[Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

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Mensagem por Alessia Adamanto em Ter 18 Set 2012 - 20:33

Era fim de tarde, no centro da cidade de Vale dos Ventos, quanto de repente, do telhado de diversas casas ao redor do centro comercial e na praça central da cidade, várias crianças maltrapilhas começavam a jogar para o alto papéis, cartazes com a imagem de uma grande pedra de uma coloração verde brilhante, e com uma mensagem em letras rebuscadas e douradas onde se podia ler o seguinte:

“Eu, o grande Sofócles, o maior ladrão deste mundo e da mui gran e nobre Carnevale di Oro, estou declarando abertamente que irei roubar ainda na noite da próxima terça-feira, daqui a exatamente três dias, a esmeralda de Freya, a maior esmeralda já encontrada neste mundo. Eu a roubarei a meia-noite em ponto, da casa do duque Julius Mensarius.”

Em pouco tempo as pessoas ao redor das ruas estavam discutindo a voz alta sobre os estranhos papéis que estavam caindo do céu, aquilo era não apenas algo bem ousado, mas realmente incomum, e aparentemente ninguém nunca ouvirá falar do grande Sofócles, seja lá quem fosse, mas algumas já ouviram falar da tal Carnevale di Oro, e parecia acreditarem ser um grupo de ladrões bem famoso. Os guardas da cidade pegavam um ou outro dos moleques de ruas que haviam lançado os cartazes, mas estes apenas falavam que um sujeito com uma máscara de teatro sorridente esbranquiçada lhes havia pago para espalharem os cartazes, e aparentemente nenhum deles mal sabia como ler. Aquilo era realmente uma provocação, e disseram que o conde, um sujeito aparentemente prepotente com um grande bigode que vivia da fortuna de pedras preciosas que seu avô havia obtido nas minas das montanhas de Freya, e com a qual comprou o título que ostentava. No dia seguinte ao do aviso, vários cartazes surgiram ao redor da cidade, com uma mensagem em letras grandes e pretas:

“Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.”


Aqueles que apresentavam-se a mansão do tal conde, encontravam uma grande fila diante da propriedade ampla, a casa era cercada por uma cerca de grades de ferro de aproxidamente dois metros e meio de altura, com pontas triangulares pontiagudas nas pontas, entre as grades e o portão havia um pilar de pedra de cada lado com cerca de três metros de altura, com uma gárgula no topo de cada. Os portões pareciam serem feitos de prata, eram quadrados e com mais ou menos dois metros e um tanto de altura, eles possuiam uma imagem em alto relevo de um jardim florido e um anjo de cada lado sentados em pedras, o da direita tocando uma harpa e o da esquerda tocando uma flauta de pã, ambos olhando para o lado do anjo oposto, só que mais para cima, encarando a imagem cortada pelo meio do sol que havia no meio dos dois lados do grande portão, sendo cortado ao meio toda vez que este abria, para o lado interno. Um a um os candidatos entravam, e eram guiados por uma jovem, vestida como se fosse um tipo de mordomo, com cabelos longos vermelhos presos em um rabo de cavalo, olhos verdes, e traços asiáticos, a qual educadamente pediria para que a seguissem e levaria até a grande mansão.

Para irem até a casa, eles tinham que passar pela alameda, feita de cascalho e alardeada de ambos os lados por um meio fio de cerca de dez centímetros de altura branco, sendo que o jardim era coberto por flores dos mais diversos tipos, realmente algo bonito e colorido. A alameda seguia por mais ou menos 3 metros, e se dividia em duas, formando um círculo ao redor de uma fonte comum, em cuja água pareciam crescer pequenas vitórias régias floridas, a frente da qual estava a mansão em si.

Era uma casa realmente grande, com três andares, para chegar a porta de entrada era necessário subir uma escada com oito degraus, na base desta havia outros dois pilares redondos, de granito, com uma esfera no topo de cada, que se ligavam ao restante do corrimão, também feito de granito, com cerca de meio metro de altura. Os portões eram grandes e feitos de madeira de coloração avermelhada, com maçanetas douradas, a funcionária abriria a porta, com uma chave de prata que tirava de um bolso de sua calça, e a pessoa se via diante de um grande salão de entrada, com uma escada que levava para cima e depois se dividia em uma escada para a direita e outra para a esquerda, a sala possuia um grande castiçal no centro, e um tapete felpudo vermelho com a imagem de um pavão com a cauda colorida mantida fechada neste. Sob a escada de cada lado, havia portas de madeira branca, do lado direito da sala havia uma porta dupla de madeira negra, com uma corrente prendendo suas maçanetas, com três cadeados nesta. Porém a funcionária os levaria para a esquerda, onde se encontrava duas portas de vidro azul e madeira branca, com maçanetas prateadas, uma mais próxima da porta externa e outra mais para o fundo da sala, provavelmente dando acesso a salas diferentes, mesmo sendo feitas de vidro não se podia ver através dele. A jovem abria a porta e depois se retirava do local, indo aparentemente de volta para o portão.

Ao adentrar na sala, a pessoa se veria em uma sala com três janelas de vidro retângulares e grandes, transparentes, e que davam para o lado da entrada permitindo a luz do lado de fora adentrar no comodo, e do lado oposto uma lareira com grade de ferro com cerca de um metro e meio de comprimento, dois metros de altura, e meio metro de largura a separando da parede, parecendo que havia sido feita com uma única grande pedra negra que havia sido moldada ali mesmo. No canto direito da sala, encontrava-se uma espécie de boneco de joão-bobo, similar a um palhaço, que permanecia balançando o tempo todo. As paredes eram cobertas por papel de parede vermelho vivo, e no centro dela havia uma mesa, que era praticamente a única coisa na sala, com cerca de 5 metros de comprimento e um metro de largura, com três cadeiras do lado direito, quatro do esquerdo e uma cadeira em cada cabeceira, a mesa e as cadeiras eram feitas de madeira de cor avermelhada, com adornos dourados, com um certo toque vitoriano, as cadeiras com almofadas azuis claras nos assentos. Do lado oposto da mesa em relação a porta, sentava-se a cabeceira um homem alto, de mais de dois metros, meio musculoso, cuja metade do rosto paracia estar coberco com faixas, ele tinha cabelos negros combridos, e cicatrizes até nas partes encobertas do rosto, com um único olho a amostra, azul brilhante e penetrante, usando a mesma roupa de mordomo da garota na porta. Do lado deste, a direita do recém-chegado, estava um homem loiro, com um fiapo de cabelo loiro no topo da testa, e um bigode fino e loiro, ele parecia estar suando um pouco, e usava um terno vermelho, com uma gravata borboleta verde, e calças azuis. O sujeito grande e levemente assustador apontava o recém-chegado e em seguida para a cadeira, aparentemente dizendo para estes se sentar.

- Prazer em lhe ver... hmmm... qual seu nome? - ele falava, sem aparentar realmente se importar, pegando uma caneta tinteiro preta que rapidamente carregava em um tinteiro, e uma prancheta na qual começava a escrever. - Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância? Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor? Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta? Você é uma pessoa gananciosa? Qual seria a sua raça? Possui algum tipo de trabalho fixo? Que tipo de trabalhos já executou antes? Por que acredita que deveriamos escolher você para este trabalho?

Ele fazia estas perguntas sequencialmente, se dando ao trabalho apenas de escrever, sem encarar o candidato a maior parte do tempo, com exceção de quanto lhe perguntava se este considerava-se ganancioso, apenas mantendo-se escrevendo as respostas e as vezes mergulhando a caneta no tinteiro novamente. Ao término da entrevista, este olhava novamente para o sujeito.

- Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco? - ele falava, apontando o joão bobo ao canto da sala.

Após o usuário faze seja lá o que fosse no boneco, este olhava não parecendo lá tão impressionado, e então voltava a escrever na prancheta, enquanto o boneco parecia se regenerar magicamente. Depois de alguns segundos de silêncio, este se voltava novamente para o candidato, agora com um sorrisso na boca.

- Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro! - Ele falava, dando um sorrisso que sem dúvida não parecia lá muito amistoso para a pessoa – Por favor, queira se apresentar aqui amanhã as oito horas da noite, preferencialmente!

OFF:
Ok, gostaria que narrassem seus respectivos testes, sim? Ah, e eu darei duas semanas de recrutamento até começar a campanha, com número de vagas limite de sete pessoas!
Obrigada!

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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por DoBer em Qua 19 Set 2012 - 0:13

posso participar? =3
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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por Rubi Make em Qua 19 Set 2012 - 15:16

Finalmente Vale dos Ventos, depois de alguns dias em viagem, procurando novas aventuras e atrás de novos poderes, estava na hora de talvez descansar um pouco, paz era o que me vinha a cabeça no momento, sem nenhuma mochila ou sacola, apenas fazendo alguns trabalhos que em troca me dessem alguma vantagem sobre o resto das pessoas.

Sentada sobre a sombra, recuperando o fôlego, escuto crianças berrando e ao olhar para o lado vejo dois adultos segurando um fedelho que carregava um monte de papeis na mão, pelas vestimentas poderia julgar serem guardas. Com a atenção voltada para os mesmos, escuto a interrogação pela qual o menino passa. Homem mascarado era o que mais me chamou atenção, mas enquanto olhava para eles, um dos papeis voou em minha direção e nele pude ler o ato ousado que um homem pretendia fazer.

A minha frente passou duas pessoas comentando que o conde estava recrutando pessoas e que estava escrito em um mural no meio da praça aonde me encontrava.

Pensei bem, e no final fui ver o tal mural, nele para minha surpresa estava o tal conde recrutando pessoas para sua segurança, mas espera ai!! Um ser desse patamar não tem guardas? Perguntei-me no momento, achei estranho, mas como queria aventura, nem dei bola.

Um dia se passou e lá estava eu, como de se esperar tinha muita gente, mas a fila andava rápido, a paisagem nada fora do comum, abundante e chamativa, digna de um ser como tal. Finalmente chegou a minha vez, caminhei atrás de uma mulher pelo jardim e entrei na mansão, o tapete de pavão só provava o quão mau gosto havia esse tal conde. Segui a moça até uma sala onde na ponta da mesa estava dois homens, um sentado e outro em pé, o de pé parecia o bobo da corte, mas isto não vem ao caso.

Sentei e logo começou o interrogatório de seleção.

-Raiza, me chamo Raiza. -Respondo vendo que o mesmo parecia nem se importar. -Uso mais a média distancia, mas as vezes gosto de um corpo a corpo.- Cruzo os braços- Digamos que tenho um bom sensor, meus ouvidos- Levanto o cenho- Digamos que um pouco dos dois, depende da ocasião.- Se meus objetivos estiverem em jogo, sou sim- Respondo quanto a ganância.-Sou uma ninfa e não possuo nenhum tipo de trabalho fixo.- Quanto aos trabalhos realizados- Fuga e resgate, assassinato, roubo, matilha e proteção...expedições dentre outras..- Um leve sorriso sarcástico- A julgar pelas pessoas que estavam na fila, acho que você esta realmente precisando de alguém com experiência em campo. Digo isto, pois a mulher grávida e a criança que entraram antes de mim, não devem ter passado dos portões da cidade.

Como todo o recrutamento para seja lá o que fosse tinha que ter uma demonstração, e esse não seria diferente. Sem me levantar, olho para o boneco e com movimentos rápidos nas mãos invoco atrás do boneco a imagem de um ceifador.

Ceifador, ou mensageiro da morte, como é mais conhecido, ele se encarrega de matar e levar a alma dos condenados ao inferno, ou aonde o contratante mandar. Este invocado, que surgira partir de a aglomeração de uma fumaça preta, vestia uma capa preta com capuz, a parte superior do mesmo era sólido mas a medida que ia descendo ele ia se transformando em fumaça, mãos tradicionais de caveira e uma risada agonizante, portava uma foice de corte um tanto curioso, diferente das tradicionais esta tinha um cabo feita com ossos e entrelaçadas com uma espécie de tecido similar ao músculo humano. A lamina cortava tanto para fora quanto para dentro, porém na parte de dentro a lamina era serrada e na parte de fora lisa. No capuz aonde teria de ter um rosto, apenas podia se ver dois pontos vermelhos, olhos pegando fogos por assim dizer, os mesmos eram chamativos, quase convidativos aos mais fracos.

Logo que invocado, o mesmo larga sua risada e o ceifa, retalhando o boneco em 3, mas apenas fez 1 movimento. E para terminar, o ceifador comeu o que seria a cabeça do boneco.

Toda demonstração foi feita sem ao menos me levantar. Demonstração feita e o ceifador desaparece, da forma que apareceu. Alguns segundos e a noticia que eu já esperava. Passei no teste, agora tinha que esperar no local onde ordenou.

A saída foi simples, o mesmo caminho e muitas pessoas ainda na fila.

Taverna de Hanna. Era o que estava escrito no local, dentro do local, uma taverna tradicional, passo por algumas mesas e alguns bêbados e me sento na mesa mais afastada. Agora era apenas esperar até o horário combinado e retornar ao local.
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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por Keiko Akita em Qua 19 Set 2012 - 21:20

Após 3 semanas na estrada, finalmente havia atravessado o continente, meu destino agora era o Vale dos Ventos, porem minhas condições não eram as melhores, estava completamente sem dinheiro, me restavam apenas algumas moedinhas, o que mal dava para uma estadia numa estalagem qualquer. "Preciso de um serviço rápido! Não pra continuar minha missão sem dinheiro."

Chegando a cidade, fui andando até a praça no centro para ver se conseguia alguma coisa, em uma das paredes de uma taverna qualquer no centro eu notei um cartas em letras bem grandes.

“Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.”

Arranquei o papel da parede e fui até o local indicado pelos transeuntes da praça, até que cheguei numa enorme propriedade, o local era realmente lindo, parecia ser a moradia de um rei ou algo parecido, mas nao me deixei impressionar muito pela beleza, mas sim pelo tamanho da fila, "Isso vai demorar..."




Finalmente na minha vez, era a hora do teste, que tipo de teste seria? Fisico? Entrevista? Seja qual for eu precisava passar naquilo, um homem rico como aquele deveria pagar muito bem pelo serviço, ainda mais caso fosse bem sucedido e era exatamente esse meu mais novo objetivo, secesso.

Entrando na sala dei de cara com um senhor estranho, era loiro e vestia-se mais como um... Palhaço? Que seja, apenas me sentei e esperei pelas perguntas.

Prazer em lhe ver... hmmm... qual seu nome?

- Akita, Keiko.

Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância?

- Ambos os estilos, sou uma guerreira bastante flexível. - Disse ainda séria e fitado o homem.

Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor?

- sim.

Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta?

- Tenho conhecimentos arcanos, mas na maioria dos casos uso apenas a força.

Você é uma pessoa gananciosa?

- Creio que não. - Minhas respostas saiam quase que automaticamente e sem nenhuma emoção, dessa vez o homem se deu ao trabalho de me encarar, porem logo voltou a escrever novamente.

Qual seria a sua raça?

- Humana.

Possui algum tipo de trabalho fixo?

- Não.

Que tipo de trabalhos já executou antes?

- Todo tipo de serviço, entregas, escoltas e até mesmo duelos em arenas particulares.

Por que acredita que deveriamos escolher você para este trabalho?

- Quem deve me dizer isso é você, estou aqui porque me acho capaz, mas você da veredicto final para esse teste.

Dito isto o homem terminou de escrever e olhou para mim novamente, mas dessa vez agora me indicava o boneco ao lado, que mais parecia outro palhaço.

- Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco?

Ainda séria me levantei e parei a pouco mais de 1m do boneco, cruzei os braços e segurando no cabo das minhas duas espadas, saquei Valore primeiro e com um movimento bem rápido com o braço esquerdo, a lamina passava pelo pescoço do boneco e logo em seguida com a minha espada comum já na mão direita espetei a cabeça do boneco e a levantei no alto, após joguei-a fora e guardei novamente as espadas voltando a me sentar no meu lugar.

- Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro!

- Obrigada. - Sai do recinto e fui direto para a taverna Hanna como ele havia dito, agora era esperar até que o tal do assaltante aparecesse para que assim eu pudesse completar logo mais essa missão.

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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por Nekuro em Qui 20 Set 2012 - 0:41

off: Apesar de parecer que eu estou em duas camps, uma delas é onde está se passando a história original do meu personagem,(que deveria estar sendo em um dos tópicos de localidade, mas enfim...) eu não acho que pode ser contando como uma das duas que eu tenho direito, mas caso não pense assim, então é só desconsiderar meu post e deixar um Nekuro muito tristre ç_ç

ON:

O que estava fazendo? Essa é uma excelente questão, o que Yuu estava fazendo? Pode ser que nem ele mesmo entenda, ele simplesmente estava lá, caminhando pelo que parecia ser o centro de uma cidade. Sua expressão que demonstrava interesse em diversas coisas, além de curiosidade quanto a certas outras, mas que ainda sim mostrava que ele era um ser cômico...É claro, fora sua aparência chamativa.

Do nada, começava a chover papel...Como é que é? Ele olhaa para cima e via crianças jogando estes para o alto. Isso era algum tipo de atração? Será que Yuu poderia fazer uma sua? Só esperava não causar problemas...Oh! Não era bem uma atração, tinha algo escrito na papelada:


“Eu, o grande Sofócles, o maior ladrão deste mundo e da mui gran e nobre Carnevale di Oro, estou declarando abertamente que irei roubar ainda na noite da próxima terça-feira, daqui a exatamente três dias, a esmeralda de Freya, a maior esmeralda já encontrada neste mundo. Eu a roubarei a meia-noite em ponto, da casa do duque Julius Mensarius.”

Carne-quem? Só entendia que tinha algo envolvendo ouro naquele...Nome? Ou pelo menos achava que era. Fora isso, esse cara era bem arrogante, huh? Mandar uma carta antes de roubar algo? Ele queria aparecer, só pode...Maaaaaaas! Yuu é um youkai que se interessa fácil por algo. Seus olhos brilhavam com a chance de ver tal coisa!

As pessoas por ali discutiam sobre isso. O pior de tudo era saber que ninguém tinha ouvido sobre o individuo, mas a coisa do ouro ali parecia ser conhecida. Precisava de mais informações! E ali saiu ele em sua busca incansável por detalhes, o que só foi descobrir no dia seguinte. Ele procurou noite adentro, de modos estranhos e nem um pouco efetivos, mas que ao menos fizeram ele se divertir, e só foi saber realmente de algo quando os cartazes estavam por ali.


“Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.”

Coincidência? No. Recompensa? Ya! Tinha dinheiro envolvido, diversão garantida e possivelmente pessoas interessantes a se ver e testar. Claro que ele iria! Então Yuu já ia pensando em diversas hipóteses e cenários do que iria acontecer...E se esqueceu que...Era no próximo dia a contratação...

Após passar mais um dia enfiado em algum canto, depois de correr durante a noite no primeiro dia e ir até o local para descobrir que não era naquele dia, pois seria no próximo, o qual o frustrou e fez ele ir dormir, finalmente...Errrr...Ahem! O que importa é que ele chegou lá no momento indicado, como ele sobreviveu, o que ele quebrou e no que ele ateou fogo não interessa. Bom, mesmo sendo um ser muito interessado, isso não o salvava de uma fila. Oh boy. A casa era cara, isso era óbvio. Agora sim, imagina o "razoável" do individuo? Ficou olhando, "bobamente" para a casa do Mr. Dinheiro, só voltando ao mundo real quando foi chamado. A garota que o guiava até seja-lá-onde-for era o mordomo? Mordomos não eram apenas masculinos?! Isso ele deveria lembrar. Maldito mundo com surpresas a cada dia!

Bom, o caminho até o local era longo, mas tinha outra paisagem interessante que fazia os olhos do gato brilharem mais do que o normal. Quanto mais se aproximava da residência, mais pensava em sua recompensa pelo trabalho. Até a maçaneta valia mais do que ele jamais carregou com ele! Lá dentro, mais visões do mundo do Sr. Riqueza. De tudo que tinha ali algo chamava a atenção de Yuu, mas não pelo valor, mas pelo seu mistério: Uma porta negra com cadeados? Aha! Deveria ter algum segredo ali! Um dia descobriria...Uma dia...Será? Ele queria saber! Mas se isso não for do agrado do patrão? Sem recompensa?! FOCO! Esqueça a porta! E isso era seu conflito no momento.

A "mordoma" deixa ele em uma sala um tanto...Vazia...Mas que ao menos tinha lareira e algo...Bom, o que não parecia estar combinando ali era exatamente isso onde seus olhos pararam...O QUE DIABOS ERA AQUELE BONECO ESTRANHO?! Aquilo certamente não faz parte do mundo cheio da grana do individuo! E tambem tinha um cara suspeito. Músculos, altura, cicatrizes, faixas no rosto...Não tinha cara de ser o dono de uma riqueza, tinha cara de ser dono de uma máfia. Bom, ele tinha a mesma roupa da garota, então não deveria ser o dono de tudo aquilo. Ah! Mas agora notava o outro ser ali! Bigode, terno, gravata, preocupado...Aquele sim deveria ser o Lord Fortuna! O Cara-mafioso apontava para o youkai e depois apontava para a cadeira...E assim o gato levava um tempo até notar que ele talvez não goste de palavras, mas no fim das contas foi e se sentou na cadeira luxuosa. Se sentia mais rico só por isso~


Prazer em lhe ver... hmmm... qual seu nome?

OH! Ele fala!

-O nome é Yuu. Simplesmente Yuu, mas se preferir, pode colocar o sobrenome que eu arranjei para não me acharem tão estranho...-Sua expressão era alegre, agitada e ele estava sendo extremamente expressivo-...Que no caso é Tsukihana. Nice to meet ya-Tsun~

Não era necessário não ter sobrenome para ele claramente aparentar ser um cara muito estranho. O cara-enfaixada pegava uma caneta e voltava às perguntas:

Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância? Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor? Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta? Você é uma pessoa gananciosa? Qual seria a sua raça? Possui algum tipo de trabalho fixo? Que tipo de trabalhos já executou antes? Por que acredita que deveriamos escolher você para este trabalho?

Perguntas demaaaaaaais! Yuu demorou um pouco para captar, mas começou a responder tudo em seguida, após o homem mencionar cada perguntaa:

-Mexo com a gravidade e com distorção de realidade, usando a gravidade posso esmagar coisas, acelerar coisas e retirar a gravidade das coisas a um certo alcance ao meu redor, também posso criar coisas invisíveis e sei voar, além de ter um dos melhores ouvidos existentes-Tsun.

-Eu sou a atenção 100% em pessoa...Hum...Sim! Eu sou-Tsun!

-Prefiro retalhar os outros com as garras, já que até meu poder é baseado no meu físico-Tsun~

-Bom, eu ouvi que dinheiro pode me ajudar em meu pequeno e interessantes objetivo final, mas como minha curiosidade e interesse nas coisas vem em primeiro lugar, eu não faria algo tosco por money-Tsun.

-Eu ser...Bom, aqui me chamam de youkai, de onde eu vim eu não tenho idéia, eu não me lembro de nada, se é que eu vivi algo antes de acordar-Tsun.

-Sem trabalho-Tsun~

-Combates, captura de alguém que me roubou algo...Lemro que tirei a gravidade de uma fazenda inteira para pegá-lo...fui selado e perdi maioria dos meus poderes e certas missões como mercenário-Tsun.

-Porque eu sou um ser único que vão encontrar, e além disso, se querem pegar esse tipo de ladrão, porque não escolherem quem pode escutar ele chegando, caçá-lo pelo ar e tirá-lo do chão ou esmagá-lo contra uma parede com apenas um movimento da mão? Acredito ser mais utilizável nesse caso do que enorme maioria naquela fila-Tsun~


Tudo respondido em um tom cômico, mas que ao mesmo tempo, pelo incrível que seja, demonstrava seriedade no que falava. O cara só ia escrevendo e escrevendo, só olhando para ele durante uma única pergunta: A da ganância. Tinha algo ali, mas sua resposta foi verdadeira. E assim, finalmente o objetivo daquele treco de antes que não se encaixava na sala era revelado:

Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco? - ele falava, apontando o joão bobo ao canto da sala.

-Ya-Tsun!

Yuu já saía da cadeira que estava sentado em uma espécie de dash, não tocando no chão. O primeiro golpe que acertava no boneco era um belo arranhão no que deveria ser um tórax, deixando quatro marcas de retalhação em seu caminho. Em seguida, com um movimento da mão, ele usava sua habilidade e levantava o boneco do chão, para logo em seguida usar sua outra mão com um movimento de cima para baixo, esmagando o coitado com gravidade. Depois ele deixa o boneco cair, mas dando mais uma retalhação com suas garras antes de deixar aquele resto de boneco tocar o chão. Depois de tudo isso ele volta para a cadeira como se nada tivesse acontecido.

Bom, o Mafia-Style ali não parecia impressionado. O labio de Yuu se retorcia com a falta de reação depois da demonstração. O que aquele cara fazia? Incinerava tudo que olhava? Não apreciava poder verdadeiro, humpf. O boneco voltava a ser um boneco, mas isso era esperado pois muito gente fazia daquilo um trapo velho, assim como ele o fez. Logo:


Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro! Por favor, queira se apresentar aqui amanhã as oito horas da noite, preferencialmente!

Aquilo era bizarro. Aquele cara sorrindo era cruel, no mínimo. Parecia forçado, mas vai saber. O que o gato conseguia demonstrar diante daquilo era um sorriso normal, não querendo mostrar em sua cara o quão bizarro era um homem daqueles sorrindo daquele modo.

-Errrrr...Thanks-Tsun

E só voltaria ali no dia seguinte...Tudo é no dia seguinte, TUDO! Mas não vai reclamar tanto, tem muita coisa para mantê-lo entretido no futuro ali. Então, vamos a taverna!
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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por tabuleiromistico em Qui 20 Set 2012 - 18:42

Após uma longa viagem, Drinaar chega à cidade e faz com que todas as pessoas olhem para ele, pois é impossível não chamar atenção devido à aura dourada que emana em todo o seu corpo e também devido a sua raça que é rara em Zephyr. A sua aparência amedronta as pessoas. Drinaar anda de uma forma superior a outras raças, pois tem certeza que é um ser superior, quando percebe um cartaz numa parede e lê.

“Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.”

Drinaar nunca ligou pra dinheiro, mas desde pequeno sempre gostou de lutar e o que mais o motivou foi a possibilidade de pegar um ladrão, pois Drinaar quer ser reconhecido mundialmente por vários feitos e tem como objetivo principal fazer um feito histórico do qual a população inteira de Zephyr se lembrará e falará sua história e a todos. E o seu segundo objetivo é fazer o clã Marca da Espiritualidade retornar com força total, um clã muito conhecido no Mundo de Zephyr, porém muitos acreditam que está extinto, devido à chacina que houve na Vila Xamã. Porém teve uns poucos sobreviventes.
Drinaar tenta falar com algumas pessoas, mas muitas o olham com cara feia e viram as costas, quando de repente aparece uma menina com uma aparência de sete anos que fala com ele. Ele pergunta onde fica a mansão e ela diz que no dia seguinte o leva até a mansão. Passado o dia, a garota que disse que o levaria o acha e vai até a mansão conversando com Drinaar. Ela fez várias perguntas, que ele fez questão de responder. Quando chega perto da mansão, todos da fila olham para trás, pois queriam ver o que era aquele brilho dourado. Algumas pessoas saíram da fila devido ao medo daquele ser indescritível, alguns o olharam indiferente e um rapaz até sorriu para ele de um modo tímido como se o conhecesse. Logo a fila passou e era sua vez, ele vê uma moça jovem que o guia até uma sala onde estavam dois homens, um sentado e outro em pé.
“ Eu com certeza serei escolhido, pois de todos que estavam na fila sou o mais forte. E além disso todos me temem, quando esse bandido me ver vai ficar com tanto medo que vai se borrar todo. Será um trabalho extremamente fácil.
“Uth vethindas em thuris”(Por meu clã e pela honra).


Drinaar senta na cadeira e logo começam as perguntas:

Prazer em lhe ver...hmmm...qual o seu nome?
Meu nome de clã é Marca da Espiritualidade. Não falo meu nome para ninguém e nem meu nome de família. Pois esse é o costume da minha raça.

Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância?
Curta distância.

Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor?
Sim.

Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta?
Não tenho conhecimentos arcanos. Uso a força bruta com inteligência. Não sou um simples guerreiro. – diz de uma forma superior como se fosse o GUERREIRO

Você é uma pessoa gananciosa
Não.

Qual seria sua raça
Draconato

Possui algum tipo de trabalho fixo?
Não.

Que tipos de trabalho já executou antes?
Nunca trabalhei, mas fui ensinado a lutar desde criança e o meu trabalho era proteger a minha Vila. Mas não ganhava dinheiro com isso. Se a pessoa considerar que só é trabalho se ganhar dinheiro, então nunca trabalhei.

Por que acredita que deveríamos escolher você para este trabalho?
Primeiro, porque eu sei manusear espadas como ninguém. Sei lutar perfeitamente sem armas e inclusive posso usar minhas garras em combate corporal. Se alguém se machucar, tenho especialidade em Medicina e sou um guerreiro nato. E tenho uma habilidade na qual utilizada inspiram aliados. E por último porque eu sou bom no que faço e é exatamente por isso que devo ser escolhido para esse trabalho.

Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco?
Drinaar pega sua espada e utiliza o seu talento perfuração no qual atravessa todo o boneco e deu para perceber que se tivesse alguém atrás do boneco também seria atingido. Ele puxa a espada e a guarda. Agora ele mostra sua habilidade com suas armas naturais, dando uma mordida e utilizando as suas garras com rapidez e utilizando seus reflexos aprimorados mostrando do que é capaz. Drinaar estava lutando com emoção, dava para sentir. E essa emoção acaba inspirando aliados
Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro. Por favor, queira se apresentar aqui amanhã às oito horas da noite, preferencialmente.
Drinaar sabia que a resposta ia ser sim, pois tinha certeza que ele é o melhor. Levanta em seu tom imponente. Olha fixo nos olhos do senhor e segue rumo a taverna que o senhor disse.
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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por Kenichi Koji em Sex 21 Set 2012 - 16:34

Koji acabara de chegar a cidade do vale dos ventos, sem saber exatamente que Rumo tomar, era manhã cedo enquanto o rapaz andava até uma taberna local onde apresentava um pequeno embrulho ao atendente que de volta lhe traria uma bebida gelada para refrescar o ânimo.
Após um bom gole o rapaz olhava pro teto e em seguida voltava seu olhar aos ali presentes, se mediava as observações, não via nada de realmente grande, mas ouvia algo que parecia realmente interessante.


(Cidadão Random 1)- "Soube que a Carnevale di Oro vai voltar a ativa e vai roubar algo grande!
(Cidadão Random 2)- "Sério?! E o que seria?"
(Cidadão Random 1)- "Não sei ao certo, mas deve ser algo valioso."

Após ouvir isso Koji da mais um gole em sua bebida, quase a finalizando deixando apenas algumas gotas mas quando retornava, eles já não se encontravam mais lá.

(Koji)- "Mas como ? Pra onde?! Baah, não importa!"

Quase sussurrava a si mesmo.
Voltava então seu olhar para o atendente e aproveitando o embalo o perguntaria.

(Koji)- "Hey, você trabalha aqui deve ouvir bastantes boatos. Poderia dizer quem ou o que é a "Carnevale di Oro" ?
(Atendente)- "Não sei muito sobre eles, apenas que são algo próximo a uma guilda, um grupo. Ladrões, exímios ladrões."
(Koji)- "Parece interessante... Obrigado!"

Koji então finalizava sua bebida e seguia até um pequeno banheiro que estava em sua visão. Alivia sua necessidade matinal e lavava as mãos e depois o rosto enquanto refletia:

" Carnevale di Oro Heh? Acho que vale a pena saber mais sobre eles."

O rapaz sai perguntando a alguns que parecessem não necessariamente mais velhos, mas mais experientes se alguém os conhecia, tentando reunir algumas informações, entretanto não conseguia nada de novo.

"Apenas uma guilda de ladrões"

É o que todos diziam.

(Koji)- "Não devem ser tão importante assim, os dois deveriam estar apenas impressionados."

Refletia Koji sozinho.
Já se dava o principio do fim do dia que daria lugar a noite enquanto o sol pensava em se retirar, um grupo de garoto surge jogando um papel ao alto com uma mensagem:

Eu, o grande Sofócles, o maior ladrão deste mundo e da mui gran e nobre Carnevale di Oro, estou declarando abertamente que irei roubar ainda na noite da próxima terça-feira, daqui a exatamente três dias, a esmeralda de Freya, a maior esmeralda já encontrada neste mundo. Eu a roubarei a meia-noite em ponto, da casa do duque Julius Mensarius.”

O rapaz após algum esforço em meio a tamanha confusão conseguia um papel para ler.

"Talvez não sejam "só" uma guilda de ladrões. Alguém que anunciaria algo do tipo, deve ter algumas boas condições, estratégias e habilidades."

Refletia o mesmo.

Koji se mantinha investigando um pouco mais agora que todos pareciam mais atentos com o acontecimento da Carnevale Di Oro.
Após uma pequena mais busca, Koji se dirigia a uma pequena biblioteca aonde estudaria não só sobre a história do local procurando sobre evidências do tal ladrão e guilda, por fim buscaria sobre o clima da região, o solo etc.

Enquanto se enfiava em meios aos livros e sendo pego pelo sono e esquecido pelos responsáveis da biblioteca, koji pareca entender as coisas, mas então caía ao sono.

No dia seguinte, koji se sente amassado pelos livros e se levanta, deveria ser algo em torno de 11:00 AM quando o mesmo acordou, logo ele ia para fora da cidade e via uma clara e direta mensagem de "resposta" ao anúncio do ladrão.

“Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.”

(Koji)- "Por quê não ? Dinheiro pode ajudar em pesquisas!"

Koji se dirigia então ao local indicado, lá encontrava uma grande fila diante da propriedade ampla, a casa era cercada por uma cerca de grades de ferro de aproxidamente dois metros e meio de altura, com pontas triangulares pontiagudas nas pontas, entre as grades e o portão havia um pilar de pedra de cada lado com cerca de três metros de altura, com uma gárgula no topo de cada. Os portões pareciam serem feitos de prata, eram quadrados e com mais ou menos dois metros e um tanto de altura, eles possuiam uma imagem em alto relevo de um jardim florido e um anjo de cada lado sentados em pedras, o da direita tocando uma harpa e o da esquerda tocando uma flauta de pã, ambos olhando para o lado do anjo oposto, só que mais para cima, encarando a imagem cortada pelo meio do sol que havia no meio dos dois lados do grande portão, sendo cortado ao meio toda vez que este abria, para o lado interno. Um a um os candidatos entravam, e eram guiados por uma jovem, vestida como se fosse um tipo de mordomo, com cabelos longos vermelhos presos em um rabo de cavalo, olhos verdes, e traços asiáticos, a qual educadamente pediria para que a seguissem e levaria até a grande mansão.

Para prosseguir, Koji tinha que passar pela alameda, feita de cascalho e alardeada de ambos os lados por um meio fio de cerca de dez centímetros de altura branco, sendo que o jardim era coberto por flores dos mais diversos tipos, realmente algo bonito e colorido. A alameda seguia por mais ou menos 3 metros, e se dividia em duas, formando um círculo ao redor de uma fonte comum, em cuja água pareciam crescer pequenas vitórias régias floridas, a frente da qual estava a mansão em si.


"É uma casa realmente grande"

Pensava Koji, três andares, até chegar a porta de entrada era necessário que subisse uma escada com oito degraus, na base desta havia outros dois pilares redondos, de granito, com uma esfera no topo de cada, que se ligavam ao restante do corrimão, também feito de granito, com cerca de meio metro de altura. Os portões eram grandes e feitos de madeira de coloração avermelhada, com maçanetas douradas, a funcionária abriria a porta, com uma chave de prata que tirava de um bolso de sua calça, e a pessoa se via diante de um grande salão de entrada, com uma escada que levava para cima e depois se dividia em uma escada para a direita e outra para a esquerda, a sala possuia um grande castiçal no centro, e um tapete felpudo vermelho com a imagem de um pavão com a cauda colorida mantida fechada neste.

"Será que Há um significado nesse pavão ? Simbologia talvez?"

Sob a escada de cada lado, havia portas de madeira branca, do lado direito da sala havia uma porta dupla de madeira negra, com uma corrente prendendo suas maçanetas, com três cadeados nesta. Porém a funcionária os levaria para a esquerda, onde se encontrava duas portas de vidro azul e madeira branca, com maçanetas prateadas, uma mais próxima da porta externa e outra mais para o fundo da sala, provavelmente dando acesso a salas diferentes, mesmo sendo feitas de vidro não se podia ver através dele. A jovem abria a porta e depois se retirava do local, indo aparentemente de volta para o portão.

Ao adentrar na sala, Kenichi se via em uma sala com três janelas de vidro retângulares e grandes, transparentes, e que davam para o lado da entrada permitindo a luz do lado de fora adentrar no comodo, e do lado oposto uma lareira com grade de ferro com cerca de um metro e meio de comprimento, dois metros de altura, e meio metro de largura a separando da parede, parecendo que havia sido feita com uma única grande pedra negra que havia sido moldada ali mesmo. No canto direito da sala, encontrava-se uma espécie de boneco de joão-bobo, similar a um palhaço, que permanecia balançando o tempo todo. As paredes eram cobertas por papel de parede vermelho vivo, e no centro dela havia uma mesa, que era praticamente a única coisa na sala, com cerca de 5 metros de comprimento e um metro de largura, com três cadeiras do lado direito, quatro do esquerdo e uma cadeira em cada cabeceira, a mesa e as cadeiras eram feitas de madeira de cor avermelhada, com adornos dourados, com um certo toque vitoriano, as cadeiras com almofadas azuis claras nos assentos. Do lado oposto da mesa em relação a porta, sentava-se a cabeceira um homem alto, de mais de dois metros, meio musculoso, cuja metade do rosto paracia estar coberco com faixas, ele tinha cabelos negros combridos, e cicatrizes até nas partes encobertas do rosto, com um único olho a amostra, azul brilhante e penetrante, usando a mesma roupa de mordomo da garota na porta. Do lado deste, a direita do recém-chegado, estava um homem loiro, com um fiapo de cabelo loiro no topo da testa, e um bigode fino e loiro, ele parecia estar suando um pouco, e usava um terno vermelho, com uma gravata borboleta verde, e calças azuis. O sujeito grande e levemente assustador apontava o recém-chegado e em seguida para a cadeira, aparentemente dizendo para estes se sentar.

Conforme mostrava o senhor em seus atos, koji o fazia,
(Senhor)- "Prazer em lhe ver... hmmm... qual seu nome?"
Ele falava, sem aparentar realmente se importar, pegando uma caneta tinteiro preta que rapidamente carregava em um tinteiro, e uma prancheta na qual começava a escrever.

(Senhor)- "Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância? Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor? Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta? Você é uma pessoa gananciosa? Qual seria a sua raça? Possui algum tipo de trabalho fixo? Que tipo de trabalhos já executou antes? Por que acredita que deveriamos escolher você para este trabalho?"

Conforme falava o homem parecia não olhar diretamente em seus olhos e sim continuar em seus afazeres, kenichi então usaria de seus vetores para puxar a caneta e colocá-la ao lado do papel que ele escrevia.

(Koji)- "Perdoe-me pela grosseria, mas gosto de manter contato visual com aqueles que converso."

Durante alguns segundos Koji esperaria a reação do homem para então responder suas perguntas.

(Koji)- "Como deve ter reparado, sou um Humano, meu nome é Kenichi Koji. Minha habilidade mais comum é esse, mover objetos através de uma força invisível, não sou muito fã de batalhas corpo a corpo, mas tenho alguma força física comparada a um cidadão comum.
Minha única ganância é o conhecimento, humildemente falando eu pretendo me tornar Onisciente antes do final dos tempos.
Por quê me escolher? Acho que sempre é necessário um estrategista."

(Senhor)- "Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco?"

Ele falava, apontando o joão bobo ao canto da sala.

Koji sem muito esforço apenas olhava para o mesmo e usando de seus vetores arrancaria a cabeça do mesmo, voltando então o olhar para o senhor, apesar deste não parecer muito impressionado.

(Senhor)- Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro! - Ele falava, dando um sorrisso que sem dúvida não parecia lá muito amistoso para a pessoa – Por favor, queira se apresentar aqui amanhã as oito horas da noite, preferencialmente!

Koji então agradecia e se retirava para se descansar, ia até a taverna e dava a mensagem ao dono, preparando para dormir a ponto de acordar cedo, a não correr o risco de atraso.

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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por DoBer em Dom 23 Set 2012 - 15:25

meio off: o 1o parágrafo é a continuação daqui, se não der para entender:
http://zephyr.forumeiros.com/t1590-rp-exclusiva-vale-dos-ventos-dober#23537
---------

Sem dizer nada para nós, nos mandaram de volta para a caravana. Quando entramos, nos disseram que era necessário percorrer mais um trecho, e podia demorar. Então eu entrei e me escorei lá dentro de novo, tentando localizar o Jack, que tinha saído voando e não tinha voltado ainda. Ele ficou lá vigiando, e falou que quando quisesse descansar ele me avisaria. Pensando nisso, eu fiquei mais tranquilo, e como a previsão era de demorar, eu acabei dormindo, de novo (única coisa que eu faço xD). Quando acordei eu levei um susto, pensei que estava sonhando ainda... aquele lugar onde eu estava era uma rua perto da taverna da Hanna! No Vale dos Ventos! Porque a carruagem tinha voltado? Ela tinha vindo buscar algo? Tinha tido algum problema de segurança, e voltara por precaução? "Bom, eu pensei, de qualquer modo, eu vou cami..." então eu percebi algo mais assustador ainda: "Cadê o Jack? Ele não está por perto, nem tem qualquer sinal dele por aqui..." nesse momento eu pulei da carruagem, e fui dar uma volta pela cidade, para ver se achava alguma coisa interessante por aí, ou se achava o meu colega.


Quando eu andava pela cidade, eu comecei a ouvir um burburinho, se tornando cada vez maior, e eu vou me aproximando. Logo eu consigo ver uma fila enorme e todos em frente a uma casa muito grande e bonita. Me aproximo das pessoas e pergunto para alguém: "- O que está acontecendo?" logo me respondem, e eu consigo identificar, no meio de muita história, começando a aprender um pouco o português (off: ou qualquer lingua que seja), "é uma chamada para trabalhar aqui". Fico muito feliz, pensando: "Trabalho? É bem o que eu estou precisando!" e entro, muito pacienciosamente, na fila.

Quando chega a minha vez, uma mulher bem arrumada e bonita me leva pelo caminho. Não posso deixar de notar o pátio todo muito elegante e arrumado, algumas partes exuberantes também, o que se repetia dentro da mansão (era uma mansão!, daquelas que de vez em quando eu ouvia contar). Aquilo era grande mesmo... cheio de escadinhas, tudo colorido... Atravessamos algumas portas e estávamos no que parecia ser a última sala.

Nessa sala tinha uma mesa gigante, dois homens, um boneco, uma lareira gigante e muito vermelho. As pessoas eram meio intimidadoras, e eu estava bem nervoso com a seleção. Indicaram-me uma cadeira e eu me sentei, meio hesitante, e ele começou a fazer perguntas. "- Meu nome é Blaze", eu disse. Muito fechado ele, o perguntador grandão. O outro mal se movia. O grandão escrevia tudo. "Eu ataco melhor a curta distância", "Sou atento, sim" e "Não conheço muitas magias, mas tenho boa habilidade física" foram minhas próximas respostas. Eu respondia rápido, ficando mais ansioso. "Ganancioso, senhor? Não conheço essa palavra", eu disse, com profunda inocência e sinceridade. Mas ele pareceu acreditar numa ironia... Quando ele me perguntou da raça, eu lembrei já terem me falado do macaco e de eu ser um, então eu respondi "Macaco" e continuei, com "Não tenho trabalho" e "Luta, Caça e Sobrevivência". Para a pergunta final, meu motivo, eu disse: - Com Determinação e Habilidade se consegue o que quiser, e eu quero muito esse trabalho.

O entrevistador não parecia muito interessado no que eu dizia, mas eu estava convencido a fazê-lo mudar de ideia. Logo após a entrevista, ele me pede para mostrar algum golpe. Eu me me levanto, me afasto, com expressão concentrada, estendendo a Garra de diamante e, sendo coberto por fogo, dou uma corridinha até o boneco e quando ficar na frente dele (mas com uns dois passos de distância para trás) eu pulo, puxando o meio dele para trás, e o atravesso. Atrás dele, eu volto para o meu lugar, absorvendo o fogo para não incendiar o lugar, só deixando o boneco estraçalhado queimando. Volto um pouco mais tranquilo, com expressão séria e fico esperando o resultado, meio encarando-o. O avaliador continuava indiferente e quieto, e o boneco estava quase magicamente novo em folha. Então saiu o resultado: eu estava aprovado, tinha até sido convidado para ficar na estalagem local (de novo, a taverna da Hanna) e esperar a apresentação às 8 da noite do outro dia. Eu fiquei bem feliz, mas me contive em falar "Obrigado" e sair, já que ele também não era lá muito amistoso.

Quando eu saí ainda tinha bastante gente na fila, e eu voltei para a taverna, fazendo o mesmo percurso da vinda. "Eu andei tanto e cheguei no mesmo lugar lol... e quem sabe agora eu encontro o Jack?", fiquei pensando. Agora era só descansar e esperar a hora.
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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por arcanoelemental em Seg 24 Set 2012 - 16:58

Janaína acorda e olha para o seu corpo e percebe que está utilizando o corpo de seu noivo. ( Na verdade, ela não dormiu e como ele estava dormindo através da Skill Canção de Ninar, ela teve essa sensação). Quando ela olha para o lado vê um papel. Janaína se levanta e não reconhece o local, só se lembra da Caverna Subterrânea e de um senhor que conheceu lá e uma moça e agora tem dúvidas se realmente esteve lá ou se foi um sonho! Janaína enfim pega o papel e lê.
Contrato pessoas dispostas a proteger minha propriedade de um possível assalto, os interessados devem apresentar-se na minha mansão durante a tarde de segunda-feira, amanhã. Paga-se razoavelmente bem.
Janaína fica interessada e pergunta para a primeira pessoa que vê que é do sexo masculino e pergunta que dia é hoje e a pessoa responde que é segunda feira e que é de manhã.
“Como dormi demais.”
Mas, como sabem do possível assalto e onde fica essa mansão?
O rapaz lhe entrega um cartaz e Janaína lê!
Eu, o grande Sofócles, o maior ladrão deste mundo e da mui gran e nobre Carnevale di Oro, estou declarando abertamente que irei roubar ainda na noite da próxima terça-feira, daqui a exatamente três dias, a esmeralda de Freya, a maior esmeralda já encontrada neste mundo. Eu a roubarei a meia-noite em ponto, da casa do duque Julius Mensarius.

Então onde fica essa mansão?
O rapaz apenas aponta com o dedo e então ela vê uma mansão enorme perto de sua visão e um monte de gente!
Janaína então agradece e corre em direção à mansão. E vê uma enorme fila, então Janaína pega sua flauta e começa a tocar lindos sons para se distrair, quando enfim chega a sua vez. Uma moça a leva pela mansão e a curiosidade de Janaína faz com que ela olhe tudo, mas o que mais lhe chamou a atenção foi uma porta dupla de madeira negra, com uma corrente prendendo suas maçanetas, com três cadeados. Janaína queria entrar de qualquer jeito lá, para saber o que tinha, pensou em perguntar, mas hesitou. Janaína, enfim chegou a uma sala onde um homem se sentava em uma cabeceira. Parecia uma aberração para Janaína o modo como se vestia. E tinha também um homem com um terno vermelho. Janaína acredita que este seja o dono da mansão. Janaína então senta.
(Lembrando que é o Paulo que está andando, mas a Janaína está fazendo as ações devido ele estar possuído)
–Prazer em lhe ver...hm...qual seu nome?- Qual é sua habilidade principal, combate a curta, longa ou média distância? Você se considera uma pessoa atenciosa ao ambiente ao redor? Tem algum conhecimento arcano, ou prefere usar a força bruta? – Você é uma pessoa gananciosa? Qual seria a sua raça? Possui algum tipo de trabalho fixo? Que tipo de trabalhos já executou antes? Por que acreditava que deveríamos escolher você para este trabalho?
O meu nome é Janaína e o do meu noivo que estou possuindo com a permissão dele é Paulo.
Posso utilizar todas as três, porém não com armas. Posso fazer uma pessoa cair no sono e também posso trocar a noite pelo dia e o dia pela noite. E meu noivo prefere combates à média e longa distância. Sim sou atenta, apesar de curiosa. E meu noivo também. Não digo exatamente arcanos, mas tenho total conhecimento sobre minha flauta e ela faz milagres. E meu noivo tem conhecimento em Shamanismo, ou seja ele pode ver qualquer espírito e inclusive tocar neles. Não somos gananciosos.
Janaína por algum motivo acaba saindo do corpo de Paulo Nunes

[quote] Paulo Nunes então responde as outras perguntas.
Eu sou humano e minha noiva é um Poltergeist. Não possuo trabalhos fixos. Já trabalhei no meu mundo, pois Zephyr não é de onde eu vim. Eu era um atleta no meu mundo.
Por que deveria nos escolher? Sim, eu respondo essa pergunta para o senhor. Eu posso ver espíritos e tocar neles, tenho a capacidade de pegá-los e prendê-los. Além disso, trabalho em conjunto com minha noiva. O senhor terá ajuda de dois e acredite o que ela faz com a flauta é fantástico. Ela pode ver na escuridão total e possuir qualquer objeto. Não precisa comer nem dormir, pode vigiar direto sem problemas nenhum. E eu posso curá-la. E o mais importante de tudo é que eu pertenço ao Clã Marcas da Espiritualidade e é exatamente por causa dele que quero e preciso desse trabalho.

Ao término da entrevista, este olhava novamente para o sujeito. – Por favor, poderia demonstrar alguma de suas técnicas de combate no boneco? – ele falava, apontando o joão bobo ao canto da sala.
Janaína possui o corpo de Paulo, pega sua flauta e toca a música Noite pelo dia E dia pela Noite.

A sala fica escura por alguns minutos, depois fica tudo claro e o boneco está atingido com algum objeto que parece ser um cetro!

Muito bem, você poderá ficar na taverna da Hanna até amanhã a noite se quiser, conseguiu sua vaga, meu caro!

Janaína agradece e vai para a taverna de Hanna (Novamente controlando o corpo de Paulo)

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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

Mensagem por Alessia Adamanto em Sex 28 Set 2012 - 16:58

Bem, vagas fechadas. Os escolhidos foram:

DoBer; Keiko Akita; Brunotenan; Arcanoelemental; Kenichi Koji; Nekuro; Sta. Raiza;

Por favor, as narrações ocorrerão no seguinte tópico:

http://zephyr.forumeiros.com/t1732-o-senhor-dos-ladroes#26469

Boa sorte e espero que gostem da campanha!

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Re: [Inscrições fechadas] [Campanha: O Senhor dos Ladrões]

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