Montanhas Nijord

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Montanhas Nijord

Mensagem por Kalysta em Dom 28 Jun 2009 - 11:31


São as montanhas a oeste e que abrigam a cidade dos anões. A base destas montanhas possui uma rota segura, porém sinuosa e demorada. Muitos se arriscam a escalar as montanhas a fim de economizar algum tempo, mas suas rochas pontiagudas podem não ser uma boa escolha.
Várias são as cavernas esculpidas há muito pelos anões, quando ainda viviam somente entre si. São em sua maioria cavernas abandonadas, mas são um otimo abrigo em época de chuva. Algumas ainda são visitadas por seus minérios, outras abrigam criaturas exiladas, algumas podem não gostar de visita.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Firezza em Qua 17 Fev 2010 - 23:54

O vento mais gelado vindo a noroeste me avisava, a noite chegara...

Levantei-me de meu canto, dentro de uma escura caverna. Como era problemática aquela vida. Não podia sair de dia. Ao menos, também não me preocupava a fome ou sede. Era uma vantagem, no final. Minha viagem havia me levado até aqui. Não importa como, nem porque. Apenas...aqui estou.

Caminhei até a ponta da caverna. Estava no pé da montanha. Ali era um ótimo abrigo. Respirei fundo, não pela necessidade, mas para sentir o aroma que a lua trazia. Eu aprendi a gostar da escuridão. Ela era minha companheira, calada e fria.

Minha garganta estava seca. Era hora de uma refeição. Parti, a passos lentos. A pressa não me interessa. Também procuro por demônios. Não, eu não tenho certeza que eles estão aqui. Apenas vim, viajante errante. Faltavam-me informações nesta época.

Assim, me embrenhei pela noite, procurando por uma refeição, e um pouco de diversão para minha Dao. Talvez partisse dali, caso a noite fosse interessante....
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Thaniel Fox em Qui 18 Fev 2010 - 13:49

A noite fria abraçava Anastácia como se fosse sua mãe lhe dando carinho e conforto. De repente, como que um abraça mais forte involuntário, uma brisa mais forte carrega um ar sombrio para ela e a sua força acaba por soltar um pouco a gola que prende sua cabeça e esta inclina-se sem querer para a direita. A brisa baixa logo e volta a ser carinhosa. Friezza, porem sente um pequeno tremor subir-lhe pela espinha... Algo comum e incomum ao mesmo tempo. O cheiro não parecia nada de estranho no inicio, mas ela não chegou a prestar muita atenção. Uma pequena coruja olhou para Anastácia e piscou. Depois piando alto voou na direção de onde a brisa viera. Anastácia não sabia bem o que era aquilo, mas geralmente acabava seguindo seu instinto naquelas horas e tomava cuidado com o perigo.

O vento voltou a soprar, mais intenso, como se quisesse empurrá-la propositalmente para alguma direção. Foi aumentando cada vez mais a ponto de que Anastácia tinha que segurar firme a cabeça para manter ela no lugar. Infelizmente ao tentar se proteger atrás de uma pedra ela tropeçou e não deu outra. Sua cabeça acabou caindo de uma parte da montanha. Anastácia não conseguiu evitar e logo, sentiu a cabeça parar de rolar. Estava escuro e ela não conseguia enxergar muito bem mas sentia um cheiro de arvore bem forte, provavelmente estava encostado com o nariz em uma. O corpo dela estava atordoado e sem saber o que fazer. A ventania ainda não tinha parado, mas sem o perigo da cabeça cair, afinal já caira, o corpo podia se locomover mai facilmente agora.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Firezza em Qui 18 Fev 2010 - 22:39

Uma coruja me chamou a atenção e olhei para ela. Acho que meus olhos era mais inexpressivos que o dela. É, aposto que eram. Provavelmente assustei a criatura. Que se dane...

Continuei caminhando, alerta. A adrenalina de uma caçada já tinha me pegado, mesmo sem nem ter começado. Acho que estou fora de forma... O vento soprou, mas não liguei. Minha pescocera de metal era capaz de segurar ela no lugar... Odeio estar enganada.

Soltei um gemido baixo, de incômodo. Não que a sensação fosse estranha, mas era um saco ter que correr atrás de si mesma. Esperei eu parar de rolar por aí. Bufei, enquanto tentava me localizar. Droga de vento, adoraria cortá-lo em pedacinhos.

Sentia meu corpo parado, estático. Era um saco recuperar meu controle total. Esperei a ventania abaixar logo, e quando isso aconteceu, me concentrei, enquanto fazia meu corpo voltar a se mexer.

As passadas dele...ou minhas...tanto faz... era bem duras, lentas, mas fazia progresso. Depois de uns dez passos, já tinha me acostumado. O difícil, era mirar na minha direção. Acho que tropecei várias vezes. Mas isso me ajudou a ver meu próprio vulto cambaleante.

Aqui, imbecil...

Acho que fiz ele entender...me fiz entender...Ah, como é confuso essas coisas de semântica. Mais fácil chamar meu corpo de Dao. Ele vive para balançá-la mortalmente mesmo. Mas nesse momento, nada tinha de mortal, aquele corpo sem cabeça, andando aguaixado, procurando por mim.


Off: Não é por nada XD, mas a Firezza usa uma pescoçera de METAL XD, que ela ajusta nuns pinos do lado, vento dificilmente faz ela se mexer. Mas a caída faz sentido, se for um tombo feinho.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Sab 20 Fev 2010 - 1:15

Para o Norte. Sempre para o Norte! Isso era uma frase que sempre estava na mente de Horo. Não conseguia pensar em outra coisa a não ser, também, claro, nas maçãs que comia. Mastigava uma e tinha mais duas na mão que seriam as próximas. Comia muito rápido e deliciava-se com o gosto. Era sua fruta favorita e não tinha vergonha de dizer. Se é que comer algo delicioso como isso fosse vergonhoso.

Tinha acabado de chegar ao cotinente. Tinha passado pela cidade e conhecido as pessoas do novo século. Conversou com várias para saber como é o sotaque de tal cidade, e logo pegou a prática pois não havia mudado muita coisa. A gramática era sempre algo que gostava de aprender para poder se aventurar mais no mundo... E chegar ao Norte.

Como uma bússola ambulante, seguiu rumo ao lado Norte da cidade; entrou na floresta e foi até o seu final e chegou nas montanhas. Procurava por um templo para poder aprender o que ensinavam neste século em que ela perdeu tanta coisa por causa de seu último relacionamento com um fedelho de quase vinte anos. Por um bom tempo não iria querer esse tipo de criança.

As montanhas eram um lugar frio, obviamente. Um lugar que ela gostava, mas ainda assim, ela esperava descobrir algum dia um templo em um lugar tão gélido; mas logo o pensamento escapava por sua mente por ela saber que humano algum aguentaria tal frio por muito tempo.

Seguiu com as mordidas jogando os restantes na neve e enterrando com o pé. Os cabelos balançavam com o vento igual sua roupa e ela tinha uma certa dificuldade gostosa de andar. Enfiou a penúltima maçã na boca. Seus olhos vermelhos procuraram algum sinal de cidade ou casa para rumar, algum lugar onde pudesse trabalhar ou, quem sabe, aprender. Mas fora tudo isso que queria, tinha uma leve sede de um líquido que aquela maçã não lhe dava: Sangue.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Thaniel Fox em Dom 21 Fev 2010 - 17:53

@Friezza

Anastácia sentia que seu corpo estava chegando mais perto. Não só ouvia os passos estabanados dele, como depois de um tempo começou a coordená-lo com o que sentia a sua volta mais facilmente. Ela sabia agora que um pouco mais a esquerda e direto para a frente dele, chegaria bem perto dela. Porem antes de começar a avançar nessa direção seu corpo parou totalmente. Uma sensação forte veio de dentro de sua espinha, se espalhando ate os membros e a ponta dos dedos. Quando chegou a seu pescoço automaticamente a sensação veio até sua cabeça, e ao chegar aos olhos ela viu. Gemendo baixo ela viu algo, e sabia que seria algo ruim... Premonição

Seu corpo estava parado, tentando achar algo em algum lugar. O lugar parecia muito com o que Anastácia julgava estar sua cabeça. De repente corvos vieram. Um veio primeiro, e atacou o corpo no ombro esquerdo e continuou a voar pra longe. Outro então veio e voando incrivelmente baixo de repente, atacou a panturrilha direita. Nesse momento, o corpo que estava agachado se levantou subitamente, e tentou prever o próximo golpe. Sem a cabeça porem foi inútil. Não só ele não conseguia bloquear os ataques repentinos dos corvos que viam como também não conseguia perceber a presença deles antes que o picassem. Muitos nem ligavam para o corpo sem cabeça e continuavam a voa para uma só direção. Todos iam naquela direção, mas de repente alguns começaram a se amontoar no corpo, e então bicadas inofensivas passaram a ser pedaços pequenos de carne arrancados pedaço por pedaço. O corpo sem cabeça não conseguia se defender de tantos, e logo acabou se agachando enquanto a cabeça fora descoberta e atacada também. Os montes e montes de corvos não permitiam a cabeça ver, enxergar ou sentir qualquer outro cheiro e ambos, corpo e cabeça, ficaram muito confusos.

Anastácia acordou. Seu corpo, ela sentia, ainda estava em pé no mesmo lugar que teve a sensação. Ela sentia, temia e sabia. Ia acontecer, e tinha que agir. Agir rápido!

@Horo

Horo caminhou e caminhou ate terminar todas as suas maças. Quando finalmente comera a ultima percebeu uma la no alto de uma arvore. Pensando como seria bom pelo menos mais uma maça, decidiu-se por subir na arvore e pegar aquela maça. Quando estava no meio porem ouviu um barulho. Um barulho alto e agudo. Sem se importar muito depois de alguns instantes ela subiu ate o fim da arvore e pegou a maça. Com a vontade que estava decidiu comer a maça ali mesmo, e ao morder adorou. Decidiu esperar ate descer da arvore para dar a segunda mordida, mas quando finalmente chegou ate o chão ouviu mais um barulho. Dessa vez mais alto. Então outro e outro. Eram grasnados e estavam cada vez em maior numero. Horo surpresa decidiu parar para ouvir exatamente de onde eles vinham. Olhando para o norte pode ver melhor. Um Bando de Corvos, todos indo para a mesma direção: oeste. Surpresa com aquilo Horo decidiu andar um pouco para chegar mais perto e ver melhor o que acontecia. Dados alguns paços porem acabou tropeçando e deixou cair sua maça. Quando se levantou para pegar um corvo pousou na sua frente, em cima de um galho baixo. Olhando para ele, ela deu um sorriso. Em resposta o pássaro piou, e em seguida, voou na direção do pedaço de maça e com um rápido agarro levantou vôo com ele. Horo ficou chocada com a atitude do corvo, e depois de uns segundo, decidiu sair correndo atrás dele. Enquanto corria gritava:

- Volta aqui seu pássaro miserável!!!

Seguindo-o incansavelmente Horo chegou ate um pequeno morro, de onde viu o pássaro subir. O morro parecia ser consideravelmente inclinado, mas possuía algumas arvores a sua volta e Horo decidiu parar um segundo para pensar o que fazer.

[OFF]

Puxa... corvos... tem muitos dele do nada... que estranho não?

Ah, e você pode ate ter forjado essa pescoçeira de metal no seu percoço, ou soldado os dois, ou ela pode ate ter
uma superbonder from hell. Você é um Dulahan, tem a cebaça solta e ira sofrer as consequencias disso, não se engane . Ah, e não se esqueça que precisa dela para executar suas tecnicas perfeitamente ^^

Enfim... nem tudo pode tirar sua cabeça dai, mas se eu quiser vai ok? ^^

[/OFF]

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Dom 21 Fev 2010 - 18:59

Revolta. Estava completamente revoltada de como uma maçã poderia causar tanto estrago. Dali por diante, comeria a fruta só na cidade. A perseguição incansável não tirou o fôlego da loba, estava acostumada com este tipo de coisa. Só não esperava encontrar um morro daquele jeito.

— Quem tá na água é pra se molhar. — Decidiu, com sua cauda balançando de uma forma mais intensa e começou a descer o morro apoiando vez ou outra a mão para não sair rolando. A cauda ia para trás para mantêr o equilíbrio enquanto ela fitava o que estaria por vir logo na frente.

Queria saber o que estava a diante, era tudo mais fácil quando se tinha uma visão aguçada, podia tanto se preparar para o que estava por vir, ou decidir voltar no meio da descida; o que era impossível quando se tratava de Horo.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Sex 26 Fev 2010 - 16:44

As asas do jovem falcão branco ficavam mais pesadas, apesar de aguentar voar por muito tempo ele estava com muita fome, fazia cerca de dois dias que não comia nada, seu bico começava a ficar cada vez mais e mais pesado e suas asas aos poucos ia perdendo
mais ainda as forças.

''Estou com fome...preciso... comer...mas não tem nada por aqui... nem mesmo um ratinho pequenino...''

O falcão começava a voar mais baixo ao redor da montanha, logo jogou o corpo para o lado e começou a sobrevoar as estradas da mesma, mantinha seus olhos atentos, buscando um pequeno roedor em algum local próxima, precisava se alimentar para recuperar as forças e caçar na forma de animal era a maneira mais 'discreta' para ele.

''Espero que não demore tanto para achar algo para comer... estou quase
desmaiando de fome... a ultima vez que me alimentei foi no rio que ficou para trás a dias... tenho que voltar para a cidade e tentar achar mais informações sobre Ana...''



OFF: Se possível gostaria de me encontrar com Horo, já falei com ela e a mesma concordou com o encontro, agradeço pela atenção ^^


Última edição por Lucius em Sex 26 Fev 2010 - 16:46, editado 1 vez(es) (Razão : arrumando o formatu...)
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Thaniel Fox em Sab 27 Fev 2010 - 19:46

@Lucius
Lucius seguia pelo ar procurando comida. O cansaço estava tornando suas asas cada vez mais pesadas. Ele temia que a qualquer momento poderia não resistir e parar de batê-las, caindo de uma altura considerável. Ele olhava atento a procura de pequenos roedores, o que acabou por fazer ele não perceber o que estava vindo em sua direção. Na verdade não ver não seria difícil, mas não sentir o cheiro horrível que vinha era algo quase que inimaginável. Infelizmente cheiros eram coisas do passado para ele. E nesse momento, não se podia dizer ao certo que foi a melhor coisa que podia ter acontecido, ou a pior.

De repente uma família inteira de guaxinins saiu da floresta entrando na estrada em direção oposta a de Lucius. Ele mal podia imaginar, era como achar a sorte grande. Com uma fome voraz no estomago ele decidiu atacar naquele exato momento, sem esperar mais um segundo. Ele com força subiu alto para atacar, sem tirar os olhos do seu primeiro alvo. Um guaxinim maior que os outros, o que estava mais atrás também. Ele subiu um metro, dois, cinco e de repente estava a uns 30 metros mais ou menos de distancia ate o chão. Ele parou de subir e com toda a força que sobrava, inclinou-se para frente em um mergulho rápido e profundo. Após descer mais ou menos 1 metro.

Plumf

Um objeto se chocara fortemente contra Lucius na parte de cima do pescoço.

Plaf

Algo se chocou então com a parte de cima da asa esquerda.

Tump

Dessa vez dois objetos se chocaram contra ele. Um no estomago, outro nas costas. Fazendo-o dar uma pirueta no meio do ar, virando de cabeça para cima.

Então, os choques cessaram por um momento e ele pode focalizar sua visão. Apesar de que, tudo que viu foi preto. Apenas preto. Mas não era um preto comum. Ele parecia estar vivo, se movendo e estava perto.

Ele voltou a estabilizar as asas e se manteve no ar, envolto de uma nuvem negra furiosa que ele não conseguia distinguir bem o que era. Fazia um zumbido estranho, e ele não entendia bem o que era aquilo.

Antes que pudesse pensar mais a nuvem veio em cima dele. E de repente milhares de agulhas negras atacavam-no. Elas vinham, aranhavam-no, e voltavam para o escuro. As agulhas estavam furiosas, e pareciam estar em busca de sangue.

O ataque cessou por um momento. Lucius estava com dificuldade de se manter no ar, e ainda não entendia o que era aquilo. Ele pensava o que podia ser, enquanto analizava melhor. Ele virou-se para trás e tudo que via era negro. Em cima, em baixo, havia apenas escuridão. Então, ele sentiu uma forte dor nas costas. Sentiu a ferida ser aberta. Fora cortado. Ao virar-se para ver o que era, nada na visão mudou: Escuridão.

Os ataques voltaram, dessa vez sempre quando ele não olhava para um lado. Lucius estava cada vez mais atordoado. Não sabia por quanto tempo agüentaria, achava que devia fazer algo... Mas o que...?

E então, como um todo a escuridão toda se fechou nele, em um abraço forte, cortante e mortal.

Spoiler:
Dano levado: 10 de HP
Status: Hemorragia leve (-1 ponto de hp a cada turno por 8 turnos)



@Horo
Horo desceu o morro, e logo estava no chão olhando a sua volta. Sem ver nada anormal decidiu caminhar, atenta a sua volta, para qualquer coisa que viesse em sua direção. Enquanto caminhava viu a sua maça meia mordida numa clareira, perto de vários frutos jogados, em pedaços. Ele foi ate mais perto para averiguar, esquecendo-se totalmente de que poderia ser uma armadilha e olhar para os lados. Chegando perto e se abaixando viu bem. A maça estava em cima de vários outros pedaços de frutas. Inclusive de algumas coisas com um liquido vermelho... Horo demorou certo tampo ate perceber que aquilo era sangue. Logo ela viu pedaços de pequenos animais, todos espalhados por aquela cena muito estranha. E ainda assim ela se perguntava por que a maça estava em cima. Lembrando-se então de que deveria ficar atenta, ela rapidamente se levantou e olhou em volta. Não havia ninguém. Havia muitas marcas estranhas no chão que ela não sabia o que era, mas nada mais. Olhando então para todos os lados como que para ter certeza ela então percebeu algo. Em cima de uma arvore, ao longe. Um ponto preto. Um ponto preto pequeno, mas que parecia flutuar em cima da arvore. Curisa do jeito que ela era, era provável que não demoraria muito ela iria subir naquela arvore e ver o que era. Ainda assim, ela voltou a olhar a cena, e a maça. E intrigada perguntava-se: o que era aquilo?

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Dom 28 Fev 2010 - 0:03

Olhou para os corpos e suspirou, entortando a boca com uma cara de nojo. Desviou seus olhos vermelhos para o sangue, e mesmo antes de chegar perto sabia que o que era afinal, era um lobo e era ÓBVIO que saberia distinguir seu cheiro a quilômetros de distância, pois todo lobo precisa saber o cheiro e distingui-lo por mais longe que esteja, é para sua sobrevivência.

Aquilo estava muito suspeito; olhou ao redor à procura de mais alguma coisa quando, ao longe, avistou um ponto preto. E apesar de toda curiosidade que existia na loba, não sentiu vontade de ver o que era. Ficou mais curiosa em saber o porquê de ter tantos pedaços de animais e frutas perto de seus pés, mas ao pensar nisso melhor, algo lhe dizia para não se aproximar mais dali e se distanciar o máximo que puder; e foi o que fez.

Com passos rápidos, Horo voltou para o morro subindo-o às pressas com receio de que alguém aparecesse e achasse que ela fora a causadora de tudo aquilo e recomeçou a andar como se nada tivesse acontecido, olhando vez ou outra para o céu odiando com todas as suas forças o maldito corvo que a trouxe para lá.


Off: Peço encarecidade para trocar para o GM Jure. Espero que entenda.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por GM Jure em Seg 8 Mar 2010 - 1:29

OFF: 1 - desculpem eu ter demorado horrores pas é que eu resolvi dar uma chance pra Firezza...como ela não apareceu, azar o dela.
2 - Resetei algumas ações, fiquem atentos e não me crucifiquem.


@Lucius

De onde estava conseguia ver perfeitamente bem sobre alguns cumes não muito altos, assim como um pouco abaixo da copa das árvores.

Viu uma sombra ao longe. Voava a cerca de 500 metros à frente, próximo a um cume pedregoso. Era densa e sinuosoa, somo se fosse amorfa. Se contorcia forando desenhos grotescos em pleno ar.

Conseguia ver também um pequeno vilarejo encravado no cume. Não via direito, mas via que era de médio porte. Talvez um entreposto da montanha.

Por um momento a floresta mais ou menos densa cedeu a uma clareira. Apesar do show de imagens à frenet algo mais despertou Lucuius: Uma pessoa parada ali, na clareira.

@Horo

Chegava a uma clareira onde não havia nada além de umas árvores frutíferas em volta. Haviam algumas frutas no chão.

Parecia bem calmo ali. A única coisa que quebrava a mínima tranquilidade dali era que através das copas das árvores à frente ela conseguia ver uma massa preta no céu.

Sentiu um calafrio na nuca, como se estivesse sendo observada. Na verdade, se olhasse diretamente para cima, veria um ser alado a alguns metros acima das árvores.

@Os dois

Podiam perceber que a massa preta se movia naquela direção. O que quer que fosse, parecia encrenca.

Estavam separados por apenas alguns metros. Não havia muita coisa em volta além de árvores.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Seg 8 Mar 2010 - 14:38

O falcão ao ver a bizarra 'coisa' que apesar de estar distante estava entre ele e um pouco de comida, o vilarejo com certeza teria comida porem se passasse por aquela massa negra ele sentia que ele viraria a comida então preferiu continuar apenas observando.

Quando olhou para baixo e viu a clareira e uma pessoa na mesma ele lentamente desceu até uma arvore próxima da mesma e ficaria observando aquela pessoa de um galho próximo, se tivesse comida ele iria pegar mesmo que tivesse que roubar para isso.


'' Que fome... não gosto de ter que roubar mas preciso comer... sinto muito moça... arghhhhh... to com fome...''
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Seg 8 Mar 2010 - 17:37

Andou por um tempo que achou horas. Ficou satisfeita quando uma clareira surgiu e que nela tinha várias árvores das quais poderia se alimentar. Maçã! Pensou com um sorriso de canto, mas percebeu a massa cinzenta logo a frente.

Sabia que era encrenca e não pretendia ir até ela. Deu mais alguns passos direção até parar e olhar para baixo e observar as frutas e pegou uma maçã; estaria tudo perfeito se não fosse aquela sensação de que alguém a espiava.

Apurou os ouvidos, mexendo as orelhas de um lado para o outro e conseguiu ouvir o bater suave de assas. Sorriu novamente, cínico, mostrando um canino. Teria enfim uma companhia, não que isso fosse agradável.

— Quer alguma fruta, pássaro? — Horo falou alto e claro, sabendo que seria ouvida. Dividiu a maçã ao meio e ergueu a mão esquerda com uma das metades; se criatura estivesse com fome, voaria até lá para pegá-la.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Seg 8 Mar 2010 - 19:27

Ao ouvir o que a mulher que tinha uma maçã em mãos falou ele ficou confuso, estava com medo de ser uma armadilha e de virar uma refeição porem a fome era grande e aos poucos aquela metade de maçã parecia cada vez mais apetitosa.

Sem esperar mais ele levantou voo, um voo rápido, passaria por cima da mão da mulher enquanto ia e na volta tentaria pegar a maçã com as patas, se conseguisse a levaria até a arvore onde estava antes e a comeria lentamente mantendo os olhos na estranha mulher.


[Acredito poder responder a ação dela, se não pode apagar o post ^^]
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Seg 8 Mar 2010 - 22:25

Pôde ver com detalhes como era a grandiosa criatura que pegara o pequeno pedaço de maçã; ficou encantada. Tanto, que virou o rosto juntamente com o corpo na direção que Lucius fora ao pegar a maçã.

— Heh, de nada. — Enfiou a outra metade na boca e deu uma mordida demorada. O pássaro não parava de observá-la e achou até incômodo, mas retribuiu o olhar todo o tempo, curiosa.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por GM Jure em Ter 9 Mar 2010 - 0:34

Nese meio tempo em que estabeleceram uma comunicação, Horo e Lucius podiamsentir o ar ficando diferente.

Parecia estar ficando mais pesado...dava um certo aperto no peito.

Se olhassem na direção da mancha, viriam que ela estava mais próxima, e mais do que isso, vinha naquela direção a uma velocidade bastante considerável.

A distância inicial de 500 metros agora fora reduzida para 300.

Apesar de serem estranhos um com o outro, eles estavam estranhamente sintonizados naquele momento. Involuntariamente pensavam a mesma coisa à respeito da cena: problemas chegavam, e eram problemas dos grandes.

OFF: Nada contra vocês interagirem uns com os outros, até gosto e muito...só gostaria que da próxima vez em que quiserem fazer isso sem que eu indique, me peçam nos seus respectivos posts, e não depois que já postaram. Como já expliquei à Horo pelo chat, é uma questão de organização minha.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Ter 9 Mar 2010 - 0:50

O gosto da maçã parecia ainda mais gostoso por estar com fome, ele olhava a mulher enquanto comia, não por medo ou desconfiança mais sim por curiosidade,ela era diferente, não era como as outras pessoas que viu a vida toda, o jeito dela até agora lembrava muito Ana.

Distraído com as lembranças e com o alimento ele não percebeu a massa negra se mover e quando percebeu já estava se tornando difícil de respirar. Rapidamente ele bateu as asas e voo em direção a mulher, logo sobrevoando ao redor dela ele tentava chamar sua atenção para que saísse dali.

Com ou sem a mulher ele voaria para direção da nuvem porem em diagonal, tentaria escapar dela passando pela lateral da mesma, se ela estivesse avançando em linha reta escapariam dela, se estivesse os perseguindo o que ele achava pouco provável estariam indo direto para a 'boca da fera'.


[Desculpe, prometo que antes de interagir por conta própria avisarei por PM ou pelo chat ^^]
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Ter 9 Mar 2010 - 19:44

Pensou se não era uma núvem de Youkais que se aproximavam, mas o cheiro não era nem parecido. Irritava-a a dificuldade de respirar e rosnou breve ao ver o parceiro sobrevoá-la e logo em seguida, partir.

Não demorou e fez o mesmo. Largou o resto da maçã no chão e começou a correr para o lado esquerdo, esperando que a núvem seguisse uma linha reta; imaginou que o pássaro pensara o mesmo o que a fez pensar se era realmente uma ave.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por GM Jure em Ter 9 Mar 2010 - 20:44

Ambos dispararam diagonalmete em direção à nuvem. Somadas as duas velocidades, a da dupla e a da nuvem, as distâncias se encurtaram de uma forma assombrosa.

Logo os 300 metros se tornaram 150, e as folhas das árvores enegreceram e cairam como se fosse inverno. Galhos secavam e se contorciam tornando a corrida/voo um tanto mais complicados.

Tanto Horo quanto Lucius mantinham uma velocidade muito parecida, com Lucius estando ligeiramente à frente peça reação mais rápida que teve.

teste de velocidade de Lucius para desviar dos galhos
GM Jure efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
5
+2

teste de velocidade de Horo para desviar dos galhos
GM Jure efetuou 1 lançamento(s) de dados (d6.) :
2
+3

A nuvem continuava a se aproximar. Agora era nítido que ela era formada por vários pássaros ou algo do tipo...corvos para ser mais exato.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por GM Jure em Ter 9 Mar 2010 - 20:47

E de repente, como que por um passe de mágica, todos os sons da floresta montanhosa foram silenciados. Agora estava tudo com um aspecto macabro, sobrenatural. Tudo quieto, feio, e com o ar pesado.

Horo infelizmente levou uma rasteira de um galho baixo. Tropeçou feio e quase deu de cara com uma pedra, o que seria muito doloroso.

E assim, como em um passe de mágica, a nuvem passava por eles em linha reta, ignorando suas presenças ali.

Além de tudo, com a nuvem passando ao lado deles, percebiam que os corvos ali presentes não emitiam um som comum. Era metálico e etéreo ao mesmo tempo.

Notavam também que entre eles haviam outras criaturas negras aladas, das quas não conseguiam identificar. Elas tinham um aspecto altamente ameaçador.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Qua 10 Mar 2010 - 0:42

Enquanto voava acima da mulher ele sentiu o ar pesado, a energia maligna era tanta que a natureza próxima começou a morrer e os galhos partindo-se das arvores dificultava o voo do falcão.

Rapidamente começou a desviar dos galhos enquanto voava e lentamente ele sentia a nuvem se aproximar mais e mais, tudo ficava feio, triste, ruim. Enquanto a nuvem de corvos passava ele observou a mesma por um momento reparando nas criaturas estranhas dentro da mesma, porem rapidamente voltou sua atenção a mulher que caiu.

Desceu até a pedra próxima a ela sem pousar, ficou apenas afrente dela batendo as asas, com sua mente mandou uma mensagem telepática para a mulher tentando estabelecer uma conexão para se comunicar.


- Está bem?!
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Qua 10 Mar 2010 - 16:39

Não acreditou no capote. Ficou tão irritada com a visão do que era aquela núvem que nem olhou para o caminho, o que já era de se esperar de Horo. Rosnando alto, praguejando, ergueu-se e balançou a cabeça se livrando de folhas secas e se levantou num pulo e olhou o ave de canto, recebendo sua mensagem.

— Voa embora daqui. — Sua voz era fria e seu rosto duro de pura concentração. Aquelas aves não estavam ali por acaso, e agora ela queria saber o que estava acontecendo.

Não olhou o pássaro uma segunda vez, seus olhos chegaram a brilhar num vermelho mais intenso quando se dirigiram à núvem; e sem aviso prévio, partiu em direção à ela até que corresse junto mantendo certa distância, ignorando a densidade do ar.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por GM Jure em Qui 11 Mar 2010 - 4:46

À medida em que Horo se aproximava da nuvem, todos seus movimentos se tornavam dolorosos e sofridos. Respirar, levantar os joelhos, mover os braços, piscar...até para pensar estava ficando difícil, visto que uma dor de cabeça começava a despontar.

Lucius a princípio não a alcançaria fácil, apesar do tombo. Somente se persistisse, sua velocidade o faria chegar até a fadigada Horo.

Com a proximidade, parecia que alguns dos corvos ali presentes pareciam ter notado a presença da dupla, especialmente a de Horo.

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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Lucius em Qui 11 Mar 2010 - 16:13

Lucius não sabia o motivo da jovem mulher agir de forma tão estupida, ele exitou em segui-lá, a vontade dele era ir até o vilarejo de médio porte de onde a nuvem veio porem a mulher poderia morrer agindo de forma tão estupida.

''Tenho que aprender ser mal...''

Sem esperar mas ele voo atrás da mulher, manteria uma distância razoável, queria ajuda-lá se possível mas não cometeria os mesmos erros dela. Voando a uma distância que pudesse manter um contato visual ele a seguia furtivamente.
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Re: Montanhas Nijord

Mensagem por Horo em Qui 11 Mar 2010 - 17:19

Notando a dificuldade, diminuiu a velocidade e se distanciou mais para poder respirar melhor. Cresceu acostumada com a dor, então sabia que poderia continuar; mesmo assim, como ainda estava na floresta, fez uma curva e entrou entre as árvores indo para outra direção.

Assim, quando tinha mais de um quilômetro e meio de distância, onde seus pensamentos eram mais claros, fez uma outra curva e voltou a correr na mesma direção que a núvem, porém mantendo a distância que obtera, continuou a acompanhá-la seguindo-a até seu destino olhando-a de longe.
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