[Inscrições fechadas][O Nascimento do Rei dos Asthaars]

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Mensagem por Kirino Nito em Dom 7 Ago 2011 - 21:53

Uma pequena vila que mal aparecia no mapa. Esse era o cenário de um acontecimento histórico e muito perigoso. Há exatos dois meses atrais, uma moça jovem, humana de aparentemente 20 anos entra em trabalho de parto e da a luz a seu filho, um bebe lindo de olhos verdes e cabelinhos lisos. Ninguém sabe quem é o pai, a moça não tinha nenhum namorado ou marido, na verdade, todos achavam que ela era uma virgem, mas mudaram o pensamento quando viram sua gravidez.

Há relatos da passagem de um Ashtaar pela cidade, mas não era um Ashtaar qualquer, ele era conhecido como Lúcifer. Um anjo que acompanhava seus passos relatou a seu superior, Arcanjo Gabriel, tudo o que Lúcifer tinha feito na pacata cidade.

Gabriel tinha conhecimento de que seu maior inimigo tinha planos de ter um filho. Mas todas as humanas a qual ele engravidava, não eram fortes para dar a luz e morriam, junto com os filhos. Porém, dessa vez poderia ter sido diferente. O Arcanjo se mantém atento, pois se esse filho visse a nascer, e continuasse vivo, seria um grande problema, e talvez, o mal vencesse o bem.

Lúcifer, já havia abandonado a cidade, ele apenas tinha passado uma noite la. Há relatos dele conversando com a mulher, mas nada demais. Mas, durante a noite, o anjo encarregado, simplesmente o perdeu de vista por uma hora, na hora seguinte ele foi visto saindo da cidade andando.

O Nascimento do Rei dos Asthaars – Encontrando e Eliminando

Gabriel não sabia qual eram as pretensões de seu maior inimigo, mas sabia que esse filho estava destinado a ser o seu sucessor. Essa criança, a qual o atendia pelo nome de Henrique, poderia estar amaldiçoada. O seu poder e aparência podiam estar selados, pois de nada aparentava ser um demônio.

De fato, ninguém sabia se ela realmente era a cria do maior dos demônios, mas era preciso cuidado e estudo. Não se podia apenas chegar la e mata-la, muito menos sendo seres angelicais. Usando de sua esperteza, chamo seus subordinados e os ordenou que encontrasse guerreiros e os convencesse a fazer uma missão em troca de muitas recompensas.

Gabriel: Shun, Odiel, Daniel, Muriel… Cada um de vocês, vá em busca de um aventureiro. Ele tem que ser forte, e fazer o trabalho sem nenhuma informação. Vocês apenas dirão que eles têm que matar um bebe recém nascido nessa cidade e mostrar uma imagem do bebe e sua mãe. Diga que a recompensa é válida. ... Ahh, se eles perguntarem algo, diga que não pode ser revelado, mas é uma boa causa e que a recompensa vale pelo trabalho as cegas.

Os anjos apenas concordaram e foram em busca desses aventureiros.



[quote]
Regras: Poste aqui uma interpretação de como vocês entraram em contato com esses anjos. Ps: Faça uma “demonstração” de suas habilidades, ai eles verão que você é forte e te chamarão.
Máximo de participantes: 5(Um deles receberá o chamado diretamente do Arcanjo Gabriel) Ps: Esse player receberá um convite vindo de mim. E aconselho a ler o Post dele.
Duração: Indefinida... depende MUITO... mas a princípio... vai demorar.-
Recompensa: Só digo que você não irá se arrepender de participar.(Item, EXP, Din din)

Informações importantes:
Vocês não sabem se o bebe é filho do lúcifer e não foram relatados dessa possibilidade, aparentemente é apenas um humano...
Narrem até a parte que aceitam o chamado, depois o Anjo irá tele-transportar vocês para um lugar onde encontrarão os outros guerreiros.

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Re: [Inscrições fechadas][O Nascimento do Rei dos Asthaars]

Mensagem por Kirino Nito em Seg 8 Ago 2011 - 15:11

Informações importantes²: Narre como você quiser o contato dos anjos. PS: narre o melhor que você puder narrar, pois poderá ser critério de escolha dos players que vão participar.

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Re: [Inscrições fechadas][O Nascimento do Rei dos Asthaars]

Mensagem por Still Rougy em Sab 13 Ago 2011 - 2:36

Caos. Naquele momento tudo se resumia a essa única palavra. Tanto externamente, quando internamente, ele estava presente. Na mente lúcida que atacava desesperadamente e na mente insana que só queria sentir o sangue por entre os dedos para se considerar satisfeito. Tal caos trazia a dor, que devido aos estímulos sensoriais era sentida de forma cruel em cada corte feito no corpo do miséravel assassino, que havia retirado até a última gota de sangue de diversas pessoas. Aquilo estava sendo um prazer, e deveria ser muito mais do que apenas satisfação para Yaki, se um outro filho da mãe não acabasse com tudo... Daniel.
____________________________________________________

Fazia uma semana - ou mais, Yaki não lembrava muito bem - que havia saido da Torre onde ficou "hospedado" por alguns dias. O tempo que ali permaneceu foi bom e restaurador de certa forma. Digamos que o youkai conseguiu suprimir seus temidos demônios. Infelizmente, porém, ele teria de libertá-los mais cedo ou mais tarde e isso não o animava muito. Voltaria então para sua vida de mercenário. O mundo o qual escolheu para varrer a cidade das pragas malignas.

Era mais ou menos 14:00 da tarde e o sol estava escaldante. Por sorte, não usava seu traje habitual e sim uma camiseta branca e uma calça jeans azul, rasgada nos joelhos. Seus pés eram calçados por um tênis bem surrado, entretanto, bastante útil em suas viagens. Mesmo assim, estava sendo impossivel vagar pelas ruas daquele extenso continente daquela forma. Dobrou em um beco qualquer que possuísse uma sombra acolhedora e ao colocar as costas na parede, respirou aliviado, deixando seu corpo deslizar até sentar-se no chão.

Fechou os olhos, deu uma respirada profunda e limpou as gotas de suor que atrapalhavam em sua testa. Estava cansado e faminto. Um fato interessante a se ressaltar, era que na maioria dos lugares que passava o predomínio das classes nobres era marjoritário. Isso ressultava em uma super concentração de riqueza deixando muitas pessoas a mercê de sua própria subsistência. Mais uma vez o estado provava sua inutilidade. Yaki era uma das pessoas que precisava sobreviver com o que sabia fazer: Matar.

Dessa forma ele conseguia dinheiro o suficiente para alimentação e cuidados médicos. Afinal, depois de uma luta não era garantia que ele sairía intacto. E parecia que a sorte estava do lado do Youkai naquele dia. Quando abriu os olhos, um papel velho, surrado e desbotado estava na sua frente, preso de forma simples e errônea na parede de tijolos vermelhos do beco. O papel era um cartaz de procurado. Mostrava um assassino que há muito escapava dos guardas reias de diversas cidades de Zephyr. Quem conseguisse capturá-lo, ganharia uma boa recompensa.

Mas eis a questão: Como achá-lo? Não tinha modo mais fácil, devia procurar. Imediatamente partiu. Isso demorou exatas uma semana. Procurou informações, pediu para falar com as famílias e pessoas vítimas do assassino. Frequentou bares, becos, gangues, até descobrir que o meliante estava nas redondezas, se escondendo em galpão no sul da cidade. Típico, quando arranjam um lugar bom o suficiente para se esconder, ali ficam até tudo normalizar. Yaki não podia perder tempo e imediatamente partiu ao encontro de sua preciosa vítima.

Era noite e uma tempestade assutadora caia. Quando chegou ao local, o galpão transmitia um aspecto terrivelmente macabro. Todavia, aquilo não assustava o Youkai. Se aproximou das largas portas de madeira e as empurrou com toda a força. A porta se abriu com um estrondo alto, que logo identificou sua presença. Andou hesitante para dentro do galpão, mas não deu mais que cinco passos, antes que um algo sólido, frio e muito resistente acertasse suas costas, o arremessando metros a frente. Graças a hipoalgia, não sentiu a dor, mas pela força do golpe, sabia que seu oponente não era qualquer um.

Quando virou-se, a cena que presenciou não era uma das melhores. Dois cães negros, de quatro olhos cada um, avançavam contra Yaki que não teve chance de defesa. Cravaram seus dentes, cada cão em um braço puxando-o para baixo, impedindo que se locomovesse. Ao olhar pra frente, presenciou o maligno assassino a quem procurava. Para matar por diversos meses, anos e décadas, ele não podia ser humano. Seus dentes caninos pontiagudos e afiados com aquele sorriso cínico e doentio, diziam que ele era capaz de qualquer coisa.

Possuia um casaco de couro vermelho e por dentro, um colete preto, com camisa social branca. Calçava botas bem engraxadas que chegavam a brilhar. De adornos, um óculos de lentes amarelas e um chapéu com aba, também vermelha. Estiloso. O homem se aproximava lentamente e dizia enquanto andava.

- Você veio para me matar? Você acha que um vampiro das mais puras linhagens vai ser vencido por um mero plebeu prepotente?


Nesse momento, Yaki não tinha muitas opções. Balançou a cabeça com força e violência, e então, subitamente parou. Os cabelos lhe caim por sobre a face, ocultando seu olhos. Parecia que havia se rendido, mas se o vampiro pensava da mesma forma, estava equivocado. Lentamente Yaki levantou a cabeça, revelando seus olhos vermelhos. Quando balançou a cabeça, era pra se livar do tapa olho que estava contendo sua forma animalesca. Estava mais forte, alto e flexível. E como um passe de mágica, os cães demoníacos também haviam sumido.

- Ilusões é?
- Disse Yaki com uma voz provocante e sádica - Acho que minha mente não é tão fraca quanto a desse verme desgraçado que me mantém dentro dele.

No mesmo instante o assassino parou. Na sua frente não tinha mais apenas um Youkai. Era uma máquina de matar. Como assassino ele sabia disso melhor do que ninguém. Sorriu novamente e se curvou. Como se prestasse uma reverência a Yaki. Aquela noite se transformaria em uma "baile" memorável e inesquecível. Era inevitável.

- Prazer, meu apelido é Hellsing. O homem que irá encerrar seu triste destino.

Naquele momento uma risada enérgia cheia de provocações e sátiras tomou conta do Youkai. Não conseguiu se controlar. Debochava totalmente do vampiro, que nesse momento, com certeza ardia em raiva, rangendo os dentes pelo ato de Yaki. Aos poucos ele foi parando, colocou a mão por sobre o rosto e olhou Hellsing por entre os dedos, enquanto uma energia vermelha começava a brotar e rodear o Youkai na forma de um tornado, sem machucá-lo. A excitação da batalha por partes de ambos era tanta que a energia negativa acumulada pelos dois, deixava o ar tenso e pesado.

- Você não necessita saber o meu. Me recuso a deixá-lo levar meu nome com você para o túmulo. Mesmo assim, lhe presto minha condolências.

O estado insano dos dois lutadores havia acabado de explodir. Logo após o término de sua frase, Yaki arrancou para cima de Hellsing. Em um instante já estava colado ao vampiro, erguendo os braços e lhe agarrando pela cintura, como se estivesse derrubando alguém em um jogo de futebol americano. Ao cair no chão, se preparou para socar-lhe erguendo o braço para cima. E teria conseguido, se uma arma Jackal, de balas 13mm não tivesse sido posta bem na sua cara. Sorriu de canto e velozmente moveu a cabeça pro lado. A bala passou raspando seu rosto, cortando sua bochecha que deixou uma trilha de sangue, atiçando ainda mais o vampiro.

Em seguida, destraido com o primeiro ataque de Hellsing, Yaki acabou por recuar mais 3 metros. Logo percebeu que o que tinha lhe acertado minutos atrás, e que parecia mais um pedaço de ferro, era na verdade a força do chute de seu oponente. Levantou-se mais puto do que nunca e voou novamente mais 3 metros para trás com um soco. Aquilo só o deixou mais irado do que já estava. Levantou mais uma vez, entrentanto, não sabia se seu oponente ficou lento do nada, ou se depois de duas significativas porradas, estava com os olhos mais abertos, mas conseguiu desviar do terceiro soco com exito. Agora era a vez de Yaki.

Vendo a brecha dada por seu inimigo, encaixou um soco com êxito em seu estômago. Mesmo sendo o mais puro dos vampiros, a vontade foi de vomitar todo o sangue consumido naquele dia. Logo em seguida, a visão do vampiro escureceu, sentiu apenas os dedos do Youkai encobrirem seu rosto e sua cabeça descer violentamente contra o chão. As unhas do afiadas de Yaki cravavam no rosto de Hellsing com vontade a medida que o mesmo ia arrastando a cabeça e o corpo do vampiro, bruscamente no chão, para no final, lhe arremessar entre as ferragens presentes no galpão.

O aço que perfurou seu corpo não representou nada e logo as profundas marcas de corte em seu rosto cicratrizaram. Nada que não fosse prata ou luz, adiantaria e Yaki sabia disso, todavia, não se importava. Só bater no desgraçado que estava a sua frente já era mais que satisfatório e devia continuar sendo assim, se não fosse por um imprevisto. Uma visita inusitada. Logo que Hellsing levantou, investiu para cima de Yaki. Esse fez o mesmo e correu para cima do assassino. O que viu depois, foi um enorme relâmpago cair no meio dos dois, separando-os de forma brutal novamente. No centro, um outro rapaz apareceu e assim que Hellsing o viu, seus olhos arregalaram. Em segundos, o vampiro queimava incessantemente, após um estalar de dedos do misterioso homem.

Yaki também não estava mais em sua forma bestial. Estava normal, entretanto, sem suas dores musculares comuns. Seus olhos estavam azuis novamente e seus músculos, normais. O homem a sua frente o olhava com certo interesse. Suas roupas eram comuns. Uma camisa de mangas que chegava até os pulsos e por dentro, uma camisa de algodão branca. Sua calça era preta e seus sapatos sociais. Os cabelos eram brancos, assim como a pele e os olhos amarelos.

Mais um relâmpago, e a sombra projetada pelo mesmo, atrás do misterioso rapaz, fez Yaki sentir um medo agudo em seu âmago. Um par de enormes asas. Agora com os pequenos relampejos, elas apareciam frequentemente. Yaki sabia o que ele era. Nunca tinha visto um pessoalmente, mas já tinha ouvido falar em histórias. O rapaz andou calmamente até o acuado animal que estava a sua frente e parou a poucos centímetros de Yaki. Nada falava, apenas o olhava, até que uma voz surgiu na mente de Sendo.

- Seus poderes são de fato interessantes, contudo preocupantes. Me chamo Daniel, e tenho uma proposta lhe fazer, na verdade, um trabalho. Nele, você apenas tem que fazer o que sabe fazer de melhor: Matar. Terá de matar uma criança.

Mostrou então a foto de duas pessoas. A primeira era de um bebê. Bonito até, de pele bem cuidada e cabelos lisos. Seus olhos eram de um verde muito cativante. Ao lado da primeira foto, uma outra, dessa vez mostrando uma mulher. Era jovem, Yaki não a daria mais que vinte anos. Também era bonita e notava-se certa semelhança da mulher para com o filho e vice-versa. Era um trabalho um tanto doentio, mas quem era Yaki para dizer isso? Mesmo assim ainda estava hesitante. Era apenas uma... Criança. Foi então que seus olhos fixaram em um pequeno monte de pó, atrás do anjo: Hellsing. Foi apenas isso que sobrou do poderoso vampiro. O medo era visível e a pressão maior ainda. Se ele com apenas um estalar de dedos conseguiu fazer aquilo com o poderoso vampiro, imagine com Yaki.

- E então, o que me diz? Não tenho muito tempo sobrando.

O youkai o olhou e sem dizer nada, apenas balançou a cabeça positivamente, como uma criança obedecendo ao pai. Levantou-se com calma e se pôs a seguir Daniel, uma vez que depois da resposta de Yaki, o anjo saíra andando para fora do Galpão. A chuva ainda caia, porém, bem levemente agora. O dia começava a amanhecer, e os primeiros raios de sol tocavam o rosto do Youkai. Não sabia onde estava se metendo, não sabia quando iria sair de toda essa confusão, mas infelizmente, não tivera tantas opções. O que lhe restava era apenas seguir e descobrir no que tudo isso iria dar.


[Música de Fundo ~ ~ xD]


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Re: [Inscrições fechadas][O Nascimento do Rei dos Asthaars]

Mensagem por Kenichi Koji em Sab 13 Ago 2011 - 17:58



Introdução



Era um garoto pacato, humano, altura média, longos cabelos azuis assim como seus olhos que mais pareciam cristais, roupas que tinham a mesma cor entretanto, outra tonalidade, seus cabelos e olhos, eram azuis claros enquanto seu manto era azul marinho, escuríssimo, sua camisa, preta parecia um tanto azulada dentre as outras roupas, era uma camisa de botões, frontais, camisa social comum. Sua calça de tecido leve, igualmente azul como seu manto e sapatos pretos.
Talvez por usar tanto azul, havia sido apelidado de 'Blue' por alguns que o conheciam.



História



O rapaz acabara de sair de uma aventura no vale dos ventos, norte de Zephyr e seguia para o sul, em Jylia aonde tinha conhecimento da existência de um templo e lá esperava encontrar alguns sábios ou mesmo velhos que pudessem lhe informar algo sobre o Fukai, sua maior curiosidade.
O dia parecia tranquilo, sem demasiadas surpresas, a temperatura estava agradável, o sol era presente mas não estava muito forte, uma brisa fazia com que suas roupas se movessem quase que dançantes no ritmo com seu cabelo


- É, parece que uma longa viajem me aguarda... melhor começar a andar.

O rapaz continuava andando rumo ao sul, já havia se distanciado do campo florido, aonde havia começado a sua jornada, mas sequer estava próximo ainda do Rio de Sirius ou algo do tipo.
Koji ouvia um barulho diferente, logo olhava para cima por reflexo e via dos vultos que passavam voando rapidamente, um mais claro e outro mais escuro.


- Mas o quê diabos ?


O rapaz tentava acompanhar os dois vultos dando um leve pique, mas percebe que o primeiro vulto, o branco, havia caído em meios as árvores enquanto o segundo vinha em seguida, na direção do mesmo, logo era possível notar, uma clássica disputa havia sido formada, um Anjo contra um Demônio, ambos em forma humanoide. O anjo parecia estar em desvantagem por estar caído, Koji apenas muda seu caminho, a luta deles não era problema de um humano, ele iria apenas ignorar, no entanto ao escutar a fala do demônio o Humano para e ficar assustado.

- Anjinho, pobre anjinho, parece ser tão velho, mas está com os poderes tão limitados na terra, acho que meu mestre ficará feliz e me recompensará por ter eliminado um anjo como você. Mas me diga, quem foi que limitou seus poderes ? Foi Gabriel ?

- Gabriel jamais nos trairia desse jeito, eu fui amaldiçoado por alguém poderoso e meus poderes foram reduzidos! Escória demoniaca! Em condições normais eu acabaria com você apenas levantando minhas mãos.


Koji repara um brilho negro vindo das mãos do anjo, algo de fato não-usual, principalmente para um anjo, logo ele percebe o que aquilo poderia ser, possivelmente a maldição que o mesmo falara. Koji reflete:

"Se o anjo era tão poderoso em situações comuns, é claro que ele seria extremamente velho, de fato saberia de muitas coisas, provavelmente, alguma coisa extremamente antiga haveria o amaldiçoado, então talvez o anjo pudesse saber do passado de Zephyr e talvez contá-lo, pois bem, seria bom então ajudá-lo. É Claro que haveria a possibilidade do anjo sumir após minha ajuda.. Mas correrei esse risco"


Koji aproveita a distração do demônio e se aproxima apenas o suficiente para ter uma visão clara do mesmo, logo Koji repara que ele havia se armado e estava preparado para atacar o Anjo, nesse momento, Koji levanta sua mão direita, quando o demônio investe o pulso contra o peito do arcanjo, sua mão é parada por uma força que o segura, tanto anjo quanto demônio se assustam.

Anjo: - Como ? Por quê ele parou ?
Demônio: - O que é isso? Que me impede de te atacar ? Será que...


Koji continua se aproxima, vagarosamente enquanto deixa o demônio se mover livremente mais uma vez.

Demônio: - Humano ?! Impossível, que tipo de humano usaria uma bruxaria como essa?
Koji: É, você não parece muito forte, até eu consegui te segurar, desculpe, mas não posso deixar você ferí-lo, ele é mais útil para mim vivo e inteiro de preferência.
Anjo: Quem é você?
Koji: Não há necessidade de saber meu nome, ainda caro Guardião da Terra.
Demônio: Morra humano!


O Demônio se prepara numa investido contra o humano, voando a toda velocidade contra Koji. A distância anteriormente era de cerca de 10 metros, Koji espera ele ficar cerca de 2 metros de distância então levanta sua perna esquerda e chuta o ar, o demônio sente uma pressão no pescoço na direção contrária como se o chute tivesse pego no pescoço do mesmo, o demônio caía ao chão e ao levantar cuspia algum tipo de liquido, negro, talvez fosse seu sangue, pois tal liquido começava a escorrer da boca do demônio que tentava falar, mas nada que fosse entendível, devido a força do impacto em sua garganta.

Anjo: Mas o quê? Seria ele realmente um humano ? Humanos não podem fazer tal coisa...
Koji: Então, estou esperando minha morte, Demônio...


o Demônio ficava de pé novamente e um brilho negro começava a surgir de suas mãos.

Koji: Acho que não...

Logo koji movimenta suas duas mãos para cima e o demônio tem ambas suas mãos igualmente empurradas para cima, mas estas batem no queixo do mesmo, fazendo com que tal energia se dissipe em sua própria face, o Demônio logo solta um urro de dor.
Koji, não perde mais tempo falando apenas põe sua lâmina parada no ar, logo a sua frente e então fazia um movimento de para frente com as mãos, logo a lâmina começa a avançar na direção do demônio e perfura o peito do mesmo, mais daquele liquido negro é jorrado do corpo do demônio, com mais uma movimentação de mãos a Lâmina entra verticalmente no corpo do demônio e sai pela sua cabeça, em seguida volta para as mãos de Koji, embainhando-se novamente.


Koji: Acho que isso termina aqui....

O demônio começa a se desfazer, tendo suas cinzas levadas pelo vento e se dissipando no ar.
Koji segue na direção do arcanjo, percebendo que o brilho em suas mãos, havia desaparecido, ele se aproxima do anjo e estende a mão para ajudá-lo a levantar, o mesmo estica a mão e pega a de Koji que o ajuda a levantar.


Koji: Perdão pela ignorância anteriormente, não queria que aquele ser soubesse meu nome. Mas lhe direi, meu nome é Kenichi Koji, popularmente chamado de Koji ou blue, devido a minha aparência.

Enquanto diz tais palavras, Koji reverência o anjo de forma a pedir desculpas.

Anjo: Não precisa se desculpar, entendo sua causa. Pois bem, meu nome é Shun. Vejo que possui habilidades Excepcionais para um humano.
Koji: Sim, sim, segredo de família.


Koji dava um sorriso simpático, tentando descontrair com a situação.

Shun: Pois bem, Koji, Estou a procura de um guerreiro corajoso para realizar uma missão em nome do meu superior Gabriel, pelo que vi, parece ter coragem e pelo fato de ter me ajudado, parece que é uma boa pessoa.
Koji: Eu adoraria, mas estou numa pesquisa sobre o Fukai, preciso descobrir o máximo que puder sobre ele,,,
Shun: Pois bem, você será devidamente bem pago pela sua coragem durante essa missão, de acordo com seu mérito, o que facilitará seu transporte por Zephyr, acelerando este processo.
Koji: Você não poderia me dar alguma informação sobre o fukai ?
Shun: Desculpe, é proibido a troca de informações com seres terrestres.
Koji: Entendo...Espero que entenda, Anjo, que minha causa é busca de informação, eu quero livrar o que me fez mau no passado, mas para isso preciso de todas as informações que conseguir ter.
Shun: Aceite a recompensa, o dinheiro lhe servirá para comprar um transporte para que possa agilizar sua movimentação.
Koji: Tudo bem então, mas que tipo de missão seria está?
Shun: Isso quem lhe dirá é o Próprio Gabriel...
Koji: Tudo bem, acordado então.


Em seguida o arcanjo põe a mão no ombro de Koji e ambos desaparecem


O Fim para um novo começo




Shun e Koji aparecem numa sala, esbelta, branca, bela. Tinha um sofá para a acomodação de Koji e algumas frutas em cima de mesa.

Shun: Sinta-se a vontade, já voltarei para lhe chamar assim que o restante estiver pronto.
Koji: Restante ?


O anjo desaparecia em meio a sala, assim como havia chegado.

Koji: É, acho que o jeito é esperar....


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Re: [Inscrições fechadas][O Nascimento do Rei dos Asthaars]

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