uma caixa de papelão quadrada com um buraco redondo no topo surgia do nada.

- Gostaria que todos vocês retirassem uma bola com um número desta caixa, para podermos decidir em qual grupo ficarão... – ele falava, parecendo novamente bem amigável e tranqüilo.

Resultados do sorteio:
http://zephyr.forumeiros.com/t1731-os-dados-do-ragnarok#26468
1,2 - Segundo Andar;
3,4 - Primeiro Andar;
5,6 - Térreo;

- Por favor, se reúnam com os que obtiveram os mesmos resultados, aqueles que pegaram 1 e 2 irão para o Segundo andar, junto com Alkabare e Lucinda. - Ele apontava para a sua direita. - Os com 3 ou 4, irão para o Primeiro Andar juntamente com Augusto e Laura. - Agora ele fazia um sinal para o seu lado esquerdo. - Aqueles que obtiveram 5 ou 6 ficarão no Térreo comigo, me chamo Iurick.

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Mensagem por Nekuro em Sex 28 Set 2012 - 18:26

Ahem, finalmente! Finalmente tinha acertado o dia para estar lá! Ou ao menos achava isso. Depois de ter aparecido no dia errado, poderia estar fazendo-o novamente, mas e dai? Era só tentar até ser o dia e horário certo...Exceto se passar do horário...Errrrr...Então, o que interessa é que ele estava lá. A sua certeza foi ver vários outras pessoas por ali, outros contratados, ou pelo menos ele achava isso. Os portões estavam fechados...Ele podia passar por cima, mas não faria tudo isso enquanto havia suspeitas de que o Senhor dos ladrões iria invadir o local. Ele estava ali esperando, rodeando certos indivíduos, curioso para ver que tipo de gente iria trabalhar com ele, e com a chance de achar seres interessantes.

Naquele momento o que predominava era a sua expressão ativa, curiosa e o sorriso, um tanto estranho e confiante, que estavam estampados em sua face. No lugar estavam um cara grande e cheio de músculos com machado e roupas de couro, exceto pelas botas militares, o outro era magro e tinha as mesmas roupas, só que esse tinha duas espadas. Pareciam guardas...Seriam guardas? Bom, isso fica para mais tarde. Ali também tinha um elfo loiro com uma faixa vermelha amarrada na cabeça e roupas verdes...E para a surpresa de todos, ele tinha um arco. Era bem o elfo padrão. Outro muito interessante era a múmia que estava ali...Ou era só um cara enfaixado? Faixas viraram moda? Só que as destes, diferente do examinador da entrevistas, ele era pura faixa e estas eram meio velhas. O gato rodeou esse cara um pouco, curioso, sem se preocupar com a opinião dele sobre ser intensamente observado, para depois continuar. Mais uma pessoa, dessa vez uma garota extremamente bem armadurada, com escudo e uma enorme coisa que deveria ser um primo distante de uma lança. Mais uma vez ele faz sua análise misteriosa, para fins misteriosos, com idéias misteriosas e de um modo mais misterioso ainda. O que notou foi a falta de uma pequena parte na ponta da orelha dela. Depois continuou. Vários e Várias foram observados/as por este youkai, seus motivos eram obscuros...até...


-Ninguém parece tãaaaaaao suspeito assim...E parece que isso vai ser...Extremamente...In-te-res-san-te-Tsun~

Sua voz era a mesma cômica de sempre. Yuu esperou ali por um bom tempo, o qual gastou maior parte analisando aqueles caras, até os novos que chegavam, até que por último surgiu um garoto estranho, novo, de vestimentas simples e com uma espada e escudo.

-...Extremamente suspeito-Tsun!

Seus olhos brilharam na chance de saber quem diabos era aquele. Devia ser um poderoso guerreiro disfarçado! ...Ou não. Possivelmente não. 99% de chance de não. Estava sem fôlego. O gato já se aproximava para dar seu bote analítico, quando os portões abrem automaticamente. Não havia ninguém esperando, então para que perder tempo procurando alguém? Simplesmente entre.

-Yay! Hora do trabalho-mega-interessante-que-pode-render-muitas-experiências-interessantes-Tsun!

É, bem doidinho. Yuu já vai entrando, demonstrando um extremo bom humor, ou talvez um jeito extremamente esquisito de ser no olhar de alguns. Ele estava subindo as escadas quando as portas da mansão se abriram e o garoto de antes passou correndo por ele, no mesmo pique de quando chegou.

-Eh? Para que a...Oh hell, também estou com pressa de saber mais sobre isso-Tsun

E foi ali que ele acelerou o passo para dentro do local. Novamente, o local de habitação daqueles com enormes quantidades de grana. Na escadaria, cinco pessoas. O primeiro a ser reconhecido? O cara da ponta direita, do rosto cheio de faixas.

-Oh! Ohoooo! Mafia-Style! Hellow novamente-Tsun! -Dizia enquanto apontava para o mesmo-

E dali ele poderia se concentrar nos outros. Um cara no meio, cabelos negros, sorriso no rosto, quase tão suspeito quando o do próprio gato. A direita dele a garota do portão, cara vazia. O Mafia-style estava mal-humorado, não muito diferente do que aparentou na entrevista. Além do "líder", outras faces novas era um anão com um machado e elmo viking que despertou o brilho nos olhos do youkai. Mas isso podia ficar para depois. A última figura era outra garota de cabelos azuis, com roupa de mordomo...E ela era...Uma felina? Oh, não tão igual a este gato excêntrico, mas tão curiosa quanto. Então, o homem do meio começava a falar:

Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa...Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

-E a curiosidade tinha que morreu com isso, mas se é regra do trabalho, é ordem. Consigo matar essa minha curiosidade em troca do serviço bem feito-Tsun

Yuu pensou um pouco...E...

-Ei, ei, ei! Você falou que o uniforme não é obrigatório...Isso quer dizer que temos direito a um? Eu posso? Suas palavras indicam que eu posso! Eu posso-Tsun?!

Agora ele queria usar o uniforme. Mas uma tossida que demonstrava silêncio fez o gato ficar quieto e demonstrar sua frustração que tomava o lugar do sorriso de antes.

Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão.

Oh, os outros mordomos demonstraram reações diferentes! Isso podia ficar interessante.

Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.

A idéia e a adrenalina de poder ter um triador entre eles era....Magnifica! O sorriso do gato abre novamente. Dessa vez um sorriso satisfeito. Se isso iria fazê-lo parecer suspeito ou não, no problem. E logo ele continua:

Gostaria que todos vocês retirassem uma bola com um número desta caixa, para podermos decidir em qual grupo ficarão...

Oh! Sorteio! Ele já ia lá pegando o que tinha de pegar e ficando com o numero dois. E por final o homem voltava a explicar as últimas coisas:

Por favor, se reúnam com os que obtiveram os mesmos resultados, aqueles que pegaram 1 e 2 irão para o Segundo andar, junto com Alkabare e Lucinda.

Bom, essa era a parte interessante para ele. E no final das conta ele ficou no mesmo grupo do Mafia-Style!

-numero dois aqui~ Sweet-tsun~~

Suas palavras saíram extremamente melosas, com o toque cômico de sempre. Seu sorriso ainda mantinha, mas ele era um tanto...Ácido... -(vide assinatura)- ...E ele já ia se aproximando daqueles dois com que iria, e acreditava que os outros que tiraram os resultados um ou dois também iriam.

-La~Lara~Lari~Isso pode ficar sério-Tsun. Tehehehe~
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Mensagem por Kenichi Koji em Sex 28 Set 2012 - 22:51

Kenichi chegava relativamente cedo e se dava com alguns na porta que pareciam esperar aqueles que chegariam, tornando assim "sabível" que ele não seria o único. Ao chegar se deparava com um outro garoto que aparentemente havia chego primeiro, aparentemente um Youkai cujo animal seria "Gato".
Na chegada Koji logo percebia que Havia dois sujeitos que pareciam orcs, um grande e um menor, mas ambos pareciam estar armados para combate. Havia também um elfo, igualmente bem armado, mas de aparência meio duvidosa. O último parecia até uma múmia, de tantos panos que o havia cobrindo mas não se deixava passar em questão de armamento.

Kenichi permanecia nos portões da mansão por pelo menos vinte minutos, até todos estarem reunidos, quanto um garoto, aparentemente com uns 15 ou pouco mais anos de idade, chegar correndo, ofegante, parecia um garoto mimado, mas também possuía armas.

(Pensamento)" Daqui a pouco as plantas vão carregar espadas aqui dentro..."

Assim que este chegava, e antes que pudesse recuperar o fôlego e falar qualquer coisa, os portões da mansão se abriam,e incrivelmente eles não se depararam com pessoas armadas. O Local era iluminado por postes de iluminação, era algo de caráter exclusivo, "Caro" por assim dizer, mostrava-se posse de pessoas vaidosas.

Após alguma "caminhada" Kenichi se depara com outro grupo.

(Pensamento) " Ó Veja mais crianças armadas... Oh pera.. é um anão..."

Após algum tempo um homem começa a falar, e enquanto ela explica a situação, kenichi deixa uma palavra escapar:

(Kenichi)- "Sebastian?"

Em seguida ele se cala esperando que ninguém tenha ouvido.

- Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! – falava o mordomo ao centro, aparentemente bem humorado, ou bem mais bem humorado que seus companheiros pelo menos. – É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa... – Ele levantava a mão, mostrando três dedos, descendo um a cada regra que falava. – Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

Kenichi não tinha o que perguntar, havia entendido algo, só tinha uma dúvida, como não saber que algum deles fosse o ladrão?
Aí ele continuava

- Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. – O entrevistador ranzinza olhava para ele com uma expressão do tipo ‘que merda você está fazendo’, a moça meio felina parava um instante de lamber a própria pata, quer dizer, sua mão, e começava a prestar alguma atenção ao que ele dizia. – Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.

Rolaria então um sorteio aonde ficaria definido aonde quem iria.
Havia tirado um permaneceria no segundo andar, iria acompanhando o homem indicado.

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Mensagem por Rubi Make em Sab 29 Set 2012 - 11:38

Finalmente a hora chegou, uma noite de espera e bem dormida, irai ser bem útil.

Conforme fui me aproximando do local de encontro, a mansão, pude ver já algumas pessoas ali, isto queria dizer que tudo era real. Mais próxima, não pude deixar de notar a diferença entre os que ali estavam, os escolhidos, um forte alto e um baixinho e magro, Orcs a julgar pelas aparências, normalmente andam em bandos ou em duplas aonde pela lógica o magrinho seria o pensador e o outro uma forma de escudo. Um elfo...ha um elfo, este provavelmente aceitou o trabalho para ajudar seu povo, pobre coitado, apesar de serem rápidos em combates...são frágeis como uma folha de papel.

Meus olhos doeram ao ver um ser enrolado em faixas, provavelmente um necromante, não tinha muita utilidade a não ser para servir de isca, pois eram bem resistentes a ataques de magia. Estava começando a achar que tinha entrado em uma furada, mas meus conceitos mudaram ao ver a espadachim...-Agora sim, alguém útil- Pensei comigo mesma, ambidestra ainda, ela seria ótima companheira e me daria bons frutos se conseguisse absorver ela.

-Mas que diabos aquele gato esta fazendo?-

Recrutaram crianças também? Estava começando a me preocupar novamente. Pois ver ele analisando todos da forma que estava, me admira não ter virado comido do grande Orc.

Mais pessoas estavam ali, ainda tinha um ser com uma capa azul, bem chamativa que também analisava as coisas. Eu estava parada logo atras dele com os braços cruzados e com os ouvidos atentos a tudo quando escuto passos e uma respiração ofegante, um menino, que chegara correndo e entra na mansão pelos portões que abriram automaticamente, um convite para adentrar, e todos entraram.

Pelo caminhar das coisas era momento para um discurso de explicação como de praxe.

Spoiler:
- Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! – falava o mordomo ao centro, aparentemente bem humorado, ou bem mais bem humorado que seus companheiros pelo menos. – É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa... – Ele levantava a mão, mostrando três dedos, descendo um a cada regra que falava. – Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

-Fala sério!

Realmente eles ainda levavam fé nos alarmes? Realmente muito amadorismo.

- Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. – O entrevistador ranzinza olhava para ele com uma expressão do tipo ‘que merda você está fazendo’, a moça meio felina parava um instante de lamber a própria pata, quer dizer, sua mão, e começava a prestar alguma atenção ao que ele dizia. – Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.


Nisso eu concordo, entrar aqui é muito fácil, mas no momento eu estava ali para impedir que alguém entre. Outra coisa que eu nn pude deixar de notar é a falta de higiene da menina gato, vai saber aonde ela tinha colocado aquelas patinhas.

Um sorteio para escolher as duplas foi feito, algo que particularmente eu detesto, pois isto só mostra que eles não tem a minima ideia do potencial de cada um de nós, e a escolha da dupla errada pode acabar matando alguns de nós. Numero 6 foi o meu, e posteriormente a retirada vou junto a IURICK.

-Perfeito a entrada, duvido muito que ele tenta entrar por aqui, mas com certeza poderá mandar distrações.-

Esse foi o meu pensamento enquanto esperava para ver meu companheiro.
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Mensagem por arcanoelemental em Sab 29 Set 2012 - 19:54

Janaína não estava nem um pouco afim de chamar atenção e como Poltergeist com certeza ela acabaria chamando atenção, inclusive assustando algumas pessoas que tem medo de fantasmas e justamente por esse detalhe que ela combinou com seu noivo dela o possuir e ele concordou plenamente com os planos que ela tinha em mente. Janaína chega e vê o portão fechado e também dois sujeitos feios, um grande e musculoso com um machado nas costas. Um outro magricela carregando duas espadas o cinto. Havia também um elfo com um arco de madeira e uma aljava de flechas, uma garota devidamente armada e um rapaz todo enfaixado.

“Ei, esse rapaz parece uma múmia. Como será esse rapaz sem as faixas, gostaria muito de saber”
Após mais ou menos vinte minutos um garoto chega sem fôlego e os portões abrem automaticamente. E o garoto logo corre de volta.


Logo após os portões se abrirem Janaína sai correndo indo atrás do garoto e numa escadaria havia cinco pessoas, sendo que o do centro começa a falar após chegarem todos.

Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças. É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem clara as regras desta casa... Regra número um, o uso do uniforme não é obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até alarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

“Estritamente proibida? Isso ainda aguça ainda mais a minha curiosidade, ainda conseguirei entrar nela, pode ter certeza. Mas agora não é o momento oportuno e se eu quiser entrar lá terei que ganhar a confiança destes e é justamente isso o que Janaína irá fazer."

Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nessa mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, se retirem. Gostaria que todos retirassem uma bola com um número desta caixa, para podermos decidir em qual grupo ficarão.

“Eu tenho a ideia perfeita para pegar esse ladrão e tenho certeza que é infalível!"

Janaína vai até a caixa e retira a bola. Ela vê que tirou o número 6

O senhor então explica o porque do sorteio.

Por favor se reúnam com os que obtiveram os mesmos resultados, aqueles que pegaram 1 e 2 irão para o segundo andar, junto com Alkabare e Lucinda. Os com 3 e 4, irão para o primeiro andar juntamente com Augusto e Laura. Aqueles que obtiveram 5 ou 6 ficarão no térreo comigo, me chamo Iurick.


“Mas se o roubo é a joia, porque separar as pessoas? Isso não tem lógica nenhuma. Isso é burrice e se for um plano para pegar o ladrão essa não seria a forma mais fácil de pegá-lo!”

Janaína vai até Iurick e fala perto de seu ouvido.

Eu tenho um plano perfeito Iurick, gostaria de falar com o senhor a sós para explicar o meu plano. E preciso que seja o mais rápido possível. – fala sussurrando.

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Mensagem por tabuleiromistico em Seg 1 Out 2012 - 12:33

@Enfim era chegado o dia em que Drinaar poderia se divertir. E mais do que isso poderia ganhar por essa diversão. Drinaar chega ao local marcado e percebe que tem outras pessoas ali. E verifica que há quatro sujeitos. Um grande e musculoso, o outro era magricelo, um elfo e um ser totalmente enfaixado, sendo este o único a não estar devidamente armado.

“Mas se tem tanta gente assim para ser guardião, um de nós poderíamos ser o próprio ladrão não”

@Drinaar começa a olhar todos com desconfiança

Após vinte minutos chega um garoto com aparência de 15 anos... e antes que recuperasse o folego, os portões da mansão abrem automaticamente.

@Drinaar entra e acelera o passo, quando vê o rapaz sem fôlego correr e na escadaria ele vê cinco pessoas, dentre elas um com roupas de mordomo no centro, a direita dele a moça do portão e na ponta direita o rapaz que o entrevistou. À esquerda deste um anão e na ponta esquerda uma jovem vestida de mordomo com orelhas felinas.

O mordomo do centro começa a falar:

Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças. É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem clara as regras desta casa... Regra número um, o uso do uniforme não é obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até alarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos? Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nessa mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, se retirem. Gostaria que todos retirassem uma bola com um número desta caixa, para podermos decidir em qual grupo ficarão.

@Drinaar pega e vê que o seu número é 3

Então, depois do sorteio o homem explica:

Por favor se reúnam com os que obtiveram os mesmos resultados, aqueles que pegaram 1 e 2 irão para o segundo andar, junto com Alkabare e Lucinda. Os com 3 e 4, irão para o primeiro andar juntamente com Augusto e Laura. Aqueles que obtiveram 5 ou 6 ficarão no térreo comigo, me chamo Iurick.


“Só não entendi algo, se o objeto a ser roubado ficar no terceiro andar e for justamente o local onde tiver menos gente devido ao sorteio. Sortear não é nem um pouco profissional e eles poderiam se dar mal com esse tipo de tática anti-estratégica e poderia ser roubados, mas isso não vai acontecer porque Drinaar, o Fodão está aqui!”

@Drinaar então vai para o primeiro andar junto com Augusto e Laura.
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Mensagem por DoBer em Ter 2 Out 2012 - 16:02

Não tinha encontrado ninguém conhecido na taverna, como pensara, somente a Hanna e o seu filho, que o tinham recebido bem de novo, principalmente por agora Blaze conseguir se comunicar um pouco com eles. Quando chegou a hora de sair, ele não se atrasou, e chegou à mansão na hora.

Estavam ali várias outras pessoas que pareciam ter sido contratadas também, praticamente todos muito diferentes um do outro, havia dois orcs, um grande e um pequeno, um garoto de orelhas pontudas com roupas leves verdes e um arco, um todo enrolado em faixas sem nenhuma parte do corpo à mostra, e sem nenhuma arma, uma garota com armaduras metálicas pesadas e umas armas nas costas, um homem-felino com cabelo rosa sem armas também, um homem com cabelo azul... parecia ser bem comum isso de cabelo azul... uma moça que parecia atraente, um homem normal com um cetro... "Nossa, tem bastante gente aqui mesmo, hein?" - Blaze ficava pensando, enquanto examinava seus possíveis colegas - e, por fim, um ser muito estranho que parecia se aproximar das descrições que ouvia de demônios - olhos vermelhos, chifres, asas... - que chegava a dar medo, mais pelo medo de quem lhe contara, porque ele mesmo mal conhecia a história. Contando com ele próprio, havia 11 pessoas já ali.

Depois de uns 20 minutos esperando, um garoto de uns 15 anos, com roupas leves e uma espada nas costas veio correndo e fez a porta se abrir. Como não tinha ninguém guardando a porta, todos entraram logo.

Na escadaria estavam cinco pessoas com as mesmas roupas dos empregados no outro dia. Provavelmente seriam nossos chefes ou algo do tipo. Com um pouco mais de observação, percebia-se que o do meio parecia o líder, com expressão amigável, e os dois empregados que estavam lá no outro dia, inclusive o perguntador grandão, mal-humorado como sempre, estavam de novo. Além deles, havia um anão, com uma barba branca e um machadão, e uma mulher-felina, "longe" do que acontecia ali. Então o suposto líder começou a falar:
- Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! – aparentemente bem humorado, ou bem mais bem humorado que seus companheiros pelo menos. – É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa... – Ele levanta a mão, mostrando três dedos, descendo um a cada regra que falava. – Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês.
- Ufa! - pensou na mesma hora. Estava realmente aliviado, não podia se imaginar naquela roupa... -
Regra número dois, sair de dentro desta mansão é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?
Blaze não se incomodava com mais nada ali, estava totalmente de acordo, mas deteve-se a acenar um "sim", devido a seu nervosismo. O tal funcionário ficou em silêncio por um pouco, mas chamou a atenção do grupo e voltou a falar:
- Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão.
- Blaze só continuava escutando, olhando fixamente para ele, e o entrevistador ranzinza olhava para ele com uma expressão do tipo ‘que merda você está fazendo’, a moça meio felina parava um instante de lamber a própria pata, quer dizer, sua mão, e começava a prestar alguma atenção ao que ele dizia.
Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.
- Como só queria o trabalho mesmo, o macaco se limitou a acenar novamente.

Após dar alguns momentos de silêncio e tensão, o homem começava a parecer novamente amigável e tranquilo, e pede para fazer um sorteio para escolher os grupos da vigilância. Blaze acabou ficando no segundo andar com Alkabare e Lucinda, e com o gato rosa e o homem que parecia gostar bastante de azul. "Vamos ver no que vai dar, então..." - pensou no fim, subindo até o segundo andar junto com os outros, ansioso que o trabalho começasse logo.


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Mensagem por Keiko Akita em Ter 2 Out 2012 - 18:03

A hora havia chegado, me preparei como deveria, e fui caminhando até a mansão, ja era noite e as ruas estavam mais calmas e vazias, apenas alguns poucos ainda andavam por ai, a caminhada até a mansao fora tranquila, na entrada notei que havia bastante gente, provavelmente todos contratados para o mesmo fim que eu. Entrando na mansao haviam 5 pessoas nos esperando, pareciam ser os serviçais da mansao, porem o cara com quem eu fizera a entrevista estava ali tambem, tudo indicava que aquele era o uniforme padrao de qualquer um que trabalhasse ali, sejam guardas ou seguranças.

"Espero nao ter que usar um daqueles." Pensei agora observando a mulher gata que parecia estar... Se lambendo! Que droga, como odeio essas raças exoticas.

- Bem vindos, meus caros! Espero que todos estejam ansiosos para começarem a trabalhar em seus mais novos ‘empregos temporários’ como seguranças! – falava o mordomo ao centro, aparentemente bem humorado, ou bem mais bem humorado que seus companheiros pelo menos. – É um prazer receber vocês como reforços para nos ajudar a proteger a esmeralda desta ameaça de roubo! Em primeiro lugar, vou deixar bem claras as regras desta casa... – Ele levantava a mão, mostrando três dedos, descendo um a cada regra que falava. – Regra número um, o uso do uniforme de mordomo não é necessariamente obrigatório para vocês. Regra número dois, sair de dentro desta mansão, é definitivamente proibido, o lado externo está coberto por alarmes, e não queremos que eles toquem agora que estão ativados por conta de algum engraçadinho querendo passear no jardim. E regra número três, a sala cuja porta podem ver que está com correntes é estritamente proibida, é proibido até falarem ou perguntarem sobre ela. Estamos entendidos?

"Ufa, não terei que usar aquele uniforme ridículo."

- Entendido.

"Ali provavelmente esta a tal esmeralda, posso apostar tudo que tenho nisso, mas não importa, meu trabalho é protege-la, não saber onde ela esta."

- Outra coisa que espero que todos saibam, é que vocês não estão aqui nesta mansão apenas para darem segurança extra, como pelo fato de serem talvez em si o próprio ladrão. – O entrevistador ranzinza olhava para ele com uma expressão do tipo ‘que merda você está fazendo’, a moça meio felina parava um instante de lamber a própria pata, quer dizer, sua mão, e começava a prestar alguma atenção ao que ele dizia. – Basicamente, sabemos que lidamos com um ladrão que possivelmente tem bastante experiência, se infiltrar na mansão sendo um dos guardas extras seria perfeito para ele. Portanto, vocês devem saber que estarão em constante vigilância enquanto estiverem trabalhando neste lugar, espero que todos estejam de acordo, ao contrário, espero que se retirem.

Ja imaginava isso, com certeza o ladrão já sabia disso tudo, afinal haviam cartazes espalhados pela cidade, era até bem obvio que ele pudesse tentar se infiltrar entre os contratados para tentar roubar a mansão.."

- Gostaria que todos vocês retirassem uma bola com um número desta caixa, para podermos decidir em qual grupo ficarão... – ele falava, parecendo novamente bem amigável e tranqüilo.

- Por favor, se reúnam com os que obtiveram os mesmos resultados, aqueles que pegaram 1 e 2 irão para o Segundo andar, junto com Alkabare e Lucinda. - Ele apontava para a sua direita. - Os com 3 ou 4, irão para o Primeiro Andar juntamente com Augusto e Laura. - Agora ele fazia um sinal para o seu lado esquerdo. - Aqueles que obtiveram 5 ou 6 ficarão no Térreo comigo, me chamo Iurick.

"4! Primeiro andar com... O anão, a mulher gata e mais algum aleatorio, que droga, nao tinha um grupo pior pra mim?"

- Tirei 4 senhor. - Falei apenas para manter avisado que iria para o primeiro andar com o anão e a mulher gato, nem me importei em saber quem era o aleatório que iria comigo, já não estava contente logo de inicio.

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Mensagem por Alessia Adamanto em Sab 13 Out 2012 - 16:43

A medida que o sorteio ia transcorrendo, naturalmente os diversos contratados acabavam se amontoando com os demais que haviam adquirido resultados similares. Kenichi, Nekuro, e Dober se reuniam por conta dos resultados em seus testes, juntamente com o estranho sujeito coberto em trapos, que se aproximava destes um pouco retraído, não parecia ser do tipo com muita habilidade de socialização. No meio da sala restavam Keiko e outros três que obtiveram resultados para o primeiro andar, aparentemente haviam sido ela, uma criatura enorme com aparência draconiana que era Drinaar, os dois sujeitos com aparência de Orcs, e o elfo clichê. E por último, mas não menos importante, Raiza, Janaína e seu noivo, e também o garoto atrasado e a jovem de armadura acabavam ficando com Iurick no térreo.

Os mordomos pareciam observar enquanto as pessoas naturalmente se agrupavam, Iurick se virou e começou a falar com os mordomos em voz baixa, de modo que os recrutas não o pudessem escutar. Depois de trocar algumas palavras com eles, Iurick se moveu devagar escada a baixa, até onde os guarda-costas novatos estavam. Ele primeiramente foi até o grupo de Alkabare, se aproximando do jovem Nekuro, fazendo um rápido movimento com as mãos, fazendo um uniforme de mordomo surgir do nada em suas mãos, entregando-o para o youkai felino.

- Creio que perceberá que este foi feito sob medida para você, meu jovem. Quisera eu que alguns dos nossos demonstrassem estes tipo de entusiasmo - Ele falava bem humorado como sempre, lançando um olhar para Alkabare, que o olhava como se quisesse arrancar o braço de Iurick. Em seguida este ia até onde estava o grupo daqueles que haviam permanecido no térreo. - Por favor, sigam-me até o cômodo onde transcorreram suas entrevistas, tenho que conversar algo com vocês antes de iniciarmos, quanto a como iremos agir ‘neste’ grupo. Também poderemos discutir sobre a sua idéia lá, senhorita ou senhor, seja lá quem estiver aí... – acrescentava ele, olhando para Janaína meio confuso.

Enquanto Iurick seguia até a porta do quarto onde ocorreram as entrevistas no dia anterior e a abria para que os membros do seu grupo entrassem, Alkabare se aproximava daqueles com resultados para irem ao segundo andar com ele e deu um leve rosnado que não parecia denotar muito contentamento.

- Sigam-me. - ele falava, sendo bem direto. Ele subiu a escada e deu uma batida na parede atrás do ponto onde a escadaria principal se dividia em duas para o segundo andar.

A parede ali se deslocava, parecendo dar acesso a uma escadaria secreta, com degraus de pedra, as paredes laterais de madeira com pequeninas esferas brilhantes, que iluminavam o caminho por esta. Alkabare seguia a frente dos demais pela escadaria oculta, enquanto Lucinda simplesmente aguardava próxima a passagem para esta, aparentemente para seguir pela retaguarda do grupo após todos já terem entrado.

O anão e a jovem de traços felinos iam por último até o grupo que havia sido entregue para ambos. Augusto parecia bem humorado, aparentemente sua personalidade deveria diferir bastante da de Alkabare, que podia ser qualquer coisa, menos bem humorado.

- Olá, olá, jovenzinhos... e jovenzinha, claro. Espero que estejam animados para podermos começar nosso trabalho. Estou louco por um pouco de ação, este trabalho é bem monótono para um caçador de dragões como já fui no passado, sabem? – Ele falava, dando uma risada para eles. – Bem, bem, acho melhor nós separarmos, certo Laura?

Ele falava agora se virando para sua companheira de trabalho com traços felinos. Ela apenas se restringia a concordar com a cabeça, não parecendo estar realmente muito preocupada com qualquer coisa no momento. Augusto simplesmente se voltava para o grupo novamente dando de ombros, e então voltava a falar aparentemente agora mais sério.

- Muito bem, creio que vocês dois grandões aí e o elfo, podem vir comigo – Ele falava, apontando para os dois orcs e para o elfo, um de cada vez. – Vamos ir pela esquerda do segundo andar... Laura pode levar os outros dois pelo lado direito.

Ele então seguia pelo lado esquerdo da escadaria, enquanto Laura ficava para trás com Keiko e Drinaar. Depois de mais alguns instantes lambendo a pata (ela parecia se importar muito com a própria higiene) ela simplesmente seguia pelo lado direito da escadaria, sendo seguida por Keiko e Drinaar.

> GRUPO DO TÈRREO <

Depois de todos adentrarem dentro da sala, podiam ver muito bem que tudo permanecia mais ou menos como no dia anterior, tirando o boneco que havia sido removido do local. Iurick então entrava, fechando a porta atrás de si.

- Então, finalmente vocês estão totalmente a minha mercê? – Ele falava, com uma voz tenebrosa, dando uma risada macabra logo em seguida, mas voltando logo em seguida ao tom de voz normal. – Bem, agora, vamos aos pontos básicos... eu não desconfio de qualquer um de vocês sendo o ladrão... eu vi suas fichas, e os conheci pessoalmente agora, e tenho certeza que todos são boas pessoas. Então não vejo porque nós mantermos presos uns aos outros, quanto sem dúvida nós separarmos seria mais eficaz... neste caso...

Ele enviava sua mão por dentro do terno de mordomo, e retirava algo que parecia uma bola felpuda negra, mais ou menos do tamanho de uma bola de beisebol, de dentro da roupa. Ele atirava esta para cima, e esta rapidamente se abria, por assim dizer, deixando a mostra duas pequenas asas de morcego, um grande olho avermelhado, um pequeno chifre similar a o de um unicórnio no topo dele, e uma calda comprida e extremamente fina. Ele olhava para o grupo, e em seguida estourava... se separando em dois, ambos em seguida indo se esconder atrás de Iurick.

- Estes são dois golens, eles estão conectados diretamente um ao outro e a mim, assim posso ficar de olho em vocês sem ter que ficar seguindo-os por toda parte. Acho que a melhor escolha é a jovem de armadura e o mocinho atrasado ficarem em um grupo, enquanto a noiva fantasma e a jovem moça de grande beleza podem ficar juntas em outra dupla. – Ele fala, bem animado com o próprio plano. – Mas antes... senhor, senhora, seja lá quem estiver no comando agora, você falou que tinha uma idéia que gostaria de compartilhar comigo.

Ele se virava para Janaína, aparentemente desconhecendo o conceito de conversa particular.

> GRUPO DO SEGUNDO ANDAR <

Finalmente o grupo chegava ao topo da escadaria oculta para o segundo andar da casa, eles saiam por uma espécie de buraco quadrado no chão do andar, e eles logo se viam no meio de um lugar sem dúvida bem surreal. A frente destes estava uma parede de vidro, e para todos os lados havia plantas, havendo deste plantas comuns a plantas exóticas. O chão era composto por placas de granito hexagonais negras, e os canteiros davam um ar como se estivessem em um tipo de parque ao ar livre, havendo até mesmo alguns bancos de madeira agora que prestavam atenção.

O ambiente era bem úmido, abafado e relativamente quente, aparentemente o segundo andar da casa por alguma razão estranha havia sido transformada em algum tipo de estufa pelo proprietário.

- Bem, como de costume acho melhor já irmos nós preparando para nossa vigília. – Falava Alkabare, novamente com seu modo de ser bem direto. – Vejamos, você aí e você – ele apontava para Kenichi e Dober, respectivamente. – Vem comigo, os outros dois vão com Lucinda. Tudo bem?

Ele falava com a jovem do seu lado. Ela parecia suspirar, não muito feliz por ter que trabalhar em grupo e pela primeira vez falava algo, removendo a leve suspeita de alguns de que era muda.

- Para mim está tudo bem. – ela falava aparentemente tão direta quanto Alkabare.

Lucinda seguia pela direita, enquanto Alkabare seguia pela esquerda, deixando-se seguir pelos membros de seus respectivos grupos. Eles verificavam entremeio as plantas do local, e verificavam embaixo dos bancos, não parecia haver nenhum intruso no recinto, mesmo que uma ou duas plantas parecessem bem ‘agressivas’ com os guardas. Depois de várias horas fazendo batidas regulares em seus lados, e descansando um pouco entre elas, os dois grupos acabaram parando bem na frente do andar, as janelas de vidro dando visão da rua em frente da mansão.

- Ficar passeando por aí até dar meia noite apenas me deixa irritado, sabia? – Falava Alkabare, para Lucinda, bem humorado como sempre.

Os demais nos grupos não pareciam prestar atenção a rua em frente, com exceção de Kenichi e Nekuro, que viam algo no mínimo intrigante.

> GRUPO DO PRIMEIRO ANDAR<

- Bem, aqui estamos... – Laura falava enquanto eles olhavam para o primeiro andar da mansão.

Eles estavam de frente para um corredor bem longo, havia três portas ao longo da parede ao lado esquerdo dos mesmos, e no final do corredor havia uma esquina para a esquerda, com uma janela bem de frente para a escadaria. Já do lado direito deles havia uma parede de madeira com apenas uma única porta na ponta desta, de frente para a esquina do corredor.

- Muito bem, do lado direito temos a biblioteca particular do conde, do lado esquerdo temos os quartos de convidados... vamos apenas dar uma batida neles, ok? Depois vamos ficar na biblioteca, Augusto vai vigiar a parte detrás deste andar... – ela falava com eles, dando um grande bocejo logo em seguida.

Ela abria a porta e o grupo adentrava na biblioteca, aparentemente vazia, havia centenas de livros lá dentro, e uma enorme janela que dava para o lado da frente da mansão, a biblioteca parecia ir até o outro lado do segundo andar, aparentemente ligando o lado esquerdo e direito do segundo andar, havia três poltronas, arrumadas em círculo ao redor de uma mesa redonda com um abajur em cima e que ficava sobre uma versão pequena do tapete de pavão que havia no térreo. Não parecia haver ninguém ou qualquer coisa ali, além dos livros, então eles logo saiam depois de olharem em alguns pontos e começaram a olhar nos quartos. Eles pareciam intermináveis, no mínimo 12 quartos apenas daquele lado do segundo andar. Depois eles retornaram para a biblioteca. Eles iam ficar vigiando de lá enquanto Laura se aconchegava em uma poltrona e tirava uma soneca.

> ENQUANTO ISSO, EM UM TELHADO<

Um sujeito vestindo uma roupa similar a de um médico, completamente branca, e com uma máscara contra gás, agora se encontrava ajustando o enorme canhão, enquanto uma grande bola de ferro oca, aberta pela metade, jazia abandonada sobre o chão. Então adentra em cena um jovem, com longos cabelos negros lisos, pele pálida, e uma roupa que fazia este parecer que estava indo para uma festa a fantasia como o conde Drácula. Ela apenas olhava para o sujeito e falava, em um tom de voz com leve sotaque ao estilo da Transilvânia.

- Então, está tudo certo, professor?

- Está quase totalmente ajustado, mas ainda falta mais de duas horas... a senhora não vai deixar para a hora marcada? – ele respondia a ela, a voz soando meio rouca por conta da mascara, provavelmente.

- Não, eu disse que roubaria a esmeralda a meia noite, não que iniciaria o assalto neste horário... duvido que eu alcance o cofre tão rapidamente. – Ele falava enquanto olhava para a bola de canhão aberta no chão.

- Então, torçamos para que tudo saia como Sófocles planejou, certo? – ele falava para ele, dando uma leve risadinha, como se pensasse que havia contado uma piada. – Pronto, agora está completo, se quiser se colocar na posição, creio que os outros estão prontos para o passo dois do nosso grupo, certo?

Ele se limitou a acenar com a cabeça, em seguida virou um monte de fumaça e adentrou na bola de canhão, que foi fechada pelo outro homem. Ele então colocou está dentro do canhão e preparou o disparo contra seu alvo. Com um grito de fogo, a bola de canhão saia voando rumo seu alvo, a mansão onde nossos protagonistas se encontravam. Ela explodia contra o segundo andar, bem na fronte da biblioteca, para surpresa de todos.

> GRUPO DO PRIMEIRO ANDAR, BIBLIOTECA <

Eles ficavam ali naquele lugar por um bom tempo, antes de um forte estrondo e uma grande explosão atingir a sala, abrindo um buraco na parede. No chão agora havia uma bola de metal vedada, que havia entrado direto para dentro. A bola então começou a vibrar, e em um segundo, um monte de fumaça começou a vazar por esta. No instante seguinte, Keiko e Drinaar agora se viam diante de um dublê estranho, e provavelmente nem um pouco amistoso, do Conde Drácula.

- Vejam, novas presas para o grande Conde Vlaudmir Craus. – ele falava, com um sotaque da Transilvânia bem carregado.

> ENQUANTO ISSO, NO MEIO DA RUA <

Dois sujeitos iam até o outro lado da rua, bem de frente para o portão da mansão. Um parecia um mendigo, sujo de fuligem, cabelos curtos negros, pele morena, olhos azuis, e uma cartola amarrotada com um tipo de catavento amarrado do lado dela, usando roupas velhas e meio rasgadas, e com um dos pés descalços. Ao lado deste um pequeno cão, segurando na boca um tapete azul estranho enrolado.

- Está na hora, meu caro Chapolim. – ele falava tirando o tapete da boca do cão e estendendo no chão.

O tapete era totalmente azul, mas possuía o desenho de um pentagrama dentro de um círculo dentro deste, que parecia ter sido feito com giz branco. O sujeito pegava alguma coisa no bolso de sua camisa surrada e jogava um pouco de pó negro dentro do pentagrama, então ia até o cão e vasculhava seus pêlos, arrancando o que parecia ser um carrapato dele, e o matava. Depois colocava o inseto morto junto com a poeira e começava a falar algumas palavras estranhas.

No instante seguinte, uma pulga gigante, do tamanho de um pônei, surgia na frente do jovem homem, que depois calmamente guardava o tapete, agarrava o cão, e subia na pulga, que saltava, indo bater de cara contra o vidro do terceiro andar. O vidro não cedia, mas então o mendigo colocava uma mão neste, e este estourava com um estrondo a pulga caia do lado de fora, aparentemente virando um monte de cinzas, mas esta já havia cumprido sua parte na primeira parte do plano de invasão.

> GRUPO DO SEGUNDO ANDAR, ESTUFA <

Kenichi e Nekuro eram os únicos que viam o estranho sujeito do outro lado da rua de frente para a mansão. Eles viam este fazer cada passo de seu ritual até o ponto onde este invocava a pulga gigante, o que quase fazia Nekuro dar um salto, afinal uma pulga daquele tamanho sem dúvida era algo bem perigoso para ele. Eles o viam saltar contra o vidro, e adentrar no andar com grande facilidade, agora se voltando para os demais no grupo.

- Ooooolá, acho que vocês não seriam apenas os jardineiros, certo? – ele falava tentando bancar o piadista.

OFF:
Fiquem a vontade para interpretar como seus persoangens agiram durante as rondas... o térreo eu irei andar com um tempo mais lento, então ainda não notaram o que tá rolando.

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Mensagem por arcanoelemental em Seg 15 Out 2012 - 10:09

Janaína pega o celular e começa a digitar!

Devido à eu ser um fantasma posso possuir qualquer objeto, a minha ideia era possuir um objeto considerado importante, porém falso e ser posto numa sala com muitos seguranças na porta com cadeados e dentro dela mais seguranças, o que daria a entender que tem algo muito importante dentro dessa sala! Uma armadilha para eles!

Mostra para o Iurick ler e logo após ele ler, desliga o celular

O que o senhor acha disto?

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Mensagem por Rubi Make em Seg 15 Out 2012 - 12:19

Finalmente o trabalho estava começando, após o encaminhamento de cada grupo para seu setor, o meu vai até a sala que foram feitas as audições.

Olhei atentamente ao grupo, o espirito, o garoto e a jovem de armadura e fiquei pensativo com a proposta do Homem, porque ele quer ser parar o grupo, se estamos em uma sala?

-Me desculpe, mas se você realmente leu, deve ter percebido que colocar 2 pessoas de ataques a média distancia, não vai dar muito certo. Eu prefiro ficar com a garota de armadura.

Falava enquanto analisava a jovem de amadura.
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Mensagem por Kenichi Koji em Sab 20 Out 2012 - 9:37

Vou ser um pouco direto, estou no trabalho

Kenichi zanzava pelo segundo andar com seu grupo, após umonte de nada que acontecia no local.
Em seguida os dois que faziam parte da casa pareciam parar pra conversar enquanto isso koji e o outro garoto com ele, parecia ver algo estranho e tentava fitar a uma distância que lhe desse tempo de reagir.

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Mensagem por DoBer em Dom 21 Out 2012 - 16:35

Blaze subiu com o homem que gostava de azul, o felino e o coberto em faixas, com os mordomos. Alkabare estava sendo bem direto, como sempre, e ele fez surgir a escada para o segundo andar e foi na frente, e a Lucinda atrás.

Quando chegamos, o lugar era estranho, parecia uma estufa de plantas, mas como era grande parecia também um parque ao ar livre, havendo até bancos de madeira ali. O ambiente era meio agradável, mas era bem úmido, o que tornava um pouco irritante ficar ali.

Ainda direto, Alkabare nos separa em dois grupos, e o Blaze e o homem do azul ficam com ele. "Droga... Mas se bem que a mulher é tão fechada quanto ele..." - o macaco pensa, um pouco indignado, e simplesmente vai andando, sem falar nada.

Depois de fazer várias buscas no lugar com o grupo, os dois grupos acabaram parando bem na frente do andar, as janelas de vidro dando visão da rua em frente da mansão, e Alkabare continuava reclamando.

Um tempo depois, o homem felino começa a falar, bem preocupado:
- Ooooolá, acho que vocês não seriam apenas os jardineiros, certo?
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Mensagem por Keiko Akita em Seg 22 Out 2012 - 0:48

- Conde... O que? - Minha voz saiu um pouco mais aguda do que o costume, estava sentada no chão devido ao susto e a explosão da entrada daquele... Ser estranho, um vampiro? Que seja, farei ele em pedaços se for preciso, não deixarei que que roube nada enquanto estiver presente, me coloquei de pé já me preparando para empunhar minha espada.

- Seja la quem for você conde-sopa de letrinhas, não fará nada enquanto eu estiver aqui. - Com um rápido movimento corri para cima dele com a mão esquerda preparada para puxar Sword of Valor, assim que chegasse a uma distancia considerável eu puxaria a espada e com o movimento, faria um corte horizontal no vampiro e logo em seguida faria o mesmo com minha espada comum com a mão direita, um ataque duplo, para pega-lo de surpresa e também causar o máximo de dano possível.

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Mensagem por tabuleiromistico em Ter 23 Out 2012 - 19:37

Drinaar levou um susto com a entrada daquele sujeito, mas devido ao seu peso continua em pé. Drinaar olha para o sujeito com umas presas diferentes e vai em direção a ele com o objetivo e imobilizá-lo!

- Marca da Espiritualidade nunca é almoço de ninguém, mas alguém sempre é almoço de Marca da Espiritualidade ! Isu kagienus(Você é minha refeição)

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Mensagem por Nekuro em Qua 31 Out 2012 - 0:59

Antes de ocorrer a separação, Iurick veio para perto de Nekuro e fez um terno de mordomo surgir em pleno ar. É claro que os olhos do youkai brilharam como o sol diante da demonstração de...Materialização de objetos? Só a prática já teria sido o suficiente para tal. Normalmente Yuu tem a capacidade de formar objetos imaginários, mas não de fazê-los ter aparência, e só nessa diferença o gato já demonstrava um interesse descomunal. Bom, de qualquer modo, ali estava ele com os trajes, mas sem chance de trocar para eles ainda.

Creio que perceberá que este foi feito sob medida para você, meu jovem. Quisera eu que alguns dos nossos demonstrassem estes tipo de entusiasmo.

O humor daquele individuo era fascinante, só provavelmente não superava o do próprio Yuu.

-Heeeh. Não sei como não acham algo assim legal, faz tempo...Ou será que nunca vesti algo assim? Meh, tanto faz se nunca vesti ou se faz tempo que eu vesti algo assim, algo assim aumenta minha classe em numeros absurdos-Tsun. Tee Hee~

Agora que havia tido seu interesse satisfeito, ele prestava atenção em seus parceiros de andar, fora os mordomos originais. Um cara de cabelo azul sem nenhuma característica que chamava muita atenção nos padrões de Yuu...Já o outro...Era um macaco! Um macaco falante e diferente! Mesmo que tivesse feito uma rápida observação antes de entrarem na mansão, agora era hora de ver os detalhes. Ele está em chamas? Ok, é melhor focar na missão antes que qualquer maior invasão de privacidade ou espaço pessoal acabem causando problemas queimantes...

O "Mafia" chegava perto do grupo do segundo andar e soltava um rosnado que demonstrava sua infelicidade com a situação. Em resposta, o gato soltava um pequeno sorriso que parecia demonstrar sua certeza em chamá-lo de Mafia Style...Só que se ele fizesse parte de uma, ele seria o chefe de segurança mal-encarado do chefe.


-Sigam-me

...Direto demais e provavelmente sem graça. A outra garota tinha cara de não ter emoção nenhuma...E os outros dois...Desconhecidos, o enfaixado era anti-social...Será que esse seria um grupo sério demais e entediante?! NOOOOO! Isso começou mal...E ao realizar isso, a face do youkai era dominado por uma expressão de desânimo.

Alkabare ia e ativava alguma coisa que abriu uma escada secreta. Agora sim, pelo mais tedioso que o grupo parecia, coisas interessantes podiam acontecer. Com isso o brilho voltou aos olhos do youkai, que agora seguia o homem que havia ido primeiro. Lucinda ficava para trás para seguir na retaguarda.

Onde saíram? Primeiro, saíram por um buraco quadrado no chão, segundo...Aquilo era uma estufa? Parede de vidro, plantas normais e exóticas para todos os lados...Fora os...Bancos de madeira? Aquilo era um parque? E ali estava mais uma prova do poder monetário de um ser rico. O ambiente era um tanto abafado, mas com toda aquele espaço...


-Um minutinho-Tsun~

O youkai olhava de um lado para o outro até achar um ótimo local no qual poderia estar fora do campo de visão de seres pervertidos para, segundos depois de entrar, sair vestido com seu novo traje.

Spoiler:
Algo mais ou menos assim (Ignorar os outros três personagem que eu tive preguiça de editar para tirar)

-Aha! Agora sim estou estiloso-Tsun, Hohohoho!

E onde haviam ido parar suas roupas tradicionais? Uma boa pergunta que talvez um dia possa ser respondida por um grande sábio. A única coisa que ainda estava com ele era o enorme cachecol felpudo.

-Bem, como de costume acho melhor já irmos nós preparando para nossa vigília. Vejamos, você aí e você -Se referindo ao macaco e o cara do cabelo azul- Vem comigo, os outros dois vão com Lucinda. Tudo bem?

-Ya! Entendido-Tsun.

Ao menos ia acabar em um grupo junto com um dos indíviduos interessantes. O cara enfaixado realmente deveria fazer algo bem legal. Não levava muita fé na capacidade da mulher de fazer algo interessante, mas só o fato de estar sendo acompanhado por uma bela dama já era o suficiente, mas ela claramente não estava feliz pela situação...Ele acabou no grupo anti-social? Todo mundo odeio interação com qualquer outra coisa capaz responder? Yuu queria outra chance no sorteio...Mas desta situação saiu algo inédito! Ela fala!

-Para mim está tudo bem.

O gato age com espanto, em uma expressão de choque por essa ação inesperada. Já havia feito tantas provocação para tantas pessoas que agora respondia assim naturalmente...Pena que ele ainda não tenha notado isso.

De qualquer modo, ela seguia pela direito enquanto o "Mafia" ia pelo outro lado. Ele seguia Lucinda junto com o Sr. Múmia. Ela verificava desde as plantas até embaixo dos bancos...Esse cara ou é muito bom mesmo ou ele tem um jeito peculiar de se esconder, caso achem ele debaixo de um dos bancos. Algumas plantas claramente não gostavam da patrulha...Mas era hora de manter seus ouvidos atentos e esquecer os mínimos detalhes...Porém sabemos que isso é impossível para este gato.

Depois de andar muito e descansar um tanto entre diversas patrulhadas, os dois grupos acabam se encontrando onde as paredes de vidro davam para a rua logo a frente da mansão.


- Ficar passeando por aí até dar meia noite apenas me deixa irritado, sabia?

Era mais fácil perguntar o que não o deixava irritado...Porém naquele momento acontecia algo naquela rua do lado de fora. Tinha um sujeito parado na frente do portão...Ele fazia algum ritual estranho que deu...Em...O QUE DIABOS ERA AQUILO?! Uma p-pulga?! ...Aquele tamanho de pulga poderia causar estragos, o único ponto positivo era que podia socar ela. Depois de ver ela quase abrindo caminho até a estufa, ao menos fica aliviado que ela ficou para trás, deixando um mendigo de aparência duvidosa para trás após este quebrar o vidro...

Ooooolá, acho que vocês não seriam apenas os jardineiros, certo?

-É claro que não, eu sou o responsável pelo extermínio de pragas, e no momento temos temos duas que acabaram de invadir esse lindo jardim-Tsun~

...Dizia Yuu com um tom cômico e animado...

-Então para facilitar o meu trabalho eu adoraria que você e seu amado cach...Cach...Cacho...Ca...CRIATURA INFERNAL DO MAIS PROFUNDO ABISMO DÊMONIACO-TSUN!

E do nada o pânico tomou conta do pobre meow. Aquele ser abissal que o mendigo carregava era uma afronta contra seu espaço pessoal, o círculo pessoal exterior, o círculo pessoal de amizades e o círculo de percepção do gato. O pânico se misturava com raiva e pressa...

-Se afaste! Shoo! Shoo!!! Se for se aproximar de mim deixe seu demônio de estimação no canto mais obscuro da sala, o local onde ele originalmente deveria estar! SHOO!!! Ou se quiser pode pular para fora junto com ele-Tsun!

Yuu estava em uma posição defensiva, mas estava pronto para atacar...Enquanto aquele ser canideo do inferno estivesse fora de seu espaço pessoal.
Nekuro
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O Senhor dos Ladrões Empty Re: O Senhor dos Ladrões

Mensagem por DoBer em Seg 12 Nov 2012 - 16:17

e a juliet? morreu?
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O Senhor dos Ladrões Empty Re: O Senhor dos Ladrões

Mensagem por DoBer em Sab 1 Dez 2012 - 17:51

de fato. Crying or Very sad
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